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Dor, suor e cerveja: música conectou Gal Costa com a bebida em disco icônico

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Nem a finitude do tempo é capaz de apagar a força de uma voz e de uma artista. Falecida na última quarta-feira (9), aos 77 anos, Gal Costa construiu, com um cantar e expressões marcantes, uma carreira que a torna um dos maiores nomes da história cultural brasileira, tendo uma ligação no seu mais icônico disco – “Fa-tal – Gal a  Todo Vapor” – com a cerveja, falada por ela em uma das suas músicas.

Em “Chuva, Suor e Cerveja”, música de Caetano Veloso, Gal Costa canta, em ritmo de frevo, a saudade dos amigos (não se perca de mim / não se esqueça de mim / não desapareça) e uma atmosfera que lembra o clima do carnaval baiano (e vamos embolar ladeira abaixo/acho que a chuva ajuda a gente a se ver / venha, veja, deixa, beija, seja / o que Deus quiser) em uma conclamação ao prazer.

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A saudade é uma referência aos amigos exilados, pois “Fa-tal” é de 1971, dois anos após Caetano Veloso e Gilberto Gil se verem forçados a deixar o país, rumando para Londres, em um exemplo óbvio de como um governo autoritário buscava calar uma geração, cantada por Gal Costa em várias das canções desse disco, a transformando em porta-voz de muitos artistas calados.

“Fa-tal” é o registro original e sem cortes de um show daquele mesmo ano, no Rio de Janeiro, com direção de Waly Salomão. O disco duplo de Gal Costa, claro, vai muito além de “Samba, Suor e Cerveja”. E se a música dá o tom do momento político vivido pelo país, com os amigos exilados, as interpretações a confirmam como uma das principais vozes da história brasileira e, evidentemente, do movimento tropicalista, que acabou por se consolidar como uma resposta cultural contra a tentativa de silenciamento imposta pela ditadura militar e o AI-5, instituído apenas 3 anos antes.

Em “Fa-tal”, Gal Costa eterniza músicas marcantes da MPB, como Coração Vagabundo, Como 2 e 2, Falsa Baiana, Sua Estupidez, Vapor Barato, Dê Um Rolê, Pérola Negra e Assum Preto. Assim, no auge do obscurantismo no Brasil, a voz de Gal Costa resplandeceu. E ainda revelou compositores como Jards Macalé e Luiz Melodia.

Poderia, também, ser com “Samba, Suor e Cerveja”, assim como as marcantes músicas de Fa-tal, que Gal Costa encerraria a sua brilhante carreira nos palcos. Afinal, a artista estava prevista para se apresentar no último sábado, na véspera de outro momento histórico da política brasileira, no Primavera Sound, festival que teve a sua primeira edição brasileira.

Nele, Gal Costa iria fazer um show especial, com a apresentação do repertório de “Fa-tal”. Mas a retirada de nódulo na fossa nasal direita, problema de saúde, que agora provocou a sua morte, impediu a realização do seu show, cancelado dias antes.

Cantando contra a escuridão em 1971 e sendo porta-voz do tropicalismo que tinha outros ícones exilados, ela foi além nas cinco décadas seguintes, sendo múltipla. Da voz política e do desbunde, passou pelos temas de novelas e os megahits românticos. Gal Costa também foi a voz de dezenas de músicas de Caetano Veloso, se conectando, em anos recentes, a novos nomes como Céu, Criollo e Tim Bernardes, assim como com Marília Mendonça, rainha da sofrência e com quem fez um dueto marcante. Agora, então, a música brasileira perde a voz de mais uma rainha.

Resfriamento do mosto: como realizar e cuidados a adotar em uma cervejaria

Os controles da temperatura na fermentação da cerveja e no resfriamento do mosto são fundamentais para o êxito do processo produtivo. E eles envolvem uma série de desafios que forçam a adoção de cuidados pelos profissionais responsáveis pela sua fabricação.

A fermentação, afinal, é uma das etapas mais importantes do processo de produção de cervejas, mas que também demanda muitos cuidados, pois é nela que as leveduras trabalham, transformando os açúcares do mosto em álcool e CO2, assim como também é o processo responsável pela formação de aromas das cervejas e pela eliminação de compostos indesejáveis.

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A fermentação a ser realizada no processo produtivo varia de acordo com a levedura utilizada, também se diferenciando por fatores como temperatura do processo e tipo de tanque. Assim, para evitar equívocos, há soluções que ajudam no controle da temperatura nessa etapa da produção. “A solução ideal para então controlar melhor a temperatura da fermentação é o uso de uma geladeira dedicada com um controlador de temperatura”, avalia Florentino Cruz, CEO da Smart Chiller.

Para a fermentação do mosto, é necessário o seu resfriamento, para evitar impactos danosos às leveduras, como alerta Cruz. “No processo de fermentação, a levedura é adicionada. Porém, para isso, é necessário que o líquido esteja entre 25ºC e 35ºC. Acima dessa temperatura, as leveduras podem morrer e não haverá fermentação. Ou seja, todo trabalho feito anteriormente estará perdido”, acrescenta o profissional da empresa fornecedora de equipamentos para controle térmico.

Ele destaca, ainda, a importância de que o processo de resfriamento seja realizado rapidamente. “A demora pode formar mais dimetilsulfureto (DMS), responsável por causar um sabor de milho em conserva ou repolho na cerveja”, diz. “O ideal é que após a fervura o mosto seja resfriado o mais rápido possível de sua temperatura pós fervura (<100ºC ao desligar o fogo), para uma temperatura abaixo de 26ºC, usando como norte um tempo de aproximadamente 30 minutos”, afirma.

Além disso, no processo de resfriamento, é importante estar atento aos riscos de contaminação do mosto, sendo necessário o reforço das boas práticas. “Durante todo o processo de resfriamento, o cervejeiro deve estar atento para evitar contaminações. Como o mosto perde o calor, não será possível eliminar possíveis bactérias ou microrganismos. Por isso, todo e qualquer utensílio que for colocado em contato com o líquido deve estar bem higienizado”, alerta o profissional da Smart Chiller.

As possibilidades de resfriamento do mosto
As formas mais comuns de resfriamento do mosto de uma cerveja são com o chiller de imersão (serpentina) e o trocador de placas. E o chiller ajuda a garantir que a temperatura ideal seja mantida durante todo processo.

“No caso da serpentina de imersão, é preciso circular água gelada por dentro dela a fim de resfriar o mosto. Ela é bastante eficiente para diminuir a temperatura geral do líquido até uns 30°C. Após isso, dependendo da sua pressão e temperatura da água, pode demorar muito para baixar mais”, diz Cruz.

Já o trocador de placas demanda uma bomba para fazer o líquido circular. Só que como esse processo é mais lento, reforça a necessidade de higienização dos equipamentos. “O resfriamento do líquido é pontual e vai direto para o fermentador. É fácil atingir os 20°C com esse processo, porém o resfriamento de todo o líquido pode demorar”, conclui o profissional da Smart Chiller.

Corona sem álcool e com vitamina D chega ao mercado brasileiro

A Corona anunciou o lançamento no mercado brasileiro de uma cerveja sem álcool e com vitamina D em sua composição. Se trata da Corona Cero Sunbrew, apresentada ao público em long neck de 330ml pela marca da Ambev e que possui apenas 48 calorias nessa versão.

A novidade da Corona, com 0,0% de graduação alcoólica e vitamina D, chega primeiro ao Rio de Janeiro, onde está disponível em bares, restaurantes e supermercados, além do Zé Delivery, aplicativo de entrega de bebidas da Ambev.

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Mas a Corona Cero Sunbrew também pode ser adquirida em outras partes do Brasil, através do Empório da Cerveja. Nele, quando do seu lançamento, o preço era de R$ 6,49 pela long neck de 330ml.

A Corona Cero Sunbrew já estava disponível em outros mercados, como Canadá, Reino Unido, Europa e Ásia. E no momento em que foi apresentada internacionalmente, a marca tinha explicado que essa cerveja é produzida a partir da retirada do álcool da Corona Extra. Depois, então, são inseridos a vitamina D e sabores naturais

A chegada, agora, ao Brasil é uma aposta da Ambev na ampliação dos momentos de consumo, até por se tratar de um rótulo sem álcool, além da sua saudabilidade. “A novidade chega para somar ao portfólio da Ambev como uma opção democrática aos paladares brasileiros e que, por não conter álcool, pode fazer parte de outros momentos da vida do consumidor”, afirma a Corona no material de lançamento da sua cerveja.

A marca também ressalta a sua relação com as atividades ao ar livre ao apresentar nova cerveja da sua família. “Nascida na praia, Corona convida o público a apreciar a vida do lado de fora e em contato com a natureza. Por meio desse lançamento, Corona reforça sua conexão com o estado de espírito do verão”, diz.

Guia na Copa: Como protesto, BrewDog doará valor das vendas de cerveja

A BrewDog decidiu protestar de forma prática contra a realização da Copa do Mundo no Catar. Diante do histórico de abusos do país-sede da competição, a icônica cervejaria escocesa anunciou que destinará os recursos obtidos com a venda de um dos seus rótulos durante o período do torneio para organizações de direitos humanos.

Assim, a BrewDog se classificou como “anti-patrocinadora” da Copa do Mundo. “Estamos doando todos os lucros obtidos com a Lost Lager vendida durante a Copa do Mundo para causas que combatam os abusos dos direitos humanos”, afirma a marca escocesa.

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A escolha do Catar para sediar a próxima Copa do Mundo, que começará em 20 de novembro, foi marcada por controvérsias, com acusações de suborno para o processo de votação e a impossibilidade de realização do torneio no meio do ano, como tradicionalmente ocorre, em função das condições climáticas no país.

Mas os problemas não pararam por aí. Durante o processo de preparação para a realização do torneio, houve várias acusações de abuso das condições de trabalhadores imigrantes envolvidos nas obras de construção dos estádios, com mortes de funcionários.

Além disso, a atividade homossexual é proibida no Catar e está inserida no seu código penal. O país, porém, assegura que todos serão bem-vindos e respeitados no país na Copa do Mundo.

“Isto não é uma Copa do Mundo. É uma Copa do Mundo F*. O futebol foi arrastado pela lama, antes que uma única bola fosse chutada. Sejamos honestos: o Catar venceu por meio de suborno. Em escala industrial. O futebol é para todos. Mas no Catar, a homossexualidade é ilegal, o açoitamento é uma forma aceita de punição, e não há problema em que 6.500 trabalhadores morram construindo seus estádios”, afirma a BrewDog, em comunicado com teor de manifesto.

No texto em que anunciou a sua decisão, a BrewDog reconhece que um boicote amplo à Copa do Mundo seria inviável, diante do interesse das pessoas em acompanhar o torneio. Assim, considera a arrecadação de recursos para combate ao abuso dos direitos humanos como a melhor alternativa.

“Vamos ser honestos: as pessoas ainda vão assistir aos jogos, então queremos dar a elas a oportunidade de assistir aos jogos e, ao mesmo tempo, arrecadar dinheiro para impulsionar mudanças positivas. Isso significa que as pessoas podem mostrar seu amor pelo jogo e sua raiva de quem o está sediando”, afirma a BrewDog.

Protestos de seleções
Algumas seleções, jogadores e marcas esportivas também têm se mobilizado em protestos contra o Catar diante da proximidade da realização do torneio. A Hummel, ao lançar os uniformes da Dinamarca para a Copa do Mundo, disse que eles são uma homenagem ao time campeão da Eurocopa de 1992, mas também um protesto diante das mortes de trabalhadores imigrantes na preparação dos estádios para a competição.

“Eles não são apenas inspirados pela Euro 92, em homenagem ao maior sucesso do futebol dinamarquês, mas também um protesto contra o Catar e seu histórico de direitos humanos. É por isso que atenuamos todos os detalhes das novas camisas da Dinamarca para a Copa do Mundo, incluindo nosso logotipo e divisas icônicas. Não queremos ser visíveis durante um torneio que custou a vida de milhares de pessoas”, afirma a marca.

Já o Professional Footballers Australia, um sindicato que representa os jogadores do país, divulgou vídeo em que aborda as questões dos direitos humanos e dos LGBTQIAP+ no Catar.

Com chapa única, Giba Tarantino é reeleito presidente da Abracerva

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Depois de ter assumido a presidência da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva) em janeiro, quando substituiu Ugo Todde, Gilberto Tarantino foi oficialmente reeleito para o biênio 2023-2024, nesta segunda-feira (7), na assembleia geral da entidade.

Sem oposição, o sócio-proprietário da Cervejaria Tarantino foi aclamado presidente-executivo para um novo mandato. O prazo para apresentação de chapas interessadas em participar das eleições se encerrou em 31 de agosto. E apenas um grupo se inscreveu para participar.

Em sua gestão inicial, Gilberto Tarantino assumiu a Abracerva com o foco em levar informação e educação aos associados e ao mercado cervejeiro. Para isso, promoveu um calendário de eventos, sendo alguns deles com a presença de figuras de relevância internacional, como Bob Pease, presidente da Brewers Association, a associação das cervejarias artesanais e independentes dos Estados Unidos, e de Greg Koch, fundador da icônica cervejaria norte-americana Stone Brewing.

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Neste período, a Abracerva também acertou uma parceria com o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), que representa a Ambev e o Grupo Heineken no país. No início de julho, as entidades assinaram um termo de cooperação em prol dos principais temas de interesse da indústria do setor, como o aprimoramento da qualidade da fabricação, a educação e a cultura cervejeira, a livre concorrência, a sustentabilidade e o consumo responsável. Também junto com o Sindicerv, a entidade realizou o congresso Cerveja é Gastronomia.

Além disso, a Abracerva tem se envolvido em ações que visam fortalecer o setor das artesanais. Isso ficou claro, por exemplo, com o apoio dado ao Projeto Manipueira, lançado com a adesão de 37 marcas no fim de setembro e que hoje conta com mais de 50 cervejarias.

A Abracerva também assegurou a presença de um estande na Brasil Brau, graças à ajuda recebida dos seus associados, e ainda promoveu iniciativas como a série de lives Roda Fermentativa, que contou com especialistas brasileiros e internacionais, organizou webinars sobre rotulagem e legislação, além de cursos sobre tributação e off flavors.

Continuidade após mudanças na presidência
A reeleição de Gilberto Tarantino também significa uma nova fase de continuidade na Abracerva depois de várias mudanças. Após decisão tomada pela gestão anterior, em dezembro de 2021, ele assumiu o cargo em janeiro como quarto presidente em menos de um ano e meio.

As mudanças começaram em setembro de 2020, com a renúncia de Carlo Lapolli, o que provocou a realização de eleições e definiu Nadhine França como presidente. Em julho de 2021, ela renunciou com a intenção de morar no exterior, para estudar e trabalhar, sendo sucedida por Ugo Todde, à época o secretário da associação, que no final do ano passado deixaria o posto de presidente, assumido pouco depois por Tarantino de modo consensual.

Todde, inclusive, integra a chapa formada para essa última eleição da Abracerva. Ele é um dos conselheiros titulares da gestão 2022-2024 de Giba Tarantino, ao lado de Marcello Paixão, Carolina Starrett e Bia Amorim. Essa última é uma das pessoas que passaram a integrar a chapa ao lado de Patrick Bannwart e Priscilla Colares, ambos conselheiros suplentes e que também não faziam parte da composição anterior do grupo. Debora Lahnen, Leandro Sequelle e André Lopes são os outros membros desta suplência. Completam a chapa quatro conselheiros fiscais: os titulares Jayro Pinto Neto, Gabriela Flemming e Elizabeth Bronzeri e o suplente Rodolpho Tinini.

Melhor tributação é prioridade
Para o novo período à frente da Abracerva, Giba ressaltou a necessidade de uma tributação mais justa para o setor das artesanais. Ao ser reeleito, ele destacou que a entidade segue lutando no Congresso Nacional para a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/21, que atualiza a tabela do Simples Nacional e aumenta o teto de enquadramento dos Microempresários Individuais (MEIs).

Ele também promete continuar realizando e participando de eventos que promovam o mercado das artesanais e a cultura cervejeira, qualifiquem os profissionais do setor e ajudem a defender os interesses do segmento.

A tributação é um entrave fundamental para o crescimento do segmento da cerveja artesanal, incluindo não apenas as cervejarias, mas também profissionais como sommeliers, consultores, bares e empórios

Gilberto Tarantino, presidente da Abracerva

Conheça a chapa da gestão 2022-2024 da Abracerva:
Gilberto Tarantino – Conselheiro – Presidente-executivo
Marcello Paixão – Conselheiro
Carolina Starrett – Conselheira
Ugo Todde – Conselheiro
Bia Amorim – Conselheira
Patrick Bannwart – Conselheiro (Suplente)
Debora Lahnen – Conselheira (Suplente)
Priscilla Colares – Conselheira (Suplente)
Leandro Sequelle – Conselheiro (Suplente)
André Lopes – Conselheiro (Suplente)
Jayro Pinto Neto – Conselho Fiscal
Gabriela Flemming – Conselho Fiscal
Elizabeth Bronzeri – Conselho Fiscal
Rodolpho Tinini – Conselho Fiscal (suplente)

Heineken deixa de vender 14 mil toneladas de plástico ao tirar PETs do portfólio

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O Grupo Heineken deixou de comercializar 14 mil toneladas de embalagens de plástico em 2022,como efeito da decisão de deixar de envasar seus produtos de 1 litro ou mais nesse tipo de solução. O balanço foi apresentado pela própria companhia, confirmando o impacto da medida, anunciada em outubro de 2021.

Naquela oportunidade, o Grupo Heineken comunicou a retirada de embalagens de garrafas PET de 1 e 2 litros das marcas Itubaína, FYs, Skinka e Viva Schin e as PETs de 1,5 litro das marcas Skinka e Água Schin do seu portfólio no Brasil.

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A decisão de abandonar tais SKUs, além do efeito sustentável, também causou forte impacto na participação de mercado do Grupo Heineken em refrigerantes. Segundo o relatório financeiro do terceiro trimestre, o volume de não alcoólicos declinou 43,8% no período de um ano.

A iniciativa, atrelada à redução do uso do plástico e à circularidade de 100% desse material nos canais on-trade e off-trade, faz parte da série de medidas adotadas pelo Grupo Heineken para alcançar a meta de neutralidade de carbono em toda a cadeia de valor até 2040.

A retirada desses SKUs do portfólio do Grupo Heineken também está relacionada com o compromisso estabelecido de ser 100% circular em plástico no on-trade (bares e restaurantes) e no off-trade (supermercados e varejistas) até 2025. E, segundo a companhia, resultou na redução de 80% do volume de PET do seu portfólio, o que representa 25% de diminuição no volume total de plástico utilizado pela companhia.

O Grupo Heineken também está envolvido em outras frentes para reduzir o uso de plástico. Assim, no mês passado, anunciou a utilização de 30% de PCR (post consumer resin – resina pós consumo – em uma tradução livre) nas embalagens de filme shrink da marca Devassa neste ano.

A companhia também afirma que pretende expandir a adoção do uso de PCR por todas as marcas de cerveja da categoria mainstream do seu portfólio a partir de 2023, prevendo um potencial de reutilização de 765 toneladas de plástico no próximo ano.

“Temos buscado por novas soluções, identificado os desafios e oportunidades e testando caminhos para que possamos, então, atingir os nossos objetivos, mas garantindo o cuidado e o respeito com todos os públicos impactados por nossas decisões”, afirma Ornella Vilardo, diretora de sustentabilidade do Grupo Heineken.

Além da redução do uso do plástico, a agenda sustentável do Grupo Heineken também envolve projetos de conscientização e engajamento dos consumidores no descarte correto dos materiais de vidro pós-consumo, como o programa Volte Sempre.

Balcão do Advogado: Ao cervejeiro caseiro, com carinho

Balcão do Advogado: Ao cervejeiro caseiro, com carinho

Sempre que o tema da venda de cerveja caseira é tratado, existe muita crítica por parte dos homebrewers. Mas não é uma opinião, é um fato: a venda de cerveja caseira é proibida no Brasil.

O objetivo aqui é esclarecer, de uma vez por todas, as dúvidas que permeiam essa questão, bem como oferecer alternativas para o cervejeiro caseiro que realmente pretende vender cerveja de forma legal.

– Sou cervejeiro caseiro. Posso vender minha cerveja?

Não. A regra é clara: só pode ser comercializada a cerveja que tenha sido produzida em cervejaria que tenha registro de estabelecimento junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e que tenha registro de produto no MAPA.

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– Onde diz que cerveja caseira não pode ser vendida?

Não existe lei que diga expressamente que é “proibida a venda de cerveja caseira”. A proibição decorre da interpretação do Decreto Nº 6.871/2009, que dispõe sobre a padronização, a classificação, o registro, a inspeção, a produção e a fiscalização de bebidas.

Nesse decreto, o artigo 99 elenca todas as proibições e infrações relacionadas a bebidas (incluindo a cerveja):

Art. 99.  É proibida e constitui infração a prática isolada ou cumulativa do disposto abaixo:

I – produzir, preparar, beneficiar, envasilhar, acondicionar, rotular, transportar, exportar, importar, ter em depósito e comercializar bebida e demais produtos disciplinados neste Regulamento que estejam em desacordo com os parâmetros estabelecidos nos padrões de identidade e qualidade nele estabelecidos e em atos específicos;

II – produzir ou fabricar, acondicionar, padronizar, envasilhar ou engarrafar, exportar e importar bebida e demais produtos abrangidos por este Regulamento, em qualquer parte do território nacional, sem o prévio registro do estabelecimento no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento;

III – produzir ou fabricar, acondicionar, padronizar, envasilhar ou engarrafar e comercializar bebida e demais produtos nacionais abrangidos por este Regulamento sem o prévio registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento;

IV – transportar, armazenar, expor à venda ou comercializar bebida desprovida de comprovação de procedência, por meio de documento fiscal, bem como sem registro junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; (…) (grifou-se)

Ou seja, a comercialização de cerveja caseira é proibida e constitui infração.

– O que pode acontecer com quem é “pego” vendendo cerveja caseira?

O artigo 104 do decreto citado acima prevê as seguintes sanções:

Art. 104.  Sem prejuízo das responsabilidades civil e penal, a infringência às disposições contidas no art. 99 sujeita o infrator, isolada ou cumulativamente, às seguintes sanções administrativas:

I – advertência;

II – multa no valor de até R$ 117.051,00 (cento e dezessete mil e cinqüenta e um reais), conforme o disposto no art. 1o da Lei no 8.936, de 24 de novembro de 1994;

III – inutilização de bebida, matéria-prima, ingrediente e rótulo;

IV – interdição de estabelecimento, seção ou equipamento;

V – suspensão da fabricação de produto; (…)(grifou-se)

Já os artigos 107 e 108 dispõem que, para os casos de venda de cerveja caseira, será aplicada multa no valor de R$ 2.000,00 até R$ 117.051,00, ainda que o infrator seja primário, não sendo possível a mera aplicação de sanção de advertência.

Art. 107.  Aplicar-se-á multa, independentemente de outras sanções previstas neste regulamento, ainda que o infrator seja primário, nos seguintes casos:

I – produzir ou fabricar, acondicionar, estandardizar, envasilhar ou engarrafar, exportar ou importar bebida ou demais produtos previstos neste Regulamento, em qualquer parte do território nacional, sem o prévio registro do estabelecimento no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento;

II – produzir ou fabricar, acondicionar, estandardizar, envasilhar, engarrafar ou comercializar bebida nacional ou demais produtos previstos neste Regulamento, desprovidos de prévio registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento;

III – transportar, armazenar, expor à venda ou comercializar bebida ou demais produtos previstos neste Regulamento, desprovidos de comprovação de procedência;

IV – produzir, manter em depósito ou comercializar bebida ou demais produtos previstos neste Regulamento em desacordo com os requisitos de identidade e qualidade; (…)

Art. 108.  As infrações previstas nos incisos de I a XIX do art. 107 serão passíveis de multas no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais) até R$ 117.051,00 (cento e dezessete mil e cinqüenta e um reais). (grifou-se)

Logo, quem cometer a infração de comercializar cerveja caseira está passível de sofrer multa de R$ 2 mil a R$ 117 mil, a depender da gravidade do fato (art. 105), e ainda pode ser responsabilizado civil e penalmente.

– Ué… conheço um monte de gente que vende cerveja caseira e nunca deu absolutamente nada.

O fato de você não conhecer ninguém que tenha sido multado por venda de cerveja caseira não significa que isso não ocorra. Na maioria das vezes, as multas ocorrem em decorrência de fiscalizações feitas a partir de denúncias.

– Existindo uma lei municipal na minha cidade que permite a venda de cerveja caseira, posso vender minha cerveja?

Não, mesmo que exista uma lei municipal na sua cidade que permita a venda de cerveja caseira, a venda segue sendo proibida. A lei que prevalecerá será aquela oriunda do ente federado competente para o tratamento da matéria (ou seja, o MAPA), conforme a repartição de competências estabelecida na Constituição.

– Posso tentar obter registro de estabelecimento para a fábrica de cerveja que tenho em casa?

Pode tentar, mas não é um processo tão simples, já que depende da localização da sua casa estar em local permitido para instalação de cervejaria, conforme o plano diretor do seu município; da constituição de uma empresa; do cumprimento de todos requisitos estruturais e legais do MAPA, entre outros aspectos.

– Tá, mas e se eu vender um copo e de brinde der a cerveja / cobrar um ingresso ou convite para degustação das minhas cervejas / vender um churrasco ou um jantar e servir minhas cervejas / criar um festival de degustação de cervejas caseiras / (inserir outra ideia genial).

Você entende que está apenas querendo “driblar” a lei, né? Todas essas tentativas não passam de subterfúgios para mascarar a comercialização de cerveja caseira. Em caso de fiscalização, você muito provavelmente será multado.

– Mas porque existe toda essa proteção? É só para prejudicar o caseiro? É por causa dos interesses dos grandes conglomerados cervejeiros?

A legislação de bebidas existe principalmente para que os produtos sejam aptos para consumo e seguros. Outra questão importante é relativa à rastreabilidade: em caso de problemas com a cerveja, sem que esta tenha a indicação correta de sua origem comercial, o consumidor não poderá recorrer contra quem de direito, fora a repercussão negativa para todo o setor. Outro ponto é que a venda de cerveja caseira não paga tributos, constituindo concorrência desleal com as cervejarias. Na imensa maioria dos países existem as mesmas proteções, não é algo exclusivo do Brasil.

– Existe alguma perspectiva de ocorrer alguma mudança na lei em relação a isso?

Não, não existe, e depois do acidente ocorrido na cervejaria Backer é extremamente improvável (para não dizer impossível) que ocorra qualquer mudança relacionada à possibilidade de venda de cerveja caseira.

– Entendi… Não posso vender cerveja caseira, então como posso regularizar minha produção?

Existem 2 caminhos para quem quiser produzir e vender cerveja de forma legal: abrir uma fábrica de cerveja (ou brewpub) ou abrir uma cervejaria cigana.

A abertura de uma cervejaria cigana é muito mais simples do ponto de vista burocrático e exige muito menos investimento que a abertura de uma fábrica. Acesse o e-book Guia Para Abertura de Cervejaria Cigana que contém as principais informações necessárias.

No caso da abertura de uma fábrica é necessário estar ciente do alto custo envolvido e do processo burocrático. Neste e-book tem o passo a passo (o processo de constituição de uma cervejaria com fábrica é semelhante ao de abertura de brewpub).

Portanto, a venda de cerveja caseira é ilegal e pode acarretar sérios problemas ao infrator. Não há nada de errado em produzir cerveja caseira, muito pelo contrário: o movimento dos homebrewers foi o que originou a revolução da cerveja artesanal. A grande maioria dos cervejeiros profissionais e donos de cervejaria começa nas panelas. O alerta aqui serve apenas para que o caseiro esteja ciente dos riscos que corre ao comercializar cerveja ilegal e saiba das alternativas caso queira legalizar a sua produção.


André Lopes é sócio do escritório Lopes, Verdi & Távora Advogados e criador do site Advogado Cervejeiro.

Cerveja na Netflix: AB InBev fecha acordo para pacote com propaganda

A estreia dos anúncios na Netflix contou com a presença da cerveja. A AB InBev adquiriu espaço publicitário, sendo a responsável pela primeira propaganda de cerveja no serviço de streaming, que começou a ser exibida na última quinta-feira (3).

Aqueles que optarem por assinar o pacote da Netflix com publicidade e tenham 21 anos serão impactados nos Estados Unidos por três propagandas de cerveja da AB InBev. Duas delas, ambas de 15 segundos, são da Michelob Ultra, sendo intituladas “H.O.R.S.E” e “Last 100m”. Serão seguidas por outra campanha, essa de 30 segundos, da Bud Light, denominada “Easy to Enjoy”. As campanhas, porém, não são inéditas, já sendo exibidas em outras plataformas há alguns meses.

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De acordo com a AB InBev, a decisão de comprar espaço publicitário na Netflix está relacionada com a preocupação em alcançar os consumidores de modo mais preciso, diante da percepção de que o modo como as pessoas optam por se divertir tem se modificado ao longo do tempo.

“Sabemos que os consumidores têm cada vez mais opções quando se trata de como passam seu tempo online, por isso é fundamental que continuemos a evoluir à medida que procuramos integrar ainda mais nossas marcas à cultura”, afirma Spencer Gordon, vice-presidente de conexões com o consumidor da AB InBev, através de um comunicado.

Maior serviço de streaming do mundo, a Netflix terminou o terceiro trimestre com 223,09 milhões de assinantes. O pacote com publicidade estará disponível  em diversos países, incluindo o Brasil e os Estados Unidos, assim como Austrália, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Coreia do Sul, México, Espanha e Reino Unido.

No Brasil, o plano básico com publicidade da Netflix tem preço de R$ 18,90 mensais. É, assim, maia barato do que o plano básico, que custa R$ 25,90. Nessa nova modalidade, os anúncios serão divididos em spots de 30 e 15 segundos, sendo carregados, em média, a cada quatro a cinco minutos.

Mudança de direção
A chegada da AB InBev ao time da Netflix se dá apenas alguns meses após a companhia cervejeira encerrar um acordo de 34 anos como anunciante do Super Bowl. À época, a AB InBev justificou a decisão pela possibilidade de distribuir melhor seus gastos com marketing ao longo do ano. Agora, então, se juntou à maior rede de streaming do mundo.

Inflação global e guerra: como importadores de insumos lidam com desafios

Ainda que o Brasil seja um produtor de cevada e esteja começando a investir na fabricação de lúpulo, parcela relevante dos insumos utilizados pela indústria cervejeira são importados. E o ano de 2022 tem oferecido novos desafios para as companhias que atuam com a importação para abastecer fabricantes de cerveja, provocados pela continuidade da guerra entre Rússia e Ucrânia e pela inflação global.

Especialista na venda de insumos básicos para a fabricação de cervejas, como maltes, lúpulos e produtos como leveduras, enzimas, clarificantes, estabilizantes e sanitizantes, a Eureka Insumos Cervejeiros tem precisado lidar com esse cenário, ao mesmo tempo em que busca expandir sua atuação, tendo inaugurado em agosto um centro de distribuição em Juiz de Fora (MG).

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Afinal, nos últimos dias de fevereiro, a Rússia invadiu a Ucrânia, considerado o quarto maior produtor de grãos do planeta. A situação acendeu um alerta global sobre como isso iria impactar o mercado. Houve, de fato, efeito sobre os preços, mas não desabastecimento, com os importadores, eventualmente, buscando alternativas em outros mercados, como destaca o CEO da Eureka, Dario Occelli.

“A primeira reação, de pânico, que tivemos, já baixou um pouco. Nós vimos que realmente não há motivo para pânico. O mercado de insumos, tanto de maltes quanto de lúpulos, não vai sofrer com falta de produtos. É lógico que aconteceu um aumento de preços, mas isso é natural em função da especulação e da lei de mercado: quanto maior a demanda, o preço vai subindo”, argumenta.

A Eureka importa o malte base, o Pilsen, do Uruguai, comercializando com a marca própria, além de comprar lúpulos diretamente de fazendas produtoras e de cooperativas de diversos países, como Estados Unidos, Alemanha, República Checa, Eslovênia, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia.

Como empresa que atua com parceiros em todo o planeta, tem lidado com desafios comuns a importadores, como de logística, com a alta dos custos de transporte, assim como a valorização do dólar perante outras moedas.

“O mundo inteiro está conectado e o que acontece lá do outro lado do planeta nos afeta aqui. E no mercado cervejeiro, como em qualquer outro mercado, existe essa conectividade. Então, eu diria que nós estamos vivendo um carrossel de emoções”, completa o CEO da Eureka.

Mas uma “novidade” em 2022 tem sido o cenário de inflação global. Nos Estados Unidos, a taxa anualizada fechou setembro em 8,2%, com o índice ficando em 9,9% na Zona do Euro. O cenário é praticamente inédito ao longo dos últimos anos, representando mais um desafio para os importadores de insumos cervejeiros.

Às vezes, a safra em determinada região do lúpulo ou da cevada não era tão boa e então o preço subia porque a colheita iria ser um pouco menor. Agora, nesse ano, além dessas variações que nós já estamos acostumados, ainda existe a inflação. Então, é um agravante a mais e tem impactado nos preços

Dario Occelli, CEO da Eureka Insumos Cervejeiros

Em função disso, tem sido necessário reajustar os preços de insumos importados. “Infelizmente, nós somos obrigados a repassar esse custo, esses aumentos. E, em muitos casos, para não impactar tanto no preço final dos produtos, nós estamos diminuindo a nossa margem. Nossa margem está ficando cada vez mais reduzida e procuramos trabalhar o mais enxuto possível para conseguir ainda ter um preço mais competitivo no mercado”, conta.

Apesar dos desafios, o CEO da Eureka revela otimismo para as últimas semanas de 2022, principalmente devido à volta das comemorações de final de ano sem restrições e pela disputa da Copa do Mundo a partir de novembro. “Notamos um aumento nítido na demanda desde meados de agosto e as vendas vêm crescendo a cada mês”, afirma.

Menu Degustação: Festivais no Sul do Brasil, votação do Lata Mais Bonita…

O mês de novembro será cheio de festivais para o público cervejeiro. Para começar, Porto Alegre receberá neste sábado o Ceva no Mercado, com 31 cervejarias participantes, enquanto o Pomerode Bierfest vai acontecer no feriado da Proclamação da República, reunindo 15 marcas na cidade catarinense.

Em outra frente, Belo Horizonte será palco do Festival Internacional de Cerveja e Cultura, entre os dias 11 e 14, com um interessante congresso técnico. E o Prêmio Lata Mais Bonita do Brasil entrou em fase decisiva, com o início da votação popular nas suas várias categorias.

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Confira essas e outras novidades do setor no Menu Degustação do Guia:

Pomerode Bierfest terá cervejarias de 10 cidades
O feriado prolongado da Proclamação da República (15) terá uma programação especial para quem quiser aproveitá-lo sem sair de Pomerode e do Vale Europeu. A cidade realizará, de 10 a 15 de novembro, a quarta edição do Pomerode Bierfest. Criado para aliar as cervejas e a gastronomia da região em uma experiência no centro histórico da cidade, o evento retorna depois de dois anos. Além da Schornstein, que também patrocina o evento, o Pomerode Bierfest terá ainda as marcas Seasons, Opa Bier, Linden Bier, Al Fero Birrificio, Frisanco, Borck, Das Bier, Observatorium, Belgard, Haensch, Green Coast, Container, Holzbier e Balburdia. As cervejarias representam a produção cervejeira de 10 diferentes cidades.

Ceva no Mercado
Neste sábado (5), será realizado o festival gratuito de cervejarias gaúchas Ceva no Mercado, em Porto Alegre, com 31 marcas participantes e dois palcos com atrações musicais, entre elas Tonho Crocco e Comunidade Nin Jitsu. O Mercado Paralelo é conhecido pela diversidade de opções nos 4 mil metros quadrados de área externa e interna que revitalizou o DC Shopping. A última edição do Ceva no Mercado, promovido pela Matinê Cervejeira em Porto Alegre, aconteceu em 2019 e reuniu 12 mil pessoas em outro shopping.

Para o amante de rock
O Pork n’ Roll, festival gastronômico voltado ao público cervejeiro e aos amantes de rock, será realizado no domingo (6), com uma grande variedade gastronômica, cortes de churrasco e cervejas da Krug Bier. Haverá porco no rolete, costelinha barbecue, arroz de costelinha, varal de joelho de porco defumado e medalhão de batata com bacon, destacando cortes suínos.

Congresso técnico no FICC
Entre os dias 11 a 14 de novembro, alguns dos principais nomes do mercado cervejeiro estarão reunidos para debater afinidades, sinergias e desafios do setor em Belo Horizonte, durante o Festival Internacional de Cerveja e Cultura (FICC). O congresso é aberto a pessoas de todo o Brasil, sejam cervejeiros, sommeliers, pessoas ligadas ao turismo, empreendedorismo, inovação, associados do Sindbebidas, Abracerva e Sindicerv, gastrônomos, jornalistas e organizadores de eventos. O evento será composto por mesas redondas, palestras, visitas técnicas, podcasts e beer tour, trazendo as várias temáticas do mercado cervejeiro.

Cervejas do IPA Day Brasil
O IPA Day Brasil de 2022 reunirá 40 rótulos de IPA e seus subestilos, elaborados por 38 cervejarias diferentes, sendo 23 lançamentos e 17 já consagrados no mercado nacional. Os cervejeiros utilizaram 37 variedades de lúpulo. O formato tradicional do festival é o open bar de cervejas e água, para incentivar a hidratação dos participantes, e inclui bandas independentes e diversas opções de street food. No line-up musical, o festival apresenta a banda Maria Orfina, o Al Bud Trio, a banda Kalize com rock nacional e internacional e Versão 2, com rock.  O evento será no dia 12, em Ribeirão Preto (SP).

Festival Bar em Bar
Já está acontecendo o festival Bar em Bar, promovido pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), que busca valorizar negócios e enaltecer a gastronomia dos bares. Neste ano, o festival conta com cerca de 500 estabelecimentos inscritos em 14 estados e no Distrito Federal. É possível experimentar novos pratos criados pelos bares participantes especialmente para o festival, que começou em 27 de outubro e vai até 13 de novembro.

Votação popular do Lata Mais Bonita
Chegou a vez de o público votar no seu rótulo de cerveja em lata preferido na 2ª edição do Prêmio Lata Mais Bonita do Brasil. A votação vai até 16 de novembro e as categorias são micros, médias e grandes cervejarias. Basta os interessados entrarem no site da campanha para escolher entre as dez finalistas de cada categoria. Cada pessoa pode votar apenas uma vez.  O prêmio é promovido pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas), com o objetivo de estimular a criatividade das cervejarias que, a cada ano, surpreendem e encantam consumidores com a beleza dos seus rótulos.

Campanha de verão da Itaipava
Os anos 2000 são a inspiração para a campanha de verão da cerveja Itaipava, marca do Grupo Petrópolis, que entra no ritmo do funk da época para convidar os consumidores a darem as boas-vindas à estação de forma atual, interativa e divertida. Na nova campanha, a comunicação está alinhada às tendências, trazendo em suas peças o comportamento, os códigos, o funk e a moda inspirada nos anos 2000.

Beck’s com ingressos para o Primavera Sound
Como aquecimento para o Primavera Sound, festival patrocinado pela Beck’s, a marca está realizando o “Bitter Tickets”, uma ativação em bares de São Paulo para promover uma experiência do sabor amargo em troca de ingressos para o festival. Na aquisição de um combo Beck’s compre três e leve quatro, um consumidor da mesa concorre a prêmios instantâneos. Ao fazer o pedido, a mesa receberá uma flor, símbolo da estação, em referência ao Primavera Sound. Um promotor da marca vai até a mesa com quatro shots de drinques com diferentes níveis de amargor e o copo com o sabor mais amargo dos quatro vale um par de ingressos para o festival. A ação vai até esta sexta-feira.

Coleção de roupas e acessórios  
O Brasil Beer Cup lançou sua primeira coleção de roupas e acessórios inspirada no universo cervejeiro. Com o desafio de estampar a “R-Evolução cervejeira” em looks versáteis e contemporâneos, o projeto foi inteiramente planejado e executado por mulheres, desde a ilustração e design, por Ana Andreiolo, até a produção e confecção de Lorena Hach e a atuação de Gabriela Xavier como estilista. A coleção é composta por um kimono, camisa, um lenço/canga e boné, todos com o tema e cores da edição de 2022.

Chope em dobro
Para potencializar a venda dos franqueados, a marca Quiosque do Lugui, fundada em 2018 em São José do Rio Preto (SP), quer atrair mais consumidores às unidades. Para isso, criou a campanha de marketing “Chope em dobro, todo dia, toda hora”. Nela, a franqueadora, que possui sua própria fábrica de chope, subsidia o segundo para que o franqueado possa garantir chope em dobro para o cliente durante todo o expediente como forma de atrair o público em todos os horários do dia.  Atualmente, a marca possui 13 lojas abertas em regiões como São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Amazonas, além de 44 lojas em implantação.

Startup de diversidade
A Diversidade.io – startup com a proposta de aproximar talentos e empresas que valorizam a inclusão e a diversidade – realizou uma rodada de negociações para conectar afroempreendedores a tomadores de decisões de grandes empresas na sede da Ambev, em São Paulo. A expectativa é que esse encontro possa gerar até R$ 360 mil em negócios fechados nos próximos 90 dias. O encontro foi idealizado com o objetivo de acelerar o faturamento, promover networking e tratar a diversidade e inclusão como oportunidades de negócios.

Aceleradora da Ambev
A quarta edição da Aceleradora 100+, programa da Ambev que busca projetos inovadores para conectar aos seus pilares de sustentabilidade, acaba de abrir as portas para nove empresas testarem seus projetos. Em parceria com a Plataforma Parceiros pela Amazônia (PPA) e com o Quintessa, as iniciativas serão implementadas nos próximos 4 meses. Mentores especialistas, fundos de investimento e executivos da companhia selecionaram as propostas mais aderentes entre 20 empresas participantes da primeira fase do programa. O teste será realizado em 12 bares de São Paulo e no Centro de Distribuição de Osasco (SP), a partir do monitoramento do consumo de energia e controle de câmaras frias, geladeiras, freezers e chopeiras, em tempo real.

Festa de aniversário do Mr. Hoppy Prado
O Mr. Hoppy Prado vai comemorar seu aniversário neste sábado (5), quando a casa abrirá às 14 horas, tendo shows durante todo o dia. Na compra de um copo personalizado do Mr. Hoppy, o cliente ganha 3 copos de chope pilsen de 330ml, enquanto durar o estoque.

Campanha vegana da Dádiva
Para celebrar o Dia Mundial do Veganismo, comemorado na terça-feira (1), a Dádiva criou a campanha “Vegan is Cool”. Na ação, que está sendo realizada ao longo de uma semana, 20 bares apresentaram pelo menos uma opção de prato ou de petisco vegano. As novidades deverão ser incluídas em definitivo nos cardápios das casas, que contarão com o suporte da Sociedade Vegetariana Brasileira por meio do programa Opção Vegana, de consultoria gratuita de criação de receitas. Para acompanhar as novidades nos cardápios dos bares, a cervejaria criou uma APA de 5,6% de teor alcoólico “Vegan is Cool”, feita com os lúpulos Lemondrop e Simcoe

Hidromel da Campos do Jordão
A Cerveja Campos do Jordão lançou seu primeiro hidromel. Considerado uma das bebidas mais antigas do mundo, consumida principalmente nas culturas nórdica e medieval, o hidromel, também conhecido como vinho de mel, é feito a partir da fermentação do mel diluído em água, podendo ser aromatizado com especiarias e frutas. De estilo tradicional seco frisante, o Hidromel Campos do Jordão leva na sua composição o mel de flora da Mantiqueira, água e fermento. Tem 11% de teor alcoólico, com aroma, corpo e sabor final muito similar ao do vinho branco seco.

Louvada Blond está de volta
A Louvada trouxe de volta a Louvada Blond Caju, uma sazonal produzida apenas na época de colheita do caju. Lançada em setembro de 2021, a bebida foi uma das mais pedidas pelos consumidores da marca desde então. A receita conta com malte de cevada, lúpulo, levedura e suco de caju. A Blond Caju pertence ao estilo Blond Ale, tem coloração amarelo profundo, teor alcoólico de 4.8% e 15 IBUs de amargor.