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Brasileiras de 40 a 49 anos impulsionam aumento dos consumidores de cerveja

As mulheres das classes A e B que têm entre 40 e 49 anos foram as principais responsáveis pela alta de 27% no número de consumidores de cerveja no terceiro trimestre de 2021 no Brasil em comparação com o mesmo período de 2019. Os dados estão presentes na última edição do Consumer Insights, pesquisa feita pela Kantar.

Estes números evidenciam como a cerveja vem ganhando protagonismo entre as mulheres em meio à pandemia da Covid-19. E a avaliação dos responsáveis pelo estudo é de que essa alta no número de consumidores tem relação direta com a flexibilização das regras de distanciamento adotadas durante a pandemia e a reabertura gradual do comércio. O trabalho também demonstra que os momentos de consumo ocorrem, principalmente, em locais públicos e nas casas de amigos e familiares, ocorrendo cada vez mais com a presença feminina.

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Em locais públicos, por exemplo, o consumo de cerveja pelas mulheres saltou de 14,5% para 21,2% na comparação dos 12 meses encerrados em setembro de 2021 com o mesmo período do ano anterior. Já nas casas de amigos e familiares, por sua vez, o consumo cresceu 4%, atingindo 18,3%. A preferência pela cerveja também cresceu em momentos de happy hour e aos finais de semana. Neste contexto, o aumento foi de 10%, chegando a 45%.

Porém, mesmo que tenha ocorrido aumento do público que consome cerveja no Brasil, a frequência com que se bebe caiu 42% no terceiro trimestre de 2021 em comparação ao mesmo período de 2019. E o trabalho indica que homens das classes A e B entre 40 a 49 anos são os principais responsáveis por essa redução.

O levantamento da Kantar também relata que houve redução de 18% nas unidades consumidas e de 26% no valor gasto com cerveja no terceiro trimestre de 2021 em relação aos mesmos meses do período pré-pandemia.

Volta do consumo
A pesquisa também demonstra recuperação no valor consumido fora de casa em algumas regiões e estados do Brasil, como o Nordeste, o Sul, o Rio de Janeiro e em São Paulo na comparação entre os terceiros trimestre de 2021 e de 2020. Em todos esses, porém, o crescimento do valor auferido com as bebidas alcoólicas é em ritmo mais lento do que o obtido pelas demais categorias de bens de consumo embalados. Fica em 1,6% no Sul, em 1,3% no Nordeste e em apenas 0,8% em São Paulo. E há queda de 3,2% no Rio de Janeiro.

Por outro lado, em um aspecto que pode ser amplificado no verão, o consumo de bebidas alcoólicas cresceu 26,2% fora de casa no 3º trimestre de 2021 em relação ao mesmo período do ano anterior, indica a empresa especializada em dados, insights e consultoria.

Já o consumo de unidades de bebidas alcoólicas em casa expandiu 1,9% em fevereiro e março de 2020 em comparação ao mesmo bimestre do ano anterior, em uma tendência que pode ser reforçada no verão atual.

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