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Coluna Cerveja com Ciência

Cerveja com ciência: Brindemos à colaboração – Parte II

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
26 de março de 2023
Atualizado em: 29 de março de 2023
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    Cerveja com ciência: Brindemos à colaboração – Parte II

    Apresentamos na coluna anterior como a colaboração pode favorecer a indústria cervejeira por meio de uma breve revisão do que sabemos sobre o tema, especialmente a partir de estudos realizados em micros e pequenas cervejarias artesanais mundo afora. Como combinado, esta segunda parte aborda alguns aspectos práticos e exemplos de colaboração em diversos pontos da cadeia cervejeira, a partir de um recorte da cena de cervejarias artesanais independentes inglesas.

    As informações pesquisadas para esta coluna se iniciaram a partir de um estudo de caso realizado sobre a Cloudwater. Trata-se de uma cervejaria artesanal moderna, com atenção para a qualidade de suas cervejas, tanto no que diz respeito à paixão, experiência, habilidades e sonhos de sua equipe, quanto pela utilização de ciência e técnicas de fabricação de última geração. Além disso, afirmam possuir o máximo respeito e confiança em relação aos ingredientes cultivados e processados por seus fornecedores. Um exemplo claro de colaboração interna e vertical à montante de sua cadeia de suprimentos com seus fornecedores.

    A cervejaria investe nesta colaboração como seu diferencial, para apresentar sabores precisos e consistentes de uma cerveja para outra. Fundada em 2014, em Manchester, Inglaterra, iniciou sua primeira produção em 2015. Mesmo com uma curta trajetória, tem apresentado centenas de rótulos diferentes (o que motiva minha busca pela IPA perfeita : ). Os estilos apresentados vão dos clássicos aos imaginados, como, por exemplo,“A Persistência é Útil” (tradução livre), uma Imperial Stout com café.

    Além da vasta gama de cervejas sazonais e capacidade de inovação, a Cloudwater colabora com algumas das melhores cervejarias do mundo, com intuito de produzir versões modernas de estilos clássicos. Essa é a forma que a cervejaria encontra para honrar os pioneiros que desenvolveram a indústria até aqui, sem perder seu foco na modernidade.

    A cervejaria não terceiriza sua produção ou processo de embalagem. Seus equipamentos são fornecidos pela Premier Stainless Systems, líder global na fabricação de tecnologia para cervejarias, localizada em Escondido, Califórnia. O sistema da Cloudwater conta com uma adega de 840 hectolitros e 18 fermentadores que oferecem a precisão e consistência apontada como diferencial. Outro destaque da fabricação está em sua linha de enlatamento, fornecida pela Cask, empresa verdadeiramente global, com sede no Canadá, com mais de 1.800 clientes em 70 diferentes países.

    Curiosamente, foi por meio de sua embalagem que conheci a colaboração da Cloudwater com outras quatro cervejarias artesanais independentes, todas Inglesas, a Good Karma Beer Co, a Rock Leopard Brewing, a Queer Brewing e a Eko Brewery.

    A Good Karma Beer Co busca, como princípio, fazer parte de uma mudança de cultura em direção a uma sociedade mais sustentável, diversa e igualitária. Sua fabricação é direcionada para cervejas sem álcool, feitas tradicionalmente sem processos sofisticados ou que precisem de adições como lactose.

    A Rock Leopard Brewing se apresenta como uma cervejaria inspirada no amor ao nobre gato couchant e pela música. Estão ainda em fase de acertar sua linha principal e encontrar um lar permanente para sua fabricação.

    O projeto Queer Brewing começou em 2019, para dar visibilidade às pessoas LGBTQ+ dentro e ao redor da cerveja, com objetivos de fortalecer a comunidade, defender os direitos e arrecadar dinheiro para instituições de caridade LGBTQ+. A iniciativa partiu da fundadora Lily Waite, que reconhece uma falta significativa da comunidade LGBTQ+ no mundo da cerveja, numa indústria dominada por vozes masculinas cisgênero, heterossexuais.

    A Eko Brewery foi fundada em 2018, com objetivo de produzir cervejas de sabor único inspiradas na cultura africana. Seus criadores, Anthony e Helena, foram inspirados pela cena da microcervejaria nos EUA e começaram a criar sua própria cerveja exclusiva. Suas pesquisas os levaram a descobrir técnicas e receitas tradicionais de fabricação.

    Quando nossa coluna trouxe os aspectos teóricos, abordamos que a colaboração inicia quando um grupo de partes interessadas autônomas se envolvem em um processo interativo para solucionar um problema ou obterem benefícios. Este processo é estabelecido quando o grupo de partes interessadas usa normas, estruturas e regras compartilhadas para decidirem ou agirem em relação a situações específicas.

    E que, desta forma, há dois elementos fundamentais para teoria da colaboração, objetivos entre as partes interessadas em relação às situações específicas e o processo interativo. Sobre as partes interessadas, entende-se que as empresas, organizações ou grupos têm interesses que são comuns ou diferentes, os quais são redefinidos ou alterados à medida que a colaboração contínua.

    Agora que vocês conheceram estes casos, podemos visualizar como a prática tem confirmado a teoria. As partes interessadas neste recorte das cervejarias artesanais independentes Inglesas são representadas pelas cervejarias locais, seus fornecedores de matéria-prima (produtores rurais locais), empresas que processam a matéria-prima, fornecedores de equipamentos e embalagens (empresas globais), colaboradores internos, instituições de caridade voltadas à comunidade LGBTQ+, os consumidores, entre outros (poderíamos incluir informações sobre os varejistas, investidores, governo, mas não temos informação levantada neste momento).

    Os motivadores que fazem estas partes interessadas interagirem, tanto em curto quanto longo prazo, são diversos. E nos mostra como a cadeia de cervejas artesanais é valiosa, envolve sonhos de empreendedores em manter tradições culturais de fabricação, busca pela qualidade, inovação contínua, expansão de negócios em cadeias globais para o mercado de equipamentos e embalagens (preferencialmente por meio de normas de controle e práticas de sustentabilidade), fortalecimento de produtores rurais locais, inclusão e apoio a diversidade, suporte a organizações de caridade, entre outros.

    Espero que tenham apreciado estas informações e possam aprofundar mais sobre o assunto. A colaboração é, além dos pontos que tratamos aqui relacionados à qualidade e inovação, uma das principais capacidades de resiliência de qualquer organização ou cadeia de suprimentos. É reconhecida como essencial para desenvolver muitas outras habilidades e capacidades, como por exemplo, agilidade nos processos operacionais e acurácia nas decisões.

    Com a colaboração e agradecimento a toda equipe do Guia, espero trazer mais sobre os benefícios da indústria cervejeira e contamos com seu interesse, querido leitor. Saúde!


    Marcelo Sá é professor de gestão em operações, pesquisador na área de riscos e resiliência em cadeias de alimentos e bebidas, esposo e pai apaixonado por sua família. Em sua folga, pode ser facilmente encontrado com uma IPA ao seu lado.

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