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Consumidor

Gin, coquetéis sem álcool e vermute estarão em alta em 2021, dizem especialistas

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
29 de novembro de 2020
Atualizado em: 30 de novembro de 2020
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    O vermute, o gin e os coquetéis com baixa ou nenhuma graduação alcoólica estão entre as apostas de bebidas preferidas pelo consumidor para 2021. A avaliação sobre essa tendência é de Carolina Oda, embaixadora do Bar Convent (BCB) São Paulo, e de Marco De la Roche, diretor de educação do evento, considerado a principal feira de destilados premium para profissionais que trabalham com bebidas em bares, restaurantes e hotéis no Brasil e na América do Sul.

    As avaliações dos especialistas coincidem com tendências exploradas por diversas cervejarias já em 2020. A Heineken, por exemplo, revelou recentemente, ao Guia, que espera “ressignificar” o modo como é vista a cerveja sem álcool no Brasil diante do sucesso da sua 0.0, lançada em julho no mercado nacional.

    Leia também – Heineken admite surpresa com 0.0 e mira ‘ressignificar’ cerveja sem álcool no Brasil

    De la Roche defende que os drinques sem álcool são tão bons quanto os que o possuem. E aponta que profissionais do setor estão percebendo que as pessoas que não consomem álcool não devem ficar de fora da cena da coquetelaria.

    Os especialistas também destacam a tendência de aumento do consumo de algumas bebidas fermentadas, como o vermute, feito à base de vinho, com adição de flores ou ervas aromáticas.

    No setor cervejeiro, a aproximação com o vinho foi a aposta da artesanal Bodebrown. A marca resolveu homenagear a saga dos imigrantes italianos e o mundo dos vinhos no rótulo Luppolo Grape IPA, uma Indian Pale Ale que leva em sua receita a uva Trebbiano.

    Já o gin, que vem ganhando mercado no país nos últimos anos, deve permanecer na lista das principais bebidas consumidas no Brasil. “Nós já nos rendemos às graças do gin e somos apaixonados por frutas. É uma combinação natural e que facilita o entendimento do consumidor final com a usabilidade da categoria flavorizada. As marcas estão vendo a oportunidade de expandirem com o destilado, saborizando os produtos”, comenta De la Rocha.

    Atenta a essa tendência, a Cervejaria Ouropretana passou a ser recentemente também uma destilaria. O primeiro passo da marca no novo segmento foi a produção de seu próprio gin, o Ouropretana London Dry Gin, feito da forma tradicional inglesa.

    Para Carolina Oda, outra tendência que ganhou espaço como uma das consequências da pandemia foi a preferência por produtos do mercado nacional, o que pode fazer com que ingredientes locais, como mate e café, tenham mais relevância no mercado de bebidas. “Os valores do dólar e do euro e as dificuldades de termos alguns produtos de fora vão contribuir para o fortalecimento do mercado interno em diversas categorias.”

    Em setembro, inclusive, a Dádiva incluiu o café como um dos ingredientes especiais de um dos quatro rótulos da linha True, do estilo Russian Imperial Stout.

    Adaptar-se e renovar-se
    Assim como foi ao longo de todo este ano, 2021 também será um período para readaptação de quem trabalha com bebidas. Para Marco De la Roche, mesmo que inovar e utilizar a criatividade sejam aspectos importantes, fazer coquetéis simples, mas bem executados, será fundamental.

    “Muitos consumidores já começaram a matar a saudade dos bares, então é importante que profissionais levem em conta que mesmo que as pessoas busquem por novidades, também procuram por bebidas que já estavam acostumados a consumir. Caipirinha, margarita, daiquiri e fitzgerald são ótimas opções”, argumenta o diretor do BCB São Paulo.

    Outro ponto fundamental em 2021 será a hospitalidade e a gestão dos estabelecimentos. “Falar de relacionamento, pessoas e saúde mental tem se tornado mais frequente e espero que a abordagem destes aspectos ganhe ainda mais força a cada ano. A hospitalidade precisa entrar de vez na lista de prioridades e quem não levar esse aspecto em conta sairá prejudicado”, destaca Carolina Oda.

    Ainda segundo a embaixadora do BCB São Paulo, os profissionais do setor de bebidas também precisarão focar em gestão em 2021. “Ainda estamos vivendo um período de desafios, então precisamos identificar melhor os gastos e entender como administrá-los. Neste momento é preciso fazer com que o negócio sobreviva e uma boa gestão, sem dúvidas, é o melhor caminho para isso”, finaliza Carolina.

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