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Coluna Rise Beer

Balcão da Rise Beer: Não somos parte de um balaio, somos parte de uma teia

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
6 de julho de 2021
Atualizado em: 7 de julho de 2021
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    Balcão da Rise Beer: Não somos parte de um balaio, somos parte de uma teia


    Além de amante das boas cervejas, sou também amante das boas palavras. Foi com muita alegria que recebi o convite do Guia para escrever não somente sobre o leque de sabores que podemos encontrar nos copos de cerveja, mas também sobre o leque de experiências que podemos encontrar ao redor deles.

    E falando sobre ser amante das boas palavras, é sempre muito poético conhecer o ser amado, não é verdade? Sempre fui apegada aos significados, afinal, uma boa professora deve se atentar ao que, de fato, os aglomerados de letras significam.

    Pois bem, lhes trago agora o significado de uma das palavras que mais deve sair da minha boca: democratização.

    Democratização significa tornar popular e acessível, e é sobre essa perspectiva que compartilharei com vocês minhas vivências, experiências e alguns goles de conhecimento.

    As boas cervejas têm um diferencial muito charmoso, que é a ideia de ser tão especial degustá-las quanto é especial degustar uma boa comida. A minha ideia sempre foi aproximar a cultura cervejeira da casa dos nossos alunos, e foi com esse sonho que fundei uma escola cervejeira.

    Falando sobre cultura cervejeira, quando pensamos nela, é provável que surja em nossas mentes a projeção da cultura alemã, por exemplo. Porque nosso imaginário foi formado com essas informações e, de fato, eles têm uma cultura ímpar e riquíssima que contribui incontestavelmente para a história da cerveja.

    Mas, agora, lhes convido a ir além do óbvio e, ao invés de viajar para longe, o convite é viajar para perto. Viajar para perto das nossas memórias sensoriais.

    Cada um de nós viveu e vive as suas próprias experiências cervejeiras, que se entrelaçam com os regionalismos e as particularidades das festividades, dos climas e dos costumes de cada uma dessas regiões.

    Segundo Francisco Porfírio, cultura é um conceito amplo que representa o conjunto de tradições, crenças e costumes de determinado grupo social e que é repassada através da comunicação ou imitação às gerações seguintes.

    Quando falamos sobre cultura no Brasil, devemos lembrar que não somente quem está na elite da sociedade, mas também quem está à margem dela, compõe as pluralidades das expressões culturais.

    Assim como acontece na música, nos folclores, na literatura e nos sotaques, as características de um povo imprimem seus reflexos no dia a dia desses povos, e fazendo a cerveja parte de tais dias, é comum que também sobre ela se misturem essas expressões culturais. Vou lhes dar um exemplo: para mim não há nada tão saboroso quanto uma Brown Porter harmonizada com carne de sol na nata.

    Você pode me citar dezenas de pratos mais sofisticados, mais elaborados, ou, de fato, mais saborosos, mas é na minha biblioteca sensorial que estão as noites de São João, o forró de Dominguinhos e essa belíssima harmonização. Isso faz parte não só da minha cultura, mas das minhas experiências, e é essa combinação que faz essa harmonização ser única para mim.

    Além disso, as pessoas podem compartilhar de uma mesma cultura e ter experiências sensoriais absolutamente diferentes, e é por isso que, citando Flávio José, um talentoso sanfoneiro e compositor de minha terra, sempre digo aos meus alunos que “um jogador conhece um jogo pela regra”.

    Saber as regras de uma boa harmonização pode fazer com que você faça combinações únicas e alicerçadas, não no que disseram para você harmonizar, mas no que você deseja harmonizar diante de suas preferências gustativas.

    Para mim, a melhor harmonização não é aquela que desperta os sentidos, é aquela que, além dos sentidos, desperta o coração.

    Se cada um de nós fizermos uma viagem rumo ao nosso legado e nos sentarmos agora juntos em uma mesa de bar para compartilhá-lo, perceberemos que ele pode se encaixar ou não no padrão erudito, pode ser nordestino ou nortista, pode vir dos grandes centros urbanos ou do interior, pode vir das periferias e favelas ou de sertão, e pode ser total e absolutamente diferente e, ainda assim, ter muita coisa em comum. Porque não somos parte de um balaio, somos parte de uma teia.

    Dessa forma, quando me refiro à cultura cervejeira, eu quero incutir em nosso imaginário que todas essas experiências que fizeram ou fazem parte de nossa vida e são peculiares de nossas culturas se relacionam com a cultura cervejeira como essa teia, não no sentido de mudar o que já está consolidado, como as escolas cervejeiras, por exemplo, que têm tradição, criatividade, inovação e experimentação na sua história, mas no sentido de dar novas perspectivas, de aumentar o leque de possibilidades.

    Que possamos procurar a beleza no que já faz parte de nós, no que já está perto de nós, e no que já emociona e é íntimo aos nossos sensoriais. A corrida não precisa ser só para longe, pode ser para dentro, as memórias afetivas podem nos guardar grandes surpresas, com as cervejas e com a vida.

    Um brinde à sua cultura, cervejeiro. Um brinde à sua cultura, cervejeira.


    Kylvia Cordeiro é fundadora da Rise Beer, professora da instituição, engenheira química, sommelière de cervejas e especialista em análise sensorial e off-flavor

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