A precificação da cerveja artesanal sempre foi uma questão delicada no setor. E, para debater a formação deste preço, um assunto importante para que uma cervejaria saiba quanto custa efetivamente o seu produto e quanto deve cobrar por ele, Rafael Chaim, executivo da Soma 3 Consultoria, realizou uma palestra sobre o tema no Força Cervejeira, congresso promovido pela Bräu Akademie e pela Abracerva, com apoio do Guia.
Mais importante do que saber quanto custa cada produto, segundo Chaim, é ter a ideia da margem obtida com ele. Assim, a precificação é fundamental para as cervejarias pois “o preço da cerveja está dentro de uma estratégia que vai além dos números.”
Em sua palestra, ele explicou o preço do produto a partir da visão comercial de Philip Kotler e das estratégias competitivas genéricas, do economista Michael Porter. Na teoria de Kotler, destacam-se os 4 Ps do marketing: produto, preço, praça e promoção. O preço, assim, seria uma estratégia em que se avalia demanda, custos, concorrência e valor percebido ao produto, considerando o público-alvo.
Dentro desse contexto, uma cerveja artesanal pode custar o dobro de uma “mainstream”. “Mesmo assim, apesar do preço, vende-se muito bem pois o público consegue perceber o diferencial daquela cerveja, da qualidade, que é um produto artesanal e que tem uma história por trás”, explicou Chaim.
Já a precificação baseada nas estratégias competitivas genéricas, de Michael Porter, divide o preço em 4 partes: liderança de custos; foco no custo; diferenciação; e foco na diferenciação.
Dentro da liderança de custos, Chaim detalhou que os alvos são todos os clientes. Então, quando se fala em baixo custo, ele ressaltou que não adianta a marca vender uma cerveja barata se ela não for competitiva, com um sabor mais padronizado. “Vamos pensar nas cervejarias populares: elas conseguem atender a todos os clientes com uma liderança de custos.”
Entretanto, o especialista também destacou que, quando se pensa em outras categorias, como uma premium artesanal de uma grande cervejaria, por exemplo, o que se tem é uma bebida segmentada, mas com foco em custos baixos, o que lhe dá uma vantagem competitiva. “Ela consegue ter uma vantagem competitiva por vender a um público segmentado e ainda ter um baixo custo”, comentou Chaim.
Já a diferenciação, segundo Chaim, seria o conceito mais difícil de se alcançar. Pensando em microcervejarias, o produto precisa ser desenvolvido com foco na diferenciação, sendo segmentado e tendo singularidade. “Por isso, o baixo custo ou a comercialização a um preço mais baixo, às vezes, não vai atingir o segmento e talvez seja preciso rever a comunicação.”
Além da visão comercial das teorias de Kotler e Porter, a precificação também deve ser considerada pelo lado da produção – como o produto é feito, quanto custa, em quanto tempo e por quantas pessoas – e do lado financeiro da empresa, considerando resultado e lucro.
Sobre os tipos de precificação, existem três possibilidades a serem praticadas: da empresa (interno), do mercado (Externo) e o “meio termo”. No preço do mercado, são considerados valores como commodities e concorrência Já no preço da empresa, a cervejaria precisa considerar fatores como lucro, custos e despesas, entre outros.
Para Chaim, o ideal seria o meio termo, considerando-se o cálculo da precificação. Nele, o multiplicador da formação do preço considera tanto as despesas quanto os custos e o lucro.
Para melhorar a precificação, o especialista resumiu os conceitos em 6 dicas. Confira abaixo, na análise de Rafael Chaim, executivo da Soma 3 Consultoria.
1- Analise o giro de vendas: A empresa precisa vender acima do ponto de equilíbrio. Estoque parado é dinheiro parado;
2- Analise a concorrência: Conheça a concorrência e tenha os parâmetros dos preços praticados;
3- Analise o público-alvo: Conheça o seu público e o que ele considera como valor agregado;
4- Compre bem: Conheça seu fornecedor e negocie para obter margens melhores;
5- Evite promoção a todo momento: “A estratégia da promoção precisa ser bem trabalhada para que o cliente não tenha a sensação de que o preço normal é o preço promocional”, explica Chaim.
6- Conheça seus números: “O controle de estoque é essencial para a precificação”, finaliza o especialista da Soma 3 Consultoria.
Ligada intimamente em São Paulo ao bairro de Pinheiros, a Goose Island promove nesta semana mais uma ação para reforçar sua ligação com a região: o lançamento de uma cerveja pensada para “movimentar o comércio de bairro com soluções criativas e parcerias colaborativas”, como descreve a marca da Ambev.
O resultado da iniciativa é o lançamento da Neighborhood Goose, um rótulo de edição limitada que transforma as sobras de pão de dois estabelecimentos da região em uma Wheat Bread Ale.
A Neighborhood Goose foi produzida com 30kg de pães da Batard e Kez Padaria, que ficam no bairro de Pinheiros e trabalham com produtos de fermentação natural. Com coloração dourada e dulçor vindo do trigo do pão, a cerveja apresenta dry hopping no final que destaca um aroma floral. Possui, ainda, 5,5% de teor alcoólico e 50 IBUs
“Os pães de fermentação natural, produzidos pelas parceiras Kez e Bâtard, foram usados no preparo de uma cerveja de corpo médio e naturalmente turva. Ou seja, dá para sentir o pão no aroma e no sabor da cerveja, que tem notas torradinhas de biscoito e um sutil adocicado proveniente da fermentação”, explica Guilherme Hoffmann, mestre cervejeiro de Goose Island.
É um verdadeiro pão líquido, criado a partir de uma solução criativa com foco no comércio local
Guilherme Hoffmann, mestre cervejeiro de Goose Island
Juliana Feher, dona da Kez, conta que a iniciativa evitou a ocorrência de desperdício de comida em um período difícil da pandemia. “Nos dias pandêmicos de hoje, é complicado estimar a produção. O projeto da Goose Island nos ajuda a evitar o desperdício e criar um projeto sustentável. É gratificante”, avalia Feher.
“Desde sempre, na Batard, prezamos por ter o mínimo de desperdício possível. A iniciativa da Goose Island é muito bacana neste sentido, pois não apenas aproveita o que seria descartado, mas também cria algo muito especial”, complementa Matías Pascual, da Batard.
A Neighborhood Goose está disponível em chope no brewhouse da marca e para pedidos pelo Rappi.
A semana começou com uma ótima notícia para os fãs de cervejas lupuladas. Renomado sommelier brasileiro e fundador do Clube BarDoCelso.com, Luís Celso Jr. promove nesta quinta-feira o webinar O Segredo das Hoppy Beers, às 20 horas.
O evento será online e gratuito e vai tratar do passado, presente e futuro das cervejas lupuladas, que incluem as populares IPAs, tão amadas pelos consumidores. Para participar do webinar, basta fazer a inscrição na página https://bit.ly/osegredodashb.
Fruto de pesquisas e leituras do sommelier, o webinar levará os participantes a passarem por temas como as teorias do surgimento do lúpulo, sua expansão pela Europa, as características e histórias dos principais estilos de hoppy beers, comparações de estilos, o momento atual e as tendências para o futuro. E, sobretudo, vai apresentar um “segredo” para aproveitar ainda mais as cervejas lupuladas.
Há um segredo para aproveitar ainda mais todo o potencial, o sabor e as delícias das cervejas lupuladas
Luís Celso Jr., sommelier e fundador do Clube BarDoCelso.com
Celso promete, ainda, que o evento será em clima de happy hour, para que todos aproveitem para se divertir, além de aprender. “Coloquem a cervejas para gelar que vamos aproveitar para fazer disso também um momento leve e de descontração. Com tudo o que está acontecendo, é mais do que necessário”, comenta o especialista.
Assinatura mensal O Clube BarDoCelso.com também prorrogou o período de assinatura dos kits de abril até quarta-feira. Assim, os interessados podem aproveitar para receber em casa cervejas premiadas no Concurso Brasileiro da Cerveja, como Farra Full Moon (medalha de bronze como Russian Imperial Stout, a única da categoria) e Garimpero Hermes (Altbier, medalha de ouro), que estão no plano Beer Basics, focado em cervejas clássicas e fiéis representantes de estilos.
Já no Beer Hunter são caçadas cervejas mais difíceis de achar, de distribuição reduzida ou locais. De Viamão (RS), área rural nos arredores de Porto Alegre, veio a Zapata Garrão de Potro, uma Robust Porter de 2019, maturada por 9 meses em barris de carvalho francês usados para vinhos do Porto, com umas Brettas “para alegrar a festa”, como descreve Celso. Já de Curitiba (PR) vem a Grodziskie, da Bodebrown, um estilo histórico polonês feito 100% com malte de trigo defumado em carvalho.
E, no Beer News, focado em cervejas recém-lançadas e tendências de mercado, as novidades são a Maiara, uma Double NE IPA da Oca Cervejaria, e a Leuven Warm Blood, da cervejaria de Piracicaba (SP) – ela usa como base a Irish Red Ale da marca, que matura por um bom tempo em barris de carvalho francês usados em vinhos do Porto.
Mensalmente o clube envia dois rótulos diferentes em cada um dos planos, que variam de 330ml a 750ml cada, e de acordo com a proposta de cada um.
Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva) apontou que 65% dos empreendimentos ouvidos enfrentam o risco de fechar em 2021 por causa dos efeitos provocados pela pandemia do coronavírus. O resultado preocupante do trabalho foi apresentado nesta segunda-feira, durante o primeiro dia do Força Cervejeira, congresso promovido pela Bräu Akademie e pela Abracerva, com apoio do Guia.
De acordo com o levantamento da Abracerva, 24% das respostas apontaram risco alto de fechamento em 2021, 41% dos estabelecimentos afirmaram que o risco é moderado e 35% declararam que a possibilidade é baixa.
A pesquisa da Abracerva, realizada entre o fim de fevereiro e o início de março, teve 125 respostas, sendo 61 de cervejarias e 20 de brewpubs. Essa participação de 81 cervejarias representa 36,7% dos 221 associados à instituição.
“Os dados da pesquisa vão servir de embasamento para nos dar mais argumentos nas batalhas estaduais, como tivemos a vitória no Rio de Janeiro, na tributação para as microcervejarias. A justiça tributária precisa se expandir para outros estados”, afirmou Nadhine França, presidente-executiva da Abracerva, durante a sessão de abertura do Força Cervejeira.
Esses estudos nos dão poder para respaldar as tomadas de decisão da associação
Nadhine França, presidente-executiva da Abracerva
O trabalho também apontou perda de 35% dos empregos diretos entre as empresas cervejeiras que participaram da pesquisa, sendo que os brewpubs foram os mais afetados, com redução de 62% na mão de obra direta, demonstrando que esses estabelecimentos enfrentam maiores dificuldades para lidar com a crise.
A gestão dos estoques durante a pandemia também tem se mostrado um grande desafio para as empresas do segmento, especialmente em função da falta de previsibilidade. Entre os pesquisados pela Abracerva, 80% tiveram prejuízo com sua produção, como devolução de clientes e fornecedores e perda de estoque não vendido desde o começo da crise sanitária.
A dificuldade do escoamento da produção também reduziu o uso da capacidade instalada pelas cervejarias. Ela era de 65% antes da pandemia, teve queda drástica imediata, para 18%, se recuperou no fim de 2020, aproximando-se dos níveis pré-Covid-19, mas voltou a declinar com o recrudescimento da pandemia, sendo de 23% no período de realização da pesquisa.
“Com o impacto de custos fixos, a coisa não se sustenta”, alertou Jayro Neto, conselheiro fiscal da Abracerva e responsável pela apresentação da pesquisa da associação durante o Força Cervejeira.
Com as restrições impostas para o funcionamento de estabelecimentos, as cervejarias aderiram a modalidades de venda antes deixadas em segundo plano. A pesquisa revelou que 42% das empresas aderiram pela primeira vez ao delivery próprio, com 38% entrando em deliveries de aplicativos. Mas 31% dos participantes disseram que o delivery até deu retorno, mas não o suficiente para manter os custos fixos.
A dificuldade de acesso a insumos durante a pandemia também vem sendo outro desafio aos empreendedores cervejeiros. O trabalho demonstrou que mais de 70% daqueles que responderam tiveram problemas para obter garrafas. “É um cenário difícil, você não consegue vender para bar e nem embalar a produção”, lamentou Jayro, também citando outro dado da pesquisa: a participação dos bares como canais de venda caiu de 32% para 13% desde o começo da pandemia.
A pesquisa foi realizada pela Abracerva para mapear os desafios enfrentados pelo setor, compreendendo a extensão dos problemas e podendo agir de modo mais preciso. A associação também está envolvida e lidera um grupo de trabalho sobre o impacto da pandemia na Câmara Setorial da Cerveja, ao lado de outras importantes entidades. E realiza nesse momento, em parceria com o Sebrae, o 2º Censo de Cervejarias Independentes Brasileiras.
O congresso Força Cervejeira prossegue até quinta-feira, com transmissão pelas redes sociais da Bräu Akademie.
Pelo segundo ano consecutivo, a maior festa cervejeira do mundo não vai acontecer. A Oktoberfest de Munique, até então prevista para o período de 18 de setembro a 3 de outubro, foi cancelada em função da pandemia do coronavírus na Alemanha. A razão é a mesma que impediu a realização do evento no ano passado. “A situação é muito incerta”, justificou Markus Söder, o governador da Baviera.
Esta seria a 187ª edição da Oktoberfest de Munique. A decisão de não realizá-la foi unânime e se inclui em um contexto de cancelamento de todos os outros festivais folclóricos previstos para a região da Baviera em 2021.
Söder explicou que a imprevisibilidade sobre as condições sanitárias na Baviera no período da Oktoberfest motivou a decisão, pois postergar uma decisão e decidir pelo cancelamento apenas quando a data estivesse mais próxima “seria uma perda econômica.”
Para o governador da Baviera, a realização do evento em meio a uma pandemia poderia provocar danos à imagem da Oktoberfest de Munique. Ele reconheceu, ainda, que seria impossível organizá-la com o uso obrigatório de máscaras e a adoção de medidas de distanciamento.
Já o prefeito de Munique, Dieter Reiter, disse ser uma “pena” o cancelamento da Oktoberfest, mas destacou que cuidar da saúde das pessoas é uma prioridade. “Não foi uma decisão fácil, mas tive que tomá-la agora e já o fiz”, afirmou.
A Oktoberfest de Munique, que volta a ter uma edição cancelada, é considerada o maior evento público do mundo, o que também significa grandes aglomerações. Em toda edição, cerca de 6 milhões de pessoas – sendo quase 2 milhões de turistas estrangeiros – visitam a cidade e consomem 80 mil hectolitros de cerveja.
De maneira direta ou indireta, calcula-se que a festa movimente 1 bilhão de euros em negócios, incluindo produtos, souvenirs, reservas de hotéis, contratações de mão de obra, alimentação e transportes.
A Alemanha soma 3,43 milhões de casos de coronavírus, com 83.292 mortes. A média móvel de casos está em 17.998 nos últimos sete dias, com base nos dados divulgados no último domingo. São, ainda, cerca de 23,5 de milhões de pessoas vacinadas (28% da população) com a primeira dose e apenas 6,655 milhões de habitantes com a segunda (8%).
A pandemia do coronavírus não só tornou o consumo de cervejas mais caseiro. Ela também levou sua produção para dentro das residências. A fabricação caseira, afinal, cresceu nos últimos meses, seja por lazer ou mesmo por empreendedorismo, e trouxe como reflexo a maior procura pelos serviços das brew shops.
Para fazer cerveja em casa, foi preciso aperfeiçoar o conhecimento – ou mesmo aprender desde os primeiros passos. As brew shops, mesmo em um período de restrição das atividades, precisaram se adaptar a novas demandas dos cervejeiros, em busca de acessórios, equipamentos e insumos, mas também de variedade, orientação e bom atendimento para viabilizar a fabricação das cervejas.
“Com o fechamento das empresas e a necessidade de ficar em casa, as pessoas começaram a buscar novos hobbies para ocupar a mente. Dentro desse mesmo contexto, com o fechamento dos bares, fazer cerveja em casa juntou as duas necessidades. Por isso, a procura aumentou bastante”, relata André Inácio, diretor técnico da Insumos do Vale.
Presidente e fundador da Insumos da Ilha, Leonardo Geovani Cé aponta que, além da possibilidade de encarar a produção caseira de cerveja como um hobby, muitas pessoas também têm visto a atividade como uma nova fonte de receita, o que fez aumentar a procura pelo serviço das brew shops.
“Passados os primeiros dias de susto inicial após a pandemia, a busca pela fabricação de cerveja em casa cresceu diante da permanência maior das pessoas em suas residências, associada ao fechamento de bares e áreas de lazer. Além de ser um hobby agradável, os homebrewers puderam utilizar também sua fabricação como fonte de renda extra, juntando o prazer em realizar suas próprias cervejas de acordo com o gosto de cada um”, explica o fundador da Insumos da Ilha.
Esse incremento na busca por produtos das brew shops também foi percebido por Fábio Barreto, diretor da BrewBeer. De acordo com ele, mais do que dobrou a procura pela máquina elétrica produzida e vendida pela sua empresa em 2020, ocupando uma lacuna de uma atividade que o público cervejeiro passou a realizar com mais frequência.
“A BrewBeer, com sua máquina elétrica BrewHome, patenteada e produzida no Brasil, junto com os consagrados kits de receitas de cerveja e acessórios simples, definitivamente caiu no gosto da grande massa de clientes, tornando a produção de cerveja acessível para todos, inclusive para quem nunca produziu. Com isso, em 2020, tivemos um incremento de até 110% na demanda”, relata Barreto.
Com o período de pandemia do coronavírus já chegando ao 14º mês, o perfil de quem deseja fazer cerveja em casa e os produtos procurados nas brew shops se alteraram ao longo desse período, na visão de Fernanda Puccinelli, coordenadora de marketing e conteúdo digital da Lamas Brew Shop. Primeiramente, ela avalia que a busca foi maior por parte dos caseiros iniciantes. Depois, então, o homebrewer teve de se adaptar à crise financeira.
“No início da pandemia, houve uma maior busca por equipamentos e kits de fabricação de cerveja para iniciantes. Com isso, vimos nitidamente que existia no mercado um grande público que estava com vontade de fazer cerveja, porém, ainda tinha algum impedimento. E, com o isolamento social, esse público conseguiu tempo para se dedicar ao hobby”, avalia a profissional da Lamas. “Com o decorrer dos meses de pandemia, notamos que os pedidos passaram a focar em insumos e pequenas melhorias nos equipamentos, demonstrando um cenário de economia e restrição de recursos.”
Adaptações e novidades nas brew shops A crise financeira também levou a Prazeres da Casa a perceber uma alteração no perfil do cliente. Além de seguir atendendo o caseiro, a empresa começou, a partir da desvalorização do real, a ser procurada por microcervejarias, o que representou, além de um desafio, uma nova oportunidade de mercado, como explica o cofundador e diretor geral Luis Ferro.
“Os importadores começaram a sofrer alta pressão sobre a rentabilidade resultante do aumento acentuado do dólar. Com o aumento da restrição de custos por parte dos importadores, muitos deles passaram a colocar dificuldades para pequenos cervejeiros profissionais, exigindo grandes quantidades de compras mínimas. Muitos acabaram prezando por uma eficiência maior, atendendo somente aos grandes clientes e deixando os pequenos por conta das brew shops”, comenta o profissional da Prazeres da Casa.
Fernando Rizzo, fundador da Faz Cerveja, relata que outro efeito da crise econômica foi retirar alguns clientes do mercado. Ao mesmo tempo, porém, a sua brew shop buscou se aproximar de outros caseiros com a criação de produtos de custo mais baixo.
“As demandas agora são por produtos e soluções mais baratas, kits mais enxutos. Com o objetivo de que a produção de cerveja chegue a cada vez mais pessoas, nós temos respondido a essas novas demandas criando kits de receitas mais inteligentes, buscando soluções antes pouco exploradas (como os extratos de malte, por exemplo) e kits de equipamentos mais enxutos e para volumes menores (10 litros)”, diz o fundador da Faz Cerveja.
A Bil Bil Beer também tem buscado diversificar a oferta de produtos a quem deseja fazer cerveja em casa. E, inclusive, no último fim de semana inaugurou uma nova loja, em Uberlândia, buscando ampliar a proximidade dos clientes da cidade mineira. “Desde o início da pandemia, a Bil Bil Beer vem tentando apoiar os cervejeiros caseiros e as cervejarias fazendo entrega grátis e levando cervejas dos nossos parceiros junto com nossas entregas”, afirma Jaap van Doorn, sócio da Bil Bil Beer.
E os desafios impostos pela pandemia não desanimam Ignacio Contreras, diretor da Homebrewers. Para ele, a procura pela cerveja continua sendo a mesma de antes da crise, portanto, há demanda para as brew shops. “Quem conseguiu manter o emprego está fazendo cerveja em casa, ainda mais que as cervejarias foram as mais afetadas. A gente precisa acreditar no lema ‘meu lar, meu bar’”, conclui Contreras.
Conheça mais sobre as brew shops do setor para quem deseja produzir sua cerveja em casa:
Bil Bil Beer
Endereço: Rua Celestino Júnior, 175, Curitiba (PR), e Avenida Princesa Isabel, 509, Uberlândia (MG). E-mail: sac@bilbilbeer.com.br e sac@bilbilbeer-uberlandia.com.br Telefones: (41) 99705-7799 e (34) 99859-2222.
A Bil Bil Beer não é só uma loja para cervejeiros caseiros, mas também uma empresa que fornece produtos para as pessoas fazerem diversos tipos de fermentados em suas casas, como hidromel, cidra, vinho e kombucha. Trabalha com insumos e equipamentos para produção de cerveja artesanal através dos processos “all grain” (cerveja de panela) e “beer kit” (extratos de maltes lupulados). Entre as principais opções para o cervejeiro estão os kits de grãos para cerveja artesanal com receitas próprias; beer kits coopers (extratos de malte lupulados); escorredores de garrafas; fermentadores importados; post mix; conexões de inox e DMFIT.
BrewBeer
Endereço: Rua Das Taquaras, 45, Vila Santa Catarina, São Paulo (SP). E-mail: contato@brewbeer.com.br Telefones: (11) 5071-1051
Entre os destaques oferecidos pela BrewBeer para quem pretende produzir a sua cerveja está a BrewHome, uma solução elétrica simples e sofisticada, com kits de receitas e acessórios essenciais para a produção de cerveja. De acordo com a empresa, os produtos não demandam curso, ocupam pouco espaço e precisam de até 4 horas de produção no processo quente.
A Faz Cerveja é uma plataforma de conteúdo, comércio digital de insumos e equipamentos de cerveja criada neste ano. No site da empresa, o cervejeiro encontra cursos e todo o material necessário para fazer suas produções, desde o nível iniciante até o avançado. Entre os principais produtos e serviços estão os kits de receitas prontas, na versão de grãos e extrato, os kits de equipamentos, insumos e cursos sobre cerveja. Além disso, também oferece assessoria para equipamentos e receitas de acordo com a necessidade do cliente.
Desde de 2013 no mercado, a Homebrewers atende a todos os tipos de cervejarias e cervejeiros caseiros. Com atuação no varejo e atacado, a empresa oferece atendimento presencial e online. Segundo a empresa, para o cliente, estão disponíveis na loja dois moedores, que agilizam o atendimento feito por consultores especializados.
A Insumos da Ilha foi criada em 2017 por Leonardo Geovani Cé. Pela demanda, já teve de aumentar o espaço inicial dois anos depois da abertura e vem buscando oferecer produtos novos, além de realizar melhorias constantes. A brew shop dispõe também de taps, para auxiliar na confraternização e deixar o cliente mais feliz enquanto escolhe seus produtos. Entre os principais produtos da empresa estão maltes, lúpulos, leveduras, cereais diversos, panelas e fermentadores. A empresa ainda oferece atendimento personalizado e dispõe de um local com equipamento automatizado para aluguel.
Insumos do Vale
Endereço: Rua Pedro Ernesto, 255, Vila Sanchez, São José dos Campos (SP). E-mail: insumosdovale@yahoo.com.br Telefones: (12) 97401-2776
Fundada em 2013 pelo cervejeiro André Inácio, a Insumos do Vale foi a primeira brew shop do Vale do Paraíba. Em 2017, iniciou uma parceria com o Canal Cerveja Fácil e se tornou seu distribuidor oficial de kits de equipamentos e receitas licenciadas. A empresa é especializada em kits de receitas de 5, 10, 20 e 30 litros, contando hoje com mais de 160 receitas diferentes. Além disso, também vende maltes, lúpulos e fermentos de forma avulsa e oferece serviços de consultoria, em sua maioria feita por WhatsApp, ajudando o cervejeiro sem custo adicional.
A Lamas Brew Shop começou como os Lamas, uma pseudo-confraria secreta de físicos loucos apaixonados por cerveja, em 2008. Então, eles resolveram investir em um pequeno e-commerce e uma lojinha. Hoje, a Lamas Corp é um grupo que engloba várias empresas e marcas voltadas para a cerveja artesanal no Brasil. Entre seus produtos estão os fermentos importados da Mangrove Jack’s e a panela elétrica para fabricação de cerveja Grainfather G30. Também oferece maltes para cerveja, sendo representantes exclusivos da Maltaria Muntons no Brasil. E ainda tem lúpulos e mudas de lúpulo com certificação do Ministério da Agricultura, além de mais de 2 mil produtos cervejeiros no portfólio.
Prazeres da Casa
Endereço: Praça Cruz da Esperança, 32, Vila Baruel, São Paulo (SP). E-mail:info@prazeresdacasa.com.br Telefones: (11) 3858-4013
A Prazeres da Casa é a idealização de quatro amigos de faculdade que, em determinado momento da vida, resolveram juntar forças e empreender. Ela está presente no mercado através da sua brew shop física e online, promovendo a cultura cervejeira através da produção de conteúdo rico em informação no blog Insumos. Entre as vantagens estão as entregas gratuitas na Grande São Paulo a partir de R$ 200 em compras. Oferece desconto de 10% em todo site para Associados da Acerva SP, descontos exclusivos para atacado a partir de 3 e 10 sacas de Malte e a partir de 2kg de lúpulos e entregas pelas transportadoras autorizadas em todo o Brasil com 35% de desconto para valores acima de R$ 500.
Os últimos dias vieram com muitas novidades para o público cervejeiro. A Hoegaarden, por exemplo, acaba de anunciar a chegada da versão em lata, de 269ml, da sua conhecida e premiada Witbier, confirmando uma tendência de aumento do envase de cervejas nesse tipo de embalagem.
Além disso, em mais uma promoção para o seu público, a Cerveza Patagonia aproveitou o Dia do Churrasco – celebrado em 24 de abril – para iniciar uma ação em que deseja eternizar as “pérolas” sobre churrasco publicadas no Yahoo Respostas, premiando os responsáveis por elas.
Já a Escola Superior de Cerveja e Malte (ESCM) vai realizar a Semana da Tecnologia Cervejeira com quatro webinars, tendo a participação de nomes conhecidos do mercado. E o Clube do Malte anunciou a criação de um plano de assinaturas com benefícios. Por sua vez, a Ball informou que Suellen Moraes é a nova gerente de diversidade e inclusão para a América do Sul.
Hoegaarden em lata A Hoegaarden anunciou a chegada da versão em lata, de 269ml, da sua famosa Witbier, uma das mais conhecidas e premiadas do mundo. O rótulo mantém o design característico da marca, que diz valorizar o contato com a natureza, os momentos de pausa e o modo simples de se aproveitar a vida, relembrando o vilarejo onde nasceu, no interior da Bélgica. A versão em lata da Hoegaarden pode ser encontrada no Empório de Cerveja e em algumas das principais redes de supermercados de São Paulo e do Rio de Janeiro.
“Cada vez mais os consumidores buscam novas experiências de sabor em suas ocasiões de consumo. Estamos sempre atentos aos anseios das pessoas e, por isso, decidimos oferecer para elas uma nova forma de consumir a Hoegaarden. O sabor e todo o ritual permanecem iguais, o que muda é a forma de apreciar a cerveja”, afirma Lia Dutra, gerente da Hoegaarden no Brasil.
Semana da tecnologia da ESCM A Escola Superior de Cerveja e Malte (ESCM) vai realizar a Semana da Tecnologia Cervejeira da próxima segunda até a quinta-feira. A programação terá quatro webinars com nomes conhecidos do mercado sobre leveduras, custos, lúpulo e high gravity. As inscrições são gratuitas e as aulas acontecem pela plataforma de ensino da ESCM, a partir das 19 hotas. A programação se inicia na segunda, com a fundadora da Levteck Tecnologia Viva, Gabriela Müller, falando sobre reaproveitamento de leveduras. Na terça, o fundador da ESCM, Carlo Bressiani, vai abordar custos para cervejarias. O acompanhamento da mensuração da qualidade do lúpulo através de técnicas laboratoriais é o tema do terceiro dia da programação, com Duan Ceola. Para encerrar o evento, na quinta, Paulo Schiaveto vai falar sobre high gravity brewing.
Clube do Malte O Clube do Malte anunciou o lançamento do Beer Premium, um clube de vantagens do e-commerce. Além disso, explicou que todos os assinantes das demais modalidades de assinatura do Clube do Malte automaticamente se tornaram Premium. Entre os benefícios, estão frete grátis nas compras na loja, cashback para o cliente trocar seus pontos por cerveja, centenas de conteúdos e ofertas exclusivas para assinantes. O cliente Premium, assim como os inscritos em todas as outras modalidades de assinatura do Clube do Malte, ainda ganha acesso ao My Beer Class, um curso de cervejas online.
Diversidade na Ball Com dez anos de trajetória na Ball, Suellen Moraes foi nomeada gerente de diversidade e inclusão da companhia para a América do Sul. Em sua nova posição, a profissional assumirá o desafio de implementar políticas de RH e cumprir com indicadores em uma área estratégica da Ball. O plano de diversidade e inclusão da empresa tem três eixos fundamentais: gerar uma força de trabalho mais diversa, treinar e conscientizar os funcionários em todos os níveis hierárquicos e criar um ambiente de trabalho mais inclusivo. Para isso, as metas da Ball são: ampliação de mulheres em posições de liderança sênior; aumento do número de mulheres em posições de direção; ampliação de mulheres em cargos técnicos nas plantas da Ball; aumento do número de mulheres no planejamento da sucessão (vice-presidente e diretoras); e mais de mil horas de formação para os líderes da América do Sul nas temáticas de diversidade e inclusão.
Churrasco da Patagonia A Cerveza Patagonia pediu aos seus seguidores no Twitter para enviarem dicas que ajudem na busca pelos autores de “ pérolas” sobre churrasco no Yahoo Respostas, que vai deixar de existir na próxima terça-feira. A missão foi lançada durante o Dia do Churrasco e a promessa é de presentear os autores das frases com tábuas de churrasco exclusivas. Os seguidores que enviarem as pistas mais certeiras ganharão vouchers de R$ 404 para utilizar no e-commerce Empório da Cerveja, inspirado no “Erro 404”, que aparece nos navegadores ao tentar acessar um endereço da internet que não existe mais. Cada autor encontrado terá sua pergunta gravada a laser em tábuas de corte personalizadas, para que sua questão não desapareça junto com a plataforma de perguntas.
O recrudescimento da pandemia do coronavírus nos primeiros meses de 2021 trouxe efeitos danosos para o setor de artesanais, que já vinha sofrendo com as restrições e a crise econômica provocadas pela crise sanitária. A ampliação dos desafios e as estratégias para lidar com eles serão os temas centrais do congresso Força Cervejeira, que vai acontecer na próxima semana, de segunda a quinta-feira, com organização da Bräu Akademie e da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva) e apoio do Guia.
“A ideia é ajudar a trazer informações que as cervejarias precisam. Algumas pecam em gestão, com falta de um planejamento financeiro e tributário mais avançado e um controle de custos. Queremos trazer a questão da gestão ao debate para ajudar em um momento tão delicado”, explica Matheus Aredes, fundador da Bräu Akademie.
As palestras e mesas-redondas do Força Cervejeira vão se concentrar em quatro temáticas: Mercado Cervejeiro, Tributação, Planejamento Financeiro e Marketing, Produtos e Vendas.
A participação no seminário é gratuita, com as inscrições podendo ser feitas através do site do evento, que terá transmissão através das redes sociais da Bräu Akademie.
Idealizador do seminário, Matheus explica que o Força Cervejeira surgiu da percepção do desafio que as empresas do setor vêm enfrentando. E, com o intuito de ajudá-las a partir de debates e da divulgação do conhecimento e de informações, ele buscou unir forças com a Abracerva e outras figuras do segmento para realizar o congresso.
Estava pensando no que fazer para ajudar as cervejarias. Ouvi muitos cervejeiros reclamando, operando com 30% da capacidade e outros até fechando. Pensei, então, que não tinha a fórmula mágica, mas podia chamar outras pessoas do mercado para contribuir, nos unindo com a Abracerva e palestrantes para trazer conteúdo.
Matheus Aredes, fundador da Bräu Akademie
O congresso será realizado de segunda a quinta-feira, com início sempre às 19 horas. E terá cobertura da equipe de reportagem do Guia.
Confira a programação completa do Força Cervejeira:
Mesmo com os desafios impostos pela pandemia do coronavírus, o Brasil ampliou o número de cervejarias registradas no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e passou a ter 1.383 ao fim de 2020, com um aumento de 14,4% no número de fábricas em relação a 2019. Porém, houve queda no número de produtos registrados pela primeira vez desde 2008. Os dados constam no Anuário da Cerveja 2020, divulgado nesta sexta-feira pelo Mapa.
Além disso, o material informa que todos os estados brasileiros agora têm uma cervejaria. A expansão, inédita, foi registrada após o Acre abrir a sua primeira fábrica no ano passado. Essa foi, aliás, umas das 204 novas cervejarias inscritas no Mapa em 2020, embora outras 30 tenham cancelado seus registros. E agora 609 municípios brasileiros possuem cervejarias, um crescimento de 5% em comparação a 2019.
“A expansão do mercado cervejeiro no Brasil vem crescendo nos últimos dez anos, e essa tendência se manteve em 2020 mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia”, afirma o coordenador-geral de Vinhos e Bebidas do Mapa, Carlos Vitor Müller.
O Piauí, com expansão de 200%, e a Paraíba, com alta de 60%, foram os estados com crescimentos mais expresssivos no número de fábricas de cerveja no ano passado. Já São Paulo segue sendo o estado com mais estabelecimentos: 285, uma alta de 18,2% em relação a 2019, acima, portanto, do crescimento nacional.
Essa expansão paulista foi impulsionada por Ribeirão Preto, que teve aumento de 50% no número de fábricas de cervejas, e São Paulo, com incremento de 44%. A capital paulista, assim, passou a ter 39 cervejarias, apenas uma a menos do que Porto Alegre, a líder do ranking nacional entre os municípios. Nova Lima (MG), com 23, Curitiba, com 22, e Caxias do Sul, com 19, completam o Top 5.
Os estados da região Sul continuam sendo fundamentais para o setor. Santa Catarina lidera na densidade de cervejarias por habitantes – 41.443 -, enquanto o Rio Grande do Sul tem 9 das 10 cidades com maior densidade, sendo Santo Antônio do Palma a líder da relação.
Além disso, o Rio Grande do Sul é o segundo estado com mais cervejarias – 258 -, com Santa Catarina em quarto lugar – 175 – e o Paraná em quinto – 146. Na lista, liderada por São Paulo, Minas Gerais é a terceira colocada, com 178 cervejarias.
Queda nos lançamentos O crescimento do número de cervejarias, entretanto, veio com uma ressalva importante. Em um efeito claro da pandemia, houve queda no número de registros de produtos para cerveja em 2020, o que não ocorria desde 2009. Foram concedidos 8.459 novos registros, o que representa redução de 15% em relação a 2019.
Sabemos que muitos desses lançamentos de novos produtos foram impactados pela pandemia, pelas restrições de consumo e restrições econômicas de forma geral. Com um menor número de lançamentos, se faz um menor número de registros de produtos também
Carlos Vitor Müller, coordenador-geral de Vinhos e Bebidas do Mapa
Todo dia é oportunidade de demonstrar o carinho e amor que temos por nossas mães, mas em 2021 o 9 de maio será especial. Afinal, é esse o dia da celebração do Dia das Mães. Por isso, o Guia preparou um material especial com dicas de cervejas fortes para mães modernas, uma lista que fuja do clichê antiquado que mulheres e mães necessitam gostar de cervejas leves, doces ou frutadas.
Sabendo que este é mais um ano de celebração do Dia das Mães em meio à pandemia da Covid-19, o Guia também separou rótulos de cervejas com a possibilidade de entrega em praticamente todo o Brasil. Assim, você pode garantir o presente para a sua mãe com toda a segurança e conforto do lar, do jeito que todas elas gostam.
As cervejas do estilo IPA – e suas variações – dominam a relação das indicações, mas também há espaço para uma Quadrupel nessa seleção especial para você homenagear a sua mãe com uma bebida que pode ser pedida online, no site das marcas.
Confira abaixo os rótulos de cervejas fortes para mães modernas indicadas pelo Guia:
Bragantina Red IPA
A Cervejaria Bragantina colocou sabor e aroma intensos de lúpulos frutados e resinosos da sua Red IPA. Ela tem corpo médio e amargor em equilíbrio com o caramelo proveniente do malte. A bebida possui 6,7% de graduação alcoólica, 65 IBUs, sendo ideal para as mães porque oferece muita personalidade, sabor e aconchego, como o abraço delas nos filhos. A cor vermelha ainda remete à força, energia, intensidade e amor. Talvez por isso sempre retratamos os corações de “Eu te amo” em tons vermelhos, dando mais ênfase ao sentimento. Fato é que essas características podem ser facilmente identificadas em nossas mães.
A Dogfight American Imperial IPA, da cervejaria Dogfight, reúne maltes ingleses e uma combinação extrema de intensos lúpulos norte-americanos com um potente dry hopping, entregando citricidade e frutado em um aroma contagiante. A bebida traz um equilíbrio entre amargor e dulçor, com carbonatação e corpo médio. Com 8,1% de graduação alcoólica e 100 IBUs, é uma cerveja forte, ideal para mães fortes.
Dogfight Entrega: Em todo o Brasil.
Leuven Dark Wolf
A Leuven Dark Wolf, da Leuven, é outra cerveja forte e potente, uma quadrupel complexa, inspirada na escola belga. Seu aroma maltado remete ao caramelo e as notas de ésteres frutados trazem frutas vermelhas, passas, tâmaras e ameixa seca, que finalizam com suave nota vínica e de carvalho francês. O rótulo é uma obra-prima do artista Marcelo Rodino. Com 10% de graduação alcoólica e amargor moderado, ela é indicada para as mães justamente por ser complexa, potente, surpreendente e muito saborosa, uma das mais premiadas da Leuven, ideal para uma pessoa tão especial.
Leuven Entrega: Em todo o Brasil. Endereço: Via Comendador Pedro Morganti, 4795. Monte Alegre, Piracicaba (SP). Telefone: (19) 99832-7772.
OAK IPA Mango
A IPA Mango, da Cervejaria OAK, é uma mistura interessante e saborosa que promete agradar os diferentes paladares das mães. Na boca, o sabor da fruta mango é dominante até ser encoberto pelo amargo e herbal do lúpulo que fecha a viagem sensorial. A bebida tem 6,2% de graduação alcoólica e 45 IBUs.
Cervejaria OAK Entrega: São Paulo e algumas cidades da região metropolitana. Endereço: Rua Padre Carvalho, 769, São Paulo (SP). Telefone: (11) 94362-7334.