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Coluna Matisse

Balcão da Matisse: A cerveja e a arte egípcia

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
5 de junho de 2020
Atualizado em: 5 de junho de 2020
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    Balcão da Matisse: A cerveja e a arte egípcia

    No Egito antigo, o estado de embriaguez provocado pelo consumo de bebida alcoólica era considerado uma forma de permitir a comunicação com uma divindade ou com os mortos. Por isso, além do consumo social, em determinados eventos, os participantes bebiam em excesso para atingir um estado alterado de consciência que permitiria tal conexão.

    Description: C:\Users\User\Matisse\Textos Matisse\Artigos Guia da Cerveja\Maio 2020\Women at a Banquet 30.4.78 MET.jpg

    A cena acima, encontrada na tumba do faraó Thutmose III (1479 a.C. – 1425 a.C.), mostra uma garota servindo bebida a duas convidadas. Interessante observar que ela está com as costas voltadas para o espectador, uma posição pouco usual na arte egípcia. A inscrição diz: “Tenha um dia feliz!”

    A cerveja era um alimento básico no Egito antigo, consumida por todos e em todas as idades, desde o faraó até as classes sociais mais baixas. Pinturas encontradas no interior de tumbas revelam que a cerveja era considerada importante também para os mortos.

    Description: C:\Users\User\Matisse\Textos Matisse\Artigos Guia da Cerveja\Maio 2020\Shroud of Hori 44.2.3 MET.jpg

    A pintura acima mostra Hori em sua refeição funerária. E a mesa repleta é uma oferta de todas as coisas boas e puras para o espírito de Osíris Hori. As ofertas incluem três pães brancos, um corte de carne e vários vegetais. Sob a mesa, há dois potes selados de cerveja. A cena foi pintada em um lençol de linho que provavelmente era uma mortalha colocada sobre o caixão de Hori (texto extraído do Metropolitan Museum of Art).

    A figura ao lado, de aproximadamente 2.600 anos antes de Cristo, mostra o método de produção de cerveja utilizado na época, em que uma mistura de cereais e pães fermentados era prensada em uma peneira para eliminar o excesso de resíduos. Esse tipo de imagem, mostrando homens e mulheres produzindo cerveja, é recorrente na arte do antigo Egito, revelando a importância que a cerveja tinha para essa sociedade.

    Muitos egiptólogos e cervejeiros têm trabalhado juntos para tentar recriar o processo que os antigos egípcios usavam para produzir cerveja. Obras de arte, resíduos em jarros e hieróglifos contendo receitas de cerveja têm servido a esse nobre propósito de trazer para os dias atuais essa bebida tão apreciada milênios atrás. Não se espera obviamente que as técnicas sejam melhores que as atuais, mas talvez um pequeno detalhe ou um ingrediente especial que era adicionado possa trazer algo de extraordinário.

    A Scottish & Newcastle Brewery, antes de ser adquirida pela Heineken, trabalhou junto com a Egypt Exploration Society para recriar uma cerveja que, provavelmente, seria reconhecida pelos antigos faraós, a Tutankhamun Ale. O processo de fabricação foi descoberto em meados dos anos 1990 pelos egiptólogos Barry Kemp e Delwen Samuel, que escavaram o local da vila de trabalhadores e da cervejaria real afiliada à rainha Nefertiti.

    É pouco provável que você encontre uma garrafa de Tutankhamun Ale por aí, pois as mil garrafas produzidas foram vendidas em um leilão. Mas é bom saber que a Dogfish Head também pesquisou ingredientes e tradições descritos nos hieróglifos egípcios para recriar uma cápsula líquida do tempo, chamada Ta Henket. Ela é vendida como souvenir para turistas no Egito e provavelmente pode ser encontrada na rede Dogfish Head.


    Mario Jorge Lima é engenheiro químico e sócio-fundador da Cervejaria Matisse

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