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Mercado

14 executivos avaliam os efeitos de mais de 1 ano de pandemia em suas cervejarias

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
20 de abril de 2021
Atualizado em: 20 de abril de 2021
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    Passado mais de um ano do início da pandemia, as cervejarias continuam enfrentando os impactos da crise sanitária. Afinal, mesmo com a chegada da imunização ao país, as empresas sofrem com as restrições, especialmente pela dificuldade de fornecimento a bares, diante dos efeitos do recrudescimento da pandemia em 2021. É o que relatam, ao Guia, executivos de marcas artesanais.

    A atual gravidade da pandemia levou cervejarias e bares a encararem o momento como uma “segunda crise”. Isso se dá porque os efeitos do recrudescimento da pandemia atingiram diversos estabelecimentos que pareciam estar se reerguendo, após conseguirem realizar as adaptações impostas pela pandemia, tendo de limitar novamente as vendas ao comércio digital e ao delivery.

    No ano passado, estes canais de atendimento mostraram-se essenciais para a sobrevivência do setor, assim como o aumento da demanda por growlers. Entretanto, mesmo com todas essas adaptações das cervejarias durante os, até agora, 13 meses de pandemia, o que dificulta a recuperação do segmento é o descontrole da crise pandêmica no Brasil, com dados alarmantes de infectados e óbitos, o que resulta em restrições às atividades.

    Logo, a realidade para muitas cervejarias e bares é de ser este o pior momento da crise, especialmente pelo recrudescimento da pandemia ter ocorrido em um período marcado por festividades que acarretavam nos melhores meses em faturamento nos anos recentes. Diante disso, os executivos têm revisto seus planos para 2021, além de estabelecerem novas metas para o restante do ano. Agora, para muitas cervejarias, o principal objetivo é sobreviver diante de uma crise que é sanitária, mas também econômica.

    Leia também – Especial tecnologia: Conheça as inovações para a indústria cervejeira lidar com a crise

    Confira abaixo a avaliação de 14 executivos de cervejarias e bares ao Guia sobre o atual momento da crise do coronavírus para seus empreendimentos:

    Alpendorf (Leonardo Theler, sócio-fundador)
    A forte retomada da pandemia voltou a despencar as receitas da cervejaria, com menos intensidade do que no início, mas ainda assim na casa dos 70%. O bar da fábrica foi novamente fechado e a falta de eventos cervejeiros causam um grande impacto nas nossas finanças.

    Bruder (Rildo Wagner Souza, sócio-fundador)
    Somando os impactos da queda de consumo de cervejas artesanais e o resultado do confinamento e restrições de funcionamento a bares e restaurantes, chegamos a acumular uma queda de 40% no faturamento no primeiro trimestre. Foi um período de muito aprendizado. Paralisamos a fábrica por 15 dias quando o confinamento social foi determinado. Porém, a equipe comercial percebeu que a demanda pelo produto não parou. Imediatamente acionamos uma “luz verde” para seguir trabalhando, essencialmente respeitando todos os protocolos de segurança para assegurar a saúde de nossos colaboradores.

    Capitão Barley (Amilcar Parada, sócio-fundador)
    Hoje estamos nos adaptando à realidade de sermos uma empresa de delivery, que é o que podemos praticar no momento, e trabalhando com um faturamento de apenas 25 a 30% do que faturávamos antes da crise provocada pela Covid-19.

    CBCA (Gustavo Barreira, CEO)
    Felizmente, tivemos poucos casos de pessoas positivadas em nossas fábricas e bares e demos todo suporte às que se mantiveram em isolamento. Tivemos sorte pois nenhum dos casos evoluiu para uma situação grave e todos já estão de volta às atividades. Somados os dois anos, as perdas foram relevantes, da ordem de 30% abaixo do que havíamos definido como orçamento. A diversificação de canais ajuda muito e agora, com a exportação, abrimos mais uma frente para redução de riscos regionais.

    Colonus (Leandro Leal, sócio-fundador)
    Ainda não temos a análise deste período, mas certamente o faturamento e, consequentemente, a produção, foram bastante impactados. Todos os projetos de crescimento que tínhamos para 2020 foram adiados para 2021 e, provavelmente, serão adiados novamente. A meta é sobreviver.

    Cruls (Pedro Capozzi, gerente de operações e sócio-fundador)
    Em linhas gerais, 2021 está sendo pior do que o ano passado. Claramente, passar pelo mesmo problema duas vezes é muito mais complicado. Temos uma operação que foi feita para girar em um volume mais alto e ter de lidar todo mês com produções e faturamentos menores impactam muito a vida dos funcionários e o andamento da empresa.

    Dogma (Bruno Brito, sócio-proprietário)
    Como tivemos um único caso de um dos sócios que foi infectado, não relacionado ao trabalho e de baixa gravidade, o principal impacto da pandemia foi o econômico. Queda nas vendas, aumento da inadimplência e elevação dos custos devido ao câmbio foram os principais desafios ao longo do último ano. Ainda não quantificamos o impacto financeiro, mas em 2020 foram 2 meses sem produzir e, nos outros meses, tivemos uma redução média de 20% no volume.

    Everbrew (Renê dos Santos, sócio-proprietário)
    A “segunda onda” afetou mais fortemente o mercado como um todo, principalmente pela falta de incentivos do governo quanto ao auxílio emergencial, suspensão de contratos de trabalhos, postergação de impostos, etc. Aliado a todos estes fatores, foi possível perceber que, passado um ano do início da pandemia, a insegurança financeira das pessoas está mais presente e isso impacta diretamente no consumo.

    Graja Beer (Leandro Sequelle, sócio-fundador)
    Nós, quanto empresa, estamos passando pelo momento mais difícil da pandemia. A Graja Beer segue fechada há um mês e meio, e optou por não ter nenhuma atividade no período (seja takeaway ou delivery). Então, estamos tendo que nos reinventar semana a semana para manter as contas em dia (criando novas inclusive), e vislumbrando o momento de retomar as atividades. Tivemos diversas perdas e adiamentos de projetos durante esse período. Logo no início da pandemia, tivemos de cancelar uma agenda de produção de cervejas colaborativas muito bacana que tínhamos. Em 2020, sairiam aproximadamente dez rótulos. Porém, lançamos – e com baixa possibilidade de trabalho de marketing – apenas dois. Também optamos por não agrupar fisicamente a primeira turma para o curso de capacitação cervejeira junto ao ICB e à Heineken.

    Hocus Pocus (Pamela Beeken e Barbara Fragoso, analistas de marketing)
    Tivemos que agir em menos de uma semana para lançar nosso e-commerce e, felizmente, a rede de apoio incrível feita por todo mundo que gosta do que fazemos não saiu do nosso lado, nos ajudando a manter a cabeça para fora da água. Seria impossível estimar um prejuízo como empresa diante de todas as perdas que estamos vivendo diariamente. Por aqui, continuamos vivendo um dia de cada vez, fazendo tudo que está ao nosso alcance para que esse momento passe mais rápido e de uma forma um pouquinho mais leve, mantendo nosso compromisso de não demitir ninguém e tentando ajudar quem precisa.

    Implicantes (Diego Dias, sócio-fundador)
    A gente sofreu um pouco agora com essa questão da bandeira preta, muitos estabelecimentos tiveram de fechar e notamos a diminuição de tráfego no site. Temos procurado fazer conteúdo e colocar junto com os dois sites, mas teve uma redução bem drástica. Desde o início da pandemia, a gente tem se resguardado, não temos feito as aberturas para o pessoal consumir na fábrica e, antes mesmo de ter esse aumento dos casos, fizemos o delivery.

    Krug Bier (Alexandre Bruzzi, sócio-proprietário)
    Felizmente, as pessoas entenderam e, já em fevereiro (de 2020), tivemos um crescimento de vendas impulsionado pelo carnaval e diversas festas na cidade, que duraram até o início de março. A folia mal havia terminado, quando o Brasil foi posto em lockdown, devido ao aumento de casos de Covid-19. O fechamento do comércio e as medidas de isolamento social pegaram todos de surpresa e geraram grande queda de faturamento em diversos negócios. Os meses de abril, maio e junho foram os piores para a cervejaria, que estava acostumada a vender 70% da sua produção de chopes para bares e restaurantes.

    Loba (Jonatthan Salatiel, gerente industrial)
    O recrudescimento ocorreu em um período normalmente crítico para o nosso ramo, onde naturalmente acontece significativa diminuição nas vendas. As festividades de final de ano não puderam acontecer, grandes eventos foram cancelados, como o carnaval, além de eventos que ajudavam a empresa a se manter de pé durante o início de ano, como também a Quaresma, o que fez com que este período fosse mais difícil do que o normal. Após um ano de pandemia, não se vê melhora no cenário para as cervejarias nacionais que vêm sofrendo com inúmeras restrições.

    Matisse (Mario Jorge, sócio-fundador)
    Embora os eventos, nossa principal frente de venda antes da pandemia, ainda estivessem parados, as vendas estavam tendo uma ligeira melhora, principalmente para bares e restaurantes, que começavam a funcionar com certa regularidade. Com o recrudescimento da pandemia e as medidas restritivas, as vendas estão novamente restritas apenas à loja virtual e ao delivery. Há 3 semanas que não entregamos nenhum chope para bares ou restaurantes.

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