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Ambev alcança 30% da meta de zerar poluição plástica nos próximos cinco anos

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Uma das metas da Ambev até 2025 é eliminar toda a poluição do plástico consumido nas suas embalagens. O compromisso foi assumido no começo deste ano e agora, antes do fim de 2020, a companhia anunciou que 30% do seu objetivo já foi alcançado.

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O resultado foi alcançado a partir de algumas iniciativas da multinacional de bebidas: mais de 45% das suas garrafas PET foram recicladas, houve redução de 15% no uso do plástico filme na logística das cargas e de 6,5% no peso das tampas plásticas, além da substituição de forma gradual dos canudos de plástico pelos de papel, da produção das novas garrafeiras serem com material 100% reciclado e dos primeiros testes de plástico filme 100% reciclado.

“A preocupação com a sustentabilidade dos nossos produtos e operações não é de hoje. A gente vem se desafiando cada vez mais para promover ações que causem impacto positivo para todo o ecossistema, nós queremos resolver o principal problema quando se fala do plástico: a poluição que ele causa no meio ambiente”, explica Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de Sustentabilidade e Suprimentos da Ambev.

A Ambev diz basear suas ações em três diferentes frentes: eliminação e substituição do plástico, utilização de embalagens retornáveis ou conteúdo 100% reciclado e investimento em inovações, parcerias e novas tecnologias para substituir o plástico e reaproveitá-lo.

Para alcançar seu objetivo, a empresa conta com parceiros como a Universidade Federal do Rio de Janeiro e startups, como a Deink, empresa de reciclagem que detém um processo integrado que elimina a tinta da superfície dos resíduos de shrink, facilitando a reciclagem.

A cervejaria destaca que, além das embalagens, mesas de plástico como as da Skol também fazem parte do programa. Até o momento, cerca de 3 mil delas foram produzidas com material 100% reciclado. Já 14 mil cadeiras foram feitas com 70% de material reaproveitado.

A Ambev também colocou em supermercados e estabelecimentos de todo o país cerca de 12 mil racks (peças de exposição dos produtos em lojas) e 145 mil cestos de garrafas retornáveis produzidos com plástico 100% reciclado. 

A atuação da Ambev com os plásticos também é vista em iniciativas de logística reversa e reciclagem como Reciclar Pelo Brasil, desenvolvida em parceria com a Coca-Cola Brasil e outras 14 empresas. Assim como na Aceleradora 100+ Sustentabilidade, trata-se de um programa global voltado para encontrar soluções inovadoras para os principais desafios socioambientais da atualidade.

Falta de insumos: Maior crise em décadas dificulta retomada do setor cervejeiro

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Os efeitos da paralisação da atividade industrial nos primeiros meses da pandemia do coronavírus no Brasil têm provocado um cenário complicado para o setor cervejeiro nacional às vésperas das festas de fim de ano e do verão. A quebra da cadeia produtiva vem dificultando a operação das cervejarias, que sofrem com a falta de insumos para a operação, como garrafas e latas para envase, além de caixas de papelão, necessárias para a produção de kits, e para a criação de novos rótulos.

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Porém, mais do que apenas um problema localizado do setor cervejeiro, a dificuldade de acesso a alguns insumos também atinge outro segmentos da indústria nacional. A avaliação é de que o freio imposto pela pandemia, com a paralisação de operações, ainda reflete na produção, que está abaixo dos níveis exigidos para esse momento de retomada das compras.

“A dificuldade está em outros setores também.  Parece que os fabricantes pararam tudo no início da pandemia e na retomada não esperavam esta demanda”, avalia Gilberto Tarantino, sócio da cervejaria paulistana Tarantino, em entrevista ao Guia.

Para Abrahão Paes Filho, fundador e presidente da Cervejaria Santa Catarina, o cenário de falta de insumos é o mais crítico das últimas três décadas no Brasil, não ocorrendo algo parecido desde o Plano Collor em 1990. E isso dificulta o escoamento da produção, pela falta de matéria-prima.

Temos cervejas nos tanques, mas não conseguimos garrafas o suficiente para envasar. Além da falta de garrafas, também estão com falta de caixas de papelão e rótulos

– Abrahão Paes Filho, fundador e presidente da Cervejaria Santa Catarina

“No início da pandemia desligamos as máquinas, assim como fizeram também as indústrias de insumos. Quando começou a abertura do mercado em junho, as negociações começaram a voltar de forma muito tímida. Porém, no início de setembro houve uma explosão de pedidos, não só para o setor cervejeiro, mas para diversos setores”, acrescenta Abrahão.

Além disso, uma especificidade tem atrapalhado as operações e o atendimento das demandas cervejeiras: sabedores de que há uma maior busca por garrafas no fim do ano, seus produtores tradicionalmente as fabricam em quantidade maior meses antes, para atender essa procura posterior.

Só que essa produção para estocagem não foi realizada em 2020. Ao contrário: as atividades estavam paralisadas no período que isso tradicionalmente acontece, como destaca Marcelo Paixão, presidente do conselho da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva).

“Tem uma escassez no mercado. A falta de produtos como garrafa no fim do ano até é comum. Mas, nesse ano, há zero produto. Hoje só têm três fábricas de garrafa no Brasil. E com todos os insumos é a mesma coisa. Eles produzem no meio do ano para cobrir a demanda excessiva do fim do ano. Só que em 2020 as fábricas fecharam por causa da pandemia, então não havia estoque preparado”, aponta o presidente do conselho da Abracerva.

Na sua avaliação, a origem do problema para outros insumos não está propriamente na fabricação, mas em uma etapa anterior: a falta de matéria-prima. “Para papelão, embalagens, o problema não é a fábrica. Mas que eles não conseguem comprar a matéria-prima para fazer o produto. A commodity parou de ser produzida quando a pandemia começou. É um problema muito grave. As fábricas de commodity pararam. E agora você tem uma cadeia inteira sofrendo”, acrescenta Marcelo.

Sócio-fundador da Cervejaria MinduBier, de Salvador, Gustavo Martins tem uma avaliação parecida. Para ele, a crise do coronavírus colocou em patamares diferentes a busca pelos insumos e a produção, principalmente no caso das embalagens. Algo que, em sua visão, só com o passar do tempo será resolvido. Enquanto isso, resta lidar com esse desafio extra.

“A pandemia desestruturou completamente a lei da oferta e demanda, que estava, de certa forma, mantendo certa estabilidade. Como os compradores diminuíram ou cancelaram seus contratos, as indústrias diminuíram consideravelmente o volume de produções, para poder sobreviver à crise”, avalia Gustavo. “No momento atual, estamos começando a retomar o consumo e os volumes de produção anteriores, porém a indústria de embalagens não conseguiu se preparar a tempo.”

Desafios e soluções
Diante da falta de produtos, as cervejarias vêm sofrendo para encontrar insumos. E, quando os encontra, há dois desafios: a demora para a entrega e a cobrança de preços elevados. “Estou sabendo de colegas que estão tendo problemas com caixas de papelão e até copos descartáveis. Os fabricantes têm pedido prazos absurdos, de até 120 dias para entregar, e aumentos também absurdos, de até 80%”, explica Mario Jorge Lima, sócio-fundador da Matisse, cervejaria de Niterói que também sofreu recentemente com a falta de garrafas de vidro para envasar a sua produção, mesmo operando com pequenas quantidades.

Algumas cervejarias ouvidas pelo Guia apostam que a falta de insumos é um problema temporário. E, para resolvê-lo, vêm buscando soluções em um momento do calendário em que a procura por cerveja costuma ser maior. “Estamos buscando novos fornecedores e usando a rede de contatos para repor caixas de papelão e latas”, afirma Giba Tarantino.

Outros destacam que algumas fábricas têm se voltado ao mercado externo, com a importação de produtos. “Estou apostando que é um problema passageiro e logo o mercado se ajusta. Acredito que a importação em breve vai resolver isso, como já está ocorrendo com as garrafas de vidro importadas da Argentina”, argumenta Mario Jorge.

Embora o fim de 2020 tenha somado uma série de fatores que têm atrapalhado as operações, casos da pandemia do coronavírus, da lenta retomada da atividade industrial e da alta do dólar, lideranças do setor reconhecem que a escassez de alguns insumos já havia ocorrido em anos anteriores, ainda que sem a gravidade atual.

Esse cenário também foi percebido pela Abracerva. E, preocupada em evitar a sua repetição nos próximos anos, a associação tem buscado dialogar com os fornecedores para facilitar o atendimento das demandas pelos suprimentos no futuro próximo.

“A sazonalidade e a falta de produtos já vêm de algum tempo. A Abracerva vem conversando com esses fornecedores, passando o que o mercado vai demandar para entender o ano que vem. Alguns produtos voltarão ao normal. Outros, como as garrafas, estamos levantando os números do que o mercado consome para passar aos fornecedores e entender como vai ser o ano que vem”, detalha o presidente do Conselho da Abracerva.

Já o fundador e presidente da Cerveja Santa Catarina não crê na normalização do fornecimento de insumos antes do carnaval no Brasil. Mas, em busca de soluções imediatas para a resolução dos impasses, ele crê que o setor pode ter aprendido uma alternativa para lidar com os atuais problemas: o trabalho em conjunto, exemplificado por negociações coletivas.

“Para minimizar estes efeitos, além de mudanças temporárias ou permanentes nos vasilhames de alguns produtos, também temos trocado informações com os parceiros de microcervejarias. Mesmo que associados estávamos individualistas, então se tornou um grande momento para as pequenas cervejarias repensarem o modelo de abastecimento de insumos com cooperação”, conclui Paes Filho.

Na contramão da Black Friday, Vadelata cria “semana” de apoio ao meio-ambiente

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Na contramão da Black Friday, a Vadelata Store lançou a sua Green Week. O projeto especial do e-commerce de bebidas da Ball acontece até domingo e vai muito além de super descontos: na ação para apoiar o meio-ambiente, cada lata vendida será revertida em uma doação de R$ 5 para o Instituto Route Brasil.

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A Ball irá subsidiar as doações, com o objetivo de disseminar a mensagem de que o consumo pode ser mais consciente e de que é necessário pensar cada vez mais na preservação do planeta.

Comunidades na Bahia, Pernambuco, Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo serão beneficiadas com a ação, feita em parceria com o Instituto Route Brasil, que busca rotas de engajamento para reduzir o impacto do lixo nas praias e oceano do país e do mundo.

Entre as ações desenvolvidas pelo instituto está a campanha 100 Resíduos, que promove conscientização ambiental em comunidades brasileiras a partir da doação de cestas básicas e posterior coleta dos resíduos gerados e encaminhamento para reciclagem.

“Após um período de aumento no consumo, queremos propor uma reflexão sobre o impacto que nossas escolhas causam no meio ambiente. A Ball produz a embalagem mais sustentável da cadeia de bebidas e, por isso, entende a importância de conscientizar a população sobre logística reversa e, ao mesmo tempo, apoiar regiões socialmente vulneráveis”, explica Thaís Moraes, diretora de comunicação da Ball América do Sul.

Utilizando sua loja online exclusiva de bebidas em lata, o movimento Vadelata “reforça o apelo por um consumo mais responsável, atitude fundamental para preservação da natureza e redução da poluição marítima”.

Para os interessados em ajudar na campanha, basta adquirir qualquer produto em lata na Vadelata Store.

As 16 cervejas brasileiras premiadas no Brussels Beer Challenge 2020

A nona edição do Brussels Beer Challenge premiou 16 cervejas brasileiras. A competição, considerada uma das mais importantes do setor no mundo e famosa pela presença de grandes especialistas entre os jurados, aconteceu em Bruxelas, na Bélgica. E a Dama Bier deixou a disputa com duas medalhas de ouro, enquanto a Colorado e a Wäls ganharam uma.

Ao todo, a competição reconheceu rótulos de cervejas de 18 países, sendo que 36 participaram do Brussels Beer Challenge, incluindo as novidades Austrália, Coreia do Sul, Bolívia e Ucrânia. Foram 1.546 rótulos inscritos, com a Friend or Foe, da Rockmill Brewery, dos Estados Unidos, sendo eleita a melhor do Brussels Beer Challenge.

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Já a belga Brasserie Dupont foi a cervejaria mais premiada do evento. Também foi a Bélgica o país com mais medalhas recebidas – 79 –, seguida por Estados Unidos (31), Itália (30), Holanda (23) e Brasil.

Entre as categorias cervejeiras participantes, a New England IPA registrou o maior crescimento em relação ao evento anterior, com 43 inscrições. Mas o estilo mais concorrido acabou sendo o Belgian Tripel, com 71 participantes.

“Este concurso é uma referência mundial, um marco na terra dos grandes monstros cervejeiros”, destaca Samuel Cavalcanti, cervejeiro e CEO da Bodebrown, que foi uma das premiadas nacionais com a medalha de prata na categoria de cervejas com toques de chocolate pela Trooper Brasil IPA, criada em parceria com a banda Iron Maiden. “Esta medalha de prata é uma conquista incrível e valoriza ainda mais todo o cuidadoso trabalho para a criação da Trooper.”

Confira, a seguir, quais foram as 16 cervejas brasileiras premiadas com medalhas e as suas respectivas categorias.

Medalhas de ouro
Colorado Ribeirão Lager
Lager: Estilo Pilsner internacional
Fabricada pela Cervejaria Colorado

Dama American Lager (Melhor cerveja sul-americana da competição)
Lager: Hoppy Lager
Fabricada por Renato Bazzo (Dama Bier)

Dama Wood Selection Imperial Brown Porter
Cerveja aromatizada: Madeira / barril envelhecido (Menos de 10% de graduação alcoólica)
Fabricada por Renato Bazzo (Dama Bier)

Dark Coffe Break
Dark Ale: Brown Ale
Fabricada por Wäls (Ambev)

Medalhas de prata
Base Bohemia Reserva
Cerveja especial: Barley Wine
Fabricada pela Cervejaria Bohemia

Bodebrown – Iron Maiden Trooper Brasil IPA
Cerveja aromatizada: Chocolate
Fabricada pela Cervejaria Bodebrown

Brahma Duplo Malte
Lager: Light Lager
Fabricada pela Cervejaria Ambev

Colorado Double Brown Coconut
Cerveja aromatizada: Field Beer
Fabricada pela Cervejaria Colorado

Dama Pilsen
Lager: Estilo americano Pilsner
Fabricada por Renato Bazzo (Dama Bier)

Kessbier Belgian Mango Brut
Cerveja especial: Brut
Fabricada por Kessbier Cervejaria

Praia do Meio
Cerveja especial: Outras Sour Ale
Fabricada pela Cervejaria Cozalinda

Medalhas de bronze
Bohemia Puro Malte
Lager: Light Lager
Fabricada pela Cervejaria Ambev

Brahma Chopp
Lager: Light Lager
Produzido pela Cervejaria Ambev

Colorado Black Indica
Dark Ale: Dark / Black IPA
Fabricada pela Cervejaria Colorado

Dama Oatmeal Golden Coffee Ale
Cerveja especial: Cerveja especial com mais de 7% de graduação alcoólica
Fabricada por Renato Bazzo (Dama Bier)

Dama Stout
Stout / Porter: Stout export
Fabricado por Renato Bazzo (Dama Bier)

Confira aqui a lista de todas as cervejas premiadas na edição 2020 do Brussels Beer Challenge.


Ação da Ambev acompanha alta do índice Bovespa e valoriza 15% em novembro

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O desempenho positivo dos mercados globais em novembro se refletiu na Bolsa de Valores de São Paulo e na ação da Ambev. O índice Bovespa teve valorização de 15,90% no 11º mês do ano, algo que foi repetido pelo papel da multinacional cervejeira, denominado ABEV3, que teve alta de 14,78% no mesmo período.

A ação ordinária da Ambev fechou novembro com o preço de R$ 13,98, sendo que havia começado o mês cotada a R$ 12,18. Apesar disso, continua em desvalorização em 2020, pois o papel havia terminado 2019 a R$ 18,67. E, com isso, acumula perda de valor de 25,12% neste ano.

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A Bolsa de Valores de São Paulo também teve alta expressiva e se recuperou de três meses seguidos de queda. O índice Bovespa, considerado o mais importante do principal mercado nacional, terminou novembro com 108.893,32 pontos, sendo que havia fechado outubro com 93.952,40.

A recuperação expressiva quase apagou as perdas acumuladas do Ibovespa em 2020, ano iniciado com o pior trimestre da história. O índice tinha encerrado 2019 com 115.645,34 pontos. Com isso, a queda acumulada em 2020 está em 5,24%.

O desempenho expressivo da Bolsa se deu em um mês de grande atuação de investidores no mercado nacional, com a entrada de um montante superior a R$ 30 bilhões. E isso se deu em um contexto de otimismo mundial, com a expectativa de que uma vacina eficaz contra o coronavírus seja disponibilizada no primeiro semestre de 2021.

Além disso, o resultado eleitoral nos Estados Unidos foi visto com otimismo, pois há a perspectiva de que o democrata Joe Biden, que derrotou o atual presidente Donald Trump, reforce iniciativas de estímulo para recuperar a economia norte-americana. Assim, os investidores preferiram minimizar o surgimento de uma segunda onda de contaminação pelo coronavírus em um contexto global.

Fora do Brasil
Entre as principais cervejarias do mundo, por sua vez, também houve ganhos em novembro. O principal foi da Anheuser-Busch InBev – multinacional fruto da fusão da belga Interbrew com a Ambev – na Europa. O papel da AB-Inbev fechou outubro custando 44,56 euros e encerrou o 11º mês de 2020 com o valor de 55,88 euros. A valorização, portanto, foi de 25,4% no período.

Já a ação da Heineken teve resultado parecido ao encerrar novembro cotada a 88,52 euros. Como havia terminado outubro valendo 76,20 euros, a alta foi de 16,17% no penúltimo mês do ano.

Projeto de lúpulo nacional da Ambev contribui para criação de colaborativa

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A Ambev e a Lohn Bier se uniram a nove microcervejarias de Santa Catarina para criar um rótulo colaborativo com lúpulo nacional. Trata-se da Brazilian Blonde Ale, uma puro malte que leva em sua composição o produto cultivado através do Projeto Hildegarda, lançado pela multinacional do segmento de bebidas no início deste ano.

O rótulo colaborativo entre a Ambev e a Lohn Bier também conta com a participação das cervejarias catarinenses Princesa Serra, Bier Letti, Frostbier, Eiswasser, Embaixada Bar, Cervejaria L’Jaica, Chopp do Zé, União Serrana e GuedBeer.

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“Estamos muito felizes em dar mais um passo tão importante e representativo para a cadeia cervejeira com a produção de um rótulo feito com lúpulo nacional, nascido de um projeto que busca agregar para todo o ecossistema, seja com o incentivo e fomento à cultura do lúpulo, seja com a possibilidade de geração de renda para a comunidade”, diz Laura Aguiar, head de conhecimento e cultura cervejeira da Ambev.

A escolha de ingredientes, definição de receita e brassagem aconteceram na Lohn Bier, microcervejaria parceira da ZX Ventures, o braço de inovação da Ambev. E foi realizada em conjunto com cervejeiros e especialistas de todas as marcas participantes.

“Nós criamos uma Ale com uma base de malte, corpo variando de leve a médio, e com uma levedura neutra para que os lúpulos catarinenses imprimam suas características. O resultado foi uma cerveja com bastante equilíbrio de malte e lúpulo – esse com nuance herbal e levemente cítrico, cortando o dulçor do malte, que remete a pão e amêndoa em terceiro plano”, detalha Richard Westphal Brighenti, sommelier e fundador da Lohn Bier.

Os rótulos da edição limitada e inédita da Brazilian Blonde Ale foram envasados e serão direcionados a um evento beneficente, em dezembro. A população de Lages (SC) poderá trocar uma cerveja por alimentos e brinquedos que serão posteriormente doados para instituições de caridade.

O projeto
Em agosto, com o lúpulo advindo do projeto, já havia sido lançado um primeiro rótulo. É a cerveja Green Belly, como foi batizada, uma Hop Lager em edição limitada também feita em conjunto com a Lohn Bier.

O Projeto Hildegarda foi lançado pela Ambev com a proposta de fomentar o cultivo de lúpulo no Brasil, dado que o ingrediente, indispensável para a produção das cervejas, é praticamente 100% importado de países como Estados Unidos e Alemanha.

Desde março, a companhia implementou uma lavoura experimental para testes de manejo e variedades, um viveiro com capacidade produtiva de 60 mil mudas ao ano e uma planta para o processamento do ingrediente.

A iniciativa prevê contribuir não somente com o desenvolvimento de lúpulo na região, como também com o apoio direto a pequenos produtores, oferecendo auxílio técnico e toda a infraestrutura da Fazenda de Lúpulo Santa Catarina, dentro da cervejaria da Ambev em Lages – incluindo o acesso à planta de beneficiamento do ingrediente.

Para Richard Brighenti, fundador da Lohn Bier, “com altitude e temperaturas atípicas de um país tropical, nossa região é como se fosse um oásis, afinal, a natureza é sempre muito generosa. Ter lúpulo no Brasil com qualidade é cada vez mais realidade e agora o beneficiamento começa a nos dar oportunidade de ter esse importante ingrediente da cerveja em todas as datas do ano com o projeto Hildegarda, não apenas flores”.

A expectativa é de que, nos próximos meses, a planta piloto para o processamento de lúpulo seja inaugurada. E a promessa é de que 500 famílias sejam contempladas no Projeto Hildegarda nos próximos cinco anos.

Venda de cerveja tem recuo de 20% na União Europeia em 2020, diz associação

O mercado de cerveja da União Europeia sofreu uma queda de 20% em suas vendas até agora neste ano, segundo estimativa da Brewers of Europe. A associação, que representa o setor junto às instituições e organizações internacionais, apontou ainda que o recuo pode chegar aos 25% até o fim de 2020.

A avaliação da Brewers Europe leva em consideração as vendas em bares e restaurantes, mas também no varejo. “Nossa estimativa é que, em média, perdemos até agora cerca de 20% de nossas vendas de cerveja”, disse Pierre-Olivier Bergeron, secretário-geral da Brewers of Europe, em uma entrevista à EURACTIV, rede de mídia especializada em políticas da União Europeia.

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A associação explica que as vendas via varejo evitaram um recuo ainda maior do setor cervejeiro, mas não suficiente para minimizar os efeitos negativos. E isso se deu em função das medidas de quarentena adotadas na União Europeia para evitar a propagação do coronavírus. E isso atingiu diretamente as operações das cervejarias e do setor de hospitalidade.

Desde o início da pandemia, 15 dos 27 estados-membros da União Europeia fecharam seus bares. E os outros impuseram limitações severas. Só que nem a reabertura dos locais com o relaxamento de algumas medidas de isolamento social melhorou significativamente as vendas de bares, como explica o secretário-geral da Brewers of Europe.

“Mesmo quando os bares reabriram durante o verão (europeu), medidas de distanciamento social e confiança do consumidor relativamente baixa resultaram em vendas de cerveja no comércio permanecendo em apenas metade dos níveis de 2019”, apontou Bergeron.

Cenários desiguais e futuro
O recuo no mercado cervejeiro na União Europeia, porém, não foi uniforme. Portugal, por exemplo, teve queda de 70% nas vendas dos estabelecimentos, enquanto na Estônia a redução foi de apenas 7%.

Na Bélgica, país da União Europeia com maior tradição cervejeira, as vendas no comércio caíram 55% no período entre maio e julho. Outro cenário complicado se deu na Irlanda, onde muitos pubs nem reabriram entre a primeira e a segunda onda do coronavírus.

Já na Itália, epicentro da fase inicial da pandemia e primeiro país a adotar o lockdown, a queda nas vendas de cerveja foi de 50% no segundo trimestre. Porém, no terceiro, o país ao menos conseguiu resultados que se aproximaram dos níveis do mesmo período de 2019.

Mesmo com esse cenário difícil, a Brewers of Europe assegura estar satisfeita com as medidas adotadas pelos governos locais, como redução de impostos, subsídios e empréstimos. Mas destaca que as iniciativas precisarão seguir em vigor com a segunda onda de casos de coronavírus.

“Não posso reclamar muito. Eu poderei reclamar dentro de alguns meses se virmos os estados-membros retirando ou não prolongando as medidas. Isso é absolutamente fundamental. Precisamos de prolongamentos”, completou o secretário-geral da associação.

(Para saber mais, acesse a EURACTIV)

Gin, coquetéis sem álcool e vermute estarão em alta em 2021, dizem especialistas

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O vermute, o gin e os coquetéis com baixa ou nenhuma graduação alcoólica estão entre as apostas de bebidas preferidas pelo consumidor para 2021. A avaliação sobre essa tendência é de Carolina Oda, embaixadora do Bar Convent (BCB) São Paulo, e de Marco De la Roche, diretor de educação do evento, considerado a principal feira de destilados premium para profissionais que trabalham com bebidas em bares, restaurantes e hotéis no Brasil e na América do Sul.

As avaliações dos especialistas coincidem com tendências exploradas por diversas cervejarias já em 2020. A Heineken, por exemplo, revelou recentemente, ao Guia, que espera “ressignificar” o modo como é vista a cerveja sem álcool no Brasil diante do sucesso da sua 0.0, lançada em julho no mercado nacional.

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De la Roche defende que os drinques sem álcool são tão bons quanto os que o possuem. E aponta que profissionais do setor estão percebendo que as pessoas que não consomem álcool não devem ficar de fora da cena da coquetelaria.

Os especialistas também destacam a tendência de aumento do consumo de algumas bebidas fermentadas, como o vermute, feito à base de vinho, com adição de flores ou ervas aromáticas.

No setor cervejeiro, a aproximação com o vinho foi a aposta da artesanal Bodebrown. A marca resolveu homenagear a saga dos imigrantes italianos e o mundo dos vinhos no rótulo Luppolo Grape IPA, uma Indian Pale Ale que leva em sua receita a uva Trebbiano.

Já o gin, que vem ganhando mercado no país nos últimos anos, deve permanecer na lista das principais bebidas consumidas no Brasil. “Nós já nos rendemos às graças do gin e somos apaixonados por frutas. É uma combinação natural e que facilita o entendimento do consumidor final com a usabilidade da categoria flavorizada. As marcas estão vendo a oportunidade de expandirem com o destilado, saborizando os produtos”, comenta De la Rocha.

Atenta a essa tendência, a Cervejaria Ouropretana passou a ser recentemente também uma destilaria. O primeiro passo da marca no novo segmento foi a produção de seu próprio gin, o Ouropretana London Dry Gin, feito da forma tradicional inglesa.

Para Carolina Oda, outra tendência que ganhou espaço como uma das consequências da pandemia foi a preferência por produtos do mercado nacional, o que pode fazer com que ingredientes locais, como mate e café, tenham mais relevância no mercado de bebidas. “Os valores do dólar e do euro e as dificuldades de termos alguns produtos de fora vão contribuir para o fortalecimento do mercado interno em diversas categorias.”

Em setembro, inclusive, a Dádiva incluiu o café como um dos ingredientes especiais de um dos quatro rótulos da linha True, do estilo Russian Imperial Stout.

Adaptar-se e renovar-se
Assim como foi ao longo de todo este ano, 2021 também será um período para readaptação de quem trabalha com bebidas. Para Marco De la Roche, mesmo que inovar e utilizar a criatividade sejam aspectos importantes, fazer coquetéis simples, mas bem executados, será fundamental.

“Muitos consumidores já começaram a matar a saudade dos bares, então é importante que profissionais levem em conta que mesmo que as pessoas busquem por novidades, também procuram por bebidas que já estavam acostumados a consumir. Caipirinha, margarita, daiquiri e fitzgerald são ótimas opções”, argumenta o diretor do BCB São Paulo.

Outro ponto fundamental em 2021 será a hospitalidade e a gestão dos estabelecimentos. “Falar de relacionamento, pessoas e saúde mental tem se tornado mais frequente e espero que a abordagem destes aspectos ganhe ainda mais força a cada ano. A hospitalidade precisa entrar de vez na lista de prioridades e quem não levar esse aspecto em conta sairá prejudicado”, destaca Carolina Oda.

Ainda segundo a embaixadora do BCB São Paulo, os profissionais do setor de bebidas também precisarão focar em gestão em 2021. “Ainda estamos vivendo um período de desafios, então precisamos identificar melhor os gastos e entender como administrá-los. Neste momento é preciso fazer com que o negócio sobreviva e uma boa gestão, sem dúvidas, é o melhor caminho para isso”, finaliza Carolina.

Artigo: Em 2020, o mundo mudou. E a cerveja artesanal?

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* Por Natália Noronha

1- Cerveja e transformação
Muitas vezes, a evolução da cerveja se confunde com a própria evolução humana, da civilização e das sociedades.

Sabemos que o desenvolvimento da agricultura aconteceu graças ao cultivo de grãos em certa parte destinados à produção de cerveja e pão, para a alimentação. E, por consequência, temos avanços em processos civilizatórios, sociedades construídas ao redor desses cultivos.

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Todos somos o que comemos, bebemos, e somos também as relações geradas a partir disso.

2- O mundo conectado
Como seres que se relacionam, buscamos cada vez mais entender os produtos que consumimos. Queremos saber cada vez mais a procedência e os impactos gerados pelo consumo. Todos estamos conectados, e podemos buscar informações cada vez mais precisas de como o produto foi feito, por quem foi feito, para quem, e como isso afeta o meio.

O mundo parou diante do coronavírus, e começou a se questionar.

Perguntas caras aos filósofos desde os pré-socráticos adentraram todos os lares.

Para onde vamos?

3- Metamorfose
“Le microbe n’est rien, le milieu c’est tout” – Louis Pasteur
(Tradução literal: “O micróbio não é nada, o meio é tudo”)

Certamente Louis Pasteur, o criador da pasteurização, falava sobre microrganismos, mas a frase pode ser usada para entender o que vivemos.

O meio é onde tudo se encontra, se desenvolve e se transforma. Se entendermos o meio em que vivemos, as relações e conexões entre si, podemos olhar para o futuro.

Nenhuma cerveja, nenhuma harmonização, nenhuma degustação, nenhuma gastronomia pode ser feita sem pessoas.

Com mais inclusão e diversidade, temos mais pessoas consumindo cervejas, fazendo cervejas, participando do universo cervejeiro.

A Guinness já está produzindo sua famosa Stout na versão sem álcool, porque é possível se divertir ou relaxar sem precisar ficar embriagado, porque o consumo pode ser consciente e seguro para todas as pessoas.

A Delirium Tremens já está sendo envasada em latas, porque é melhor para o meio ambiente, é mais fácil de reciclar, mais fácil de manusear e armazenar, o líquido fica mais protegido, entre outras vantagens.

A BrewDog já é uma empresa carbono negativo, está plantando sua própria floresta, porque não podemos mais produzir e consumir sem pensar na ecologia e sustentabilidade.

As mulheres, os negros e as consideradas “minorias” (que sempre foram a maioria da população) estão tomando seus espaços.

As cervejarias cada vez mais querem representar a diversidade.

Os consumidores de cerveja querem comprar produtos que estejam envolvidos com toda essa transformação.

O mundo evolui, e a cerveja evolui junto. Ou seria o contrário?


*Natália Noronha é beer sommelière e consultora de campo da rede Mestre Cervejeiro. Tem formação de beer sommelière pela Universidade Positivo, sendo estudante de Agroecologia e Sustentabilidade na Agricultura pela Universidade Federal do Paraná


18 promoções de cerveja da Black Friday 2020

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Nesta sexta-feira, às 00h, começa oficialmente a Black Friday 2020, aquela época do ano que serve para aquecer o varejo em praticamente todos os segmentos. A data também é cheia de oportunidades para os amantes das cervejas artesanais adquirirem diversos rótulos com descontos especiais. Confira, a seguir, 18 ofertas de cerveja da Black Friday 2020.

E-commerces

Beer4u – O portal traz inúmeros descontos em rótulos artesanais para a data. A Sunset Golden Cape Lion Lager, por exemplo, está custando R$ 9,99. Veja mais promoções do site aqui.

Blubeer – Loja online de cervejas de Blumenau está com frete reduzido e descontos nos produtos de até 30%. No portal, por exemplo, a Bierbaum 600 ml Lager sai a R$ 8,75. Já o kit de cerveja Blumenau 500 ml Alles + Frida custa R$ 39,90. Mais promoções podem ser encontradas aqui.

Cerveja Box – Clube de cervejas por assinatura, o Cerveja Box traz o pack com 12 unidades da checa Pilsner Urquell de 500 ml por R$ 329,99. Já o kit de degustação – com 4 unidades – da Leopoldina de 500 ml está custando R$ 80,99. Veja aqui as ofertas.

Clube do Malte -Site de cervejas especiais do Brasil traz aos amantes das bebidas mais de 200 rótulos e kits exclusivos por até metade do preço. Por lá, por exemplo, é possível encontrar o Kit de Cervejas Timmermans (3 unidades) por R$ 89,70 à vista. Já o kit da Waterloo Strong Dark (3 unidades) sai a R$ 128,70. Mais produtos em promoção estão disponíveis aqui.

Conexão Breja – Marketplace com diversos produtos e serviços do mercado cervejeiro está com descontos de até 50% e frete grátis. No portal, é possível encontrar a Thrre Hills ESB Alice lata 473 ml por R$ 15,90. Já o kit da marca com 2 unidades + copo Willy G está em oferta por R$ 52,79.
Veja mais promoções aqui.

Empório da Cerveja – No portal especializado, o kit especial de cervejas da Franziskaner 500ml 2 unidades + copo está saindo por R$ 54,32. Veja mais promoções aqui.

Pão de Açúcar – Tradicionalmente, tanto nas lojas físicas quanto no site, a rede vem cheia de ofertas para a data. No site da loja, por exemplo, é possível encontrar a Lagunitas IPA Garrafa 355ml por R$ 4,99. Já a Coruja Extra Garrafa 500ml está custando R$ 15,99. Veja aqui mais ofertas da rede.

Todovino – Na loja online há uma diversidade de bebidas importadas em promoções de até 70%. Entre as ofertas, está a Brewdog Pale Ale Lt de 330 ml custando R$ 17,18. Veja aqui mais as ofertas.

Cervejarias

Hoegaarden, Patagônia, Colorado, Wäls e Goose Island – Em uma parceria com o Méliuz, as marcas estão oferecendo até 40% de cashback na compra de cervejas especiais da ZX Ventures., além de até 30% de volta na compra de bebidas destiladas da Pernod Ricard, como gin, run, licor e tequila. No site da campanha, os usuários podem conferir todos os detalhes e regras da ação.

Maniacs Brewing Co. – A cervejaria preparou uma semana de promoções para festejar os três anos de inauguração do espaço em Curitiba. Na loja virtual da marca, são diversos combos e condições especiais, com descontos de até 50%. Além do portfólio de cervejas, há de copos, taças, camisetas e bonés. Confira aqui as promoções da marca.

Algumas cervejarias da Rota Cervejeira RJ também estão cheias de descontos na Black Week e Black Friday

Bohemia – A cervejaria está com descontos de até 40% na Loja Empório Bohemia. E com promoção de chope + hambúrguer por R$ 32 no Bar e Restaurante Bohemia. Além disso, fazendo o tour, os visitantes ganham um vale chope para utilizar no bar ou restaurante da cervejaria.

Brewpoint – Na casa, a Red Ale é o carro-chefe este ano. Na fábrica, no Brewgarden e na Brewpoint Express Bingen, o litro está R$ 12 (sem a embalagem). No Brewgarden e Express Bingen, o chopp 300ml sai por R$ 5,99 e de 450ml por R$ 8,99.

Madame Machado – Ao adquirir qualquer rótulo ou qualquer growler de chope de 1 ou 2 litros, o consumidor terá um desconto de 20% no valor total da compra. O delivery é feito para toda Petrópolis e as garrafas de 500ml são vendidas para todo o Brasil. Clique aqui para o delivery Petrópolis ou aqui para todo Brasil.

Odin – A marca está apostando no seu Loki Friday, com todos os growlers de rótulos Odin com 20% de desconto. O delivery é feito para todo o Brasil e os links para compra estão na bio da cervejaria no Instagram (@cervejariaodin).

Pontal – De Nova Friburgo, a cervejaria está com 35% de desconto em todos os seus produtos, que podem ser adquiridos na fábrica ou direto pelo site oficial (clique aqui). Também esta semana, o bier tour pela cervejaria está com 50% de desconto e ainda oferece degustação de três tipos de cervejas. Os ingresso pode ser adquirido pelo site Sympla.

Passeios e cursos

Arte Brew Cerveja Artesanal – Portal especializado em equipamentos, insumos, cursos, cervejas e etc. está com diversas promoções no período. Por lá, o consumidor pode encontrar, por exemplo, o curso de produção de cerveja artesanal por R$ 200. Para conferir mais promoções clique aqui.

Celebrar Life Garden – Promovida pelo empresário João Ferula, a primeira edição do evento é um picnic a céu aberto no domingo, das 14h às 18h30, na Celebrar Casa de Eventos (Rua Ecológica, 392, na Parada Cristal, Flores da Cunha). Os ingressos antecipados, ao valor de R$ 145, podem ser adquiridos aqui. Ou no local, ao valor de R$ 165. Mais informações pelos telefones (54) 99922-3310 e (54) 99136-7160 ou no -mail: contato@celebrarcasadeeventos.com.br

Science of Beer – Durante essa semana o consumidor também pode aproveitar descontos especiais em cursos presenciais e online. No Science of Beer, por exemplo, até sexta-feira, todos os cursos estão com descontos de até 50%. Para mais informações acesse aqui.

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