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Inflação da cerveja chega aos 7,75% em 12 meses e acelera nos bares em setembro

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No mês em que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) superou a barreira dos 10% no acumulado dos últimos 12 meses, a inflação da cerveja também manteve o cenário de alta, fechando o mesmo período com aceleração de 7,75%. É o que apontou o IBGE ao detalhar os dados da inflação oficial de setembro.

A cerveja no domicílio até apresentou aumento reduzido no mês em comparação ao IPCA, sendo de 0,51%. Mas, além de acumular alta de 7,75% nos últimos 12 meses, está em 4,02% em 2021.

Em setembro, mês em que as medidas de flexibilização se tornaram mais amplas na maior parte dos estados brasileiros, o que acelerou a volta massiva do público aos bares e restaurantes, a inflação da cerveja fora do domicílio foi expressiva e até maior do que a o índice oficial, ficando em 1,32%. Assim, chegou aos 4,50% em 2021. E chegou aos 6,46% no somatório dos últimos 12 meses.

Há a expectativa de nova alta no preço da cerveja em bares e restaurantes em outubro, pois a Ambev definiu um aumento que variou de 6% a 10%, de acordo com informações da Abrasel, dependendo da localidade e do produto. E a expectativa da associação era de que os estabelecimentos repassassem esse reajuste ao consumidor

Dois dígitos
O IPCA, por sua vez, ficou em 1,16% em setembro, na maior variação para o nono mês do ano desde 1994. O índice está em 6,90% em 2021, bem acima da meta de inflação estipulada pelo IBGE, que era de 3,75% – e ainda com três meses a transcorrer. E registra variação de 10,25% nos últimos 12 meses.

Os itens de alimentação e bebidas, o que inclui a cerveja, têm inflação semelhante ao índice geral. A alta foi de 1,02% em setembro, sendo responsável por 0,21% do IPCA. Mas o maior impacto sobre o índice oficial foi da alta de energia elétrica, que ficou em 6,47%, após a adoção de uma nova bandeira tarifária, denominada “escassez hídrica”.

“A energia elétrica teve de longe o maior impacto individual no índice no mês, com 0,31 ponto porcentual, acumulando alta de 28,82% em 12 meses”, explica o gerente do IPCA, Pedro Kislanov.

De qualquer forma, com essa nova alta expressiva, o salto dos preços dos alimentos e bebidas está em 5,84% neste ano. E nos últimos 12 meses fica em 12,54%.

Já o ritmo dos preços de outras bebidas alcoólicas em setembro variou de acordo com o local. O item no domicílio teve deflação de 0,87%. E agora acumula alta de 2,14% em 2021 e de 7,06% nos últimos 12 meses. Fora do domicílio, assim como aconteceu com a cerveja, as bebidas alcoólicas tiveram inflação relevante em setembro, de 1,41%. A variação dos preços fica em 2,60% neste ano e em 8,72% no período de 12 meses iniciado em outubro de 2020.

Malte tem safra abaixo da expectativa e deve pressionar preço da cerveja nos EUA

O risco de faltar malte se tornou um desafio para cervejarias nos Estados Unidos e no Canadá. A preocupação com o acesso a um dos ingredientes básicos de qualquer rótulo surgiu da safra abaixo da expectativa da cevada para malte na América do Norte. E isso poderá se transformar em alta dos preços.

A seca nos Estados Unidos e no Canadá reduziu drasticamente a produção de cevada para malte. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estimou que a produção total de cevada dos EUA será reduzida em 36%, para 2,3 milhões de toneladas em 2021, em comparação com a safra do ano anterior. Cinco anos atrás, a produção de cevada estava em 4,8 milhões de toneladas, mais do que o dobro da taxa atual.

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Em um ano normal, cerca de 2 milhões de toneladas da produção de cevada dos EUA é usada para malte. Com um déficit de cerca de 1,3 milhão de toneladas de cevada este ano, faltará, aproximadamente, 1 milhão de toneladas de cevada para malte. Assim, a qualidade da cevada em uso deverá ser menor do que nos anos anteriores.

A safra de cevada do Canadá neste ano também foi ruim. A produção caiu 2 milhões de toneladas, para cerca de 8 milhões de toneladas. Isso reduzirá as exportações de 2,8 milhões de toneladas de cevada em 2020 para cerca de 1,8 milhão de toneladas de cevada em 2021, de acordo com as previsões do Conselho Internacional de Grãos.

As safras foram afetadas por condições climáticas adversas, como o calor excessivo no verão, como explica Luke Chapman, vice-presidente de assuntos federais da Beer Canada, uma associação da indústria que representa cerca de 55 cervejarias canadenses.

“O que estamos ouvindo das organizações de cevada e dos próprios produtores de cevada é que isso acabará afetando o fornecimento de cevada que está disponível para os produtores de malte e, como resultado, o fornecimento de cevada para malte que está disponível para os cervejeiros canadenses”, avalia Chapman.

Para ele, o efeito dessa safra reduzida do malte será percebido pelo consumidor no próximo ano, com a cerveja ficando mais cara. “E, como sabemos, quando a oferta é reduzida, o preço provavelmente aumentará, o que terá um impacto nos preços da cerveja em todo o Canadá no próximo ano.”

Novas receitas?
O cenário deixa poucas alternativas às cervejarias visando a estocagem para a produção de suas cervejas em 2022. As companhias podem concordar em pagar um nível de preço muito mais alto – e que muito provavelmente não estava em seu orçamento – ou apostar em uma queda no valor cobrado no início do próximo ano.

Porém, a recuperação do mercado cervejeiro impõe um risco a quem decidir esperar. Afinal, como o consumo aumentou diante da redução das restrições das medidas para evitar a propagação do coronavírus, a disponibilidade de malte pode ser reduzida no próximo ano, ainda mais que os níveis de estoques do começo da safra já estavam baixos.

Analistas acreditam que, como em anos recentes, não existirá cervejeiro sem malte. Mas destacam que a indústria precisará adaptar as demandas ou pagar mais caro para ter o produto na qualidade que possuem como padrão.

“E isso significa que muitas pessoas terão que ajustar as receitas e mudar a forma como estão fazendo as coisas, porque você não obterá tanto álcool com a mesma quantidade de malte”, analisa Chris Hooper, gerente-geral da cervejaria canadense Origin Malting and Brewing.

Heineken e Amstel se tornam cervejas oficiais do estádio do Palmeiras

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A Heineken e a Amstel se tornaram as cervejas oficiais do Allianz Parque, estádio do Palmeiras e palco de importantes shows internacionais. A WTorre Entretenimento, gestora da arena, fechou um acordo de patrocínio com o Grupo Heineken, válido até 2026.

Como a venda de bebidas alcoólicas é proibida em São Paulo nas partidas de futebol, os torcedores que forem ao estádio do Palmeiras terão à disposição a Heineken 0.0 em todos os setores do Allianz Parque.

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Nos shows no estádio do Palmeiras, por sua vez, as cervejas do Grupo Heineken estarão disponíveis nos camarotes e lounges. E, nos demais setores, a disponibilização das cervejas dependerá do acordo com os promotores dos espetáculos musicais. O grupo também terá a exclusividade no fornecimento das cervejas dos restaurantes do estádio – hoje o Nagaiaro, focado em culinária japonesa, opera no local.

O acordo com a gestora do estádio do Palmeiras reforça a atuação das duas principais marcas do Grupo Heineken com o esporte e o entretenimento. A Amstel é a patrocinadora da Copa Libertadores, enquanto a Heineken está vinculada a grandes eventos, como a Liga dos Campeões da Europa, a Fórmula 1 e o Rock in Rio.

“A nossa parceria com o Allianz Parque possibilita que a qualidade do portfólio alcoólico e não alcoólico do Grupo Heineken, em especial das cervejas Heineken, Heineken 0.0 e Amstel, estejam cada vez mais presentes no dia a dia dos consumidores que gostam de apreciar uma boa cerveja, enquanto vivenciam grandes eventos de caráter esportivo, musical ou de outra categoria”, comenta Guilherme Bailão, diretor de brand experience e patrocínios do Grupo Heineken no Brasil.

E o Parque Antarctica?
A assinatura do contrato de fornecimento de cervejas com o Grupo Heineken também representa um fato histórico, que remete às origens do estádio. Afinal, no fim do século XIX, a Companhia Antarctica Paulista criou o Parque da Antarctica, um espaço de lazer que posteriormente passou a alugar o seu campo de futebol para clubes.

Em 1920, o então Palestra Itália adquiriu o estádio, mas o nome antigo seguiu por décadas. O acordo possuía uma cláusula que exigia a venda de produtos da Companhia Antarctica perpetuamente nas suas instalações. O assunto se tornou alvo de ação judicial da Ambev quando da sua reforma e transformação no Allianz Parque.

Em 2018, a WTorre conseguiu a vitória definitiva no processo em que a Ambev exigia exclusividade na venda de bebidas no estádio. O grupo cervejeiro também questionava o acordo de cessão dos naming rights da arena, assinado com a seguradora Allianz.

Lançamento e ação em bares: Schornstein tenta reproduzir clima da Oktoberfest alemã

Marcado pelo festival que leva o seu nome, o mês de outubro é um período especial para o público cervejeiro, que viu a celebração originária de Munique se expandir pelo mundo. Também bastante ligada à cultura alemã, a Schornstein decidiu festejar a data de forma marcante em 2021. E de dois modos: lançou uma cerveja sazonal, a Schornstein Oktoberfest, e está levando o clima de comemoração para bares e restaurantes.

A ligação da Schornstein com o país originário da Oktoberfest começa na sua localização. A marca, que faz parte da Companhia Brasileira de Cervejas Artesanais (CBCA), é de Pomerode, propalada como a cidade mais alemã do país e localizada no Vale Europeu, principal região da chegada de imigrantes do país germânico no início do século XX ao Brasil.

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“Entendemos que este momento, originado na cultura germânica, se conecta perfeitamente com os preceitos da marca Schornstein que leva para o Brasil a alma de Pomerode, cidade que é considerada a Alemanha brasileira”, destaca Juliano Dal Pont, gerente nacional de vendas da CBCA.

Foi, também, a partir dessa ligação histórica que se definiu a receita da Schornstein Oktoberfest Edição 2021, inspirada na festa alemã, sendo do estilo Oktoberfestbier. É uma puro malte com, de acordo com a descrição divulgada, sabores e aromas do malte enaltecidos, remetendo a notas de pão e de sua casca, leve tostado, amargor pronunciado e final seco.

“As principais características são a cor laranja com toque avermelhado, teor alcoólico de 5,3% com corpo médio e sabor maltado intenso com toques de lúpulo floral, leve amargor em balanço com suporte de malte, com alto drinkability”, explica Osmar Francisco Faria, gerente de produção da Schornstein.

“Esse estilo surgiu no princípio para atender a famosa festa alemã, sendo também chamado de Marzen, pois era feito em meados de março e estocado a frio para ser consumido na festa”, acrescenta Osmar.

A cerveja está disponível em garrafas de 355ml e 500ml em diversos pontos físicos, além do e-commerce da CBCA. No site, há a opção da garrafa de 500ml ou de um kit com 3 garrafas de 355ml e um caneco de vidro exclusivo da Schornstein Oktoberfest Edição 2021.

“Atualmente, já são mais de 100 pontos de venda pelo Brasil com o produto alusivo à Oktoberfest, seja nas versões chope ou nas garrafas de 500ml e 355ml. Vários desses pontos de venda, assim como nossos restaurante e loja, estão devidamente decorados e caracterizados para o momento”, detalha o gerente nacional de vendas da CBCA, destacando como a Schornstein não quer apenas ter uma cerveja alusiva à Oktoberfest, mas também promover a sua celebração.


Oktoberfest nos bares
Assim, além de levar a sua cerveja a diversas localidades, a Schornstein tem atuado para realizar ações e promoções nos pontos de venda, como parte da sua estratégia comercial para a Oktoberfest. As ações estão espalhadas por todo o país, com maior concentração na região do Vale Europeu e no estado de São Paulo.

Nosso objetivo é levar o clima de Oktoberfest para bares, restaurantes e comércios. A ação tem o propósito de manter vívida a memória e conceito deste evento que é uma celebração única

Juliano Dal Pont, gerente nacional de vendas da CBCA

“Nas próximas semanas, com todo zelo e cuidado que requer o momento, poderemos presenciar, cada um ao seu jeito, um breve resgate dos conceitos da Oktoberfest”, complementa Juliano.

Valorizar a cultura germânica, aliás, é algo que a Schornstein tem buscado em sua trajetória de 15 anos. Isso inclui o seu nome, que significa “chaminé” em alemão, e a localização da sua fábrica. Ela fica no Mercado Weege, um prédio histórico de Pomerode com uma chaminé de 30 metros de altura feita de tijolos maciços artesanais, que simboliza o nome da Schornstein. É lá, também, onde está instalado o Schornstein Kneipe, bar oficial da marca. Agora, então, reforça essa ligação com uma cerveja especialmente para a Oktoberfest e várias ações alusivas ao festival.

Menu Degustação: Novos sabores da Hoegaarden, prêmio da Abralatas…

Primavera, Outubro Rosa, Oktoberfest… A agenda repleta de datas marcantes neste começo de mês foi muito bem aproveitada pelo mercado cervejeiro, que apresentou várias novidades ao público. É o caso da Hoegaarden, que, inspirada na primavera, promove uma série de ações e dois novos sabores: Citrus e Pomelo.

Além disso, em Belo Horizonte, onde está com nova unidade, o Porks faz uma promoção para destacar a importância do Outubro Rosa. E a Soma preparou uma programação especial para o seu público celebrar a Oktoberfest em São Paulo.

E tem muito mais vindo, como demonstram o Science of Beer, com inscrições abertas para a Brasil Beer Cup, e a Abralatas, que promove o prêmio Lata Mais Bonita do Brasil.

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Confira essas e outras novidades no Menu Degustação do Guia:

Sabores da primavera da Hoegaarden
No clima da primavera, o Beer Gaarden Hoegaarden será aberto no próximo sábado e funcionará até o dia 24 em São Paulo, contando com experiências sensoriais para a celebração da estação das flores. A consagrada Witbier da marca terá a companhia de dois novos sabores pensados especialmente para a primavera no Brasil: Hoegaarden Citrus e Hoegaarden Pomelo. E a Hoegaarden Zero Álcool completa o portfólio. Também motivada pela primavera, a Hoegaarden terá, até o dia 17, a Baricultura, misto de bar e floricultura ambulante, que vai invadir espaços da cidade para quem quiser conhecer as suas bebidas e levar plantas para casa. Em São Paulo, as ações acontecem no Selina (até dia 12), no Guara (dias 13, 14 e 15) e no BotaniKafé Butantã (dias 16 e 17).

Startups da Ambev
A companhia está com inscrições abertas, até o dia 17, para a segunda edição do Além, o seu programa de desenvolvimento e cocriação de novos negócios com startups. O programa tem consultoria da Innoscience e abre portas para as startups terem acesso a fornecedores, possibilidade de escala, conexão com lideranças, além da oportunidade de criação em conjunto. Não há número limitado de vagas. Na primeira edição deste ano, sete projetos foram escolhidos para serem desenvolvidos.

Depois das inscrições, serão divulgadas até 5 de novembro as startups selecionadas para um encontro com uma banca da Ambev. Eles ocorrerão na semana seguinte, nos dias 11 e 12. A imersão para cocriação de soluções ocorrerá de 1º a 3 de dezembro. E os pilotos devem ser executados de 17 de janeiro a 29 de abril de 2022, com a apresentação dos resultados sendo em maio.

Universidade da Ambev
Em outro ponto da sua atuação que vai além das garrafas e latas, a Ambev reformulou o Ambev On, a sua universidade corporativa. Agora, ela se tornou aberta ao público, podendo ter as atividades acompanhadas em newsletters, relatórios e em algumas redes sociais. Para acessá-la, basta clicar no link e realizar as etapas do cadastro ou nas páginas do Youtube e Instagram da Ambev On. O foco está voltado para sessões rápidas de ensino, com conteúdos em formatos de texto, audiovisuais ou podcasts. E aborda temas como o universo cervejeiro, preparo dos processos seletivos, gestão de negócios no varejo e de bares e restaurantes. De acordo com a companhia, a plataforma já atinge cerca de 6,8 mil usuários e soma mais de 180 mil acessos. 

Cervejas para emagrecer
A Emagrecentro, rede especializada em emagrecimento e estética corporal, está lançando uma linha de bebidas alcoólicas zero carboidrato e zero açúcar. Entre as novidades estão a Cerveja Best Shape, com teor alcoólico de 4,8%, vendida em embalagens de 275ml a preço sugerido de R$ 12. A companhia também oferece uma linha de hard seltzer, a Best Drink. Os lançamentos estão à venda nas 240 unidades da marca.

Inscrições na Brasil Beer Cup
As inscrições para a Brasil Beer Cup já estão abertas e podem ser feitas no link. Cervejarias nacionais e internacionais, ciganas e cervejeiros caseiros com o estilo Catharina Sour poderão participar da competição pelo valor de R$ 290. O evento ocorrerá de forma presencial de 21 a 24 de novembro, em Florianópolis, recebendo juízes de todo o mundo. E utilizará ferramentas e treinamento de Análise Sensorial para o monitoramento de painel de avaliações.

As 3 melhores cervejas caseiras terão a produção de um lote comercial em uma cervejaria de Santa Catarina, com as despesas de deslocamento inclusas, além de 100 unidades da Catharina Sour. O evento conta com a curadoria e organização do Science of Beer Institute, que fará em paralelo o Beer Summit, um congresso online que ocorrerá nos dias 29 e 30 de novembro.

Prêmio da Abralatas
A Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas) realizará neste ano a primeira edição do prêmio Lata Mais Bonita do Brasil. Podem concorrer todas as cervejarias proprietárias intelectuais e industriais com o design de seus rótulos operantes no mercado nacional. A lata inscrita deve ter sido criada e produzida no Brasil, estar adequada às exigências do Ministério da Pecuária, Agricultura e Abastecimento e ter circulado de 2019 até a data da inscrição.

O Lata Mais Bonita do Brasil está dividido em três categorias definidas de acordo com o tamanho das empresas: micro e pequenas cervejarias com produção anual de até 2,5 milhões de latas de cerveja; médias cervejarias, entre 2,5 milhões e 60 milhões de unidades; e grandes cervejarias, com mais de 60 milhões de unidades.  Os vencedores terão o direito de aplicar um selo exclusivo do prêmio nos rótulos de suas cervejas. As inscrições vão até 20 de outubro.

Nova unidade do Porks
Casa especializada em carne suína e chope artesanal, o Porks ganhou uma segunda unidade em Belo Horizonte, no bairro Castelo. Entre os destaques do cardápio da unidade estão o Porks Bacon Burger, o Pernil Municipal, o Pork Burrito, além de petiscos como o Porkspóca, pururuca de porco crocante temperada com sal de lemon pepper. Já o chope tem preços a partir de R$ 8. A rede conta atualmente com 25 unidades, próprias e franqueadas, nas cidades de Curitiba (PR), São José dos Pinhais (PR), Colombo (PR), Cascavel (PR), Maringá (PR), Chapecó (SC), Campos dos Goytacazes (RJ), Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP), Santos (SP), Campo Grande (MS), Brasília (DF), Águas Claras (DF), Samambaia (DF), Recife (PE) e João Pessoa (PB).

Porks Rosa
E as novidades do estabelecimento especializado em carne de porco não ficam nisso. Para promover o Outubro Rosa, campanha de prevenção ao câncer de mama, o Porks decidiu fazer uma promoção ao seu público em Belo Horizonte. Nas unidades do bairro Castelo e da Praça Tiradentes, quem for vestido de rosa nas quintas-feiras deste mês, ganhará um chope Pilsen rosa de 300ml. Além disso, em outubro, todas as promoções com chope Pilsen, serão com chope rosa.

Oktoberfest da Soma
A Soma Cervejaria preparou uma programação especial para celebrar a Oktoberfest. As festividades da marca paulistana começaram na última sexta-feira e prosseguem com música ao vivo neste domingo, na segunda-feira e nos dias 15 e 16. A Soma também produziu um rótulo especial, a Festbier, e ainda oferece uma porção com um trio de salsichas, dos tipos Schubling (suína defumada), Weisswurst (suína e bovina com salsa) e Cervelá (bovina defumada).

Promoção de IPA no Mr. Hoppy
A unidade do Prado, bairro de Belo Horizonte, do Mr. Hoppy terá uma promoção especial para o fã de IPA em outubro. Em todos os sábados do mês até as 21 horas, o copo de 330ml da cerveja do estilo Indian Pale Ale sairá por R$ 10, em uma oferta em que o desconto pode passar dos 50%.

Desafio do Round 6
A Beer Mad aproveitou o sucesso da série sul-coreana Round 6 para propor um desafio aos consumidores do seu bar no bairro Batel, em Curitiba. Quem for até a unidade e conseguir destacar uma figura geométrica do biscoito, como no seriado, em cinco minutos e sem lamber, ganha um pint de qualquer cerveja da tap list.

Investimento de R$ 490 mil fortalece cadeia cervejeira em Ribeirão Preto

O polo cervejeiro de Ribeirão Preto (SP) conseguiu um investimento em conhecimento e tecnologia que poderá trazer efeitos positivos para toda a cadeia produtiva. A Secretaria de Desenvolvimento Econômico de São Paulo vai destinar R$ 490 mil para o Centro Multidisciplinar de Tecnologia Cervejeira do campus Sertãozinho do Instituto Federal de São Paulo (IFSP), após a aprovação de um projeto de fortalecimento do Arranjo Produtivo Local (APL) das cervejarias artesanais da região da cidade do interior paulista.

As ações de investimento em tecnologia serão coordenadas pela unidade do IFSP na região de Ribeirão Preto, sempre tendo como objetivo contribuir para o aumento da segurança e qualidade dos produtos, a melhoria da produtividade dos processos, a ampliação da qualificação profissional e o fomento da pesquisa e inovação voltados ao sistema cervejeiro.

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Com a intenção também de melhorar a estrutura do curso Técnico em Cervejarias, serão adquiridos equipamentos específicos para análises físico-químicas e microbiológicas da cerveja e dos intermediários do processo, assim como itens para digitalização de processos e pesquisas na área da Indústria 4.0, ampliando o escopo de atuação do centro multidisciplinar.

Assim, as cervejarias da região de Ribeirão Preto serão beneficiadas diretamente pelo investimento, a partir da possibilidade de melhoria em qualidade.

“Elas terão acesso fácil e próximo a um centro que poderá realizar análises de rotina de processos e de produtos, que fornecerá treinamentos e que poderá atuar em pesquisa aplicada de possíveis gargalos e dores apontadas por elas. Existem poucos laboratórios de análises e se localizam em outros estados. Além disso, o apoio técnico com formação de pessoas e pesquisas pode trazer um ganho de competitividade a médio prazo”, destaca Jean Carlos Rodrigues da Silva, professor do Campus Sertãozinho do IFSP e coordenador do Grupo de Estudos e Pesquisa em Tecnologia Cervejeira.

Para ele, inclusive, a confiabilidade de ter acesso ao trabalho de um instituto de pesquisa focado em tecnologia cervejeira trará benefícios competitivos para as próprias marcas da região de Ribeirão Preto. “Acredito que traz um ganho para as marcas pois a associação delas a instituições de pesquisa trazem uma imagem de maior confiabilidade e segurança no produto por parte dos consumidores. E, de forma geral, quando se tem um grupo de produtores trabalhando em alto nível, e com apoio técnico especializado, a tendência é que haja sempre um ganho na qualidade geral do que é produzido pelo grupo.”

Os alunos do IFSP, por sua vez, poderão realizar pesquisas em uma estrutura com equipamentos de ponta, além de vivenciarem uma perspectiva em que estão mais próximos da cadeia produtiva.

“Dessa forma, os alunos têm a possibilidade de receberem formação de qualidade, estarem inseridos no mundo do trabalho e em um ecossistema de inovação, e o setor produtivo se beneficia com o apoio especializado na prestação de serviços e desenvolvimento de tecnologias, gerando competitividade aos empreendedores locais e fortalecendo o desenvolvimento regional, que é uma das finalidades dos institutos federais”, afirma Jean.

Arranjo Produtivo
Além do IFSP e do Polo Cervejeiro de Ribeirão Preto, a governança do Arranjo Produtivo Local também é composta pelo Supera Parque e pelo Sebrae. Também abrange 18 cervejarias artesanais e diversas empresas que empregam, diretamente, 451 trabalhadores.

E a expectativa é que toda essa cadeia seja favorecida pelos investimentos e ações que proporcionem a cooperação entre o setor produtivo associado à cerveja, entidades de representatividade empresarial e do IFSP. “Todas essas ações, coletivamente, repercutem diretamente no aumento da competitividade dos empreendedores locais, fortalecimento da cadeia produtiva e fortalecimento da economia regional”, aponta o coordenador do Grupo de Estudos e Pesquisa em Tecnologia Cervejeira.

“Temos tradição na produção de cervejas artesanais e, com essa infraestrutura laboratorial, a indústria cervejeira pode se fortalecer ainda mais, contribuindo pra toda economia local”, completa Dalton Marques, gerente de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico do Supera Parque.

Com Tamanduá e Preguiça-de-Coleira, Cia de Brassagem dá visibilidade à preservação

Entre o recomeço das atividades e o apoio à preservação das diversas espécies que compõem a fauna, a Cia de Brassagem Brasil (CBB) vai renovando o seu portfólio e reapresentando cervejas ao público. Em uma das suas mais recentes ações, ela relançou dois rótulos de uma vez: a Tamanduá-Bandeira e a Preguiça-de-Coleira, agora tendo como motivação a abertura de uma nova base do Instituto Tamanduá, em Ilhéus (BA).

A “dobradinha” entre a Cia de Brassagem e o Instituto Tamanduá foi retomada por fazer parte do cerne do modo de operação da cervejaria. Criada em 2017, a marca procura institutos que cuidam da preservação da fauna brasileira, propõe uma atuação conjunta, insere o animal no rótulo da cerveja que leva o seu nome e repassa uma parte do valor arrecadado ao parceiro.

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Nas suas sedes, como agora acontece na base de Ilhéus do Instituto Tamanduá, as cervejas da Cia de Brassagem estão à venda. E não apenas aquelas criadas a partir do acordo com esse parceiro específico, mas também as que possuem vínculo com outras instituições. Ações que funcionam como trocas de visibilidade: para a causa da preservação, o trabalho dos institutos, os animais ameaçados e a cervejaria.

“Isso nasceu com a cervejaria, no nome. Colocamos o Brasil no nome e nos perguntamos sobre o que nos dava orgulho. A resposta é biodiversidade. E aí fomos para a fauna, para falar dos animais. O passo seguinte, então, foi fazer cervejas que falam da importância da preservação”, explica Danielle Mingatos, sócio e co-fundadora da Cia de Brassagem.

Assim como boa parte do setor de artesanais, a CBB vai, aos poucos, retomando o nível pré-pandêmico. A marca chegou a paralisar a sua produção – feita de modo cigano – de maio a outubro de 2020, quando sobreviveu à base do que estava em estoque. E, agora, com a volta gradual da atividade e dos eventos, tem buscado nova abordagem para o seu portfólio.

Mingatos explica, por exemplo, que a Tamanduá-Bandeira e a Preguiça-de-Coleira, hoje encaradas como rótulos sazonais, só seriam produzidas entre o fim de 2021 e o início de 2022. Um plano alterado com a abertura da base do Instituto Tamanduá em Ilhéus.

“A Tamanduá voltaria de qualquer maneira. Quando falaram que ia abrir a base, antecipamos o que deixaríamos para produzir visando o final do ano. Já a Preguiça seria para o verão”, afirma Mingatos.

As cervejas e os animais
A Tamanduá-Bandeira é uma Vienna Lager com 5,5% de graduação alcoólica e 22 IBUs de amargor. “É mais acobreada, assim como a penugem do tamanduá-bandeira, que é mais voltada ao marrom”, relata a sócia da CBB.

O animal, de acordo com avaliação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), está em condição vulnerável no Brasil. A análise se dá considerando a perda de 49,1% do Cerrado nos últimos 50 anos (bioma que provavelmente abriga a maior fração da população da espécie), o avanço do desmatamento no bioma amazônico e a perda de 88% do bioma Mata Atlântica. Assim, infere-se que pelo menos 30% da população foi perdida nos últimos 26 anos. Além disso, o tamanduá-bandeira está extinto em estados como Santa Catarina.

Já a Preguiça-de-Coleira é uma Cream Ale com 4,6% de graduação alcoólica e 13 IBUs. “Ele é um bicho clarinho. E queríamos lançar uma cerveja mais leve. Usamos flocos de milho para dar leveza, embora com amargor”, detalha Mingatos.

Nesse caso, o ICMBio avalia se tratar de outra espécie vulnerável. E justifica, “considerando a sua área de ocupação estimada de pelo menos 978km², imersa em matriz florestal severamente fragmentada, sofrendo declínio continuado em sua área de ocupação e qualidade do hábitat. Para os últimos 23 anos não foram identificados eventos de extinção nas populações localizadas nas extremidades da extensão de ocorrência, pelo contrário, novos registros ampliaram esta extensão de ocorrência da espécie”, relata o instituto.

Os rótulos vinculados ao Instituto Tamanduá são apenas 2 dos 18 que fazem parte do portfólio da Cia de Brassagem, que tem optado, hoje, por manter quatro deles como opções fixas: a Tartaruga de Pente (Belgian Blonde Ale), a Onça-Pintada (Session IPA), a Ariranha (Tropical Stout) e a Mico Leão Dourado (Irish Red Ale).

Confira a página da Cia de Brassagem no Guia do Mercado

Hoje produzindo suas cervejas na Los Compadres, em Atibaia (SP), a Cia de Brassagem acredita que cumpre um papel importante ao unir cerveja, fauna e conscientização.

De alguma forma, conscientizamos as pessoas. Trazemos os animais nos rótulos, falamos da preservação. Você tem a opção de tomar uma cerveja. E aí também contribui para a causa. Tem uma coisa agregada ao produto além da boa cerveja entregue ao consumidor

Danielle Mingatos, sócio e co-fundadora da Cia de Brassagem

Justiça autoriza obra da Heineken, mas construção ainda não será retomada

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O Grupo Heineken conseguiu uma decisão da Justiça, de caráter liminar, para a retomada da construção de uma fábrica em Pedro Leopoldo, na região metropolitana de Belo Horizonte. Apesar disso, a companhia assegura que não vai retomar as obras imediatamente.

De acordo com comunicado enviado à reportagem do Guia após a decisão da Justiça, a Heineken só pretende reiniciar a construção do empreendimento em Pedro Leopoldo após conversações com os órgãos ambientais envolvidos no acompanhamento das obras da fábrica.

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“Respeitamos todos os entendimentos referentes ao caso e, apesar da decisão judicial permitir a retomada completa e imediata das atividades, optamos por neste momento manter as obras suspensas. Acreditamos que o diálogo com os órgãos envolvidos é sempre o melhor caminho e, por isso, manteremos as conversas no sentido de reiterar todo o respaldo técnico necessário para definitiva retomada e construção da cervejaria”, afirmou a companhia.

A construção da fábrica da Heineken havia sido embargada em setembro, por determinação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que apontou riscos da operação da unidade industrial ao sítio arqueológico Lapa Vermelha, onde foi encontrado Luzia, o mais antigo fóssil das Américas. A obra também se tornou alvo de inquérito do Ministério Público de Minas Gerais para apurar possíveis impactos da sua realização ao patrimônio cultural.

A decisão liminar da Justiça, liberando as obras em Pedro Leopoldo, atendeu a um mandado de segurança impetrado pelo Grupo Heineken e foi dada pela 12ª Vara Federal Cível e Agrária da Seção Judiciária de Minas Gerais (SJMG).

A informação do aval para a construção da fábrica da Heineken foi celebrada nas redes sociais pela Prefeitura de Pedro Leopoldo. “Olha que notícia boa da Prefeitura sobre a Heineken! A gestão está agindo e, se Deus quiser, vai dar tudo certo!”, escreveu no Instagram junto a um comunicado, de tom mais formal, sobre a decisão da Justiça.

“A Prefeitura de Pedro Leopoldo informa que foi comunicada sobre a concessão da liminar que permite a construção da cervejaria Heineken na cidade de Pedro Leopoldo (MG). A informação dada pela empresa é de que serão respeitados todos os entendimentos referentes ao caso e, apesar da decisão judicial permitir a completa retomada das atividades, neste momento as obras permanecerão suspensas até a finalização do diálogo com os órgãos competentes”, acrescentou.

Já o ICMBio, responsável pelo embargo da obra, disse respeitar a decisão judicial e ainda está a avaliando para definir se volta a agir no caso. “O ICMBio respeita a decisão judicial. O caso está sendo analisado pela Procuradoria Federal Especializada do Instituto e pela área técnica específica, para o devido amparo técnico/legal necessário ao posicionamento institucional e à condução do processo”, declarou o instituto.

O embargo
Em 10 de setembro, o ICMBio embargou a obra por entender que há risco de soterramento do complexo de cavernas e grutas do Lapa Vermelha. O instituto também vê com preocupação o plano do Grupo Heineken de bombear 150 metros cúbicos de água por hora de dois poços na região, o que causaria impacto relevante nos lençóis freáticos e nas cavernas. Na visão do ICMBio, o risco geológico impede o avanço da obra da construção sem a realização de estudos mais aprofundados.

A Heineken havia obtido, em 24 de agosto, o aval da Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Minas Gerais (Semad/MG) para a realização da obra, que ainda estava em fase de terraplanagem quando foi paralisada. A planta industrial teria capacidade para produzir 760 milhões de litros por ano. E, de acordo com anúncio do governo mineiro, realizado em dezembro de 2020, o investimento na obra seria de R$ 1,8 bilhão.

A construção da fábrica do grupo havia sido anunciada em fevereiro, sendo a primeira da cervejaria em Minas Gerais, onde a companhia já possuía centros de distribuição e logística em Contagem e em Poços de Caldas.

A fábrica prevista para Minas Gerais é a 16ª da companhia no país e pode ser considerada, de fato, a primeira do Grupo Heineken a ser construída pela própria empresa, pois as demais foram incorporadas com a aquisição da Brasil Kirin em 2017.

Abrasel e Grupo Petrópolis oferecerão cursos para profissionais de bares

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Para auxiliar no aprendizado e reciclagem de profissionais que atuam no setor de bares e restaurantes do estado de São Paulo, o Grupo Petrópolis e a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de São Paulo (Abrasel-SP) anunciaram uma parceria que vai oferecer cursos gratuitos para baristas, garçons e bartenders, entre outros.

A ação ganha importância em um momento de retomada do setor, em função do relaxamento das medidas restritivas em função da pandemia do coronavírus, como avalia a chefe de marketing do Grupo Petrópolis, Eliana Cassandre. Além disso, ela destaca que o segmento de bares e restaurantes precisa atender novas demandas, algo que será abordado nos cursos.

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“Reforçamos a nossa parceria com a Abrasel e estamos lado a lado deles neste momento em que a capacitação é muito importante. Esse novo cenário revela ainda mais a importância de profissionais se qualificarem para atender às novas demandas do mercado. Ficamos felizes em apoiar esse crescimento profissional”, comenta Cassandre.

Além do apoio institucional a bares e restaurantes com a promoção de cursos, o Grupo Petrópolis tem destinado produtos que auxiliam no aprendizado de aulas práticas. Entre eles estão as linhas de cervejas Black Princess e Weltenburger Kloster, a vodca Nordka e a família do energético TNT Energy Drink, que são exclusivamente destinados para as aulas de café, bartender, barista, cerveja e gestão, além de serem disponibilizados na sala Esbre, na sede da Abrasel.

A iniciativa está em linha com os valores do programa GP Com Você promovido pela companhia, que já beneficiou 40 mil estabelecimentos durante a pandemia com investimento de R$ 40 milhões no ano passado.

Neste ano, outro projeto, o 100% Rocinha, reformou quadras poliesportivas na comunidade do Rio de Janeiro e realizou doações de 100 cestas básicas por mês para a associação de moradores da região. A iniciativa também contou com a entrega de álcool em gel, máscaras e face shields para os cerca de 30 pontos de venda parceiros do Grupo Petrópolis no local, além da doação de água mineral para os moradores.

Spaten: A aposta da Ambev em uma puro malte “mais leve” no mercado premium

O concorrido mercado de cervejas premium no Brasil ganhou mais uma opção – e internacional. Lançada no país durante o segundo semestre deste ano, a Spaten chegou como uma aposta da Ambev em dois valores: a tradição de um rótulo do século XIV e, principalmente, a característica de ser uma puro malte “mais leve”, segundo as palavras da gerente de marketing da própria Spaten, Joice Carvalho, ao Guia.

“A Spaten é do estilo Munich Helles com sabor equilibrado entre o malte e o lúpulo, algo diferenciado entre as tradicionais cervejas puro malte que encontramos no mercado, que são muito amargas ou consideradas pesadas por conta do malte. A Spaten tem sabor forte, mas na medida capaz de agradar a todos”, destaca Carvalho.

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Com a Spaten, assim, a Ambev reforça as suas opções de cervejas premium. Nos últimos anos, a multinacional passou a olhar com mais atenção para esse mercado, tanto que desenvolveu e lançou a Brahma Duplo Malte. Além disso, trouxe ao país outra marca alemã, a Beck’s.

“A Spaten chega para enriquecer o portfólio da Ambev e tem como principal objetivo suprir uma demanda dos consumidores, que estão cada vez mais em busca de novos sabores e novas opções dentro do universo cervejeiro. Dentro do universo cervejeiro, ela se diferencia por sua expertise, uma vez que a cervejaria Spaten existe desde 1397”, argumenta.

Na visão da gerente de marketing da Spaten, esse último lançamento responde a uma demanda provocada por um novo comportamento do consumidor. Sem querer renunciar à sua cerveja preferida, o público está disposto a testar outros sabores.

“Os brasileiros estão cada vez mais curiosos pelo universo cervejeiro e em busca de informações sobre a sua cerveja. O consumidor não quer deixar a sua cerveja preferida de lado, mas, ao mesmo tempo, está aberto a novas experiências e em busca de novos sabores”, avalia ela.

Tradição e diversificação
A Ambev também tem destacado, nas campanhas de marketing de lançamento e divulgação, a longa trajetória da Spaten, surgida em 1397 – a marca, porém, passou a fazer parte do portfólio da AB InBev apenas em 2003. A cerveja, inclusive, tem participação direta no surgimento do estilo Munich Helles. Além disso, é uma das marcas mais tradicionais da Alemanha, sendo patrocinadora oficial da Oktoberfest de Munique.

“A Spaten é uma cerveja de origem alemã, nascida em Munique e conhecida por ser uma das primeiras puro malte do mundo. Com 16 IBUs, ela é uma puro malte diferente das existentes no mercado. Criadora do estilo Munich Helles, a Spaten tem sabor forte, mas na medida capaz de agradar a todos. Tradicional pelo nascimento, são mais de 600 anos de história, é de uma cervejaria que nasceu em 1397”, destaca a gerente de marketing da marca da Ambev.

No Brasil, a Spaten, que possui 5,2% de graduação alcoólica, foi lançada em três formatos: lata de 350ml, long neck de 355ml e garrafa de 600ml. Assim, a cerveja de origem alemã passou a fazer parte de um variado portfólio de marcas premium da Ambev, muitas delas de origem internacional.

Afinal, além dela, da Beck’s e da Brahma Duplo Malte, o consumidor também pode consumir Budweiser e Stella Artois, ambas com maior tempo de mercado, além de outras opções, como a Corona e os rótulos da Colorado. Assim, a Ambev crê que, com essa sobreposição de opções, o consumidor poderá fazer a escolha pela cerveja premium que lhe for mais conveniente em um determinado momento.

“Na Ambev, estamos sempre conectados aos consumidores e acompanhando a conversa sobre os diferentes paladares, ingredientes, necessidades e ocasiões de consumo. Cada vez mais, precisamos entender as demandas dos consumidores e levar para eles o que realmente desejam e não aquilo que imaginamos que eles querem. E nessas conversas, identificamos que os brasileiros estão cada vez mais curiosos pelo universo cervejeiro e em busca de informações sobre a sua cerveja. Esse é o nosso papel no segmento de bebidas: apresentar possibilidades para o consumidor e oferecer produtos para todos os gostos e estilos”, conclui a gerente de marketing da Spaten.