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12 opções de presentes cervejeiros para celebrar o Natal

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Seja para harmonizar com os pratos da ceia, brindar com familiares e amigos queridos ou ter como uma lembrança, os presentes cervejeiros podem ser excelentes opções para o Natal, especialmente se o agraciado apreciar marcas artesanais e edições especiais.

Além das bebidas, kits cervejeiros contendo outros itens e até livros sobre essa temática também são alternativas interessantes de presentes no Natal para os amantes da bebida e admiradores do seu universo. Por isso, o Guia selecionou algumas opções especiais para o período natalino.

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Confira uma lista com 12 opções de presentes cervejeiros para o Natal:

Packs da Croma Beer
A Croma Beer oferece dois packs para presentear amantes de boas cervejas. O Pack Classic (R$ 130) reúne quatro latas de 473ml dos rótulos Ponkan (Juicy APA com tangerina), Sunshine (Juicy IPA), Red Strike (Sour com frutas vermelhas e maracujá) e Pipeline (Juicy APA). Outra opção é o Pack de Leves com Alto Drinkability (R$ 120), também com 4 latas de 473ml, essas das cervejas Royals (Czech Pilsen), Cloudbreak (Witbier), Kings (Bohemian Pilsen) e Basilica (Sour com goiaba e manjericão).

Kits da Hocus Pocus
Para quem deseja montar kits especiais, o bar da Hocus Pocus, em São Paulo, no Largo da Batata, disponibiliza itens para presentes. Há growlers com 20% de desconto, além de bolsa térmica (R$ 69,90), ecobag (R$ 44,90), copo (R$ 15,90) e vestimentas, como boné (R$ 64,90) e camiseta (R$ 89,90).

Cerveja com panetone
A Baden Baden, do Grupo Heineken, apresenta um kit exclusivo em parceria com a Kopenhagen, disponível em pontos de venda nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Na compra de quatro garrafas Baden Baden Golden de 600ml, o consumidor poderá adquirir um Pettitone da Kopenhagen pelo valor sugerido de R$ 59,56. Com estoque limitado para o Natal, o kit traz harmonia entre as notas cítricas e doces da cerveja com o panetone de frutas cristalizadas.

Soul Botequim
No Soul Botequim, no bairro Brooklin, em São Paulo, a promoção para as festas de Natal oferece 15% de desconto nos growlers de chopes selecionados, como Burgman (Lager, IPA Hop, Red Ale e Weiss Fun), Dádiva Heart Beat (Double IPA), Hocus Pocus Orange Sunshine (Blonde Ale), Camale Shock (American IPA), Martina (Witbier de laranja e coentro) e Blondine (Session IPA). Também há 10% de desconto em duas cervejas, uma West Coast IPA exclusiva do Soul Botequim feita em colaboração com a Dádiva, além da Dádiva IPA sem glúten. Para incrementar seu kit, é possível adicionar outros itens, como bonés, camisetas, moletom e copos.

Câmara Fria
O Câmara Fria, localizado em cima do bar Original, no bairro Moema, em São Paulo, oferece produtos para presentear os apaixonados por cerveja. Uma opção é a camiseta do bar (R$ 85). Outra opção é o growler (R$ 36), que pode ser preenchido com um dos chopes engatados nas torneiras da casa. O bar apresenta 10 torneiras de chope, sempre artesanal e fresco, e uma carta com 25 rótulos de cerveja. Entre os chopes, há sempre um rótulo próprio, que muda de tempos em tempos.

Promoção da Krater
Para quem deseja presentear com conhecimento, a promoção da editora Krater, válida até o dia 25, oferece 25% de desconto em todos os livros do catálogo, exceto os que estão em pré-venda. Entre as publicações, há desde viagens pelo mundo por meio da história da cerveja até segredos da produção artesanal.

Livro da Cerveja
O Livro da Cerveja, escrito por Francesca Sanci e com edição visual dos designers Alexandre Lucas e Renata Steffe, é uma opção de leitura leve, divertida e dinâmica. A obra é um guia ilustrado sobre o mundo da cerveja, com infográficos e muita informação, com detalhes sobre estilos e dicas de harmonização. O livro é destinado tanto para iniciantes quanto para consultas de veteranos.

Cervejas com levedura belga
A Zuid Experiment, cervejaria cigana carioca, une tradição com tecnologia e, para este final de ano, as opções de presentes são três rótulos inspirados na tradição belga, cada lata com uma história e perfil sensorial diferente, sempre combinando com o verão. A Grisette, por exemplo, leva cajá, manga e frutas amarelas. Já a Hoppy Saison Citra tem em destaque o lúpulo Citra. E a Farmhouse IPA conta com levedura belga e lúpulos americanos.

Cerveja do litoral do Paraná
A Cervejaria Três Morretes, que carrega o nome da cidade histórica no Paraná e traz ingredientes e frutas locais, possui rótulos com erva mate, maracujá e até bala de banana. Para as festas, são três opções de cervejas para montar seu kit: Três Morretes de Antonius (Bock, com 6,7% de graduação alcoólica), Três Morretes Mara Cuya (Witbier, com 5% de graduação alcoólica) e Três Morretes Véu de Noiva (Pilsen, com 4,1% de graduação alcoólica). Todas as cervejas estão disponíveis em garrafas de 600ml e podem ser adquiridas pelo link.

Cervejas capixabas premiadas
Este ano, a Piwo Cervejaria Rural, do Espírito Santo, participou de concursos cervejeiros e produziu sua primeira Manipueira, uma cerveja feita com caldo de mandioca plantada na fazenda. Feita em colaboração com a cervejaria Aurora e a Botânica Fermentaria, a cerveja traz as raízes brasileiras com a mandioca produzida na fazenda. O rótulo leva toques de frutas amarelas que lembram carambola e ainda tem notas amadeiradas e de carvalho.

Cerveja medalhista internacional
Uma das opções de presente da Brotas Beer é uma cerveja premiada, a Brotas Beer Dry Stout. Do estilo Stout e com 4,5% de graduação alcoólica, a cerveja foi medalhista de ouro no European Beer Star deste ano e custa R$ 199,00. Além disso, para quem busca kits, há a opção com três garrafas: Brotas Pilsen, Red Ale e IPA.

Opções da Ashby
A Ashby também preparou uma série opções de presente para o Natal. Tem o kit Descubra Ashby, que vem com duas garrafas de cerveja além de um copo exclusivo da marca, por R$ 49,90, assim como a sua caneca, por R$ 16,10. Na loja online da marca também é possível encontrar o Copo Weiss, por R$ 16,79, e a Ashby IPA Nirvana, de 600ml, por R$ 16,50.

Emirados Árabes Unidos vai abrir sua 1ª fábrica de cerveja na história

Os Emirados Árabes Unidos terão a sua primeira cervejaria. A fábrica, que leva o nome de Craft by Side Hustle, estará instalada dentro de um restaurante, tendo sido criada a partir de uma parceria entre empresários do ramo da gastronomia e a Side Hustle Brews & Spirits, que já atuava no país.

A primeira cervejaria dos Emirados Árabes será instalada em uma área comercial de Abu Dabi, na ilha Al Maryah, marcando um avanço significativo na presença da bebida na região. Afinal, embora a cerveja já seja comercializada em áreas restritas, esta será a primeira vez que será produzida legalmente no país.

Leia também – Venda de cerveja na Europa cresce, mas segue abaixo do nível pré-pandemia

A Side Hustle Brews & Spirits já vende cervejas nos Emirados Árabes desde 2019, inclusive em voos da Etihad Airlines, mas sua produção acontecia nos Estados Unidos. Agora, graças a alterações na legislação local, ocorridas em 2021, a empresa vai se tornar a primeira marca a fermentar e vender bebidas alcoólicas localmente e de modo legal, após obter uma licença das autoridades.

Entretanto, a fábrica enfrentará algumas restrições, como a impossibilidade de envasar as cervejas para distribuição e comercialização externa. A produção será limitada a 25 mil litros mensais, utilizando lúpulo e outros ingredientes importados.

Ao longo dos próximos 12 meses, a Craft by Side Hustle planeja fabricar 75 cervejas diferentes, mantendo sempre de 5 a 10 variedades disponíveis para o público. A empresa combinará suas cervejas com pratos típicos da Louisiana, nos Estados Unidos, como jambalaya. A choperia abrirá em dezembro, mas a inauguração oficial está programada para fevereiro do próximo ano.

A Craft by Side Hustle é fruto de uma parceria entre empresários dos Emirados Árabes Unidos. Anteriormente, a fabricação ocorria na Pensilvânia, produzindo estilos como Pale Ales e Pilsners, além de hard seltzers.

Antes da pandemia do coronavírus, a empresa organizou o Hustle Fest, um festival de cerveja artesanal em Abu Dabi, apresentando diversas cervejas produzidas nos Estados Unidos.

Liberação da produção de bebidas alcoólicas
A decisão de liberar a produção de bebidas alcoólicas nos Emirados Árabes, incluindo a abertura da sua primeira cervejaria, se deu sob a justificativa de desenvolver e aprimorar os padrões de qualidade na indústria do turismo. Isso reflete a busca do país por diversificar sua economia, não dependendo exclusivamente da exploração do petróleo.

Embora muitos países da região proíbam totalmente a produção, venda, consumo e posse de álcool, os Emirados Árabes seguem a tendência recente do Catar, que expandiu as licenças para bares, restaurantes e locais de hospitalidade independentes.

Aprovação de reforma intensificará debate sobre Imposto Seletivo na cerveja

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A reforma tributária teve a sua votação concluída na última sexta-feira (15) e agora será sancionada, mas os debates sobre alíquotas que incidirão sobre produtos, como a cerveja, ainda estão por começar. E, para especialistas ouvidos pelo Guia, essas discussões deverão ser um dos temas prioritários para a indústria cervejeira a partir de agora.

Afinal, a proposta de emenda à Constituição aprovada pelo Congresso Nacional aborda apenas as mudanças na Carta Magna. As alíquotas dos impostos criados no sistema do IVA, o Imposto sobre Valor Agregado, e do Imposto Seletivo serão definidas por meio de leis complementares. Este último, aliás, impactará a indústria cervejeira, pois incidirá como uma sobretaxa sobre produtos classificados como prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.

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Essa tributação foi, inclusive, um dos temas alterados pelos deputados na última votação, com a retirada da taxação sobre a produção, comercialização e importação de armas e munição, por meio de um destaque. Contudo, os produtos prejudiciais ainda não foram especificados na proposta de reforma tributária, e os critérios para definir as alíquotas serão discutidos a partir de 2024, quando uma regulamentação por lei específica deve ocorrer, atingindo a cerveja.

“Para o setor de bebida alcoólica como um todo, como mensurar o grau de afetação do álcool à saúde? Pela graduação alcoólica apenas, pelo volume de comercialização do produto? O que mais? Creio que esse debate se iniciará muito em breve”, prevê o advogado tributarista Marcos Moraes.

A reforma tributária extinguirá ISS, ICMS, IPI, PIS e Cofins, substituindo-os pelo sistema de IVA, com dois impostos: o IBS, o Imposto sobre Bens e Serviços, de competência compartilhada entre estados e municípios, e a CBS. a Contribuição sobre Bens e Serviços, de competência federal.

A definição das alíquotas desses impostos ainda será realizada, e especialistas apontam que, devido às exceções, a carga deve ficar entre 25,4% e 27,5%.

“A expectativa positiva gerada pela reforma tributária fica por conta da provável simplificação do sistema, na medida em que diversos impostos (dentre eles o ICMS, que sempre gera muitas dificuldades práticas) serão extintos para dar lugar a um IVA, que tem a pretensão de ser mais simples e transparente”, comenta Clairton Gama, advogado e sócio do escritório Kubaszwski Gama Advogados Associados.

A reforma será implementada de forma gradual, com uma alíquota teste de 0,9% para a CBS e 0,1% para o IBS em 2026. No ano seguinte, a CBS será implementada, com PIS e Cofins deixando de existir. Entre 2029 e 2032, haverá redução gradual das alíquotas do ICMS e do ISS e elevação do IBS, que entrará em vigência total em 2033.

É preciso que as empresas estejam preparadas para esta mudança profunda que irá ocorrer, sobretudo durante o período de transição, que deverá se estender por 7 anos, nos quais os sistemas atual e novo irão coexistir

Clairton Gama, advogado e sócio do escritório Kubaszwski Gama Advogados Associados

Simples Nacional
Realidade de muitas cervejarias artesanais, o Simples Nacional, opção de tributação para empresas que faturam até R$ 4,8 milhões, não passará por mudanças em função da recém-aprovada reforma tributária. Porém, há a opção de que elas recolham IBS e CBS fora do sistema com a intenção de obterem créditos tributários.

Balcão da Chiara: Artesanal é sinônimo de qualidade?

Balcão da Chiara: Artesanal é sinônimo de qualidade?

O termo “artesanal” se popularizou junto com o movimento de crescimento das microcervejarias no país. Existem interpretações e uma comunicação de parte do mercado com alegações de qualidade como sinônimo do termo “artesanal”, apesar de não haver uma definição ou regulamentação específica do órgão regulamentador e fiscalizador, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

O problema não está na utilização do termo em si, mas no conceito errôneo do que é qualidade. Isso não é só uma questão semântica. A qualidade pode ter diversas definições, mas aqui vamos focar em duas coisas importantes: o produto precisa atender às expectativas e é preciso ter consistência. Quando escrevo sobre consistência, escrevo, sim, sobre padronização, algo possível em fábricas de qualquer porte, sem tirar o encantamento do “produto artesanal”. E quando pensamos em atender expectativas, é preciso ir além do discurso e atentar para as práticas dentro da cervejaria. Mudanças são urgentes e necessárias para retomar o crescimento, com base na gestão para melhoria e consistência da qualidade, redução de custos e desenvolvimento das pessoas, para além da justificativa dos impostos.

Qualidade é um investimento, assim como equipamentos, estrutura, matérias-primas, publicidade e equipe. Não é apenas “gostar” ou “não gostar” do produto; vai além do controle: a chave está na gestão! Romantizar o discurso de “fazer cerveja” no braço não é profissional e não vai fazer a cervejaria crescer e se manter estável.

Partindo do início, os objetivos da qualidade devem estar alinhados com o objetivo da cervejaria, portanto a gestão da qualidade deve ser pensada desde os primeiros passos da cervejaria, deve haver uma política de qualidade. Além de toda questão legal de atendimento das regras de higiene, é importante montar o seu sistema de gestão. Da mesma forma como é planejado o volume, os fermentadores e o plano de crescimento da cervejaria, deve ser avaliada, também, a estrutura necessária para garantir a qualidade do seu produto. A estrutura não se limita a um laboratório, mas inclui capacidade de medição e acompanhamento do processo, análise dos dados, pessoas, treinamentos, estrutura física e o modelo de gestão que a cervejaria terá.

A justificativa de falta de recursos não se aplica, porque considerando algumas questões como reaproveitamento de levedura (de maneira segura), de retrabalho ou descarte de produto, o investimento já será compensado. Você pode calcular o retorno financeiro, ou a redução dos custos, mas além de tudo, haverá, com toda certeza, um aumento da qualidade do produto.

Na estratégia da empresa, é importante definir o organograma, com papéis e responsabilidade claras. Pode parecer óbvio, mas tenho visto a maioria das cervejarias sem uma definição de cargos, resultando em tarefas confusas e desvios de função.

Outros passos são a descrição e mapeamento do processo, identificação das tarefas críticas e itens de controle, definição dos procedimentos, medição e monitoramento. Quem não mede, não gerencia. Porém, medir e não analisar os dados também não adianta muito. Sabe aquelas folhas de fermentação que a gente vê penduradas nos tanques? Aquelas que saem dali e vão para o lixo ou para uma pasta que jamais será checada? Estes dados são preciosos, e faz parte do papel do(a) cervejeiro (a) analisa-los para tomada de decisões. Se os dados não têm relevância, as pessoas param de registrar. Os registros são importantes não só para análise dos dados, mas também para que seja possível realizar a rastreabilidade, que é um requisito legal pela RDC 655 de 2022 da Anvisa e IN 05 de 2000 do MAPA.

É fundamental a implementação de programas de qualidade como: 5S, BPF, APPCC, Gestão Sensorial, Gestão Microbiológica, Físico-química, Shelf life. Para isso, é preciso pessoas treinadas, que conheçam as ferramentas da qualidade para melhoria dos processos e tratamento das anomalias.

A gestão da qualidade não trata apenas da qualidade intrínseca do produto; ela envolve melhoria da performance, redução de custos, de retrabalhos e de falhas. O primordial para alcançar isso é fazendo com que todos acreditem e que seja prioridade. Uma cervejaria de excelência, não importa o porte, precisa buscar a melhoria contínua dos seus processos e produtos, tendo consistência nos resultados para se tornar cada vez mais competitiva.   


Chiara Barros é proprietária do Instituto Ceres de Educação e Consultoria Cervejeira. Engenheira Química, especialista em Biotecnologia e Bioprocessos, em Gestão da Qualidade e Produtividade e em Segurança de Alimentos, além de cervejeira e sommelière de cervejas.

Menu Degustação: Heineken cria edital para despoluir rio Pinheiros

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A reta final de 2023 chegou com várias ações que buscam reforçar a possibilidade de a indústria cervejeira atuar além do seu ecossistema. A Heineken, por exemplo, uniu forças à SOS Mata Atlântica para lançar um edital que apoia projetos voltados à despoluição do rio Pinheiros, oferecendo até R$ 100 mil de suporte financeiro. A ação se dá na sequência de uma bem-sucedida campanha de marketing, em que a marca instalou um bar flutuante no local.

Em outra iniciativa sustentável, a Corona fechou parceria com a Livo para criar uma coleção exclusiva de óculos sustentáveis, confeccionados a partir de plásticos reciclados retirados do mar. Focando na cidadania, o Zé Delivery realiza uma ação em parceria com Ação da Cidadania, Gastromotiva e G10 Favelas, tendo o objetivo de doar alimentos durante o período do Natal.

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Confira essas e outras ações cervejeiras no Menu Degustação do Guia:

Despoluição do rio Pinheiros com a Heineken
A Heineken e a Fundação SOS Mata Atlântica abriram um edital para a seleção de projetos que contribuam para a melhoria da bacia hidrográfica do rio Pinheiros. O comitê, composto por representantes de Heineken, SOS Mata Atlântica, Sabesp e Pacto Global, escolherá entre cinco e dez iniciativas alinhadas a duas modalidades: soluções baseadas na natureza e ações de mobilização, engajamento e educação ambiental. Os projetos selecionados receberão apoio financeiro entre R$ 50 mil e R$ 100 mil. As inscrições ficam abertas até 31 de janeiro.

Heineken no C6 Fest
A Heineken, patrocinadora oficial do C6 Fest, anunciou sua participação na edição de 2024 do evento, que ocorrerá nos dias 17, 18 e 19 de maio, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. A marca terá uma presença ampliada, garantindo o naming right do palco de maior capacidade, agora chamada de Arena Heineken, localizada na plateia externa do Auditório Ibirapuera. Além disso, atuará como cerveja oficial, oferecendo as beer stations. Entre as ações sustentáveis previstas, destacam-se o “Meu Copo Eco Heineken”, que incentiva a reutilização de copos de chope, e iniciativas de compensação de carbono para todas as ativações da marca durante o festival.

Natal solidário do Zé Delivery
Para celebrar o Natal, o Zé Delivery lançou uma campanha de arrecadação de doações em parceria com Ação da Cidadania, Gastromotiva e G10 Favelas. A ação, que ocorre até 25 de dezembro, permite que os consumidores contribuam diretamente durante suas compras no aplicativo, adicionando um item solidário no valor mínimo de R$ 2,00. A expectativa é proporcionar mais de três mil refeições neste Natal.

Guardiões pela Água
O projeto “Bacias e Florestas” da Ambev recebeu o prêmio “Guardiões pela Água”, promovido pelo Pacto Global da ONU no Brasil, durante a COP 28. Dividida em duas categorias, Acesso à Água e Saneamento e Segurança Hídrica, a premiação destacou iniciativas de destaque de empresas envolvidas no Movimento +Água. A Ambev dividiu o primeiro lugar na categoria Segurança Hídrica com a Coca-Cola.

Óculos sustentável da Corona
A cerveja Corona e a marca Livo lançaram a coleção exclusiva “Paraíso Natural”, que inclui modelos de óculos feitos com plásticos reciclados retirados do oceano. Com designs modernos e uma paleta de cores inspirada no pôr do sol e no oceano, a coleção unissex oferece três modelos: Noronha, sustentável e feito de plástico reciclado retirado do mar, Jeri e Caraíva, feitos de bioacetato.

Verdades sobre a cerveja
A Itaipava disponibilizou o terceiro episódio da série “Mestre-ITA” em suas redes sociais. O episódio apresentado por Diego Gomes, diretor industrial e mestre-cervejeiro do Grupo Petrópolis, recebe a jornalista e apresentadora, Tati Machado para desmistificar verdades e boatos sobre a cerveja compartilhados na internet. Com o bordão “Beba com sabedoria e não tome fake news como verdade”, o episódio está disponível no Instagram, Facebook e TikTok da marca.

Fim da turnê Tardezinha
A turnê Tardezinha encerra sua temporada de 2023 na Neo Química Arena, em São Paulo, com dois shows patrocinados pela Itaipava neste sábado e domingo. A marca celebra a musicalidade brasileira com ativações voltadas ao público, incluindo o espaço Ita-Na Memória, onde os fãs podem tirar fotos e conferir uma retrospectiva dos melhores momentos da turnê. Com a expectativa de reunir mais de 80 mil pessoas, o evento também oferecerá o chope Ita-Draft. Além disso, a ativação apresentará um mapa destacando todas as cidades por onde a Tardezinha passou durante seus 30 shows ao longo do ano, marcando presença em 90% dos estados brasileiros.

Balanço da Turatti
A Turatti encerrou 2023 com 15 premiações, incluindo títulos nacionais e internacionais. Em agosto, foi nomeada a melhor cervejaria artesanal do Nordeste pela Copa Cerveja Brasil, enquanto em setembro recebeu a condecoração TripAdvisor Awards, figurando entre 10% dos melhores restaurantes do mundo. Danilo Matos, chef da Turatti, também foi agraciado com a “Faca de Ouro” pela Prefeitura de Fortaleza, recebendo o título de chef do ano.

Lepos Bar premiado
O Lepos Bar, localizado no bairro do Campo Belo, em São Paulo, recebeu o Prêmio Excelência na Prazeres da Mesa 2023 pela sua carta de bebidas. Com mais de 15 rótulos de cervejas artesanais, mais de 60 rótulos de vinhos na adega climatizada, e mais de 35 rótulos de uísque, o local destaca-se pela diversidade e qualidade de suas opções. A sommelière Bia Amorim orienta a oferta, que inclui opções orgânicas, biodinâmicas e tradicionais.

Piracicaba ganha passeio cervejeiro a partir da união de 11 marcas em associação

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Piracicaba, um dos principais polos cervejeiros do interior paulista, agora conta com sua rota cervejeira. Esta iniciativa se tornou realidade neste mês e visa integrar as atrações turísticas da cidade, situada a 150 quilômetros de São Paulo, com mais de 400 mil habitantes, às suas cervejarias.

A Rota Cervejeira de Piracicaba utiliza o Trenzinho Turístico Maria Fumaça, conhecido por percorrer as atrações históricas e turísticas da cidade, para apresentar as cervejarias locais. Os passeios ocorrem todas as sextas-feiras, a partir das 18 horas, e podem reunir até 45 pessoas.

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Iniciado no último dia 8 pela Dama Bier, o passeio já tem a programação fechada para todo o mês de dezembro. Nesta sexta-feira, os interessados terão a oportunidade de visitar a A Tutta Birra. As próximas paradas incluem Cevada Pura (dia 22) e Green Fish (dia 29).

A rota é resultado da criação da Piracerva, a Associação das Cervejarias da Região de Piracicaba, ocorrida na segunda metade deste ano. As 11 cervejarias que compõem a Piracerva são: Cevada Pura, Dama, Em Nome do Malte, Escafandrista, Green Fish, Kontainer Beer, Nhô Quim Cervejaria, Panela Cervejeira, Peixe Para, Vibeer e A Tutta Birra.

A Piracerva tem Lucas Romero, sócio-proprietário da Green Fish, como presidente.  “Juntas estamos em todos os estados brasileiros, produzimos mais de 300 mil litros/mês de cerveja e já conquistamos mais de 200 prêmios nacionais e internacionais, inclusive, algumas já foram eleitas como as melhores do mundo em seus estilos. Isso nos deixa ainda mais orgulhosos, mas estamos nos unindo para que sejamos ainda mais fortes e, como associação, para que isso continue crescendo”, afirma.

A associação já criou sua primeira cerveja colaborativa, a Session IPA, uma cerveja de corpo leve, teor alcoólico baixo, coloração amarela âmbar e aroma característico de lúpulo. Quatro lúpulos foram utilizados na receita: Centennial, Cascade, Citra e Strata.

Nomeada de Session Pira, a cerveja foi produzida na fábrica da Dama Bier, totalizando 2.500 litros. Está disponível em latas e barris nas 11 cervejarias da Piracerva, além de bares parceiros, com as suas vendas contribuindo para a sustentabilidade financeira da associação.

“Foi uma honra para a Dama Bier receber e conduzir este projeto em nossas instalações. E nada mais icónico do que unir todas as cervejarias de Piracicaba através de uma cerveja feita por todos nós, pois nosso objetivo é trabalhar em conjunto com todas as integrantes da Piracerva na promoção da cultura cervejeira local”, diz Renato Bazzo, CEO da cervejaria.

Além disso, no final de novembro, aconteceu a primeira edição do festival Pira Beer, que reuniu as cervejarias da associação, food trucks e atrações musicais. Foram oferecidos mais de 50 rótulos de cerveja pelas componentes da Piracerva, com cada uma tendo levado, em média, cinco estilos diferentes das suas criações. Os responsáveis pelo evento, que durou três dias, relataram que foram vendidos mais de 5 mil litros de cerveja para as 9 mil pessoas que passaram pelo entorno do Casarão do Turismo, na Rua do Porto.

“Tudo isso é resultado do trabalho intenso da diretoria da Piracerva e da vontade de cada um dos integrantes em fomentar o mercado cervejeiro da cidade. E vem muita coisa boa por aí, aguardem!”, afirma Caio Truffi Polacow Sabbagh, diretor de comunicação e eventos da associação e proprietário da cervejaria Peixe Para.

Só 34% das cervejarias acreditam que diversidade pode impactar receitas

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Só 34% das cervejarias acreditam que diversidade pode trazer impactos às receitas

Embora a diversidade étnica seja uma importante pauta da agenda ESG, apenas 34% das cervejarias brasileiras acreditam que ela possa trazer benefícios e causar impactos positivos nas receitas das indústrias e do setor. O dado está presente na pesquisa Participação de Pessoas Negras na Indústria Cervejeira, realizada pelo Guia da Cerveja e disponível neste link.

O levantamento também indica que 26% das cervejarias têm uma visão oposta, não acreditando que a ampliação do espectro étnico possa trazer benefícios para a indústria cervejeira.

Adicionalmente, 40% das cervejarias participantes da pesquisa expressam a crença de que a diversidade pode trazer benefícios, mas revelam incerteza quanto ao impacto financeiro desta medida.

Exceto pelo Nordeste, o índice de cervejarias que acreditam haver impacto se mantém constante nas diferentes regiões do Brasil, variando entre 30% e 39%.

Este patamar se repete também na incerteza sobre os efeitos da diversidade entre as nano e microcervejarias, com taxas de 35% e 31%, respectivamente.

E a situação é mais desafiadora entre as pequenas cervejarias artesanais, com apenas 25% acreditando que a diversidade étnica pode trazer benefícios e impactar positivamente as receitas.

Necessidade de representatividade
A dificuldade de compreensão da importância da diversidade étnica entre as pequenas cervejarias se repete quando questionadas sobre a necessidade de tornar a indústria mais representativa e inclusiva para pessoas negras.

Nesse contexto, 42% das pequenas cervejarias consideram essencial promover a inclusão e a diversidade, um percentual inferior aos 61% do universo cervejeiro como um todo, dos 48% das microcervejarias e dos 71% das nanocervejarias, que, por seu perfil, enfrentam mais limitações para adotar essas práticas. Além disso, entre as regiões brasileiras, o índice de cervejarias que avaliam ser essencial a adoção de práticas inclusivas cai para 50% no Sul e no Centro-Oeste.

A pesquisa também destaca que 23% das cervejarias não consideram o tema relevante, enquanto 16% não sabem como implementar ações para tornar a indústria cervejeira mais representativa e inclusiva.

Alta do preço da cerveja nos bares e no varejo supera inflação em novembro

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A cerveja, tanto a comercializada no varejo como a vendida nos bares e restaurantes, teve inflação acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em novembro, de acordo com os dados divulgados pelo IBGE.

A cerveja no domicílio, geralmente adquirida no varejo, fechou o mês passado com uma alta de 0,49% nos preços, enquanto a bebida fora do domicílio, vendida nos bares e restaurantes, teve um aumento de 0,54% no mesmo período. Já o IPCA, a inflação oficial do Brasil, foi de 0,28% em novembro.

Leia também – Entrevista: Veja potenciais e desafios para exportação da cerveja brasileira

A maior contribuição para a alta do preço da cerveja no varejo veio de Salvador, com inflação de 2,88%, tendo a deflação de 1,82% em Porto Alegre como contraponto. Já Belo Horizonte liderou a inflação da cerveja nos bares, com alta de 1,21%.

De janeiro até novembro deste ano, a cerveja no varejo registra inflação de 5,15%, com o índice ficando em 6,58% nos últimos 12 meses. Por sua vez, a cerveja vendida nos bares e restaurantes soma um aumento de 5,14% no ano, com a inflação acumulada dos últimos 12 meses sendo de 5,72%.

O mês de novembro também ficou caracterizado pela forte deflação de outras bebidas alcoólicas no domicílio, com queda de 3,11% nos preços. O produto, porém, ainda acumula expressiva alta, tanto em 2023, ficando em 11,48%, como nos últimos 12 meses, sendo de 12,10%.

Fora do domicílio, as outras bebidas alcoólicas tiveram um aumento médio de 0,43% em novembro. No ano, o salto é de 6,14%. Já nos últimos 12 meses fica em 5,40%.

Alimentos e bebidas aceleram inflação
A inflação oficial brasileira não só ficou abaixo da alta dos preços da cerveja em novembro, como também tem variação menor nos dois cenários observados: a alta é de 4,04% em 2023 e de 4,68% nos últimos 12 meses.

Além disso, o grupo no qual a cerveja está incluída, o de alimentos e bebidas, liderou a inflação em novembro. Ficou, assim, entre 6 dos 9 grupos de produtos e serviços pesquisados que tiveram alta em novembro, tendo a maior variação entre todos eles, de 0,63%, e o maior impacto sobre o IPCA, de 0,13%.

“As temperaturas mais altas e o maior volume de chuvas em diversas regiões do país são fatores que influenciam a colheita de alimentos, principalmente os mais sensíveis ao clima, como é o caso dos tubérculos, dos legumes e das hortaliças” explica o gerente da pesquisa, André Almeida. 

Mundo das artesanais está distante do universo das comuns, indica pesquisa

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Ainda com pequena participação no mercado brasileiro de cervejas, o segmento das artesanais pode estar encontrando obstáculos para conquistar novos públicos pelas discrepâncias que separam seu universo de consumo com o das cervejas “comuns”. Esse é um dos insights que podem ser obtidos a partir dos dados da quarta edição da pesquisa Retrato dos Consumidores de Cervejas 2023, conduzida pelo hub de conteúdo Surra de Lúpulo.

O levantamento, que pode ser acessado pelo link, contou com a participação de 8.734 respondentes, de todos estados brasileiros e do Distrito Federal, sendo que 6.716 consomem cervejas comuns e artesanais e 2.018 só bebem as comuns.

Leia também – 5 avaliações sobre a pesquisa Participação de Pessoas Negras na Indústria Cervejeira

A pesquisa traz diferenças marcantes entre esses públicos. Um desses contrastes diz respeito ao nível de escolaridade, com predominância do Ensino Médio (40,58%) entre os consumidores de cervejas convencionais, enquanto o maior contingente de respondentes dos que bebem as artesanais tem Superior completo ou mesmo MBA e pós-graduação, somando expressivos 56,92%.

A preferência por marcas também varia significativamente entre os dois grupos. Enquanto a Brahma lidera entre os consumidores de cervejas convencionais, com 27,5%, seguida de perto por Amstel (23,39%), Heineken (20,91%), e Skol (17,69%), os apreciadores de ambas as categorias mostram um domínio incontestável da Heineken, alcançando 46,13%.

Outro ponto de divergência é o gasto mensal com cerveja. Para os consumidores de cervejas convencionais, o gasto predominante é de até R$ 100 (36,27%), enquanto os que consomem cervejas convencionais e artesanais têm uma faixa de gasto mais alta, concentrando-se entre R$ 201 e R$ 400 (33,38%).

A pesquisa também revela uma distribuição geográfica desigual do consumo de cervejas artesanais, mais difundido nas regiões Sul e Sudeste, em contraste com o predomínio das cervejas convencionais nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

A pesquisa também indica que os preços das cervejas artesanais são uma barreira para muitos consumidores: 36,78% disseram achá-las caras quando questionados sobre o que os impede de começar a experimentar outros estilos.

Predomínio das IPAs
Também envolvendo estilos, a pesquisa mostra a IPA consolidada na preferência do público respondente, sendo o mais consumido por 62,45% dos participantes. Porém, a Pilsen é a preferida entre jovens de 18 a 25 anos, mulheres e no Norte do Brasil. Além disso, a IPA se destaca como o principal estilo de entrada, citada por 26,34% dos participantes, seguida da Weissbier, com 18,12%.

Do mundo virtual ao real, mas ainda não no Brasil: conheça a Heineken Silver

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Hoje a marca de cerveja mais valiosa do mundo, de acordo com relatório da Brand Finance, a Heineken conseguiu alcançar tal status apoiada pela expansão da sua família. Assim, se em 2019 introduziu a sua versão sem álcool, em 2022 surpreendeu com uma versão considerada “mais leve” em comparação com sua receita original, a Heineken Silver. Mas o que é a Heineken Silver?

Segundo sua apresentação, a Heineken Silver é uma “Lager extra refrescante, com um sabor menos amargo e um final mais fresco, tornando-a mais fácil de beber”. Seu frescor foi enfatizado durante o lançamento, destacando os 4% de teor alcoólico, em comparação com os 5% da versão original, e os 10 IBUs de amargor, contra os 18 IBUs da Heineken.

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Ainda que compartilhando os mesmos ingredientes da Heineken original, a Heineken Silver se diferencia no processo de fabricação, realizado com água resfriada a -1ºC. Apresentando apenas 35 calorias a cada 100ml, 7 calorias a menos do que a Heineken, essa novidade não contém gordura ou açúcar. Já na embalagem, o rótulo verde deu lugar às cores prata e turquesa, proporcionando um brilho metálico.

Por trás dessas características, há uma estratégia bem elaborada para aproximar a Heineken Silver do público jovem. A novidade foi inicialmente lançada em jogos virtuais no mundo virtual, resultando na inauguração da primeira cervejaria no metaverso, só depois chegando ao mundo real.

A novidade também tem sido destaque em diversas ações de marketing, marcando presença em eventos esportivos de renome, como a Liga dos Campeões da Europa e a Fórmula 1, inclusive assumindo o naming right da primeira edição do GP de Las Vegas, realizado neste ano, nos Estados Unidos.

Apesar de o Brasil ser o mercado mais significativo para a Heineken no mundo, ainda não há previsão para o lançamento da Heineken Silver no país, conforme informado pela assessoria de imprensa da companhia à reportagem do Guia.

Enquanto isso, a Heineken Silver já está disponível em dezenas de países ao redor do mundo, especialmente na Europa, abrangendo Albânia, Bulgária, Dinamarca, Finlândia, França, Gibraltar, Grécia, Hungria, Itália, Luxemburgo, Malta, Holanda, Polônia, Portugal, Romênia, Espanha, Suíça e Reino Unido.

Posteriormente, a novidade foi introduzida em países da Ásia, com o lançamento nos Estados Unidos acontecendo neste ano. E os resultados têm sido positivos, com um crescimento próximo a 40% no terceiro trimestre de 2023, na comparação com o mesmo período de 2022, impulsionado por uma forte expansão na China e no Vietnã.

Isso sinaliza que a proposta de uma cerveja mais leve, voltada para um público mais jovem, não apenas está alinhada a uma tendência global, mas também pode fortalecer a posição do Grupo Heineken no mercado cervejeiro, mesmo sem, até o momento, disponibilizar a Heineken Silver para os consumidores brasileiros.

Embalagem mais sustentável
A Heineken também trabalhou para que a embalagem da Silver seja mais sustentável. Para isso, contou com o apoio da CCL Global, especialista em rótulos, que forneceu a tecnologia washoff para aplicação nas garrafas retornáveis, já utilizada por outras marcas. Com ela, os rótulos são sensíveis à pressão e as garrafas podem ser reutilizadas imediatamente após o processo de lavagem, pois os rótulos se desprendem sem deixar vestígios ou contaminar a água durante essa etapa de limpeza. Assim, também há redução no consumo de água.