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Lúpulo brasileiro viu projeto de lei avançar na Câmara e união produtiva para ganhar escala

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O ano de 2025 marcou um período de reconhecimento institucional para o lúpulo brasileiro, avalia Daniel Leal, vice-presidente da Associação Brasileira de Produtores de Lúpulo (Aprolúpulo). Ao mesmo tempo, a cadeia produtiva enfrentou desafios, como um “achatamento” na curva de desenvolvimento, que pressiona pequenos produtores a buscarem cooperação ou saírem do negócio. 

A cadeia do lúpulo busca se estabelecer como alternativa para a indústria brasileira. Atualmente, quase todo o lúpulo consumido no Brasil é importado, mesmo com o alto volume de produção de cerveja no país. O Brasil é o terceiro maior produtor de cerveja do mundo, atrás da China e dos Estados Unidos — um mercado promissor para o cultivo de lúpulo local.

Reconhecimento 

Do ponto de vista institucional, Leal avalia que 2025 foi um ano “bastante positivo”. Ele destaca que o lúpulo brasileiro consolidou sua presença no discurso governamental e de entidades da cadeia da cerveja. 

“Foi um ano em que o lúpulo se fez muito presente. A gente vê o lúpulo brasileiro no discurso de outras entidades, na cadeia produtiva da cerveja, em diferentes órgãos municipais, estaduais e federais. Falam do lúpulo e reconhecem o lúpulo, apoiando cada vez mais a nossa cultura”, afirma.

Avanço legal do lúpulo brasileiro

Em meio a esta articulação, houve um marco importante: o início da tramitação do projeto de lei (PL) que institui a Política Nacional de Incentivo à Produção de Lúpulo de Qualidade no Brasil, de autoria da deputada federal Adriana Corsi (PT-GO). 

O PL já foi aprovado na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados e, em outubro, foi recebido na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Após a avaliação, o PL deve seguir para votação em plenário (acompanhe a tramitação aqui).

O objetivo é promover e estimular o desenvolvimento da cadeia produtiva. A iniciativa prevê acesso a crédito e seguro rural, assistência técnica e extensão rural, pesquisa agrícola e desenvolvimento tecnológico, capacitação gerencial e qualificação da mão de obra, e a criação de um selo de qualidade para o produto nacional. 

A busca pela união na produção

Segundo Leal, o lúpulo brasileiro enfrenta um cenário de competição binária: não há “meio-termo” ou “escadinha” de evolução. O produto nacional compete diretamente com os players globais que detêm alta tecnologia e capacidade de investimento. Assim, mesmo para pequenas cervejarias, a comparação de qualidade é feita com o padrão internacional.

Leal afirma que a produção de lúpulo para atender a demanda da indústria exige escala. E o setor identificou que a verticalização total — quando uma só propriedade é responsável pela produção, beneficiamento, industrialização e comercialização — acaba saindo mais caro. E é inviável para o pequeno produtor, porque este modelo drena tempo e recursos que deveriam estar focados no campo.

A solução aponta para a união e cooperação, transformando o processamento em responsabilidade coletiva.

O exemplo de Araraquara

CPL de Araraquara. Foto: Arquivo Pessoal/Luciana Andreia Pereira)

O grande destaque prático de 2025 foi a entrega da estrutura da Cadeia Produtiva Local (CPL) de Araraquara (SP), inaugurada em 1º de agosto. O espaço é equipado com peladora, secador, peletizadora, câmeras de armazenamento e fria, e embaladora a vácuo. A estrutura garante conservação e processamento adequado do produto, de acordo com Luciana Andreia Pereira, sócia da Lúpulo Guarani e diretora da CPL de Araraquara.

Nestes primeiros meses, a CPL já fechou parceria com universidades e disseminou a cultura. Participam desta cadeia a UNESP Técnica (Cervejeiras, Cosméticos, Químicas e Farmacêuticas), a UNESP de Botucatu (Agronomia) e a UNESP de Jaboticabal (Agronomia). Além disso, contam com a experiência de grandes profissionais. São nomes como o engenheiro Felipe Francisco, que tem mais de 16 anos de experiência em lúpulo, e do professor Éder Antônio Gigliotti, que atua com controle fitossanitário e melhoramento genético. “Essa base institucional de pesquisa dá suporte para que o crescimento seja até exponencial, embora ainda se trate de uma estimativa”, afirma Luciana.

“Atualmente, iniciamos essa cadeia com 6,2 hectares, o que representa 30% do total produzido no estado de São Paulo, que conta com 24 hectares segundo o último Mapa da Aprolúpulo. Além disso, há uma estimativa de 26 novos plantios dentro dessa CPL, muitos elos de produção já estão inseridos na cadeia, embora ainda não tenham iniciado o cultivo”, afirma.

Investimento

O investimento parte do governo do Estado e inclui governança estruturada, estatutos e regimento para assegurar solidez e continuidade do projeto. Esse investimento resultou em dois editais de fomento e R$ 1 milhão, aplicados na cultura do Lúpulo na região, somente por parte do governo, cuja marca regional é “Lúpulo Central Paulista”. Além disso, buscamos linhas de pesquisa e parcerias com o EMBRAPII, que atua no desenvolvimento de maquinário para a cadeia.

O local tem capacidade para atender a produção local e realizou eventos técnicos importantes durante a colheita.

Ela conta que dentro do projeto da CPL, no edital de fomento, existe investimento em consultoria para esses novos plantios, recursos destinados aos projetos e linhas de crédito para que os plantios se concretizem. A perspectiva é que esses 26 hectares se transformem em cultivo ativo, ou seja, a produção da CPL poderá dobrar. 

Pequenos produtores saem, outros maiores entram na cadeia

O ano de 2025 também trouxe para a cadeia produtiva do lúpulo um fenômeno que Daniel Leal descreve como “achatamento” na curva de desenvolvimento do setor. Segundo Leal, produtores menores e isolados, que não conseguiram se integrar a cooperativas ou associações, estão deixando a cultura. 

Isso reflete a realidade global, onde a produção funciona em grande escala ou via terceirização da verticalização.

Em contrapartida, há a entrada de novos produtores com perfil diferente. Eles têm áreas de produção maiores, melhor estruturação e investimento, além do uso de referências produtivas já existentes para otimizar processos.

Quando o viajante se torna a experiência

Coluna Ana Pampillón

Como venho falando por aqui, o turismo cervejeiro é uma jornada de descoberta sensorial e cultural, na qual a cerveja atua como um guia para explorar novos lugares, tradições e sabores. Assim, se consolida como uma das áreas mais promissoras do turismo brasileiro.

Recentemente, recebi a visita — e tive a oportunidade — de conversar e acompanhar um pouquinho do projeto Expedição Malte. Nele, Rodrigo Castelhano viaja em um fusquinha 1974, que saiu do Ushuaia em direção ao Alasca, sempre visitando cervejarias. Ou seja, fazendo turismo cervejeiro de uma forma muito inusitada. O carro é seu transporte e seu abrigo.

A história dele como viajante é repleta de aventuras e me levou a refletir sobre como é importante quando praticamos a hospitalidade. Principalmente para os amantes da cerveja, que criam grandes expectativas com essas borbulhas maltadas.

Fazer com que a experiência na cervejaria ou pub se equipare ao que o visitante já conhece da própria cerveja não é fácil. Por isso, é fundamental que as cervejarias se estruturem para oferecer uma boa vivência. O que inclui precificação justa e atrativa, e, principalmente, reforço do encantamento que já existe com o produto, criando algo muito especial.

É receita de sucesso garantido!

E o mais interessante no caso da Expedição Malte é que o viajante se tornou a experiência também. O projeto é um exemplo de como se pode inspirar outros a explorar a cultura cervejeira, criando uma comunidade de entusiastas da cerveja.

A paixão do Rodrigo se tornou um negócio de experiência, promovendo a disseminação da cultura cervejeira e inspirando outros a criarem seus próprios roteiros.


Ana Cláudia Pampillón é turismóloga e sommelière de cervejas, tendo uma longa jornada de atuação no mercado turístico e cervejeiro do estado do Rio de Janeiro. Coordena há 10 anos a Rota Cervejeira RJ e também atua no mercado de lúpulo brasileiro, aproximando os produtores das cervejarias.


* Este é um texto opinativo. As opiniões e informações contidas nele são de responsabilidade do colunista e não refletem necessariamente a opinião do Guia da Cerveja.

Menu Degustação: Ambev investe R$ 1 bilhão e inaugura fábrica de vidros no Paraná

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A Ambev inaugurou nesta segunda-feira (15) sua nova unidade de embalagens em Carambeí, a primeira fábrica de vidros no Paraná. Com um investimento de R$ 1 bilhão, a planta marca um passo estratégico para a companhia, que agora integra todas as etapas de produção no estado, desde o cultivo da cevada até o envase. A unidade tem capacidade para produzir 600 milhões de garrafas por ano, focando especialmente nos segmentos que lideram a expansão do setor: as cervejas premium e as opções zero álcool.

O aporte visa sustentar o crescimento acelerado de marcas como Spaten, Stella Artois e Corona. Desde 2019, o volume de vendas do portfólio premium da Ambev saltou 200%, levando a empresa a retomar a liderança desse nicho em 2025. A nova fábrica de vidros no Paraná produzirá diversos formatos, incluindo as populares long-necks e garrafas de 600 ml. Inicialmente, a linha de montagem foca em vidros verdes, mas a estrutura já está preparada para fabricar garrafas transparentes (flint) e âmbar no futuro.

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Além do ganho em escala, a operação otimiza a logística nacional da Ambev. As garrafas produzidas na fábrica de vidros no Paraná abastecerão cervejarias em oito estados brasileiros, reduzindo custos de transporte e tempo de entrega. Segundo Carlos Lisboa, CEO da companhia, a unidade é fundamental para fortalecer a economia regional e a eficiência da cadeia de valor. O projeto gerou mais de 4.200 empregos durante as obras e agora mantém cerca de 400 postos diretos e indiretos na região dos Campos Gerais.

A sustentabilidade é outro pilar central desta fábrica de vidros no Paraná, que já nasce operando com 100% de energia renovável. A planta utiliza fornos de alta eficiência energética e está apta a queimar biocombustíveis. Em linha com as metas ambientais, as garrafas utilizam entre 20% e 80% de vidro reciclado em sua composição. Este investimento faz parte de um ciclo maior de R$ 10 bilhões aplicados pela Ambev no Brasil nos últimos três anos, consolidando o Paraná como um dos maiores polos cervejeiros do país.

Veja também neste Menu Degustação:

Após adiamento, Festival Cultural de Natal da Bodebrown acontece neste fim de semana

Após o adiamento por conta do tempo, o Festival Cultural de Natal da Bodebrown, em Curitiba (PR) começa nesta sexta-feira (19). O evento segue até domingo (21) na rua em frente à fábrica (Rua Carlos de Laet, 1015), no bairro Hauer, com nove bandas e grupos folclóricos. O destaque da programação é o encontro da Orquestra Sinfônica de Curitiba com tributo ao Iron Maiden no domingo. A gastronomia internacional e as visitas à fábrica de cerveja estão confirmadas. Informações no perfil do Instagram da Bodebrown.

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Festival Cervejeiro de Foz do Iguaçu também será realizado agora

Também remarcado, o Festival Cervejeiro de Foz do Iguaçu (PR) começou na sexta (19) e vai até domingo (21) na Roda Gigante Yup Star (Rua Quixadá, 127 — Parque Res. Três Fronteiras). A realização foi remarcada após ventos fortes impedirem a montagem das estruturas na semana anterior. O secretário Edinardo Aguiar reforçou que a segurança foi prioridade para manter toda a grade de atrações e expositores original. O evento tem entrada gratuita, é pet friendly e contará com música ao vivo, gastronomia e rótulos artesanais. Mais informações no site da prefeitura de Foz do Iguaçu.

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Santos recebe cinco dias de churrasco e cerveja no Parque Valongo

O Parque Beer BBQ Festival iniciou sua programação na sexta-feira (19) no Parque Valongo, em Santos (SP). O evento reúne chefs assadores e cervejarias artesanais em uma estrutura completa com área kids e música ao vivo até o dia 23 de dezembro. Organizado pelas empresas O Terminal e Trend Entretenimento, o festival busca atrair turistas e moradores para a região central da cidade. As atividades ocorrem diariamente das 13h às 22h com acesso livre ao público. Detalhes no perfil do Instagram do Terminal Eventos.

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Programação de natal da Gård cervejaria agita Campos do Jordão

A Gård Cervejaria segue com sua agenda especial de dezembro nas unidades do Horto Florestal e Parque Bambuí, em Campos do Jordão (SP). A programação incluiu promoções de Almochopp na sexta-feira (19) e apresentações musicais para o período natalino. Na quarta-feira (24), Edu Skyliner apresenta repertório folk, seguido por rock e blues nos dias 27 e 28 de dezembro. A casa também lança uma cerveja sazonal exclusiva para brindar as festas de fim de ano.

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Selo Proteja Sua Praya apoiará inicialmente quatro praias certificadas, incluindo Itamambuca (SP) e Praia do Francês (AL) (Crédito: Divulgação)

Cerveja Praya anuncia parceria para preservação de reservas de surf

A cerveja Praya oficializou na terça-feira (16) sua parceria com o Programa Brasileiro de Reservas de Surf em evento na Praia do Moçambique, em Florianópolis (SC). A marca relançou o selo Proteja Sua Praya como uma plataforma de conservação que apoiará inicialmente quatro praias certificadas, incluindo Itamambuca (SP) e Praia do Francês (AL). Segundo o CEO Felipe Della Negra, a iniciativa ambiental é parte essencial da identidade da marca e visa garantir o estilo de vida litorâneo para futuras gerações.

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Estrella Galicia marca presença na fanzone da Stock Car em Interlagos

A Estrella Galicia reforçou sua conexão com o automobilismo durante a Fanzone Stock Car Mr.Moo, realizada no último final de semana em Interlagos, São Paulo (SP). A cervejaria espanhola operou paredões de chope e um carrinho exclusivo da linha premium 1906 no setor VIP para degustação do público. A marca mantém parcerias globais no esporte, consolidando sua presença no mercado brasileiro.

Neste sábado (20), a marca encerra o calendário de 2025 no automobilismo com presença nas 500 Milhas Schadek de Kart Granja Viana, uma das provas de endurance mais tradicionais e prestigiadas do kartismo mundial. O evento acontece no Kartódromo Granja Viana, reunindo pilotos profissionais e amadores em uma corrida de 12 horas de duração.

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Estrella Galicia nos shows de Limp Bizkit e Ney Matogrosso em São Paulo

A Estrella Galicia também marca presença nos shows de Limp Bizkit e Ney Matogrosso no Allianz Parque, em São Paulo (SP). As apresentações ocorrem neste sábado (20) e no domingo (21), sob a realização da produtora 30e. O público terá à disposição os rótulos Lager e 0,0 para acompanhar os diferentes estilos musicais no estádio. Segundo a diretora de marketing Renata Cecco, a ação une música e autenticidade em momentos de celebração coletiva.

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Spaten lança coleção streetwear inspirada no universo do boxe

A cervejaria Spaten anunciou uma colaboração exclusiva com a Singa Store para lançar uma linha de roupas inspirada na disciplina do boxe. A coleção Champions Are Made In Silence traz peças como moletons e bonés, protagonizada pelos pugilistas olímpicos Luiz Bolinha e Jucielen Romeu. A diretora Cinthia Klumpp afirmou que a moda expressa a garra invisível dos treinos e a autenticidade que a marca celebra nos esportes de combate. Os produtos sustentáveis são produzidos com algodão orgânico e estão disponíveis no site Singa Store.

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Oktoberfest de igrejinha destina milhões para entidades sociais

A 36ª Oktoberfest de Igrejinha (RS) encerrou sua edição de 2025 com o repasse de R$ 3,4 milhões para 89 entidades da região. O anúncio foi feito na quinta-feira (11) durante a Festa da Colheita, beneficiando áreas como saúde, segurança e educação no Vale do Paranhana. O presidente Falcon Jost celebrou o engajamento de mais de três mil voluntários que garantiram o resultado financeiro positivo para a comunidade. A próxima edição já tem data marcada para 17 a 26 de outubro de 2026 sob nova diretoria. Informações completas na página oficial da Oktoberfest Igrejinha.

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Lager do Largo, da Cervejaria Ignorus, tem pinhão na receita (Crédito: Divulgação)

Rota cervejeira de piracicaba promove edição especial de Natal

A Rota Cervejeira de Piracicaba (SP) realiza sua edição natalina neste sábado (20), com um tour por três importantes fábricas da região. O passeio visita a tradicional Cevada Pura, a inovadora Sexto Sentido e a HZB, local de partida e chegada do roteiro. Segundo Marcelo Basso, a edição celebra o fortalecimento do setor oferecendo visitas guiadas e degustações em um clima de confraternização. O tour começa às 10h e os ingressos estão disponíveis por meio do perfil do Instagram @rota.cervejeira.piracicaba.

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Ignorus lança Lager do Largo com pinhão

A Ignorus Cervejaria acaba de apresentar a Lager do Largo, uma American Light Lager que leva pinhão em sua receita. Produzida em Colombo (PR), na Região Metropolitana de Curitiba, a bebida marca a estreia da marca em latas de 350 ml pasteurizadas, buscando expandir sua presença nos mercados de Santa Catarina, Paraná e São Paulo. O sócio Alberto Basso destaca que o rótulo traz o sabor da terra paranaense em uma versão leve e refrescante. Com teor alcoólico de 4,5%, a cerveja apresenta a famosa capivara em sua arte visual percorrendo pontos turísticos de Curitiba (PR). Para as festas de fim de ano, a empresa disponibiliza um kit especial com copos e adesivos exclusivos.

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Joy Project Brewing realiza Seca Barril em Curitiba

A Joy Project Brewing promove o seu Seca Barril neste sábado (20), a partir das 14h, em Curitiba (PR). O taproom no bairro Xaxim terá mais de 15 torneiras com chopes a preços promocionais partindo de R$ 14. Entre os destaques estão a premiada Lazy Turtle e a refrescante Green Line. A cervejaria celebra o crescimento de 24% na produção em 2025 e projeta fabricar 140 mil litros no próximo ano. Detalhes das bebidas e o endereço completo estão disponíveis no site oficial da Joy Project Brewing.

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Brahma e Zé Delivery lançam promoção com cerveja grátis

Brahma e Zé Delivery apresentam a promoção Investidor Campeão. No domingo (21), torcedores que comprarem produtos da marca pelo aplicativo podem receber até R$ 50 de volta caso seu time seja o grande vencedor. Além do cashback, a escalação do Corinthians vai gerar cupons de desconto exclusivos para os usuários da plataforma. O serviço também passou a oferecer o aluguel agendado de chopeiras com guia de litragem para festas. Interessados podem conferir as regras e participar pelo aplicativo Zé Delivery.

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Casa Sol abre temporada de verão em Juquehy

A praia de Juquehy, em São Sebastião (SP), recebe a Casa Sol – promovida pela cerveja Sol – entre os dias 28 de dezembro e 11 de janeiro. O projeto pé na areia combina bem-estar, música e uma intervenção artística sustentável da muralista Yara Amaral na fachada. A programação diária gratuita inclui massagens, yoga e apresentações de DJs, enquanto a festa de Réveillon terá sistema open bar. Segundo os organizadores, o espaço foi pensado para celebrar a vida sob o sol com experiências de relaxamento. Garanta seu ingresso para a virada de ano no site plataforma Ingresse.

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Cerveja periférica inverte lógica industrial e usa até Pancs para produzir a bebida

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A cerveja nasceu periférica. Foi concebida como alimento fermentado e nutritivo por mulheres do Oriente Médio e Norte da África, muito antes de se tornar um produto industrial de massa. No entanto, o conhecimento ancestral foi suprimido, a cerveja foi culturalmente “embranquecida e eurocentrada” e a indústria construiu socialmente o gosto por um único tipo de produto de baixo custo, grande margem e pouco sabor. Esta avaliação é do chef Edson Leite, que está inserido em um contexto que tenta subverter essa lógica, produzindo cervejas artesanais na periferia de São Paulo.

Ele faz isso por meio do projeto Gastronomia Periférica e da produção da cerveja de sua marca, a Pokazideia. São iniciativas que se destacam como um exemplo potente de impacto social, resgatando o conceito da bebida como alimento, utilizando ingredientes locais e acessíveis, como as Pancs (Plantas Alimentícias Não Convencionais).

O Gastronomia Periférica nasceu em 2012, no bairro Capão Redondo, após o chef Edson Leite retornar de uma temporada na Europa. O projeto logo se consolidou como um negócio social com a missão de transformar vidas através da alimentação e da formação.

Da mão de obra ao protagonismo

A Pokazideia é a marca de cerveja desenvolvida dentro do Gastronomia Periférica. O projeto une uma escola de gastronomia para profissionalizar os moradores da região, com foco em sustentabilidade e aproveitamento integral de alimentos.

Segundo Edson, a ideia central do projeto é transformar o morador da periferia, que muitas vezes opera o maquinário nas grandes fábricas, em protagonista, produtor e consumidor de cervejas de qualidade.

Pokazideia, aliás, é uma gíria da periferia que significa “encerrar uma conversa” ou “afirmar algo”. Leite critica a lógica do mercado que treinou o paladar periférico “para consumir bebidas de baixa qualidade” e faz um alerta direto sobre a saúde e a dignidade atreladas a esse consumo. “É necessário falarmos que qualidade da cerveja é igual a não ter dor de cabeça ou dor de barriga. Ou seja, pagar mais por um bom produto é não gastar com remédio”, afirma Leite, defendendo que a democratização da cerveja artesanal é também uma questão de saúde e dignidade.

A cerveja periférica que alcança o luxo

Versão da cerveja Pokazideia produzida para o Pullman Ibirapuera (Crédito: Divulgação)

Com o objetivo de gerar renda na periferia por meio de um produto de alto valor agregado, a Pokazideia desenhou sua receita utilizando uma Panc. A escolhida foi a azedinha (Rumex acetosa), uma hortaliça folhosa que resiste ao sol, à chuva e às pragas, e entrega um sabor meio cítrico e que mistura um “leve azedo e umami”.

A azedinha da Pokazideia vem do sítio Nossa Vida, que fica em Parelheiros, e gera renda para o pequeno produtor responsável por seu cultivo. Para cada 400 litros produzidos, são necessários quase 30 quilos de azedinha, garantindo um impacto econômico direto e significativo na região.

A receita nasceu em um processo colaborativo entre o chef Edson Leite e Rafael Orlandi. Após seis meses de estudo, a Pokazideia foi refinada com o mestre-cervejeiro Frank Skwirut, da Cervejaria Tria, para otimizar a produção em maior escala. A bebida é uma Lager leve, com 4,5% de graduação alcoólica, caracterizada por um final seco e o sabor da azedinha.

A estratégia de unir impacto social e excelência de produto conquistou diferentes nichos. No grande varejo, por exemplo, a linha pasteurizada da Pokazideia é vendida há três anos na rede de supermercados Carrefour, em São Paulo, totalizando mais de 30 mil litros produzidos e consolidando a marca no segmento.

Para o mercado de luxo, o projeto desenvolveu uma linha exclusiva para o hotel 5 estrelas Pullman Ibirapuera. Tratada como o “elixir da azedinha”, essa versão é mantida em uma rigorosa cadeia fria desde a fabricação até o copo. Com produção limitada a 400 litros, ela é feita apenas duas vezes ao ano, provando a versatilidade e o prestígio alcançado pela cerveja periférica.

Domínio da técnica e profissionalização

Para além do sucesso comercial, o foco central do Gastronomia Periférica se mantém na formação e no domínio da técnica.

Para Leite, o ensino da produção cervejeira é visto como uma ferramenta vitalícia: ao dominar a técnica e o produto, o profissional da periferia se diferencia no mercado, transformando a cerveja em um vetor de mudança econômica e cultural. Desta forma, o projeto estabelece um ciclo virtuoso: o consumo consciente financia a formação, e a formação, por sua vez, gera novos protagonistas no mercado.

Como o próprio chef resume a missão do projeto em entrevista ao Guia da Cerveja em 2021: “Resistir não é atacar, é pensar para que aquilo perpetue-se.”

Chef Edson Leite, criador do projeto Gastronomia Periférica e da cerveja Pokazideia (Crédito: Arquivo Pessoal)

Outros projetos de identidade e território

A Pokazideia não é uma iniciativa isolada. É um exemplo do um movimento maior, da cerveja periférica artesanal, e parte de uma busca mais ampla por identidade e resgate territorial. A especialista Guta Chaves, que lidera o Observatório da Gastronomia, destaca o surgimento de outras marcas que reforçam essa tendência.

“Tenho percebido esse movimento da cerveja artesanal das periferias como uma busca de identidade, um resgate de produtos locais, com uma visão voltada para experimentação, criatividade, saudabilidade e sustentabilidade”, afirma Guta Chaves, citando outras marcas como a X Craft Beer, na represa de Guarapiranga, que usa ingredientes da Mata Atlântica; a Grana Beer, no Grajaú; e a Oz, em Osasco.

Brasileiro lidera ranking global de consciência ambiental e destaca potencial da lata de alumínio

O Brasil está no topo do ranking quando o assunto é consciência ambiental. Uma pesquisa global realizada pelo programa Every Can Counts (Cada Lata Conta) aponta que os brasileiros são os mais preocupados com o futuro do planeta entre 16 países pesquisados. Os números são expressivos: 97% da população demonstra inquietação com o desmatamento, a poluição do ar e o impacto dos plásticos no meio ambiente. E 96% aponta “mudanças climáticas” como preocupação.

Essa angústia ambiental, no entanto, não fica somente no campo das ideias. Ela se transforma em uma cobrança direta por soluções práticas no consumo do dia a dia. Para o brasileiro, a consciência ambiental agora vem acompanhada de uma régua alta: 94% dos entrevistados defendem que marcas e fabricantes sejam obrigados a utilizar materiais reciclados.

“Esses dados refletem um avanço importante na consciência ambiental do consumidor brasileiro. E reforçam a necessidade de oferecermos soluções mais sustentáveis que estejam à altura desse nível de exigência”, afirma Cátilo Cândido, presidente da Associação Brasileira da Lata de Alumínio (Abralatas).

É justamente nesse ponto, onde a demanda por sustentabilidade encontra a realidade produtiva, que a lata de alumínio para bebidas se consolida como a resposta da economia circular. “A lata de alumínio para bebidas é hoje a embalagem mais reciclada do mundo, com um sistema estruturado que garante altíssimos índices de reciclagem no país”, completa o executivo.

Há 16 anos consecutivos, o Brasil mantém um índice de reciclagem de latas superior a 95%, provando que a embalagem não é apenas “reciclável” em teoria, mas efetivamente reciclada na prática.

Circularidade

Boa parte dos brasileiros já entende o conceito de circularidade. Mais da metade (54%) define corretamente uma embalagem circular como aquela que pode ser reaproveitada infinitamente para o mesmo fim. Além disso, 71% dos brasileiros consideram que uma embalagem reciclável deve ser projetada para a circularidade — o maior índice entre todos os países analisados.

“A circularidade não é apenas um conceito técnico. É uma prática que começa na escolha da embalagem. A lata é segura, protege o conteúdo e ainda retorna rapidamente à cadeia produtiva, com economia de energia e menor impacto ambiental. Nosso desafio agora é ampliar essa percepção junto à população, valorizando a escolha consciente”, completa Cândido.

A indústria pode reciclar a lata de alumínio inúmeras vezes sem que ela perca suas propriedades. Mais do que isso, o ciclo é veloz: em somente 60 dias, uma latinha sai das mãos do consumidor e retorna às prateleiras dos supermercados.

Essa eficiência logística se traduz em benefícios diretos para o clima. Produzir uma embalagem a partir de material reciclado reduz em 70% o consumo de energia e a emissão de CO2 em relação ao alumínio primário. 

A percepção global sobre a reciclabilidade da lata de alumínio cresceu de 12% em 2022 para 17% em 2025. No entanto, ela ainda ocupa posição inferior em comparação a outras embalagens, como o plástico e o vidro — muitas vezes erroneamente vistos como mais recicláveis.

Consciência ambiental na prática

A percepção positiva sobre a reciclagem também se traduz em comportamento: 55% dos brasileiros dizem reciclar motivados pela consciência ambiental, e 52% destacam a conveniência como fator essencial. O levantamento também aponta que 83% dos brasileiros reciclariam mais se a experiência fosse mais divertida ou interativa, por meio de jogos, aplicativos ou recompensas.

O projeto que deu origem a esses dados, o Every Can Counts, nasceu no Reino Unido em 2009. Hoje já está presente em mais de 20 países. O objetivo e ambicioso: de reciclar 100% das latas consumidas no mundo. A versão brasileira do programa — o Cada Lata Conta — atua na linha de frente da educação ambiental.

O movimento valoriza as pequenas ações individuais, mostrando que a reciclagem começa na escolha consciente da embalagem no ponto de venda. Ao unir tecnologia, engajamento social e eficiência industrial, o programa ajuda a manter o Brasil como a principal vitrine global para a sustentabilidade da lata de alumínio.

Indústria cervejeira reduz uso de água em 40% nos últimos 15 anos no Brasil

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A água é indispensável para a cerveja. Além de compor cerca de 90% do produto, ela é utilizada em vários processos numa cervejaria, como resfriamento e limpeza. E em épocas em que cidades como São Paulo (SP) enfrentam a ameaça de uma nova crise hídrica, é bom saber que a Indústria cervejeira reduziu o uso de água em 40% nos últimos 15 anos.

O dado é um dos destaques no Relatório de Sustentabilidade do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), documento inédito lançado nesta quarta-feira (17) em cerimônia no Salão Nobre da Câmara dos Deputados. O documento, elaborado pela primeira vez pela entidade que representa 12 associados responsáveis por 85% da produção nacional, também registra avanços expressivos em reciclagem, reuso de embalagens, transição energética e impacto social ampliado.

O relatório está disponível na íntegra no site do Sindicerv.

Relatório de sustentabilidade Sindicerv

O relatório é uma construção coletiva de empresas de diferentes portes, regiões e perfis em prol de uma agenda positiva comum. E o impacto é grande, dado o peso econômico e social do setor cervejeiro no Brasil. Trata-se de uma das maiores cadeias produtivas do país, gerando 2,5 milhões de empregos diretos, indiretos e induzidos, respondendo por 2% do PIB brasileiro e contribuindo com mais de 50 bilhões de reais em impostos anuais.

Ao reunir doze associadas em um mesmo documento, o Sindicerv demonstra a maturidade de um ecossistema capaz de influenciar comportamentos, acelerar soluções e ampliar resultados sustentáveis em escala.

Para Priscilla Gurgel, gerente de Sustentabilidade do Sindicerv, o documento inédito simboliza uma virada de chave na forma como o setor encara o seu papel no país. “Reunimos dados, iniciativas e compromissos de empresas muito diferentes entre si, mas que compartilham um mesmo propósito. Este Relatório mostra que a sustentabilidade é uma força estruturante do setor cervejeiro, guiada por ciência, inovação e pelo respeito às pessoas que fazem essa cadeia acontecer. É um documento vivo, que orienta decisões e inspira novos avanços.”

O presidente-executivo do Sindicerv, Márcio Maciel, reforça que a sustentabilidade faz parte da identidade da indústria. “A cadeia da cerveja move o Brasil. Gera emprego, renda, inovação e desenvolvimento. O lançamento deste Relatório prova que podemos ir além: crescer, preservando recursos, acelerando a transição energética, valorizando catadores e fortalecendo as comunidades. Quando a cerveja avança com responsabilidade, todo o país avança junto.”

Indústria cervejeira e o uso de água

Em 2011 a indústria da cerveja tinha um consumo de água 4,3 litros para produzir cada litro de cerveja. Já em 2014, com o avanço da tecnologia e investimentos do setor, ele chegou a 2,6 litros em média. Segundo o documento do Sindicerv, essa melhoria representa uma economia de 161,93 bilhões de litros de água no período. É um volume capaz de abastecer uma cidade de 2,9 milhões de habitantes (como Brasília) por um ano.

Grandes e pequenas cervejarias estão juntas na preocupação e nos investimentos para melhor utilização dos recursos hídricos. A Ambev, por exemplo, economizou cerca de 56,1 mil m³ de água por mês somente com a água de reúso utilizada nos processos industriais. Já o Grupo Heineken alcançou uma redução de 18% no consumo desde 2022 por meio de inovações tecnológicas e melhorias nos processos de produção e reaproveitamento, de acordo com o relatório.

Cervejarias artesanais também estão definindo metas de melhorias. A Stannis, de Jaraguá do Sul (SC), colocou como objetivo reduzir o uso para 6 litros em 2026 e 4 litros em 2027. A Quatro Poderes, de Brasília (DF), atua com o Ação Água, programa de otimização de recursos e tem meta de redução de 10% no em 2025 e 5% adicionais em 2026.

Embalagens e transição energética na indústria cervejeira

Íntegra do Relatório de Sustentabilidade do Sindicerv está disponível no site da entidade (Crédito: Reprodução/Sindicerv)

Entre os destaques do relatório estão as melhorias em embalagens. A reciclagem de latas de alumínio chegou a 97,3% em 2024, mantendo o Brasil entre os líderes globais do setor. Mais de 33,5 bilhões de unidades retornaram ao ciclo produtivo e podem voltar às prateleiras em apenas 60 dias, em média. A indústria cervejeira representa mais da metade do mercado brasileiro de latas.

A reciclagem de vidro também avançou, impulsionada pela Circula Vidro, iniciativa que reúne indústria, entidades e fabricantes para transformar o material. Uma mesma garrafa de cerveja é reutilizada, em média, 25 vezes. Hoje mais de 80% do portfólio de vidro é retornável.

O relatório também evidencia o avanço da indústria na transição energética, uma das pautas ambientais mais urgentes do mundo. Praticamente 100% da energia elétrica utilizada pelas associadas já vem de fontes renováveis, seja por autogeração — como parques solares eólicos —, seja por contratos de compra de energia limpa. A frota elétrica em expansão (cerca de 400 caminhões elétricos são usados nas operações de transporte) reforça esse compromisso. Além disso, reduz emissões diretas, aproximando o setor das metas de descarbonização.

Meio ambiente e impacto social do setor cervejeiro

O documento também destaca o conjunto de ações de cunho ambiental: cerca de 3 milhões de árvores plantadas, 2.780 hectares de matas nativas restauradas, 11 mil hectares de áreas de conservação mantidas.

Além disso, há destaque no campo social. O setor demonstra que resultados ambientais expressivos dependem, sobretudo, de pessoas, ao reconhecer, apoiar e fortalecer o trabalho essencial dos catadores e das cooperativas na economia circular. Essa combinação entre tecnologia e humanidade torna possível transformar resíduos em recursos e inclusão social em impacto permanente.

O consumo consciente também é destaque no documento. Ele ressalta o aumento dos portfólios de bebidas com menor teor alcoólico e sem álcool e o crescimento expressivo do volume de produção desses produtos. Também há ações visando promover a moderação e combater o uso nocivo de bebidas alcoólicas.

Inflação da cerveja desacelera em novembro; acumulado de 12 meses se aproxima ao IPCA

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A inflação da cerveja fechou o mês de novembro com variação de 0,73%, acima da inflação oficial do país captada pelo IPCA, que subiu 0,18%, mas abaixo do registrado em outubro, quando a variação ficou em 0,75%.

No acumulado de 12 meses, os preços da cerveja em domicílio variaram 4,53%, em consonância com o indicador geral, de 4,46% no mesmo período.

Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), e foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

LEIA TAMBÉM:

IPCA: Inflação geral e da cerveja mês a mês nos últimos 12 meses
MêsGeralCerveja em domicílioCerveja fora do domicílio
novembro 20250,180,730,78
outubro 20250,090,75-0,08
setembro 20250,480,640,44
agosto 2025-0,1110,42
julho 20250,260,450,06
junho 20250,240,36-0,17
maio 20250,260,110,11
abril 20250,430,480,61
março 20250,560,370,17
fevereiro 20251,31-0,291,07
janeiro 20250,160,49-0,09
dezembro 20240,52-0,640,24
novembro 20240,390,850,79
Fonte: IBGE

Inflação da cerveja

Este é o sexto mês consecutivo em que a cerveja tem resultado superior ao índice geral. No ano, a variação acumulada da cerveja é de 5,20% e, em 12 meses, de 4,53%. Ambos os acumulados estão superiores ao do índice geral: 3,92% e 4,46%, respectivamente.

De acordo com o IBGE, a variação de preços é explicada porque os preços da cerveja foram reajustados por alguns fabricantes, com possível reflexo ao longo dos meses para o consumidor final. 

Goiânia tem maior aumento e São Luís, maior recuo

Na análise entre as 17 capitais avaliadas pelo IBGE, a que teve maior variação de preços da cerveja em novembro foi Goiânia, com avanço de 1,85%, seguida por Belém e Campo Grande (1,65% cada) e Curitiba (1,58%).

Os maiores recuos foram registrados em São Luís, com redução de -1,89% nos preços, seguida por Porto Alegre (-0,91%) e Belo Horizonte (-0,34%).

Produção industrial segue em ritmo de recuperação

Os dados da PIM-PF (Pesquisa Industrial Mensal — Produção Física), também divulgados pelo IBGE, apontam que a fabricação de bebidas alcoólicas recuou -1,3% em outubro, em mais um mês de recuperação gradual do setor desde julho, quando o recuo atingiu o menor nível do ano, de -14,8%.

No acumulado do ano, de janeiro a outubro, a variação também ficou negativa em -4,3%, levemente acima do acumulado até setembro, quando ficou em -4,7%.

O acumulado de 12 meses, de outubro de 2024 a outubro de 2025, teve recuo de -4,4%.

Guinness é viral: como desafios do TikTok rejuvenesceram uma Stout centenária

A Guinness, tradicional cerveja Stout irlandesa, está passando por uma nova e inesperada fase de popularidade. A cerveja se tornou estrela de desafios que viralizaram nas plataformas de redes sociais em todo o mundo, o que está impulsionando o consumo e trazendo maior visibilidade à bebida para além dos pubs.

O sucesso da Guinness nas redes sociais tem sido impulsionado por desafios e rituais que transformam o ato de beber em conteúdo compartilhável. Veículos internacionais especializados como o VinePair, The Independent e The Drinks Business têm noticiado e analisado esse fenômeno cultural e comercial.

A ascensão da Guinness no digital é orgânica e passa longe de grandes planejamentos de marketing — ou seja, é o público que está levando a cerveja à ascensão e à nova popularidade. O resultado foi um recorde inesperado de vendas que, segundo a CNN, levou os pubs a temerem ficar sem estoque da bebida.

“Split the G” (Divida o G)

Um dos desafios mais viralizados ficou conhecido como “Split the G” (que, em tradução livre, significa divida o “G”). Esta tendência consiste em dar um primeiro (grande) gole no pint de Guinness até que a linha entre o líquido escuro e o famoso creme branco se posicione de maneira exata com o centro da letra “G” impressa no copo oficial. 

É um desafio bem difícil e, ao mesmo tempo, divertido, já que a tendência é que se beba menos ou mais do que a linha imaginária.

Mas, por que isso se tornou viral? Especialistas em marketing e conteúdo digital afirmam que a força do “Split the G” está em sua simplicidade e alto valor visual. O desafio transforma um momento comum de consumo em uma competição social, potencializada pelo alcance dos vídeos. 

Se, antes, brincadeiras com bebidas ficavam circunscritas a quem dividisse a mesa de bar (ou de casa, entre amigos), agora não há limites físicos para compartilhar essa experiência. A graça está em filmar e compartilhar as tentativas e sucessos, o que representa um volume significativo de publicidade gratuita e autêntica, conhecida como earned media.

A origem dessa brincadeira ainda é debatida, mas não se originou da equipe de marketing da Guinness, já que a marca nunca lançou uma campanha de marketing para “Dividir a G”. Especialistas até dizem que, se a Guinness tentasse criar uma versão comercializada da experiência, o resultado poderia levá-la ao constrangimento, comum às marcas que tentam forçar uma identificação com o público.

Em vez disso, a Guinness focou em fortalecer a cadeia de suprimentos para garantir que, à medida que a popularidade crescesse, sempre haveria um copo e um barril para satisfazer a experiência do cliente-fã.

Guinness na variação “60/40”

Outra tendência que ganhou visibilidade é o pint “60/40”. Essa variação reflete uma mudança no comportamento do consumidor, que busca bebidas com menor teor alcoólico. A receita é simples: uma mistura de 60% da Guinness 0.0 (a versão não alcoólica) com 40% da Guinness tradicional, resultando em uma stout híbrida com cerca de 1,7% de álcool por volume.

A tendência gerou forte controvérsia na comunidade cervejeira, sendo vista por alguns como uma inovação inteligente e por outros como um “sacrilégio” à receita centenária. 

No entanto, é exatamente essa polarização que alimenta o debate e o engajamento massivo nas plataformas digitais, mantendo a marca em evidência. Afinal, todo mundo quer comentar o que acha da mistura.

A estética e o ritual como fatores de sucesso

O fascínio das redes sociais pela Guinness é mais profundo do que modismos passageiros. Analistas de mercado apontam que a cerveja possui características intrínsecas que a tornam naturalmente atraente para o consumo de mídia.

Em primeiro lugar, eles destacam que a estética da cerveja é um grande diferencial. Afinal, o contraste dramático entre o corpo escuro e a espuma cremosa branca se alinham com o “efeito cascata”, processo visual que ocorre enquanto o líquido se acerta no copo enquanto está sendo servido. Todo esse contexto fornece uma experiência visual ideal para vídeos curtos e impactantes. Ou seja, sucesso garantido.

Em segundo lugar, o ritual de serviço da Guinness, com sua exigência de um despejo lento e em duas etapas, cria um elemento de performance ou “teatro” no bar. Esse processo, que leva cerca de 120 segundos para ser concluído, se alinha perfeitamente com a narrativa de conteúdo digital. Nesse aspecto, a experiência é tão valorizada quanto o produto final. E isso traz mais elementos à degustação dessa cerveja — ou seja, além do paladar, o visual também agrada.

Ao capitalizar a autenticidade de sua história, enquanto permite que seus consumidores criem e conduzam as tendências, a Guinness demonstrou a capacidade de uma marca centenária de se manter relevante e prosperar na dinâmica cultural da era digital.

Mídia espontânea rejuvenesceu a marca Guinness (Imagem: Reprodução / Guinness.com)
Mídia espontânea rejuvenesceu a marca Guinness (Imagem: Reprodução / Guinness.com)

Decreto 12.709 marca nova fase para as bebidas no Brasil

O setor de bebidas no Brasil começa a operar sob novas regras com a publicação do Decreto nº 12.709/2025, que reformula completamente o regulamento de fiscalização de produtos de origem vegetal. A proposta é modernizar o modelo anterior, que já não acompanhava as transformações do mercado. O novo texto traz conceitos atualizados, mecanismos mais precisos de controle e uma tentativa clara de desburocratizar sem abrir mão da segurança e da transparência.

A nova norma já está em vigor. No entanto, os efeitos variam conforme o tipo de dispositivo: algumas regras passam a valer imediatamente, outras em até dois anos, a depender da exigência. É o caso, por exemplo, das rotulagens com alteração de denominação, que só precisarão ser adaptadas após 730 dias da publicação oficial.

Fim da divisão entre vinhos e as demais bebidas

Uma das mudanças mais marcantes está no fim da separação histórica entre o vinho e as outras bebidas. Até então, a legislação era dividida em dois blocos. De um lado, estavam as normas específicas para o vinho e seus derivados. Do outro, as regras gerais para cervejas, destilados, sucos, vinagres e demais bebidas.

Com o novo decreto, todas essas categorias passam a ser tratadas dentro de um único marco regulatório. Bebidas agora integram o conceito amplo de produtos de origem vegetal, ao lado de vegetais in natura, processados, algas, fungos e até ingredientes destinados à alimentação animal. Essa unificação busca simplificar o entendimento e tornar a fiscalização mais eficiente, promovendo um ambiente regulatório mais harmonizado e atualizado com os padrões internacionais.

Rastreabilidade ganha protagonismo

Um dos pontos que mais chama atenção é a forma como o Decreto 12.709 trata a rastreabilidade. O tema, que antes era tratado de forma pontual, agora ocupa uma seção inteira. Isso não parece ser coincidência. Diante de crises recentes envolvendo contaminação de bebidas por substâncias como o metanol, a nova norma reforça a importância de se conhecer a origem e o percurso dos produtos ao longo de toda a cadeia produtiva.

Todos os agentes envolvidos — do campo ao envase — precisarão manter registros auditáveis por até 18 meses. Essas informações deverão estar disponíveis às autoridades quando solicitadas. A rastreabilidade deixa de ser apenas uma formalidade e passa a ser uma ferramenta central de segurança alimentar e responsabilidade empresarial.

Rotulagem: mais clareza, menos espaço para dúvidas

A nova regulamentação também traz avanços importantes nas regras de rotulagem. Os rótulos precisarão ser claros, legíveis, em língua portuguesa e com informações corretas e completas. Elementos gráficos que possam induzir o consumidor ao erro — como imagens que sugiram propriedades terapêuticas — estão expressamente proibidos.

Produtos importados também deverão seguir as mesmas exigências, com as informações obrigatórias disponibilizadas em português, seja no rótulo original ou em etiqueta complementar.

Declaração de produção anual: continua obrigatória, mas com menos rigidez formal

Antes do decreto 12.709, a apresentação da declaração de produção anual era uma exigência clara, com prazo fixo até 31 de janeiro de cada ano. Todos os estabelecimentos deveriam comunicar à Superintendência Federal de Agricultura a quantidade produzida e os estoques existentes ao fim do exercício.

A nova norma não traz mais esse detalhamento. A obrigatoriedade aparece apenas como uma infração de natureza moderada quando não cumprida dentro do prazo definido em legislações específicas. Ou seja, a exigência segue válida, mas os detalhes operacionais passam a ser definidos em atos normativos complementares.

Na prática, essa mudança flexibiliza a redação da obrigação, mas reforça que seu descumprimento ainda pode gerar sanções. A declaração continua sendo peça-chave para garantir as informações de cada setor — no caso das cervejarias, por exemplo, é a base dos dados utilizados na elaboração do Anuário da Cerveja.

Multas mais proporcionais e valores revistos

O novo decreto também atualiza o regime de sanções. Antes, o valor mínimo de multa era de R$ 2.000. Agora, com base na Lei nº 14.515/2022, esse valor pode começar em R$ 100, podendo chegar a R$ 150.000, conforme a gravidade da infração e o porte da empresa.

Essa nova lógica cria uma gradação mais justa, com tabelas de referência para aplicar penalidades proporcionais à capacidade econômica do infrator e ao impacto da conduta irregular. Além disso, os valores passam a ser corrigidos anualmente com base no INPC, garantindo atualização frente à inflação.

Um marco regulatório mais coerente com o presente

O Decreto nº 12.709/2025 representa uma mudança importante no modo como o Brasil enxerga e fiscaliza seus produtos de origem vegetal, incluindo as bebidas alcoólicas e não alcoólicas. A modernização da linguagem normativa, a integração de categorias antes tratadas de forma separada e a valorização de temas como rastreabilidade e rotulagem mostram um esforço claro em alinhar o país com práticas mais contemporâneas e eficientes.

Para quem vive o dia a dia do setor de bebidas, o novo regulamento oferece desafios e também oportunidades. Adaptar-se será essencial. Afinal, o respeito às regras segue sendo o primeiro ingrediente de qualquer produto de qualidade.


André Lopes é advogado, sócio do escritório Lopes Verdi Advogados e criadores Advogado Cervejeiro.


* Este é um texto opinativo. As opiniões e informações contidas nele são de responsabilidade do colunista e não refletem necessariamente a opinião do Guia da Cerveja.

Menu Degustação: World Beer Cup terá participação de cervejas brasileiras via Abracerva

O World Beer Cup, considerado o mais importante concurso de cerveja do mundo, terá a participação das cervejas brasileiras premiadas com medalha de ouro na etapa nacional da 5ª Copa Cerveja Brasil, competição da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva). O evento acontece em abril de 2026 nos Estados Unidos.

A participação das cervejarias no World Beer Cup ocorre por meio de uma parceria entre a Abracerva e sua congênere estadunidense, a Brewers Association (BA), organizadora da competição internacional e que ofereceu inscrições gratuitamente para as medalhistas brasileiras. São 17 cervejas representas do Brasil este ano. Em 2024 e 2025 foram conquistados sete prêmios internacionais.

“Essa proximidade com a BA ampliou o acesso das pequenas cervejarias brasileiras ao principal palco competitivo do mundo [World Beer Cup]. É uma oportunidade real de mostrar nossa técnica, diversidade e criatividade, e reforçar internacionalmente o valor da cerveja artesanal do Brasil”, afirma o presidente da Abracerva, Gilberto Tarantino.

A parceria inclui ainda uma missão internacional para a Craft Brewers Conference and BrewExpo America, maior encontro anual da indústria de cerveja artesanal das Américas, que acontece na Philadelphia entre 20 a 22 de abril. É nesse evento que acontece a premiação do World Beer Cup. Os interessados em participar podem entrar em contato pelo e-mail wbc2026@abracerva.com.br.

Além do World Beer Cup, confira também neste Menu Degustação:

Mariana Astolfi lança Cacau IPA em parceria com o app BeerBo

A empresária e influenciadora da cerveja Mariana Astolfi, do perfil do Instagram @confianamari, lançou na quinta-feira (11) no Empório Alto de Pinheiros na capital paulista uma nova versão da sua Cacau IPA, receita que produz há anos para seu bar em Bauru (SP), o Dignissima Beer & Smoke. Desta vez, ela saiu das panelas pequenas para ser produzida em escala maior com ajuda do aplicativo BeerBo, de propriedade de Fernando von Borstel – ex-proprietário da cervejaria Von Borstel, de Londrina (PR).

O BeerBo é um software por assinatura de controle de produção focado em cervejarias que também oferece a possibilidade de produção de pequenos lotes (250 a 500 litros) dentro do projeto Cervejaria Experimental. A cerveja, que foi inspirada na Cacau IPA da Bodebrown, de Curitiba (PR), fica engatada no EAP até acabar. Mas boa parte da produção vai para o bar de Bauru.

Peregrinos Abominável Wild Fest acontece neste sábado

A cervejaria Peregrinos realiza neste sábado (13) o Abominável Wild Fest 2025, festival de cervejas selvagens e ácidas, no Peregrinos Pocket Bar na Vila Madalena, em São Paulo (SP). Dezenas de cervejas selvagens nacionais e Lambics belgas serão servidas em doses a partir de garrafas e dez torneiras de chope. Para participar, o interessado deve comprar a taça oficial na plataforma Sympla, que dá direito a consumo open bar. O evento ocorre das 12h às 20h no tap room (Rua Girassol, 655) e imediações.

Ativações da Ambev marcam Carnatal 2025

O Carnatal 2025 em Natal (RN) consagrou o reencontro do público potiguar com a Ambev cheia de experiências com as marcas Skol, Guaraná Antarctica e Beats. Skol celebrou seus 60 anos com o Camarote Skol e uma prainha instagramável, reforçando sua relação histórica com o evento. Guaraná Antarctica resgatou a cultura dos tradicionais pernas de pau e distribuiu glitter, enquanto Beats lançou o Green Mix e instalou um prisma instagramável. A Ambev também reforça estratégia de conexão cultural incentivando o consumo responsável e oferecendo opções zero álcool.

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Edelbrau lança cerveja Tripel envelhecida em barris

A Cervejaria Edelbrau lançou uma Belgian Tripel maturada por seis meses em barril de carvalho americano. O processo confere complexidade e intensifica os aromas, com notas de frutas maduras e especiarias, além da madeira, que remete a baunilha e coco-queimado. A tiragem é limitada. São cerca de 600 unidades em embalagem colecionável. O sócio Fernando Maldaner afirma que a edição continua o projeto de rótulos envelhecidos, explorando novos sabores na cervejaria gaúcha.

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Cervejaria Erdinger amplia presença no Brasil com Interfood

A Erdinger, maior e mais popular marca de cerveja de trigo independente da Alemanha, amplia sua presença no Brasil com distribuição exclusiva pela Interfood. Fundada em 1886 em Erding (Alemanha), a cervejaria segue a Lei da Pureza da Cerveja de 1516 e usa o método de maturação dupla bávara para garantir o equilíbrio de corpo e aroma. O portfólio traz opções — disponíveis em garrafa, lata e barril — como Dunkel, Pikantus, Helles, Kristall e Urweisse. Também estão a sazonal Oktoberfest, a clássica Weissbier e a sem álcool Alkoholfrei,

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Festival Cultural de Natal da Bodebrown

A Bodebrown realiza neste sábado (13) e domingo (14) o Festival Cultural de Natal em Curitiba (PR), gratuito e aberto ao público. A programação, que marca dez anos de festivais temáticos da cervejaria, destaca a união da Orquestra Sinfônica de Curitiba e a banda Made In CWB para interpretar clássicos do Iron Maiden no domingo. O evento terá ainda apresentações folclóricas, tributos a bandas de rock, espaço gastronômico e visitas à fábrica, com Café da Manhã Solidário mediante doação de alimentos. Mais informações sobre os horários e atrações estão no site oficial bodebrown.com.br.

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Academia da Cerveja celebra 2 anos

A Academia da Cerveja, escola de cultura cervejeira da Ambev, celebra dois anos de sua sede física em São Paulo (SP) com programação especial em dezembro. A agenda começa na segunda-feira (15) com a última edição gratuita do curso “Introdução ao Mundo da Cerveja”, e na quinta-feira (18) com uma harmonização natalina, com inscrições a R$99. As atividades para maiores de 18 anos acontecem na sede em Pinheiros, com informações e inscrições no site academiadacerveja.com.

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Corona Luau MTV já está disponível online

O Corona Luau MTV de 2025 presta um tributo emocionante à Cássia Eller, que completaria 63 anos na quarta-feira (10). O programa, gravado em Maresias (SP) com Nando Reis, Céu e Os Garotin, e apresentado por Sarah Oliveira, já pode ser assistido online YouTube da MTV Brasil eCorona, e também na Pluto TV. A homenagem integra a celebração dos 100 anos da marca de cerveja, com a turnê do projeto seguindo para o Rio de Janeiro (RJ) no domingo (14) e São Paulo (SP) no domingo (21), com ingressos à venda no site eventim.com.br.

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Itaipava patrocina show de encerramento da Tardezinha 2025

A Itaipava é a cerveja oficial do encerramento da turnê Tardezinha 2025, do cantor Thiaguinho, em São Paulo (SP), no sábado (20), no autódromo de Interlagos. Em dez anos de parceria, a marca, que prioriza a praça paulista, criou uma embalagem exclusiva da Itaipava Premium. A Head de Marketing Cristiane Rosa afirma que a presença da Itaipava no evento reforça seu compromisso com iniciativas culturais que valorizam a celebração e estreitam a relação com o público.

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Heineken Lager Spritz estreia nos bares

A Heineken Lager Spritz é uma nova Lager da marca inspirada no ritual dos coquetéis Spritz, com infusão de botânicos e 6% de teor alcoólico. Ela agora começa a chegar a bares selecionados de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Florianópolis (SC). O preço será o mesmo da Heineken tradicional. O lançamento inaugura uma experiência de consumo exclusiva, com ritual em copo especial, gelo e fatia de laranja. Elbert Beekman, gerente de marketing, reforça a antecipação de tendências da marca, expandindo o universo cervejeiro com um ritual que eleva a ocasião de consumo no verão.

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Tiny Desk Brasil recebe Liniker, que lança música inédita

Liniker, uma das mais celebradas cantoras brasileiras, é a atração do décimo episódio do Tiny Desk Brasil, apresentado por Heineken, que foi ao ar na terça-feira (09) no canal exclusivo no YouTube. A artista, que já estrelou a versão americana, presenteia o público da mesinha com o primeiro fonograma da canção inédita “Charme”. Liniker se diz ansiosa para conhecer a pluralidade musical do país através do formato, que segue a filosofia de valorizar a essência da música em seu estado mais natural.

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Budweiser estreia plataforma Bud Live no Brasil com Maroon

A Budweiser deu o pontapé inicial na plataforma global de música Bud Live no Brasil com um show exclusivo do Maroon 5 em São Paulo (SP) na sexta-feira (5). O evento, criado para os fãs mais apaixonados, reuniu personalidades como Bianca Andrade e Mari Palma, e teve ambientes imersivos e latas comemorativas com as assinaturas da banda. A plataforma Bud Live, presente de Budweiser aos fãs, busca proporcionar experiências exclusivas, colocando o público no centro e aproximando-o dos seus ídolos.

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Lote promocional do Brasil Cup 2026 se encerra na segunda-feira

O lote promocional de inscrições para a Brasil Cup 2026, uma das competições mais prestigiadas de bebidas da América Latina, está chegando ao fim. A data limite para aproveitar o preço especial de R$ 260 se encerra na segunda-feira (15). A partir de terça-feira (16) o valor será outro: R$ 390. Os interessados devem garantir a participação e conferir os regulamentos pelo site www.brasilbeercup.com.br. A edição de 2026 será em Florianópolis (SC), entre 07 e 12 de setembro, e promete superar o recorde de rótulos de 2025, com a inclusão de novos segmentos, como Brasil Chocolate Cup e Brasil Olive Cup.

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