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Entrevista: “A gente pode produzir mais estilos, com nosso terroir e ingredientes”

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
10 de março de 2022
Atualizado em: 10 de março de 2022
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    A criação da Catharina Sour e o seu posterior reconhecimento como estilo de cerveja podem ter sido apenas o começo para o setor no Brasil. Para Marcos Guerra, gerente de produção da Cerveja Blumenau, a evolução do segmento no país, especialmente em relação à qualidade de ingredientes e insumos, torna factível a visualização de um cenário de criação de novos estilos tipicamente brasileiros.

    A avaliação foi apresentada por Marcos Guerra durante entrevista ao Guia Talks. Nela, ele rememorou como se deu o processo inventivo de criação da Catharina Sour, em 2016, que envolveu, principalmente, profissionais da Liffey e da Blumenau, primeira cervejaria a envasar uma produção desse estilo. À época, ele estava na Lohn Bier, mas acompanhou o momento histórico, depois fazendo suas criações na marca de Lauro Müller.

    Hoje na Blumenau, Marcos Guerra aponta como a Catharina Sour é fundamental na estratégia e no portfólio da marca, estando sempre entre os 5 estilos mais vendidos pela cervejaria. E diz acreditar que a sua presença no principal guia de estilos do mundo é uma grande oportunidade para a Blumenau, assim como para o setor no Brasil, que deve ganhar mais visibilidade.

    Leia também – Heineken interrompe venda e produção de cerveja na Rússia em resposta à guerra

    Confira os principais trechos da entrevista de Marcos Guerra, gerente de produção da Cerveja Blumenau, ao Guia Talks:

    Você lembra como se deu o processo de criação da Catharina Sour?
    Primeiro, o pessoal aqui da Blumenau, na época os Lapolli, especialmente o Fernando (hoje CEO da Balbúrdia Cervejaria), convidou o Nuno (Idney Nuno José), da Liffey, uma cervejaria e pub de Florianópolis. Eles discutiram, conversaram e começaram a partir para as definições, como uma base ácida, com uma cerveja pouco produzida no Brasil, que é a Berliner Weisse. Surgiu a ideia de tentar fazer a base com algumas frutas sendo usadas como matéria-prima. Depois dessa ideia, criaram a primeira Catharina Sour, que é a Coroa Real, hoje produzida exclusivamente pelo Liffen. É uma Catharina Sour de abacaxi com hortelã. Depois disso, veio a Catharina Sour de pêssego, da Blumenau, que foi a primeira cerveja a ser engarrafada. Quando surgiu um grupo para debater, a galera começou a “viajar”. Vim ao festival (Festival Brasileiro da Cerveja) de 2017, degustei a Catharina Sour, fui entendê-la e voltei para a cervejaria que eu estava na época (Lohn Bier) com o intuito de criar uma Catharina Sour.

    A Blumenau foi a primeira cerveja a engarrafar uma Catharina Sour. Como você enxerga para a marca e o mercado brasileiro esse reconhecimento do BJCP como estilo?
    Na Cerveja Blumenau, a gente vê isso como uma grande oportunidade de penetração de mercado, com você conquistando novos públicos. Apesar de ela ter uma acidez mais elevada, é uma cerveja com pouco amargor, o que favorece muito, pelo nosso clima. Não vemos mais a Blumenau sem uma Catharina. Estamos repaginando toda a parte de Catharina Sour, fazendo embalagens menores para conseguir chegar ao público-alvo. Para o mercado brasileiro, vai trazer visibilidade. Eu me lembro que em 2018 fui para Europa e passei pela região de Bruxelas, na Bélgica, fazendo algumas degustações. Eu levei Catharinas para eles. E eles “piraram”, acharam sensacional. Hoje já tem bastante americano fazendo Catharina Sour e buscando entender.

    Como é para Santa Catarina, tão importante para o setor de artesanais, ter sido o local de desenvolvimento de um estilo de cerveja?
    Quando o estilo foi elaborado, a gente nunca pensou em ser um estilo catarinense. A gente teve o prazer de vê-la nascer aqui, mas ele não é catarinense. Até porque Catharina não é por conta de ser de Santa Catarina, mas por ser o nome da avó do Fernando Lapolli, que era escrito com TH. A Catharina Sour tem um potencial que o brasileiro deve aproveitar, todas as cervejarias devem se unir e começar a trabalhar em cima para que, daqui a pouco, possamos ter outros estilos em outras regiões, mas que vão levar o nome do país para o mundo todo, mostrando que estamos evoluindo no mercado de cerveja.

    E o Brasil está próximo de criar outros estilos de cerveja?
    Já temos lúpulos muito bons em locais como a serra do Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná… Também temos, hoje, produção de malte nacional em grande escala, uma boa parte que temos é com o grão nacional. Já temos leveduras nacionais. Então, estamos muito perto de novos estilos, de cervejas com a nossa característica, com o nosso terroir, lúpulos locais, malte, levedura com perfil diferente, em um perfil nosso, que vai trazer algo diferente. E já tem gente testando algumas coisas, aqui na cervejaria também.

    A Catharina Sour é um estilo que descaracteriza a imagem usual de cerveja, especialmente na questão da coloração. Você acredita que isso ajuda a atrair mais público para ela?
    Acabamos ganhando pela questão visual. Eu acho que quando se trata de coloração, quebramos isso e acabamos trazendo benefícios. O consumidor, de alguma forma, vai ficar curioso. O brasileiro quer provar, então ele olha lá na mesa, vê aquele copo todo vermelho, todo amarelo, ou com uma coloração diferente. É claro que vai surgir a curiosidade. E aí é onde podemos ganhar com o estilo.

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