A Colorado aproveitou o clima da Copa do Mundo para lançar mais uma cerveja da Brasil com S, a sua linha que possui rótulos com ingredientes tipicamente nacionais. A marca da Ambev agora apresentou ao público uma Witbier que leva mexerica e capim-limão em sua composição.
Essa novidade é feita a base de trigo, possui 4,3% de teor alcoólico e 12 IBUs de amargor. E reforçando o conceito da Brasil com S, que possui cervejas especiais produzidas com ingredientes nacionais e em edições limitadas, a Witbier só conta com insumos locais em sua receita.
No lançamento, a Colorado destacou que a novidade tem alto drinkability, fator que estimula, em sua visão, o consumo nesse período do ano, com temperaturas mais altas, além de coincidir com a disputa da Copa do Mundo.
A marca também aproveitou o torneio no Catar para lembrar o futebol na embalagem, com uma homenagem à várzea e aos campos de terra. Já o rótulo da cerveja possui um pé com chinelo sobre uma bola.
“A gente sabe que futebol e cerveja caminham lado a lado. É parte da identidade nacional. Por isso, queremos transformar esse momento mágico em algo 100% brasileiro. É Brasil no paladar e, claro, nos gramados. Uma combinação perfeita”, destaca Thomás Debeus, head de marketing da marca da Ambev.
O lançamento da Witbier não é a única novidade da Colorado durante o período da Copa do Mundo. A marca vai pagar uma rodada gratuita de Chopp Brasil com S, Appia ou Ribeirão Lager nos bares Debetti, na Cidade Jardim, em São Paulo, e Vikings (Nova Iguaçu, Tijuca, Humaitá, Caxias, Vista Alegre, Ilha do Governador e Nova América), no Rio de Janeiro.
A ação também irá acontecer em áreas VIPs de aeroportos pelo Brasil, casos da Plaza Premium, em Guarulhos (SP) e no Galeão (Rio de Janeiro); do The Lounge Vitória, na capital capixaba; e do Azul Lounge, em Viracopos/Campinas (SP).
A indústria cervejeira do Brasil tenta se equilibrar entre diversos fatores no momento da escolha dos maltes para uso no processo produtivo. Ao mesmo tempo em que percebe o consumidor mais exigente, o que a força a diversificar as opções de estilos, a utilização do malte Pilsen continua em alta, especialmente em um cenário de custos elevados. Afinal, há dificuldades na produção de cevada, com quebras de safra em regiões como a Europa e a América do Norte, e até mesmo pela guerra na Ucrânia.
Independentemente da exigência crescente por novos tipos de maltes enquanto a diversidade de estilos de cervejas aumenta, a questão da relação mais racional entre a demanda do mercado e o custo da fabricação continua sendo a mais importante para determinar os volumes utilizados entre os tipos deste insumo no curto prazo.
“É importante considerar o cenário econômico que passamos, com a pressão por custos e margens nas cervejarias também pegando. Nestes momentos, a utilização de maltes especiais acaba encarecendo a conta”, ressalta o engenheiro químico Cauê Mohler, coordenador industrial de malte na Agrária, embora reconhecendo que algumas demandas, de fato, influenciam nas escolhas dos maltes a serem aplicados.
“Temos também as tendências em temas como saudabilidade e consciência no consumo de álcool, e surgem aí diversas oportunidades em produzir diferentes estilos de cerveja sem álcool, com menor nível calórico ou sem glúten, por exemplo. Mas, sem dúvida, o malte Pilsen é o carro-chefe”, completa.
Assim, há um consenso de que o panorama econômico, com os efeitos da crise sanitária, motivou a maioria das cervejarias a priorizar ainda mais, nesse momento, a produção das bebidas mais acessíveis, predominantemente fabricadas com maltes Pilsen.
“A pandemia enxugou bastante a questão da variabilidade. Temos muito menos variedade de cervejas. E muitas cervejarias perceberam que se concentrar em menos produtos, e que tenham um pouco mais de escala de produção, pode facilitar tanto a operação interna quanto a comunicação com os consumidores”, afirma Carlo Enrico Bressiani, diretor da Escola Superior de Cerveja e Malte (ESCM).
Ele aponta que mais de 90% da produção está concentrada nos maltes-base, como o Pilsen, o Vienna e o Munique, uma proporção que ainda deve levar algum tempo para se modificar, com quebras de safra da cevada estimulando maior preocupação com a estabilidade no fornecimento dos maltes do que com a busca por variedades. “Provavelmente vai haver uma retomada dos estilos mais especiais durante os próximos anos, mas os maltes-base são os mais demandados”, analisa Bressiani, que é sommelier de cervejas e mestre-cervejeiro.
A possibilidade de busca por uma maior diversidade de maltes só deverá ficar mais clara ao fim do verão, com o término do período de auge do consumo de cerveja, na visão de Bressiani. “Existe uma tendência de mudança no mercado (com a fabricação de um maior número de tipos de malte), mas temos que ainda entender como será o pós-pandemia. Acredito que só vamos realmente enxergar um mercado com mais clareza a partir de fevereiro ou março do ano que vem, depois de passar a Copa do Mundo e o verão”, vislumbra.
Na avaliação de Mohler, a produção de cevada continua sendo o principal desafio para a evolução da malteação no país, um cenário que não deve se alterar em 2023. Afinal, a fabricação do ingrediente deverá estar suscetível às condições climáticas, que podem ter impactos significativos na produtividade e qualidade da cevada.
“Em relação à safra 2022/2023, é projetada quebra de safra na Argentina, Uruguai, Brasil e Austrália por questões climáticas adversas. Crise energética na Europa, também em virtude da guerra na Ucrânia, está impactando fortemente nos custos de produção de malte em diversos países do bloco. Neste contexto, 2023 se posiciona como um ano desafiador para toda a cadeia de produção de malte e cerveja”, prevê Mohler.
Investimentos em malte Mesmo assim, quem fornece malte já se prepara para suprir eventual aumento da demanda, com a busca pela variedade, que em algum momento irá chegar. Com isso, ainda que dependente da importação de cevada para atender a demanda das cervejarias, o Brasil também tem avançado na disponibilização de opções diversificadas para a indústria. Como maior maltaria da América Latina, a Cooperativa Agrária Agroindustrial continua tendo o Pilsen como carro-chefe do seu portfólio, mas buscou atender o mercado com novidades.
Em 2017 foram lançados os maltes Pale Ale e Vienna Agrária, em 2018 o malte Munique e no final de 2021 lançamos o malte de trigo. Não são o nosso grande volume de produção, mas entraram com o objetivo de serem mais opções para atendermos nossos clientes
Cauê Mohler, coordenador industrial de malte na Agrária
Além disso, acreditando na possibilidade de aumento da demanda por malte nacional, a Agrária anunciou investimentos recentemente, como lembra o coordenador industrial de malte. “O Brasil não é autossuficiente na produção de malte e suas cervejarias acabam tendo que importar volumes expressivos de malte de países como Argentina, Uruguai e também da Europa. Neste ano, a Agrária anunciou a construção da maltaria Campos Gerais junto com as cooperativas parceiras Frísia, Castrolanda, Capal, Bom Jesus e Copagrícola, prevista para o final de 2023. Teremos um aumento expressivo na capacidade de produção de malte no Brasil”, afirma.
E se a malteção se dá principalmente com a cevada, ela não se resume a esse cereal, também podendo ser feita com trigo e centeio, por exemplo. Além disso, há variados processos de produção de maltes, que podem ser torrados, caramelizados, defumados, acidificados e diastásicos, cada qual com características e composição química para agregar diversas nuances às cervejas.
“A Agrária hoje tem em sua linha de produção diferentes tipos de malte Pilsen, de trigo e os de base – Munique, Vienna e Pale Ale. Além disso, representamos nossos parceiros Weyermann, Dingemans e Crisp, completando o portfólio com opções de maltes especiais, tendo soluções completas para nossos clientes”, reforça o coordenador industrial.
As cervejarias do Brasil foram até a Bélgica faturar nove medalhas. Esse foi o número de honrarias conquistadas pelas marcas nacionais na 11ª edição do Brussels Beer Challenge, com destaque para a Blumenau Craftlab Grodziskie Dona Patroa, eleita a melhor cerveja brasileira, e a Stannis, que levou duas medalhas de ouro e uma de prata.
A Dona Patroa ganhou ouro ao ser escolhida a melhor na categoria Flavoured Beer: Smoked Beer, ampliando a sua coleção de medalhas, além de ter sido apontada como destaque do país no Brussels Beer Challenge. Este ano, a Grodziskie da Blumenau já havia sido bronze no European Beer Star, tendo sido ouro no Concurso Brasileiro de Cervejas, também sendo escolhida a melhor cerveja da competição. Ainda em 2022, faturou uma prata no Brasil Beer Cup.
Mas não foi só a Blumenau quem levou ouro em Bruxelas. A Ashby, por exemplo, também vai voltar da Bélgica com uma medalha dourada, para a Puro Malte, na categoria Lager: American-Style Pilsner.
A Stannis, por sua vez, conquistou dois ouros. Eles foram com a Black Dandara (Dark Ale: Dark/Black IPA) e a Red Sönja (Red Ale: Irish Red Ale). A marca ainda levou uma prata, com a Ororo Dunkel, na categoria Lager: Dark/Dunkel (incluindo Schwarzbier).
Foram, ainda, mais duas medalhas de prata para as marcas brasileiras no Brussels Beer Challenge, para a Red Ale da Brotas Beer (Red Ale: Irish Red Ale) e a Barley Wine da Leopoldina (Flavoured beer: Smoked Beer).
As cervejarias do Brasil também conquistaram dois bronzes em Bruxelas. Esses foram para a Catharina Sour com Jabuticaba da Masterpiece (Speciality Beer: Other Sour Ale) e a Imperial Stout da St. Patrick’s (Stout/ Porter: Russian Imperial Stout).
Como foi o Brussels Beer Challenge Nesta edição do Brussels Beer Challenge, 85 especialistas julgaram 1.800 cervejarias de todo o mundo. Foram 41 países participantes da competição cervejeira, com alguns novatos, casos de Cabo Verde, Turquia, Índia, Equador, México e Malásia.
Em termos de resultados, a Bélgica manteve a liderança com 82 medalhas (de um total de 270), seguida por Holanda (35), Itália (34), Estados Unidos (25), China (16), França (15), Alemanha (11) e Brasil (9).
A Bélgica também teve a melhor cerveja da competição cervejeira, a Gouden Carolus Whiskey Infused, da Brouwerij Het Anker, que também levou ouro na categoria Speciality Beer com mais de 7% de graduação alcoólica.
A cervejaria Masterpiece foi o grande destaque brasileiro e sul-americano do International Beer Challenge. A marca de Niterói (RJ) ganhou o prêmio de Cervejaria da América do Sul Mais Recomendada por ter sido a que mais faturou medalhas entre as participantes do continente.
Foram cinco medalhas conquistadas pela Masterpiece, sendo duas de prata e três de bronze no International Beer Challenge, tradicional premiação realizada em Londres e que em 2022 teve a sua 26ª edição.
As medalhas de prata foram para a Jan Matejko (Pale Schoeps) e a Catharina Sour com Jabuticaba. Já os bronzes para a Masterpiece no International Beer Challenge ficaram com a Dortmund (Adambier), a Catharina Sour com Amora e a Manet (Blond Ale com Goiaba).
Nesta edição do prêmio, a belga John Martin Brewery foi eleita a melhor cervejaria. Para isso, conquistou oito medalhas de ouro, uma de prata e duas de bronze, também sendo a mais premiada da Europa. E teve a melhor Ale com mais de 5% de graduação alcoólica da competição cervejeira.
Já a 1906 Black Coupage, da espanhola Hijos de Rivera e que no Brasil faz parte do portfólio da Estrella Galicia, acabou sendo escolhida a melhor cerveja do International Beer Challenge, uma premiação que envolveu os rótulos que haviam sido agraciados com medalhas de ouro, passando por nova avaliação dos jurados.
Foi uma mudança em relação aos dois anos anteriores, quando cervejas sem álcool ou com baixa graduação alcoólica haviam triunfado na competição em Londres – agora, então, venceu um rótulo com 7,2% ABV. Na disputa, a 1906 Black Coupage também acabou sendo escolhida a melhor Lager com mais de 5% de graduação alcoólica.
Esta edição do International Beer Challenge teve a participação de cervejarias de 31 países, tendo distribuído 61 medalhas de ouro. Além disso, foram 131 pratas e 177 bronzes.
A Black Friday, uma das mais importantes datas do varejo no mundo, coloca à prova a capacidade das empresas e da indústria de abastecer o expressivo crescimento da demanda por produtos e serviços. Com base nessa expectativa, a BravoZero reforçou seu estoque para atender clientes com pronta-entrega, esperando auxiliar no planejamento para as festas de fim de ano e atendendo o aumento da demanda proporcionado pela Black Friday.
“A BravoZero tem se preparado desde o começo de 2022, sabendo que em todo final de ano recebemos uma alta demanda de pedidos, principalmente pelas chopeiras elétricas. E desta vez ainda teremos uma Copa do Mundo nesta época. Com isso, reforçamos a produção de equipamentos e o estoque, o que nos dá uma vantagem competitiva em relação aos produtos de pronta-entrega”, ressalta Wilson Seiti Harada, coordenador de desenvolvimento de projetos da Eidee, empresa responsável pela BravoZero.
Com a realização da Copa do Mundo no Catar, iniciada no último domingo, a demanda pelas chopeiras deverá ser alta por parte dos torcedores que promoverão encontros ou festas com amigos para acompanhar as partidas do torneio, que vai acabar no dia 18, apenas uma semana antes do Natal.
A BravoZero também anunciou uma promoção especial para alavancar as suas vendas na Black Friday. Quem comprar uma chopeira, independentemente do modelo do equipamento escolhido, receberá um mini kit Heineken de extração de chope.
A empresa assegura frete grátis para todas as entregas realizadas nas regiões Sudeste e Sul, que concentram os principais clientes da BravoZero. E garante que pode oferecer descontos para compras feitas na Black Friday, a depender das condições de aquisição.
“Podemos negociar diretamente com o nosso departamento comercial e os valores poderão ser reduzidos conforme as quantidades solicitadas, sendo que temos desde clientes residenciais até os de empresas que trabalham com delivery, que precisam de muito mais equipamentos”, completa Harada.
A BravoZero, referência no mercado de chopeiras elétricas no Brasil, disponibiliza equipamentos com capacidades de 50 e 70 litros por hora. No caso das chopeiras com maior dimensão e poder de armazenamento da bebida, a marca vende e aluga aparelhos com uma ou duas torneiras.
“Além de diferentes tipos de chopeiras, temos kits de extração de chope, que possuem válvula, regulador de pressão e cilindro de CO2, além de outros acessórios que oferecemos”, destaca Harada.
A formação cultural do Brasil, com as características que compõem os traços da sociedade, passa, necessariamente, pela trajetória e participação do negro. Essa presença é ainda mais preponderante no esporte que expressa a cultura nacional, o futebol, referência associada ao país em solo estrangeiro, e no qual o negro é craque e referência, como Leônidas da Silva, Pelé e Ronaldinho Gaúcho, mas também vilanizado, como Barbosa, e excluído.
A exclusão data já da chegada do futebol ao país, como um esporte de elite, mas um cenário que se alteraria rapidamente em comparação a outros aspectos de manifestações culturais que deixam, até hoje, o negro marginalizado. Mas que não mudaria nos cargos de poder no esporte e de comando, com o país tendo poucos técnicos e dirigentes negros nos principais clubes.
“A escravidão termina em 1888 e o futebol chega, oficialmente, ao Brasil em 1894. Seria pouco logico pensar que o negro se incluiria rapidamente. Mas, pensando em outros aspectos da cultura, a inclusão até foi rápida. E isso tem muita relação com o profissionalismo, pois antes as pessoas pobres não teriam como se dedicar a ele”, avalia o doutor em Educação pela UFRGS Gustavo Bandeira e autor do livro “Uma história do torcer no presente”.
Com essa entrada do negro em campo, a sua participação no futebol brasileiro e a relação cultural que molda a sua associação à modalidade se dão a partir de alguns pilares, como a ampliação da gama de talentos a serem selecionados, o sucesso esportivo brasileiro, que tem os negros como protagonistas, e a lógica da representatividade. “Acredito que esse foi um dos primeiros espaços que os negros ocuparam com seus talentos, apesar de todo o preconceito existente”, avalia Diego Dias, sócio-proprietário da Implicantes, cervejaria que homenageia em seus rótulos personalidades históricas negras.
E se é verdade que o torcedor brasileiro teria de esperar até 1958 para comemorar o primeiro título mundial, foi 20 anos antes que o país viu o talento negro emergir para o mundo, com o “Diamante Negro”. Foi assim que ficou conhecido Leônidas da Silva, artilheiro da Copa do Mundo de 1938, com oito gols, e destaque máximo da seleção brasileira, terceira colocada na competição realizada na França.
Também se consagrou como ídolo de São Paulo e Flamengo, levando multidões aos estádios. Nos paulistas, sua estreia é responsável pelo maior público da história do Pacaembu, com 70 mil pessoas, em 1942, para um clássico entre São Paulo e Corinthians. No Rio, é considerado figura fundamental para tornar o Flamengo o clube com mais torcedores no país.
Em todo o Brasil, acabou eternamente associado aos gols de bicicleta, embora historiadores do esporte apontem o chileno Ramón Unzaga Asla como inventor da jogada. Mas o que mais importa é que o seu poder de improvisação e agilidade, exibidas com o corpo solto no ar, nunca mais se dissociaram das características desejadas e associadas ao jogador brasileiro.
“Tivemos o entendimento que a maneira como Leônidas jogava era um jeito brasileiro de jogar futebol. Ao longo dos tempos, isso continuou bem representado por outros atletas, a sua maioria negros, com o último grande expoente sendo Ronaldinho Gaúcho, com os seus dribles e alegria”, diz Bandeira.
Não à toa, Leônidas virou produto. O Diamante Negro foi chocolate criado em 1939 e continua sendo comercializado até hoje com enorme sucesso. Mais recentemente, também estampou rótulo de cerveja, a Grande Artilheiro, uma German Pilsner, da Implicantes.
“A homenagem, mais que devida, ao Leônidas da Sílvia foi para lembrar a sua história e feitos, que são inúmeros. Foi ele quem difundiu a jogada conhecida como bicicleta, que sempre acabava em gol. Foi, ainda, o primeiro jogador a ser garoto-propaganda de marcas, entre outras conquistas. Mesmo assim, com todo seu talento e conquistas, sofreu racismo, pois, naquela época, o negro não podia tirar foto em formação com a equipe toda”, diz o sócio-fundador da Implicantes.
Depois de Leônidas… Se Leônidas foi o primeiro craque e ídolo negro do futebol nacional, ajudando a construir o estereótipo do jogador brasileiro, a relação entre o esporte, uma sociedade onde o racismo está presente, seja de modo velado ou não, e o homem preto, teve, é claro, momentos em que o preconceito contra ele esteve escancarado, ainda que em meio às críticas esportivas.
Foi, assim, em 1950, com o goleiro Barbosa sendo o principal vilão da derrota para o Uruguai, com “uma condenação” que marcou toda a sua vida, com atos de crueldade, como impedi-lo de visitar a seleção brasileira na preparação para a Copa de 1994. “Algumas pessoas dizem que a culpa recaiu sobre ele por ser o goleiro, mas uma pessoa preta no Brasil, nunca deixa de ser uma pessoa preta. Não dá para separar isso. A trajetória do negro sempre passa por isso”, argumenta o doutor em educação pela UFRGS.
O título mundial que não veio para o Brasil de Barbosa, mas seria conquistado em 1958, no início do reinado de Pelé no futebol mundial.
Ao seu modo, Pelé colocou o homem preto no topo do mundo. Ele faz até os racistas reconhecerem que o melhor jogador do mundo é um homem negro. Com isso, Pelé ajuda a dar visibilidade e mostra que o homem preto pode ser o melhor de todos
Gustavo Bandeira, autor do livro “Uma história do torcer no presente”
Assim, a atmosfera que envolve o futebol brasileiro está, até internacionalmente, associada aos craques negros. E, de quatro em quatro anos, famílias se reúnem, em meio a churrascos regados a cerveja, para a comemoração inebriante da vitória ou a resiliência da derrota.
“No Brasil o futebol sempre foi reverenciado e entendido como nossa identidade cultural. A presença significativa de negros, deu ao futebol sua brasilidade, com penteados, gingado. Isso vai além do campo, com referência trazidas pelos ídolos até mesmo na forma de vestir, falar”, conclui o sócio-fundador da Implicantes.
Uma cerveja pode ir muito além do ato de fruição pelo consumidor. Entendendo que a bebida oferece a possibilidade de propagação do conhecimento antirracista através das informações estampadas em seus rótulos, ao mesmo tempo em que promove a democratização de sabores, a cerveja Alforria tem apostado na variedade de estilos e nas homenagens a grandes personalidades negras para dialogar com todos os públicos.
De Vitória da Conquista (BA), a Alforria surgiu em 2019, mas é uma ideia bem mais antiga de Maurício Reina, seu fundador. E a realização de um sonho bem conhecido dentro do setor. Do desejo de produzir uma cerveja com a sua cara, ele fez cursos sobre produção cervejeira e passou a apresentar suas criações caseiras aos amigos. Deu tão certo que Reina acabou por criar a sua própria marca.
Desde então, a Alforria tem sido uma marca que aposta na diversidade de estilos. Reina contabiliza mais de uma dúzia de estilos de cerveja no portfólio da marca, como APA, American IPA, American Wheat, American Porter, Vienna Lager e Russian Imperial Stout.
Nessa ampla gama de estilos, a Alforria foi, também, encontrando a possibilidade de prestar sua reverência a personagens importantes, como Zumbi dos Palmares e Dandara, figuras emblemáticas da resistência negra no período colonial, assim como Tia Ciata, e grandes nomes de fora do Brasil, casos de Jesse Owens, Angela Davis e Nelson Mandela.
A ideia, assim, é reforçar a importância da luta contra o racismo e a escravidão, também permitindo que os consumidores das cervejas da Alforria conheçam mais sobre esses personagens e suas lutas através dos rótulos.
“Buscamos contar a verdadeira história, que muitos não conhecem e ficam surpresos ao ler tais informações nos rótulos. Essa foi a maneira encontrada de valorizar a luta dessas pessoas que nos antecederam e manter sempre ativa a luta contra o racismo”, diz o fundador da Alforria.
A variedade de estilos ofertada pela Alforria também concede a possibilidade de o público ter acesso a cervejas que nem sempre são tão conhecidas do consumidor. “Eu sempre sonhei e desejei que a minha cerveja fosse para todos os públicos e de todo poder aquisitivo. É esse é o grande trunfo da cerveja artesanal, sair da zona de conforto, da mesmice. Existe uma gama de estilos que potencialmente agradará várias pessoas e esse é o caminho”, defende Reina.
O próximo passo do sonho do fundador da Alforria é contar com a própria fábrica para que sua cerveja atinja mais pessoas e as façam rememorar sabores do passado enquanto têm contato com figuras históricas.
“Eu fiz uma Russian Imperial Stout com adição de paçoca e cumaru e um cliente relatou que, ao degustar a cerveja, voltou à infância, tendo uma maravilhosa memória afetiva. Esse é o poder da cerveja artesanal e que devemos sempre buscar”, conclui o fundador da marca.
O Catar proibiu a venda de cerveja nos estádios da Copa do Mundo nesta sexta-feira, a apenas dois dias do início do torneio, em uma reviravolta que parece ignorar o acordo firmado entre o emirado muçulmano e a Fifa para a realização da competição no país.
A venda de álcool tem, no cotidiano, grandes restrições no Catar, mas, ainda assim, a medida causou surpresa, pois a Budweiser é uma das principais patrocinadoras da Copa do Mundo.
Além disso, o Catar, como qualquer país-sede da Copa do Mundo, concorda com os requisitos da Fifa para organizar o torneio e eles envolvem a venda de álcool nos estádios. Nunca, porém, foram revelados os detalhes de como isso se daria, em uma clara indicação de como o tema era sensível.
Nesta sexta-feira, então, a Fifa comunicou que só a cerveja sem álcool será vendida nos oito estádios que receberão jogos da Copa do Mundo no Catar, enquanto algumas bebidas alcoólicas serão servidas nas áreas de hospitalidade das arenas.
Aos torcedores, que não têm acesso a esses setores de luxo dos estádios, o consumo de bebidas alcoólicas praticamente vai se resumir ao Fifa Fan Festival, uma área reservada em Doha com exibições de jogos, shows musicais e outras atividades. Ainda assim, isso será permitido a partir das 19 horas. E o preço é elevado: 50 rials catarianos (aproximadamente R$ 74) por um copo de 500 ml.
Fora do ambiente da Copa do Mundo, o Catar conta com limites rígidos para comercialização e consumo de bebidas alcoólicas, algo que se resume, praticamente, aos bares de alguns hotéis.
“Após discussões entre as autoridades do país anfitrião e a Fifa, uma decisão foi tomada para focar a venda de bebidas alcoólicas no Fifa Fan Festival, outros destinos turísticos e pontos autorizados, removendo os pontos de venda de cerveja dos perímetros dos estádios”, diz a Fifa em um comunicado.
A AB InBev, detentora da marca Budweiser, possui contrato de patrocínio com a Fifa para a Copa do Mundo, o que lhe assegura o direito de exclusividade de comercialização de cerveja nos ambientes oficiais do torneio. E, diante da proximidade da disputa da competição, já havia despachado ao Catar parte relevante do estoque da bebida que pretendia vender no país.
“Os organizadores do torneio agradecem a compreensão do grupo AB InBev e o contínuo apoio para atender a todos durante a Copa do Mundo 2022”, afirma a Fifa, em trecho do seu comunicado. “Bem, isso é estranho”, chegou a publicar a Budweiser em seu perfil no Twitter, em mensagem que foi excluída posteriormente.
Embora as vendas de cerveja nos estádios da Copa do Mundo tenham pouca relevância no volume total comercializado por uma gigante como a AB InBev, a competição é vista como enorme alavancadora de ações de marketing. E, não, à toa, a Budweiser está associada ao torneio desde 1986. A última renovação de contrato da AB InBev com a Fifa, inclusive se deu um ano depois, em 2011, do Catar ter sido escolhido sede do Mundial de 2022.
Ante um acordo comercial, porém, acabou prevalecendo a postura do governo do Catar, liderado pelo emir Tamim bin Hamad al-Thani e que segue um movimento ultraconservador do islamismo, o wahabismo. Essa postura, inclusive, já havia levantado preocupações sobre como visitantes estrangeiros seriam recebidos no Catar, que criminaliza a homossexualidade e a embriaguez pública.
Para a Copa do Mundo de 2014, o Brasil aceitou flexibilizar uma lei que proibia a venda de cerveja nos estádios, o que, inclusive, abriu caminho para algumas regiões adotarem medida semelhante para além do período do torneio. Não havia, porém, é claro, o impacto cultural e da interpretação religiosa que fizeram o Catar vetar a comercialização da bebida a dois dias da abertura do Mundial.
Sob diferentes olhares, Maria Firmina dos Reis não possui uma trajetória comum dentro da sociedade ou da literatura brasileira. Mas tem o apagamento tão comum aos negros presente em sua história. Por isso, há poucos registros da escritora maranhense, nascida em 1825, e que carrega dois marcos: a de ser a primeira autora negra brasileira e a de ter escrito um livro de teor abolicionista e que dá voz aos escravizados.
Tão importante, mas que, ao mesmo tempo, foi pouco lida, ficando praticamente esquecida por mais da metade do século XX. Hoje, porém, é homenageada em grandes festivais literários e ganhou o seu próprio rótulo de cerveja, feito pela Dutra Beer.
Entre 23 e 27 de novembro, poucos dias depois da celebração do Dia Nacional da Consciência Negra, que neste ano ocorre no domingo, Maria Firmina será a autora homenageada da Flip, a Festa Literária Internacional de Paraty (RJ). Seu destaque no principal evento literário do país, que contará com inúmeras mesas de debate dedicadas a ela, resgata uma trajetória que superou a tentativa de apagamento para se consagrar como uma das grandes vozes brasileiras na luta contra a escravidão e o racismo.
Ao escrever Úrsula, a sua principal obra, em 1859, Maria Firmina ficaria marcada por pioneirismos. Mas não apenas por eles. Afinal, ao apresentar um triângulo amoroso entre personagens negros que questionam o sistema escravocrata, a autora deu a eles um ineditismo de protagonismo na literatura brasileira. E ainda escancarou a crueldade dos senhores de escravos, representados por Fernando, o vilão da história.
“A leitura de sua obra tem a virtude de olhar para pessoas negras, escravizadas ou libertas, como pessoas, antes de tudo, dotadas de sensibilidade, capacidade de amar e de odiar, esperança e tudo o mais. Há três figuras notáveis no romance nessa condição”, diz Luís Augusto Fischer, escritor e professor do Instituto de Letras da UFRGS.
Para entender mais sobre quem produziu obra com tantos ineditismos e marcos, é necessário olhar para o pouco que se sabe da trajetória além dos livros de Maria Firmina, como professora concursada no Maranhão e sua vida intelectual, com a luta antiabolicionista registrada em textos na imprensa local. Mas também especular sobre possíveis leituras de autores estrangeiros que podem tê-la influenciado.
“Parece claro que ela tinha na alma os modelos narrativos do romance francês, como ‘Paulo e Virgínia’, de 1788, de imenso sucesso por muitas décadas, assim como Alexandre Dumas, com as aventuras arrebatadoras de um ‘Conde de Monte Cristo’, de 1844, eu imagino. Deverá ter lido também algo do romance inglês, quem sabe algum das irmãs Brontë, como o ‘Morro dos Ventos Uivantes’, de 1847. E é bastante provável que tenha lido ‘A Cabana do Pai Tomás’, de Harriet B. Stowe, lançado nas em 1852 e logo traduzido para várias línguas, inclusive o português”, comenta Fischer.
Se apresentou importantes ineditismos em Úrsula, Maria Firmina foi além das suas obras. Em um gesto que pode ser considerado revolucionário dentro de um contexto histórico, realizou ação educacional emblemática ao fundar uma escola com aulas gratuitas para turmas mistas (com homens e mulheres) no século XIX.
O resgate de Maria Firmina Sua trajetória e obra, porém, ficaram esquecidas por décadas, em uma inviabilização que tem muito em comum com a trajetória dos negros brasileiros. Foi resgatada apenas nos anos 1960, quando a sua obra foi recuperada em um sebo do Rio de Janeiro por um historiador.
“Depois de lê-la agora, no século XXI, a gente se pergunta, sem encontrar resposta pela impossibilidade até de pensar nisso, que porém se expressa numa pergunta importante: o que teria acontecido à produção literária brasileira (e ocidental) caso sua obra tivesse circulado bem, a partir de sua publicação?”, questiona Fischer, apontando que se tivesse sido propagada, a obra de Maria Firmina poderia ter influenciado grandes autores e mesmo a história brasileira.
“Quantas novas possibilidades de consideração sobre a subjetividade de pessoas escravizadas teriam sido possíveis? A própria campanha abolicionista, em sentido amplo (não apenas aquela dos anos 1880 finais), que rumos teria tido? Como ela teria sido lida por Machado de Assis e Lima Barreto, para citar os dois mais importantes romancistas, talvez não casualmente ambos negros, da capital de então?”, acrescenta.
A partir de 2017, ano do seu centenário de morte, Maria Firmina amplia seu público, que certamente tem ganhado novos adeptos em 2022. Afinal, em maio, antes mesmo da Flip, também foi escolhida para ser uma das homenageadas entre as cervejas literárias do Festival Literário de Araxá, o Fliaraxá, realizado na cidade do interior mineiro. Naquela oportunidade, a Dutra Beer produziu uma Ginger Beer com o nome de Maria Firmina.
As homenagens, assim, podem ser vistas como tentativas de reconectar o Brasil com a sua história e diversidade, em muitos casos marginalizada.
Ela entrou na corrente sanguínea da literatura, na escola, na universidade, na crítica, para nunca mais sair. A gente talvez ainda demore para poder decantar tudo que sua obra significa, porque a perplexidade sobre sua invisibilidade ainda é maior do que o debate produtivo. Mas é certo que a história do romance no século XIX, o século em que o romance aparece e se firma no Brasil, muda a partir dela
Luís Augusto Fischer, escritor e professor do Instituto de Letras da UFRGS
Nem só de preparação para a Copa do Mundo vive o segmento cervejeiro em novembro. Um exemplo disso é a Trilha, que decidiu expandir as suas atividades além da cervejaria, com a abertura, em São Paulo, da sua fermentaria, no mesmo galpão onde guarda os seus barris envelhecidos.
Em outra frente, a Hop Growers of America anunciou as dez cervejarias que vão concorrer ao prêmio de melhor West Coast produzida com os seus lúpulos. Já a Ambev revelou os detalhes do Bora, o seu programa de inclusão que pretende ajudar 5 milhões de pessoas ao longo dos próximos dez anos.
Confira essas e outras novidades do setor no Menu Degustação do Guia:
Fermentaria da Trilha As criações da Trilha Cervejaria ganharam mais um endereço para receber o público: a Trilha Fermentaria. Um galpão no bairro Barra Funda, em São Paulo, onde são armazenados os barris de madeira nos quais a cervejaria envelhece alguns de seus rótulos mais especiais, foi transformado em um espaço múltiplo. Um bar com cardápio de entradas, pizzas e sobremesas ocupa a calçada e frente do imóvel, enquanto o fundo abre oportunidade para grupos, eventos temáticos, aulas e workshops. São 18 torneiras de chope, além de carta com opções exclusivas de cervejas envelhecidas no local. O espaço, na rua Cônego Vicente Miguel Marino, 390, funciona de quarta-feira até domingo.
Festival em Ribeirão Pires O Steak Pork Festival chega a Ribeirão Pires (SP), nesta sexta-feira, a partir das 17h, e no sábado e domingo, a partir das 12h, no Complexo Ayrton Senna. Para participar do festival, basta doar 2 quilos de alimentos não perecíveis. O encontro já passou por diversas cidades paulistas e é uma parceria entre a Cervejaria Madalena e a SM Eventos. Diversos rótulos da Madalena, como Lager Premium, Bohemian Pilsen, Session IPA, Double IPA, Weiss, Stout e Lager Light, além de food trucks com drinques especiais, estarão disponíveis para o público, além de muito rock’n roll.
Festival em Joinville Com 30 cervejarias artesanais confirmadas, que irão oferecer mais de 300 opções de chope, além de outras opções de bebidas, o Festival Craft Beer Joinville edição Natal, será realizado nos dias 3 e 4 de dezembro na Expoville. Várias marcas vão lançar produtos. Também haverá cachaçaria, vinícola, cafés especiais, hidromel, batidas artesanais e kombucha. A praça gastronômica vai abrigar 22 food trucks. E haverá uma área de 400 m² de área kids com monitores.
140 anos da Black Princess A Black Princess, cerveja do Grupo Petrópolis, comemora 140 anos em 2022 e terá uma série de ações e experiências para celebrar. O ponto alto é a série limitada e histórica da lata naked, cinza e sem qualquer estampa a não ser o logo da marca, que servirá de inspiração e ponto de partida para o consumidor customizá-la. A promoção, que vai até 9 de dezembro, vai premiar, com uma viagem de 140 horas, o participante que criar a melhor arte na lata.
Inscrições prorrogadas O Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) prorrogou até 30 de novembro as inscrições para a chamada pública do projeto PAR 2020 – Aplicação de sistemas termossolares de baixa e média temperatura em indústrias de bebidas. O projeto irá beneficiar até 4 fábricas com a instalação de um sistema de aquecimento de água por meio de coletor solar que proporcionará redução do consumo de energia elétrica, aumentando a eficiência energética da unidade industrial.
Prêmio para cerveja com lúpulo americano A Hop Growers of America (HGA) anunciou que 10 cervejarias de 6 estados estão concorrendo ao HGA Best Brazilian Craft Beer 2022. A iniciativa vai premiar a melhor West Coast IPA que utilizou os seus lúpulos. O vencedor será anunciado no dia 29, sendo que estão na disputa as paulistas Tarantino, Satirus Brewery e Leuven; as mineiras Koala San Brew e Zalaz, a paranaense Alright Brewing Co., a carioca Three Monkeys e as gaúchas Narcose e 4 Árvores, além da catarinense Lohn.
Inclusão da Ambev A Ambev quer dar novas perspectivas de futuro para 5 milhões de pessoas nos próximos dez anos, ajudando brasileiros a enfrentarem a pobreza e apoiando quem busca por trabalho ou oportunidades de crescimento de seus negócios. Para isso, a companhia criou o Bora, programa de inclusão produtiva que vai atuar em três frentes: conhecimento, apoio financeiro e conexão. No primeiro, serão disponibilizadas ferramentas de expansão e aperfeiçoamento de negócios para micros e pequenos empreendedores; e trilhas de conhecimento com foco no empreendedorismo e inclusão no mundo de trabalho para as comunidades. No segundo pilar, vão ser oferecidas soluções financeiras com programas de pontuação e opções personalizadas de microcrédito, além de bolsas de estudos. Já no terceiro, a Ambev ajudará na conexão com parceiros para networking, indicações de vagas e profissionais disponíveis por meio de plataforma virtual, gerando emprego e renda.
Scooby e Corona O time de embaixadores da Corona no Brasil ganhou o reforço de Pedro Scooby. O surfista de ondas gigantes e um dos participantes do BBB22 se une, assim, ao time de atletas patrocinados pela marca da Ambev, composto por alguns dos maiores representantes do surfe brasileiro na atualidade, como os campeões mundiais Gabriel Medina e Filipe Toledo e as atletas Tatiana Weston-Webb e Chloé Calmon.