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34 marcas se unem para lançar cerveja celebrativa dos 60 anos de Brasília

Brasília completou 60 anos no dia 21 de abril. E, mesmo com o clima turbulento na capital do país, que vive em meio à pandemia do coronavírus e a uma grave crise política, as cervejarias da região dedicaram um presente mais do que especial: um rótulo colaborativo – a Quadradinha – feito por 34 marcas.

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O projeto foi uma iniciativa da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal do Distrito Federal (Abracerva-DF) e surgiu a partir de uma ação coordenada entre fornecedores de insumos, produtores e distribuidores de cerveja locais.

Batizada como Quadradinha em função do apelido da capital, derivado do formato de suas fronteiras, a bebida é uma Hop Lager puro malte. Trata-se de uma cerveja clara, leve, pouco alcoólica e fácil de beber, segundo descreve a Abracerva. Tem, ainda, 5% de teor alcóolico e 22 IBUs.

Entre as 34 marcas participantes, por sua vez, 33 são cervejarias e uma é a Candango Bräu/Agrária, loja de insumos que doou a matéria-prima para a fabricação do rótulo que, por sua vez, foi produzido na Bezy, de Sobradinho.

Segundo Pedro Capozzi, presidente da Abracerva-DF, os fundos arrecadados na venda da Quadradinha serão destinados para ações de divulgação das cervejarias locais e pequenos negócios afins, como bares associados.

“Nossa ideia foi a de unir diversas marcas de Brasília para produzir uma cerveja artesanal com qualidade e baixo custo para o cliente final. Os fundos arrecadados vão ser destinados para ações da Abracerva, divulgando pequenos comércios e seus respectivos sistemas de entrega, take out e lojas virtuais”, detalha Capozzi.

A cerveja será distribuída entre associados da Abracerva-DF e cada um comercializará a lata em suas respectivas plataformas. O preço da Quadradinha será fixado em R$ 8 (lata de 473ml).

Confira os participantes da ação: Agrária/Candango Bräu (fornecedor de insumos), 2 Candangos, Activista, Bezy, Biela Bier, Bracitorium, Brasília Bier, Brother Brew, Bunker, Candango Bräu, Cerrado Beer, Corina, Corrupta, Criolina, Cruls, Dümf, Edbeer, Embuarama, Estória, Fermentaria, Giro, Godofredo – 408 Norte, Gont’s, Hop Capital, Inocente, Metanoia, Nomocó, Quatro Poderes, Recanto, São Bento, Satori, Substanz, Totem e V2 Custom Beer.

Emicida, Rashid e Marcelo D2 participam de festival de lives da Budweiser no domingo

Em tempos nos quais praticamente todas as interações sociais precisam ser reinventadas, as apresentações culturais e musicais não são exceções. Com a alternativa sensação do momento sendo as “lives”, as grandes marcas de cerveja, tradicionais patrocinadoras de shows, se adaptaram para continuar desempenhando esse papel em eventos digitais com fundo social.

Neste domingo, por exemplo, a Budweiser promove um “festival multiplataforma”, em projeto que arrecadará fundos em benefício de profissionais de saúde.

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Parte de um movimento que a marca batizou como #OneTeam, o evento visa promover a diversidade musical. E terá shows de nomes de peso do rap nacional como Emicida, Marcelo D2, Karol Conka, BK, Rashid, Drik Barbosa e Rincon Sapiência. Enquanto isso, um time de especialistas se revezará nos comentários e entrevistas com os artistas.

O festival será a partir das 14h e a transmissão vai acontecer pelas plataformas digitais da Budweiser, transformadas em palcos integrados: o YouTube sediará os shows, enquanto o Twitter abrigará as conversas entre os comentaristas nos intervalos das apresentações. Já o Instagram promoverá interações entre artistas e fãs após os shows, com o aplicativo de videochamadas Zoom recebendo as “after parties”.

O projeto #OneTeam é um movimento para arrecadar fundos visando a compra de kits de proteção doados a organizações como Médicos Sem Fronteiras e Associação Médica Brasileira. A cervejaria fará uma contribuição inicial de R$ 1,5 milhão e, ao longa das transmissões, incentivará as doações por parte do público por meio da plataforma Abrace uma Causa.

“Como grandes apoiadores de festivais, sabemos que existe espaço para todos os gêneros musicais. O nosso festival traz essa diversidade musical para a cena das lives e propõe um formato inovador para que os fãs tenham uma experiência completa sem sair de casa”, afirma Bruna Buás, diretora de marketing de Budweiser.

“Neste momento, os profissionais da saúde são nossos principais aliados no combate à Covid-19. Estaremos ao lado deles valorizando toda a sua dedicação e esperamos contribuir da melhor forma para que enfrentem esse desafio diário em suas carreiras e vidas pessoais”, completa Bruna.

Funk lives
Nesta sexta-feira, a Amstel também promoveu lives com finalidade de arrecadar fundos para as vítimas do novo coronavírus, em parceria com o canal musical Kondzilla.

Com doações destinadas ao projeto social Mães de Favela, da Central Única das Favelas (Cufa), que ajuda mães de comunidades que passam dificuldades por conta do coronavírus, o Kondzilla Festival em Casa aconteceu em duas etapas, sendo a primeira na última segunda-feira. E reuniu nomes que estão no topo das playlists de 2020, como Dani Russo, MC Dede e Kevinho, MC MM, Jottape e Mila.

Blumenau trocará Hazy IPA por alimentos; Therezópolis também faz campanha

O conceito de união é bem conhecido no setor de artesanais, exemplificado pela criação de vários rótulos colaborativos. E a necessidade da coletividade na sociedade fica ainda mais clara em momentos de crise como a do coronavírus. Conexão que foi colocada em prática em ações da Cerveja Blumenau, com sua nova Hazy IPA, e da Therezópolis.

Junto com 5 Elementos, Narcose, Trilha e Suricato, a Cerveja Blumenau criou uma Hazy IPA com goiaba. E, no próximo domingo, uma ação envolvendo esse rótulo vai arrecadar alimentos para os mais afetados pela Covid-19.

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Será a primeira edição do “Drive-thru Solidário” na cidade do interior catarinense. Quem doar cinco quilos de alimentos não perecíveis levará para casa dois litros de cerveja da Blumenau: um da tradicional Pilsen e outro da Confraria Hazy IPA com goiaba.

A iniciativa acontecerá das 9h às 13h na fábrica da Blumenau, na Rua Arno Delling, 388. A expectativa é de arrecadar 5 toneladas de alimentos. E os mantimentos serão destinados para as seguintes entidades: Associação de Amigos, Pais e Portadores de Mielomeningocele (AAPPM), Associação Puro Amor e Casa de Acolhida São Felipe Néri.

“Nós entendemos que é o momento de fazer a diferença na vida das famílias mais afetadas pela crise causada pelo novo coronavírus. Por isso, estamos disponibilizando o que temos de mais precioso: os nosso produtos. Esperamos que o público compareça e apoie também”, comenta o diretor da Cerveja Blumenau, Valmir Zanetti.

Criada pela Blumenau com as cervejarias 5 Elementos, Narcose, Trilha e Suricato, a Hazy IPA também teve o apoio da LNF e da Agrária Maltes. Ela tem teor alcoólico de 10,5% e 60 IBUs. Os lúpulos usados foram Galaxy, Enigma e El Dourado.

“É uma cerveja muito significativa. São cinco cervejeiros experientes e marcas que são respeitadas pelo público. Usar uma receita com tanto conhecimento para apoiar famílias que estão passando por momentos difíceis torna essa receita ainda mais especial para todos nós”, comenta Marcos Guerra, cervejeiro da Blumenau.

Já a Pilsen da Blumenau, outro rótulo a ser trocado por alimentos no domingo, tem aroma maltado e sabor leve de malte e lúpulo. O teor alcoólico é de 4,3%.

Therezópolis
Integrante da Rota Cervejeira RJ, por sua vez, a Therezópolis fará uma ação social neste sábado, das 14h às 18h, na Vila St.Gallen, em Teresópolis, com o objetivo de arrecadar uma tonelada de alimentos que serão doados ao projeto Metanoia Radical.

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De acordo com a cervejaria, cada pessoa poderá fazer, no máximo, duas doações. A quantidade mínima prevista é de 2 kg por litro de chope ou seis unidades de lata.

Por conta da pandemia de coronavírus, a cervejaria tomará todas as providências para que tudo seja feito com máxima segurança e higiene. “Use máscaras na ida ao local para doações e fique ainda mais protegido”, recomenda a Therezópolis.

Com criatividade, cervejarias inovam e investem mesmo durante o isolamento social

O impacto do isolamento social atingiu em cheio o mercado de artesanais, não só no Brasil, mas até mesmo em países onde o setor está mais consolidado, como nos Estados Unidos. Há um cenário de cortes de investimentos, demissões e paralisação da produção, provocado pelo comprometimento do fluxo de caixa.

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Embora a redução das atividades seja uma realidade, há boas iniciativas sendo realizadas para encarar as dificuldades causadas pela crise do coronavírus. Empresas do setor cervejeiro têm apostado em novos modelos comerciais, realizando lançamentos e ações de marketing. Com criatividade, otimização de recursos e aportes seletivos, muitas marcas estão conseguindo tirar do papel projetos novos em pleno isolamento social.

É o caso da cervejaria Los Compadres, de Atibaia, no interior de São Paulo. Por lá as atividades foram suspensas em função do fechamento dos pontos de venda. Mas o que era um problema se transformou em oportunidade para os investimentos em obras e equipamentos para ampliação da produção.

“Aproveitamos a fábrica parada para dar início às obras de ampliação, tendo em vista que foi necessário que toda a cozinha e a adega fossem desativadas. Os próximos meses ainda são uma incógnita, por isso no momento estamos focando nas obras e em voltar com novidades”, revela Camille Barioni, sommelière, sócia e responsável pelo marketing da Los Compadres.

Lançamento de novos rótulos
Há várias microcervejarias que estão produzindo durante a quarentena e até mesmo apresentando ao mercado novas receitas. A Júpiter, de São Paulo, por exemplo, planeja lançar em breve dois rótulos exclusivos para assinantes do Clube do Malte, um market place que entrega cervejas através de um serviço de assinaturas.

David Michelsohn, mestre-cervejeiro da marca paulistana, destaca que a busca por novos canais e formatos de venda é importante neste momento de crise. “Acreditamos que com criatividade e solidariedade podemos encontrar soluções e nos fortalecer”, diz.

Igualmente, a Startup Brewing, cervejaria de Itupeva, no interior de São Paulo, através da sua marca UX Brew, fez um lançamento inovador para o rótulo West Trends#2.

Em uma ação comercial muito bem executada com os pontos de venda, as latinhas foram comercializadas e entregues antes da apresentação oficial, via delivery. Logo depois, em dia e hora marcados para o lançamento, os clientes abriram suas latinhas junto com a cervejaria em uma “live” no Instagram.

Novos modelos comerciais
A crise também está motivando investimentos em novos modelos comerciais, como no caso da Dortmund Bier, de Serra Negra, que está investindo na viabilização da venda de seus rótulos em restaurantes, lanchonetes e pizzarias que fazem delivery na região – e que tradicionalmente não trabalhavam com marcas artesanais.

Uma dificuldade desses estabelecimentos era estocar o chope. Por isso a cervejaria resolveu eliminar esse empecilho fazendo a entrega dos growlers já cheios, prontos para a comercialização, facilitando a operação dos restaurantes.

“Eles não precisam se preocupar em ter uma estrutura para encher os growlers, estamos fazendo isso por eles. Só precisam vender e entregar”, salienta Marcel Longo, sócio-diretor da Dortmund, informando ainda que, como parte do investimento, a cervejaria diminuiu sua margem e não está cobrando os estabelecimentos pelos growlers.

Covid-19: Bares e restaurantes cortaram 1 milhão de empregos, diz ANR

As medidas de isolamento social, implementadas por conta da pandemia da Covid-19, já causaram milhares de cortes de empregos na maioria dos bares e restaurantes brasileiros. É o que aponta uma pesquisa divulgada pela Associação Nacional de Restaurantes (ANR), entidade que representa 9 mil pontos comerciais em todo o país, entre redes, franquias e restaurantes independentes.

O levantamento, realizado entre 9 e 15 de abril, mostrou que 76% afirmaram ter demitido funcionários – em março o volume era de 62%. Antes da crise, o setor contava com cerca de 6 milhões de empregos e faturava R$ 400 bilhões anualmente. A estimativa da entidade é de que cerca de 1 milhão de postos de trabalho já tenham sido cortados desde março.

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A pesquisa apontou ainda que 68% das empresas do setor só possuem caixa para suportar mais 30 dias fechados ou em delivery. E outros 22% afirmaram que irão fechar o estabelecimento em definitivo caso esse cenário se confirme.

Segundo o levantamento, mesmo com a operação em delivery ou “take away”, 65% dos estabelecimentos estão faturando apenas um terço do valor anterior à pandemia. Apesar disso, 77% disseram estar em dia com a folha de pagamento dos funcionários.

Mas, para maio, a grande maioria dos estabelecimentos – 76% – disse que só conseguirá pagar os salários por meio dos acordos de redução de jornadas e suspensão dos contratos de trabalho. Essa possibilidade é permitida pela Medida Provisória (MP) 936, conhecida como MP dos Salários.

Para o presidente da ANR, Cristiano Melles, prorrogar os prazos da MP é crucial para a sobrevivência do setor de bares e restaurantes. O assunto está sendo discutido com as autoridades em Brasília.

“Neste momento estamos empenhados em convencer deputados e senadores, e também o Ministério da Economia, a ampliar os prazos”, argumenta Melles.

Alemanha cancela Oktoberfest para evitar propagação do coronavírus

A Alemanha teve na última terça-feira uma má notícia que atingiu a economia do setor cervejeiro – um dos mais consolidados e robustos do mundo -, o turismo e suas tradições: pela primeira vez depois da Segunda Guerra Mundial, a Oktoberfest foi cancelada, como consequência da pandemia do coronavírus.

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Em reunião com os primeiros-ministros dos estados, a chanceler Angela Merkel decidiu manter as medidas restritivas de circulação e contato social adotadas para conter a disseminação do vírus, mesmo que, assim como em outros países da Europa, o surto já se apresente em curva decrescente. A Alemanha soma quase 150 mil contaminações e cerca de 5 mil mortes.

A determinação federal proíbe a realização de eventos de grande e de pequeno porte até 31 de agosto. Mesmo que a Oktoberfest estivesse programada para o período entre 19 de setembro e 4 de outubro, os governantes do estado da Baviera e da cidade de Munique, onde acontece a festa, entenderam que sua realização seria muito arriscada.

“Com base na situação atual, não consigo imaginar que um evento tão grande possa ser possível nessa data”, afirmou o primeiro-ministro da Baviera, Markus Söder. “É uma pena, dói”, lamentou ele, que anunciou, também, a adoção de um programa de ajuda emergencial para os artistas que trabalhariam no festival.

O cancelamento, no entanto, ainda não é definitivo. Assim, teoricamente existem chances remotas de ser revertido. Os responsáveis explicam que uma decisão final será anunciada em junho. Acima de tudo, seguirão as orientações das autoridades sanitárias, além das determinações governamentais.

“É claro que esse tipo de decisão será tomada com a maior responsabilidade possível. Isso vai depender muito do que os médicos recomendarem e das políticas de saúde pública e regulamentações federais e locais. Vamos monitorar a situação até o último momento possível antes de uma decisão irreversível, o que deve acontecer em junho”, afirma o chefe do departamento de desenvolvimento econômico de Munique, Clems Baumgärtner.

O tradicional festival, que completa 210 anos de existência em 2020, é considerado o maior evento público do mundo, o que também significa grandes aglomerações. Em toda edição, cerca de 6 milhões de pessoas, sendo quase 2 milhões de turistas estrangeiros, visitam Munique e consomem 80 mil hectolitros de cerveja.

De maneira direta ou indireta, calcula-se que a festa movimente 1 bilhão de euros em negócios, incluindo produtos, souvenirs, reservas de hotéis, contratações de mão de obra, alimentação e transportes.


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Protegida há 20 anos, a marca pertence à Associação de Cervejarias de Munique e só pode ser usada oficialmente por seis cervejarias da cidade.

13 cervejarias de Pernambuco com delivery a todo vapor

Marcas ligadas à Associação Pernambucana de Cervejarias Artesanais (Apecerva) se estruturaram para poder atender às demandas dos novos tempos. O resultado é uma rica lista de opções em Pernambuco para os moradores de cidades como Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes e Garanhuns degustarem em casa.

As estratégias adotadas para continuar servindo seus consumidores com segurança são o delivery e a venda direta ao cliente final na própria cervejaria, que se popularizou pelo termo “take away”.

O Guia compilou 13 opções que valem a pena em Pernambuco. Confira.

Cervejaria Babylon
Os pedidos podem ser feitos pelo Instagram ou via WhatsApp no (81) 99880-0041 para as garrafas de 500ml. As solicitações de chopes em growler são pelo site ou pelo número (81) 99120-2302.

Cervejaria Capunga
Cervejas e gins da Capunga estão à venda pelo WhatsApp, nos números (81) 98835-5498, (81) 99196-1552 ou (81) 98708-5160 e pelo site, com entrega em casa. Pagamentos no cartão de crédito, ITI ou por transferência. O frete é grátis para Recife e Olinda nas compras acima de R$ 99,90. E o cliente também recebe brindes.

Cervejaria Debron
Os pedidos podem ser feitos pelos números (81) 99168-0092 e (81) 3342-4087 ou pelo site Delivery Direto.

Cervejaria Duvália
Os pedidos de cervejas em garrafa (500ml ou 275ml) podem ser realizados pelo Instagram, pelo WhatsApp (81) 98121-9343, por telefone (81) 3429-2351 ou pelo site da cervejaria. A entrega se dá em até um dia útil.

Cervjaria Ekäut
Toda a linha da cervejaria está disponível para pedidos pelo Whatsapp (81) 99992-0360, pelo iFood ou pelo site http://www.ekautemcasa.com.br, com entrega gratuita para a zona sul de Recife e frete a partir de R$ 5 para zona norte.

Cervejaria Estrada
Vende cervejas das marcas Estrada e Riffen, além de rótulos de outros estados, como Dogma, Hocus Pocus e Dádiva. As compras são pelo site. O prazo de entrega é de 24 horas e a compra mínima é de R$ 55. Entrega em Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes

Cervejaria Hellcife
Cerveja Hellcife Session IPA no Growler com entrega em casa pelo Brejarte. Pedidos pelo Whatsapp (81) 99248-0712.

Grunshbier
Entregas para a cidade de Garanhuns para pedidos pelo direct do Instagram ou pelo telefone (87) 99939-4562 (WhatsApp). Tem garrafas de 500ml nos estilos APA, Weiss, Lager e Coffee Stout.

Cervejaria Malakoff
Rótulos da Malakoff estão à venda pelo WhatsApp (81) 98155-4257 ou pelo site da cervejaria.

Cervejaria Manguezal
Cervejas Manguezal com delivery para Recife, Olinda e Jaboatão pelos telefones e WhatsApp (81) 98595-7446, (81) 98839-2245 e (81) 99299-2879. A partir de 12 unidades, o frete é grátis. E os pagamentos podem ser feitos via boleto ou transferência bancária.

Cervejaria Navegantes
Cervejas da marca de Pernambuco à venda pelo WhatsApp (81) 98894-9032 e pelo seu site. Entregas para Recife, Olinda e Jaboatão.

Cervejaria Quatro Cantos
As vendas do serviço de delivery são pelo telefone (81) 99226-5823.

Cervejaria Seis Punhos
Os pedidos de garrafas de 500 ml dos rótulos da marca podem ser feitos por direct no Instagram ou via WhatsApp no (81) 99670-1422. As entregas são realizadas às sextas. O frete é grátis para pedidos a partir de seis unidades (consulte as áreas de entrega). Oferece formas de pagamento digitais ou por máquina de cartão.

Mascate Insumos
A loja de insumos de Recife trabalha com diversas das marcas artesanais de Pernambuco e rótulos de outros estados. Também atende no delivery (81) 99670-14 22 e pelo site. O catálogo de rótulos está disponível aqui.


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Higiene e educação sanitária: Especialistas detalham sobre como lidar com a crise

A crise do coronavírus terá um papel transformador em comportamentos da sociedade, especialmente naqueles relacionados a hábitos de higiene. Reforçados agora para evitar a contaminação e a expansão da doença, tais ações devem se transformar em rotina mesmo após a pandemia. Atitudes começam a ser automatizadas, seja dentro ou fora de casa, nos momentos de lazer ou no trabalho. Não é diferente no setor cervejeiro e nas indústrias.

Especialistas apontam que as empresas precisam reforçar e manter os protocolos de segurança e qualidade durante as atividades rotineiras. Mas destacam que as iniciativas não podem se ater a isso. É necessária, também, entre outras medidas, a realização de um esforço de comunicação sobre as práticas de higiene durante os processos produtivos do segmento cervejeiro.

“Como em qualquer indústria, além de dar continuidade aos protocolos de segurança e qualidade, o maior erro agora (da indústria cervejeira) seria não investir em reeducação sanitária dos colaboradores. Não utilizar e dispor de produtos de higiene e desinfecção de ambientes, pessoas e objetos seria letal nesse período de pandemia”, explicam Michel Gervasoni e Patrícia Lopes, sócios da M&P Facility Services.

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Destacando a importância das informações serem absorvidas pelos profissionais no dia-a-dia do trabalho, Michel e Patrícia dão exemplos de técnicas e atividades que podem ser realizadas para acelerar esse processo em meio à pandemia, como a realização de palestras e a adoção de uma linguagem clara e simples.

“A informação, quando repetida, acaba sendo absorvida pelo funcionário e executada de forma satisfatória. Aliar a neurolinguística às palestras será de grande valia na absorção de conteúdo, bem como trazer a informação com uma linguagem simplificada e as lideranças de departamentos-chave estarem acessíveis”, afirmam eles.

Aumentar a interação com o setor de recursos humanos e adotar práticas de segurança no trabalho também podem melhorar os resultados no combate à Covid-19. “Funcionários devidamente instruídos se sentem seguros e trabalham com mais confiança, devido a estímulos de instrução aplicados pelas lideranças dos departamentos de RH, segurança do trabalho e qualidade das empresas”, acrescentam.

Também é importante, segundo os especialistas, tanto durante a pandemia quanto ao fim da quarentena, reforçar as normas de segurança e qualidade e investir na utilização dos EPIs (os equipamentos de proteção individual), principalmente pela concentração de pessoas em um espaço fechado.

“O desafio, quando em confinamento de espaço e pessoas, inquestionavelmente será a implantação de protocolos de prevenção de contágio, disponibilizando as referidas ferramentas a todos os colaboradores, tendo a política de qualidade e segurança do trabalho alinhadas, inspecionando o uso devido das ferramentas de contenção ao vírus, sendo as já sabidas máscaras, luvas e álcool em gel”, destacam os sócios da M&P Facility Services.

Michel e Patrícia também detalham quais materiais as empresas cervejeiras devem fornecer aos funcionários para que tenham a melhor proteção possível. “É imprescindível utilizar produtos de limpeza e desinfecção (com ação antibactericida) comprovados pelos órgãos fiscalizadores em todos os espaços, investir em programas de conscientização dos colaboradores e se certificar que seus clientes e fornecedores também estejam propalando essas medidas em suas instituições”, avaliam eles, para depois completar.

“Por fim, equipamento de segurança não é conforto nem estética, mas dispositivo de proteção, para exercermos nossas atividades laborais ou em geral com relativa tranquilidade”, reforçam os sócios da M&P.

Estratégias da M&P
Com importantes clientes na carteira, a M&P tem agido para minimizar qualquer risco de contaminação pelo coronavírus em seus futuros eventos. Para isso, já tem reforçado iniciativas focadas na higiene. “Já temos parceria com fornecedores de insumos e ampliamos o orçamento nas aquisições de EPIs para atendermos aos visitantes e convidados dos eventos indoors integralmente”, comentam os sócios da empresa especializada em serviços de facilities.

Esse tipo de preocupação, porém, já fazia parte da rotina da empresa nas feiras em que atuava. “Por sermos prestadores de serviço no escopo de facility, a aquisição de produtos de limpeza e EPIs é uma realidade inerente ao portfólio. Investimos pesado em marcas renomadas e produtos de limpeza, com ação e eficácia antibactericida comprovada pela Anvisa, e EPIs inspecionados pelo Inmetro e ISO 9001”, afirmam.

Além disso, a companhia tem reforçado os treinamentos dos trabalhadores contratados para colaborar com seus eventos, compartilhando informações de higiene no combate ao coronavírus que serão aplicadas tanto durante as feiras como nas suas vidas pessoais.

“Nossos colaboradores são pré-selecionados para os eventos, passam por treinamento específico ao case atendido. Para complementar, passamos a orientar de forma objetiva e clara as informações e procedimentos sanitários para prevenir e não propagar o contágio da Covid-19, de forma que seu entendimento seja inserido em suas realidades, levados para casa, compartilhado em família”, comentam os sócios.

Na prática, a M&P já tem planos de prevenção a serem adotados nas feiras. Um deles foi a aquisição de luvas e máscaras, que serão distribuídas nos eventos.

“Reestruturamos nossas equipes para ações estratégicas contra a transmissão do coronavírus, como por exemplo: no Caex e nas entradas/acessos aos pavilhões, distribuiremos kits de prevenção pessoal com luvas e máscaras, uma vez que adquirimos uma quantidade satisfatória de um dispositivo que ficará nos acessos principais dos espaços do evento, com álcool em gel para o público”, enumeram eles, destacando a disponibilização de informações para combater a virose.

Os colaboradores da M&P também passarão por uma prévia medição da temperatura corpórea e estarão localizados em pontos estratégicos das feiras com o intuito de prestar esclarecimentos e orientar o público sobre as necessárias medidas de higiene.

“Teremos também colaboradores que farão ronda preventiva devidamente uniformizados, usando um colete informativo e se colocando à disposição dos visitantes, sobre qualquer dúvida ou necessidade, prestando qualquer auxílio quando necessário”, afirmam Michel e Patrícia.

“Nas portas dos banheiros também terão colaboradores orientando sobre o dispositivo com reservatório de álcool em gel, dispostos nas portas de acesso aos WC’s e um cesto com kit de prevenção caso seja preciso, superveniente”, concluem os sócios da M&P.

Para encarar crise, Bodebrown lança rótulo com 18% de álcool e envelhecido por 6 anos

A Bodebrown investiu em um poderoso lançamento para dar suporte à manutenção da sua fábrica durante a crise gerada pelo coronavírus. Trata-se da Double Perigosa 18% Wild, uma versão ainda mais “selvagem” da cultuada cerveja Double Perigosa, segundo descreve a marca.

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Seguindo a linha Wood Aged, a novidade esperou seis anos para ficar pronta: foram dois envelhecendo em barricas de carvalho francês previamente utilizadas por vinho tinto Cabernet Sauvignon da Serra e Gaúcha e, depois, mais quatro repousando na garrafa.

“Nestas barricas, já apresentavam microrganismos selvagens entre as leveduras. Daí o nome wild”, explica Samuel Cavalcanti, CEO da Bodebrown, detalhando também a importância do tempo de repouso na garrafa.

“Este processo aumenta o teor alcoólico em relação à Perigosa tradicional, chegando aos 18%. Complexa e estruturada, esta edição da Double Perigosa ganha sabor com o tempo, valorizando seus aromas cítricos e notas frutadas. A Double Perigosa é considerada a cerveja mais alcoólica do Brasil. Mas, além disso, se destaca pela grande experiência sensorial que proporciona”, acrescenta Samuel. “O resultado é uma cerveja surpreendente, com potencial de guarda por mais 20 ou 30 anos.”

Edição especial
Mas não é apenas a cerveja que pode ser considerada especial. A Double Perigosa 18% Wild será vendida exclusivamente em um kit composto por uma garrafa de 330 ml numerada e uma taça de cristal exclusivamente desenhada para ela. Ao preço de R$ 149, ele pode ser encontrado no site https://loja.bodebrown.com.br/.

Marca que tradicionalmente investe em parcerias culturais, como no recente lançamento da Trooper IPA, feita em conjunto com o Iron Maiden, a Bodebrown acena agora à arquitetura. O design da taça, afinal, foi inspirado na Praça de São Pedro, no Vaticano.

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Seu bojo remete à forma ovalada da praça, cujo desenho foi criado pelo arquiteto Gian Lorenzo Bernini, no século XVII. Bernini também era escultor, foi considerado um dos maiores artistas do seu tempo e, entre suas obras mais conhecidas, está O Rapto de Proserpina, baseada em um antigo mito grego que explica as estações do ano a partir do sequestro de uma bela jovem.

Segundo a lenda, nos meses quentes (primavera e verão) ela voltaria para sua mãe, a deusa das colheitas Deméter. E, nos frios (outono e inverno), precisava retornar para o seu sequestrador, Hades, com quem teve de se casar contra a vontade. “Este ciclo da natureza tem uma relação direta com as plantações de lúpulo e cereais”, aponta Samuel.

A taça que acompanha o kit também pode ser considerada uma raridade pois a Blumenau, fábrica de cristais que a criou, fechou as portas há dois anos. “Um lote destas peças – todas feitas à mão – estava guardado conosco desde então”, conta o CEO da Bodebrown, detalhando a importância do lançamento para um momento difícil como o de agora.

“Precisamos do suporte dos fãs para continuar sobrevivendo em um momento em que o mercado está sofrendo muito, com bares, restaurantes e outros pontos de venda fechados”, complementa Samuel. “Por isso escolhemos uma cerveja tão importante em nossa história para ganhar esta nova versão”.

Balcão do CerveJoca: Mercado de artesanais precisa antecipar medidas protetivas

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Surpreendente, né? Tudo apontava para o cenário atual. Tudo publicado com estatísticas e projeções sociais, mercadológicas e econômicas. Tudo direcionado para nós, para nosso negócio e para nosso mercado.

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Somos tão vulneráveis aos acontecimentos mundiais que não enxergamos nem ao menos o que acontece no nosso quintal, imaginariamente tão seguro. Somos tão complacentes que viabilizamos toda e qualquer estratégia que não exija muita análise ou estudo.

Se estiver dando certo lá, dará certo aqui. Assim temos aceitação de todos, aval dos especialistas e garantia que ninguém será apontado como culpado se der errado – afinal, todos aceitaram.

Respondam: quanto, em dinheiro, estaríamos dispostos a gastar para ter informações precisas sobre os acontecimentos mundiais dos próximos quatro meses? Melhor ainda: o que adotar como medidas protetivas para nossos negócios com tais informações?

Atualmente os recursos estratégicos mais valiosos são as informações. Talvez apenas não faça muita diferença para salvar os negócios.

Portanto agora é hora de analisar os movimentos mundiais e antecipar medidas capazes de amenizar a retomada dos negócios. Esquecer a normalidade. Nada será como antes. Até porque a tarefa é criar novas experiências, inéditas e diferenciadas.

Buscar por informações, avaliar os recursos atuais, analisar os possíveis cenários a médio e longo prazo, retomar projetos, rever metas e criar um diagnóstico capaz de levantar pontos de aprimoramentos e, assim, minimizar prejuízos e potencializar o crescimento.


José Joaquim Alves de Campos Filho é proprietário da Cervejoca Consultoria Cervejeira e Executivo de Contas da ForBeer 2020 –  Feira para Indústria da Cerveja.