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Indústria

Entrevista: “Os profissionais do setor cervejeiro estão afiando o machado”

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
14 de julho de 2022
Atualizado em: 14 de julho de 2022
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    setor cervejeiro
    setor cervejeiro

    O setor cervejeiro ainda não recuperou o nível pré-pandemia, mas as perspectivas para o segundo semestre, que será marcado pela realização de eleições e da Copa do Mundo, provocam a esperança de que a recuperação poderá se consolidar assim que o inverno passar, iniciando um período longevo de alta do consumo.

    É sob essa perspectiva que a Agrária Malte vai realizar, na próxima semana, a 13ª edição do Congresso Técnico Internacional. O evento, que volta a ser presencial, em Guarapuava (PR), após dois anos seguidos acontecendo online, está sendo encarado, pela companhia, como uma oportunidade de qualificar o mercado para esse novo período no segmento.

    “É o momento ideal (para a realização do congresso), pois os profissionais estão afiando o machado”, afirma Jeferson Caus, diretor comercial da Agrária Malte, no Guia Talks, destacando que o evento se insere em um período que, espera-se, seja de inflexão do setor cervejeiro.

    Na entrevista, além de apresentar as atrações do Congresso Técnico Internacional, que terá dois dias de visitas técnicas à estrutura da Agrária (18 e 22 de julho) e três de palestras e debates (19, 20 e 21 de julho), ele comenta sobre desafios que vêm sendo encarados pela cadeia produtiva do setor cervejeiro.

    Leia também – Presencial, congresso da Agrária une teoria e aplicação do conhecimento

    Confira os principais trechos do Guia Talks com Jeferson Caus, diretor comercial da Agrária Malte:

    Na sua visão, qual é o diferencial do congresso promovido pela Agrária?
    O principal diferencial do congresso organizado pela Agrária está no próprio nome: ele é técnico. Então, as discussões são de altíssimo nível, com profissionais do mundo todo. O nome também enfatiza outro ponto. Ele é internacional, porque realmente traz uma relevância e abrangência mundial, principalmente pelos palestrantes e o pessoal que vai coordenar as discussões. É um congresso voltado para técnicos. É claro que o dono da cervejaria pode participar, mas é voltado para quem participa do processo, põe a mão na massa para produzir uma cerveja ou é responsável técnico por uma cervejaria ou é um consultor, alguém que apoia o mercado a se desenvolver. A gente cuida muito para manter essa pegada no nosso congresso. O segundo ponto é a interação. Conseguimos criar momentos de interatividade entre o público no qual muitas ideias críticas, sugestões e discussões surgem. No Brasil, hoje tem pouco mais de mil cervejarias. E nós teremos 500 pessoas de cervejarias, ainda que com algumas mandando mais de uma pessoa. Então, teremos um público extremamente seleto e representativo do setor cervejeiro durante uma semana, podendo interagir. Isso é único.

    Como o congresso se insere no contexto atual do setor cervejeiro?
    Ele vem em um momento ideal. Agora, a gente está em um momento de consumo baixo de cerveja, é a nossa entressafra. Mas é o momento ideal, pois os profissionais estão afiando o machado. É isso que vamos fazer durante a semana, nos preparar para um crescimento de consumo que estamos enxergando para o segundo semestre, nos preparando para o nosso verão. Neste ano, teremos uma questão muito atípica, que são as eleições e a Copa do Mundo em uma mesma época. Normalmente, a Copa do Mundo é no inverno no hemisfério sul, mas dessa vez começará em novembro. E, associado a isso, tem as eleições e todo esse cenário macroeconômico e político que estamos vivendo, o que dá a esperança de um crescimento, de uma retomada. Então, existem muitas expectativas. Nesse momento de preparação para o período de crescimento, é importante nos juntarmos para análises e discussões de temas técnicos.

    Nesse momento, como está o mercado global de maltes?
    O mercado está difícil. A gente vem com um consumo abaixo da expectativa, de maneira geral. Porém com tudo o que aconteceu no mundo, em termos de valorização de commodities, com a questão da guerra na Ucrânia, muitas maltarias tiveram a produção afetada, assim como a produção da cevada e mesmo do trigo, o que causa influências indiretas. Também tivemos a questão da seca no hemisfério norte na última safra. Então, o contexto está muito complexo de leitura, pois há uma previsibilidade baixa diante de tudo o que está acontecendo. Há uma escassez no mercado como um todo. E foi por isso que houve uma subida expressiva nos preços do malte. Quando se tem uma subida expressiva em um período pequeno, não é bom para ninguém, nem para o fornecedor. Quando isso acontece, tem alguns elos da corrente se quebrando, tem uma dificuldade de repasse de preço. Estamos em um momento bem turbulento. Numa semana se fala em falta de produto, na outra se fala que o mercado está retraindo, na outra o preço varia…

    E no Brasil? O cenário é o mesmo?
    O momento, hoje, aqui no Brasil, está de pouco aquecimento, mas também por influência do inverno. Porém, mesmo comparado ao inverno passado, está um pouco abaixo. Mas a gente tem uma expectativa extremamente alta para o que está vindo. Então, também estamos nos preparando para poder atender o mercado da melhor forma possível e da maneira mais viável, também ajudando os nossos clientes e parceiros.

    As últimas duas edições do congresso foram realizadas de modo online. Qual é a importância da volta ao modelo presencial?
    Se a gente fosse falar somente da agenda, só a questão dos dois dias de visitas técnicas já impactaria. Seria impossível fazer da forma como estamos planejando e com o ganho de conhecimento que vamos oferecer. Uma visita virtual não tem o mesmo resultado. Além disso, há o encontro entre as pessoas. Você poderá falar com um parceiro, um fornecedor ou sobre um determinado projeto. Nos almoços e jantares, haverá a interação entre toda a cadeia. E isso é impagável. Falando da nova forma como estamos nos reorganizando, aprendemos muito durante esse período de pandemia, muita coisa vai se resolver virtualmente. Mas tem coisas que são insubstituíveis. E a aproximação é fundamental, para se ter ganhos, com a possibilidade de gerar networking, conseguindo agregar mais para o mercado e a academia. Por isso, tenho certeza de que na 13ª edição, depois de duas online, teremos ganhos absurdos

    Quais temas serão abordados nas palestras do congresso?
    Costumamos pensar em ter a abrangência máxima possível quando se fala das etapas de produção de cerveja. Então, vamos falar da aquisição de matéria-prima, do mercado de matéria-prima e da sua aplicabilidade. E não só do malte. Vamos ter palestras voltadas para fermento e lúpulo, outras para processos inovadores. Teremos uma palestra em que vai se falar sobre como manter o frescor da cerveja, outra voltada à biotransformação. Vamos falar sobre a produção de cerveja sem álcool, que é algo que está muito em voga agora. E ainda abordaremos a legislação. No final do dia, teremos mesas redondas. A ideia é abrir uma discussão a partir dos principais temas elencados para o dia. E aí o público vai exercer o papel de massa crítica, com perguntas e avaliações.

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