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Indústria

Especial: Safra da cevada e macroeconomia desafiam mercado de maltes

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
29 de novembro de 2022
Atualizado em: 30 de novembro de 2022
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    O acesso aos maltes para a fabricação de cerveja se tornou um desafio para a indústria no Brasil. Afinal, as mais recentes safras de cevada não ajudaram a equilibrar a equação entre produção e demanda, um cenário que se agravou em função de problemas provocados pela macroeconomia global e que afetam diretamente o mercado.

    Como seus preços são dolarizados, por se tratar de uma commodity, a cevada, de onde, basicamente, se origina o malte para a cerveja, tem passado por oscilação de preço, o que afeta em maior proporção um mercado importador de parcela relevante do insumo, caso do Brasil com a aquisição do produto de vizinhos sul-americanos, como Uruguai e Argentina, especialmente quando a colheita interna fica aquém do que se deseja.

    Leia também – Especial: Pesquisas de melhoramento genético da cevada avançam no Brasil

    E esse cenário se tornou ainda mais adverso por problemas nas safras, provocados, especialmente por fatores climáticos, mas também por impactos da continuidade da guerra na Ucrânia, um dos maiores produtores globais de cevada.

    No final de 2021, a quebra da safra de cevada de alguns produtores e a consequente alta dos preços no segundo semestre proporcionaram um cenário de incertezas para 2022, que viriam a se confirmar ao longo deste ano. E, no momento, não há grandes sinais de melhora, pois prosseguem os desafios na colheita dentro do Brasil, com uma cevada abaixo da qualidade para uso na produção cervejeira, assim como problemas envolvendo a safra nos vizinhos sul-americanos.

    Atualmente a safra de cevada do sul do Brasil está sendo colhida, e o cenário de 2021 está sendo repetido, por vezes até piorado. Grande parte da produção está sendo classificada como forrageira e não cervejeira, o que impede sua utilização para produção de malte. Somado a este fator, ainda temos uma quebra de safra na Argentina, o que vem desenhando que o ano de 2023 terá maior procura frente à oferta, porém isso são termos gerais

    Alexander Weckl, mestre-cervejeiro e sommelier da Agrária

    A escassez de malte também se dá pela crise energética na Europa, provocada pela alta dos preços e acesso reduzido ao gás natural. Isso tem levado, de acordo com Ivan Hartmann, especialista de mercado e cervejeiro da Agrária, a queda na produção do malte de cevada e a consequente redução da exportação.

    “Devido a uma pressão inflacionária principalmente ligada aos custos energéticos na Europa, muitas maltarias menores deixaram de produzir e deixaram o mercado interno europeu desabastecido. Maltarias localizadas nas regiões portuárias tiveram que fazer o movimento contrário para abastecer o mercado europeu ao invés de destinar seu malte à exportação, diminuindo assim os estoques de passagem”, diz.

    A soma dos fatores, com os problemas nas safras em grandes produtores e a continuidade do conflito na Ucrânia, chegam para as cervejarias em um momento que já era desafiador, pois o segmento vem sofrendo, desde a eclosão da pandemia, com a alta nos custos produtivos, como pondera Carlo Enrico Bressiani, diretor da Escola Superior de Cerveja e Malte (ESCM).

    “As quebras de safra do hemisfério norte e o fato de a Ucrânia, uma grande produtora de cevada, estar fora do jogo, faz com que o problema vá se alastrando na cadeia de malte do mundo inteiro. E isso é um problema. Além disso, nas últimas semanas, depois da eleição, temos visto uma apreciação do dólar que vai encarecer mais ainda esse produto. E tudo isso vai para a cerveja artesanal, que já está com uma grande dificuldade em repassar aumento de custo que teve desde a pandemia”, diz Bressiani.

    Assim, dentro de um cenário de mais procura do que oferta, os estoques globais de cevada vão ficando cada vez menores, pressionando os preços dos maltes no mercado. Algo que não deve se alterar tão cedo. “Apenas super safras que superem o que é consumido vão alterar o cenário”, destaca Weckl.

    O que vem por aí
    Nesse cenário de tantos desafios, as cervejarias miram soluções para suavizar a inevitável alta dos custos. Assim, tem reforçado a busca pelo aumento da produtividade, assim como tem crescido a recorrência ao uso dos maltes base, como ressaltado por Bresssiani.

    “As microcervejarias estão se fixando em maltes básicos, aumento de produtividade, porque a pandemia as fez reverem seus processos, passando a ter um cuidado muito maior com os custos, com a dificuldade de repasse ao preço final. Esse uso do malte também se dá com mais cuidados, para aumento da eficiência nos processos produtivos com consumo menor entregando um produto com a mesma qualidade”, afirma.

    Para o diretor da ESCM, ainda é difícil apostar quando o cenário estará menos adverso para as cervejarias na busca pelos insumos, pois há muitas incertezas, que passam pelos cenários macroeconômicos dentro e fora do Brasil.

    “Será um ano muito incerto, pois China e Estados Unidos estão em desaceleração, a guerra prossegue, a questão da Covid não está descartada, enquanto no Brasil há uma mudança de governo e o desafio envolvendo o dólar, pois, a cevada é uma commodity e tudo isso afeta o seu preço. A retomada do mercado de artesanais tem sido lento, mas acreditamos que o primeiro semestre possa ser melhor do que 2022”, comenta.

    Mas há, também, quem está atento às tendências internacionais para a indústria cervejeira. Enquanto buscam ter acesso ao malte necessário para a produção e melhoram seus processos, cervejarias observam o que há de novo sendo ofertado no segmento, com o intuito de incrementar seus portfólios. Na visão de Hartmann, a tendência do mercado dos Estados Unidos de produzir Lagers de alta qualidade deve chegar logo ao Brasil.

    “O desenvolvimento de maltes de cevadas antigas e terroir específico como Weyermann Barke, Weyermann Isária 1924, Weyermann Floor-Malts e Weyermann Bohemian Pilsner Malt mas também de lúpulos novos Alemães como Amira, HVGZS03 e Tango e leveduras híbridas como a NovaLager da Lallemand são resultados desta demanda americana e já mostra alguma demanda no mercado nacional”, afirma o especialista de mercado e cervejeiro da Agrária.

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