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Indústria

Ciência, pesquisas e maquinas motivam projeções de safra expressiva da cevada

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
25 de março de 2022
Atualizado em: 25 de março de 2022
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    Depois de registrar produção recorde de cevada em 2021, quando atingiu 434,6 mil toneladas e superou a marca anterior, de 429,1 mil toneladas em 2019, o Brasil projeta a safra de 2022 com otimismo. E os motivos para acreditar que o país voltará a contar com bons números na quantidade de grãos gerados, além de uma qualidade satisfatória deste cereal para atender ao mercado, envolvem uma produção impulsionada pela ciência e pesquisas, além da presença de maquinário de ponta.  

    Especialistas ouvidos pelo Guia exaltaram a evolução que vem sendo apresentada pela agricultura do Brasil e avaliam que o país tem condições de até mesmo superar a boa safra do ano passado. Pesquisador da Embrapa Trigo, Aloisio Alcantara Vilarinho, destaca, para isso, o uso de tecnologia de ponta para produção agrícola e a evolução nos processos do cultivo e colheita da cevada já em 2022.

    Leia também – Queda de 13,9% na fabricação de alcoólicas no início do ano influencia recuo da indústria

    “O Brasil possui hoje tecnologia de ponta para produção agrícola e essas tecnologias são usadas para a produção de cevada. Não só a Embrapa, como outras instituições no Brasil trabalham com melhoramento, disponibilizam cultivares cada vez mais produtivos, com maior tolerância aos estresses bióticos e abióticos que ocorrem com a gordura. E tudo isso favorece para que se consiga mais produtividade”, afirma Vilarinho.

    Carlo Enrico Bressiani, diretor da Escola Superior de Cerveja e Malte (ESCM), também avalia que a evolução das pesquisas, da ciência e da tecnologia têm relação direta com os bons resultados da produção da cevada brasileira.  “A gente tem uma tecnologia agrícola muito forte. Nossos agrônomos e as pesquisas sobre essa questão são de ponta. E, assim, ao longo do tempo, na média, há um crescimento da produtividade do cultivo (da cevada)”, diz.

    A cevada cervejeira é um cereal proveniente e adaptado às condições de temperaturas baixas, com a sua produção no Brasil ficando concentrada em estados da região Sul. A bióloga e agrônoma Adriana Favaretto, gerente de pesquisa da Ambev, aponta que o objetivo de ter uma expressiva produção de cevada, com a qualidade considerada ideal, também depende de um longo trabalho, que tem passado pelo investimento em ciência e tecnologia, além do trabalho de campo.

    “Combinando os fatores genética e ambiente, felizmente tivemos uma safra de sucesso (em 2021). Vale ressaltar que o potencial genético não ocorre ao acaso, são necessários muitos anos de pesquisa e testes em diferentes ambientes para conseguir cultivares adaptadas às regiões de cultivo”, reforça.

    Ela pondera, no entanto, que as condições climáticas podem ser determinantes para a qualidade do insumo nacional. “Quando trabalhamos com melhoramento genético de cultivares de cevada cervejeira, sempre buscamos o potencial genético máximo de cada cultivar. No entanto, além do fator genético, há outro que interfere no comportamento dessas cultivares no campo, que é o fator ambiente. Quando temos condições ambientais não favoráveis, não conseguimos extrair o potencial máximo de cada cultivar”, lembra a especialista.

    Em meio a um panorama de busca por uma safra ainda maior da cevada em 2022 e com nível de excelência e qualidade satisfatória para o mercado cervejeiro, o Brasil tem no trabalho que vem sendo realizado pela Ambev uma das principais referências para crescer nesta área da cadeia do processo produtivo da cerveja. Adriana destaca como a ciência tem papel preponderante no trabalho da empresa.

    “Nosso trabalho inicia na pesquisa, com um planejamento cuidadoso sobre as cultivares de cevada lançadas no mercado. O time comercial prepara as sementes para o produtor, recomenda manejos adequados e acompanha todo o processo produtivo. Isso certamente provoca um impacto gigante na produção de cevada no Brasil”, ressalta.

    Além do investimento em pesquisa, ciência e tecnologia, o uso do maquinário de forma bem ajustada para semeadura e a colheita da cevada é outro fator fundamental para uma boa produtividade. É recomendado que o equipamento utilizado para o plantio dos grãos distribua no solo de 225 a 250 sementes consideradas aptas por metro quadrado da lavoura, sendo que a regulagem da máquina deve ocorrer de acordo com o número de sementes por metro linear, tendo em vista que o peso destas culturas poderá variar por fatores como condições climáticas, adubação e a própria qualidade da cultivar.

    O ajuste adequado da colheitadeira de cevada também é fundamental para o sucesso da produção, pois é nesta fase do processo que são escolhidos os grãos considerados mais adequados para serem utilizados na malteação da cerveja. E nesta escolha o objetivo é extrair da lavoura os grãos que mais apresentem cor e cheiro característicos de palha, sendo que o indicado é realizar a colheita em dias secos e, preferencialmente, quando o teor de umidade do grão estiver abaixo de 15%, com a meta de evitar o processo de secagem artificial e a coleta de grãos ainda verdes.

    Outra razão para este maquinário estar bem regulado é que também existe a necessidade de impedir perdas de grãos que podem ficar presos nas espigas, o descascamento e a quebra das sementes, assim como separar materiais estranhos que poderão prejudicar parte da qualidade da cevada colhida.

    Razões para o êxito da safra de 2021
    Para a gerente de pesquisa da Ambev, a safra recorde do Brasil em 2021 se deveu a diversos fatores, como a “utilização de cultivares de cevada adaptadas às regiões de cultivo, somada a boas práticas de manejo”, condições climáticas  “bastante favoráveis ao cultivo de cevada no Sul”, que foram “um ponto crucial para sobressaltar o potencial genético dos cultivares”.

    E Adriana vê o atual cenário de incentivo à produção de cevada no Brasil como outro fator determinante para voltar a impulsionar uma boa safra para 2022. “A valorização e divulgação de uma política comercial atrativa para a cevada foi fundamental para incentivar os produtores quanto ao plantio e consequentemente aumento da área total. A cevada passa a ser vista como uma forma de diversificar a produção agrícola e os ganhos não são somente econômicos. Quando é inserida no sistema de produção, observam-se benefícios quanto à composição e qualidade do solo, controle de plantas daninhas e doenças, não somente nos cultivos de inverno, mas também expandindo para a sucessão dos cultivos de verão”, salienta.

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