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Coluna Aloisio Alcantara

Balcão do Aloisio: Limites e potenciais para a cevada no Sudeste e Centro-Oeste

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
9 de julho de 2023
Atualizado em: 10 de julho de 2023
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    Balcão do Aloisio: Potencialidades e limitações para o cultivo da cevada no Sudeste e Centro-Oeste

    No Brasil, a cevada é cultivada principalmente na região Sul, mas também existe produção na região Sudeste. Segundo dados do IBGE, das 476 mil toneladas de grãos produzidas em 2022, 96,7% foram provenientes da região Sul, enquanto 3,3% vieram da região Sudeste. Apenas quatro estados responderam por toda a produção: Paraná (72,7%), Rio Grande do Sul (23,6%), São Paulo (3,3%) e Santa Catarina (0,4%).

    Apesar de concentrar a produção de cevada no País, a região Sul enfrenta alguns problemas relacionados à instabilidade do clima, que fazem com que, em alguns anos nos quais as condições são mais desfavoráveis, parte da produção não atinja o padrão cervejeiro, sendo descartada para esse uso, reduzindo o ganho do produtor. Esse é, provavelmente, o maior empecilho para o crescimento da área cultivada com a cevada na região, embora exista um enorme potencial para expansão da cultura no Brasil.

    A demanda anual de malte no país é da ordem de 2,1 milhões de toneladas, enquanto são produzidos em torno de 750 mil toneladas, ou seja, 36% da demanda. Além disso, para produção das 750 mil toneladas de malte, são necessárias em torno de 900 mil toneladas de grãos de cevada. Em 2022, foram produzidas 475 mil toneladas, pouco mais da metade necessária. Assim, há necessidade de importação para suprir a demanda. Em 2021, foram importadas 483 mil toneladas de grãos de cevada e 1,43 milhão de toneladas de malte, a um custo de US$ 929,8 milhões, com impacto negativo na balança comercial.

    Para a produção de todo o malte necessário para o Brasil, seria preciso em torno de 2,5 milhões de toneladas de grãos de cevada, ou seja, quase cinco vezes mais do que foi produzido em 2022. Ainda que, a fim de diversificar as fontes e garantir sempre matéria-prima para produção do malte, não seja de interesse das maltarias produzir todos os grãos localmente, há espaço para crescimento. O desenvolvimento de cultivares com maior estabilidade na qualidade dos grãos, a despeito das adversidades climáticas, poderia contribuir para o aumento do cultivo na região Sul do Brasil.

    Outra possibilidade seria o cultivo nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, onde existem em torno de 5 milhões de hectares de área já utilizados com atividades agrícolas com culturas anuais e que estão a mais de 800 metros de altitude (2.193.498 ha em Minas Gerais, 2.352.613 ha em Goiás, 314.230 ha em São Paulo, 106.445 ha no Distrito Federal, 136.175 ha no Mato Grosso e 142.059 ha no Mato Grosso do Sul). Nessas áreas, é possível produzir cevada com boa qualidade de grãos para uso na malteação no período do inverno, sob irrigação, e existem cultivares de cevada que foram desenvolvidas para cultivo nessas regiões. Apesar disso, quatro das cinco grandes maltarias instaladas no Brasil (já contando a Maltaria Campos Gerais que está em construção no município de Ponta Grossa, no Paraná) estão localizadas na região Sul.

    É provável que o principal motivo dessa concentração esteja relacionado com a contratação de produtores para a produção de cevada. Na região Sul, nem toda a área cultivada no verão o é no inverno, de forma que há disponibilidade de área para cultivo de cevada e produtores dispostos a fazê-lo. A produção é em regime de sequeiro. Nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, a cevada seria cultivada em regime irrigado e teria que concorrer com outras culturas como feijão, milho, cenoura, batata, café, tomate, dentre outras, que são mais rentáveis e haveria dificuldade em encontrar produtores dispostos a cultivar cevada. Sem matéria-prima produzida no local, as maltarias teriam que importar todo o grão necessário para sua atividade, o que traria uma certa vulnerabilidade, por depender de uma única fonte de matéria-prima, importada.


    Aloisio Alcantara Vilarinho é engenheiro agrônomo com doutorado em Genética e Melhoramento de Plantas. Pesquisador da Embrapa desde 2003, ele atua, desde novembro de 2019, como melhorista de cevada na Embrapa Trigo.

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