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Cultura

Cervejarias do Sul buscam recomeço após devastação por ciclone extratropical

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
11 de outubro de 2023
Atualizado em: 12 de outubro de 2023
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    O ciclone extratropical que atingiu o Rio Grande do Sul no mês passado causou inundações, levando, com a força da água, vidas, além de ter provocado danos estruturais e a destruição de diversas cidades, também afetando as cervejarias da região. Afinal, o desastre natural carregou consigo sonhos, planos e projetos de empreendedores que agora buscam se recuperar do impacto devastador. “Se você não foi afetado, conhece alguém que foi”, resume Ana Paula Decker, sócia-proprietária da Cervejaria Meridional.

    As enchentes tiveram impacto mais significativo na região do Vale do Taquari, onde estão cervejarias e empreendedores que conversaram com o Guia, apresentando seus relatos a respeito das consequências do ciclone extratropical, com fortes chuvas, rajadas de vento e queda de granizo.

    Leia também – Preço da cerveja deve subir mais de 10% em Minas Gerais com alta do ICMS

    Em Muçum, uma cidade a 115 quilômetros da capital Porto Alegre, os números oficiais indicam 16 mortes devido ao ciclone, além de 3 pessoas desaparecidas, com quase metade das residências tendo ficado inabitáveis, de acordo com a prefeitura. E entre os afetados está a Cervejaria Das Borja.

    Com sete anos de atuação no setor, a Das Borja mudou-se para Muçum em 2022 e viu toda a sua estrutura ser destruída da noite para o dia, incluindo tanques, equipamentos de refrigeração, chopeira e barris.

    “Voltei no dia seguinte e parecia que estava em um filme da Segunda Guerra Mundial, com tudo destruído. Não sobrou nada. Arrebentou as paredes, tem tanque que ainda não conseguimos encontrar. De uma hora para outra, me vi sem nada, sem empresa, sem trabalho”, afirma Eduardo Rizzi, proprietário da Das Borja.

    A Das Borja produzia mensalmente entre 6 mil e 7,5 mil litros de cerveja, principalmente para atender bares da região. Mas agora terá muitos desafios pela frente. “Meu objetivo é voltar, mas não sei se vou ter condições. Preciso captar recursos para me reerguer. Mas trabalhar na cervejaria é o que eu sei fazer e não vou abandonar. Vou tentar de todas as formas continuar, como a gente vinha fazendo, crescendo aos poucos”, diz.

    Além da reconstrução, Rizzi sabe que também enfrentará o desafio de reconquistar o mercado. “Você acaba não participando do mercado, fica fora e isso terá um reflexo quando retomarmos. Então, será um recomeço em todos os aspectos.”

    Esse momento de retomada já chegou para a Vyber Cervejaria, localizada em Lajeado, também tendo sofrido com os efeitos do ciclone, que submergiu casas pela cidade. Mesmo se preparando para o pior, a cervejaria teve danos significativos, como descreve Paulo Cabral, um dos sócios da marca. “Elevamos o que era possível na cervejaria, com a previsão de o rio chegar aos 28 metros. Mas a previsão subiu durante a madrugada e chegou aos 30 metros.”

    A comparação com o ambiente de guerra se repete no relato da Vyber, demonstrando como a situação adversa atingiu a população local e seus empreendedores. “Só conseguimos entrar na cervejaria um dia depois, na quarta-feira de manhã, e isso era uma zona de guerra, com equipamentos pesados, como fermentador e câmara fria completamente fora do lugar”, comenta Cabral. “A água chegou a ficar 1 metro acima dos fermentadores”, acrescenta.

    A Vyber é uma nanocervejaria, com uma produção média mensal de 4 mil a 5 mil litros. E na estrutura onde está instalada, também há o seu brewpub e a sua loja de insumos, voltada a produtores caseiros. Pelo impacto da chuva, toneladas de maltes e leveduras tiveram que ser descartados, com o sócio apontando que o prejuízo envolvendo a matéria-prima ficou entre R$ 40 mil e R$ 50 mil.

    A unidade produtiva da Vyber ficou parada por, aproximadamente, um mês, voltando a realizar brassagens apenas nos últimos dias. Um processo que poderia ter sido ainda mais demorado, não fosse o apoio recebido da comunidade e de clientes em um mutirão para a retomada da cervejaria.

    “Fizemos uma operação de duas semanas para remover o lodo, colocar as coisas no lugar, tirar o material que se tornou lixo. Foram 15m³ de lodo retirados. Mas tivemos até sorte, um pavilhão a 50 metros teve uma parede derrubada e precisou usar uma retroescavadeira. Além disso, 25 pessoas da comunidade nos ajudaram. Não fosse isso, estaríamos fechados”, comenta.

    O estrago causado pelo ciclone extratropical também atingiu os planos de expansão de cervejarias dentro do setor. “Tínhamos planos de investir em adega e linha de envase para 2024, o que agora foi riscado”, revela o sócio da Vyber.

    Quem não foi atingido também sofre
    Até mesmo aqueles que não tiveram danos estruturais sofreram com a revisão de planos e uma queda acentuada no faturamento, como a Cervejaria Meridional, em Colinas. Ana Paula Decker estima uma retração de 80% no faturamento desde as enchentes.

    Contando com fábrica própria e uma loja adjunta, que tem sua maior atividade e nas tardes de sábado, a cervejaria viu o público escassear nos dias seguintes às enchentes. O impacto foi enorme, do dia para a noite, pois as pessoas nem conseguiam chegar à cervejaria”, diz.

    Vários eventos foram cancelados em toda a região do Vale do Taquari desde então. Nossos clientes foram atingidos, o que causa grande impacto. A população está enlutada

    Ana Paula Decker, sócia-proprietária da Cervejaria Meridional

    A Meridional, que se orgulha de ter conquistado uma medalha de ouro com a sua Doppelbock no Concurso Brasileiro de Cervejas de 2022, tem uma produção média de 8 mil litros mensais de cerveja, um volume que cresce a, aproximadamente, 10 mil litros nos melhores períodos de cada ano.

    Para conseguir se reerguer, a palavra mais usada por Ana Paula tem sido renegociar.  “Temos procurado renegociar o que está para vencer com os fornecedores. Somos sempre sinceros, falando dos problemas, sem esconder nada para conseguir passar por essa situação de um modo mais aliviado. Também tentamos atender diretamente os clientes, vendo o impacto causado neles e buscando manter as vendas já programadas, também com renegociações”, explica.

    Atuação para apoio
    O impacto da tragédia sobre empreendedores tem mobilizado a Associação Gaúcha de Microcervejarias, que ainda mensura o impacto econômico e atua para que medidas efetivas de apoio sejam adotadas em auxílio a aqueles que atuam no setor e foram atingidos.

    “Nesse momento desafiador, queremos assegurar a todo setor que estamos buscando todo tipo de auxílio junto ao governo e outras entidades para tentar minimizar o impacto avassalador que essa tragédia trouxe às cervejarias locais. Reconhecemos que as condições devem ser especiais, uma vez que muitas empresas viram seu patrimônio comprometido, enfrentando perdas irreparáveis”, afirma Gustavo Cunha, executivo da associação.

    O poder público também anunciou iniciativas emergenciais como o decreto de estado de calamidade pública em vários municípios. Além disso, para auxiliar micro e pequenos empreendedores, o Banco de Desenvolvimento da Região Sul do Brasil prorrogou prazos de contratos vigentes, enquanto o Banrisul destinou uma linha de crédito para empresas cujos negócios foram prejudicados pelas cheias, assim como fez o BNDES por meio do seu programa de crédito solidário.

    O pagamento de tributos também foi prorrogado pelo Simples Nacional, assim como pela Receita Federal. Já a Procuradoria Geral da Fazenda publicou portaria que posterga o prazo de vencimento das prestações de negociações que a abrange. Em outra frente, o governo estadual lançou o programa Volta por Cima.

    O ciclone extratropical
    O ciclone extratropical no Rio Grande do Sul se somou a uma frente fria, provocando o desastre natural de maior impacto no estado nas últimas seis décadas. Foram 51 mortes, até agora, de acordo com a Defesa Civil, com sete pessoas desaparecidas.

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