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Indústria

Só safra melhor ou menor demanda reduzirá pressão sobre cevada, diz especialista

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
21 de julho de 2022
Atualizado em: 23 de julho de 2022
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    A escassez de cevada e malte no mercado brasileiro de cervejas, algo que pressiona os preços dos insumos, só irá ser resolvida se fatores que possuem a influência direta da macroeconomia global, de conflitos geopolíticos e das condições meteorológicas se modificarem.

    A avaliação foi apresentada por Alexandre Karkle, responsável pela originação de grãos e gestão de risco da Cooperativa Agrária, nesta quinta-feira (20), no último dos três dias do Congresso Técnico Internacional, promovido pela Agrária Malte, em Guarapuava (PR).

    As influências macroeconômicas e meteorológicas são necessárias, pois, na avaliação de Karkle, os fundamentos da cevada e do malte estão em alta, só podendo se alterar caso as próximas safras sejam melhores ou que ocorra uma queda na demanda por esses insumos ou mesmo em caso de freio no consumo.

    Leia também – Como filtrar cerveja sem perder a qualidade: confira um passo a passo

    Para ele, porém, os cenários aventados não parecem próximos de se tornarem realidade, lembrando que adversidades têm atrapalhado a safra da cevada em regiões importantes do mundo, como a Europa e a América do Norte. Por isso, em sua visão para aumentar a quantidade de cereal disponível, é necessário que não ocorram problemas que têm sido vistos nos últimos anos.

    “O que precisa é não ter quebras de safra. A Europa está no terceiro ano de dificuldades na produção e precisa ter uma boa safra, assim como a Argentina e a Austrália, além da América do Norte. Ucrânia e Rússia também precisam se resolver e voltar para a economia global. Tendo isso, já ajudaria muito”, diz Karkle.

    Não é, porém, o que tem acontecido, como lembra o especialista da Agrária Malte, apontando como a demanda vem sendo, rotineiramente, maior do que a produção de cevada.

    Faz seis anos que a produção de grãos no mundo é menor do que o consumo. Isso explica o aumento dos preços dos alimentos. O mundo está consumindo o estoque do passado

    Alexandre Karkle, especialista da Cooperativa Agrária

    E o cenário não parece dos mais promissores no continente europeu, que tem sofrido, nas últimas semanas, com uma onda de calor. “A safra de primavera, que é a mais importante para nós, está pior do que se esperava na Europa, com menos produção do que em 2021. Porém, a qualidade está melhor do que nos dois anos anteriores.”

    O especialista da Agrária Malte também não acredita em um cenário de recessão global, ao menos no curto prazo, ainda que a inflação e o conflito entre Rússia e Ucrânia estejam dificultando a realização de previsões.

    “A conversa sobre recessão é recente. A economia mundial estava se recuperando, havia um cenário de consumo forte, o que está acontecendo na Europa, deve acontecer na Ásia, além do Brasil, no segundo semestre. Não vejo a demanda caindo no curto prazo”, aponta Karkle.

    Alguns sinais trocados, porém, têm sido citados por analistas, que apontam a possibilidade de um freio na economia ocorrer diante do cenário de inflação global, o que vem levando bancos centrais a aumentarem as taxas de juros. E a estratégia para frear a alta de preços pode, também, causar queda do consumo.

    Outro problema que pode ser provocado pela alta dos juros globais é a desvalorização do real, com investidores internacionais deixando de aplicar dinheiro em outra moeda no Brasil para aproveitarem os melhores rendimentos oferecidos pelo país. E o custo do dinheiro, assim, tenderá a aumentar para as empresas.

    Mas fato é que o cenário global se tornou mais complicado com a invasão da Ucrânia pela Rússia no fim de fevereiro, o que provocou, de imediato, ondas inflacionárias, especialmente nos preços de commodities e nos valores dos fretes marítimos.

    Até o início do conflito, 20% da cevada no mundo era produzida por Rússia e Ucrânia, países responsáveis por 30% da exportação. “Essa guerra está longe de acabar e pode continuar trazendo consequências para a nossa vida diária, através da inflação energética, de alimentos e de outras matérias-primas, afetando especialmente a Europa”, alerta Karkle.

    Além disso, a guerra provocou alta dos preços da energia na Europa, o que afetou diretamente as maltarias, já pressionadas pelo crescimento da demanda. Afinal, em função da pandemia, não se formaram estoques no período mais crítico da pandemia. E a procura continua elevada, seja pela premiumização do mercado global de cervejas ou pelo recente aumento do consumo no continente europeu.

    As maltarias estão, em geral, com utilização da capacidade acima de 90% na Europa Ocidental, Oceania, América do Norte e do Sul

    Alexandre Karkle, especialista da Cooperativa Agrária

    A boa notícia para quem produz cerveja, porém, pode ser a resiliência do consumo. Citando dados da crise do subprime, quando houve alta na margem de lucro das cervejarias em 2009 e 2010, ele avalia que o setor tende a resistir a novos desafios.

    “A história recente indica que o consumo de cerveja tem se mostrado relativamente resistente às crises e à pressão inflacionária”, garante Karkle. “Para 2022 havia expectativa de forte recuperação, mas veio inflação e guerra. Ainda assim, o consumo não caiu de modo pesado.”

    Outras abordagens
    Além da palestra sobre o cenário global da cevada, do malte e da cerveja, o último dia de palestras do Congresso Técnico Internacional da Agrária Malte contou com abordagens que podem ser aplicadas pelos fabricantes da bebida no dia a dia, além de outras avaliações mercadológicas.

    Em sua apresentação, Tom Shellhammer, da Lallemand, tratou do processo de biotransformação no processo cervejeiro. E, em outra palestra internacional no congresso da Agrária, Ben Souffriau, da AB Biotek, falou sobre fermentação e formação de compostos sulfurosos.

    Os debates do Congresso Técnico Internacional foram encerrados com uma mesa redonda que teve as participações de Teresa Yoshiko, dos Lúpulos Ninkasi, Marcos Stefanes, presidente da Aprolúpulo, e de Carlos Ruiz, da HVG. Eles falaram sobre o cenário e as perspectivas para o lúpulo brasileiro, comparando o seu contexto com o cultivo no cenário europeu.

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