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Menu Degustação: Parceria entre Lohn e Blend Bryggeri, especialização do Science…

A semana cervejeira confirmou a tendência de parcerias e oportunidades no segmento. Foram essas características que provocaram a união, em Santa Catarina, entre Lohh e Blend Bryggeri, em uma parceria que deverá dar impulso para a produção de receitas da marca de Criciúma em diversos formatos. Já para quem também está em busca de mais conhecimento, o Science of Beer abriu inscrições para o curso de especialização intensiva em estilos.

A retomada gradativa do público ao bares tem despertado o ânimo do setor e também estimulado novidades. A Cervejaria Madalena, por exemplo, fez a inauguração de mais um estabelecimento para atendimento presencial ao público. Já a Ambev mostra-se cada vez mais atenta ao mercado e realizará concurso de coquetéis sem álcool para estimular o consumo moderado.

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Confira estes e outras novidades no Menu Degustação do Guia:

Blend Bryggeri e Lohn Bier
A Blend Bryggeri fechou uma parceria com a Lohn Bier e prevê um impulso na produção e distribuição de suas receitas. Com a ação, a cervejaria de Criciúma (SC) retorna à casa onde nasceu como cigana em 2017. Segundo as empresas, a novidade dará mais qualidade no processo produtivo, maior abrangência em pontos de venda e proximidade com os consumidores finais. A primeira ação da parceria será o lançamento, ainda em 2021, de quatro receitas da Blend em três formatos: latas de 473ml, barris de chope e garrafas de 600ml. A distribuição dos rótulos envasados em barris e latas de 473ml se dará apenas para empórios e bares cervejeiros especializados. Já as garrafas de 600ml ganharão as prateleiras de mercados e supermercados.

Station da Madalena
A Cervejaria Madalena inaugurou mais um estabelecimento para atendimento presencial ao público. Localizada no centro de São Bernardo do Campo (SP), a Madalena Station traz todos os estilos da cervejaria em garrafas, long necks, latas, além dos growlers e das torres de chope especiais de 2,5 litros e 3,5l. Com todos os rótulos presentes, os consumidores poderão degustar desde as mais tradicionais, como a Lager e a IPA, até as especiais da Madalena – AbacaxIPA, Shandy Lemon e Lager Light.

Especialização no Science
O instituto Science of Beer anunciou a edição intensiva do Science of Beer Styles, que visa aprofundar o conhecimento de estilos do sommelier de cervejas e do mestre-cervejeiro. As aulas serão ministradas de 26 de setembro a 3 de outubro em Teresópolis, no Centro Cervejeiro da Serra, situado na Cervejaria Petrópolis. Os alunos irão estudar e degustar 80 rótulos, além de realizarem experiências práticas às cegas e simulação de competições cervejeiras. Segundo o Science, os alunos terão uma experiência de imersão 360º, já que as aulas ocorrerão dentro de uma cervejaria, com experiência de produção na microcervejaria, visita à fazenda de lúpulo, além de alojamento em hotel-fazenda com café e almoço inclusos no valor do curso.

“A cerveja que é muito a gente”
A Petra apresentou ao mercado o posicionamento “A cerveja que é muito a gente”, baseado nas experiências que traduzem brasilidade e autenticidade na presença da marca em seus territórios naturais de atuação: cinema, gastronomia, música brasileira e celebrações regionais. A marca destaca que o novo momento de Petra Origem vem acompanhado da estreia de filme inédito em TV aberta e fechada, desenvolvido em parceria com a agência BETC/Havas, e diversas ações pelo país, além de plano de mídia em todo o território nacional, com desdobramentos em veículos impressos e online.

O filme apresenta de forma leve e descontraída situações em que todo brasileiro se identifica ou, no mínimo, já teve contato. Com versões de 5 a 30 segundos, as peças mostram momentos como pedir cerveja só com um gesto e cantar com empolgação no karaokê. A campanha conta com estratégia de regionalização, realçando cenas criadas e filmadas exclusivamente para cada uma das cinco regiões do país, incluindo o tradicional bate-volta até a praia, em São Paulo, e os aplausos ao pôr do sol no Rio de Janeiro.

Concurso da Ambev
Para conectar o consumidor a novas formas de consumo moderado e possibilidades de drinques, a Ambev, junto com sua marca Tônica Antarctica, está lançando o projeto Brinde com Moderação, o primeiro concurso da companhia de drinques não alcoólicos do Brasil. Os interessados poderão se inscrever no campeonato de coquetelaria até este sábado. Serão quatro provas ao longo de um mês. Ao final do campeonato, o vencedor ganhará uma viagem para Trancoso, com tudo pago e direito a acompanhante, no verão de 2022. Os consumidores poderão acompanhar todos os conteúdos e ter acesso às receitas sem álcool nas redes da Tônica Antarctica.

Conheça a bebida com malte da Ambev para ajudar pessoas em vulnerabilidade

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Na tentativa de ajudar na alimentação de moradores de comunidades vulneráveis nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, a Ambev anunciou a criação de uma bebida, que começou a ser doada no final de julho. A ação acontece em parceria com a Central Única de Favela (Cufa) e a Gerando Falcões, organizações que atuam em prol do desenvolvimento social de favelas de todo país.

Feito em parceria com outras empresas como Tetra Pak, GlobalFruit, Smurfit Kapa, Vogler, MCassab, Tereos e Primeserv, o alimento líquido teve 270 mil unidades produzidas, como explica a cervejaria.

“Como uma maneira de contribuir com a complementação alimentar de pessoas em situação de vulnerabilidade, iniciamos, juntamente com parceiros, o desenvolvimento de uma bebida sabor chocolate, à base de malte, rica em nutrientes e pronta para consumo”, comenta a Ambev.

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A cervejaria destaca que foram feitos testes prévios e seguindo os protocolos da Anvisa, recebendo a autorização do órgão nacional de vigilância sanitária para consumo e a garantia das propriedades da tabela nutricional do produto. E, como foi criada para ajudar a complementar a dieta de pessoas em situação de vulnerabilidade social, a bebida não será comercializada.

Desenvolvida dentro da Ambev após diversos estudos e análises, a bebida é considerada um alimento líquido pronto para o consumo à base de água e malte – ingrediente considerado altamente nutritivo – rico em vitaminas A, B6, D e E, fonte de vitaminas B1 e B2, cálcio e magnésio e adicionado de proteína vegetal.

As doações começaram em 21 de julho, no Rio de Janeiro, com apoio da Cufa, que fará a entrega em comunidades cariocas. Em São Paulo, as doações se iniciaram no dia 27, com apoio da Gerando Falcões em comunidades da zona Leste.

Cenário de crise
A vulnerabilidade alimentar é um problema social urgente que agravou-se com a pandemia da Covid-19 no Brasil. E pode ser percebido por diversos dados. A renda média do trabalhador caiu 8% de 2019 para 2020 na região metropolitana de São Paulo, segundo a Fundação Seade, passando de R$ 1.614 para R$ 1.242.

Já o preço da Cesta Abrasmercado (composta por 35 produtos de largo consumo nos supermercados brasileiros) fechou junho com preço de R$ 662,17. No acumulado do ano até junho, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) verificou um aumento de 4,28%. Os produtos que mais chamaram a atenção pelas altas no primeiro semestre foram açúcar, com aumento de 15,9%; carne da parte dianteira do boi, com 13,2%; e ovos, com alta de 12,9%.

Houve, por outro lado, o aumento das vendas do segmento de massas alimentícias de 2019 para 2020, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães e Bolos Industrializados (Abimapi). A receita com esse tipo de produto aumentou de R$ 9,866 bilhões para R$ 11,289 bilhões em um ano. Já em volume, a expansão foi de 1,292 milhão de toneladas para 1,371 milhão de toneladas. Isso, evidentemente, está relacionado ao preço mais baixo desse tipo de produto em um cenário de queda na renda.

Por portfólio de cervejas, empresas do Sistema Coca-Cola compram Therezópolis

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A Coca-Cola Femsa e a Andina, empresas que fazem parte do Sistema Coca-Cola, anunciaram a compra da Cerveja Therezópolis. O acordo, que não teve os seus detalhes financeiros revelados, se insere em um contexto da busca por novas opções para o portfólio de cervejas pela companhia, após selar um novo acordo de distribuição com o Grupo Heineken no país.

“Este acordo faz parte das suas estratégias de longo prazo para complementar o portfólio de cervejas no Brasil. A transação está sujeita às condições habituais de aprovações e deverá ser concluída durante o terceiro trimestre de 2021”, afirma o Sistema Coca-Cola, em comunicado oficial.

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Em fevereiro, ficou definido que o Grupo Heineken passaria a ficar responsável pela distribuição das suas duas principais marcas no Brasil: a Heineken e a Amstel. O Sistema Coca-Cola, por sua vez, seguiria responsável pelas entregas de Eisenbahn, Bavaria, Kaiser e Sol, além de outras marcas.

Agora, então, a Femsa Coca-Cola e a Andina buscaram ocupar parte da lacuna deixada pelas marcas Heineken e Amstel com a aquisição da Therezópolis, que conta com seis cervejas em seu portfólio, sendo vista como uma marca que se posiciona entre as artesanais e as premium, pois costumeiramente é encontrada em grandes redes varejistas.

A Femsa Coca-Cola, com sede na Cidade do México, é considerada a maior distribuidora de produtos da Coca-Cola no mundo. São 3,3 bilhões de caixas unitárias negociadas anualmente, com quase 2 milhões de pontos de venda. A empresa tem 49 fábricas e 268 centros de distribuição.

Presente no Brasil há 18 anos, a Femsa Coca-Cola é responsável pela distribuição do Sistema Coca-Cola em São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. A Andina atua na Argentina, no Chile e no Paraguai, sendo que no Brasil atua com os produtos da Coca-Cola no Rio de Janeiro e Espírito Santo.

A Therezópolis foi fundada em 1912 na região serrana no Rio, mas teve a produção interrompida em 1922. A sua retomada se deu em 2006. E, até a venda para as engarrafadoras da Coca-Cola, fazia parte do grupo Arbor Brasil, que conta, no seu portfólio, com a Catuaba Selvagem e o vinho Cantina da Serra.

Verallia pretende aumentar uso de cacos de vidro em sua produção para 59% até 2025

A Verallia acaba de anunciar uma nova meta de circularidade das suas embalagens de vidro e agora quer ampliar a utilização de cacos de 49% para 59% em seus processos de produção até 2025, segundo revelou a multinacional.

Optar por usar mais caco significa, na prática, poupar matérias-primas e energia, colaborando com a preservação da natureza. Com esse aumento de 10%, a empresa estima ser possível reduzir em 5% as emissões de gás carbônico e diminuir em 2,5% o consumo de energia.

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O plano faz parte das práticas de ESG (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança) da fabricante de embalagens e está inserido no propósito Reimaginar o Vidro para um Futuro Sustentável, integrando a estratégia de longo prazo da empresa.

O aumento do uso de cacos de vidro ajudará a Verallia em suas metas de redução das emissões de CO2 em todas as suas operações até 2030 e se dará por meio de mudanças na mistura de matérias-primas destinadas à produção de vidro, além de menor uso de matérias-primas carbonatadas, redução na energia para derreter o vidro e outros processos de produção e ampliação do uso de energia verde.

O diretor geral da Verallia na América Latina, Quintin Testa, reconheceu que a forma como as pessoas consomem e os resíduos que geram todos os dias representam um desafio para a sociedade, com a embalagem sendo um dos principais componentes. “Além disso, a emergência climática requer a mobilização de todas as partes interessadas (stakeholders) para melhor proteger os recursos naturais e acelerar a transição para a neutralidade de carbono.”

Ao anunciar o plano de aumentar o uso de cacos de vidro em sua produção de embalagens, a Verallia também apresentou três linhas principais do seu trabalho por sustentabilidade. Confira:

  • Acelerar a inovação na cadeia de valor: a Verallia está comprometida em integrar soluções cada vez mais inovadoras para reduzir as emissões de carbono, desde o design até o transporte do produto, ajudando assim os clientes do Grupo a reduzirem seus próprios impactos ambientais;
  • Fazer do reaproveitamento uma solução ganha-ganha ao planeta e às embalagens de vidro: a Verallia quer promover e sustentar o reaproveitamento de embalagens de vidro para atender às expectativas cada vez mais altas de seus clientes e consumidores nessa área;
  • Mobilizar para obter mais vidro reciclado: a Verallia deseja trabalhar com seus parceiros para fortalecer os sistemas de reciclagem em todos os seus mercados.

Como a Seasons levou o tema da preservação da Amazônia ao meio cervejeiro

Transcender a cerveja, dando protagonismo aos ingredientes que a compõem e, principalmente, aos projetos que ajudam a conservá-los. É essa a premissa que levou a Seasons a criar o projeto Legado, que coloca em primeiro plano três produtos presentes na Floresta Amazônica e as ações que apoiam e ajudam na sua preservação.

A série, assim, não é apenas uma coleção de três Stouts com a mesma base e cacau, cumaru e café como ingredientes diferenciais de cada uma delas. Idealizada a partir da aproximação de iniciativas que atuam para a conservação do bioma, ela vincula a cerveja – produto que motiva a existência da marca pertencente ao grupo CBCA – a projetos de sustentabilidade. 

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Nesse caso, a grupos que ajudam na conservação da Floresta Amazônica. Para tirar a série do papel, afinal, a Seasons se uniu a duas organizações ambientalistas: o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), de Piracicaba (SP), e o Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam), de Manaus (AM). Ambos desenvolvem projetos com comunidades amazônicas produtoras de cada um dos ingredientes, cedidos para a produção das três cervejas.

E a Seasons acredita que, a partir dessa iniciativa, consegue induzir o público cervejeiro a consumir produtos da Amazônia que possuam origem sustentável ao mesmo tempo em que tem contato com a complexidade sensorial dos rótulos, em uma conexão que vai além da bebida. 

“O Seasons Legado nasceu com propósito de trazer a matéria-prima, suas origens, comunidades, práticas agroecológicas em primeiro plano, dando relevância ao homem do campo, e, nesse caso específico, às comunidades da Amazônia. São projetos lindos que mostram que é possível, sim, conservar e ser produtivo ao mesmo tempo na Amazônia”, comenta Karin Barreira, diretora de marketing da CBCA.


Leonard Sewald, embaixador da Seasons, destaca o papel de porta-voz de uma causa adotado pela marca com o lançamento das cervejas, apontando que a iniciativa abre espaço e entrega o protagonismo para as ações do Imaflora e do Idesam. 

“O papel das duas entidades é fundamental pois não só foram através delas que tivemos acesso às matérias-primas utilizadas no projeto, como também são elas que fazem a conexão com as famílias produtoras da Amazônia, auxiliando-as nos projetos de agricultura sustentável dos chamados sistemas agroflorestais. A Seasons, nesse sentido, é o veículo que leva o resultado do trabalho dessas famílias para o meio cervejeiro”, explica o embaixador da Seasons.

Assim, como avalia Leonard, o Legado se insere na estratégia de ir além da cerveja. A marca, desse modo, atua para oferecer conteúdo ao público, dando-lhe acesso a novas histórias, realidades e contextos. 

A Seasons sempre teve como objetivo criar produtos que transcendessem o aspecto comercial, criando produtos que também contassem histórias. Nesse sentido, o projeto Legado superou totalmente as expectativas, pois não só estamos contando uma bela história real de resiliência, perseverança e progresso de um Brasil que por vezes está distante do nosso dia-a-dia, como também estamos servindo como uma ponte para consumidores que se sintam motivados a deixar o seu legado

Leonard Sewald, embaixador da Seasons

Marca sustentável
E, na avaliação de Leonard, o objetivo foi alcançado com esse projeto. Ele ressalta que a Seasons também oferece uma ligação entre o consumidor das suas cervejas e as famílias produtoras dos ingredientes utilizados nos rótulos da série. Um detalhe importante nas latas reforça essa preocupação de aproximar o público cervejeiro dos projetos de sustentabilidade: elas têm um QR Code impresso, que dá acesso a um portal com informações sobre as iniciativas.

“Através do QR Code presente nas latas, conseguimos conectar contribuições vindas dos consumidores diretamente com as famílias produtoras, através das nossas duas entidades parceiras do projeto. Isso para nós é criar um produto com um significado e propósito maior. É fazer a marca deixar o seu legado. Desnecessário dizer que estamos tremendamente orgulhosos com o projeto”, destaca o embaixador da Seasons.   

Karin também avalia que a criação da série se insere em um contexto maior de atuação da Seasons pela sustentabilidade. Ressaltando que todos os atores do setor podem fazer a sua parte, seja as grandes indústrias ou as microcervejarias, ela enumera iniciativas pioneiras adotadas pela marca ao longo da sua trajetória.

Tamanho não é documento, pois não é preciso ser grande para adotarmos boas práticas para cuidar do meio ambiente. Sou feliz em dizer que a Seasons foi pioneira nisso, tendo sido a primeira cervejaria artesanal do país a adotar caldeiras com queima de biomassa ao invés de gás GLP, bem como uma das primeiras cervejarias a adotar o uso de ozônio (sanitizante poderoso gerado na própria fábrica, que não agride o meio ambiente) como alternativa a produtos químicos sanitizantes. Ou seja, faz parte do nosso DNA pensarmos de maneira sustentável

Karin Barreira, diretora de marketing da CBCA

Artigo: Como leveduras cervejeiras sobreviveram 120 anos em um navio

*Por Luciana Brandão

Muito provavelmente você deve ter lido nas últimas semanas sobre a descoberta, feita pelo mergulhador Steve Hickman, de garrafas de cerveja encontradas no porão de um navio submerso, o Wallachia, há mais de 100 anos, nas profundezas do mar da Escócia. E o que chamou mais a atenção foi o isolamento de leveduras dos gêneros Brettanomyces e Debaryomyces “vivas”, isoladas do líquido de dentro das garrafas por cientistas de uma empresa de pesquisas em cerveja e colegas da Universidade de Sunderland, no Reino Unido.

Não vamos repetir a reportagem que circulou em vários jornais e canais de divulgação no Brasil e no mundo. A história completa você pode encontrar em um clique.

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Mas, como nós somos apaixonadas por leveduras e amamos a ciência por trás da cerveja, vamos explorar aqui a verdade sobre como foi possível encontrar essas leveduras depois de tanto tempo, e ainda “vivas”, sob condições tão extremas quanto as existentes no fundo do mar. 

Afinal, que leveduras são essas?
Para começar, vamos lhe dizer que as duas leveduras são encontradas normalmente em ambientes fermentativos, como cerveja, vinho e outros alimentos e bebidas. Algumas espécies dos dois gêneros são reconhecidamente contaminantes do processo cervejeiro, consideradas leveduras selvagens. Mas, em cervejas particulares, como Lambics e outras variedades de cervejas de fermentação espontânea, são os organismos responsáveis, junto com outras leveduras e bactérias, pelas características aromáticas bastante complexas e fora do comum de cervejas belgas e das Wild Ales. 

Mas como essas leveduras conseguiram sobreviver por tanto tempo e em um ambiente tão hostil como o fundo do mar?
Essas leveduras não estavam exatamente vivas, mas em um estado que chamamos de latência. Nesse estado, é como se ela ficasse em repouso, com seu metabolismo bem mais lento, gastando pouquíssima energia para sobreviver. O que os pesquisadores fizeram foi “ressuscitar” essas leveduras com técnicas microbiológicas específicas.

Quem é essa tal de Debaryomyces?
A levedura Debaryomyces foi originalmente isolada de águas marinhas e é, talvez, uma das leveduras mais osmotolerantes e halofílicas (pode tolerar altos níveis de açúcar e sal, respectivamente) dentre as mais de 2 mil espécies conhecidas. Esse fato se dá pela produção e pelo acúmulo de compostos, como o glicerol, que auxiliam na manutenção do equilíbrio osmótico nesses ambientes. Para você ter uma ideia, a Saccharomyces cerevisiae tolera ambientes com até 10% de salinidade e a Debaryomyces, níveis acima de 24%. Agora tudo começou a ficar mais claro, não é verdade? 

A espécie D. hansenii, por exemplo, pode ser encontrada comumente em muitos outros habitats com baixa atividade de água, como queijos, carnes, vinhos, cervejas, frutas e solo. E, apesar de serem fracamente fermentativas, há um crescente interesse na utilização de linhagens da espécie isoladas em cervejas de fermentação natural belgas, na produção das cervejas modernas. 

A tão fantástica e temida Brettanomyces
Já a Brettanomyces é mais conhecida pelos cervejeiros. E, ao contrário da Debaryomyces, é capaz de fermentar diversos açúcares do mosto cervejeiro, incluindo maltotriose, dextrinas e celobiose. É o terror das cervejarias quando não inoculadas propositalmente, pois são altamente resistentes aos fatores de estresse, além de formar biofilme e conseguir sobreviver muito bem em condições de ausência de oxigênio, mantendo-se viáveis por longos períodos. Talvez seja por isso que a Brettanomyces conseguiu sobreviver por tanto tempo no fundo do mar.

Novas leveduras, novas cervejas
Claro que existem mais fatores que podem ter influenciado na sobrevivência dessas leveduras no ambiente encontrado, incluindo metabólicos, fisiológicos e genéticos, mas só o fato de encontrá-las nessas condições nos abre a cabeça para a aplicação delas em vários processos biotecnológicos, incluindo a produção de cervejas.

Atualmente existe uma busca, por pesquisadores e cientistas, de leveduras não convencionais (não-Saccharomyces) capazes de produzirem cerveja e com grande potencial para a produção de vários compostos de aroma que agregam complexidade e intensificação de frutas na cerveja.

E, apesar de a indústria cervejeira demonstrar alguma resistência à utilização dessas leveduras, há um grande potencial desses microrganismos para a produção de cervejas, inclusive quando considerados em fermentações mistas e sequenciais, com a levedura cervejeira mais conhecida, a S. cerevisiae. Seria uma alternativa inovadora na produção de bebidas, trazendo diversidade e várias oportunidades de exploração para o universo das cervejas artesanais. 

Referências bibliográficas:
1) Rosa and Peter, 2006. Biodiversity and Ecophysiology of Yeasts. ed: Springer-Verlag Berlin Heidelberg, 2006.

2) Breuer and Harms, 2006. Debaryomyces hansenii- an extremophilic yeast with biotechnological potencial. YEAST. vol 23, issue 6, 415-437. 


Luciana Brandão é pós-doutorada em Microbiologia pela UFMG, cervejeira caseira, sommelière de cervejas, co-fundadora e CEO do Laboratório da Cerveja, empresa de biotecnologia e soluções em processos cervejeiros

Texto originalmente publicado no site do Laboratório da Cerveja

Eficiência e novas fontes: Como cervejarias podem lidar com a crise energética

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A expectativa de recuperação do setor cervejeiro a partir da flexibilização das medidas restritivas em razão da pandemia do coronavírus pode sofrer um revés por um novo fator: a crise energética. Com a alta do preço das tarifas e até a possibilidade de “apagões”, resta às indústrias, sejam as grandes cervejarias ou as artesanais, apostarem em novas fontes energéticas e em melhorias nas suas operações para minimizarem os efeitos de um cenário adverso, já sentidos na economia real.

É essa a avaliação de especialistas ouvidos pelo Guia sobre um contexto que já é responsável pela maior alta inflacionária para o mês de julho desde 2002. Segundo os dados divulgados nesta terça-feira pelo IBGE, a elevação de 7,88% das tarifas da energia elétrica no mês passado foi a principal responsável pela inflação de 0,96% do IPCA. 

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Estudos apontam que cervejarias consomem mais de 730 mil MWh/ano, uma quantidade relevante e que torna óbvia a expectativa de que a crise energética irá chegar, em algum momento, ao bolso dos consumidores, afinal, toda a cadeia produtiva deverá ser afetada, do campo ao bar.

Nesse cenário, as cervejarias precisam atuar para melhorar a sua produtividade, com o intuito de evitar o repasse aos consumidores dos efeitos da crise energética. “Em um primeiro momento, as indústrias buscam internalizar esses custos, evitando o repasse para os consumidores através do esforço para aumentar a produtividade”, analisa Tatiana Lauria, especialista em estudos econômicos da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

Reduzir margens tem sido uma estratégia necessária em um contexto de crise, que se soma ao aumento no preço de insumos, como embalagens e ingredientes, algo que não pôde se refletir em preços mais altos. Um desafio que agora é reforçado com o aumento da tarifa energética.

André Dias e Jean Rodrigues, professores do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP) e membros do Grupo de Estudos e Pesquisa em Tecnologia Cervejeira, apresentam recomendações de reforço na busca pela eficiência, além da possibilidade de geração da própria energia, como alternativas para a atual crise.

“As cervejeiras devem buscar melhorias na eficiência de seus processos, como redução de desperdícios, melhor planejamento de produção, implementação de novos processos, entre outros. Devem também buscar utilização de geração de energia própria, buscando até sua autossuficiência energética”, recomendam os professores do IFSP. 

A especialista da Firjan, inclusive, enumera medidas que podem ser adotadas por cervejarias de qualquer porte para melhorar a produtividade, algo primordial durante uma crise energética. “Avaliar se estão com o enquadramento tarifário correto, a possibilidade de troca de equipamentos e medidas de eficiência energética, a produção em turnos fora do horário de ponta, além da viabilidade de se instalar painéis fotovoltaicos. Essas são medidas que podem ser tomadas no curto prazo, reduzindo os efeitos negativos da crise”, comenta Lauria. 

O que uma gigante do setor tem feito
Para minimizar os impactos do reajuste das bandeiras tarifárias, as indústrias têm agido. É assim, por exemplo, com o Grupo Heineken, que vem reforçando a aposta na contratação de energia a longo prazo e em fontes renováveis, como destaca Ornella Vilardo, gerente de sustentabilidade.

“O Grupo Heineken está sempre atento às movimentações de mercado, e tem atuado de forma diligente na otimização dos custos de energia não só de suas unidades fabris, mas em todas as unidades de consumo, seja contratando energia a longo prazo para as fábricas quanto trabalhando com fontes renováveis para reduzir os custos nas unidades de baixo consumo”, afirma Vilardo. 

Além disso, o Grupo Heineken, que recentemente anunciou metas globais e para o Brasil para tornar a sua operação carbono zero, assegura que tem buscado parcerias estratégicas para lidar com os desafios energéticos. 

Diante desse desafio somado ao nosso compromisso com as fontes renováveis, temos direcionado nossos esforços na obtenção das melhores oportunidades, criando parcerias sólidas e estratégias para superar os desafios futuros que têm se apresentado. Reforçamos nosso compromisso com colaboradores, clientes e sociedade, na busca incessante pela redução dos impactos ambientais

Ornella Vilardo, gerente de sustentabilidade do Grupo Heineken

Desafios para microcervejarias 
O cenário de desafios, entretanto, não é o mesmo para todas as empresas da cadeia produtiva. Os professores do IFSP reconhecem que há entraves maiores para microcervejarias se tornarem tão eficientes quanto as principais indústrias do setor, destacando as melhorias que precisam ser implementadas em suas operações. 

“Microcervejarias tendem a ter impactos mais agudos em relação a problemas energéticos, uma vez que não possuem estrutura para implementar grandes projetos de autossuficiência energética, ao contrário do que ocorre nos grandes grupos. Porém, os impactos podem ser mitigados implementando projetos de eficiência energética em seus processos e projetos de micro geração de energia elétrica, como energia fotovoltaica”, orientam André Dias e Jean Rodrigues.

Eles também citam medidas que podem ser adotadas para que as cervejarias artesanais se aproximem da eficiência apresentada por grandes indústrias, algo necessário para não se perder a competitividade enquanto perdurar a crise energética.

Passa pelo melhor aproveitamento de resíduos, utilização racional da água e melhoria da eficiência energética dos equipamentos. Principalmente no caso das microcervejarias, ainda há muito desperdício de recursos. Como exemplo, os grandes grupos, atualmente, têm trabalhado com a marca de pouco mais de 3 litros de água para cada litro de cerveja produzida, enquanto que muitas microcervejarias chegam a gastar 10 litros de água por litro de cerveja

André Dias e Jean Rodrigues, professores do IFSP

O futuro energético
Além da atual crise energética, há outros fatores para dúvidas e preocupações das cervejarias, um deles envolvendo a iminente privatização da Eletrobras. A previsão de descotização de usinas mais antigas, com a liberação para a venda de energia e preços de mercado, tende a torná-la mais cara. Também há temor com os efeitos de medidas que obriguem a construção de termelétricas a gás natural onde não há acesso a esse combustível, assim como de se contratar pequenas hidrelétricas.

Para a Firjan, a atual crise energética somadas às dúvidas sobre o futuro do setor reforçam a necessidade de mudanças no modelo energético brasileiro, com o intuito de reduzir custos e garantir a necessária segurança energética para assegurar a competitividade da indústria. Isso inclui, por exemplo, a ampliação da utilização de fontes renováveis. 

A ampliação do mercado livre e o acesso a novas formas de produção de energia – como a geração distribuída, a modernização do modelo de operação do setor, a redução dos subsídios cruzados e dos encargos na conta de luz – são alguns desafios que precisam avançar para que a energia elétrica se transforme em fator de competitividade. Em termos de matriz, o país precisa avançar nos próximos anos em uma transição que aumente a entrada das fontes renováveis, também com a inserção daquelas que não possuam grande intermitência e possam garantir a segurança energética, como a geração através do gás natural e a nuclear

Tatiana Lauria, especialista em estudos econômicos da Firjan

Preço da cerveja tem inflação de 0,58% em julho e segue alta expressiva do IPCA

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O preço da cerveja em domicílio registrou alta no mês de julho, com inflação de 0,58%, de acordo com os dados divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Como resultado, a variação do valor do item nos sete primeiros meses de 2021 ficou em 3,18%. Além disso, a inflação da cerveja em domicílio está em 6,91% no acumulado dos últimos 12 meses.

A alta do preço da cerveja em julho ocorreu em um contexto de elevação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que apresentou alta de 0,96% em julho, 0,43% acima da taxa de 0,53% registrada em junho, conforme destacou o IBGE.

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O resultado é a maior variação para o mês de julho desde 2002, quando o índice foi de 1,19%. No ano, o IPCA acumula alta de 4,76% e de 8,99% nos últimos 12 meses, acima dos 8,35% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em julho de 2020, a variação mensal havia sido de 0,36%.

A alta de 7,88% da energia elétrica foi a principal responsável pela expressiva elevação do IPCA em julho. “Além dos reajustes nos preços das tarifas em algumas áreas de abrangência do índice, a gente teve o reajuste de 52% no valor adicional da bandeira tarifária vermelha patamar 2 em todo o país. Antes o acréscimo nessa bandeira era de, aproximadamente, R$ 6,24 a cada 100kWh consumidos e, a partir de julho, esse acréscimo passou a ser de cerca de R$ 9,49”, explica o analista da pesquisa, André Filipe Guedes Almeida.

De acordo com o IBGE, a compra da cerveja fora do domicílio também ficou mais cara para os brasileiros no mês passado, em 0,76%. No ano, a inflação deste item está em 3,08%. Já nos últimos 12 meses, o indicador tem alta de 5,41%.

Na contramão da cerveja, os valores das outras bebidas alcoólicas registraram queda nos preços em julho. Na análise do item em domicílio, a deflação foi de 1,01%. Isso resulta em uma variação anual de 5,03% e de 10,38% nos últimos 12 meses.

Já para outras bebidas alcoólicas fora do domicílio, a deflação ficou em 0,37%. Com isto, a variação anual do item está em 0,29%. E é de 4,31% no período de 12 meses. 

O segmento de alimentação e bebidas, por sua vez, registrou uma inflação de 0,60% no último mês. Com o desempenho de julho, a alta dos últimos sete meses chegou aos 3,34%. E, no período de 12 meses, a elevação dos preços fica em 13,25%.

Tanoaria Espanha compra Basement e pode atender demanda por beer coffees

Especializada em barris de carvalho, a Tanoaria Espanha anunciou a aquisição da produtora de cafés especiais Basement Coffee Barrels. O objetivo, de acordo com seu fundador e diretor-geral, Rafael Aragão Gonzales, é ampliar a atuação com a tecnologia de tosta de barris por convecção.

E o negócio pode ter impacto no setor cervejeiro, especialmente para marcas interessadas em produzir as beer coffees, como destaca Rafael. “Esta escolha em adquirir a Basement se deu pelo motivo de a empresa ser pioneira nesta técnica de micro fermentação em barris de carvalho de qualidade”, afirma o fundador da Tanoaria Espanha, fornecedora de barris de carvalho para várias cervejarias, alambiques e vinícolas do Brasil.

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Ele aponta, ainda, a possibilidade de atendimento da demanda de cervejarias a partir da aquisição da Basement Coffee Barrels, que comercializa desde 2015 cafés especiais maturados em barris de carvalho previamente utilizados na produção de uísque, rum e outras bebidas destiladas.

“A ideia é dar continuidade em um projeto familiar entre pai e filhos, unindo as empresas e mantendo todas as novas tecnologias e técnicas entre família, tornando-a uma empresa referência na arte da fermentação do café dentro das barricas de carvalho, podendo, assim, ser a principal fornecedora de café fermentado e de barris utilizados neste processo para as diversas cervejarias que queiram explorar as beer coffees”, destaca Rafael. 

Agora, então, a Tanoaria Espanha vai juntar a sua técnica de convecção de barris com o conhecimento em cafés premium da Basement Coffee Barrels.

Estamos unindo o know-how da torrefação de cafés especiais micro fermentados em barris de carvalho com a técnica do tostado de convecção que já é utilizada na Tanoaria

Rafael Aragão Gonzales, fundador da Tanoaria Espanha

Segundo o acordo para a sua aquisição, a Basement Coffee Barrels seguirá como marca independente, tendo como CEO Hugo Aragão Gonzalez. Além disso, utilizará os barris especiais fornecidos pela Tanoaria Espanha. E terá a sua fábrica na cidade de Tijucas (SC), que já conta com uma filial da fornecedora de barris de carvalho.

Brahma lança “chopeira” da Duplo Malte e reforça aposta na cremosidade

Um dos grandes sucessos recentes da Ambev, a Brahma Duplo Malte inovou na forma de consumo e ganhou uma “chopeira” para deixar a cerveja ainda mais cremosa. O lançamento do produto, que ganhou o nome Brahmeira, é uma nova forma para o consumidor saborear a bebida, em mais uma aposta da marca em associar as suas cervejas com a cremosidade.

Felipe Cerchiari, diretor de inovação da Ambev, conta que a novidade usa uma tecnologia de micro-espuma para deixar a cerveja com mais cremosidade. É algo muito parecido com o efeito do nitrogênio, tornando a espuma mais estável e cremosa, em uma ação na Brahma Duplo Malte semelhante ao de uma chopeira portátil. “Com essa novidade, a gente atende uma nova expectativa do consumidor, com um produto além do nosso portfólio tradicional.”

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De acordo com Camila Rodrigues, responsável pelo conteúdo institucional da Brahma, a ideia é atender ao que os consumidores da Duplo Malte desejam. “O sabor e a cremosidade da Brahma Duplo Malte são únicos e nasceram de insights das pessoas. Pensamos como poderíamos, com nossas inovações, deixar ainda mais cremosa a experiência do consumidor de tomar a cerveja”, comenta Camila.

A Brahmeira terá edição limitada e possui tecnologia para dar mais cremosidade para a bebida em lata ou garrafa (de long neck ou 600ml). Para usá-la, é só acoplar a embalagem no equipamento e utilizar a manopla para servir. É, assim, um recurso semelhante ao de uma chopeira, agora disponível para o consumidor da Duplo Malte, com o cervejeiro ligando o produto em uma tomada (ou utilizando pilhas) e controlando a quantidade de líquido e espuma.

Lançamento
Para marcar o lançamento da Brahmeira, a Brahma realizou uma campanha bem-humorada e divertida para o Dia dos Pais, celebrado no último domingo. Criado pela Africa e produzido pela In Good Company, o filme mostra um pai vendo o produto pela primeira vez ao chegar em um churrasco da família e logo idealizando diversos momentos ao lado de sua Brahmeira, ao som de Só Você, de Fábio Jr.

A marca ainda prepara ações especiais para os consumidores nos próximos dias. A “chopeira” da Duplo Malte está à venda no Empório da Cerveja, com preço de R$ 650, e em outros sites.