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Mercado

Heineken tem queda de 5,6% nas vendas de cerveja no 1º semestre no mundo

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
31 de julho de 2023
Atualizado em: 1 de agosto de 2023
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    O Grupo Heineken divulgou os resultados financeiros do primeiro semestre de 2023, juntamente com os dados do segundo trimestre, destacando uma queda no volume de vendas de cerveja. No período de abril a junho, houve um recuo de 7,6%, enquanto nos seis primeiros meses do ano a retração foi de 5,6%.

    Nos comentários sobre os resultados financeiros, o Grupo Heineken aponta a alta dos preços, estratégia adotada durante o primeiro semestre para compensar o aumento dos custos, além do recuo nas vendas nos países da região Ásia-Pacífico como fatores fundamentais para explicar a queda nas vendas.

    Leia também – Comunidade e funcionários buscam salvar Anchor, mais antiga artesanal dos EUA

    Embora o crescimento de 11,8% no mix de preços tenha permitido um aumento na receita, que alcançou 17,436 bilhões de euros (aproximadamente R$ 90,98 bilhões) no primeiro semestre, representando um aumento de 6,3%, o lucro líquido registrou uma retração de 8,6%, chegando a 1,156 bilhão de euros (R$ 6,03 bilhões).

    “Priorizamos e implementamos a precificação antecipada, necessária para compensar a inflação sem precedentes de insumos e custos de energia”, afirma Dolf van den Brink, CEO do Grupo Heineken, nos comentários sobre o resultado financeiro do primeiro semestre. “Este ano, antecipamos aumentos significativos nos preços, muitas vezes liderando o mercado, para compensar os níveis sem precedentes de inflação de commodities e energia, que impactaram as decisões de compra dos consumidores”, acrescenta a companhia.

    O Grupo Heineken encerrou o primeiro semestre com 120,1 milhões de hectolitros de cerveja vendidos em todo o mundo (6,8 milhões de hectolitros a menos do que no mesmo período de 2022), sendo 65,3 milhões de hectolitros no segundo trimestre (em comparação com 70,4 milhões de hectolitros de abril a junho de 2022).

    A maior queda nas vendas ocorreu na região Ásia-Pacífico (APAC), com uma retração de 13,2% no primeiro semestre e de 15,5% no segundo trimestre. “A demanda na APAC foi consideravelmente mais fraca do que o previsto, devido a uma desaceleração econômica e ao nosso próprio baixo desempenho no Vietnã”, diz Van den Brink.

    “Um desempenho decepcionante no Vietnã e a volatilidade socioeconômica na Nigéria, afetando as decisões de compra dos consumidores, foram responsáveis por mais da metade do declínio nos primeiros seis meses”, acrescenta o Grupo Heineken, também citando os desafios encarados em um dos seus mais importantes mercados na África.

    Já as Américas, após apresentarem aumento de 3,4% no volume de cerveja no primeiro trimestre, não conseguiram manter o ritmo no período de abril a junho, registrando uma queda de 5,7%. Portanto, o saldo do primeiro semestre de 2023 ficou negativo em 1,5%.

    No resultado financeiro, o Grupo Heineken também revela uma queda de 6,5% no volume de cerveja premium na primeira metade do ano. Mas a marca Heineken apresentou um leve crescimento de 1,7%, chegando a 26,3 milhões de hectolitros no período. E a expansão ficou em 1,2% no segundo trimestre, com 14,2 milhões de hectolitros.

    As Américas foram responsáveis pela maior parte desse volume da marca Heineken: 11 milhões de hectolitros no semestre (alta de 6,4%) e 5,6 milhões de hectolitros no trimestre (crescimento de 2,8%).

    Heineken no Brasil
    Em um balanço de resultados modestos para o primeiro semestre, a companhia destaca o Brasil, juntamente com China, México, Etiópia, Panamá, Portugal, Croácia e Argélia, como mercados com crescimento nas vendas da marca Heineken ao longo do primeiro semestre. Além disso, cita que a Heineken 0.0 teve uma expansão de dois dígitos nas vendas no país durante o período.

    Saída da Rússia?
    Mais de um ano após o anúncio do desejo de sair da Rússia, em função da eclosão da guerra com a Ucrânia, o Grupo Heineken, que não contabiliza os resultados obtidos no país em seu balanço, aproveitou a oportunidade para comentar o estágio atual da situação, afirmando não ter uma previsão sobre quando isso irá acontecer.

    Embora sem citar nominalmente, a companhia faz referência ao recente caso da Carlsberg, que teve seus ativos assumidos pelo governo da Rússia após a divulgação de que havia chegado a um acordo para vender sua participação no país. A Danone também passou por uma situação semelhante.

    “Acontecimentos recentes na Rússia demonstram que é ainda mais desafiador para as empresas garantir a aprovação para sair do país”, diz o grupo. “Continuamos totalmente comprometidos em deixar a Rússia, no entanto, o momento de nossa saída não está sob nosso controle”, acrescenta.

    O que esperar do segundo semestre
    No balanço, o Grupo Heineken atualizou suas perspectivas para 2023, apontando trabalhar com a previsão de crescimento de aproximadamente 5% no lucro. “Para o ano inteiro, esperamos um crescimento orgânico do lucro operacional estável a um dígito médio”, diz Van den Brink.

    A companhia também acredita que terá uma redução nos custos de insumos, transporte, energia e água, o que reduzirá a pressão dos preços no segundo semestre e deve atenuar o recuo nas vendas de cerveja, levando a um declínio baixo de um dígito.

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