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Entrevista: Cerveja brasileira replica bem, mas precisa melhorar a criatividade

O mercado brasileiro de cerveja tem se consolidado como um excelente aprimorador de estilos e receitas externos, especialmente vindos dos Estados Unidos. Falta, porém, desenvolver melhor a criatividade para ser ele próprio um grande propulsor de ideias.

Essa é a análise de Luis Marcelo Nascimento, sommelier, mestre em estilos, especialista em destilados, juiz do Beer Judge Certification Program (BJCP), mais importante instituição mundial de juízes do setor, e ex-sócio da cervejaria-escola Sinnatrah, onde trabalhou por cinco anos.

“Somos muito mais replicadores da criatividade alheia, pegamos muito mais referências que já existem e damos uma mexida, uma adaptada ao que temos localmente, uma acrescida. Mudamos algo. Mas criar do zero mesmo isso a gente não fez ainda”, avalia o especialista.

Criatividade, aliás, é o mote de Luis Marcelo, que hoje presta consultoria na criação de receitas com foco em desenvolvimento de produtos, tanto de cervejas quanto de destilados e fermentados em geral.

Seu foco intensivo na criação resultou no surgimento de destacados bares da cena paulistana onde atua como sócio: o Volátil, o H., que está em testes e será oficialmente aberto em janeiro, e o The Lab, o famoso bar secreto onde testa suas criações.

Em entrevista ao Guia da Cerveja, Luis Marcelo fala sobre os aspectos que poderiam ser melhor explorados pelo mercado, detalha a importância de aprender com outros segmentos – como o de perfumes! – e discorre sobre o que seria o grande inimigo da criatividade: a ganância.

Confira, a seguir, a entrevista completa com Luis Marcelo Nascimento, consultor, juiz do BJCP e sócio do Volátil, do H. e do The Lab.

Sempre tivemos aquela história de que brasileiro é criativo, inventivo, original. Isso no mundo da cerveja é verdade ou clichê? Somos criativos para fazer cerveja?
A minha resposta é que somos médio criativos. Somos muito mais replicadores da criatividade alheia, pegamos muito mais referências que já existem e damos uma mexida, uma adaptada ao que temos localmente, uma acrescida. Mudamos algo. Mas criar do zero mesmo isso a gente não fez ainda. Brasileiro é bom de fazer gambiarra quando faz cerveja em casa. Isso certamente somos fortes.

Quais seriam as referências que utilizamos para fazer as adaptações?
A escola norte-americana. Você pode ter certeza de que dois, três meses após surgir algo lá, estará aparecendo no mercado brasileiro. A maioria das cervejarias apostam nisso hoje, eles basicamente copiam o que aparece lá, o que vira moda lá.

A Catharina Sour é um exemplo de criatividade aprimorada?
Isso é muito controverso, tem dois viés de opinião. Um que segue um pouco pelos padrões do próprio estilo, de teor alcoólico, de utilização da fruta, etc. Mas isso não é bem uma novidade, não é algo que foi feito do zero. Na Flórida tinha um estilo chamado Florida Weisse que era basicamente a mesma coisa. A Berliner Weisse com fruta, apesar de não chegar muito localmente ao Brasil, ou de não ter fábricas grandes que produzem, é feita naturalmente pelos próprios bares em Berlim, usando xaropes, frutas na cerveja. Então, é algo muito parecido com a Catharina Sour. Talvez, com o tempo, isso se divida mais, como sempre acontece com coisas novas. Cria uma maior identidade e isso vai se dividindo. Mas, hoje, é algo nosso. Só não sei se fazer uma Sour com frutas é algo tão criativo e inovador assim, sendo que já foi feita no mundo inteiro. Pode ser que tenha mudado algumas características. Criamos algo nosso, mas baseado em algo que já existe. Não tem nem a questão de usar frutas nativas, nossas. Você pode usar qualquer uma que encontre no mercado, então, no fim das contas, qual a diferença?

E qual seria esse potencial de criatividade para ser explorado em nosso mercado?
Parece que não, parece repetitivo, mas acho que é o uso de frutas mesmo, de ingredientes locais. Não só frutas. Tem um monte de componentes locais que a gente desconhece. Poderia partir daí.

Como se chega a uma receita original e quanto tempo leva para chegar a bons resultados?
Depende muito. Basicamente, para uma receita ser reconhecida, tem primeiro um cara que coloca no mercado, uma cervejaria que começa. E, aí, isso conquista o consumidor, as outras cervejarias enxergam como um produto bom para o público e começam a replicar. Isso acontece com todos os estilos. Alguém é o primeiro a colocar no mercado, às vezes com o nome marqueteiro, às vezes não, às vezes com o mesmo nome que já tinha antes, mas começando a falar que aquilo é diferente. Muita coisa surge, na verdade, da necessidade das cervejarias se destacarem das outras, de criar uma coisa nova. Nunca parte da ideia de que é um estilo novo, mas de que aquilo é um diferencial para o consumidor. E isso vai se definindo como um estilo novo.

Esse processo tem algum padrão de tempo?
É muito improvável. A New England IPA, por exemplo, é um estilo que existe há mais de década e só agora foi reconhecido como novo. E tem o Brut IPA, por outro lado, que fazem há muito pouco tempo.

Quanto a produção em larga escala dificulta o processo criativo?
O que limita a criatividade não é a escala, mas a ganância. Com certeza absoluta. É a necessidade do cara fazer um produto barato, com custo baixo e lucro alto para dar dinheiro ao investidor. Não vejo como a escala pode ser um problema. Lógico que quando você usa fruta, um produto in natura, isso dificulta. Mas existem, por exemplo, grandes empresas que fazem o processo de extrair a essência natural da fruta, o que é apenas terceirizar um processo de entregar o que a fruta já ia te entregar. Você não está fazendo um produto pior, mas apenas passando para alguém a capacidade de extrair algo da fruta. Não piora a qualidade. Mas, claro, nessas horas, o cara te oferece um produto sintético, algo que não é natural, de qualidade baixa, e aí está o problema. O cara vê a oportunidade de ganhar mais pagando menos.

Fora que criatividade está dentro da gente. O que limita é a ganância, ou mesmo a falta de buscar coisas novas, falta de curiosidade, de frequentar outros mundos. O cervejeiro que só bebe cerveja, por exemplo. O cara é um cervejeiro, só bebe cerveja, frequenta os mesmos restaurantes, lê os mesmos livros… É impossível esse cara ser criativo. Ele não tem insights externos de novidade, é sempre o mesmo mundo. Mas o que limita mesmo, quando se pensa em escala, é a ganância.

Pensando em buscar esses novos mundos, a educação cervejeira fomenta essa possibilidade ou tolhe a criatividade?
Ela é fundamental para você fazer cerveja, mas não pode ser a sua única fonte de inspiração. Vou te dar um exemplo básico: cerveja tem aroma; mas quantos cervejeiros fizeram, procuraram ou estudaram como se faz perfume, para aprender a extrair o aroma? Provavelmente nenhum. Só que não tem ninguém mais especialista em extrair aroma do que quem faz perfume. É esse tipo de busca, de procurar coisas novas, que precisa ir atrás. Tem especialista em um monte de coisa que pode agregar. Ficar só dentro do mercado cervejeiro não vai dar criatividade a ninguém.

Nessa linha, é importante transitar por outros segmentos de bebida, como gim, vinho, cachaça?
Na minha opinião isso é a coisa mais importante que pode ter para o cervejeiro, mais importante até do que ele beber cerveja. Ele vai descobrir coisas novas, conhecer coisas diferentes, novas técnicas, pensar em outros insumos. É fundamental conhecer outras bebidas. E estudar, não só beber. Hoje cervejeiro tem muito orgulho de ser sommeliere de cerveja, mas ele não sabe se é um destilado bom ou ruim. Precisa de outras referências, precisa estudar tudo.

LG lança máquina de cápsulas que produz 5 estilos de cerveja

O cervejeiro caseiro terá uma interessante oportunidade pela frente. Marcando sua inserção no setor, a LG anunciou o lançamento da Homebrew, uma máquina portátil de cápsulas capaz de produzir até 5 litros de cerveja em duas semanas.

O lançamento oficial será durante a Consumer Electronics Show 2019, maior feira mundial em tecnologia de consumo que ocorre entre 8 e 11 de janeiro, em Las Vegas. O valor, porém, não foi divulgado e também não há previsão de sua chegada ao mercado brasileiro, segundo a assessoria da multinacional.

A LG Homebrew produzirá cinco estilos diferentes: American IPA, American Pale Ale, English Stout, Belgian Witbier e Czech Pilsner. A promessa é de produzir cinco litros em até duas semanas, mas o tempo pode aumentar conforme o tipo escolhido.

A produção será feita a partir de um sistema de cápsulas que contêm extrato de malte, óleo de lúpulo, levedura e aromatizantes. Já a quantidade de cada insumo irá variar de acordo com o tipo escolhido.

Além de produzir diversos estilos, a LG garante que a máquina será totalmente automatizada, o que inclui os processos de brassagem e fermentação. Um sistema de controle de temperatura e pressão em cada uma das etapas permitirá, também, a adequação da carbonatação e maturação da cerveja.

Haverá, ainda, um aplicativo próprio – disponível para Android e IOS – que permitirá monitorar cada etapa da fabricação e um sistema automatizado de limpeza que utiliza água e ar em temperaturas elevadas.

Sangue, cerveja, embriaguez na biga: As fantásticas histórias egípcias da Hator

Palco de uma das civilizações mais importantes da Antiguidade, o Egito tinha a cerveja como um dos componentes de sua cultura. Pois é dessa “Era dos Faraós”, há mais de 5 mil anos, que veio a inspiração para o surgimento da Hator, uma cervejaria cigana paulistana.

Uma inspiração que não só resultou em boas cervejas, mas também em grandes histórias, como o rótulo inspirado no primeiro caso de embriaguez “ao volante” da humanidade. E, também, claro, da Hator, uma deusa do Egito Antigo.

A escolha do nome não foi por acaso. Afinal, naquele período, Hator era a deusa mais venerada por reis e plebeus. Ela foi enviada por seu pai, o Deus Rá, para punir a humanidade, mas ele sentiu remorso e lançou 7 mil jarras de cerveja misturadas com mandrágoras, planta com poder afrodisíaco e cujo nome em hebraico é formado pela raiz de amor.

As jarras de bebida, então, enviadas para que lembrassem um derramamento de sangue, tiveram seu efeito: Hator bebeu toda a cerveja, ficou embriagada e esqueceu o seu desejo por vingança. Assim, tornou-se a deusa da alegria, da fertilidade e da embriaguez sem fim.

“Achamos a história bacana, o nome forte e resolvemos adotá-la como nossa”, afirma Rhonze Lapenta Rossi, um dos sócios da cervejaria de São Paulo, ao Guia da Cerveja.

A definição do nome veio depois de passos comuns a maior parte dos cervejeiros. Apaixonados por lúpulo, como eles mesmos se definem, Rhonze Rossi e Henry Pan, o outro sócio da Hator, se uniram para buscar inovação e explorar novas fronteiras do setor. E a aprovação de um público seleto abriu caminho para que a cervejaria, com a sua marca, surgisse com o apoio de um sócio-investidor, Caio Raya.

“Como todo bom cervejeiro, saímos das panelas caseiras com um sonho de um dia poder abrir nossas criações para mais gente que nosso círculo de amigos, que já adoravam o que saía dessas panelas. E assim nasceu a Hator. Trabalhamos juntos nas ideias e receitas que criamos”, conta Rhonze Rossi.

Cervejas históricas
No Egito Antigo, inspiração da Hator, a cerveja integrava a dieta dos faraós, sendo considerada um bom presente e uma oferenda aos deuses. Era consumida por adultos e mesmo crianças, além de ter aplicação medicinal. Cada templo possuía sua própria cervejaria e a bebida era armazenada em jarras.

Há, inclusive, relatos históricos de que cervejarias – assim como padarias – foram instaladas nas proximidades da Grande Pirâmide, para atender os envolvidos na construção, assim como servir de pagamento. Essa produção de cerveja foi transmitida para as civilizações seguintes, chegando como tradição até a sociedade atual.

Tradição que a marca cigana tratou de homenagear. Recentemente, a Hator lançou duas cervejas no prestigioso Mondial de la Bière Rio, ambas com o Egito como inspiração.

Cerveja que remete à embriaguez ao volante – e à morte por enforcamento do condutor

A Tabern’s Guilty, por exemplo, segundo a cervejaria, remonta a um momento no mínimo curioso, embora não tão feliz: o primeiro caso de embriaguez “ao volante” da humanidade. Nesse incidente, após sair embriagado de uma taverna, um egípcio pegou sua biga e atropelou uma sacerdotisa da Deusa Hator. Com isso, foi punido a morte por enforcamento, que se deu em frente à taverna onde havia bebido.

A lembrança ao Egito Antigo também está expressa na outra dessas cervejas: a Ramsés III, o segundo faraó da XX Dinastia Egípcia, considerado como o último do Império Novo a exercer uma grande autoridade sobre o Egito, sendo filho do faraó Setnakht com a rainha Tiy-Merenese.

O seu reinado durou cerca de 30 anos, de 1194 a.C. a 1163 a.C. E o “III” do seu nome destaca que uma única cerveja possui três estilos – New England, Sour e Fruit Beer. Além disso, Ramsés III é apontado como a primeira pessoa na história a construir uma fábrica para produção de cervejas.

Desse passado distante, mas unido pelo hábito de consumir cervejas, felizmente vem a inspiração diária para os rótulos da Hator. “A boca de um homem perfeitamente contente está repleta de cerveja”, diz um provérbio datado de 2.200 A.C., encontrado no templo dedicado à deusa Hator em Dendera, no Egito, e que define precisamente as inspirações dessa peculiar cervejaria.

Confira os detalhes desses e de outros rótulos da Hator:

Ramsés III – Lançada com sucesso no Mondial de la Bière, é uma New England Sour Juyce, com Galaxy, Citra, Mosaic, Ketle Sour, além de uma super adição de manga. Tem double dry hopping de Mosaic e Citra e está disponível em latas de 473 ml e chope.

Tabern’s Guilty – A cerveja que homenageia a primeira embriaguez ao volante da história é uma IPA clássica de coloração âmbar, com 7% de teor alcoólico e 70 IBUs. Feita com Cascade, Citra, Mosaic e double dry hopping.

New Oásis – New England Session IPA com um corpo mais leve, 5% de álcool, 22 g L de lúpulo e 45 IBUs. Definida pela própria Hator como “uma verdadeiro Oásis fresco no deserto”.

Sorachi IPA – Uma clássica American IPA. Nela, o lúpulo Sorachi Ace foi usado pela primeira vez no Brasil em uma IPA. Tem as características tipicas de um American IPA clássica e um toque amadeirado e herbal do Sorachi Ace. Conta com 7% de álcool e 70 IBUs.

Produção de cerveja bate recorde na Europa

A produção de cerveja na Europa aumentou 2 milhões de hectolitros, chegando a 39,6 bilhões de hectolitros em 2017, o maior volume já produzido pelo continente na história. Os dados são do relatório anual da Brewers of Europe, entidade que une associações nacionais de cervejeiros de 29 países. Divulgado nessa semana, o estudo mostra também a evolução da exportação e da importação de cerveja no continente.

Com uma produção de 9,3 bilhões de litros (um quinto do total), a Alemanha é o maior fabricante europeu, seguido por Reino Unido e Polônia, com 4 bilhões de litros cada, o que representa 10% do total.

Um quinto dessa produção é exportada, e um terço desse montante vai para países de fora da União Europeia – são 8,7 bilhões de litros, somando € 3,4 bilhões em negócios no ano passado. Os maiores exportadores são Alemanha e Bélgica, com 1,5 bilhões de litros cada, e os principais destinos são EUA, China e Canadá.

Por outro lado, o Reino Unido é o país europeu que mais importa cerveja, tanto de dentro quanto de fora da União Europeia. Em 2017, pubs, bares, restaurantes e varejo tradicional compraram mais de um milhão de hectolitros de cerveja estrangeira. E 87% desse volume veio de países europeus.

O relatório mostrou também um aumento no número de cervejarias ativas no continente: em 2017, mil marcas entraram no mercado, e o número chegou a 9,5 mil. Dessas, três quartos são consideradas micro-cervejarias ou empresas de pequeno ou médio porte, o que, segundo os analistas da Brewers of Europe, leva o mercado para um cenário de maior diversidade.

O Reino Unido lidera essa lista, com 2430 empresas, enquanto Alemanha tem 1492, França 1100, Itália 868 e Espanha conta com 521 cervejarias. 

Confira os maiores produtores de cerveja na Europa:

  • Alemanha, (20%)
  • Reino Unido e Polônia (10%)
  • Espanha (9%)
  • Holanda (6%)
  • França e Bélgica (5%)

Em cenário de deflação no país, preço da cerveja tem alta em novembro

O preço da cerveja no domicílio registrou alta de 0,49% em novembro, em um cenário oposto ao do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que teve deflação de 0,21% no 11º mês do ano, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A alta em novembro, porém, não alterou o cenário de baixa do preço da cerveja em 2018, que agora caiu 1,20%. E também há deflação, de 0,67%, quando são considerados os últimos 12 meses.

Já em relação à cerveja fora do domicílio, a tendência de alta se ampliou em todos os cenários. A inflação foi de 0,87% em novembro, deixando o índice acumulado de 2018 em 2,83%. E a elevação é de 3,25% no somatório dos últimos 12 meses.

Outros itens pesquisados pelo IBGE também apresentaram alta em novembro. Foram os casos de outras bebidas alcoólicas no domicílio, com inflação de 0,96%, e do setor de alimentação e bebidas, que apresentou elevação de 0,39%.

Já o preço de outras bebidas alcoólicas fora do domicílio teve queda de 0,02%.

Confira, a seguir, os dados da inflação de novembro:

IPCANovembro     2018    12 meses
Cerveja no domicílio0,49%    -1,20%   -0,67%
Cerveja fora do domicílio0,87%    2,83%   3,25%
Outras bebidas alcoólicas no domicílio0,96%    4,69%   4,83%
Outras bebidas alcoólicas fora do domicílio-0,02%    2,21%   2,43%
Alimentação e Bebidas0,39%    3,58%   4,14%
Inflação Geral-0,21%    3,59%   4,05%

12 cursos cervejeiros de férias da ESCM

O fim de ano trouxe uma excelente oportunidade etílica. Seja para quem pretende ingressar no universo cervejeiro ou mesmo para quem já atua no setor, a Escola Superior de Cerveja e Malte (ESCM) oferecerá 12 cursos de capacitação durante as férias. As inscrições vão até 17 de dezembro e as aulas ocorrerão entre os meses de janeiro e fevereiro na sede da instituição, em Blumenau. A expectativa é de que mais de 300 alunos se inscrevam. Confira os 12 cursos.

1- Produção de Cervejas Não Convencionais – 14/01 a 18/01
2- Gestão de Microcervejarias – 14/01 a 19/01
3- Mestre Malteiro – 21/01 a 02/02
4- Cervejeiro Artesanal – Home Brew – 21/01 a 01/02
5- Como Montar Sua Cervejaria – 21/01 a 01/02
6- Harmonização com Cervejas – 14/01 a 18/01
7- Master em Estilos – 14/01 a 26/01
8- Mestre Destilador – 21/01 a 02/02
9- Microbiologia da Cerveja – Da Levedura ao Controle de Qualidade – 14/01 a 19/01
10- Produção de Bebidas Não Alcoólicas – 14/01 a 19/01
11- Sommelier de Cervejas – 21/01 a 02/02
12- Tecnologia Cervejeira Avançada – 21/01 a 01/02

Engenharia cervejeira
Com mais de 6 mil alunos formados em quatro anos de atuação, a Escola Superior de Cerveja e Malte também oferece outra oportunidade para 2019: ingressar pelo histórico escolar na primeira graduação em Engenharia de Produção Cervejeira fora da Alemanha. O período de inscrições vai de 19 de dezembro a 25 de janeiro.

O curso tem duração de 10 semestres e conta com o apoio de oito laboratórios. Destaque, também, segundo a ESCM, para o corpo docente formado por profissionais com experiência tanto nas áreas de Engenharia de Produção quanto na fabricação de cerveja.

“O que acho incrível é a aproximação com a parte prática. É possível entender já nos primeiros semestres porque os cálculos são feitos e de que forma eles influenciam nos equipamentos que vamos desenvolver”, enaltece André Felipe Rocha, formado inicialmente em gastronomia e hoje aluno do curso.

Para mais informações, tanto sobre os cursos de férias quanto de graduação, acesse o site da ESCM: www.cervejaemalte.com.br.

Tripel Wood Aged, Beertone, Brut IPA com pêssego: 7 lançamentos da semana

Não faltaram boas novidades durante a semana. Foi o caso da TRES Tripel Wood Aged da Antuérpia, lançada especialmente para as festas de fim de ano. Já a Debron investiu em um Beertone, enquanto a Bold Brewing apresentou duas cervejas inspiradas em driks. Destaque ainda para a Avós e sua American Pale Lager com limão siciliano. Confira, a seguir, 7 novidades da semana.

Wood Aged da Antuérpia
A partir do dia 14 de dezembro, em diversos pontos de venda cariocas e paulistas, a cervejaria Antuérpia lançará a TRES Tripel Wood Aged. Desenvolvida a partir da Antuérpia Tripel, a bebida é ideal para a celebração das festas de fim de ano por sua “sofisticação de sabores” e pela garrafa rolhada de 750 ml. Foi maturada em barris de carvalho francês, tem 35 IBUs e 7,6% de teor alcoólico, com início levemente doce na boca, passando pela acidez e um final seco com toques defumado. Já o aroma traz notas de uva verde madura, passando por maçã verde e pera – o aumento da temperatura muda suas características, podendo entregar abacaxi e leve amadeirado. Em São Paulo, a bebida poderá ser encontrada em bares como Empório Alto dos Pinheiros, Cervejaria Santa Therezinha e Espetaria Bovinos. Já no Rio ela estará disponível na Dom Marcone e na Mestre Cervejeiro do Leblon.

Beertone da Debron
Também no clima de festa, especialmente de Natal, a Debron Bier lança um produto especial para a ceia: o Beertone. Feita em parceria com o Galo Padeiro, a novidade levará maltes de uma cerveja premiada, a Imperial Stout da marca. O Beertone de 500g é feito de modo artesanal, com farinhas importadas, manteiga, malte de cerveja, cacau 100% e chocolate belga. Por R$ 70, é possível comprar um kit composto por um panetone e uma Imperial Stout.

NE IPA da Everbrew
Depois de lançar o seu próprio bar na semana passada, em Santos, a Everbrew apresenta mais uma novidade ao mercado: a Evercream, uma New England IPA turva e macia na boca, resultado da alta carga de aveia na receita, segundo a cervejaria. Tem 7,5% de teor alcoólico e pode ser encontrada em chope e lata (473 ml).

APL da Avós
Conhecida por suas Lagers especiais, a Avós lança mais uma colaborativa inédita. Trata-se da Gramma’s Juice, uma American Pale Lager com limão siciliano feita em parceria com a norte-americana Lamplighter Brewing. Tem visual amarelo, com espuma clara e abundante, aroma cítrico, corpo leve e boa carbonatação, além de amargor médio e 5,5% de álcool. A receita foi produzida na fábrica da StartUp Brewing, no interior de São Paulo, durante a visita ao Brasil de Simon Flaim e Tyler Fitzpatrick, respectivamente head brewer e brewmaster da Lamplighter.

Brut IPA da Bold
Aproveitando o embalo que dominou o mercado brasileiro neste ano, a Bold Brewing lançou duas Brut IPAS pensadas no universo dos coquetéis: a Bellini Brut IPA, com adição de pêssego, e a Rossini Brut IPA, com adição de morango, amora e framboesa. O detalhe fica por conta do dry-hopping de Citra e Mosaic, enriquecendo o conjunto. Também foram usados flocos de arroz entre os maltes, para a base ficar mais clara e valorizar a cor das frutas utilizadas.

Latas da Opa
A Opa Bier trouxe uma interessante novidade para este fim de ano: disponibilizou todas as suas cervejas especiais em lata. As receitas permanecem as mesmas, mas as bebidas agora estão “mais fáceis de carregar e mais rápidas para gelar”, segundo a marca. Confira os rótulos disponíveis: Opa Bier Pilsen, Opa Bier Porter, Opa Bier Weizen, Opa Bier Pale Ale, Opa Bier India Pale Ale, Cerveja Merecida – Opa Bier, Cerveja Brasileira – Opa Bier, Opa Bier Coquetel Composto – Cerveja de Vinho.

Amber Lager da Big Head
Depois de estrear no mercado com a Moringa, a Big Head apresentou o seu segundo rótulo, a Cabeçuda. Trata-se de uma Amber Lager com amargor de 23 IBUs, teor alcoólico de 5% e que buscou inspiração na Brooklyn Lager, uma das referências internacionais do estilo. O rótulo é ilustrado com um rosto de uma menina ruiva, que faz alusão ao estilo da cerveja, Amber.

Trilha lança clube de cervejas envelhecidas

Com a promessa de proporcionar experiências únicas ao seu consumidor, a paulistana Trilha deu início a um ousado projeto: um clube de assinaturas que vai contar apenas com cervejas maturadas em barris de madeira.

Segundo a marca, o Trilha Barrel Club foi concebido para quem admira as peculiaridades das criações de pequena escala. Na primeira edição do clube, serão oferecidas apenas 300 assinaturas.

As cervejas maturadas especialmente para o clube repousarão em barris feitos de diversos tipos de madeira. Muitos deles serviram durante anos para maturar vinho, whisky, conhaque, bourbon, rum e cachaça, emprestando suas características às cervejas.

Além desses materiais, serão usados também barris virgens, buscando outro leque de aromas e sabores. O tempo de maturação das sour, saison, imperial stout e barley wine vai variar de 4 meses a 3 anos.

A assinatura é anual e vale até o final de 2019. A intenção da Trilha é lançar um rótulo por mês, todos em garrafas de 500 ml. Mas o caráter imprevisível da maturação em barris de madeira é que vai ditar o ritmo, e as datas podem variar de acordo com o andamento do processo.

O cliente deverá retirar suas garrafas na Taproom da marca em São Paulo, na Rua Apinajés, 137. E,  além das 12 cervejas do programa, os participantes terão acesso antecipado a outros lançamentos da linha barrel aged da Trilha. O valor da assinatura é de R$ 600. Mais informações no site da cervejaria.

Walfänger e Botafogo-SP: A rara parceria entre um time e uma artesanal

Fundado em 12 de outubro de 1918, o Botafogo de Ribeirão Preto, um dos mais tradicionais clubes do interior paulista, comemora os seu cem anos de fundação com um traço inventivo mesmo para quem possui tanta história. O clube passou recentemente a ser patrocinado pela Walfänger, em uma rara parceria entre um clube de futebol e uma cerveja artesanal.

“Somos a primeira cervejaria artesanal do país a patrocinar um time de futebol e, para nós, é um motivo de muito orgulho esse pioneirismo, pois acreditamos que precisamos valorizar e apoiar o que é da nossa terra”, diz Raoni Balieiro, sócio-diretor da Cervejaria Walfänger em entrevista ao Guia.

Inaugurada em junho de  2015, em Bonfim Paulista, um distrito de Ribeirão Preto, a Walfänger produz cervejas artesanais tendo como base a Lei de Pureza Alemã de 1516, na qual só é permitida a utilização de água, malte, lúpulo e levedura.

A assinatura de um acordo com o Botafogo significa o surgimento da união entre um clube centenário e uma cervejaria que dá passos iniciais, mas firmes, no mercado.  Prova disso é a expectativa criada de que a Walfänger passe a atingir um público ainda maior na região de Ribeirão Preto a partir do contato direto com o torcedor do clube.

Raoni Balieiro, sócio-diretor da Walfänger

“(Podemos) Difundir ainda mais a cultura da cerveja artesanal na cidade, pois estamos em parceria com um grande time local. É a oportunidade de muitas pessoas que ainda não conhecem ou não tiveram a possibilidade de experimentar uma cerveja artesanal puro malte passem a conhecer o produto”, afirma Raoni.

Isso ficou claro a partir de um dos vários aspectos da parceria: o lançamento de um rótulo comemorativo ao centenário do clube, inicialmente com mil unidades de garrafas de 500 ml. Mas a venda do primeiro lote em apenas 48 horas levou a cervejaria a lançar outras mil garrafas da Botafogo, que podem ser adquiridas através do site da Walfänger.

Trata-se de uma German Pilsner, uma puro malte de corpo leve e refrescante. Tem cor dourada, espuma branca persistente e cremosa, equilibrado amargor e aroma lupulado floral originário de lúpulos nobres alemães, segundo as informações divulgadas pela Walfänger. Sua graduação alcoólica é de 4,8%, com 22 IBUs. O rótulo traz a ilustração de uma pantera, a mascote do clube.

“Fizemos um rótulo moderno com tecnologia de realidade virtual. Esses cuidados na hora de elaborar e desenvolver cada projeto valoriza ainda mais o produto, pois o torcedor, além de degustar a cerveja, guarda todo tipo de material de seu time com o mesmo carinho que produzimos nossas cervejas”, explica Raoni.

O estádio de Sócrates
Além da produção da cerveja do centenário do Botafogo, a parceria tornou a Walfänger a cerveja oficial do estádio Santa Cruz, sendo fornecida nos seus bares a partir de 2019, com a venda do seu chope. O resultado é que o torcedor poderá consumir uma bebida diferenciada e de qualidade enquanto se diverte e acompanha seu time.

Esse acordo coincide com o processo de modernização do estádio, que, entre outras novidades, passará a contar com um bar exclusivo da cervejaria, dando mais uma opção gastronômica e de lazer ao torcedor. Além disso, estão sendo construídos espaços para shows e eventos.

“O clube buscava uma cervejaria para patrocinar a nova arena e o time, os dirigentes estavam em contato com outras empresas e nos procuraram também com uma proposta. Estudamos a viabilidade de abraçar o projeto porque tínhamos muito interesse em ter o nosso produto junto a uma marca e um time com o potencial do Botafogo. Os dirigentes do clube entenderam nossa proposta de parceria e compraram a ideia de oferecer um produto de qualidade, uma cerveja artesanal puro malte no estádio para seus torcedores”, explica Raoni.

De propriedade do Botafogo, o Santa Cruz possui capacidade para cerca de 30 mil torcedores, já tendo recebido partidas de peso histórico para o futebol paulista. Foi assim em 1995, quando sediou os dois jogos da final do Estadual, conquistado pelo Corinthians na prorrogação da partida decisiva – derrotou o Palmeiras.

Seis anos depois, o protagonismo corintiano se repetiu, no primeiro confronto da decisão do Paulistão, vencido por 3 a 0 – um empate por 0 a 0 no Morumbi selaria depois o título do clube. E seu adversário era exatamente o Botafogo, que, em um dos maiores momentos da sua história, foi vice-campeão estadual.

Agora, então, o Santa Cruz está sendo modernizado, com o apoio e a participação da Walfänger. E em um novo momento de êxito esportivo do Botafogo, que em 2018 se colocou entre os melhores times do Paulistão e, principalmente, conseguiu o acesso à Série B do Campeonato Brasileiro de 2019. E a celebração do centenário e os bons resultados recentes do Botafogo trazem à tona a memória de outros momentos marcantes da história do clube.

Entre eles, está o surgimento para o futebol de Sócrates, falecido há sete anos. O “Doutor” ainda era um estudante de medicina quando deu seus primeiros passos pelo clube, atuando ao lado de nomes como Geraldão e Zé Mário, já exibindo o talento que o fez disputar duas Copas do Mundo pela seleção e carregando os pensamentos e a formação que o levariam a liderar a “Democracia Corintiana”, um movimento que levava a política para dentro de campo não por oportunismo, mas pela necessidade de mudança e luta por ideais.

Assim, misturando a história centenária do Botafogo, a exigida modernidade de se repaginar um estádio para torná-lo um modelo de negócios mais rentável e a jovialidade e inventividade de uma cervejaria fundada em 2015, a Walfänger enxergou a chance de expansão das artesanais. E isso em Ribeirão Preto, uma cidade muitas vezes vistas como sinônimo de cerveja e chope.

“É uma oportunidade de falarmos de um produto diferenciado para um público diversificado porque, geralmente, o cervejeiro artesanal fala muito do seu produto para quem já é do meio e uma parceria como esta nos proporciona um relacionamento mais próximo com um público composto por pessoas que não conhecem o produto e seu mercado. É uma nova forma de divulgar o mercado cervejeiro de qualidade para um público com muito potencial”, conclui o sócio-fundador da Walfänger, que também também produz a Cerveja 12, linha de cervejas do ex-goleiro Marcos, pentacampeão mundial com a seleção brasileira em 2002 e ídolo histórico do Palmeiras.

Kart e cerveja, festival do Cateto: 8 eventos para o fim de semana

A diversidade de eventos cervejeiros dará o tom do final de semana. Em Curitiba, por exemplo, a Bodebrown fará um festival durante um tradicional evento de kart, enquanto a Dünn realizará um curso no Mercado Central de Belo Horizonte. Destaque, ainda, para o aniversário do Cateto e a Paulistânia Beerfest, em São Paulo, e a Liberdade Beer Fest na pequena Quissamã, no Rio de Janeiro. Confira, a seguir, 8 eventos imperdíveis para o fim de semana.

 

Sudeste

São Paulo
– Festival do Cateto: Tradicional bar de artesanais de Pinheiros, o Cateto faz uma festa para comemorar seus 5 anos. O evento ocorre na Fábrica da Tarantino – com um interessante espaço outdoor – e terá mais de 25 torneiras no esquema open bar. A promessa é de muitas cervejas exclusivas, raras e lançamentos de marcas como a própria Tarantino, a Cozalinda, a Zalaz e a Zapata. Destaque ainda para bandas de Folk/Jazz/Western e para a parte gastronômica, tocada por alguns dos chefes mais criativos da cidade, segundo os organizadores. Será no domingo, das 12h às 19h, na Rua Miguel Nelson Bechara, 316, e o ingresso sai por R$ 195 (+ R$ 19,50 taxa).

– Paulistânia Beerfest: A tradicional marca da capital paulista realizará a 16° edição do Paulistânia Beerfest, evento gratuito que terá chopes importados e artesanais da marca, além de foodtrucks, outlet de cervejas, kits para o Natal com preços especiais e música ao vivo. Os convidados ainda poderão acompanhar uma brassagem com o mestre-cervejeiro da Paulistânia. Será no sábado, das 12h às 19h (outlet até às 17h), na Avenida Engenheiro Eusébio Stevaux, 1469, próximo ao Shopping SP Market.

– Música, arte e cerveja: Para encerrar suas atividades paulistanas de 2018 em grande estilo, a Stella Artois fará dois eventos nos próximos dias. O primeiro ocorre já nesta quinta-feira e será uma edição especial do Música no Vão: a banda Trupe Chá de Boldo apresentará um repertório especial Viva Lina, que celebra a contundência estética e política de Lina Bo Bardi. Será no Masp, na Avenida Paulista, a partir das 20h. A entrada é gratuita e haverá atrações gastronômicas. No sábado será o dia do PicNic na Laje no Petí Americana, na Avenida Angélica, 1900, 4º andar, a partir das 12h, com destaque à presença de Stella Artois harmonizada com bolinhos de chuva com porco defumado, creme azedo e limão siciliano, entre outras iguarias.

– Beer Talks Avós: Em seu recém inaugurado espaço na vila Ipojuca, a cervejaria Avós promove a primeira edição de seu Beer Talks, que deve se tornar um evento mensal. Nele, interessados em cerveja se juntam para uma conversa leve e divertida, embalada por cerveja – mas não necessariamente falando só sobre ela. Dessa vez, o tema é a história da cerveja e a influência que ela teve na sociedade, e o convidado é Luis Marcelo Nascimento, cervejeiro da OneBrew e sócio dos bares Volátil, The Lab e H. Sábado, dia 8, às 10h na AVós, que fica na Rua Croata, 703. Ingressos aqui.

Quissamã
– Festival Liberdade: A pequena cidade do interior do Rio, próxima a Macaé, realizará a segunda edição do Liberdade Beer Fest. A promessa é de muita gastronomia, música e, claro, cerveja artesanal, com a presença de marcas como Domitila, Buzzi e Pindorama, além da The Lone Reyder, desenvolvida em parceria entre a Tatanka Brewing e a Cocky Rooster Brewing. Será entre sexta-feira e domingo, no Clube Recreativo de Quissamã, na Rua Visconde de Ururai, 373.

Belo Horizonte
– Curso no Mercadão: A Dünn Cervejaria realizará mais uma edição do seu Curso de Produção de Cervejas Artesanais. Com o propósito de expandir experiências cervejeiras através do aprendizado sobre as técnicas de fabricação, as aulas terão turmas reduzidas – com no máximo 20 alunos – e abordarão temas como tipos de cerveja: Ale x Lager; ingredientes básicos: água, malte, lúpulo, levedura, adjuntos e outros; tipos de equipamentos e técnicas. Será no sábado, das 8h às 20h, no Auditório Olímpio Marteleto do Mercado Municipal, na Avenida Augusto de Lima, segundo andar. Para se inscrever, ligue no (31) 3274-9600 ou escreva para dunncervejaria@gmail.com.

 

Sul

Curitiba
– Kart e cerveja: A Bodebrown participará do maior evento de kart do Sul do Brasil: o RA RACING, um endurance de 12 horas que acontece no Kartódromo Internacional Beto Carrero. Paralelamente, a tradicional cervejaria curitibana fará o Bodebrown Race Festival, com dez torneiras e chopes de 300 ml vendidos a partir de R$ 12. A marca, aliás, tem uma ligação próxima com o automobilismo e patrocina uma equipe de kart, a Alligator’s Arm Karting – Bodebrown. A parceria serve para alertar sobre a importância de não misturar direção e álcool. “Levamos com muita seriedade a questão da bebida, falamos sempre desta conscientização sobre beber responsavelmente”, explica o piloto Carlos Andrey. Será no sábado, a partir das 12h, no Kartódromo Internacional Beto Carrero, na Penha.

Gramado
– Ô Churras: O tradicional festival de churrasco que reúne mais de mil pessoas. Com opções diferenciadas de cortes, técnicas e assadores convidados, ganhou nesta edição uma atração especial: a presença de artesanais. Serão sete estilos de cinco cervejarias – Rasen, Kaltbach, Mater, Danken e a argentina Patagonia. “No Ô Churras temos um compromisso com a qualidade que não se resume às carnes e seus acompanhamentos, por isso trouxemos a cerveja símbolo da Patagônia Argentina. E para não deixar a nossa tradição de lado, fizemos uma parceria com algumas das mais bacanas microcervejarias do Rio Grande do Sul para trazer uma boa variedade de chope artesanal”, explica Enzo Arns, idealizador do evento. Serão mais de 3 mil litros de chope e cerveja, divididos em pequenos lotes para as 8 horas de open bar. Será no sábado, das 12h às 20h, na Olivas de Gramado, na Rua Vereador José Alexandre Benetti, e o ingresso custa R$ 200. Para maiores informações, escreva para contato@matilha.com.br.

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