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Consumidor

Entrevista do Gole: Japas Cervejaria internacionaliza a artesanal brasileira

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
23 de junho de 2023
Atualizado em: 23 de julho de 2025
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    japas cervejaria
    japas cervejaria

    A história das amigas nipo-brasileiras que estão por trás de rótulos criativos e de uma das cervejarias artesanais mais bem sucedidas do Brasil é, sem dúvida, inspiração para qualquer empreendedor do mercado. Isso porque a Japas Cervejaria, criada por Maíra Kimura, Fernanda Ueno e Yumi Shimada, além de ser um exemplo de empreendedorismo ao apostar em inovação de design, diversidade e inclusão, alcançou um dos maiores e mais importantes mercados cervejeiros do mundo: o dos Estados Unidos.

    Leia também – “O botequim é importante para o afeto, a sociabilidade e a construção da memória”

    A Japas Cervejaria teve origem em São Paulo, em 2014, e sempre manteve em suas criações o resgate à ancestralidade e à cultura japonesa. E, graças ao desenvolvimento de produtos inovadores com qualidade e criatividade, conseguiu levar seus rótulos cervejeiros ao solo norte-americano. 

    Por lá, desde 2019, a marca comercializa e produz as suas cervejas, como conta Yumi Shimada, designer de formação, diretora criativa, somelière de cerveja e uma das co-fundadoras da cervejaria, tendo sido entrevista pelo Hora do Gole, podcast apresentado por Eduardo Sena.

    “Se a gente for mandar cerveja para lá, vai ficar um absurdo de caro e a cerveja vai chegar estragada. Então, a gente é uma cervejaria cigana aqui e também lá”, conta Yumi. 

    Nos EUA, as cervejas da Japas são produzidas em Chicago e Nova York, mas existe também a tentativa de expansão. Já a comercialização ocorre em cerca de oito estados. “Para a gente foi um sonho”, pontua a sócia da marca, que no Brasil faz suas cervejas na Dádiva.

    Mas, da criação até a comercialização internacional, foi um longo caminho. A co-fundadora lembra de sua primeira viagem aos EUA, antes de iniciar a cervejaria de fato, quando teve a oportunidade de conhecer uma loja da rede de supermercados Whole Foods.

    “Era maravilhoso”, diz Yumi. “Tudo lindo, as marcas são lindas e tem uma variedade incrível de cerveja, iogurte e qualquer coisa que possa imaginar. E eu imaginei se um dia a gente um dia estaria nessa prateleira. E a gente entrou e, agora, está bem feliz. Na verdade, estávamos no Whole Foods em Boston e a última novidade é que entrou em Nova York. Acho que essa é a coisa mais legal dos últimos tempos.”

    A entrada na rede norte-americana foi recente, porém não o único reconhecimento internacional da cervejaria. Uma publicação de um site internacional, que é referência em lifestyle e compartilha guias de moda, gastronomia, de bebidas e afins, descreveu a Japas como “uma das cervejarias mais interessantes do planeta”. Em outro reconhecimento, um prestigioso livro sobre designer de cervejas destaca a criatividade e as embalagens da cervejaria.

    Se a Japas vem colhendo bons frutos desses quase dez anos de trabalho com criatividade e história, Yumi aponta que um dos motivos por trás de tanto sucesso e prestígio é a união. “São tantas cabeças boas pensantes juntas. Cada uma tem um super poder que traz muito para a cervejaria. Esse coletivo funciona bem. E mais a história da gente, aquele guarda-chuva todo e as coincidências boas que a gente tem.”

    Em parceria com o Hora do Gole, o Guia traz os principais trechos da participação de Yumi no podcast, que conta as histórias e desafios da Japas Cervejaria. Confira algumas opiniões de Yumi e acompanhe o episódio na íntegra:

    Nascimento da Japas Cervejaria
    Foi no curso de sommelier que eu conheci a Fernanda [Ueno]. E no curso a gente começou a ir aos festivais de cerveja e a se meter com o povo. Nessa de ir ao festival, eu conheci a Maíra e ela tinha a 2 Cabeças [cervejaria]. Como eu tenho essa formação de design, fui começando também a trabalhar para outras cervejarias como freelancer.

    Fomos nos aproximando. A Fê já era muito amiga da Carol [Carolina Okubo] na época em que ela trabalhava na Invicta.  Nisso, elas resolveram fazer uma cerveja de brincadeira e lembraram de mim, que fazia rótulos. Todas eram descendentes de japoneses e, como todo mundo apontava “as japas”, nos juntamos.

    A Nacional [cervejaria] convidou a gente para fazer uma cerveja na época, há quase dez anos, e a gente fez uma com a wasabi, a Wasabiro, que até hoje existe e é uma das que a gente mais tem amor pela receita, justamente porque começou com ela.

    Inspiração e criatividade
    A gente tem a criatividade na veia. E não é uma coisa que só está na receita e na arte porque, às vezes, a gente acha que criatividade é só isso, mas ela vem até de pensar em como fazer as coisas. Então, como é que a gente não só vai desenvolver uma receita, mas também vai trabalhar junto, sendo que cada uma mora em um lugar? Tem de ser criativa também. Para quais pessoas a gente vai se aliar? Qual ação de marketing a gente vai fazer? Quais restaurantes a gente vai entrar como negócio? E nisso também tem de ser criativo. 

    Acho que cada uma traz essa criatividade tão forte na marca. Inclusive, a gente tem uma sócia [a Tânia] nova que entrou na parte “criativa operacional”, com ela tendo esse desafio de organizar a Japas. Toda vez que a gente vai criar um produto novo, e não é só cerveja, porque a gente também se aventura em outras coisas, a gente senta, faz uma reunião online e começa a fazer um brainstorm igual a uma agência. Sempre tem um tema central e tentamos revesti-lo de um jeito que vá se tornar interessante para todo mundo e, logicamente, embaixo do nosso guarda-chuva nipo-brasileiro.

    A mulher e a diversidade
    A gente gosta muito quando alguém vem e se vê no produto porque nunca temos a oportunidade de se enxergar, não só pelo fato da gente ser mulher, mas também descendentes de japoneses. Então, imagina que vem alguém e fala: nunca vi nenhum tipo de produto que seja liderado por mulheres descendentes. E eu, que sou descendente, também vejo isso e me sinto representada, eu nunca imaginaria uma marca de cerveja onde as donas são mulheres independentes e japonesas.

    A pessoa vem feliz e fala que se orgulha. Por exemplo, tem gente que fala assim: antes eu não gostava que me chamassem de japa, agora, quando me chamam de japa, eu sinto orgulho por causa da marca de vocês. Porque ela se vê representada em uma coisa que é forte para ela. Para a gente isso é o melhor resultado da nossa marca.

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