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Menu Degustação: Livros em pré-venda da Krater, cursos do Ceres…

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Nem só de celebrações é marcado o período do final do ano. Para quem deseja adquirir conhecimento, há boas opções sendo oferecidas, como as da editora Krater, que está com dois livros de autores internacionais em pré-venda no seu site e com preços promocionais.

Em outra frente, para quem já iniciou o planejamento de 2023, o Instituto Ceres abriu inscrições do seu curso de sommelier de cervejas com turmas em João Pessoa e Recife. E o Science of Beer já prepara uma viagem de estudos cervejeiros a ser realizada ao longo do próximo ano.

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Confira essas e outras novidades no setor no Menu Degustação do Guia:

Novos livros da Krater
A editora Krater iniciou a pré-venda de dois livros de escritores estrangeiros. Um deles é o “Ciência da Cerveja – a química dos processos cervejeiros”, de Luís Torre, com preço promocional, de R$ 65 por R$ 50. Nesta obra, o autor argentino esclarece os princípios elementares por trás dos ingredientes e de cada etapa da produção de cerveja, tudo sob o olhar de um químico cervejeiro e fundamentado no que há de mais recente na pesquisa científica sobre o tema. O outro livro em pré-lançamento é “A Evolução da Cerveja em 50 estilos”, da britânica Natalya Watson. Começando no Reino Unido de 1600 com uma cerveja marrom defumada e terminando com atuais áreas de inovação, este guia percorre o tempo e o mundo para contar as histórias por trás de alguns dos estilos de cerveja mais conhecidos da atualidade, incluindo German Lagers, Stouts, Porters, Pilsners, IPAs e Sour Beers. De R$ 85, está sendo comercializado por R$ 70 na pré-venda.

Cursos do Ceres em 2023
O Instituto Ceres está com inscrições abertas para o curso Sommelier de Cervejas em João Pessoa e Recife. As aulas começam em abril de 2023, mas as inscrições são até dezembro. Serão 100 horas de aula, com 100 rótulos a serem degustados, abordagem sobre harmonizações história, estilos de cerveja, serviço, gastronomia e saúde, assim como experiências além do copo.

Viagem cervejeira do Science
A Viagem de Estudos Cervejeiros 2023 do Science of Beer já tem data marcada: de 15 a 25 de setembro. Para garantir um mergulho na história e nas escolas cervejeiras da Europa, o roteiro passará por França, Alemanha e Bélgica, com visitas a cervejarias, pubs, mosteiros, fazendas de lúpulo e fábricas, além da Oktoberfest de Munique. Mais informações podem ser obtidas no site da instituição de ensino.

“Inauguração” do Esconderijo
O Esconderijo, bar em São Paulo da Juan Caloto, está em festa. Desde quinta-feira, o espaço comemora um ano de “soft opening”, com o que está sendo chamado de “inauguração oficial” ficando para o sábado. Nesta sexta (16), tem apresentação musical, jarra de chope a R$ 70 e copo personalizado para os primeiros 20 clientes que pedirem um half pint. Já no sábado (17), os 20 primeiros clientes que chegarem ganham copos personalizados. Além disso, todos os drinques e cervejas da casa estarão com 20% de desconto e haverá venda de 20 jarras a R$ 80 que garantem um desconto vitalício de 10% em todos os chopes do bar.

Bar em contêiner
O Quiosque do Lugui agora também está presente em Sorriso (MT). E com uma novidade: essa é a primeira unidade da rede no formato contêiner. Os mato-grossenses podem saborear por lá o chope puro malte servido através da Ice Beer Special, a única chopeira totalmente congelada da América do Sul. Além disso, o gastrobar possui diversas opções de pratos assinados por chefs renomados, entre eles o boca de anjo, que é um pão baguete recheado com frango desfiado com páprica, queijo provolone, pico de galo e limão.

Loja da Wäls no Verdemar Buritis
A rede de supermercados Verdemar fechou uma parceria com a Wäls e trouxe para a unidade do bairro Buritis, em Belo Horizonte, uma loja conceito da marca. Lá, o público poderá encontrar a variedade dos rótulos da marca, como Wäls Lagoinha, Session Citra, Belgian Witte, Verano, Trippel, Quadruppel, Brut e a Dubbel, além de um local descontraído para degustar uma cerveja gelada e souvenirs presenteáveis da marca.

Heineken apoia catadores
O Instituto Heineken e a Associação Nacional dos Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis (Ancat) anunciaram uma iniciativa em que um hub móvel oferecerá equipes de atendimento composta por psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros, nutricionistas e orientadores de políticas públicas, entre outros profissionais e serviços aos profissionais representados pela Ancat. A expectativa com o projeto piloto é impactar mil catadores em 2023.

Fluid Feeder e Heineken
A empresa da área de equipamentos e serviços para tratamento de água e efluentes Fluid Feeder foi contratada para a fabricação de Lavadores de Gás Amônia para duas plantas das fábricas do Grupo Heineken. O contrato foi realizado pela OCS Instalações Industriais – a qual é contratada da cervejaria – para produção inicial de cinco peças. Um equipamento seguiu para a planta da cervejaria de Igarassu (PE), enquanto o outro para a fábrica de Benevides (PA).

Campanha da Petra
A cerveja Petra Puro Malte lançou uma ação nas plantações de cevada próprias da marca: instalou alto-falantes no campo e convidou os consumidores a mandarem áudios com mensagens para serem reproduzidos para as plantas. O objetivo, ao final da ação, é produzir uma edição limitada da cerveja Petra com a cevada que cresceu com as vozes dos consumidores. Essa edição não será comercializada, sendo direcionada para influenciadores digitais.

Copo do Clube do Malte
O Clube do Malte desenvolveu, em parceria com a Oxford Crystal, um copo exclusivo que promete permitir que o consumidor sinta a experiência sensorial completa da bebida. É o Perfect Pint, copo que tem composição de 100% cristal e conta também com um design único, que retém melhor a espuma e permite que o aroma fique mais próximo ao nariz, unindo olfato e paladar em um único gole. Já a base, mais estreita, preserva melhor a temperatura da bebida e o material escolhido contribui para intensificar ainda mais o sabor.

Coleção de roupas da Copa
Em mais uma ativação vinculada à Copa do Mundo, a Budweiser, cerveja oficial da competição, lançou uma collab especial com a Cartel 011, uma coleção de roupas com peças atemporais, inspirada nos amantes de futebol e fãs de Budweiser. As icônicas cores da cerveja dão vida a uma seleção de nove peças no estilo hype e moda street, divididas entre jaquetas, moletons, camisetas e acessórios exclusivos.

Produção de microalgas
O laboratório de inovação Bev Hack Lab criou fotobiorreatores a partir de tanques de cerveja para estudar a produção de microalgas. A proposta do projeto é explorar o potencial do desenvolvimento sustentável de microalgas, que servem à indústria como “superalimento” – graças à abundância de proteínas, antioxidantes, ômega-3, sais minerais e vitaminas do complexo B.

Como foi o ano de 2022 para a indústria da cerveja? Confira 9 avaliações

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O ano da retomada. Foi assim que diversas empresas atuantes em diferentes áreas da indústria da cerveja avaliam como foi 2022, esperançosas de que este seja o marco do início de um novo ciclo expansionista, depois dos desafios encarados em 2020 e 2021, frutos, principalmente, dos efeitos provocados pela pandemia do coronavírus.

Essa foi a avaliação apresentada majoritariamente pelos nove representantes de diferentes segmentos da indústria da cerveja consultados pela reportagem do Guia sobre como enxergam o ano de 2022 no setor. E a sensação, ainda que existam problemas a lidar, é de que o pior já passou.

O fim das restrições, que permitiram a retomada dos eventos, foi vista como aspecto importante para o crescimento no volume de vendas das marcas de cerveja e, consequentemente, dos fornecedores da indústria, trazendo algum otimismo para quem atua no segmento ao longo de 2022 e para o ano que está por vir.

“Com a volta desses eventos e a flexibilização do distanciamento social, as cervejarias puderam ver um aumento na demanda do mercado, que estava represada desde o início da pandemia”, avalia Ewerton Miglioranza, sócio-fundador da BierHeld.

Os desafios, claro, prosseguem. Dívidas contraídas durante a pandemia ainda afetam as operações, assim como a alta dos preços dos insumos, além da sua escassez, com alguns desses problemas tendo sido provocados por fatores que vão muito além do ecossistema cervejeiro, provocaram oscilações.

“Muitas cervejarias ainda estão tentando recuperar o tempo perdido durante a pandemia. Várias ainda têm passivos financeiros, mas notamos claramente sinais de recuperação”, avalia Dario Ocelli, CEO da Eureka.

Além disso, a retomada de alguma normalidade à sociedade também alterou tendências do auge da pandemia. Afinal, se de um lado o consumo em bares e o turismo cervejeiro puderam expandir após longo período de dificuldades, quem opera com maior foco no varejo, observou uma mudança de cenário, também provocada pela maior concorrência de outras bebidas alcoólicas.

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Confira, na avaliação de 9 empresas, como foi o ano de 2022 para a indústria da cerveja:

Beer Business (Filipe Bortolini, sócio-administrador)
Vemos que 2022 foi um ano de retomada dos negócios e do mercado cervejeiro, que ainda sofre com os reflexos da pandemia. Já vemos muitos estabelecimentos aumentando seus volumes de venda e percebemos que há um crescimento da confiança no crescimento do mercado. Isso tem se refletido nas conversas com os clientes e com os fornecedores.

BierHeld (Ewerton Miglioranza, sócio-fundador)
Para o setor foi um ano de retomada, uma vez que no ano passado as cervejarias ainda sofreram bastante por conta da pandemia de Covid-19, que afetou a economia de forma geral, mais especificamente na parte de festas e eventos, que estão ligadas diretamente às vendas de bebidas. Com a volta desses eventos e a flexibilização do distanciamento social, as cervejarias puderam ver um aumento na demanda do mercado, que estava represada desde o início da pandemia.

CBCA (Gustavo Barreira, CEO)
O mercado de cervejas especiais continua com sólido crescimento. Ainda não encerramos o ano, mas nossas projeções indicam que as especiais devem ganhar mais 0,3% ou 0,4% de participação no mercado total de cervejas no Brasil, se aproximando de 3% de participação. O número porcentual parece pequeno, mas isso representa a migração de algo em torno de 40 milhões de litros dos produtos mainstream para as cervejas especiais.

Cia de Brassagem Brasil (Danielle Mingatos, sócia)
2022, para o setor, foi um ano bom. Vejo, novamente, números positivos e é claro que a gente sempre espera que esses números continuem subindo. Tivemos problemas com alta e escassez de insumos, o que prejudica o setor, de certa forma.

Eureka (Dario Ocelli, CEO)
Para o setor cervejeiro, 2022 foi um ano bem complicado, muitas cervejarias ainda estão tentando recuperar o tempo perdido durante a pandemia. Várias ainda têm passivos financeiros, mas notamos claramente sinais de recuperação. Podemos dizer que o pior já passou.

Meu Garrafão (Helton Aguiar, diretor)
Analisando outros artigos sobre o mercado cervejeiro, eu percebi que a própria cerveja tem sofrido com concorrentes, por exemplo, bebidas prontas, drinques prontos enlatados, entre outros. A inflação de 2022 também pressionou o consumo de cerveja. Eu vejo que o setor cervejeiro batalha duro por dias melhores. E nós, que apoiamos esse setor, temos que ficar atentos a tendências e mudanças constantes, não só no setor cervejeiro como nos adaptarmos a outros estilos de bebidas.

NewAge (Edison Nunes, gerente comercial)
Foram grandes oscilações de volume e diferentes resultados para grandes marcas e pequenas. No pós-pandemia, o consumo se moveu dos supermercados para bares e restaurantes, retomando o volume e as margens das grandes companhias de bebidas e caindo o volume para aquelas que se dedicam mais aos canais de supermercados e conveniências.

Porofil (Nelson Karsokas Filho, proprietário)
Dadas as situações que atravessamos com a questão da pandemia, não podemos reclamar do desempenho de 2022. Seguimos nossa estratégia e arregaçamos as mangas para atravessar esse período.

Rota RJ (Ana Cláudia Pampillón (coordenadora)
O ano de 2022 foi um ano no qual vimos o turismo começar a respirar novamente e várias ações turísticas das cervejarias começaram a se formar mediante a possibilidade de retomada de fato.

Luta por segurança para LGBTQIAP+ ganha reforço de ação que mapeia bares

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A realização da Copa do Mundo em novembro e dezembro, a aproximação do verão e a liberação do 13º salário têm contribuído para o aumento da frequência do público nos bares e restaurantes, a ponto de estimativas apontarem a possibilidade de aumento de até 30% no faturamento dos estabelecimentos nos últimos meses de 2022. Mas junto com as aglomerações nos bares, também podem vir riscos maiores, sobretudo àquelas pessoas que não se enquadram no que uma parcela da sociedade ainda considera como um “padrão”, como a comunidade LGBTQIAP+.

Pensando em como o preconceito e a intolerância têm violado os direitos deste público, a Ambev iniciou a ação “Bar de Respeito”, realizada para mapear bares e estabelecimentos amigáveis à comunidade LGBTQIAP+. “No caso do Bar de Respeito, nos unimos à plataforma da Nohs Somos para ajudar a mapear bares amigáveis à comunidade, dando treinamento para esses estabelecimentos”, explica Ewerton Oliveira, gerente de marca da Ambev.

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O Bar de Respeito busca ser um “Maps LGBTQIAP+” e foi construída com a contribuição da própria comunidade. E além de destacar os lugares com as melhores avaliações, ainda pode gerar recompensas, como descontos para os usuários. A iniciativa e o movimento começaram com a Copa do Mundo, mas seguirão como um legado de inclusão ao fim do torneio.

A plataforma está disponível em todo o Brasil, com a Ambev ativando bares em São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Florianópolis, Brasília, Curitiba e Fortaleza. Espaços selecionados nessas cidades terão como principal missão disseminar uma cultura de naturalidade e segurança para que todos possam ter momentos de curtição.

E a ação não é à toa, pois a segurança para a comunidade LGBTQIAP+ é um assunto urgente, com dados alarmantes. O “Dossiê de Mortes e Violências Contra LGBTI+” denuncia que ocorreram 316 mortes de forma violenta no país contra esse público em 2021, sendo 285 delas por assassinato. O estudo aponta crescimento de 33% no número de mortes violentas desse grupo em relação a 2020, evidenciando como a comunidade LGBTQIAP+ está exposta.

São vários os desafios enfrentados pela comunidade LGBTQIAP+ todos os dias no Brasil, mas um dos maiores, certamente, é a questão da segurança. Sabemos que o caminho é longo, mas conseguir colocar de pé esse movimento de inclusão, fomentando a segurança e o respeito para que todas as pessoas se sintam acolhidas e parte da sociedade, faz parte do nosso objetivo de deixar um legado de inclusão para todo

Ewerton Oliveira, gerente de marca da Ambev

Treinamento e benefícios
Para a efetividade da iniciativa Bar de Respeito, a Ambev também fornece treinamento online prévio para os bares e seus funcionários com orientações sobre o tema e instruções de como agir em casos de discriminação à comunidade LGBTQIAP+. “Juntamente com empresas parceiras e um time especializado, esses estabelecimentos recebem letramento sobre o tema, com instruções de como agir, por exemplo, em casos de discriminação. Com isso, eles recebem o selo indicando que fazem parte desse movimento de inclusão”, afirma Oliveira.

Contando com um ambiente teoricamente mais seguro, os estabelecimentos do circuito Bar de Respeito terão benefícios oferecidos pela Ambev, além de passarem pela avaliação dos consumidores.

“Os pontos de venda participantes que completarem a jornada de treinamento, junto com os colaboradores, recebem créditos em compras na plataforma da Ambev, que podem ser trocados por produtos, além de ganharem destaque na plataforma. Para os clientes, o principal benefício é aproveitar de espaços mais acolhedores e respeitosos para momentos de diversão e mais motivos para brindar, e ainda por cima ganharem vouchers de desconto no Zé Delivery”, completa o gerente de marca da Ambev.

Nova cerveja faz releitura da caipirinha e alerta para tráfico de canários

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A Cia de Brassagem Brasil uniu a cerveja com o drinque mais popular do país para apresentar uma novidade ao mercado das artesanais. Com a releitura da caipirinha, a marca criou a Canário-da-Terra, uma cerveja do estilo Sour Ale, produzida em parceria com o Beco da Vila Olímpia.

“A cerveja é muito democrática e permite experimentar ideias, é o caso da Canário-da-Terra. No início, chamaríamos de Caipirinha Ale, mas como trata-se de uma releitura, fomos mais comedidos”, revela Danielle Mingatos, sócia, co-fundadora e cervejeira da marca.

A Canário-da-Terra, tem 8,3% de graduação alcoólica e 20 IBUs de amargor. De acordo com a descrição divulgada pela Cia de Brassagem, essa “releitura” da caipirinha é uma cerveja de cor dourada, com notas de limões taiti e siciliano, tanto no aroma quanto no sabor, provenientes do uso de suas cascas, além do frescor do lúpulo Citra, ressaltando as notas cítricas, além do toque amadeirado da amburana.

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A novidade da Cia de Brassagem está, inicialmente, disponível em chope no Beco da Vila Olímpia e no Tchê Café, ambos em São Paulo, assim como na tap house da Los Compadres, em Atibaia (SP). Em um primeiro momento, foram produzidos 660 litros da Canário-da-Terra, mas o sucesso inicial motivou a fabricação de um segundo lote da Sour Ale.

Tendo a preocupação com a proteção da fauna brasileira em sua atuação, a Cia de Brassagem agora optou por homenagear o canário-da-terra. Esse pássaro, ao contrário de outros animais que estampam cervejas da marca, não está em extinção. Mas é um dos principais alvo do tráfico de animais no Brasil. “É um pássaro lindo e que deve viver livre, assim como a cerveja que pode ser pensada fora dos padrões”, acrescenta Danielle.

Com a novidade que une cerveja e caipirinha, a sócia da Cia de Brassagem também espera chamar a atenção para o tráfico de animais silvestres. E o canário-da-terra, pelas cores das penas, canto e doçura, tem sido um dos alvos preferenciais dos traficantes.

“Faremos esse trabalho de conscientização sobre o tráfico de animais, que é um problema muito sério e, infelizmente, algo que ocorre muito. O Brasil, dada a sua fauna tão diversa e linda, chama a atenção daqueles que querem ter um exemplar de um pássaro ou animal silvestre em cativeiro. Os animais são lindos quando estão em seus habitats naturais, sendo preservados para que não desapareçam na natureza”, afirma Danielle.

Com soluções sensoriais, FlavorActiV ajuda a avaliar sabor e aroma das cervejas

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Independentemente da excelência dos processos e da qualidade das receitas, as cervejarias estão sujeitas a enfrentar problemas que podem afetar o sabor e o aroma das bebidas. E uma das formas de ajudar a resolvê-los é através da aplicação de um flavor, cuja utilização serve como ferramenta sensorial que consegue trazer com maior precisão os padrões para uma cerveja com características ideais.

Por meio de programas de calibração personalizados, a FlavorActiV se tornou referência no mercado cervejeiro e presta serviços para algumas das principais marcas do setor. Com painéis de degustação profissionais e suporte global com treinamento em mais de 15 idiomas, a empresa oferece kits com instrumentos sensoriais que proporcionam um ajuste fino na busca pela obtenção dos melhores sabores e aromas, agregando valor ao produto.

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“Os kits são importantes porque você consegue treinar a equipe e formar um painel para análise sensorial. E isso te dá um norte para qualquer problema que venha a ter sensorialmente no produto, tendo uma ideia de onde veio esse problema. Pode ocorrer, por exemplo, na cerveja, problema na fermentação, com a temperatura de fermentação, baixa dosagem de fermento, alguma contaminação por meio de bactéria ou microrganismo deteriorante”, afirma Bruno Braga, CEO da cervejaria Sampler, de Petrópolis (RJ), que é a representante da FlavorActiV no Brasil e comercializa em seu site e na sua brewhouse esses kits.

A multinacional, cuja base fica em Oxfordshire, na Inglaterra, disponibiliza uma gama de soluções sensoriais, desde padrões individuais de GMP (sigla para identificar a substância guanilato, tipo de nucleotídeo que contém características de sabor) até esquemas de proficiência (de competência para calibração das habilidades sensoriais) em escala total para grandes corporações da indústria cervejeira.

“A FlavorActiV é a principal fornecedora de flavors do mundo e tem contrato global com nove das dez maiores empresas do ramo alimentício do mundo. Então, oferece a oportunidade ao dono de uma cervejaria pequena ter o mesmo treinamento que empresas como a Heineken, a Ambev e a Coca-Cola fazem”, diz Braga.

Na sua brewhouse, a Sampler comercializa kits com até 20 flavors diferentes. O CEO recomenda o uso de uma média de 5 a 10 flavors em cada rodada de treinamento, pois a utilização da quantidade máxima poderá saturar o olfato dos participantes. E os conjuntos com dez flavors deverão ser comercializados a um preço que irá variar entre R$ 1.400 e R$ 1.500.

É um produto com uma tecnologia embarcada muito grande. Deveremos oferecer os kits com 20 flavors a um custo máximo de R$ 2 mil. E se for levado em conta o fato de que conta com um painel de 20 degustadores, um kit desse chega a um valor muito baixo de custo das amostras por degustador. É um investimento que se justifica e o ideal é que quem o adquira, use esse kit como um treinamento, realizado periodicamente, pelo menos de seis em seis meses com a equipe, para o pessoal estar se recalibrando e sempre afiado na análise sensorial

Bruno Braga, CEO da Sampler

Com os benefícios deste produto, Braga enfatiza que acaba tendo em mãos uma ferramenta para melhorar a qualidade das bebidas que vende também para os consumidores de sua cervejaria, a Sampler. “Hoje, temos esses flavors não só na brewshop, onde vendo os kits, como também na cervejaria. O treinamento da nossa equipe com os flavors favorece a detecção de problemas não só na nossa cerveja, mas nas cervejas que recebemos de convidados e colocamos para vender no nosso bar”, ressalta.

Além dos padrões do sabor GMP e dos treinamentos sensoriais para melhor calibração das bebidas, o pacote de soluções oferecido por meio da compra destes kits de flavors trazem vantagens que ajudam seus usuários a obter as melhores condições de amargura, frescor e análise dos aromas das cervejas.

Preço da cerveja tem quinto mês seguido de alta acima do IPCA

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O preço da cerveja no domicílio continua subindo em nível mais elevado do que o IPCA. De acordo com os dados divulgados pelo IBGE, o item teve alta de 0,75% em novembro, superior à aceleração do índice oficial, que foi de 0,41% no 11º mês de 2022.

Após um primeiro semestre de reajustes mais modestos em seu preço, a cerveja no domicílio, essencialmente vendida no varejo, vem apresentando altas mais relevantes no seu preço na segunda metade do ano. Assim, se havia sido de 2,31% até junho, a sua inflação em 2022 já está em 7,90%. E o índice é de 8,05% ao longo dos últimos 12 meses.

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Desde julho, aliás, a cerveja no domicílio apresenta reajustes superiores em seu preço em comparação ao IPCA do mês correspondente. E o mesmo aconteceu com a cerveja fora do domicílio em novembro, com inflação de 0,71%. O item vendido em bares e restaurantes agora tem alta de 5,84% em 2022 e de 5,94% nos últimos 12 meses.

A inflação da cerveja, seja no domicílio ou fora dele, é maior do que o IPCA de 2022 (está em 5,13%) e no período de dezembro de 2021 a novembro de 2022 (a inflação oficial fica em 5,94%).

Já o grupo de alimentação e bebidas apresentou inflação de 0,53% em novembro. Agora, então, está em 10,91% em 2022 e em 11,84% no período dos últimos 12 meses. Esse grupo, aliás, teve o segundo maior impacto sobre o IPCA, atrás apenas dos transportes.

A alta do grupo transportes foi provocada, principalmente, pelo aumento dos combustíveis (3,29%), com destaque para a subida dos preços do etanol (7,57%) e da gasolina (2,99%). “A alta da gasolina está ligada ao aumento do preço do etanol. Isso ocorreu por conta de um período de entressafra da produção de cana de açúcar”, explica o gerente da pesquisa do IBGE, Pedro Kislanov.

Já em alimentação e bebidas, os maiores responsáveis pela alta de 0,53% foram a cebola (23,02%) e o tomate (15,71%). “No caso da cebola tivemos uma redução da oferta nacional, principalmente do Nordeste, mas também de outros locais como São Paulo e Minas Gerais. Essa diminuição não foi coberta por importações porque não existe uma grande oferta de cebola no mercado externo. Em relação ao tomate, a oferta costuma ser afetada pelo fator clima. Nesta época do ano, a safra de inverno já está esgotada”, acrescenta Kislanov.

Outras alcoólicas
Em novembro, o ritmo do preço de outras bebidas alcoólicas apresentou grande variação, dependendo do local de comercialização. No domicílio, houve deflação de 1,69%, embora a inflação continue elevadíssima em 2022 (14,94%) e nos últimos 12 meses (18,06%). Fora do domicílio, os preços de outras bebidas alcoólicas subiram 1,24%. Mas a variação é mais modesta em 2022, de 7,50%, e no período de 12 meses, de 4,54%.

Balcão do Jayro: Nós, os bárbaros…

Balcão do Jayro: Nós, os bárbaros…

Nós, os bárbaros, somos os vencidos. Relegados às adjacências do império, se opondo a sua expansão, nos embriagávamos de cerveja, seja na vitória ou na derrota. Cerveja essa que também abastecia o front inimigo, posto que era mais barata e acessível. Nossa bebida não estava no Concílio de Nicéia e não representa o divino –  o sangue de Cristo –  tão pouco era servida em belos e monumentais cálices adornados.

Somos os vencidos e a história, como comentei na coluna anterior, é também a narrativa dos vencedores. O status do vinho à mesa não é de hoje, estamos falando de uma construção cultural ocidental dominante de quase dois milênios. E sim, uma interação vinho e gastronomia bem construída é um paraíso, desde grandes vinhos do Velho Mundo até os “novos” vinhos laranjas.

Mas Jayro, cerveja é melhor do que o vinho quando se fala de harmonização? Do ponto de vista técnico, posso afirmar sem medo de errar que sim. Olhemos com mais cuidado: quando se fala de harmonização, falamos de equilíbrio e diálogo. Um bom equilíbrio de forças é, basicamente, o “controle” das gorduras do prato feito pela bebida. E quais são os elementos presentes no vinho e na cerveja? Ao passo que o vinho dispõe apenas de força alcoólica e acidez, a cerveja traz os mesmos elementos que o vinho, acrescido de carbonatação e amargor, ambos com grande potência de limpeza “adstringente”. Quatro pontos para cerveja, dois para o vinho – com exceção dos espumantes, que também trazem carbonatação. E o diálogo seja por semelhança, contraste, complementação? Aqui a cerveja é rainha absoluta, basta comparar a intensidade das notas aromáticas e de sabores. Enquanto os aromas e sabores (primários, secundários e terciários) do vinho são sutis e elegantes, na cerveja é “In your face, bitch”:  aromas de maltes tostados e torrados apresentam muitas notas de cereais, caramelos, panificação, café, chocolate, frutas secas; lúpulos trazem aromas explosivos de frutas cítricas, tropicais ou as elegantes notas florais, herbais, terrosas e picantes de lúpulos do Velho Mundo; a fermentação brilha e traz ésteres e fenóis em intensidade muito alta no caso de Ales belgas ou de cervejas de fermentação espontânea/mista, por exemplo. E por aí vai. Não é uma competição justa, por assim dizer.

Mas se é uma competição tão injusta, porque é tão raro ver uma cerveja à mesa em um “fine dinning”? Voltemos ao começo da coluna, a construção social do status do vinho e, consequentemente, da cerveja é algo secular. E como mudar isso? Faço coro ao recente artigo[1] publicado na Farofa Magazine do grande Diego Simão Rzatki, fundador da cervejaria Cozalinda:

“É obrigação nossa dialogar mais com os sommelières de vinho para entrar no “fine dinning”. Não adianta ficar sonhando que cada local vai ter também um sommelier de cerveja, só vai acontecer em casos muito especiais, como projetos voltados para isso, ou de restaurantes de fama internacional que tem poder econômico para tanto (o que já é uma realidade no exterior nos estrelados Michelin).

E só para deixar claro, essa minha insistência na importância de entrar em “fine dinning” não é por prestígio ou capricho. São restaurantes que ditam tendências para o mercado de gastronomia. O movimento é de cima para baixo, funciona como ferramenta para educar restaurantes sobre a possibilidade de harmonizar cerveja e comida. […]”

Vou além: você, sommelier de cervejas que lê essa coluna é, antes de tudo, um contador de histórias. Explore isso ao máximo, uma experiência memorável vale muito mais do que técnica e avaliação sensorial! Se somos os vencidos, que tal começarmos a contar a nossa história? Tenha em mente que não é algo para hoje a criação de qualquer consciência é um trabalho árduo, contínuo e moroso. 

Uma mensagem final: por ironia do destino, eu, franco defensor da dita “superioridade” da cerveja à mesa tive a melhor experiência até hoje com….vinho! Chocolate 70% de cacau, vinho do Porto Tawny e um charuto cubano H. Uppmann Half Corona. Sólido, líquido e gasoso em perfeita harmonia, um deleite! Portanto, fique com a mente (e com todos sentidos) aberta!

Saúde!


[1] https://www.farofamagazine.com.br/artigos-da-farofa-magazine/harmonizacao-sommelier-vinho/


Jayro Neto é sommelier de cervejas e Mestre em Estilos, tendo sido campeão do Campeonato Brasileiro de Sommelier de Cervejas de 2019. É organizador de concursos da Acerva Paulista e juiz certificado pelo BJCP (Beer Judge Certification Program) com experiência nacional e internacional em concursos de cerveja. Também atua como conselheiro fiscal da Abracerva.

Rótulos de cerveja que uniu NewAge, Ball e Implicantes denunciam racismo

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A NewAge Bebidas, a Implicantes e a Ball Corporation se uniram para, através da arte exposta em rótulos de uma cerveja, denunciarem o racismo estrutural. Assim, lançaram a Wienbier 56 Black, uma Dark Lager, que vem acompanhada por potentes mensagens antirracistas.

“Em um momento em que vivemos cheio de comportamentos de ódio, de racismo e desrespeito ao próximo, entendemos que esta era a hora de nos posicionarmos de alguma forma. E isso foi pensado em conjunto com os nossos parceiros da Ball e cervejaria Implicantes”, destaca Rodrigo Beck, analista de marketing da NewAge.

Como forma de denunciar o preconceito, a cerveja possui 5 rótulos diferentes, com todos eles transformando expressões que escancaram o racismo estrutural brasileiro em frases antirracistas, tendo suas artes produzidas por Diego Dias, sócio-fundador da Implicantes, em parceria com a agência Banana Brasil.

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São elas: “Minha cor não é pecado!”, que alarma sobre a objetificação do corpo preto, “Me chama pelo meu nome!”, alertando sobre termos pejorativos e racistas ainda usados com frequência para desrespeitar a comunidade preta; “Eu faço com dedicação!”, denunciando sobre a expressão “nas coxas”; “Eu sou preto de alma linda!”, que também adverte pelo uso de “alma branca” e celebra a alma livre que transborda o caráter da comunidade preta; e por fim, “Meu cabelo é meu poder!”, enaltecendo os cachos, tranças e dreads e incriminando preconceitos em relação ao cabelo crespo.

O sócio da Implicantes relata a influência da cultura do lambe-lambe para a criação dos rótulos da Wienbier 56 Black. “Ficamos muito entusiasmados com o convite para participarmos deste projeto. É um desafio retratar, por meio da arte, o racismo estrutural de forma que atinja públicos diversos. Para alcançar este objetivo, a inspiração foi a cultura urbana de lambe-lambe, sendo que a tecnologia Ball Digital Printing foi fundamental para atingir o resultado almejado”, destaca Dias.

Nesse processo de criação da Wienbier 56 Black, a Ball participou com o envase da bebida, com as artes sendo impressas na Ball Digital Printing, tecnologia que traz uma infinidade de cores e qualidade fotográfica para as latas de alumínio. Na prática, a Ball tem buscado reforçar a diversidade entre os profissionais no seu dia a dia, como relata Suellen Moraes, gerente de diversidade e inclusão para a América do Sul da empresa de embalagens de alumínio.

“Em 2022, registramos 43% de diversidade racial em nossas contratações, superando a meta definida para o ano e reafirmando o compromisso de sempre promover iniciativas para acelerar a jornada de equidade racial dentro da Ball. Agora também temos a chance de levar mensagens antirracistas para os consumidores, com um trabalho inspirador feito em conjunto com nossos clientes”, diz Suellen.

Responsável pelo processo produtivo, a NewAge transformou a 56 Black, uma das cervejas do portfólio da Wienbier, em uma Black Lager, que contou com a participação direta do seu mestre-cervejeiro, Paulo Silva.

“Na fábrica temos muitos profissionais negros trabalhando em diversos setores. Um deles é o nosso mestre cervejeiro Paulo Silva, de 34 anos, formado em Química pela Ufscar, que desenvolveu a cerveja para esta ação”, relata Beck, apontando como a NewAge busca fomentar a diversidade.

E a Wienbier 56 Black conta com um quarto elemento, o Instituto Identidades do Brasil (ID_BR). A organização sem fins lucrativos, comprometida com a aceleração da promoção da igualdade racial, foi a escolhida para receber parte das receitas obtidas com as vendas da cerveja.

“A escolha partiu de um consenso entre todos os parceiros envolvidos, pelo fato dessa instituição estar totalmente engajada com a causa no país, podendo, assim, reverter essa contribuição em mais ações que venham, num futuro próximo, reduzir a desigualdade racial no mercado de trabalho”, explica o analista de marketing da NewAge.

Onde encontrar?
A Wienbier 56 Black foi produzida em edição limitada. São 20 mil unidades da cerveja que denuncia o racismo, todas em latas de 473ml. Está à venda nos e-commerces da Ball e da NewAge, além de alguns supermercados, com preço a partir de R$ 6,53.

Guia na Copa: Croácia é patrocinada pela cervejaria líder do país há 25 anos

Ao fim do duelo entre as seleções brasileira e croata, uma equipe com longevo contrato de patrocínio com a empresa cervejeira líder em vendas em seu país estará classificada às semifinais da Copa do Mundo. A sentença não é um palpite na vitória do time dirigido por Tite, que tem acordo com a Ambev, mas uma certeza, pois a seleção da Croácia possui um contrato ainda mais duradouro com a Ozujsko, cerveja produzida pela Zagrebacka Pivovara.

Em 2001, a CBF pôs fim a um acordo com a Coca-Cola e assinou com a Ambev, passando a ter o Guaraná Antarctica como seu refrigerante oficial, em parceria que em 2019 foi renovada até 2027. E, recentemente, o Zé Delivery ampliou a relação da Ambev com a seleção brasileira, se tornando o seu parceiro oficial de bebidas às vésperas do início da Copa do Mundo do Catar.

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Pode parecer muito tempo e um relacionamento estreito. E é. Mas, ao menos em termos de acordo de marketing, a Croácia está na frente. Afinal, desde 1997 a seleção é patrocinada pela Zagrebacka, tendo a Ozujsko, popularmente conhecida como “Zuja”, como a sua cerveja oficial.

O contrato é tão importante que, no início de novembro, quando o técnico Zlatko Dalic anunciou a convocação da Croácia para a Copa do Mundo, a associação de futebol revelou a renovação do acordo com a Ozujsko. Além disso, representantes da cervejaria, da federação e o próprio Dalic posaram com uma camisa que tinha o número 25 estampado, em uma referência ao tempo da parceria.

“Este passo é uma continuação lógica da cooperação que já dura um quarto de século e torna esta parceria a mais antiga parceria esportiva nesta área. Estamos ansiosos por tudo o que está por vir e enviamos muitos votos de felicidades e fé em nossos jogadores para o Catar”, disse Miroslav Holjevac, presidente do conselho de administração da Zagrebacka.

“Dou o meu reconhecimento à cerveja Ožujsko, que tem sido uma parceira fiel e importante do futebol croata há muitos anos, e espero que os nossos torcedores tenham muitos motivos para festejar com a ‘Zuja’ também este ano. Em nome da equipe, posso anunciar que tudo faremos para que a seleção mais uma vez ilumine a face de toda a pátria”, acrescentou Dalic.

O patrocínio à seleção croata faz parte do grandioso orçamento de marketing destinado à Ozujsko pela Zagrebacka, o que pode ser visto pelas ruas do país, com vários bares e restaurantes ostentando toldos e mesas com as suas marcas, algo também bastante comum no mercado brasileiro com as cervejas líderes de vendas.

A longevidade, vista no contrato com a seleção, também faz parte da trajetória da Zagrebacka, fundada em 1892. Mas não foi suficiente para mantê-la afastada do poderio aquisitivo das grandes cervejarias, sendo adquirida em 2012 pela Molson Coors.

Mercado croata
A Zagrebacka, aliás, é a líder de um mercado dominado por cervejarias globais. De acordo com dados de 2020, possui uma participação de 41%, em um portfólio que conta com as marcas Beck’s, Corona, Leffe, Niksićko, Staropramen, Stella Artois, Hoegaarden e Lowenbrau, muitas delas conhecida mundialmente.

A Heineken Hrvatska é o nome atual da Karlovacka Pivovara, fundada em 1854 e adquirida pelo Grupo Heineken em 2003. E detém a segunda maior participação de mercado, com uma fatia de 23%. Já a Carlsberg Croatia, antes Panonska Pivovara, teve 9% das vendas de cerveja no país em 2020, ano em que a Croácia fechou com 98 cervejarias registradas, de acordo o Brewers of Europe, sendo 84 delas microcervejarias.

Além disso, de acordo com a associação, a Croácia tem o sexto maior consumo per capita do seu continente, com 81 litros anuais por pessoa, empatada com a Estônia e atrás de República Checa, Áustria, Alemanha, Polônia e Romênia.

Mas os demais dados do país são mais modestos. A Croácia produziu, em 2020, 2,344 milhões de hectolitros de cerveja. O consumo, de 2,808 milhões de hectolitros, demonstra, porém, que o país se tornou um importador de cerveja – 995 mil hectolitros chegaram de outras nações ao seu território há dois anos, com 531 mil hectolitros sendo exportados.

Temas colecionáveis impulsionam growlers de vidro para o Natal

O fim do ano é sempre um momento bastante aguardado, seja pelas animadas festas do período ou pela oportunidade de presentear amigos e familiares. E se a lembrança, além de preservar melhor as características da cerveja, também serve como item de decoração para as mesas, então ela se torna mais especial. É essa, inclusive, a proposta dos growlers de vidro colecionáveis e temáticos, que se tornam uma interessante opção para o Natal.

 “Os growlers de vidro colecionáveis são muito procurados para presente de final de ano. É uma opção divertida pois há vários modelos e estampas diferentes disponíveis”, avalia Helton Aguiar, diretor da Meu Garrafão.

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O growler de vidro tem a vantagem de manter a pressão da cerveja, preservando as características da bebida por mais tempo. Além disso, geralmente, esse tipo de embalagem é de cor escura, bloqueando os raios de luz, o que mantém a cerveja por mais tempo fresca no growler. Também é visto como uma opção mais sustentável, pela possibilidade de reutilização.

Além de preservar melhor a cerveja e ser mais sustentável, os growlers de vidro também se apresentam como ótimos presentes para o Natal por estamparem diversos temas colecionáveis

“A gama é grande. Tem para entusiastas de jogos, de filmes, de música, temos growlers com estampas bem coloridas e chamativas, e muitas estampas com menção à cultura cervejeira”, conta o diretor da Meu Garrafão, que possui growlers de vidro com capacidade para 1 e 2 litros.

Para ele, os growlers de vidro temáticos também podem embelezar as mesas de Natal, sendo encarados como itens de decoração para esse período festivo.

Imagine a cena: uma mesa bem bonita decorada para o Natal e com todas as comidas tradicionais, com espumante e, por que não, uma deliciosa cerveja artesanal fresca. Essa cerveja está em um growler muito bonito com um Papai Noel sorridente segurando uma caneca de cerveja. Certamente esse growler vai divertir os convidados e fazer os degustadores de uma boa cerveja ficarem mais à vontade

Helton Aguiar, diretor da Meu Garrafão

Assim, com todos esses benefícios, as empresas que produzem e vendem growlers de vidro trabalham para não perder espaço na cesta de compras de presentes de Natal dos amantes de uma cerveja, ainda que reconheçam o impacto da retomada do consumo preferencialmente em bares e pubs.

“Entendemos que em anos anteriores, na pandemia, os cervejeiros presenteavam mais com growlers colecionáveis, pois a cerveja a granel era mais procurada para se beber em casa”, conclui o diretor da Meu Garrafão.