Início Site Página 157

Kona une lifestyle havaiano com apelo à vida saudável ao lançar cerveja de 80 calorias

0

A busca por bebidas com apelo à saudabilidade tem ganhado espaço no mercado, em um cenário ao qual as cervejarias parecem estar atentas, tanto que vem sendo rotineiros os lançamentos de rótulos low carb, com baixo teor alcoólico ou mesmo sem, além das opções com poucas calorias. Uma concorrência agora ampliada pela Kona, marca que ainda aposta na sua ligação com o lifestyle havaiano.

A novidade apresentada pela cervejaria é a Kona Blonde Ale, com 18 IBUs de amargor e 4,2% de graduação alcoólica. E, mais chamativo, apenas 80 calorias em sua latinha de 269ml, algo considerado pela marca como sendo ideal para manter o equilíbrio na rotina sem abrir mão do sabor.

Leia também – Qual a cerveja menos calórica? Veja um infográfico com ranking de 12 opções

“A Kona Blonde Ale chega com o objetivo de ser uma opção saborosa para quem busca equilibrar as calorias, mas sem abrir mão do sabor de uma boa cerveja artesanal”, afirma Vanessa Nastari, gerente de marketing da Kona no Brasil.

Fundada em 1994, a Kona Brewing Company hoje faz parte do fundo de bebidas da ZX Ventures, braço de inovação da Ambev. E traz, em seu perfil, a celebração do lifestyle havaiano, convidando, em suas palavras, “as pessoas a terem uma vida equilibrada, valorizando a comunidade e a cultura local, por meio de histórias reais e inspiradoras”.

Além de ter sido lançada recentemente em lata no Brasil, a marca participou de algumas ativações, como a realização de eventos na praia e o apoio a iniciativas de coleta de vidro para reciclagem.

Mas a Kona está longe de “surfar” sozinha na saudabilidade no mercado brasileiro. Pelas mãos também da Ambev, a Michelob Ultra chegou ao país tendo como chamariz as 79 calorias da sua long neck, além de chegar a contar com um espaço no Parque do Ibirapuera para a realização de exercícios. E foi lá onde a Stella Artois realizou eventos para promover a sua versão sem glúten.

Outras marcas renomadas, como Heineken e Estrella Galicia, têm reforçado ações de marketing dos seus rótulos sem álcool.  E a Corona, em um recorte parecido ao da Kona, faz diversas ações envolvendo a natureza, embora com foco maior na preservação ambiental.

Rota RJ atuará para turismo cervejeiro ser referência após 2021 surpreendente

0

Depois de tantos desafios impostos pela pandemia do coronavírus, com o fechamento de estabelecimentos e a impossibilidade de realização de atividades turísticas, 2021 termina de modo “surpreendente” para a Rota Cervejeira RJ. Um saldo conquistado graças à receptividade e ao desejo da população pela realização do turismo cervejeiro, algo impossibilitado nos meses mais graves da crise sanitária. E que aumenta a expectativa dos seus responsáveis para que o turismo cervejeiro seja referência no estado fluminense em 2022.

A Rota RJ reúne cervejarias da Serra Fluminense, das cidades de Petrópolis, Teresópolis, Nova Friburgo, Guapimirim e Cachoeiras de Macau. E unindo o gosto pela bebida de qualidade, com opções gastronômicas e atrações turísticas das suas localidades, tem recebido, nas últimas semanas, um público saudoso em unir essas atividades.

Leia também – Como foi 2021 no mercado cervejeiro? Especialistas avaliam

“Depois de um período totalmente sem poder operar o turismo cervejeiro, percebemos que muitos estavam ‘sedentos’ por viagens e os destinos cervejeiros acabaram sendo uma opção viável, o que fez com que tivéssemos uma procura muito grande em nossas cervejarias”, afirma Ana Cláudia Pampillón, coordenadora da associação.

Para a Rota RJ, porém, o ano de 2021 não termina apenas com o turismo cervejeiro em recuperação. As marcas da região serrana do Rio também precisaram se adaptar. Foi necessário remodelar atividades e às visitações às fábricas para que elas estivessem em consonância com as medidas sanitárias necessárias e exigidas para evitar a propagação do coronavírus.

De qualquer forma, os bons resultados obtidos mais recentemente e a percepção de que as marcas estão mais bem estruturadas para a recepção e oferta de uma experiência aos visitantes deixa a coordenadora otimista para 2022. “As perspectivas são as melhores possíveis uma vez que já no final deste ano a retomada vem sendo extraordinária no setor do turismo, um setor que sofreu muito nos últimos 2 anos”, diz.

Ela destaca, ainda, as melhorias que a Rota RJ espera implementar, em parceria com as suas associadas, para que o turismo cervejeiro ganhe relevância em 2022 no estado. “Vamos trabalhar intensamente na comunicação e capacitação de todo o trade turístico para termos um ano onde o turismo cervejeiro possa se destacar no estado do Rio de Janeiro”, acrescenta.

Essas perspectivas para o futuro do turismo cervejeiro na região serrana do Rio foram tema da participação da associação no 4º Fórum Regional do Turismo Fluminense – Edição Serra Verde Imperial, realizado recentemente em Petrópolis e promovido pela Secretaria de Estado de Turismo.

A mesa “Turismo cervejeiro como vetor de desenvolvimento econômico” teve a participação da coordenadora da Rota RJ; de Mauricio Almeida, presidente da Rota e um dos sócios da cervejaria Rota Imperial, de Guapimirim; de  Gilmar Carvalho,  diretor da Rota e do Centro de Experiência Cervejeira da Bohemia; de Leandro Leal, presidente da Associação de Microcervejarias de Petrópolis e um dos sócios da cervejaria Colonus; e de Leonardo Thuler Costa, um dos sócios da cervejaria Alpendorf, de Nova Friburgo.

Ao apresentar um balanço da participação no evento, Ana Claudia destaca como as diferentes atrações turísticas podem atuar juntas para potencializar as atividades à disposição dos visitantes da região serrana.

“O fórum foi de extrema importância porque apresentou todas as vocações da Serra Verde Imperial e fortalecendo todas estas vocações o turismo cervejeiro também terá seu lugar de destaque. Juntas, todas as vocações turísticas da região, têm maior poder de reverberação. O debate e a troca de informações são importantíssimos para o levantamento de todas estas questões necessárias para o fortalecimento do setor”, conclui.

Ambev construirá fábrica de vidros no Paraná com investimento de R$ 870 mi

0

A Ambev terá uma segunda fábrica de vidros no Brasil. Nesta quinta-feira, a companhia cervejeira confirmou que vai construir uma unidade produtiva de vidros sustentáveis no Paraná, em município ainda a ser definido. A expectativa é de investimento de R$ 870 milhões, com início da operação em 2025.

Ao anunciar a nova fábrica de vidro, a Ambev explicou que ela produzirá garrafas a partir da reciclagem de cacos, recolhidos em parcerias com empresas de logística reversa e cooperativas. E serão produzidas garrafas long neck, 300ml, 600ml e 1 litro para diversos rótulos, embora a companhia tenha citado nominalmente apenas três das suas marcas premium – Stella Artois, Becks e Spaten. Elas, então, vão abastecer as diversas cervejarias do grupo.

Leia também – Colorado lança chope com uva passa para as festas do fim do ano

A decisão da Ambev de construir uma fábrica de vidro se insere em um cenário de escassez desse insumo no mercado. Há relatos de falta do produto, o que tem dificultado o envase de bebidas. Um desafio provocado pelo aumento do consumo de cerveja fora de casa, em bares e restaurantes, em sua maioria em garrafas, o que provoca uma demanda que nem sempre consegue ser acompanhada pelos fabricantes de embalagens.

A Ambev assegura que a unidade nascerá com 100% de energia elétrica renovável e será preparada para operar com biocombustíveis. Além disso, vai contar com uma estação para tratamento de 100% dos efluentes gerados e reaproveitamento da água utilizada no processo.

De acordo com a Ambev, a construção da fábrica de vidros está em consonância com a meta da companhia de ter 100% dos seus produtos em embalagens retornáveis ou feitas majoritariamente de conteúdo reciclado até 2025, ano de inauguração da unidade.

“A nova fábrica de vidros vai impulsionar um futuro cada vez mais sustentável. Essa novidade vai impactar positivamente todo o ecossistema de logística reversa. Além da meta de embalagem circular, a construção endereça outros compromissos da companhia, como ter 100% da energia proveniente de fontes renováveis. Somos uma companhia brasileira e estamos investindo na retomada por um futuro com mais razões para brindar”, afirma Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de sustentabilidade e suprimentos da Ambev.

Antes mesmo deste anúncio, a Ambev estava presente no Paraná, inclusive com a sua cervejaria em Ponta Grossa, tendo se tornado carbono neutro neste ano. “Por essa pegada de ser um Estado sustentável, já temos aqui a primeira grande cervejaria carbono neutro do Brasil. Reduzimos as emissões em mais de 90% e estamos fazendo a neutralização desse residual, mostrando que é possível e que o Paraná tem essa liderança sustentável, agora também com a fábrica de vidros que vai produzir muita garrafa sustentável”, ressalta Figueiredo.

A Ambev já conta com uma fábrica de vidros, localizada no Rio de Janeiro e inaugurada em 2008. Neste ano, produziu a primeira garrafa de vidro 100% reciclado no país em escala industrial.

Por praticidade e consumo em casa, Wienbier e Pabst são lançadas em growlers

0

O público interessado em beber o chope de algumas das marcas que fazem parte do portfólio da NewAge ganhou mais uma opção. A companhia anunciou o lançamento em growlers PET de 2 litros da versão Pilsen da Wienbier e da Pabst Blue Ribbon, de origem norte-americana.

A venda de chope em growlers PET foi uma alternativa que cresceu nos momentos mais graves da pandemia do coronavírus, quando era impossível frequentar bares e restaurantes, levando o consumo para dentro das casas. E, mesmo com o arrefecimento das medidas restritivas, a NewAge entende que a demanda por esse produto permanece.

Leia também – Entrevista: Os próximos passos da Dogma com fábrica própria, franquias e bitcoin

“Acompanhando uma tendência do consumo doméstico durante a pandemia, investimos em uma embalagem prática, que facilita o consumo de chope, bebida tão apreciada por sua refrescância e sabor”, explica Edison Nunes, gerente comercial da NewAge.

A companhia de bebidas optou por entrar no mercado dos growlers com a Pilsen da Wienbier, podendo, em breve, expandir sua presença, pois a marca possui outros 14 estilos de cerveja na sua carta. Por isso, a NewAge acredita que esse tipo de embalagem pode incrementar o seu volume de vendas de cervejas especiais em mais de 30%.

Estimulada por esse crescimento do consumo residencial de cervejas e chopes, a NewAge se junta, assim, a outras marcas que passaram a ver o growler PET como uma alternativa para dar vazão à sua produção. E Nunes destaca a praticidade oferecida pela companhia em comparação a quem, por exemplo, aluga barris para consumo de chope.

“Não é necessário alugar ou comprar uma chopeira e nem ter os grandes volumes dos barris de 25 litros ou 50 litros para consumo imediato. Com 2 litros cada growler, refrigerado a 5ºC na sua geladeira de casa e com muita tecnologia no envase, conseguimos um produto com a qualidade já consagrada das Cervejas Wienbier também no chope”, afirma o executivo da NewAge.

A praticidade mencionada por Nunes também está relacionada com a facilidade de aquisição dos growlers da Wienbier e da Pabst e a longa validade para um produto que armazena chope.

“A extensão da validade do produto sem pasteurização para 4 meses é a grande estratégia para deixar o produto próximo do impulso de compra do consumidor. Você pode matar sua sede comprando no supermercado mais próximo da sua casa”, acrescenta Nunes, falando de um projeto que levou cerca de 2 anos para ser implementado.

De Leme (SP), onde está o seu parque fabril, com produção e envase de mais de 390 itens de bebidas, a NewAge disponibilizará os growlers PET da Wienbier Pilsen e da Pabst, inicialmente, em todo o estado de São Paulo. Mas pretende expandir os produtos para outras regiões do Brasil, assim como passar a envasar outros estilos de cerveja.

Como foi 2021 no mercado cervejeiro? Especialistas avaliam

0

O exercício de olhar para trás em busca de um entendimento sobre como foi o ano de 2021 para o mercado cervejeiro traz, consigo, resultados que podem acompanhar o ritmo da pandemia do coronavírus, embora não se explique só por ela. Afinal, nos meses mais graves da crise sanitária, especialmente na primeira metade do ano, o setor enfrentou grandes dificuldades. Aos poucos, porém, conseguiu se recuperar, ainda que essa reabilitação não tenha sido completa – assim como a redução dos casos de Covid-19 e suas consequências.

Assim, ainda não é possível falar em plena recuperação em relação aos desafios iniciados em 2020, mas em aquecimento para tal, na avaliação dos especialistas ouvidos pela reportagem do Guia para a matéria que abre uma série analítica com balanços sobre 2021 e perspectivas para 2022 em diferentes áreas do setor.

Essa fervura, no entanto, pode ser amainada pelas variantes do coronavírus, pela inflação e pelas crises econômica e política. Por outro lado, há a esperança de que a saudade dos encontros, que começaram a ser resgatados nos últimos meses, se imponha. E o mercado cervejeiro se estabilize.

Leia também – Cervejarias reveem logística como saída para driblar inflação e alta da gasolina

O avanço da vacinação contra o coronavírus trouxe, evidentemente, além do alívio social, com a diminuição dos casos e mortes, o público de volta para bares e restaurantes, tradicional ponto de encontro com as principais marcas do segmento. A busca por cervejas artesanais tem, porém, esbarrado na perda de poder de compra da população.

“A pandemia teve sua alta e sua baixa, as vacinas trouxeram o alívio esperado, mas não a normalidade que acreditávamos. Lidar com as expectativas foi um grande exercício e entender um mercado onde o consumidor precisa de estabilidade financeira para gastar em cervejas de melhor qualidade, mas muito mais caras”, destaca a sommelière de cervejas Bia Amorim.

A desvalorização do real também tem provocado diversos impactos na indústria cervejeira e, consequentemente, afetado o mercado. O dólar, afinal, começou 2021 cotado a R$ 5,19, tendo encerrado a última terça-feira a R$ 5,74. Uma valorização superior a 10% que afeta o preço de insumos e dificulta a importação de cervejas.

“Isso tem impacto em muitos itens que compõem o preço de uma cerveja feita no Brasil, com ingredientes importados e nas cervejas que chegam de outros países, importadas, clássicos sabores que cada vez menos são possíveis de bancar”, acrescenta Bia.

Para piorar, a variação cambial veio acompanhada da inflação, que deve terminar o ano com uma alta acumulada superior a 10%, já que nos 11 primeiros meses do ano já acumula elevação de 9,57%.  E a sommelière Fabiana Arreguy alerta que esse impacto é muito mais sentido pelas marcas artesanais do que pelas grandes cervejarias.

“A alta do dólar, bem como a volta da inflação, tem se refletido em tudo que diz respeito a consumo, seja de bens ou serviços. Isso impacta na escolha por cervejas mais baratas, maisntream”, afirma.

Além da falta de recursos na sociedade, Luís Celso Jr., sommelier e fundador do Bar do Celso, aponta que o consumidor adotou a cautela diante de tantas incertezas, especialmente na primeira metade do ano. “Até pelo menos o terceiro trimestre, o pessoal ficou segurando o dinheiro, com muitas incertezas para o que estava por vir, com o medo de outro possível fechamento. À medida que a vacinação foi avançando, as coisas melhoraram um pouco”, diz.

Foi dentro desse cenário de desafios macroeconômicos que as marcas precisaram operar no mercado cervejeiro neste ano. Para Fabiana, muitas delas voltaram a investir em 2021 e até ampliaram o espaço de atuação, explorando novos campos, em ações com um ar de recomeço.

“Foi um ano de retomada de projetos, de realocação de recursos, de investimento em outros produtos como destilados”, avalia, destacando, porém, que os níveis pré-pandêmicos ainda não foram alcançados. “Acho que o segundo semestre tem reaquecido as vendas, mas ainda não houve tempo para recuperação total das perdas”, acrescenta.

Sady Homrich, cervejeiro, sommelier e baterista do Nenhum de Nós, também enxerga que 2021 termina em um contexto de recuperação das cervejarias, que adaptaram o modo como se relacionam com o consumidor e buscaram realizar investimentos. “Esse ano indicou uma retomada e uma readequação da relação consumidor/cervejaria. Claro que as incertezas relativas aos protocolos do Covid-19 ainda provocam insegurança, mas vimos uma evolução em termos de volume, de comunicação e até de investimentos no segmento artesanal”, avalia.

Instabilidade e volta dos eventos
Na volta dos eventos, Fabiana destaca a ansiedade do consumidor por encontrar novidades, algo que pode ser captado pelas marcas. “Após a vacinação de grande parte dos brasileiros, as festas e festivais recomeçaram e o consumidor começou a voltar para esse tipo de evento com muita vontade de ver novidades, de trocar resenhas sobre novas cervejas”, diz.

Esse movimento de retomada das atividades presenciais, algo visto com bons olhos pela indústria cervejeira, tem sido acompanhado, para Celso, por um descompasso na modalidade de venda das bebidas, voltado, nos meses mais complicados da pandemia, para embalagens usadas para consumo residencial, substituídas, agora, pela proeminência do chope.

Em sua opinião, só quando houver uma estabilidade em formatos e modalidades de venda, se poderá dizer que o mercado cervejeiro superou a crise originária na pandemia do coronavírus.  E ele espera que isso aconteça em 2022.

“Está tendo um bom movimento de retomada em termos de bares e de chope. Está saindo bastante barril e as garrafas e latas basicamente estacionaram. O mercado ainda está vivendo essa instabilidade da pandemia. Em um momento, o pêndulo puxou totalmente para as latas e garrafas. E agora está totalmente para o chope. Quem sabe 2022 venha com uma perspectiva de um pouco mais de equilíbrio, com o ponteiro voltando para o meio da escala, para que tenhamos um mercado um pouco mais normalizado em relação aos dois últimos anos”, conclui.

Seasons reforça laços com origem gaúcha ao anunciar rótulo exclusivo e brewpub

0

Criada em Porto Alegre em 2010, a Seasons decidiu reforçar a sua ligação com o Rio Grande do Sul. A marca, que faz parte da Companhia Brasileira de Cerveja Artesanal (CBCA), buscou valorizar os seus laços gaúchos ao anunciar o lançamento de um rótulo exclusivo para o estado, além da construção de um brewpub na capital.

Esse retorno às raízes da Seasons se dá, inicialmente, com o lançamento da Moo England – Cows on Parade. A cerveja é uma New England IPA, sendo a primeira da série Moo England. De acordo com a companhia, o rótulo tem o seu design inspirado no rock, uma das referências musicais dos criadores da marca.

Leia também – Entrevista: Os próximos passos da Dogma com fábrica própria, franquias e bitcoin

A novidade da Seasons será vendida em lata de 473ml e em barril PET. E estará disponível nas cidades de Porto Alegre, São Leopoldo, Encantado, Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Passo Fundo e Carazinho.

A sugestão da Seasons é que a Moo England seja servida na temperatura de 7ºC a 10ºC. E se recomenda a sua harmonização com hambúrgueres, comidas mexicanas e condimentadas.

Em 2020, a Seasons passou a integrar a CBCA, o que levou a sua produção para as fábricas do grupo, localizadas em Piracicaba (SP) e Pomerode (SC), com o intuito de expandir a marca, antes mais associada a um mercado regional, a outras localidades do Brasil.

E além de lançar um rótulo exclusivo para o público cervejeiro do Rio Grande do Sul, a Seasons anunciou que iniciará em 2022 a construção de um brewpub em Porto Alegre, passando a ter uma casa fixa na capital gaúcha. Será, assim, mais uma iniciativa para a aproximação das origens de uma marca que possui 10 cervejas de linha e mais de 40 sazonais.

Com novo acordo, Bud Light segue como cerveja oficial da NFL até 2027

A Bud Light continuará sendo a cerveja oficial da NFL pelo menos até 2027. Essa definição se deu após a Anheuser-Busch renovar o seu contrato como patrocinadora global exclusiva de cervejas e hard seltzers da principal liga de futebol americano pelas próximas cinco temporadas.

Ao anunciar o novo acordo, a Anheuser-Busch destacou o papel significativo que o esporte pode ter nas memórias e momentos que criam laços entre torcedores, no caso daqueles mais próximos, como amigos e familiares, ou mesmo de pessoas completamente desconhecidas entre si dentro de um bar.

Leia também – Brewers Association aponta aumento de 6% no número de artesanais nos EUA em 2021

“Temos o prazer de continuar nossa parceria com a NFL para construir experiências e conexões significativas para os fãs de futebol em todo o país”, disse Benoit Garbe, diretor de marketing da Anheuser-Busch. “Nosso objetivo é reunir o que as pessoas mais se preocupam e o que nossas marcas representam. Nossa parceria com a NFL cruza-se perfeitamente com esse objetivo”, acrescenta.  

Assim, a Anheuser-Busch espera reforçar a ligação das suas marcas, especialmente da Bud Light, com os fãs da NFL ao longo dos próximos anos, uma expectativa reforçada por Tracie Rodburg, vice-presidente sênior de gerenciamento de patrocínios da liga. “Esperamos continuar a trabalhar com a AB e seus parceiros para trazer experiências novas e atuais para nossos fãs nos próximos cinco anos por meio de nossa parceria com a Anheuser-Busch”, diz.

O atual acordo da Anheuser-Busch com a NFL se encerraria com a disputa do Super Bowl de 2022, agendado para 13 de fevereiro. E os valores envolvidos no novo acordo não foram revelados pela liga ou pelo grupo cervejeiro.

A Anheuser-Busch é um dos maiores patrocinadores da NFL, junto com Verizon Wireless, Nike, PepsiCo e Amazon. Mas a liga expandiu as suas categorias de patrocínio de bebidas alcoólicas, tendo fechado um acordo, no início do ano, com a Diageo, fabricante do uísque Johnnie Walker e da vodca Ketel One, para tornar a empresa de bebidas premium seu primeiro patrocinador oficial de bebidas destiladas.

Além do patrocínio de cervejaria exclusiva com a NFL, a Anheuser-Busch também tem parcerias com 27 times da NFL – as exceções são Dallas Cowboys, Minnesota Vikings, Chicago Bears, Las Vegas Raiders e Green Bay Packers –, além de acordos pessoais com 25 jogadores que disputam o campeonato. Também possui forte ligação com outras ligas norte-americanas, tanto que apoia comercialmente a MLB (beisebol), a NBA (basquete) e a NHL (hóquei no gelo).

ZEV e Goose celebram início do verão com cerveja que tem abacaxi como ingrediente

0

O início oficial do verão no hemisfério Sul, nesta terça-feira, às 12h59, serviu como motivação para o lançamento de mais uma cerveja pela ZEV. Em colaboração com a Goose Island, a marca de Suzano (SP) apresentou a Ananás, um rótulo que leva abacaxi em sua receita, para brindar a estação mais quente do ano.

A nova cerveja é uma Hopped Summer Ale que traz a refrescância do abacaxi (Ananás Comosus), fruta típica do verão e que, inclusive, dá nome ao lançamento. De alta fermentação, o rótulo tem 4,8% de graduação alcoólica e 25 IBUs de amargor. E a sugestão é de que seja consumida a 4ºC.

Leia também – Colorado lança chope com uva passa para as festas do fim do ano

“A escolha da fruta Ananás Comosus para esta adição, está associada ao fato de ser a sua colheita realizada na entrada do verão, sendo conhecida como fruta da estação na região sudeste”, afirma a ZEV no material de divulgação do seu lançamento.

A Ananás, segundo a marca de Suzano, tem coloração âmbar, corpo baixo e amargor moderado, com a complexidade proveniente do dry hopping com o lúpulo Talus. “Seu perfil aromático, transfere frutas tropicais, cascas cítricas e sutil condimentado de sálvia que encontra o sabor de abacaxi, apoiado em leve dulçor de malte”, acrescenta a ZEV.

Com o lançamento desse rótulo com abacaxi na sua receita, a marca de Suzano homenageia mais uma estação do ano com uma cerveja colaborativa. Anteriormente, em setembro, a ZEV havia apresentado uma Belgian Indian Pale Ale, a Elixir de Flora, um rótulo criado em colaboração com a Soma para marcar o começo da primavera.

Ação entre amigos se transforma em e-commerce cervejeiro na pandemia

0

Ao mesmo tempo em que reforçou graves problemas econômicos, que se refletem no dia-a-dia da sociedade, a pandemia do coronavírus também ficou marcada por mudanças de vida e criação de empreendimentos. Foi assim, inclusive, que surgiu o Artesanow Beer Club, um e-commerce criado a partir do êxito de uma ação entre amigos em São Paulo.

Hoje sócios do Artesanow Beer Club, os primos Felipe Caetano e Alexandre Quaresma lideravam a compra de cervejas artesanais entre um grupo de amigos. Os rótulos encontrados, os bons preços e a prestatividade deu fama a eles. E rendeu, em meio à pandemia, a criação do, então, Beer Club, no fim de 2019.

Leia também – Colorado lança chope com uva passa para as festas do fim do ano

“Sempre tomamos muita cerveja, mas tínhamos dificuldade de encontrar alguns rótulos. Pegávamos para a gente, depois passamos a pegar para amigos. Criamos um grupo de WhatsApp e isso começou a crescer”, relembra Felipe.

Como surgiu a partir da ideia de ajudar amigos, o e-commerce tem buscado, desde então, mas agora de modo mais profissional, manter uma ação educativa em suas vendas. No início das atividades, inclusive, os primos preparavam um guia para cada comprador, com informações sobre os rótulos adquiridos e suas cervejarias, os estilos, formas de harmonização e sugestão de copos para consumo.

Esse tipo de ação se tornou inviável com o passar do tempo e o aumento do volume de vendas, mas os responsáveis pelo Artesanow Beer Club não deixam de seguir próximos aos compradores. Assim, mantêm em funcionamento grupos de WhatsApp do e-commerce, alguns com uma espécie de venda para o atacado e os outros que operam com o modo de conversas ativo.

Em seu portfólio, o Artesanow Beer Club conta com algumas das mais renomadas marcas de artesanais, como Dogma, Everbrew, Doktor Bräu, Schornstein e Seasons, embora o foco dos sócios também esteja naqueles rótulos mais raros. E algumas dessas marcas também ajudam nesse foco de educar o consumidor, com o envio de material informativo junto com as cervejas entregues pelo e-commerce.

“No começo, toda compra ia com um PDF, explicando sobre as cervejas, harmonização, tipo de copos. A ideia é ser algo mais educativo. Algumas cervejarias também ajudam com informações que mandamos para o consumidor. É um público que quer ter acesso à informação”, diz Felipe.

Para ele, inclusive, ainda há um grande público a ser conquistado, que deseja aprender sobre cervejas artesanais e não tem acesso suficiente às informações para realizar suas escolhas. “Avalio que 60% a 70% das vendas são de indicação, é um público muito iniciante no ramo. Vejo que muitas pessoas têm vergonha, achando que não sabem escolher o que comprar. Dizem que querem comprar, mas não sabem qual cerveja”, acrescenta.

Há três meses, o Artesanow Beer Club expandiu as suas atividades ao passar a contar com o seu site. Agora, com essa expansão, como reconhece Felipe, o desafio é manter o clima de comunidade, surgido nos grupos de WhatsApp, para essa plataforma. Já como estratégia para conquistar o público, o e-commerce oferece cashback em todas as compras, além de desconto de 10% na primeira. E ainda realiza entregas em todo o Brasil.

“Queremos aumentar a comunidade, mantendo a interação entre as pessoas que compram. Ter o que possuímos no WhatsApp, com dicas sobre as cervejas. O desafio é como fazer isso. Queremos pessoas que queiram compartilhar a experiência, trazer e ensinar mais pessoas, sendo mais educativos”, conclui Felipe.

Menu Degustação: Mr. Hoppy troca chope por brinquedo, clube de IPAs da Suricato…

0

A proximidade das festas do fim de ano já movimenta as atividades das empresas do setor cervejeiro. É, por exemplo, o caso do Mr. Hoppy Prado, em Belo Horizonte, que está arrecadando brinquedos para o Natal, os trocando por chope. Já a Stella Artois celebra a volta dos momentos ao lado das pessoas queridas em sua nova campanha.

A Pabst Blue Ribbon faz concurso para que o público desenhe a lata de suas cervejas, sendo esta a primeira vez em que pessoas de fora dos Estados Unidos podem apresentar as suas criações. E a Suricato abriu novas vagas para o público se inscrever no seu clube de assinaturas de cervejas do estilo IPA.

Leia também – Colorado lança chope com uva passa para as festas do fim do ano

Confira estas e outras novidades do setor no Menu Degustação do Guia:

Presentes de Natal da Landel
A Cervejaria Landel apresenta algumas novidades para presentear no Natal, com destaque para os copos térmicos de inox personalizados em tamanhos e cores diferentes para agradar a gostos variados. A versão azul é menor, para 475 ml de chope, e não tem tampa (R$ 220). Já o modelo maior, de 600 ml, vem com tampa e nas cores preta e rosa (R$ 250). Ambos os copos prometem bebida gelada por até 4 horas. Além deles, a Landel ainda tem a sugestão de se presentear com as cervejas envelhecidas em barrica – a Mecenas (Flanders Red Ale, azeda, frutada, complexa e intensa) e a Betta (Brett IPA, com alta acidez, corpo baixo, final seco e amargo, aroma selvagem e frutado).

Mr. Hoppy arrecada brinquedos para o Natal
O Mr. Hoppy Prado, em Belo Horizonte, lançou a campanha Natal Solidário. O consumidor doa um brinquedo, alimento ou material escolar e ganha um chope Pilsen de 330ml. A promoção do Mr. Hoppy é válida entre terça e quinta-feira.

Consumidores criam arte da lata da Pabst
Para celebrar a 10ª edição do Art Can Contest, a Pabst Blue Ribbon oferece 10 prêmios de US$ 10 mil a artistas de todo o mundo que se propuserem a criar sua própria arte de lata. Esta é a primeira vez que a cerveja americana abre o concurso para residentes fora dos Estados Unidos. A ideia é que os participantes criem o próprio design, guiados pelas cores azul e branco da Pabst Blue Ribbon, de forma única e inovadora. As inscrições no concurso se encerram no dia 31.. O anúncio dos finalistas será em 17 de janeiro.

Suricato abre vagas no clube de cervejas
A Suricato abriu novas assinaturas para o clube de cervejas #EhTudoIPA. O clube, que conta com receitas inéditas de IPAs High-End, estará disponível para assinaturas até o dia 27. As cervejas saem direto do tanque para a casa do consumidor, acompanhadas de uma embalagem especial com isopor e icepack. O SuriClube #EhTudoIPA oferece frete grátis para todo o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, além de outras 250 cidades do país, incluindo todas as capitais e principais regiões metropolitanas.

Germânia faz levantamento dos seus itens
A Cervejaria Germânia, situada em Vinhedo (SP), contou com os serviços da JC Engenharia de Avaliações para fazer o levantamento de todos os itens de sua fábrica. O objetivo era estipular qual o valor e o custo no mercado dos bens que a indústria possuía. 

Stella Artois celebra encontros
Com o avanço da vacinação, a retomada gradual das atividades fora de casa tem permitido que o público volte, com segurança e seguindo as recomendações, a encontrar alguns amigos e familiares. São esses reencontros com as pessoas queridas que inspiram a nova campanha da Stella Artois, que está no ar nos canais da marca com criação da CP+B Brasil.

Com apoio da Beck’s, Primavera Sound chega a São Paulo
O festival Primavera Sound terá, em 2022, a sua primeira edição em São Paulo, de 31 de outubro a 6 de novembro, com diversas intervenções artísticas espalhadas pela cidade e no Distrito Anhembi, tendo o apoio da Beck’s.

Votação popular para publicação da Krater
A Krater anunciou o início de uma nova fase do edital criado para a publicação de um novo livro cervejeiro. Com 20 propostas apresentadas, com temas como “Estilos raros e extintos de cerveja” e “Democratizando a cerveja”, o público agora vai votar nas suas preferidas. Para conhecer melhor cada ideia é só acessar a plataforma de votação da editora e ler o resumo de cada projeto. A etapa de votação popular vai até 7 de janeiro, com os dez projetos mais selecionados para a próxima fase, de avaliação dos jurados.