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Produção de alcoólicas cresce pelo 2º mês seguido, mas ainda retrai em 2023

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A indústria de bebidas alcoólicas parece ter passado pelo momento mais adverso, mas o setor ainda não conseguiu compensar as perdas acumuladas em 2023. Essa é a conclusão da mais recente edição da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada pelo IBGE, que aponta o segundo mês consecutivo de crescimento na produção de bebidas alcoólicas, embora o saldo continue negativo tanto no acumulado do ano como nos últimos 12 meses.

A produção de bebidas alcoólicas cresceu 1% em agosto, comparada ao mesmo mês de 2022. No entanto, há uma retração de 0,4% no acumulado de 2023 em relação ao mesmo período do ano anterior. Entre setembro de 2022 e agosto de 2023, o recuo é ainda mais significativo, atingindo 1,4%, conforme os dados divulgados pelo IBGE.

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Esse cenário se assemelha ao da atividade industrial brasileira, que registrou um avanço de 0,5% em comparação a agosto de 2022 e de 0,4% em relação a julho do mesmo ano. Contudo, há queda de 0,3% no acumulado dos oito primeiros meses de 2023, bem como uma diminuição de 0,1% no período de setembro de 2022 a agosto deste ano.

Três das quatro grandes categorias econômicas e 18 dos 25 ramos industriais analisados demonstraram expansão na produção. As influências positivas mais destacadas foram os produtos farmoquímicos e farmacêuticos (18,6%), veículos automotores, reboques e carrocerias (5,2%) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (16,6%). Por outro lado, a principal atividade com queda na produção foi a indústria extrativa (-2,7%).

Em agosto, a produção industrial brasileira ficou 1,8% abaixo do nível pré-pandemia, de fevereiro de 2020, e encontra-se 18,3% abaixo do ponto mais alto registrado na série histórica, que data de maio de 2011.

Fabricação de bebidas
Apesar do crescimento na produção das alcoólicas em agosto, a fabricação de bebidas como um todo recuou no Brasil, principalmente devido a uma significativa queda de 5,7% das não alcoólicas, que passaram a registrar uma queda de 0,5% em 2023. Entretanto, nos últimos 12 meses, há aceleração no ritmo da atividade, com aumento de 0,7%.

Ao somar a produção de bebidas alcoólicas e não alcoólicas, o saldo ficou negativo em 2,3% em relação a agosto de 2022, embora tenha havido um aumento de 1,3% em relação a julho deste ano. Porém, há uma retração de 0,4% no ritmo da atividade de janeiro a agosto de 2023 e também no período dos últimos 12 meses.

O que a Schornstein leva à Oktober de SP para vender até 25 mil litros de chope

A São Paulo Oktoberfest, que vai começar nesta sexta-feira (6), terá 10 dias de celebração da união entre as culturas do Brasil e da Alemanha, com atrações musicais, gastronomia e muita cerveja, algumas delas vindas de uma marca que está associada aos dois países: a Schornstein. E para garantir uma experiência completa, vai oferecer sete opções de chopes, incluindo uma sem álcool, tendo a expectativa de vender até 25 mil litros durante a festividade.

Na 6ª edição da São Paulo Oktoberfest, que irá até 22 de outubro, no complexo do Ginásio do Ibirapuera, a marca de Pomerode (SC), considerada a cidade mais alemã do Brasil, estará com chopes nos estilos Pilsen, Weiss, IPA, IPA Tangerina, Bock, Summer Ale (sem álcool) e a sazonal Oktoberfest.

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Com essa variedade de opções, a Companhia Brasileira de Cerveja Artesanal (CBCA), grupo do qual a Schornstein faz parte, trabalha com a expectativa de vender entre 20 e 25 mil litros de chope. E além da oferta de cervejas, a marca preparou outras atividades para a São Paulo Oktoberfest, incluindo a presença de três bares e uma ativação instagramável na área externa.

“É nosso terceiro ano consecutivo na São Paulo Oktoberfest e isso nos traz uma satisfação imensa por se tratar de uma das principais festas do país, que tem o mesmo propósito que o nosso, que é divulgar a cultura cervejeira alemã e o valor da cerveja artesanal e sua superior qualidade”, diz Gustavo Barreira, CEO da CBCA.

Cassiano Motta, gestor de eventos da CBCA, destaca como a marca tem fortalecido sua presença na cena paulista ano após ano e a importância de ser novamente a cerveja artesanal oficial da São Paulo Oktoberfest.

“Reforça o nosso DNA de cervejaria artesanal independente no Brasil, em um mercado altamente competitivo, o que anda em paralelo com o nosso crescimento dentro do mercado, reforçando ainda mais o nosso reconhecimento, sendo uma marca de destaque nesse nicho de mercado”, diz.

São Paulo Oktoberfest
Em 2023, a São Paulo Oktoberfest contará com diversas atrações, como o Biergarten, um “jardim da cerveja” ao ar livre com mesas comunitárias, a Vila dos Patrocinadores, com experiências e jogos, o New Tent, espaço para apresentações folclóricas e bandas alemãs, a Biertent, área coberta para shows de artistas e a Open Bier, uma área exclusiva com vista privilegiada para o palco principal.

No total, serão 48 atrações, mais de 15 estilos de chopes, 27 apresentações culturais e mais de 80 opções gastronômicas ao longo de 10 dias, tendo, além da Schornstein, a Eisenbahn e a Paulaner como cervejas oficiais.

Conheça as opções de chope oferecidos pela Schornstein na São Paulo Oktoberfest:

– A Schornstein Summer Ale, sua primeira cerveja sem álcool, com notas de malte, frutas amarelas, tangerina, grapefruit e toques herbais, além de 17 IBUs de amargor e 0,5% de graduação alcoólica.

– A Schornstein IPA e a Schornstein IPA Tangerina, ambas com características cítricas e frutadas, feitas com extrato de tangerina e lúpulos Citra e Amarillo, também estão de volta como opções de IPAs.

– A sazonal Schornstein Oktoberfest e a Schornstein Weiss, de estilos alemães, repetem a participação do ano anterior, com a Oktoberfest apresentando sabores e aromas de malte, notas de pão e tostado, enquanto a Weiss possui trigo e uma coloração amarelo intenso com aroma de banana e cravo.

– A Schornstein Bock é uma opção forte e robusta, com 7% de graduação alcoólica, apresentando cor avermelhada e combinando notas carameladas, madeira e tostado.

– Completando a seleção, o chope Pilsen possui 4,5% de graduação alcoólica e um aroma que remete ao malte e a cereais.

Preço da cerveja deve subir mais de 10% em Minas Gerais com alta do ICMS

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O preço da cerveja poderá subir mais de 10% em 2024 nas cidades de Minas Gerais. A previsão, apresentada à reportagem do Guia por diferentes representantes dos segmentos cervejeiro e de bares e restaurantes, se dá diante da sanção, pelo governador Romeu Zema, de projeto de lei de sua autoria que aumenta o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado sobre a cerveja e outros produtos definidos como supérfluos de 25% para 27%.

O reajuste do ICMS entrará em vigor em 2024, pois aumentos de alíquotas de impostos não podem ser aplicados no ano em curso. No entanto, já causa preocupações entre os envolvidos na indústria da cerveja em Minas Gerais, devido ao impacto esperado sobre os custos em toda a cadeia, o que provavelmente resultará em aumento do preço.

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“O aumento tem um impacto maior do que parece, porque os impostos sobre a cerveja são muito altos, chegando a uma carga tributária de quase 60%, com impostos incidindo sobre impostos. Segundo cálculos de especialistas contábeis, o aumento final pode chegar a 16% para o consumidor”, afirma Marco Antonio Falcone, vice-presidente do Sindicato das Indústrias de Cerveja e Bebidas em Geral do Estado de Minas (SindBebidas-MG) e presidente da Federação Brasileira das Cervejarias Artesanais (Febracerva).

Os bares, que são o ponto de encontro preferencial para o consumo de cerveja, também estão prevendo um aumento no preço, provavelmente entre 10% e 12%, em Minas Gerais. “Entendemos que haverá um aumento e calculamos que ele deva ficar entre 10% e 12%. Não há como os empresários deixarem de repassar esse aumento, devido à reação em cadeia”, afirma Karla Rocha, conselheira da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) em Minas Gerais.

Já a indústria da cerveja ainda contabiliza o impacto do aumento do ICMS sobre suas operações em Minas Gerais, prometendo atuar para evitar o repasse integral ao preço ao consumidor. “Aumento de imposto afeta qualquer atividade comercial. Infelizmente não será diferente no caso do ICMS de Minas Gerais. O principal desafio agora é sentar, fazer contas, avaliar o impacto e tentar ao máximo não repassar esse custo extra ao consumidor final”, pondera Márcio Maciel, presidente Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), que representa a Ambev e o Grupo Heineken no Brasil.

Impactos do aumento sobre o setor
O aumento do ICMS sobre a cerveja ocorre em um momento em que Minas Gerais tem apresentado crescimento no setor, recentemente ultrapassando Santa Catarina e se tornando o terceiro estado com o maior número de cervejarias registradas no país, com 222 estabelecimentos, de acordo com o Anuário da Cerveja do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Além disso, Minas Gerais abriga três das sete cidades com mais cervejarias em funcionamento no país, incluindo Nova Lima e Belo Horizonte, ambas na região metropolitana da capital do estado, além de Juiz de Fora, na Zona da Mata.

“Isso é uma punição para um estado como Minas Gerais, que é conhecido por sua gastronomia. Isso pode restringir o mercado, já que outros estados estão oferecendo incentivos. Pode estimular o fechamento de estabelecimentos, em vez de abertura, e levar à migração para estados vizinhos”, avalia Falcone.

Neste ano, o Grupo Heineken, um dos líderes do setor cervejeiro no Brasil, começou a construção de sua primeira fábrica em solo mineiro, na cidade de Passos, no sul do estado, com um investimento de R$ 1,8 bilhão e previsão de início das operações em 2025. Anteriormente, no segundo semestre de 2020, o Grupo Petrópolis inaugurou uma unidade produtiva em Uberaba, onde se encontra sua maior fábrica no país.

Estima-se que somente a cadeia produtiva do setor da cerveja gere cerca de 100 mil empregos diretos, indiretos e induzidos no estado. Nos últimos anos, o setor investiu mais de R$ 3 bilhões no estado, com abertura de novas cervejarias. Tudo isso mostra como o setor sempre apostou e aposta no estado. Aumento de carga tributária traz impacto na competitividade, mas ainda estamos avaliando essa questão

Márcio Maciel, presidente-executivo do Sindicerv

Também conhecido por sua tradição boêmia, o estado, que têm a capital com o maior número de bares por habitantes do Brasil, ainda convive com a busca do equilíbrio das contas por parte dos bares, muito deles que se endividaram durante a pandemia. E, de acordo com a Abrasel, o aumento do ICMS deve afetar cerca de 170 mil empreendimentos.

“Em Minas, 13% das empresas ainda operam sem lucro, porque ainda estamos pagando o preço da pandemia. Portanto, precisávamos do apoio do poder público”, argumenta a conselheira da Abrasel. “O faturamento pode ter aumentado, mas não necessariamente há lucro, pois é preciso pagar empréstimos”, acrescenta.

O projeto
O Projeto de Lei 1.295/2023, de autoria de Zema, agora transformado na Lei 24.471, taxa itens considerados supérfluos, aumentando a alíquota de 25% para 27%. A normativa passou por algumas mudanças na Assembleia de Minas Gerais, como a retirada de itens como produtos de higiene bucal e alguns de perfumaria, assim como rações para animais.

A sobretaxa ficou destinada, portanto, à cerveja e outras bebidas alcoólicas, cigarros, armas, refrigerantes, telefones celulares, câmeras fotográficas, equipamentos para pesca e sistemas de som para uso automotivo, entre outros.

“É extremamente insensível e mostra uma falta de percepção política e econômica por parte do governo de Minas Gerais. Colocar a cerveja na mesma categoria do tabaco, das armas de fogo e dos cosméticos é lamentável”, afirma Falcone, criticando a sobretaxa sobre a cerveja.

“Entendemos esse aumento do ICMS como uma escolha feita pelo governo de Minas Gerais na busca por aumento de receita para financiar a assistência social, não necessariamente pelo fato de o governo mineiro considerar ‘supérfluo’ um setor tão importante como o cervejeiro”, avalia o presidente-executivo do Sindicerv.

O texto busca reintroduzir uma cobrança criada em 2011 pelo então governador Antonio Anastasia, destinada ao custeio do Fundo de Erradicação da Miséria (FEM), que vigorou até 2022. Agora, o substitutivo aprovado na Assembleia, com modificações e sancionado por Zema, impõe que a cobrança permanecerá em vigor até o final de 2026, embora a proposta inicial o tornasse atemporal.

Outra novidade do projeto é a destinação, a partir de 2024, de pelo menos 15% dos recursos arrecadados com o adicional do ICMS para o Fundo Estadual de Assistência Social. Esse percentual pode aumentar para 20% em 2025 e 25% em 2026. A expectativa é que a sobretaxa gere uma arrecadação adicional entre R$ 800 milhões e R$ 1,2 bilhão para os cofres do governo de Minas Gerais.

Fonte com cerveja de graça? Conheça atração em praça da Eslovênia que viralizou

Chegar a uma praça com uma caneca de cerveja e servir-se da opção que mais lhe agrada pode parecer um sonho, mas é isso o que mostra um vídeo que viralizou nos últimos dias em grupos de WhatsApp. O Guia explica que não é exatamente assim, pois ao menos é preciso pagar pela caneca, mas garante que a atração turística, uma fonte de cerveja em uma cidade da Eslovênia, vale a pena.

A Green Gold Fountain (Fonte de Ouro Verde, em tradução livre) está localizada em Zalec, cidade que é um dos principais centros de produção de lúpulo na Eslovênia, o quinto maior fabricante desse insumo cervejeiro no mundo. E a fonte de cerveja surgiu a partir de uma ideia de uma associação turística local em parceria com os gestores do município, com o objetivo de atrair mais visitantes interessados em conhecer a tradição cervejeira da região.

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A Fonte de Ouro Verde foi inaugurada em 6 de setembro de 2016, em um parque público local, com um projeto arquitetônico que reproduz uma flor de lúpulo. Ela consiste em dois semicírculos, sendo um deles destinado à oferta de água.

Para degustar as cervejas que saem da fonte, os visitantes precisam adquirir uma caneca de vidro, disponível em diferentes estabelecimentos da cidade, pelo preço de 10 euros (aproximadamente R$ 53). Com a caneca em mãos, é possível provar seis cervejas em doses de 100ml cada uma. O copo, equipado com um microchip, é colocado sob a torneira, que o detecta e serve a cerveja automaticamente.

A fonte de cerveja oferece seis variedades de estilos, produzidas por cinco diferentes fabricantes. São elas:

  • Svetli Kukec, uma Pale Lager com 4,9% de teor alcoólico, fabricada pelo Instituto Esloveno de Pesquisa e Produção de Lúpulo
  • Green Beer with Hemp, com 5% de álcool, da Haller Brewery
  • Feo Pilsner, com 4,3% de teor alcoólico, da Feo Brewery
  • Wet Hopz, uma IPA com 6% de álcool, da Green Gold Brewing
  • Blue Hill, uma Herbal Ale com 4,5% de teor alcoólico, da Skubeer Brewery
  • Kukec Temno, uma Porter, com 5% de álcool, também do Instituto Esloveno de Pesquisa e Produção de Lúpulo

A fonte de cerveja não fica aberta o ano todo, operando apenas nos meses com temperaturas mais elevadas na Eslovênia, ou seja, de abril a outubro, com horário de funcionamento ampliado nos meses de junho a agosto, durante o verão local. Além disso, ela pode fechar mais cedo em dias chuvosos.

Com essas opções, a cidade de Zalec trabalha para atrair turistas que desejam explorar a cidade a partir do interesse pela sua singular fonte de cerveja, considerada a primeira do mundo. Localizada em um vale, a cidade também conta com outro atrativo relacionado à bebida: o Eco-Museu do Cultivo de Lúpulo e da Indústria Cervejeira na Eslovênia.

Além disso, Zalec oferece outros pontos turísticos, como o seu centro antigo, a Caverna do Inferno, que abriga estalactites com mais de 3 milhões de anos, e uma necrópole romana.

Confira o vídeo que viralizou sobre a fonte de cerveja (caso seja seu autor, nos contacte para darmos o devido crédito e nos contar sobre sua experiência):

3º mês seguido de queda faz ação da Ambev acumular perda de 9,7% em 2023

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O terceiro trimestre de 2023 foi ruim para a Ambev, ao menos na variação do preço da sua ação. Ao encerrar o mês de setembro com seu papel cotado a R$ 13,11 na B3, a bolsa de valores brasileira, a empresa cervejeira completou três meses consecutivos de queda, após o ativo começar a segunda metade do ano valendo R$ 15,41.

Somente em setembro, a ação da Ambev sofreu queda de 5,27%. Esse cenário contrasta com o desempenho do Ibovespa, o principal índice da bolsa brasileira, que registrou uma modesta alta de 0,72%, atingindo 116.565,17 pontos ao fim do nono mês de 2023.

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Além disso, esses três meses consecutivos de quedas resultaram em um prejuízo acumulado de 9,71% para a ação da Ambev em 2023, em comparação com os R$ 14,52 do final de 2022. Esse cenário difere do Ibovespa, que apresenta um ganho acumulado de 6,55% no ano até agora.

Durante o terceiro trimestre, a ação da Ambev perdeu 14,93% de seu valor, o que representou um declínio mais acentuado do que a queda de 1,54% registrada na principal carteira da B3 no mesmo período.

Assim, a Ambev se juntou a um grupo de 49 das 86 ações do Ibovespa que sofreram desvalorização em setembro. A Casas Bahia, antes listada como Via, liderou essa lista negativa, com uma queda mensal de 50,39%, enquanto a CSN Mineração alcançou a maior valorização do mês, com um aumento de 13,32%.

Embora o desempenho da Ambev não esteja alinhado com o do Ibovespa em setembro, ele se assemelha ao resultado do Índice de Consumo (Icon), que abrange empresas dos setores de consumo cíclico, consumo não cíclico e saúde. Essa carteira teórica registrou uma queda de 4,02% no mês, atingindo 2.795,65 pontos.

Especificamente para a Ambev, pode ter influenciado nesse desempenho expectativas negativas diante do envio, em 31 de agosto, de uma proposta do governo ao Congresso para eliminar a possibilidade de as empresas utilizarem o Juros Sobre Capital Próprio, um mecanismo de pagamento de proventos adotado para remunerar os acionistas da empresa, que resulta em menor pagamento de Imposto de Renda.

Se o terceiro trimestre foi desafiador na B3, os resultados financeiros deste período serão mais conhecidos no final deste mês, em 31 de outubro, quando o balanço financeiro de julho a setembro da Ambev será divulgado.

Em geral, os analistas financeiros estão divididos em relação ao comportamento da indústria cervejeira, com algumas expectativas de que um inverno com temperaturas elevadas possa ter estimulado um aumento nas vendas da bebida, enquanto outros acreditam que a frequência nos bares tem sido menor do que no período pré-pandemia.

Fora do país
Além do Brasil, a ação da Ambev também é cotada na Bolsa de Nova York, onde sofreu outra queda em setembro. O papel encerrou o último dia de setembro ao preço de US$ 2,58, representando desvalorização mensal de 6,86%. Com isso, a empresa reverteu seu desempenho positivo em 2023 e agora acumula uma queda de 5,15% no ano.

Na Europa, as ações da AB InBev valorizaram em apenas 1 centavo de euro em setembro, atingindo um preço de 52,51 euros. Isso representa uma redução de 6,82% em relação ao último pregão de 2022. Enquanto isso, a ação do Grupo Heineken registrou queda de 6,44% em setembro, chegando a 84,04 euros. Nos primeiros nove meses de 2023, acumula perdas de 4,37%.

Balcão do Tributarista: O “imposto sobre o pecado” e o setor cervejeiro

Balcão do Tributarista: Reforma tributária – O “imposto sobre o pecado” e o setor cervejeiro

Em nossa última coluna, falamos sobre como a reforma tributária impacta o setor cervejeiro. Hoje, dando continuidade à análise da PEC aprovada pela Câmara dos Deputados e, atualmente, em trâmite no Senado Federal, vamos tratar do Imposto Seletivo, ou como vem sendo popularmente chamado, o “imposto sobre o pecado”.

Além do novo IVA (Imposto sobre Valor Agregado) de caráter dual, composto por um tributo de competência federal (a CBS – Contribuição sobre Bens e Serviços) e outro de competência compartilhada entre estados e municípios (o IBS – Imposto sobre Bens e Serviços), a PEC n.º 45 também prevê a criação de um Imposto Seletivo (IS), de competência da União.

Esse novo imposto será objeto de uma futura lei complementar, que ainda não está sequer em discussão no Congresso Nacional, a qual irá prever todos os seus contornos. Por ora, o que temos são as permissões que o novo texto constitucional irá prever para a sua criação. Assim, o IS poderá incidir sobre energia elétrica, telecomunicações, derivados do petróleo e operações com “bens e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, nos termos da lei”.

Essa última hipótese de incidência é a que mais nos interessa. Isso porque nela podem ser enquadradas as bebidas alcoólicas, inclusive cervejas artesanais, além de outros produtos como derivados do tabaco e alimentos e outras bebidas açucarados, por exemplo.

Os pontos de maior preocupação quanto a este tributo estão no fato de que não há previsão de quanto serão as alíquotas, ou mesmo se haverá apenas uma alíquota para todos os produtos considerados prejudiciais ou se haverá escalas, de forma semelhante ao que acontece hoje com o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). E, também, sobre a forma de apuração deste imposto, pois a PEC prevê que ele irá compor a base de cálculo de outros tributos.

Quanto às alíquotas, espera-se que o Congresso Nacional, ao estabelecê-las, leve em consideração as diferenças entre os diversos tipos de bebidas alcóolicas existentes, ponderando o baixo teor alcóolico que, de forma geral, a maioria dos estilos de cerveja apresenta, principalmente quando comprados a bebidas destiladas, por exemplo.

Já sobre a forma de cálculo, mostra-se um tanto quanto contraditória a PEC n.º 45 prever a transparência como um dos princípios basilares do novo sistema tributário que pretende criar e, ao mesmo, estabelecer o cálculo de um tributo integrando a base de cálculo de outros.

Como dissemos anteriormente, todas estas modificações ainda estão cercadas de muitas incertezas, o que só reforça a necessidade de que os contribuintes permaneçam atentos aos próximos passos desta importante e profunda reforma.


Clairton Gama é advogado e sócio do escritório Kubaszwski Gama Advogados Associados. Possui mestrado em Direito pela UFRGS e é especialista em Direito Tributário pelo IBET. Além disso, é cervejeiro caseiro.

14 lançamentos de cervejas artesanais realizados em setembro

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Setembro foi um mês de celebração para os amantes de cerveja no Brasil, com lançamentos surpreendentes e inovadores. Eles passaram pela criação de seis rótulos em uma parceria entre a Colorado, a Academia da Cerveja e cinco cervejarias, que incorporaram ingredientes nacionais em suas receitas, até a estreia da marca Filosofia com uma New England IPA de sabor tropical.

Entre outras novidades, a Krug Bier comemorou 26 anos com uma cerveja light sem glúten. Já a Los Santoz apresentou dois novos rótulos na linha Nameless, a American Cream Ale e a Dry Stout. Assim, com tantos lançamentos, os amantes da cerveja tiveram muito o que comemorar neste mês de setembro.

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Confira a seguir estes e outros lançamentos de cerveja realizados em setembro:

Amazon Beer, Caatinga Rocks, Colombina, Colorado, Implicantes e Masterpiece
A Colorado, a Academia da Cerveja, da Ambev, e mais cinco cervejarias, das diferentes regiões do país, se uniram para a criação de bebidas inéditas com ingredientes nacionais. O lançamento da Aipi Lager, nome dado à edição, trouxe, semanalmente, um novo sabor nos seis rótulos com mandioca e lúpulos nacionais como componentes principais. E cada cervejaria adicionou ingredientes locais para criar suas variações. O projeto originou as seguintes receitas: Cerveja com Mangaba e Pimenta-de-macaco pela Colombina; Flor de jambu e Cupuaçu pela Amazon Beer; Maracujá do Mato e Alecrim pela Masterpiece; Bergamota pela Implicantes; Caju e Seriguela pela Caatinga Rocks, e Acerola, pela Colorado.

Bodebrown
A St. Arnould 6 é a mais nova criação da Bodebrown. Ela faz parte da trilogia inspirada na tradição belga, sendo uma homenagem a Saint Arnould, ou São Arnoldo, santo consagrado na Idade Média como protetor dos cervejeiros. A nova cerveja faz parte da série Safra 2023 – Gastronomia Além do Infinito e possui graduação alcoólica de 10%, evidenciando no paladar um gosto maltado, com notas de ameixas, uvas passas e damasco, segundo o seu descritivo.

Filosofia
A Filosofia, uma marca de cerveja recém-criada, chega ao mercado com a sua primeira receita, uma New England IPA. O lançamento possui 5% de graduação alcoólica e 27 IBUs de amargor. Clara e opaca, apresenta amargor leve e lúpulos com aroma tropical, com notas de frutas cítricas e amarelas, e foi idealizada pela dupla de engenheiros Renan Bosque e José Lucas Berretta, A cerveja está disponível no Gorilla Beer House, na Vila Mariana, em São Paulo.

Goose Island
Em setembro, a Goose Island realizou mais uma edição da Block Party, iniciativa que estendeu as comemorações do IPA Day. E o evento contou com o lançamento de uma IPA exclusiva e co-criada com a comunidade, a Goosehood 2023. A cerveja tem a adição de jabuticaba, lúpulo Amarillo e polpa de maracujá para realçar o sabor frutado. Possui 4,1% de graduação alcoólica e 27 IBUs de amargor.

Krug Bier
A Krug Bier celebrou seus 26 anos de trajetória com o lançamento de um rótulo light. A nova cerveja é a Krug Light com níveis mais baixos de carboidratos e calorias. No processo de fabricação da cerveja, ainda é retirado o glúten, o que a torna segura para o consumo de celíacos ou de pessoas que optaram por retirar a proteína da alimentação. Ela tem apenas 1,5 grama de carboidrato e 30 calorias a cada 100ml, assim como 4% de álcool, menos do que a média das Lagers.

Joy Project Brewing
A Joy Project Brewing realizou, em setembro, o lançamento de um rótulo especial, feito em parceria com o Zombie Walk Curitiba, tradicional caminhada zumbi que ocupa as ruas da cidade durante o período do carnaval. A novidade é a Zombified Pumpkin Pie, uma Strong Pumpkin Ale, com coloração alaranjada, aroma de doce de abóbora e graduação alcoólica de 10%.

Landel
A brasilidade deu o tom do lançamento da Landel, de Campinas, neste mês de setembro: a Tudo com Ocê é bom. Ela é uma American Wheat produzida com lúpulos nacionais, que conferem notas herbais e de maracujá doce. Leve e refrescante, apresenta 4,5% de graduação alcoólica e 20 IBUs. Na novidade foram usados Cascade, Chinook e Comet, que receberam medalha de ouro na Copa Brasileira de Lúpulos deste ano, todos vindos da Lúpulos Brasil, da cidade de Conchal (SP). A cerveja está disponível para consumo em chope e em lata de 473ml.

Los Santoz
A Cervejaria Los Santoz lançou dois produtos neste mês de setembro: a American Cream Ale e a Dry Stout. Ambos os rótulos fazem parte da linha Nameless. A Nameless American Cream Ale é uma cerveja leve e refrescante, feita com lúpulo Citra. Com 5% de graduação alcoólica e 19 IBUs, ela é indicada para quem já conhece o estilo ou para quem está interessado em começar a se aventurar nas artesanais. Vem em embalagens de 500ml e 1L. Já a Nameless Dry Stout é uma cerveja escura, com 4,5% de graduação alcoólica e 40 IBUs. Indicada para dias frios, possui um leve aroma de grãos torrados que remete a café e/ou chocolate meio amargo. Vem em embalagens de 500ml.

Região do lúpulo Saaz recebe status de patrimônio mundial pela Unesco

A região de origem do lúpulo Saaz, localizada na República Checa, recebeu o prestigioso status de Patrimônio Mundial da Unesco. Essa significativa decisão foi tomada durante a Conferência do Patrimônio Mundial realizada em Riad, Arábia Saudita, na qual 41 outras localidades também foram agraciadas com essa distinção.

O reconhecimento torna a região de Saaz a primeira produtora de lúpulo do mundo a alcançar o status de Patrimônio Mundial da Unesco. No total, a lista de locais considerados de valor excepcional para a humanidade agora conta com 1.199 lugares.

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O pedido de reconhecimento abrangia a cidade de Zatec, para a qual o Ministério da Cultura da República Checa cita o cultivo do lúpulo como fundamental no seu desenvolvimento, com a paisagem que rodeava as aldeias de Trnovany e Steknik, juntamente com o Castelo de Steknik. Além disso, incluía o centro histórico de Zatec, com suas estruturas industriais que remontam ao século XIX.

Zatec, com uma população de aproximadamente 19 mil pessoas, está estrategicamente localizada às margens do rio Eger, a cerca de 70 quilômetros a noroeste de Praga. Historicamente, a região era predominantemente habitada por alemães até o início da Segunda Guerra Mundial.

A Unesco descreve essa paisagem cultural como tendo sido moldada ao longo dos séculos pela tradição contínua de cultivo e comercialização da variedade de lúpulo mais famosa do mundo, utilizada na produção de cerveja em todo o planeta. A propriedade inclui campos de lúpulo especialmente férteis, situados próximos ao rio Ohře, com o cultivo ocorrendo de forma contínua há centenas de anos, além de aldeias históricas e edifícios utilizados para o processamento do ingrediente cervejeiro.

Os elementos urbanos dessa propriedade abrangem o centro medieval de Zatec e sua extensão industrial dos séculos XIX a XX, conhecida como o “Subúrbio de Praga”. Juntos, esses elementos ilustram a evolução dos processos agroindustriais e do sistema socioeconômico envolvido no cultivo, secagem, certificação e comercialização do lúpulo, desde o final da Idade Média até os dias atuais.

Registrado oficialmente em 1952, o lúpulo Saaz estabeleceu-se como uma variedade fundamental para a indústria cervejeira, com uma história que remonta a mais de sete séculos, sendo cultivado globalmente.

O Saaz é um dos quatro lúpulos nobres originais, sendo reconhecido por seu aroma característico e baixo amargor. Ele é frequentemente utilizado na produção de cervejas de estilos como Pilsners e Bohemian Lagers, estando presente na Stella Artois. Recentemente, a publicação “Lúpulo no Brasil, Perspectivas e Realidades” o classificou como a quinta variedade mais produzida no país.

Menu Degustação: Prêmio ABRE, Beerland, resultado do Bora Cultura Preta…

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Os últimos dias foram movimentados por seleções e premiações envolvendo o setor cervejeiro. É o caso do Fundo Bora Cultura Preta, promovido pela Ambev junto ao PretaHub, que anunciou os 21 projetos selecionados entre os mais de 1,4 mil inscritos.

Em outra frente, o Prêmio ABRE, em sua 23ª edição, entregou prêmios ao setor cervejeiro, com destaque para a Ignorus, pela Não Me Kahlo, e a Leopoldina, pela sua Barley Wine.

Já para quem deseja aproveitar o fim de semana, a Galeria Carrefour Jacu Pêssego, em São Paulo, recebe mais uma edição do Beerland, enquanto o Champions Beer continua sua comemoração pelo seu quinto ano em Campinas.

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Confira estas e outras ações e novidades cervejeiras no Menu Degustação do Guia:

Ganhadores do Prêmio ABRE
O 23º Prêmio ABRE da Embalagem Brasileira reconheceu e premiou os melhores trabalhos nos módulos Embalagem e Mercado, Design Gráfico, Design Estrutural e Tecnologia, e Estratégico e Especial. Entre as cervejarias, na categoria Ouro, as vencedoras foram a Não Me Kahlo – Ignorus Cervejaria, vencedora em Design Gráfico – Bebidas alcoólicas, e a Leopoldina Barley Wine, vencedora em Estratégia – Marketing e branding . As pratas foram para Bud Seleções, vencedora em Embalagem e Mercado – Bebidas alcoólicas, e a Maralto, vencedora em Design Gráfico – Bebidas alcoólicas. Já o bronze ficou para a Uyrá Gin, da Colombiana, vencedora em Embalagem e Mercado – Bebidas alcoólicas, e a Heineken Long Neck Retornável, vencedora em Estratégica – Sustentabilidade.

Vencedores do Bora Cultura Preta
A Ambev e o PretaHub divulgaram os projetos selecionados pelo Fundo Bora Cultura Preta, que, além de apoio financeiro, participarão de trilhas de conhecimento e capacitação da companhia. Foram recebidos mais de 1.400 projetos idealizados por empreendedores negros que atuam no entretenimento e na cultura, com 21 deles sendo selecionados, representando todas as regiões do Brasil. Os projetos selecionados pelo Bora Cultura Preta foram: Moa – Sabores do Sertão, Festival Tempero do Subúrbio, Guisado de Saberes: Uma Cozinha Profissionalizante no Vale do Capão (BA), Baile Afropink, Sons do Subúrbio 2024, AfroArt – Feira de Arte Afroindígena, Festival de Arte Negra – A Cena Tá Preta, Festival Latinidades, Encontro Ancestralidades Moda e Estética Negra, Music Business Experience, Manto da Noite, Livros São Paulo Negra, Festival Imune, Urban Afro Jazz, Palco Hip Hop – 40 Anos de Hip Hop No Brasil, Sarau Preto – Mombaça e Convidados, Madu Cria, Ubuntu Carioca, Encontro de Cinema Negro Zozimo Bulbul: Brasil, África, Caribe e Outras Diasporas 16 anos, Africatarina em Movimento e Acre Graffiti 2024 – Festival Internacional de Cultura Surbanas.

Fermenta da Ambev
A Ambev anunciou a abertura das inscrições para a segunda edição do Edital Fermenta, um programa que impulsiona ações que promovem o crescimento compartilhado e a disseminação da cultura cervejeira no Brasil. As inscrições já estão disponíveis no site e permanecerão abertas até 13 de outubro. Nesta edição, serão contemplados cinco projetos, com distribuição de recursos da seguinte forma: quatro projetos serão selecionados para receber R$ 25 mil cada, e um ganhará R$ 50 mil.

Bora Zé no Rio
O Bora Zé, programa de inclusão produtiva da Ambev em parceria com o Zé Delivery, agora também está disponível no Rio de Janeiro e, com a ampliação da iniciativa, busca levar oportunidades de estudo e trabalho a entregadores e suas famílias. A companhia espera impactar a vida de 120 mil pessoas por mês. O programa oferece trilhas de capacitação, conexão e oportunidades de emprego dentro do ecossistema. Os interessados devem se inscrever pelo site até esta sexta-feira.

Curso de análise sensorial do Science
Estão abertas as inscrições para a segunda turma do curso Beer Sensory do Science of Beer. O novo curso foca nas habilidades sensoriais de cerveja, análise e gestão sensorial, sendo voltado para sommeliers e profissionais da área que desejam explorar os conceitos e a prática da análise sensorial. As aulas começam no dia 13 de novembro e incluem envio de kits práticos de estudos.

Inscrições na etapa Norte da Copa Cerveja
A etapa Norte da Copa Cerveja Brasil está na reta final de inscrições, que se encerram na segunda-feira. Com organização da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva), o evento será realizado nos dias 19 e 20 de outubro, em Belém. As cervejas que ganharem medalhas na etapa regional participam de mais uma etapa de avaliação, valendo, além do reconhecimento nacional, uma vaga em concursos internacionais da bebida.

Champions Beer prossegue
A 11ª edição do Champions Beer continua sua comemoração de 5 anos neste final de semana, com uma programação repleta de atrações, rock’n roll e cervejas artesanais no estacionamento do Galleria Shopping, em Campinas. Serão realizados 9 shows. A entrada é gratuita em toda a área reservada ao evento e nos shows. Além disso, 16 cervejarias estarão presentes.

Mais uma Beerland
A partir desta sexta-feira, a área externa da Galeria Carrefour Jacu Pêssego, em São Paulo, entra na rota do Beerland, um festival de cerveja artesanal itinerante. O evento contará com variedades especiais de cerveja, como Witbier de maracujá, amora, laranja e limão, além de uma IPA com Jack Daniels. Também estarão disponíveis as cervejas mais tradicionais, como Pilsen, IPA, APA, Black e Vinho, totalizando 16 estilos diferentes. Comidas e outras bebidas também estarão disponíveis, juntamente com shows ao vivo. A entrada é gratuita.

Concurso do Mondial
As inscrições para mais uma edição brasileira do concurso de degustação profissional de cerveja do Mondial de la Bière, o MBeer Contest, já estão abertas. O evento acontecerá dentro do festival, sendo voltado para seus expositores. A competição não possui categorias pré-definidas por estilo, e os juízes realizam degustações às cegas, sem qualquer informação sobre o produto, avaliando aroma, sabor, sensação na boca e prazer proporcionado. O limite máximo de inscrições por cervejaria é de até 20, e as inscrições vão até este sábado (30).

Beck’s e Tomorrowland Brasil
A Beck’s é a cerveja oficial do festival de música eletrônica Tomorrowland Brasil e lançou um concurso nas redes sociais para os interessados concorrerem a uma experiência imersiva diretamente da cidade de Itu (SP). São oferecidos 25 pares de ingressos como prêmio. O concurso acontece até domingo (1º). Os participantes de todo o país devem gravar um vídeo explorando algum efeito de transição criativa, a técnica que consiste em emparelhar as músicas para que a passagem entre uma e outra se torne imperceptível. É necessário postar o vídeo no TikTok ou Instagram, marcando a Beck’s e usando a hashtag #BecksMeLevaProTMLD. Para fazer a transição, ainda é preciso usar uma música dos DJs Matheus Henrique e Paulo Vitor.

Circuito Spaten
Para dar início às celebrações da Oktoberfest de Blumenau, a Spaten lançou o Circuito de Bares Spaten 2023. Com uma ação inovadora, a novidade é o “biersliding”, uma atividade praticada em festas cervejeiras de todo o mundo, onde o participante desliza sua caneca pela mesa, e a que chegar mais longe vence o desafio. No Circuito de Bares, a experiência pode render prêmios. A marca promove essa experiência em São Paulo, Curitiba, Joinville, Blumenau, Brasília, Salvador, Fortaleza, São Luís, Natal, Belém, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Oktober Ribeirão
O estacionamento do Shopping Iguatemi Ribeirão Preto será palco da Oktoberfest, que traz o melhor da tradicional festa alemã. O evento, realizado neste final de semana, de sexta-feira a domingo, tem entrada gratuita e atrações para todos os públicos. A Walfänger será a responsável por manter os bares abastecidos, com mais de sete estilos de chope, além de um bar de drinques. A cultura alemã estará bem representada na gastronomia, nas apresentações de danças e ritmos típicos.

Coletiva da Piracerva
A recém-criada Associação das Cervejarias da Região de Piracicaba (Piracerva), que reúne 11 microcervejarias piracicabanas, iniciou seu primeiro projeto com a brassagem de uma cerveja colaborativa. A produção aconteceu nesta terça-feira (26) e deverá ser lançada no final de outubro. O estilo escolhido para estrear e representar a união das 11 cervejarias piracicabanas foi a Session IPA, e a produção aconteceu na fábrica da Dama Bier. Fazem parte da Piracerva e participaram da produção as cervejarias A Tutta Birra, Cevada Pura, Dama, Em Nome do Malte, Escafandrista, Green Fish, Kontainer Beer, Nhô Quim Cervejaria, Panela Cervejeira, Peixe Para e Vibeer.

Heineken terá bar flutuante no Rio Pinheiros até o final de outubro

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O Rio Pinheiros, localizado na zona sul de São Paulo, terá uma atração diferente a partir deste fim de semana: um bar flutuante patrocinado pela Heineken. A iniciativa tem como objetivo chamar a atenção para o problema da poluição, enfrentado pelo rio ao longo de décadas.

O bar flutuante da Heineken vai funcionar de sexta-feira até domingo, começando neste sábado (30) e indo até 29 de outubro, das 16h às 22h, com as entradas sendo liberadas por agendamento. O espaço abrange uma área de 400 metros quadrados e tem capacidade para acomodar até 200 pessoas, que poderão entrar de forma rotativa.

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Os ingressos para esta intervenção serão disponibilizados todas as quartas-feiras a partir das 17 horas, por meio da plataforma Sympla. Para aqueles que conseguirem as entradas, a Heineken terá um ponto de encontro no Parque Bruno Covas, onde os participantes poderão se deslocar até a instalação, seja de carro elétrico ou a pé, até a balsa. No bar, os visitantes irão desfrutar do fim de tarde, do pôr do sol e da noite no meio do Rio Pinheiros.

Para o bar flutuante, a Heineken firmou uma parceria com o bartender Alê D’Agostino, que desenvolveu uma seleção especial de drinques elaborados com a cerveja Heineken, um cardápio de petiscos e chope Heineken.

Desde 2021, a Heineken é patrocinadora do Parque Bruno Covas e se comprometeu a participar e apoiar iniciativas de revitalização do rio e sua área, como a construção de ciclovias. O bar flutuante é a primeira ação no calendário de eventos e ativações da Heineken relacionadas a esse compromisso.

Segundo a Heineken, esta intervenção foi concebida para estimular a reflexão sobre a importância da reocupação dos espaços nas cidades e para sensibilizar as pessoas para a situação do Rio Pinheiros, que passa por um processo de recuperação por meio do Programa Novo Rio Pinheiros.

A Heineken afirma que todos os lucros gerados durante a operação do bar flutuante serão direcionados para ações que contribuam para a melhoria do rio e do seu entorno, em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica.

“Contribuir para a construção de uma cidade mais verde e sustentável é uma demanda urgente da sociedade e nosso propósito como marca é ter um olhar inédito para formas de discutir o impacto ambiental e, por meio de experiências e intervenções, fazer um convite à reflexão e a ocupação de espaços urbanos”, diz Eduardo Picarelli, diretor da unidade de negócios da marca Heineken no Brasil.

Essa ação está alinhada com a plataforma Green Your City, criada pela Heineken em 2021, que inclui iniciativas relacionadas à sustentabilidade, como a circularidade do vidro, o uso de copos reutilizáveis em festivais, a criação de microflorestas urbanas, o fornecimento de energia renovável e outras ativações sustentáveis.

“A agenda ESG está no centro da nossa estratégia de negócio e presente em todas as etapas da tomada de decisões. A proposta da plataforma Green Your City e todas as ações da marca Heineken de atuar por um futuro mais sustentável e ressignificar os espaços urbanos, conecta o propósito da companhia a uma conversa direta com o consumidor e ao convite para que juntos possamos sempre fazer mais e melhor, especialmente para uma região tão importante para a cidade como o entorno do Rio Pinheiros”, declara Mauro Homem, vice-presidente de sustentabilidade & assuntos corporativos do Grupo Heineken.