As cervejas do Grupo Heineken vão sofrer reajustes nos preços ao longo de 2022 em todo o mundo. Na sequência da apresentação do balanço financeiro do quarto trimestre de 2021, executivos da companhia reconheceram desafios para lidar com o avanço da inflação global, considerada a pior em uma década pela empresa, algo que tem afetado os custos produtivos. E adiantaram que vão repassá-los ao consumidor ao longo deste ano.
O Grupo Heineken projeta um crescimento dos custos por hectolitro (100 litros) de cerveja em torno de 15% por causa do aumento do valor das commodities, da energia e de frete, além de suas posições de hedge. Assim, a companhia realizará aumento nos preços da cerveja, embora reconheça que isso possa causar redução do consumo, pois a população já está com seu poder de compra afetado pela inflação, ameaçando a continuidade da recuperação dos piores momentos da pandemia do coronavírus.
“Esperamos ser significativamente impactados pela inflação e pelas pressões de resiliência da cadeia de suprimentos. Mais especificamente, esperamos que nosso custo de insumo por hectolitro aumente em torno de 15% devido às nossas posições de hedge e ao forte aumento nos preços de commodities, energia e frete. Vamos compensar esses aumentos de custo de insumos por meio de preços em termos absolutos, o que pode levar a um consumo de cerveja menor”, explica o Grupo Heineken.
A companhia também admite incertezas quanto ao desempenho em 2022, apontando que os desafios impostos pela pandemia do coronavírus permanecem e devem dificultar os resultados da cervejaria ao longo do ano, especialmente na Europa, continente no qual espera uma recuperação mais demorada.
Em 2022, continuaremos a navegar em um ambiente incerto e esperamos que a Covid-19 ainda tenha impacto nas receitas. Nossos planos pressupõem que os mercados na região Ásia-Pacífico se recuperem progressivamente durante o ano, mas a recuperação total do on-trade na Europa pode demorar mais
Grupo Heineken
A revelação de que a companhia aumentará o preço das suas cervejas ao longo de 2022 foi realizada durante a teleconferência após a apresentação dos resultados do quarto trimestre de 2021. E ainda que temendo a redução do consumo, a companhia segue com a previsão de obter um lucro operacional de 17% em 2023, embora tenha destacado que pode revisar esse número no final deste ano.
O Brasil foi um dos destaques do balanço do Grupo Heineken no quarto trimestre de 2021, com aumento do volume de cerveja consumido superior a 10% no período. Assim, contribuiu para a reversão de um cenário negativo. Afinal, após ter prejuízo de 204 milhões de euros em 2020, a companhia obteve lucro líquido de 3,23 bilhões de euros em 2021. Além disso, a sua receita no ano passado foi de 21,941 bilhões de euros, uma expansão de 11,3%.
Outro destaque do balanço foi o desempenho da marca Heineken, com um crescimento no volume global de 17,4%. Para o grupo, esse resultado está relacionado com o sucesso de outras marcas dessa linha, citando a Heineken Silver, com uma graduação alcoólica menor – 4%. E após o êxito em alguns países, a companhia pretende levá-la para mais mercados ao longo deste ano, embora sem revelar quais.
“O excelente crescimento da Heineken foi ainda apoiado pelo forte desempenho de suas extensões de linha. A Heineken Silver mais do que dobrou seu volume, impulsionada por excelentes desempenhos na China e no Vietnã. Com base nesse sucesso, lançaremos a Heineken Silver internacionalmente para alcançar mais de 20 mercados em 2022”, adianta o grupo em trecho do seu relatório financeiro do quarto trimestre.
O Grupo Heineken conseguiu se recuperar em 2021 dos prejuízos acumulados em 2020. Nesta quarta-feira, a companhia divulgou o seu balanço do quarto trimestre do ano passado e indicou ter apresentado lucro líquido de 3,32 bilhões de euros (aproximadamente R$ 19,47 bilhões) em 2021. O resultado positivo foi alcançado após o déficit de 204 milhões de euros (R$ 1,196 bilhão, na cotação atual) de 2020.
Pesou para isso o crescimento de 11,3% da receita do Grupo Heineken na comparação com o ano anterior, chegando a 21,941 bilhões de euros. Além disso, o volume de cerveja vendido pelo Grupo Heineken cresceu 4,6% em 2021, com uma expansão ainda maior, de 6,2%, no último trimestre do ano. A companhia, ponderou, porém, que a desvalorização das moedas do Brasil e da Nigéria provocou impacto cambial de 515 milhões de euros nas suas contas em 2021.
Essa recuperação se deu atrelada a uma estratégia bem semelhante à adotada no mercado brasileiro, com a empresa apresentando crescimento global de 17,4% em volume da Heineken, a sua principal marca. Já aquelas consideradas premium responderam por 60% de uma expansão de 10%.
E o Brasil teve participação nessa recuperação do Grupo Heineken em 2021, com a companhia apresentando trajetória de crescimento no consumo de cervejas no país ao longo do quarto trimestre. De acordo com os comentários do balanço divulgado nesta quarta-feira, o aumento do volume foi superior a 10%. Isso reverteu a tendência de queda apresentada no trimestre anterior, também em torno de 10%, quando a companhia adotou a estratégia de reforçar a sua atuação no portfólio premium, no qual é liderada por Heineken e Eisenbahn.
Nas Américas, o volume consolidado de cerveja cresceu 8,2% no ano passado, em linha com os resultados de 2019. Já no Brasil, até houve queda no volume de cerveja vendida em 2021, com o recuo ficando entre 1% e 4%. Mas isso foi compensado no valor da participação da companhia no mercado.
No Brasil, o volume de cerveja cresceu mais de 10% no quarto trimestre, impulsionado por nossos portfólios premium e mainstream. Para o ano inteiro, ganhamos participação de valor na cerveja, pois os fortes efeitos de preços e premiumização mais do que compensaram um declínio de um dígito no volume. Reforçamos nossa liderança em premium e crescemos cerca de 30% em volume liderados pela Heineken e Eisenbahn
Grupo Heineken, em comentários do balanço do 4º trimestre de 2022
Isso se deu com o portfólio premium do Grupo Heineken expandindo em torno de 20% em 2021 nas Américas, com participação decisiva da marca Heineken no Brasil. Segundo a companhia, o seu volume é, hoje, o dobro do nível pré-pandemia no país. A empresa também destaca o crescimento de mais de 10% da Lagunitas, além do aumento da participação no mercado da Eisenbahn. “No Brasil, estamos aproveitando a força do Sistema Coca-Cola para aumentar significativamente a distribuição da Eisenbahn”, diz.
Com essa expansão, o mix de preços do Grupo Heineken nas Américas cresceu 10,3%, impulsionado pela forte premiumização e alta dos valores cobrados pelas suas cervejas no Brasil, com a receita líquida por hectolitro crescendo em torno de 30%.
Além disso, as cervejas mainstream também aumentaram o volume vendido no país no ano passado. “Nosso portfólio mainstream cresceu em torno de 20%, liderado por Amstel, Devassa, os lançamentos de Tiger e, mais recentemente, Amstel Ultra”, comenta a companhia.
Já a expansão no mercado das cervejas sem álcool ou de baixa graduação alcoólica foi de cerca de 30% nas Américas, influenciada diretamente pelo desempenho da 0.0 no Brasil. Segundo a companhia, ela mais do que dobrou, tornando o país o maior mercado global dessa linha do grupo.
O Grupo Heineken também destacou o crescimento da sua plataforma B2B, destinada a vendas para bares, restaurantes e varejistas, o HeiShop, que terminou o ano passado com 100 mil clientes ativos no país.
Deixada em segundo plano, a carteira de cervejas econômicas caiu cerca de 30% em volume no Brasil. E outras bebidas recuaram 44,9% no ano nas Américas, algo provocado pelo encerramento da linha de refrigerantes PET de 2 litros no país.
Fazer os rótulos de uma marca de cerveja pode parecer uma missão simples para o consumidor que tem contato com a etiqueta de uma garrafa, lata ou growler ao visualizá-la em um varejo. Entretanto, a realidade é diferente desta primeira impressão sobre o processo de rotulagem, que precisa de atenção às informações a serem aplicadas, independentemente da embalagem a ser utilizada e do tipo de aplicação.
Na segunda matéria de uma série especial de quatro reportagens sobre rotulagem, que começou a ser publicada na semana passada e terá mais dois capítulos, o Guia traz orientações de especialistas que disseram, de maneira detalhada, o que consideram mais importante para que rótulos de cerveja sejam apresentados da forma correta e dentro das exigências da lei.
Regina Sugayama, mestre em Biologia e Genética e doutora em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP), com mais de 30 anos de experiência em pesquisa e consultoria em agricultura e alimentos, enfatizou cinco pontos fundamentais para a realização bem-sucedida do processo de rotulagem.
“O rótulo tem que estar em conformidade com a legislação e ser atrativo visualmente, além de estar bem aplicado na garrafa. A tecnologia de impressão deve suportar condições às quais o produto vai ser exposto e e as informações obrigatórias devem ser legíveis e indeléveis”, diz.
Regina lembra a importância dos cuidados com os detalhes das informações nos rótulos de cerveja, especialmente para evitar problemas com os órgãos fiscalizadores.
“Detalhes aparentemente sem importância podem se transformar em motivos de dor de cabeça para a indústria. Um exemplo bastante comum é o uso da abreviação de mililitros como ML em vez de mL ou ml. Ao órgão de fiscalização não importa se a tipologia escolhida pelo designer só tem o M maiúsculo. Tem que ser minúsculo e não se discute”, afirma a especialista.
Para evitar problemas, Regina sugere a revisão com antecedência das informações e dados inseridos antes da impressão dos rótulos. E lembra que erros são cometidos até mesmo por gigantes da indústria, tendo em vista o quão minucioso é o processo para apresentação ao consumidor de todas as informações certas e dentro dos padrões exigidos por lei.
“Uma vez revisei um rótulo de cerveja que trazia erro na escrita de uma frase de advertência. Recomendei que fosse corrigido e o produtor disse que copiou como estava no rótulo de uma grande marca brasileira de cerveja. Rótulos de amigos ou de marcas líderes de mercado podem ser usados como referência, mas muito cuidado ao copiar: você poderá estar propagando erros sem saber e pagar caro por isso”, completa Regina.
A especialista também alerta sobre outros fatores que considera importantes no processo de rotulagem. E dá conselhos a quem pretende realizá-lo de maneira bem-feita e adequada para atingir o sucesso almejado como a comunicação visual de um produto junto ao consumidor.
“A cada lote, você precisará informar o seu número e data de validade. O ideal é que essas informações estejam impressas diretamente na garrafa ou lata, mas muitas indústrias imprimem nas etiquetas. Assegure-se que essa marcação seja legível e indelével”, ressalta, destacando a importância da padronização no processo de rotulagem.
A etapa final do processo de rotulagem, que é a aplicação do rótulo sobre a garrafa ou lata, também exige planejamento. Você não gastou tempo e dinheiro desenvolvendo um layout bacana e em conformidade com a legislação, nem comprou as embalagens e imprimiu rótulos para serem mal aplicados. Estamos falando de um mercado super competitivo, no qual pequenos detalhes fazem diferença. Rotule suas garrafas ou latas de forma que as etiquetas estejam sempre corretamente posicionadas e padronizadas
Regina Sugayama, profissional com mais de 30 anos de atuação em pesquisa e consultoria em agricultura e alimentos
As aplicações de rótulos de cerveja Além de estarem atentas às informações inseridas nos rótulos da cerveja, as marcas precisam definir qual tipo de rotulagem será adotada. E as opções são várias. A rotulagem com adesivos, por exemplo, dá ao fabricante a opção de realizá-la manualmente ou por meio de uma rotuladora automática.
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Outro benefício é que este tipo de rótulo pode ser aplicado em qualquer formato de embalagem. E o adesivo permite a adoção de diferentes tipos de técnicas para o design do rótulo, como por exemplo a metalizada, a transparente, a texturizada e a holográfica. Além disso, na etiqueta adesiva é possível optar por diferentes tipos de acabamento, como o verniz em relevo ou localizado e a laminação fosca ou com brilho, que reflete a luz na superfície da embalagem.
“A forma mais prática, comum, econômica e acessível é o rótulo adesivo. Tem outras formas de você rotular o produto. Você pode imprimir direto na embalagem ou colocar um adesivo na embalagem. Neste ponto é bom enfatizar que, entre os tipos de rótulos, ele pode ser de serigrafia, pode ser de impressão direta na embalagem, pode ser de sleeve, que é um filme termoencolhível que cobre 100% da área da embalagem, e pode ser o rótulo adesivo”, aponta Bruno Lage, sócio-proprietário da empresa de rótulos Label Sonic.
Há, claro, mais opções, como o sleeve, uma impressão que é gravada em um filme de PVC ou PET transparente, realizada por meio de uma flexografia, algo similar a um carimbo. Neste método, as partes que não forem impressas são retiradas das gravações das matrizes, permitindo que as áreas pintadas fiquem em alto relevo no rótulo.
Já na serigrafia, uma tela de seda é utilizada para que a tinta seja impressa apenas nas áreas da imagem de um rótulo. Neste sistema é possível aplicar camadas mais grossas de tinta, com relevos ou mesmo textos impressos em Braille.
Para a tomada de uma decisão entre as opções vários aspectos devem ser analisados. Gabriel Lopes, presidente da Associação Brasileira de Empresas de Design (Abedesign), aponta a importância de o fabricante pesar de forma racional o custo-benefício ao escolher o tipo de rótulo que utilizará em seu produto e o método que escolherá para fixá-lo na embalagem da sua cerveja.
O especialista, que é formado em Design, com especialização em embalagens, inteligência artificial e ciência de dados pela Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, enfatiza que é preciso encontrar o equilíbrio entre o custo, o desejo de performance para o rótulo e a valorização do produto.
“Isso está relacionado com até onde você quer levar o seu produto, com até onde você quer chegar, e a viabilidade financeira”, diz o especialista, lembrando também que quanto mais complexo for o design escolhido para um rótulo, mais caro ele deverá custar, pois isso demandará mais tempo para impressão e, consequentemente, um gasto maior de energia.
Mas ele pondera que algumas variáveis vão além do custo, como a percepção de valor de quem compra.
Um rótulo com recorte complexo impactará diretamente na velocidade de produção e nossa missão na função de designer é compreender exatamente onde estamos colaborando na criação. Em uma matriz de custo versus valor do produto estamos buscando uma apresentação que valorize o produto? Qual o limite entre valorização versus investimento em embalagem e território de autoridade que um produto pode percorrer?
Gabriel Lopes, presidente da Abedesign
Já o sócio-proprietário da Label Sonic aponta a etiqueta adesiva como a opção mais barata e de ótimo custo-benefício pela forma eficiente com a qual pode ser aplicada com as tecnologias disponíveis para as embalagens de cerveja. Assim, é a solução mais atrativa para as marcas que atuam com produção de pequena escala. “O rótulo adesivo é mais fácil de aplicar do que o sleeve, e com o adesivo você pode fazer pequenas tiragens de rótulos, o que não se consegue fazer, por exemplo, com o sleeve e com a serigrafia”, comenta.
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Por sua vez, o presidente da Abedesign cita a aplicação mais utilizada e aquela considerada uma das mais emblemáticas em garrafas no mercado brasileiro para destacar a variedade de opções de rotulagem existentes. “Nesta ordem de papel e cola (independentemente do tipo ou acabamento do papel), o mais comum é o rótulo autoadesivo, em sua maioria base polimérica (plástica). Serigrafia na garrafa, como por exemplo ocorre no rótulo da Heineken, é o menos usual”, aponta.
O Grupo Petrópolis vai apresentar nesta quarta-feira uma novidade ao consumidor. A companhia lançará a cerveja Cabaré, em um evento online e que contará com a realização de um show do cantor sertanejo Leonardo. A dupla Bruno & Marrone também participará da ação.
A cerveja Cabaré é uma puro malte dourada, com lúpulos alemães, no estilo American Lager e de baixa fermentação, de acordo com a descrição divulgada pelo Grupo Petrópolis.
A novidade foi criada através de uma parceria entre o Engenho Dom Tapparo, localizado no interior paulista, e o Grupo Petrópolis. E terá Leonardo como seu embaixador, com o cantor sertanejo liderando a campanha publicitária do novo produto da companhia.
Com esse lançamento, o Grupo Petrópolis também amplia o seu portfólio de cervejas, que já contava com marcas como a Itaipava, a Black Princess, a Petra e a Weltenburger, além de Crystal, Lokal e Cacildis.
Na ação de lançamento da Cabaré, Leonardo realizará um show no seu canal oficial no YouTube a partir das 20 horas. A apresentação musical não contará com a presença de público em função da pandemia do coronavírus.
De qualquer forma, a presença dos artistas juntos repete o projeto “Cabaré”, que dá nome à cerveja e unirá os três grandes nomes da música sertaneja em uma agenda extensa de shows previstos para as principais cidades do Brasil ao longo de 2022.
Na busca por fortalecer a cena musical e dar palco para novos talentos, a Budweiser uniu Emicida, Drik Barbosa e Matuê em seu novo projeto: o reality show Sobe Junto. A iniciativa da marca já rendeu frutos, sendo o primeiro deles o lançamento de um single que reúne os três rappers e está disponível em plataformas digitais, levando o nome do programa e sendo usado na sua abertura.
Com o refrão “Quem sonha junto, sobe junto”, o novo single dos rappers traz o sonho como tema central, algo bastante visto em diversas rimas de rap, inclusive em sucessos do próprio trio.
Não é coincidência que músicas urbanas tragam os sonhos como protagonistas, já que o rap, o hip hop e o trap, estilos musicais predominantemente da cultura negra e periférica, durante muito tempo tiveram que resistir para se manterem diante de uma sociedade que os criminaliza, os associando à violência. Agora, com forte presença no cenário musical brasileiro, os estilos ganharam notoriedade e estão entre os gêneros em alta no país.
“Uma vez ouvi o neurocientista Sidarta Ribeiro definindo o sonho como uma tentativa de simular o amanhã com base no ontem; e que isso abre espaço para novas ideias e criatividade”, comenta Emicida, sobre o tema que une o single ao reality da Budweiser. “Fiquei pensando em como isso se encaixaria na minha realidade e na dos meus camaradas. E acho que cada passo rumo ao sonho, é um passo rumo ao desconhecido. Cada passo não dado é perigosíssimo, porque é como se um de nós estivesse desistindo. Estar nessa música com a Drik e com o Matuê é uma maneira de dar esses passos lado a lado com outras pessoas. Não podemos permitir que ninguém fique para trás”, complementa.
“Quando conversamos para falar do caminho que a letra seguiria, definimos que citar as nossas vivências seria algo importante para passarmos a mensagem que queríamos”, complementa Drik Barbosa. “Espero que esse som se torne combustível para que cada um possa alimentar os próprios sonhos e também os sonhos dos seus”, finaliza.
A Budweiser destaca que o reality show faz parte de um compromisso assumido no início deste ano de valorizar os novos talentos e abrir os palcos – nacionais e internacionais – para os “sonhadores” locais. Assim, com o Sobe Junto, se compromete a dar luz para as histórias e trajetórias daquelas pessoas que ainda buscam um espaço dentro do universo musical com uma série de ações para incentivar e fomentar o cenário musical.
Com o single de Emicida, Matuê e Drik Barbosa como abertura, o reality show da Budweiser é apresentado por Thamirys Borsan e Froid, além de contar com BK e Tássia Reis como jurados fixos. O programa ainda tem mentores e mentoras, como Gloria Groove, Marcelo D2, Xamã, Rincon Sapiência, MC Carol, Bia Ferreira, Nave, Filipe Ret e Rico Dalasam. A estreia aconteceu em 26 de janeiro, com a participação de seis grupos. E serão cinco episódios semanais, transmitidos no Bud Play, o canal de conteúdos de Budweiser no YouTube.
A gerente nacional de cultura e relacionamento da Budweiser, Ludmila Kaminskas, ressalta o apoio da marca aos artistas em busca do sonho de atingir seus objetivos dentro do universo da música, principalmente no rap, hip hop e trap.
“Ao firmarmos esse compromisso, nada melhor do que contar com o apoio de pessoas já renomadas e que têm construído uma trajetória de sucesso. Ter essa música criada por Emicida, Drik Barbosa e Matuê dá ainda mais força para tudo que pretendemos construir”, afirma.
O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos divulgou um relatório sobre a concorrência no mercado de bebidas alcoólicas e apontou concentração significativa no setor cervejeiro. O documento, destinado ao Departamento de Justiça e à Comissão Federal de Comércio, foi produzido a partir de uma ordem emitida pelo presidente Joe Biden, preocupado em aumentar a concorrência em diversos segmentos da economia.
O relatório aponta duas grandes tendências no setor cervejeiro e de bebidas alcoólicas dos Estados Unidos. O mais positivo envolve o aumento significativo de fabricantes artesanais ao longo dos anos. O documento aponta 6.400 cervejarias em operação espalhadas por todo o país, com exemplos de inovação, lembrando que eram 89 no final da década de 1970.
No entanto, o relatório também destaca uma tendência preocupante ao lembrar a concentração do setor. O documento alerta que AB InBev e Molson Coors dominam o setor nos Estados Unidos desde 2008, representando cerca de 65% do mercado cervejeiro em todo o país.
“Os consumidores americanos, proprietários de pequenas empresas, empresários e trabalhadores não deveriam sofrer sob o controle de uma indústria da cerveja altamente concentrada”, afirma o procurador-geral assistente Jonathan Kanter, da Divisão Antitruste do Departamento de Justiça. “As autoridades reguladoras e de fiscalização devem ter a coragem de aprender e a firmeza necessária para fazer cumprir a lei e proteger a concorrência”, acrescenta.
Com 63 páginas, o documento aponta sugestões de reformas para aumentar a concorrência, tornando o setor mais justo e mais barato para os consumidores. Elas incluem novo escrutínio de fusões e aquisições, avaliando que elas concentraram o mercado e não representaram redução dos preços. Além disso, defende adoção de diferentes alíquotas de impostos e levantamento de encargos regulatórios para novos participantes nos segmentos de vinhos, cervejas e destilados.
O relatório identifica vários problemas competitivos nos mercados de cerveja, vinho e bebidas destiladas, que, se resolvidos, permitiriam que empreendedores, pequenas empresas e novos participantes competissem em igualdade de condições com participantes maiores do mercado
Ben Harris, secretário adjunto de Política Econômica dos Estados Unidos
Repercussão O contundente relatório atraiu reações diversas da indústria, com o representante das grandes cervejarias se declarando “desapontado” com a “descaracterização” do setor. Foi o que disse Jim McGreevy, presidente e CEO do Beer Institute, associação comercial que representa diversas empresas, incluindo AB InBev e Molson Coors.
O instituto prefere exaltar a importância do setor cervejeiro para a economia dos Estados Unidos e a diversidade de opções à disposição do consumidor. “Desde 2010, vimos mais de 10 mil novas cervejarias registradas e hoje – na agricultura, manufatura, construção e transporte – a indústria da cerveja sustenta mais de 2 milhões de empregos americanos, contribuindo com mais de US$ 331 bilhões para a economia do país. Os consumidores estão se beneficiando do crescente número de cervejarias e importadores de cerveja, com mais opções do que em qualquer outro momento da história do nosso país”, afirma.
Já Bob Pease, presidente e CEO da Brewers Association, que representa as cervejarias artesanais dos Estados Unidos, se declarou satisfeito ao observar o Departamento do Tesouro apresentando recomendações sobre como melhorar a concorrência na indústria de bebidas alcoólicas.
“Ficamos felizes em ver que o relatório reconhece que algumas leis, mesmo aquelas originalmente concebidas para fins pró-competitivos, inibiram o crescimento e a competitividade dos produtores artesanais. Em segundo lugar, gostamos muito do que vimos em suas conclusões e aplaudimos o foco do relatório nas disposições de práticas comerciais da Lei Federal de Administração de Álcool e a necessidade contínua de combater práticas como taxas de alocação e conduta discriminatória. Por fim, agradecemos o reconhecimento do relatório de que algumas leis se tornaram desatualizadas e que novas regras podem servir melhor à saúde pública e promover a concorrência”, afirma Pease.
Levar a luta por igualdade, direitos e oportunidades das mulheres no setor cervejeiro para além das publicações nas redes sociais. Foi com esse intuito que a CEO da agência de marketing Maip, Fernanda Marinho, criou o projeto Coisa de Mulher. A iniciativa será colocada em prática ao longo de toda esta semana com a realização de um curso em Petrópolis (RJ), desta segunda-feira (14) até a próxima sexta (18).
“Trabalho com cerveja desde os 19 anos e enfrentei dificuldades, vi outras mulheres também enfrentando. Isso me incomodava. E o que via de movimento contra isso era só nos stories, não saía desse ambiente virtual. Não tem praticamente nenhum movimento no estado do Rio de Janeiro. Em Petrópolis, também não, só tivemos uma confraria. Então, conversei com a Sampler para fazer um curso, mostrando que alguma coisa está sendo feita além do discurso”, relata Fernanda.
Da ideia, então, a CEO da Maip buscou viabilizar o Coisa de Mulher. Sem encontrar sequer uma cervejaria em Petrópolis que conte com uma mulher como proprietária, recebeu a acolhida da Sampler Brew House, que aceitou ceder o seu espaço para a realização do curso. E montou um time de palestrantes com profissionais que trabalham no setor cervejeiro no estado do Rio de Janeiro, por questões logísticas. A boa recepção permitiu transformar o plano inicial de um dia de aulas, em uma semana cheia de compromissos cervejeiros, com diversos assuntos sendo abordados.
Voltado ao público feminino, o Coisa de Mulher terá a participação de sete palestrantes. Tendo como palco a Sampler, abordará temas importantes sobre a cultura cervejeira, como história e escolas, atendimento, elementos e estilos, marketing, produção, empreendedorismo e turismo, além da realização de uma brasagem.
Hoje CEO de uma agência de marketing com vários clientes do setor, Fernanda já esteve do outro lado em sua carreira profissional, atuando como atendente em cervejarias. Lá, vivenciou experiências de descrédito e mesmo assédio por parte de clientes. E, agora em outra função, busca atuar para modificar esse cenário.
“Sentia que quando eu falava de harmonizações com os clientes, não tinha o mesmo crédito e influência dos homens. Também sofri assédio de alguns clientes. Hoje, tendo uma agência, pensei que precisava fazer algo para essa base, porque nada mudou. Outras mulheres continuam passando por isso”, afirma.
Fernanda, assim, espera que o projeto represente um propulsor para tornar o setor menos refratário às mulheres.
É o primeiro passo. Espero que o projeto vá além dos cursos, ajudando a criar conexões entre as mulheres nesse meio e se torne um movimento, que não deve se resumir a Petrópolis
Fernanda Marinho, CEO da agência Maip e idealizadora do Coisa de Mulher
Desta segunda até a sexta, o Coisa de Mulher acontecerá sempre no horário noturno, das 18h às 22h. Para quem deseja participar dos cinco dias de curso, a inscrição custa R$ 90. Mais informações podem ser obtidas através do WhatsApp (24) 99228-1010.
Confira a programação completa do Coisa de Mulher:
14/02 (Segunda-feira) 18h – Apresentação do curso 18h30 – História da Cerveja (Flaviane Barros – Sommelière de cervejas) 20h – Intervalo 20h30 – Escolas Cervejeiras (Flaviane Barros)
15/02 (Terça-feira) 18h – Brassagem (Karol Lorenzo e Érica Machado) 19h – Produção cervejeira (Sybilla Geraldi)
16/02 (Quarta-feira) 18h – Elementos (Illa Proença) 19h15 – Estilos (Illa Proença) 20h30 – Intervalo 21h – Atendimento (Érica Machado e Karol Lorenzo)
Fundada em 1995 em Nova Santa Rosa (PR), a Zero Grau vivenciou diversas mudanças no mercado enquanto fornecia soluções e equipamentos de refrigeração para seus parceiros. Em 2022, a empresa pretende consolidar uma mudança de gestão ao mesmo tempo em que reforçará a sua atuação em produtos e novidades que tenham o autosserviço como foco.
Assim, para este ano, os principais planos da Zero Grau incluem lançamentos de produtos específicos para a área de autosserviço, como minicâmaras específicas para chope. “Vamos oferecer desde uma cervejeira residencial até o lançamento de equipamentos maiores para autosserviço. Por exemplo, para uma conveniência de um posto de gasolina que precisa melhorar o formato de exposição de venda de chope no local de consumo, a gente pode oferecer diferenciais em um produto com aspectos estéticos e eficiência”, afirma Leandro Spaniol, gerente de marketing da Zero Grau.
Com mais de 60 itens disponíveis no portfólio da empresa, como freezers, refrigeradores e máquinas de fabricação de gelo, a Zero Grau concentra o seu fornecimento em produtos para refrigeração comercial de outras companhias. Mas, claro, em quase 30 anos de atuação, a empresa já realizou adaptações nas soluções oferecidas. Foi assim em 2013, quando a empresa passou a contar, também, com a produção de caixas térmicas de plástico, como conta Spaniol.
“Nós já fabricávamos caixas térmicas de aço. Então mudamos o nosso processo industrial para plástico em parte da produção e nos tornamos líderes nacionais nesse tipo de produto”, relata.
Atualmente, as caixas térmicas da companhia são adquiridas por inúmeras empresas e por grandes cervejarias no Brasil, como a Ambev e o Grupo Heineken. “Normalmente, quando a pessoa vai assistir a uma partida de futebol no estádio e toma uma bebida gelada, aquilo passou por algum equipamento Zero Grau”, destaca.
Além das caixas térmicas e das parcerias com as grandes companhias, a Zero Grau também atua no segmento com atendimento aos pequenos cervejeiros, o que inclui produtos específicos, como, por exemplo, as minicâmaras para refrigeração de barris e atendimento ao consumidor. “Para cervejarias que já realizam o envase em garrafas, atendemos com equipamentos para exposição de bebidas e refrigeradores”, explica Spaniol.
Nova gestão Enquanto vai adaptando o seu portfólio às demandas que vão surgindo em refrigeração, como agora com a aposta no autosserviço, que consiste em um processo de automação fornecido pelo parceiro IrisPay, a Zero Grau também se modifica internamente. Tanto que embora seja uma empresa familiar, a companhia iniciou em 2018 o seu processo de sucessão.
Em 2021, Gabriel Eduardo Arndt assumiu a função de CEO da Zero Grau, tendo a função de liderar os caminhos da empresa. Nesse processo de transformação administrativa, a expectativa é de que a gestão, com foco cada vez mais corporativo, as novidades alavanquem ainda mais o que a empresa faz desde a sua criação: produção de equipamentos eficientes para refrigeração industrial.
A cidade de Araraquara terá, a partir de agosto, um curso de especialização em tecnologia cervejeira. A modalidade de pós-graduação lato sensu será oferecida pelo Instituto de Química (IQ) da unidade local da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp). A aula inaugural foi realizada na última quinta-feira (10).
O curso em Tecnologia Cervejeira começará a ser ministrado em agosto em Araraquara, sendo concluído em 2024, após 21 meses de aulas de mais de 20 disciplinas. Serão disponibilizadas 40 vagas pela Unesp para a primeira turma, com inscrições a partir de junho. E elas são destinadas a profissionais formados em diversas áreas, como Engenharia de Alimentos, Engenharia Química, Agronomia, Química, Biologia, entre outras.
A especialização será coordenada pelo professor Leinig Antonio Perazolli do Instituto de Química, com vice-coordenação do professor Rodrigo Marques e apoio técnico e pedagógico da cervejaria Boreal, de Sertãozinho (SP), juntamente de seu proprietário, o mestre-cervejeiro e ex-aluno do IQ João Fernando Sacilotto.
Os participantes do curso terão acesso a conteúdos teóricos e práticos, incluindo passo a passo para a produção de uma cerveja, elaboração de receitas, análises da qualidade do produto, estudo das matérias-primas que dão origem à bebida, harmonização e boas práticas de fabricação.
Além disso, a expectativa é de que a especialização capacite os profissionais a lidarem com o processo de registro e regulamentação da cerveja produzida, além de ensiná-los noções de marketing e técnicas para a comercialização do produto. As aulas do curso em tecnologia cervejeira vão ser realizadas nas instalações do curso de Engenharia Química do Instituto de Química, dentro do campus da Unesp em Araraquara.
“A iniciativa do novo curso do Instituto de Química, em Tecnologia Cervejeira, é mais um passo do IQ para uma concepção de universidade moderna, que se preocupa com o desenvolvimento econômico da cidade e com o bem-estar da comunidade. São várias as parcerias da Unesp com a Prefeitura de Araraquara. Tenho certeza de que serão formados profissionais de altíssima qualidade e competência. Minha gratidão à Unesp e ao Instituto de Química por estarem em sintonia com os desafios da cidade”, afirma Edinho Silva, prefeito de Araraquara, que esteve presente à aula inaugural do curso.
O evento que marcou a oficialização da abertura da especialização em tecnologia cervejeira da Unesp de Araraquara contou com duas palestras. Foram elas: “Heineken: mais do que uma garrafa verde”, proferida por Decio Novaes, profissional de relações governamentais da companhia, e do diretor industrial Cassio Montenegro; e “Cultura Cervejeira”, com Rodrigo Sawamura, gerente de cultura de cerveja da Estrella Galicia do Brasil.
A presença de profissionais das cervejarias não foi à toa, afinal, Araraquara já conta com uma fábrica do Grupo Heineken e terá em breve uma unidade da Estrella Galicia. A criação do curso traz a expectativa de que a região se torne um centro de excelência em ensino, pesquisa e extensão em tecnologia cervejeira, podendo se transformar um importante polo para o setor.
Araraquara vive momento muito especial com a chegada da Estrella Galicia e o anúncio de novos investimentos pelo Grupo Heineken. Vamos nos tornar o maior polo de produção de cerveja do Brasil. Isso significa geração de emprego e renda e fortalecimento da nossa economia.
A tão esperada disputa do Super Bowl, a decisão da NFL, não é só aguardada pelo confronto entre duas equipes da principal liga de futebol americano do mundo. Tratado como valiosa peça de entretenimento, o jogo também atrai a atenção pelo show do intervalo e pelo que se exibe nos intervalos, as propagandas. E em 2022, a Budweiser voltará a protagonizar uma delas no Super Bowl.
Como sempre acontece, quem quer exibir a sua marca no evento esportivo mais assistido do ano nos Estados Unidos precisou desembolsar, em média, US$ 7 milhões por 30 segundos na NBC, canal que transmite o duelo para o país. Foi, então, US$ 1,5 milhão a mais do que havia sido cobrado no ano anterior.
Assim, embora Los Angeles Rams e Cincinnati Bengals se enfrentem no SoFi Stadium, na cidade de Inglewood, na Califórnia, parte das atenções do público não estará voltada apenas para a arena, mas também para o que se passa nas tevês nos intervalos, ainda mais que em 2021, em função dos efeitos econômicos da pandemia do coronavírus, algumas companhias optaram por não exibir propagandas durante o jogo.
Uma delas foi a Budweiser, que ficou fora do Super Bowl de 2021, na primeira vez em 37 anos, optando por se concentrar em aumentar a conscientização sobre a vacina contra a Covid-19 em parceria com o Ad Council. Agora, novamente presente ao icônico confronto, faz a sua volta com uma campanha em que exalta esse retorno e a resiliência.
Em sua propaganda para o Super Bowl, a Budweiser resgata um personagem conhecido das suas campanhas publicitárias desde os anos 1950, um cavalo da raça Clydesdale. E em uma propaganda dirigida por Chloé Zhao, diretora vencedora do Oscar de 2021 por “Nomadland”. Nele, a marca busca exaltar a capacidade de superação dos desafios da vida. Assim, Clydesdale, ferido, conta com a ajuda de um veterinário, um cavalariço e um cão para ter uma recuperação triunfante.
A Budweiser, porém, não será a única marca Anheuser-Busch a realizar propagandas durante o Super Bowl. A companhia adquiriu 4 minutos para exibir campanhas das marcas Bud Light Next, Bud Light Seltzer Hard Soda, Budweiser, Cutwater Spirits, Michelob Ultra e Michelob Ultra Organic Seltzer.
A Michelob Ultra reuniu várias estrelas do esporte para a sua campanha “Welcome to Superior Bowl”. Nela, a tenista Serena Williams, a jogadora de basquete Nneka Ogwumike e a estrela do futebol Alex Morgan se juntam ao ator Steve Buscemi, à lenda da NFL Peyton Manning e ao jogador de basquete Jimmy Butler para jogar boliche em um ambiente que lembra o filme “O Grande Lebowski”, enquanto o golfista Brooks Koepka joga sinuca.
A Bud Light aproveita o Super Bowl para dar visibilidade à sua cerveja sem carboidrato, a Bud Light Next, recém-lançada no mercado dos Estados Unidos, em uma propaganda que tem a música “Gotta Move”, hit de Barbra Streisand, como trilha.
Também haverá campanhas regionalizadas da Anheuser-Busch, como a da Stella Artois, com Eli Manning trabalhando em um bar para que uma das funcionárias vá ao Super Bowl.
Já a Busch Light, também em propaganda regionalizada, brinda o público com a voz das montanhas e uma participação especial do saxofonista Kenny G.
E a Samuel Adams, a principal marca da Boston Beer Company, é outra marca de cerveja presente ao Super Bowl. E com uma citação que costumeiramente aparece em suas propagandas, ao “primo de Boston”.