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Cultura

Cervejeiras se unem e lançam rótulo para celebrar respeito à visibilidade lésbica

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
24 de junho de 2022
Atualizado em: 24 de junho de 2022
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    do brejo
    do brejo

    Contra a truculência e a violência da polícia, uma demonstração de força, com um grito em favor dos direitos LGBTQIA+. Foi assim que a Revolta de Stonewall, iniciada em 28 de junho de 1969, entrou para a história e deu voz a essa comunidade com uma série de protestos contra a ação realizada em Nova York, nos Estados Unidos, no bar Stonewall.

    Naquela época, o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo era considerado ilegal, sendo combatido com o emprego da força pelas autoridades. Foi contra isso que os manifestantes que participaram da Revolta de Stonewall protestaram, em um importante marco para o movimento LGBTQIA+, levando junho a ser o mês para se lembrar da luta, do reconhecimento e do orgulho da comunidade. E 28 de junho se tornou o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+.

    Leia também – Há quase 2 anos no Brasil, Pabst inicia nova fase com introdução a bares

    Essa necessidade de demonstração de força também foi o que uniu quatro mulheres: Melissa Miranda, proprietária da cervejaria Corisca, e Miriam Moraes, da Zuraffa, além da cervejeira Thamara Andreatta e da produtora de lúpulo Camila Gross, sócia da Éden Hops.

    Juntas e a partir da importante temática que envolve o mês de junho, decidiram criar a cerveja “Do Brejo”, nascida, do desenvolvimento da receita até a sua apresentação, para celebrar o orgulho, o respeito, a visibilidade lésbica, além de exibir a força das mulheres a um mercado ainda dominado pelos homens.

    “O desejo de criar um rótulo que pudesse despertar a sociedade para o orgulho e o respeito à diversidade já existia entre as criadoras”, afirma Melissa. “Lançar um rótulo como a ‘Do Brejo’ seria uma forma de mostrar que cerveja artesanal pode ser para todes!”, ressalta.

    Depois de se reunirem e decidirem pela criação da “Do Brejo” no mês do Orgulho LGBTQIAP+, a vontade de fazer uma receita com o máximo de mulheres envolvidas era grande. “Foi nesse momento que Camila Gross chegou ao projeto, com seus lúpulos produzidos no Brasil e desenvolvidos por ela mesma”, relata Thamara.

    Assim, com o quarteto unido, foi possível tirar do papel essa Session IPA. “A ‘Do Brejo’ chegou para quebrar barreiras e mostrar que mulheres podem, e já fazem, cerveja de muita qualidade”, pontua Miriam.

    Em sua visão, lançar rótulos como a “Do Brejo” é importante para que o público LGBTQIAP+ se reconheça no setor e veja que a cerveja artesanal não é algo destinado apenas a um público específico. “Eles podem consumir esse produto sabendo que ali tem pertencimento e representatividade na produção”, diz Miriam.

    Para as envolvidas na concepção do rótulo, o meio cervejeiro é um reflexo da sociedade, inserida em um contexto cis-heteronormativo. “Já presenciamos episódios graves de machismo entre cervejeiros e existem poucas políticas de inclusão LGBTQIAP+. Por consequência, isso faz com que o público que consome cervejas artesanais seja, em sua maioria, cis-heteronormativo”, completa Miriam.

    Tamara pontua, ainda, que o mercado cervejeiro, em sua maioria, ignora o público LGBTQIAP+, sendo dominado por homens héteros e de classe média. E há pouco espaço para a diversidade, inclusive para quem deseja empreender.

    “O mercado ainda vê o movimento cervejeiro artesanal como hobby, faltando incentivo fiscal e fomento ao empreendedorismo fora do nicho. Toda diversidade é pouco valorizada dentro do mercado do meio cervejeiro, favorecendo a exclusão da diversidade. E quando falo da diversidade não se trata apenas do público LGBTQIAP+, mas da população periférica, negra, feminina…”, destaca.

    As criadoras da “Do Brejo” ponderam que o rótulo, embora criado pensando no público LGBTQIAP+, é uma cerveja feita para todos. Ela foi lançada no último sábado (18) na Zuraffa, também sendo vista como uma celebração à Parada do Orgulho LGBTQIAP+, que voltou a ocorrer após dois anos.

    “Acreditamos que a cerveja é agregadora e que grandes ideias podem surgir em torno da mesa ou no balcão do bar. Mostrar que o mundo cervejeiro pode ser um espaço acolhedor e seguro para a mulher, lésbica ou hétero, cis ou trans, que quer criar, produzir ou apenas experimentar e se deliciar com uma boa cerveja artesanal é o nosso maior objetivo”, finalizam as criadoras da “Do Brejo”.

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