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Balcão do Aloisio: Por que cevada?

Balcão do Aloisio: Por que cevada?

Domesticada há mais de 8.000 anos, a cevada é um dos cereais mais presentes na história da humanidade. Já foi, na Antiguidade, o grão mais consumido para a fabricação de pão, porém, na atualidade, seu maior uso é na produção de ração para a alimentação animal e como matéria-prima para a produção do malte, utilizado na fabricação de cerveja. Outros cereais também podem ser utilizados na fabricação dessa bebida, no entanto, o malte de cevada ainda é o mais empregado. Quais razões justificam esse fato?

Antes de analisar as razões, algumas definições se fazem necessárias para o adequado entendimento do assunto a ser tratado:

Malte: também chamado de cevada malteada, é o grão de cevada cervejeira submetido a processo de malteação.

Malteação: é o processo no qual o grão de cereal é submetido à germinação parcial e posterior desidratação, com ou sem tostagem, em condições tecnológicas adequadas. A malteação tem um papel fundamental no processo cervejeiro e influencia diretamente na qualidade e no aspecto final da cerveja. Algumas características que observamos na cerveja, tais como cor, formação de espuma, turbidez, aroma e sabor, têm ligação direta com a maneira como a cevada passou pelo processo de malteação. Dependendo de como é conduzido o processo de malteação, diferentes tipos de malte são obtidos e, dependendo dos ingredientes, inclusive o tipo de malte utilizado, diferentes tipos de cerveja são obtidos.

Extrato de malte: é o produto seco ou de consistência xaroposa ou pastosa, obtido exclusivamente do malte.

Mosto: é a solução em água potável de compostos resultantes da degradação enzimática do malte, com ou sem adjuntos cervejeiros e ingredientes opcionais, realizada mediante processos tecnológicos adequados.

Extrato primitivo: é a quantidade de substâncias dissolvidas (extrato) do mosto que deu origem à cerveja e deve ser sempre maior ou igual a 5,0% em peso.

Dadas as definições pertinentes, voltemos a analisar as razões do uso da cevada na fabricação de cerveja. A primeira delas é que, de acordo com a Instrução Normativa no 65, de 10 de dezembro de 2019, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que estabelece os padrões de identidade e qualidade para produtos de cervejaria, para ser chamada de “cerveja”, a bebida precisa ter pelo menos 55% de malte de cevada. Caso contrário, deve ser chamada de “cerveja de” acrescido do nome do cereal ou dos cereais majoritário(s), malteado(s) ou não, utilizado(s) no processo de fabricação. Ainda, de acordo com essa portaria, para ser chamada de “cerveja puro malte” a cerveja deve ser elaborada a partir de um mosto cujo extrato primitivo provém exclusivamente de cevada malteada ou de extrato de malte.

Mas não foi a legislação que levou o malte de cevada a ser o ingrediente mais utilizado nas cervejas, aliás, a legislação é uma consequência desse fato. Dentre os principais motivos, podemos destacar: a cevada possui uma boa reserva de amido, tem teor elevado de enzimas e possui casca (pálea e lema) aderidas ao grão. O amido, após conversão em açúcares fermentescíveis, é utilizado como alimento pelas leveduras, que o transformam em álcool e gás carbônico. Além do malte de cevada, outros cereais, como milho, arroz, trigo e centeio, também podem ser utilizados como fonte de amido. Nossa legislação permite que até 45% da composição da cerveja seja de um ou mais desses grãos, cujo uso pode ter diferentes objetivos, desde deixar o corpo da bebida mais leve, até deixar mais encorpada.

As enzimas são ativadas durante o processo de malteação e promovem a degradação das paredes celulares das células, liberando o amido e o convertendo em açúcares fermentescíveis, favorecendo a ação das leveduras. Finalmente, a casca, além de servir de filtro natural para o mosto no final do processo de fermentação, protege o grão, evitando danos ao embrião e favorecendo o alto poder germinativo dos grãos, o qual deve ser superior a 95% para um adequado processo de malteação, garantindo alta produção de enzimas e as transformações necessárias para facilitar a atuação das leveduras. Por essas razões e por ser um dos cereais mais propícios ao processo de malteação, a cevada é o cereal mais utilizado na fabricação do “pão líquido”, a nossa cerveja.


Aloisio Alcantara Vilarinho é engenheiro agrônomo com doutorado em Genética e Melhoramento de Plantas. Pesquisador da Embrapa desde 2003, ele atua, desde novembro de 2019, como melhorista de cevada na Embrapa Trigo.

Heineken anuncia fechamento de fábrica na França e deixará Alsácia

O Grupo Heineken está de saída da região da Alsácia, na França. A companhia anunciou a decisão de fechar a sua fábrica na cidade de Schiltigheim, a Brasserie D’Esperance, dentro de três anos. A decisão foi motivada pela necessidade de manter a competitividade no longo prazo, de acordo com a empresa.

Segundo o Grupo Heineken, a fábrica, de 1862, oferece alguns desafios, como a impossibilidade de expansão e os custos de produção excessivos devido a alguns equipamentos obsoletos. A companhia ainda citou, entre outros motivos, o distanciamento da planta industrial dos mercados do sul e oeste do país e o precário equilíbrio ambiental das instalações.

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A Brasserie D’Esperance é uma das três cervejarias do Grupo Heineken na França, sendo a única localizada na Alsácia. “Este projeto de concentrar nossa estrutura de produção em duas cervejarias ao invés das três atuais é necessário para garantir nossa competitividade a longo prazo na França”, diz, em um comunicado, o CEO da Heineken na França, Pascal Gilet, também não descartando a possibilidade de vender a fábrica. “Também consideraremos cuidadosamente qualquer oferta para assumir o controle da unidade que possa ser feita.”

Ao mesmo tempo, a empresa anunciou um plano de investimento de 100 milhões de euros para suas instalações em Marselha, no sul da França, e em Mons-en-Barœul, no norte do país, para onde serão transferidos os volumes de produção da unidade de Schiltigheim. As cervejas da marca Fischer, que eram produzidas na Brasserie D’Esperance, agora serão fabricadas em uma microcervejaria, de acordo com a Heineken.

O Grupo Heineken entrou no mercado francês em 1972, quando adquiriu a L’Alsacienne de Brasserie, uma joint-venture das cervejarias De l’Espérance, De la Perle e De Colmar und Haag. Antes da Brasserie D’Esperance, a multinacional já havia fechado outras três fábricas na Alsácia, da Mutzig, em 1989, da Adelshoffen, em 2000, e da Fischer, em 2009. A região é a maior produtora de cerveja da França.

Sindicatos locais e os próprios funcionários prometeram realizar grandes protestos após o anúncio. A estimativa é que a Brasserie D’Esperance empregue cerca de 220 pessoas. E a decisão também provocou reação da prefeita de Schiltigheim, Danielle Dambach. “É um choque saber do fechamento da última grande área industrial em Schiltigheim, um símbolo de nosso município”, diz.

A prefeita de Schiltigheim também pretende monitorar a situação dos funcionários envolvidos. “Não aceitaremos um novo terreno baldio industrial no coração de Schiltigheim. Também não aceitaremos um novo grande projeto imobiliário enquanto a demografia do município estiver explodindo”, conclui.

Antarctica lança SubZero Silver e dá pack de 6 latas em SP na Black Friday

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A Antarctica aproveitou a Black Friday para ampliar a sua família de cervejas. A marca da Ambev lançou nesta sexta-feira (25) a Antarctica SubZero Silver e vai distribuir um pack de 6 latinhas de 350ml da novidade através do Zé Delivery em todo o estado de São Paulo.

No dia da Black Friday, quem acessar o aplicativo da Ambev e utilizar o cupom “silver” terá direito ao pack da Antarctica SubZero Silver, além de receber crédito de R$ 1. A “compra” precisa ser feita dentro do território paulista, com o consumidor só pagando pela entrega.

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Na campanha de lançamento da Antarctica SubZero Silver, a ação promocional é chamada de Silver Friday, tendo a participação de Eduardo Sterblitch, caracterizado como o personagem Freddie Mercury Prateado, que marcou a sua passagem pelo programa Pânico na TV.

A campanha, desenvolvida pela Agência África, tem o tema “Menos é mais. Menos é Silver”. “A Silver é filtrada a menos de 1°C, é menos encorpada e tem menos álcool. Por isso ela é ainda mais leve e refrescante. E toda essa leveza está retratada na campanha, com a volta de um personagem tão amado e carismático e uma oferta tão inusitada”, diz Gustavo Castro, diretor de inovações da Ambev.

SubZero
Agora com a sua família ampliada, a SubZero foi lançada no final dos anos 2000 pela Ambev, sendo uma American Lager de baixa fermentação e espuma mais duradoura. Quando da sua apresentação ao mercado, a Ambev destacou a sua suavidade e refrescância. Além disso, para ser fabricada, passa por um sistema de dupla filtragem a frio.

A suavidade deve ser reforçada na Antarctica SubZero Silver, pois o material de divulgação cita se tratar de uma cerveja “menos encorpada”, com “menos álcool”, “filtrada a -1ºC”, “mais leve”, “mais em conta”, “mais silver”.

Sobre o preço, no dia da ação promocional da Antarctica SubZero Silver em lata de 350ml, estava sendo vendida por R$ 2,59 a unidade no Zé Delivery. Já a versão original tinha preço de R$ 2,89.

Guia na Copa: Marcas fazem lançamentos e criam itens colecionáveis

A disputa da Copa do Mundo no fim do ano se tornou um prato – ou copo – cheio para as cervejarias. Aproveitando o período de realização dos jogos, as marcas têm abusado da criatividade, lançando cervejas temáticas para a Copa, além de realizarem diversas promoções para atrair o público.

A Prussia Beer, por exemplo, apresentou a Brazuquinha, uma cerveja com lúpulos nacionais da Ira Hops, fazenda do interior de São Paulo, além de raspas de limão, só levando ingredientes nacionais. Além disso, a novidade é tiolizada, isto é, durante sua fabricação foi utilizada uma enzima que contribui para a biotransformação e faz com que o aroma do lúpulo fique ainda mais ressaltado.

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Antes lançada em growler de 1,5 litro, já pensando no período da Copa do Mundo, a Wienbier Hexamalte Pilsen agora foi envasada em latas pela NewAge. E as latinhas são personalizadas e colecionáveis, aproveitando a nova tecnologia de impressão da Ball Corporation, a Digital Printing.

A edição limitada traz seis rótulos colecionáveis impressos em alta qualidade. Com reprodução de imagens em até 600DPIs na linguagem de fotografia RGB. “Desde a gôndola, queremos que a Hexamalte ofereça uma experiência única aos consumidores ao escolher entre as seis opções, todas no clima da torcida. No sabor, convocamos para a nossa seleção os maltes Pilsen, Pale Ale, Munique, Vienna, Crystal e malte de trigo”, comenta Edison Nunes, gerente comercial da NewAge.

Também no clima do Mundial, a Bodebrown vai lançar, neste sábado (26), a Lupulol Hexa, uma sazonal elaborada especialmente para a comercialização em barris de chope. Surgida em função da Copa, faz parte da linha Lupulol, com cervejas criadas para os fãs de lúpulo e experimentações. A receita traz um mix de maltes germânicos e ingleses. Além disso, a Lupulol Hexa tem amargor baixo (14 IBUs), cor amarelo ouro, levemente turva, e 4,3% de álcool.

Mas se a Wienbier e a Bodebrown apostam no hexacampeonato em seus chopes, a Way Beer optou por homenagear oito seleções, criando uma linha que leva os nomes de Inglaterra, México, Austrália, França, Alemanha, Brasil, Bélgica e Estados Unidos.

Além disso, cada rótulo, que pode virar item de colecionador, possui características das cervejas dos seus países, todos participantes desta edição da Copa. Assim, foram lançadas uma English Special Bitter, uma Mexican Lager, uma cerveja com o lúpulo Galaxy, uma com maltes caramelizados e tostados, uma Weisse clara, uma Amburana Ale, uma cerveja com característica frutada e uma American IPA bem lupulada.

Os itens colecionáveis também foram uma das apostas da Budweiser para a Copa do Mundo. A marca patrocinadora do torneio apresentou a Bud Seleções, garrafas de alumínio de 330ml. O produto colecionável é “vestido” com as bandeiras de algumas das seleções que já foram campeãs do mundo: Brasil, Argentina, Alemanha, França, Inglaterra e Espanha.

A marca da Ambev tem disponibilizado o Big Bud Copa, um barril de 5 litros de chope, que leva a arte padrão da Copa do Mundo, com a expectativa do aumento dos encontros coletivos para acompanhar os jogos. “Nosso foco é atender às demandas das pessoas e gerar conexão com cada consumidor de forma única, estabelecendo uma relação muito forte com nossos fãs. E a Copa do Mundo é o palco perfeito para colocarmos todas as nossas inovações em campo”, diz Gustavo Castro, gerente de inovação da Ambev.

Reedições e sorteios
A Landel, por sua vez, aproveitou o período da Copa para reeditar uma das suas cervejas. É a Pink Berry, uma Fruit Beer leve, com 4,5% de teor alcoólico, 7 IBUs de amargor e baixa acidez. Além da versão em chope, também está sendo disponibilizada pela marca de Campinas em latas de 473ml.

Reedição também foi o que motivou a Brahma a apresentar a sua música para o torneio no Catar. É a Waka Brahma, interpretada por Zeca Pagodinho, Tierry e Bárbara Labres. A versão da icônica Waka Waka, imortalizada por Shakira na música-tema da Copa do Mundo de 2010, vem com uma mistura de samba, funk, piseiro e sertanejo/arrocha.

“Pegamos um hit mundial e transformamos ele em uma música ainda mais inesquecível. E o melhor: de um jeito que só nós brasileiros conseguimos fazer”, afirma Maurício Landi, diretor de marketing de Brahma.

E a marca não parou nessa ação. No próximo domingo, quem levar seu aparelho de café – aquela máquina especial ou até a cafeteira tradicional – ao stand exclusivo no Shopping Ibirapuera, em São Paulo, receberá uma Brahmeira novinha e um voucher de 15% de desconto para comprar uma nova máquina da Cadence. Para efetivar essa substituição, basta mostrar o aplicativo do Zé Delivery baixado no celular. Serão disponibilizadas 300 brahmeiras para troca, de acordo com a ordem de chegada.

A Louvada, por sua vez, aposta em uma promoção para atrair os consumidores no período da Copa. A marca criou a campanha “Louvada Premiada”. A iniciativa envolve a compra da long neck Louvada Pilsen, Louvada German e Louvada Hop Lager. Achando a tampinha com a #honre, o cliente ganha uma bola de futebol Louvada 7 anos.

Do Rio de Janeiro, a Noi apostou nos sorteios para chamar a atenção do público cervejeiro. A Noi Express, serviço de delivery de chope da marca, vai sortear um barril de 30 litros de Noi Bionda (Pilsen) por semana enquanto rolar a competição, totalizando quatro sorteios. Para participar, basta se inscrever no site da Noi Express.

“Resolvemos aproveitar esse pico de demanda da Copa, para reforçar a lembrança da Noi Express com o nosso público e apresentar esse serviço para quem ainda não conhece. O chope em casa é prático, ocupa pouco espaço, oferece um produto artesanal de alta qualidade e com ótima relação custo-benefício”, diz Bianca Buzin, diretora da Noi.

Confira 14 promoções cervejeiras da Black Friday em 2022

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As comemorações de final de ano já estão chegando, mas antes do Natal e do réveillon, a Black Friday é quem vem agitando os brasileiros e o varejo, com diversos descontos já sendo oferecidos nos dias que antecedem a data comercial. Em 2022, a Black Friday caiu em 25 de novembro, a próxima sexta-feira, dividindo atenções, pela primeira vez, com a Copa do Mundo, o que parece ter ajudado a reforçar as ofertas envolvendo cervejas.  

A coincidência de datas deverá impactar em R$ 1,4 bilhão o faturamento do comércio varejista brasileiro, segundo estima a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.  Já a pesquisa da empresa de inteligência analítica Boa Vista revela que 65% dos consumidores irão às compras na Black Friday de 2022. Na edição de 2021, eram 67% os consumidores com intenção de compra.

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Sob essa expectativa para a Black Friday em paralelo à Copa do Mundo, a data neste ano promete ser uma boa oportunidade para quem deseja comprar cervejas, assim como se inscrever em cursos com descontos e presentear amigos.

Confira, a seguir, promoções de cervejas e outros itens da Black Friday em 2022:

Blubeer
A Blubeer está com cervejas, taças e kits com descontos diversos. No site, por exemplo, a cerveja Container Pilsen, da Alle Blau, de 500ml sai por R$12,99, com 28% de desconto. Já a taça de vidro Konigs está custando R$19,90 com o desconto aplicado de 49%.

Bodebrown
A marca de Curitiba preparou várias promoções nos preços das suas cervejas e kits para a Black Friday em 2022. O combo com latas da Perigosa e um copo grátis sai por R$ 228. Já o pack com 12 latas Legacy of the Beast World Tour 2022, em referência à turnê do Iron Maiden, está sendo vendido por R$ 350.

Bräu Akademie
A Black Week da Bräu Akademie começou na segunda-feira (21) e vai até o próximo domingo  (27), com vários cursos com preços promocionais. Os cursos presenciais, por exemplo, estão com 15% de desconto e um curso grátis de brinde. Já os cursos online sob demanda, que têm aulas gravadas, estão com 30% de desconto. Para quem está em busca de mentoria, o desconto é de 20% por hora para cervejeiro caseiro ou profissional. Nesse caso, as aulas são 100% online.

Cerveja Box
Na Black Friday de 2022, a Cerveja Box tem cervejas que chegam a ter até 53% de desconto, como é o caso da Cerveja Cigana Moeda Session IPA, em lata de  473 ml. No site, a japonesa Asahi Super Dry está custando R$ 14,99, com desconto de 35%. Há, também, promoções especiais para sócios.

Clube do Malte
O e-commerce está promovendo uma semana de descontos. Na Black Friday de 2022, há cervejas a partir de R$ 3,90, com os cortes nos preços sendo de até 70%. A Chicago Blues, por exemplo, tem cervejas envelhecidas saindo por R$ 8,90 nas garrafas de 355ml. No mesmo formato, a Mojito Sour custa R$ 7,80.

Clube Extra
No Clube Extra, a Heineken em lata 350 ml está com 20% de desconto e sai por R$ 3,99. No portal ou no aplicativo, a cerveja Original também está com desconto de 16% na lata de 269 ml e custa R$ 2,49.

Conexão Breja
Marketplace com diversos produtos cervejeiros, o Conexão Breja está promovendo a sua Black Week com 15% de desconto em todas as receitas, livros, cervejas e presentes. Entre os itens com descontos, a cerveja Narcose Valor Brett Belgian Pale Ale de 1 litro está saindo por R$99,90. Já o growler em aço inox de 5 litros custa R$ 389,90.

Empório da Cerveja
Na Black Friday de 2022, o Empório da Cerveja tem acessórios a partir de R$ 4,90, kits cervejeiros começando com preços de R$ 14,90, além de cervejas com descontos de até 60%. A Colorado Cauim, na garrafa de 600ml, custa R$ 7,99. No mesmo formato, a Wäls Belgian Witte sai por R$ 9,90.

ESCM
A Escola Superior de Cerveja e Malte (ESCM) está disponibilizando mais de R$ 2 milhões em descontos para cursos que atendem desde profissionais já integrados às cervejarias até entrantes neste mercado. Para isso, quatro mil alunos terão descontos de R$ 500 válidos por até um ano em qualquer curso da ESCM, seguindo o regulamento. Para ter acesso ao desconto, basta participar da Semana da Tecnologia Cervejeira, promovida pela instituição. É possível se inscrever através do link disponível no site da escola.

Landel
A marca de Campinas promete até 50% de desconto nas latas das suas cervejas em estoque nesta sexta-feira, data oficial da Black Friday em 2022. A promoção é válida apenas para compras feitas na data, tanto pela loja virtual, como no tap house, que fica no bairro Taquaral. Para quem comprar pela loja virtual, a entrega estará disponível apenas em Campinas, em até 24h, ao valor fixo de R$15.

NewAge
Durante todo o mês de novembro, a NewAge está com promoções nos produtos que chegam a até 35%. Entre os itens oferecidos, o chope Wienbier Hexamalte de 1,5 litro está custando R$ 14,90, no desconto de 25%. Também com desconto, esse de 7%, a cerveja Wienbier 53 Stout em lata de 710ml está em oferta, por R$ 13,30.

Quiosque do Lugui 
Fundado em 2018, em São José do Rio Preto (SP), o Quiosque do Lugui é uma rede de chope puro malte do Brasil e durante a semana da Black Friday está com várias campanhas promocionais ativas até o final de novembro. Entre elas, a taxa de franquia retornável, a possibilidade de distribuição e o subsídio do barril em dobro, compre um leva outro, assim como desconto de 20% no valor da taxa de franquia, que hoje é de R$ 80 mil. Atualmente, a franquia conta com 16 lojas abertas e 45 comercializadas que estão em diferentes fases de implantação.

Science of Beer
Para quem quer economizar e estudar cerveja, a Beer Month do Science of Beer está com 40% de desconto nos cursos Beer Expert, Café e Cerveja, Cálculos Cervejeiros, Avaliação Sensorial e Escolas Cervejeiras, Harmonização de Cerveja, História Geral da Cerveja e Mixologia com Cerveja. Já o curso de sommelier online está com 15% de desconto, assim como a sua versão intensiva. E o Curso Science of Beer Styles sai com 10% de desconto. A promoção será válida até o dia 30.

Todovino
A Todovino traz uma diversidade de bebidas importadas em promoção. Entre os destaques, o kit da cerveja Paradise Hope Lager 473 ml, com 12 unidades, está em oferta, por R$ 117,99. Já o kit da Vedett IPA de 330 ml, com 12 unidades, está custando R$ 186,99.

Guia na Copa: Cerveja bósnia criada por monges patrocina 1º rival do Brasil

Em um mercado cada vez mais globalizado e dominado pelas multinacionais, uma cervejaria localizada no território da Bósnia-Herzegovina conseguiu romper essa lógica para se tornar a patrocinadora da seleção sérvia logo a partir do ano da Copa do Mundo. Trata-se da Banja Luka, que definiu a Nektar como cerveja oficial da Sérvia, o primeiro adversário do Brasil no Catar, em partida marcada para esta quinta-feira.

A Banja Luka tem uma longeva trajetória cervejeira, tanto que em 2023 completará 150 anos, levando o nome da segunda maior cidade da Bósnia. E ela foi fundada por monges trapistas da Abadia Mariastern. Por lá, além da cerveja, também produziam queijo.

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Hoje, de acordo com a Banja Luka, a Nektar, a cerveja oficial da seleção da Sérvia, é o rótulo mais vendido na Bósnia-Herzegovina, com um total de 48,3 milhões de litros anuais. Além disso, é exportada para outros países, como Sérvia, Croácia, Itália, Eslovênia e Suécia. Carro-chefe do portfólio da cervejaria, a Nektar é uma Pilsen com 5% de graduação alcoólica e 16 IBUs de amargor.

Banja Luka também é a sede da Assembleia Nacional e do Governo da República Sérvia, uma das duas entidades políticas em que está dividida a Bósnia-Herzegovina desde 1995, quando foi assinado um acordo para encerrar os mais de três anos de conflito no país. E a influência sérvia na região tem, assim, relação direta com a decisão da cervejaria em patrocinar o primeiro adversário do Brasil na Copa do Mundo do Catar.

“A seleção sérvia sempre teve grande apoio do povo da República Sérvia, numerosos torcedores que estão sempre com a seleção nacional, e acreditamos que através da cooperação com a Banja Luka Brewery, iremos fortalecer ainda mais esses laços. Nosso objetivo é deixar todo o nosso povo feliz com os bons resultados da seleção nacional, onde quer que vivam – na Sérvia, na República Sérvia ou em toda a diáspora. Vamos juntos para novas vitórias”, afirmou Nenad Bjekovic, vice-presidente da Associação de Futebol da Sérvia, quando do anúncio do patrocínio à seleção.

Antes do acerto para que a Nektar se tornasse a cerveja oficial da seleção da Sérvia, a equipe teve o patrocínio de multinacionais, ainda que com as suas marcas locais. Foram os casos da Jelen, considerada a cerveja mais popular do país, que faz parte da Apatin Brewery, grupo cervejeiro de propriedade da Molson Coors, assim como da Lav, da Carlsberg Srbija.

Na Sérvia, além do grupo da Molson Coors e da Carlsberg, também há forte presença da Heineken Srbija. A Banja Luka, com o apoio para a seleção da Sérvia, agora também espera conquistar a sua fatia de mercado. E tem exibido uma série de propagandas sobre a Copa do Mundo, inclusive citando o desafio de superar a seleção brasileira.

“Este é um dia especial para nós, porque representa mais um passo em nosso compromisso estratégico de apoiar esportes, importantes organizações e eventos esportivos na República da Sérvia e na Sérvia, onde Nektar se tornou uma cerveja cada vez mais procurada a cada dia”, disse Ilija Setka, diretor geral da Banja Luka ao assinar o contrato com a associação de futebol da Sérvia.

Guia na Copa: Colorado lança Witbier e paga chope a cada gol do Brasil

A Colorado aproveitou o clima da Copa do Mundo para lançar mais uma cerveja da Brasil com S, a sua linha que possui rótulos com ingredientes tipicamente nacionais. A marca da Ambev agora apresentou ao público uma Witbier que leva mexerica e capim-limão em sua composição.

Essa novidade é feita a base de trigo, possui 4,3% de teor alcoólico e 12 IBUs de amargor. E reforçando o conceito da Brasil com S, que possui cervejas especiais produzidas com ingredientes nacionais e em edições limitadas, a Witbier só conta com insumos locais em sua receita.

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No lançamento, a Colorado destacou que a novidade tem alto drinkability, fator que estimula, em sua visão, o consumo nesse período do ano, com temperaturas mais altas, além de coincidir com a disputa da Copa do Mundo.

A marca também aproveitou o torneio no Catar para lembrar o futebol na embalagem, com uma homenagem à várzea e aos campos de terra. Já o rótulo da cerveja possui um pé com chinelo sobre uma bola.

“A gente sabe que futebol e cerveja caminham lado a lado. É parte da identidade nacional. Por isso, queremos transformar esse momento mágico em algo 100% brasileiro. É Brasil no paladar e, claro, nos gramados. Uma combinação perfeita”, destaca Thomás Debeus, head de marketing da marca da Ambev.

O lançamento da Witbier não é a única novidade da Colorado durante o período da Copa do Mundo. A marca vai pagar uma rodada gratuita de Chopp Brasil com S, Appia ou Ribeirão Lager nos bares Debetti, na Cidade Jardim, em São Paulo, e Vikings (Nova Iguaçu, Tijuca, Humaitá, Caxias, Vista Alegre, Ilha do Governador e Nova América), no Rio de Janeiro.

A ação também irá acontecer em áreas VIPs de aeroportos pelo Brasil, casos da Plaza Premium, em Guarulhos (SP) e no Galeão (Rio de Janeiro); do The Lounge Vitória, na capital capixaba; e do Azul Lounge, em Viracopos/Campinas (SP).

Especial: Busca por maltes se equilibra entre cautela econômica e nova demanda

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A indústria cervejeira do Brasil tenta se equilibrar entre diversos fatores no momento da escolha dos maltes para uso no processo produtivo. Ao mesmo tempo em que percebe o consumidor mais exigente, o que a força a diversificar as opções de estilos, a utilização do malte Pilsen continua em alta, especialmente em um cenário de custos elevados. Afinal, há dificuldades na produção de cevada, com quebras de safra em regiões como a Europa e a América do Norte, e até mesmo pela guerra na Ucrânia.

Independentemente da exigência crescente por novos tipos de maltes enquanto a diversidade de estilos de cervejas aumenta, a questão da relação mais racional entre a demanda do mercado e o custo da fabricação continua sendo a mais importante para determinar os volumes utilizados entre os tipos deste insumo no curto prazo.

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“É importante considerar o cenário econômico que passamos, com a pressão por custos e margens nas cervejarias também pegando. Nestes momentos, a utilização de maltes especiais acaba encarecendo a conta”, ressalta o engenheiro químico Cauê Mohler, coordenador industrial de malte na Agrária, embora reconhecendo que algumas demandas, de fato, influenciam nas escolhas dos maltes a serem aplicados.

“Temos também as tendências em temas como saudabilidade e consciência no consumo de álcool, e surgem aí diversas oportunidades em produzir diferentes estilos de cerveja sem álcool, com menor nível calórico ou sem glúten, por exemplo. Mas, sem dúvida, o malte Pilsen é o carro-chefe”, completa.

Assim, há um consenso de que o panorama econômico, com os efeitos da crise sanitária, motivou a maioria das cervejarias a priorizar ainda mais, nesse momento, a produção das bebidas mais acessíveis, predominantemente fabricadas com maltes Pilsen.

“A pandemia enxugou bastante a questão da variabilidade. Temos muito menos variedade de cervejas. E muitas cervejarias perceberam que se concentrar em menos produtos, e que tenham um pouco mais de escala de produção, pode facilitar tanto a operação interna quanto a comunicação com os consumidores”, afirma Carlo Enrico Bressiani, diretor da Escola Superior de Cerveja e Malte (ESCM).

Ele aponta que mais de 90% da produção está concentrada nos maltes-base, como o Pilsen, o Vienna e o Munique, uma proporção que ainda deve levar algum tempo para se modificar, com quebras de safra da cevada estimulando maior preocupação com a estabilidade no fornecimento dos maltes do que com a busca por variedades. “Provavelmente vai haver uma retomada dos estilos mais especiais durante os próximos anos, mas os maltes-base são os mais demandados”, analisa Bressiani, que é sommelier de cervejas e mestre-cervejeiro.

A possibilidade de busca por uma maior diversidade de maltes só deverá ficar mais clara ao fim do verão, com o término do período de auge do consumo de cerveja, na visão de Bressiani. “Existe uma tendência de mudança no mercado (com a fabricação de um maior número de tipos de malte), mas temos que ainda entender como será o pós-pandemia. Acredito que só vamos realmente enxergar um mercado com mais clareza a partir de fevereiro ou março do ano que vem, depois de passar a Copa do Mundo e o verão”, vislumbra.

Na avaliação de Mohler, a produção de cevada continua sendo o principal desafio para a evolução da malteação no país, um cenário que não deve se alterar em 2023. Afinal, a fabricação do ingrediente deverá estar suscetível às condições climáticas, que podem ter impactos significativos na produtividade e qualidade da cevada.

“Em relação à safra 2022/2023, é projetada quebra de safra na Argentina, Uruguai, Brasil e Austrália por questões climáticas adversas. Crise energética na Europa, também em virtude da guerra na Ucrânia, está impactando fortemente nos custos de produção de malte em diversos países do bloco. Neste contexto, 2023 se posiciona como um ano desafiador para toda a cadeia de produção de malte e cerveja”, prevê Mohler.

Investimentos em malte
Mesmo assim, quem fornece malte já se prepara para suprir eventual aumento da demanda, com a busca pela variedade, que em algum momento irá chegar. Com isso, ainda que dependente da importação de cevada para atender a demanda das cervejarias, o Brasil também tem avançado na disponibilização de opções diversificadas para a indústria. Como maior maltaria da América Latina, a Cooperativa Agrária Agroindustrial continua tendo o Pilsen como carro-chefe do seu portfólio, mas buscou atender o mercado com novidades.

Em 2017 foram lançados os maltes Pale Ale e Vienna Agrária, em 2018 o malte Munique e no final de 2021 lançamos o malte de trigo. Não são o nosso grande volume de produção, mas entraram com o objetivo de serem mais opções para atendermos nossos clientes

Cauê Mohler, coordenador industrial de malte na Agrária

Além disso, acreditando na possibilidade de aumento da demanda por malte nacional, a Agrária anunciou investimentos recentemente, como lembra o coordenador industrial de malte. “O Brasil não é autossuficiente na produção de malte e suas cervejarias acabam tendo que importar volumes expressivos de malte de países como Argentina, Uruguai e também da Europa. Neste ano, a Agrária anunciou a construção da maltaria Campos Gerais junto com as cooperativas parceiras Frísia, Castrolanda, Capal, Bom Jesus e Copagrícola, prevista para o final de 2023. Teremos um aumento expressivo na capacidade de produção de malte no Brasil”, afirma.

E se a malteção se dá principalmente com a cevada, ela não se resume a esse cereal, também podendo ser feita com trigo e centeio, por exemplo. Além disso, há variados processos de produção de maltes, que podem ser torrados, caramelizados, defumados, acidificados e diastásicos, cada qual com características e composição química para agregar diversas nuances às cervejas.

“A Agrária hoje tem em sua linha de produção diferentes tipos de malte Pilsen, de trigo e os de base – Munique, Vienna e Pale Ale. Além disso, representamos nossos parceiros Weyermann, Dingemans e Crisp, completando o portfólio com opções de maltes especiais, tendo soluções completas para nossos clientes”, reforça o coordenador industrial.

Blumenau e Stannis são destaques brasileiros no Brussels Beer Challenge

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As cervejarias do Brasil foram até a Bélgica faturar nove medalhas. Esse foi o número de honrarias conquistadas pelas marcas nacionais na 11ª edição do Brussels Beer Challenge, com destaque para a Blumenau Craftlab Grodziskie Dona Patroa, eleita a melhor cerveja brasileira, e a Stannis, que levou duas medalhas de ouro e uma de prata.  

A Dona Patroa ganhou ouro ao ser escolhida a melhor na categoria Flavoured Beer: Smoked Beer, ampliando a sua coleção de medalhas, além de ter sido apontada como destaque do país no Brussels Beer Challenge. Este ano, a Grodziskie da Blumenau já havia sido bronze no European Beer Star, tendo sido ouro no Concurso Brasileiro de Cervejas, também sendo escolhida a melhor cerveja da competição. Ainda em 2022, faturou uma prata no Brasil Beer Cup.

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Mas não foi só a Blumenau quem levou ouro em Bruxelas. A Ashby, por exemplo, também vai voltar da Bélgica com uma medalha dourada, para a Puro Malte, na categoria Lager: American-Style Pilsner.

A Stannis, por sua vez, conquistou dois ouros. Eles foram com a Black Dandara (Dark Ale: Dark/Black IPA) e a Red Sönja (Red Ale: Irish Red Ale). A marca ainda levou uma prata, com a Ororo Dunkel, na categoria Lager: Dark/Dunkel (incluindo Schwarzbier).

Foram, ainda, mais duas medalhas de prata para as marcas brasileiras no Brussels Beer Challenge, para a Red Ale da Brotas Beer (Red Ale: Irish Red Ale) e a Barley Wine da Leopoldina (Flavoured beer: Smoked Beer).

As cervejarias do Brasil também conquistaram dois bronzes em Bruxelas. Esses foram para a Catharina Sour com Jabuticaba da Masterpiece (Speciality Beer: Other Sour Ale) e a Imperial Stout da St. Patrick’s (Stout/ Porter: Russian Imperial Stout).

Como foi o Brussels Beer Challenge
Nesta edição do Brussels Beer Challenge, 85 especialistas julgaram 1.800 cervejarias de todo o mundo. Foram 41 países participantes da competição cervejeira, com alguns novatos, casos de Cabo Verde, Turquia, Índia, Equador, México e Malásia.

Em termos de resultados, a Bélgica manteve a liderança com 82 medalhas (de um total de 270), seguida por Holanda (35), Itália (34), Estados Unidos (25), China (16), França (15), Alemanha (11) e Brasil (9).

A Bélgica também teve a melhor cerveja da competição cervejeira, a Gouden Carolus Whiskey Infused, da Brouwerij Het Anker, que também levou ouro na categoria Speciality Beer com mais de 7% de graduação alcoólica.

Masterpiece é a melhor sul-americana do International Beer Challenge

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A cervejaria Masterpiece foi o grande destaque brasileiro e sul-americano do International Beer Challenge. A marca de Niterói (RJ) ganhou o prêmio de Cervejaria da América do Sul Mais Recomendada por ter sido a que mais faturou medalhas entre as participantes do continente.

Foram cinco medalhas conquistadas pela Masterpiece, sendo duas de prata e três de bronze no International Beer Challenge, tradicional premiação realizada em Londres e que em 2022 teve a sua 26ª edição.

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As medalhas de prata foram para a Jan Matejko (Pale Schoeps) e a Catharina Sour com Jabuticaba. Já os bronzes para a Masterpiece no International Beer Challenge ficaram com a Dortmund (Adambier), a Catharina Sour com Amora e a Manet (Blond Ale com Goiaba).

Nesta edição do prêmio, a belga John Martin Brewery foi eleita a melhor cervejaria. Para isso, conquistou oito medalhas de ouro, uma de prata e duas de bronze, também sendo a mais premiada da Europa. E teve a melhor Ale com mais de 5% de graduação alcoólica da competição cervejeira.

Já a 1906 Black Coupage, da espanhola Hijos de Rivera e que no Brasil faz parte do portfólio da Estrella Galicia, acabou sendo escolhida a melhor cerveja do International Beer Challenge, uma premiação que envolveu os rótulos que haviam sido agraciados com medalhas de ouro, passando por nova avaliação dos jurados.

Foi uma mudança em relação aos dois anos anteriores, quando cervejas sem álcool ou com baixa graduação alcoólica haviam triunfado na competição em Londres – agora, então, venceu um rótulo com 7,2% ABV. Na disputa, a 1906 Black Coupage também acabou sendo escolhida a melhor Lager com mais de 5% de graduação alcoólica.

Esta edição do International Beer Challenge teve a participação de cervejarias de 31 países, tendo distribuído 61 medalhas de ouro. Além disso, foram 131 pratas e 177 bronzes.