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Consumidor

11 fatos sobre a Magic Booze, a primeira cerveja instantânea do mundo

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
27 de junho de 2019
Atualizado em: 23 de julho de 2025
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    cerveja instantânea
    cerveja instantânea

    A segunda edição paulistana do Mondial de la Bière ficou marcada pela curiosidade e repercussão provocadas pelo lançamento da Magic Booze, que ficou mais conhecida como a primeira cerveja instantânea do mundo. A novidade rapidamente se tornou a sensação do mercado brasileiro de artesanais. Mas, também, como quase todo produto que ganha grande repercussão, tornou-se alvo de alguns pontos de interrogação.

    Criada pela Pratinha, premiada marca de Ribeirão Preto, a cerveja instantânea é uma artesanal ultra concentrada e que fica pronta com a adição de um copo de água com gás gelada, resultando em 250ml de bebida. O produto é comercializado em sachês individuais, podendo ser preparado em qualquer lugar. Foram nove meses de pesquisas capitaneadas no Beer Hack Lab, espaço de inovação e experiências da cervejaria, e cerca de R$ 9 milhões investidos até chegar ao produto final.

    Mas se, por um lado, parte dos consumidores e dos envolvidos no setor foi tomado pela curiosidade de conhecer melhor os detalhes, como seu gosto e seu inovador processo de tecnologia, houve também quem questionasse sua real efetividade para o mercado.

    Para deixar de lado o “Fla-Flu cervejeiro” e compreender em detalhes sobre o que levou a sua criação, bem como os possíveis benefícios que a Magic Booze pode trazer ao mercado, o Guia conversou com José Virgílio Braghetto Neto, fundador da cervejaria de Ribeirão Preto e idealizador da bebida.

    Confira, a seguir, nas palavras de José Virgílio, 11 fatos interessantes sobre a Magic Booze, a cerveja instantânea que se tornou sensação no mercado.

    1- Uma cervejaria de experiências
    A Pratinha vem seguindo a sua vocação original. O que parecia no início algo um pouco abstrato, até cult, com algumas nuances de segredo e mistério, como fomos referenciados no passado, percebo que agora tem feito mais sentido para o público que vem decifrando as nossas entregas e as traduzindo na nossa essência. Ou seja, a cerveja para nós não é um produto final, é um veículo para criarmos experiência para nosso público, seja ela ao estabelecer uma memória afetiva com algum ingrediente ou sabor, ter uma oportunidade para repensarmos a nossa relação com a cadeia de consumo e a sustentabilidade, nos entretermos com tecnologias de mídia, como realidade aumentada ou virtual, dividir conhecimento sobre o universo da fabricação e consumo da cerveja, reconstruir receitas de cerveja de forma fidedignamente tradicionais ou desconstruir outras de forma disruptiva. Sempre a serviço de provocar, encantar, espantar e lembrar a nós mesmos que a cerveja foi uma das invenções mais divertidas da humanidade e que tem uma capacidade natural de juntar pessoas e iniciar conversas. Esta é a Pratinha, este é o nosso Beer Hack Lab, esta é a nova vocação. Nascemos com este DNA.

    2- Uma cervejaria recente
    No início, o nosso espaço era o de uma nano-cervejaria/laboratório e que, no final de 2017, ganhou musculatura de produção com uma fábrica novíssima com capacidade de dar escala nacional a qualquer produto que tenha a demanda necessária. Porém, só entramos como players comerciais no início de 2018. Ou seja, comercialmente a Pratinha é muito nova e chegamos até aqui com um time pequeno mas apaixonado e comprometido com o nosso propósito citado a pouco, além de amigos que não nos deixam sonhar sozinhos.

    3- De onde veio a Magic Booze
    A Magic Booze surgiu deste contexto de inovação e procura por novas experiências em torno do produto cerveja. A minha esposa é natural do Estado de Santa Catarina e há muito tempo ela havia me apresentado algumas bebidas à base de cerveja, como o liquor de lúpulo e de malte que gostei muito e me despertou a curiosidade. Em paralelo a este histórico,  no passado já havíamos feito alguns ensaios com parte das técnicas aplicadas na Magic Booze de desconstrução, mas tudo de forma fragmentada e não conectada e aplicada a um só produto. Aí só precisou de uma “fagulha” vinda de um amigo junto com uma provocação – “imagina só…” – para colocarmos tudo junto. E o resultado acabou nos surpreendendo. Foi desta forma que a Magic Booze se tornou nossa linha que ficou conhecida como a “cerveja instantânea”.

    4- Cerveja ou bebida mista?
    Como em termos regulatórios, devido ao caráter super-inovador, ainda não há uma classificação em que este produto se enquadre e por atender as especificações e caraterísticas de uma bebida alcoólica mista, é desta forma que ela foi registrada. E, para respeitar os regulamentos e as normas atuais, devemos tratá-la assim, e não como cerveja – e também porque ela pode ser consumida pura (pronta para consumo) ou em drinks e coquetéis. Sabemos que a grande curiosidade e preferência do público é de consumi-la diluída em água com gás, ou seja, da forma que ela ficou conhecida. E quando apresenta as características da cerveja, quando digo que não há uma norma atual “ainda”, é porque apesar de não haver nenhuma promessa por parte do Mapa (Ministério da Agricultura), percebemos uma atitude muito positiva à frente das inovações e à evolução do mercado por parte deles. Tive uma impressão muito diferente da que tinha anteriormente e vejo um Mapa progressista e com o olhar no futuro. Um pequeno exemplo são os avanços com o novo sistema da Sipeagro que facilitou em muito a vida de todas as partes (cervejarias/fiscais/ministério). Estou muito otimista.

    5- O “segredo” da Magic Booze
    Tecnicamente, a Magic Booze é uma bebida alcoólica mista feita de cerveja desconstruída e reconstituída parcialmente para facilitar a diluição imediata quando necessário. Não há “pozinhos” mágicos ou algo que não seja relacionado aos ingredientes de produção de uma cerveja artesanal “normal”. Todo o “segredo”, que não é um segredo, pois a patente já foi requisitada, está no processo pela qual a cerveja artesanal é submetida após estar pronta. Isto já responde a curiosidade de muitas pessoas. Sim, a cerveja precisa ser produzida normalmente antes para se transformar na Magic Booze depois.

    6- O investimento na Magic Booze
    Contamos com o investimento na estrutura para a fabricação da cerveja (fábrica nova) e todos os equipamentos e pesquisa para chegarmos ao resultado final da Magic Booze. Foram investidos aproximadamente R$ 9 milhões, mas não dá para separar apenas o que foi investido exclusivamente na Magic Booze, porque todo o processo é amarrado.

    7- A tecnologia da Magic Booze
    O processo para se chegar à Magic Booze passa pela fabricação artesanal de uma cerveja de alta qualidade. Depois, utilizamos duas técnicas diferentes de descarbonatação, liofilização, reconstituição em sistema fechado e ajustes aromáticos e de extrato. Todas estas são tecnologias que já existiam de forma isolada. O que fizemos foi entender como o produto se comporta e colocar cada uma destas técnicas a serviço do resultado que queríamos. Nos sentimos honrados ao ver as pessoas tentando explicar o processo na internet, mas confesso que nos divertimos muito assistindo aos vídeos! Na trajetória de desenvolvimento surgiram outras idéias e, por “acidente”, outros possíveis produtos também, mas ainda é cedo para divulgarmos algo concreto. A Magic Booze tem sido muito importante para tornar o Beer Hack Lab da Pratinha conhecido, mas temos muita coisa acontecendo e sendo feita por lá além dela.

    8- Os próximos passos da Magic Booze
    Inicialmente, apresentamos uma versão que tem como ingrediente base a Pratipa, nossa IPA inglesa, e já estamos bem evoluídos com mais duas versões com base em uma receita de Weizen e outra de uma American Lager que estamos trabalhando sob o nome de Bohemian Spring em função do perfil aromático dos lúpulos que estamos utilizando na receita. Houve uma pré-venda da Magic Booze pela internet de um primeiro lote de aproximadamente 1000 unidades que se esgotou em menos de 24 horas e que será entregue no mês que vem (julho). Já estamos nos preparando para outros lotes que estarão à disposição também durante o mês de julho para pré-venda. O preço sugerido tem sido de R$ 14,99 e, à medida que formos ganhando escala, a tendência é do preço diminuir um pouco, mas não muito, considerando que o conteúdo da Magic Booze tem de partida o mesmo custo da cerveja que lhe dá origem – e estamos falando aqui de cerveja artesanal de verdade, o que sabemos que não é barato. Depois, ela ainda passa por todo processo tecnológico até se transformar no produto final.

    9- A funcionalidade da Magic Booze
    O nosso foco comercial principal para a Magic Booze está em condições em que a logística e a portabilidade são fatores importantes, como nos serviços de “catering” e serviços de bebida “embarcados”, como no avião e nos marítimos. A  versão ao consumidor final surgiu para despertar a atenção e curiosidade das pessoas pela novidade e pela possibilidade de consumo em situações inusitadas.

    10- Uma resposta aos críticos
    Apesar de nós mesmos termos utilizado o termo “instantânea” no início do projeto, este é um termo que acabou nos deixando divididos, pois ao mesmo tempo que ele explica, ele atrapalha, principalmente porque o termo, quando utilizado em bebidas e alimentos, geralmente nos remete imediatamente a produtos artificiais ou de baixa qualidade, o que é o oposto do que a Magic Booze é. Como já dissemos, o ingrediente principal é uma cerveja artesanal de alta qualidade que apenas passa por um processo especial para conseguir ter o seu volume reduzido e adquirir as propriedades que desejamos. É normal algumas pessoas resistirem ao novo e ao inusitado, principalmente quando quebra alguns paradigmas, mas isso faz parte dos processos de inovação e sabemos que é muito difícil agradar a todos. Não conseguimos isso nem com as nossas cervejas “tradicionais” e premiadas, quem dirá com algo disruptivo! É difícil prever ou controlar o desenrolar de algo assim, mas o fato de mostrarmos para o mundo que é possível e fazer as pessoas pararem para pensar e discutir sobre as possibilidades já nos deixa imensamente felizes, pois na Pratinha acreditamos que sempre há uma nova forma de se olhar para algo e fazer diferente.

    11- Um marco para o setor
    De uma forma muito humilde e sem querer traçar nenhum paralelo, mas apenas no intuito de relembramos algumas transformações históricas pelas quais a relação das pessoas com a cerveja passou, até o século IX não se fazia o uso de lúpulo (era utilizada uma combinação de ervas e raízes para aromatizar a cerveja) – o lúpulo entrou com uma “inovação tecnológica” pelas suas propriedades de conservação da bebida. Depois, em 1516, com a Reinheitsgebot, veio a primeira regulamentação da bebida que se tem conhecimento na história com o uso apenas de água, cevada e lúpulo. O fermento veio a agregar a lista como ingrediente em 1857 com a “descoberta” de Louis Pasteur e  depois, com a popularização da vidraria (copos de vidro), a estética do líquido passou a ter uma nova importância e concomitantemente a isso veio a tecnologia da filtragem da cerveja entre 1880 e 1900, nesta época criticada pelos puristas que acreditavam que a cerveja não deveria ser filtrada, o que depois se tornou o “padrão”. Depois de 1933, com o final da proibição nos Estados Unidos, as cervejas passaram a ser mais “diluídas” e a poucas décadas se popularizou a utilização de frutas nas cervejas. Isso também causou muita polêmica e muitos diziam não poder chamarem “aquilo” de cerveja (apesar dos belgas já estarem fazendo isso desde 1930), o que ironicamente se tornou uma das características do primeiro estilo oficial de cerveja no Brasil com as Catharinas Sours. E não para por aí. Houve adição de jatobá, piqui, cumarú, tomate, milho, erva-mate, chocolate, mel e assim vai. Este universo é riquíssimo e, quase em 2020, vejo as inovações acelerando em uma razão exponencial. Que bom que podemos testemunhar estes tempos.

    Confira o vídeo de apresentação da Magic Booze

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      2 COMENTÁRIOS

      1. Joca Joca 27 de junho de 2019 No 11:02

        Fantástico, simples assim. Joca – Cervejoca

        Responder
      2. Augusto Augusto 27 de junho de 2019 No 16:04

        Desculpe só descordar do título da reportagem.
        Nos EUA algumas cervejarias já lançaram essa idéia desde o início da década.
        De qualquer forma, parabéns pela iniciativa!

        Responder

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