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Entrevista: “Queremos transformar SP na capital da cerveja artesanal em 3 anos”

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A partir do próximo dia 15, até 24 de novembro, acontece a primeira Semana Paulistana da Cerveja Artesanal. O evento terá mais de 500 atividades em 60 estabelecimentos por toda a capital paulista, alguns muito conhecidos do público cervejeiro, como Beer4U, Brew Dog, Cervejatorium, Cerveja Avós, Frangó, Perro Libre e Tarantino (confira aqui a programação completa do evento).

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E a iniciativa faz parte de uma ambiciosa estratégia: transformar São Paulo na capital da cerveja artesanal nos próximos três anos. É o que conta Renato Paiva, idealizador do evento, em entrevista exclusiva ao Guia. “A nossa meta é em 3 anos transformar a cidade de São Paulo em capital da cerveja artesanal. Nesse primeiro ano a ideia é que os paulistanos conheçam o evento, e pretendemos crescer para os próximos dois anos”, explica Renato.

A estratégia, claro, parte da concepção que São Paulo pode explorar melhor seu potencial cervejeiro. A lei de zoneamento da cidade, as licenças exigidas e os alto custo imobiliário dificultam a operação de cervejarias dentro dos limites do município. Nos últimos 150 anos, apenas 3 marcas operaram dentro da cidade: a Antarctica, na Mooca, a Brahma, no Paraíso, e atualmente a Tarantino, no Bairro do Limão.

Mas, mesmo assim, o varejo cervejeiro tem se desenvolvido muito na capital paulista. Cada vez mais surgem estabelecimentos especializados na venda de artesanais, como bares, lojas, empórios e brewpubs. Há também crescimento das brewshops e das escolas que ensinam sobre cerveja.

Renato Paiva, idealizador do evento

Assim, com idealização e produção da agência Dragon Live, além do apoio da Secretaria Municipal de Turismo da Prefeitura de São Paulo, a primeira Semana Paulistana da Cerveja Artesanal quer mudar o status cervejeiro da cidade e transformar São Paulo em uma importante capital cervejeira do Brasil.

Confira, a seguir, a entrevista completa com Renato Paiva, diretor da Dragon Live e idealizador da Semana Paulistana da Cerveja Artesanal.

Como foi criado o evento?
Temos muita experiência nesse tipo de evento. Desde 2009 fazemos o Festival de Inverno da Cantareira (FICA), onde reunimos mais de 150 estabelecimentos, entre bares, restaurantes, hotéis, parques, privados e não privados. Cada um desenha a sua própria programação e a gente embala o evento todo, oferecendo cerca de mil atividades. A Semana da Cerveja segue o mesmo modelo, mas focada no segmento cervejeiro. Fizemos um mapeamento de toda a cadeia cervejeira em São Paulo, com bares, lojas de insumos, escolas, brewpubs, cervejarias e outras empresas que trabalham nesse segmento. Convidamos todos para fazer parte desse nosso evento.

E de onde veio a inspiração para fazer a semana?
A gente tem uma motivação pessoal para fazer a semana: eu e minha equipe na produtora somos fãs de cerveja artesanal. Em 2013 fizemos um grande evento chamado Beer Experience e, desde então, tínhamos a vontade de voltar a fazer algo focado em cerveja artesanal.

Qual é o conceito da Semana Paulistana da Cerveja Artesanal?
É levar uma experiência diversificada e atrativa ao público. Iremos oferecer mais de 500 atividades aos visitantes. Os próprios estabelecimentos criaram suas agendas, dentro de um pacote de ideias que definimos, com o objetivo de não ter só desconto em cervejas, mas também oferecer cursos e harmonizações com personalidades do meio. O legal é que todos entenderam o conceito e não criaram apenas promoções; os estabelecimentos participantes estão oferecendo experiências bem interessantes e diversificadas.

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Você acha que cidades como Porto Alegre e Belo Horizonte possuem uma cultura cervejeira mais desenvolvida do que a cidade de São Paulo?
Eu não vejo dessa forma. Eu acho que a percepção acaba sendo essa porque São Paulo tem muito mais habitantes do que essas outras cidades, mas nós temos uma cultura cervejeira muito desenvolvida aqui. Nós, paulistanos, fomos os primeiros a criar eventos cervejeiros, a colocar a cerveja artesanal em food parks e dentro de outros tipos de eventos e, depois, isso se espalhou para outras cidades. Nós temos na capital muitos bares especializados e brewpubs em todas as regiões da cidade.

E o que falta para consolidar essa cena cervejeira?
O que está faltando é um movimento conjunto para trazer mais seguidores para a cerveja artesanal. Não adianta fazer uma comunicação somente para os beer geeks e esquecer do público em geral. Todo mundo reclama muito da Ambev, mas achei espetacular o filme que eles lançaram recentemente, porque um leigo que assiste entende os processos, as escolas, e o filme foi transmitido na TV Globo. Da nossa parte, na Semana da Cerveja estamos levando cursos, aulas, explicações e bate-papos para dentro dos bares, o que ajuda muito o segmento a crescer.

O que você espera do futuro da Semana Paulistana da Cerveja Artesanal?
A nossa meta é em 3 anos transformar a cidade de São Paulo em capital da cerveja artesanal. Nesse primeiro ano a ideia é que os paulistanos conheçam o evento, e pretendemos crescer para os próximos dois anos. Em dezembro lançaremos o Guia Beer Street SP, que será o primeiro guia cervejeiro da cidade de São Paulo e terá edições anuais, nas bancas, lojas e internet. O nosso planejamento é transformar a Semana Paulistana da Cerveja Artesanal em uma das mais importantes do mundo. Mas já nesse ano será uma grande festa da cerveja, a cidade vai parar para falar de cerveja, estaremos na pista.

Mercadão de São Paulo ganha box com 6 torneiras de chope artesanal

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A Semana Paulistana da Cerveja Artesanal ainda sequer iniciou, mas já parece estar colhendo importantes resultados. Nesta quinta-feira, um dos principais pontos turísticos da capital paulista, o Mercado Municipal de São Paulo, mais conhecido como Mercadão, ganhou um box exclusivo de cervejas artesanais.

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A responsável pela novidade é a Cervejaria Alles Blau, de Blumenau (SC), que inaugurou às 10h desta quinta o Bar da Alles. O espaço fica no box 25 do Mercadão e tem seis torneiras de chope artesanal, entre rótulos tradicionais e opções experimentais.

Além da bebida, o Bar da Alles conta com petiscos como mix de salsichas alemãs, hambúrgueres e hot dogs artesanais, como o Big Dog da Alles (receita exclusiva da casa). Destaque também para iguarias paulistanas, como bolinho e pastel de bacalhau, além do grande clássico do Mercadão: o sanduíche de mortadela.

A novidade faz parte de uma nova estratégia da Alles Blau, que inaugurou um modelo de franquias em junho. São cinco tipos de negócio: o Alles Blau Brewpub, o bar ou ponto comercial, o Alles Blau Biertruck, além dos modelos em unidades de kombi e em carrinhos de praia.

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E o novo espaço segue os moldes do Bar da Alles de Blumenau, mas com algumas características especiais. “Queremos nos firmar cada vez mais na capital paulista, levando o nosso DNA de cervejas de qualidade com uma pegada descontraída. No menu, teremos opções que serão servidas apenas na unidade paulistana, como o pastel e o bolinho de bacalhau, como uma forma de homenagear a terra da garoa”, conta Davi Zimmermann, diretor e sommelier da cervejaria.

A marca catarinense já está presente em empórios, lojas especializadas e outros bares de São Paulo. Conta, ainda, com uma estação de autosserviço de chope no CO.W Coworking, no Brooklin.

Infográfico: O perfil das cervejarias independentes segundo o censo cervejeiro

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Infográfico: O perfil das cervejarias independentes segundo o censo cervejeiro

O Brasil recentemente passou de mil cervejarias, assistindo a um crescimento vertiginoso do mercado de artesanais e independentes nos últimos anos. O crescimento foi tão grande, espontâneo e – por que não? – inesperado que, de maneira geral, pouco se sabia a respeito dessas empresas. No entanto, um trabalho recente chegou para mudar esse cenário: o 1º Censo das Cervejarias Independentes Brasileiras.

Encabeçado pela Associação Brasileira de Cerveja Artesanal  (Abracerva) e pelo Sebrae, o censo cervejeiro foi divulgado em outubro e buscou traçar um mapa das cervejarias independentes brasileiras, detalhando tanto o perfil do mercado como aprofundando questões econômicas.

A pesquisa trouxe algumas considerações importantes, como a percepção de que 28% das cervejarias independentes estão tendo lucro neste ano, enquanto uma parcela significativa, de 22%, revelaram ter prejuízo

Realizada entre abril e maio de 2019, a pesquisa contou com 486 respondentes, entre representantes de fábricas, marcas ciganas (que terceirizam a produção) e brewpubs.

Para facilitar a compreensão desses importantes dados, o Guia fez um infográfico reunindo os principais aspectos revelados pelo estudo, que nos ajuda a entender melhor quem são as cervejarias brasileiras. Confira.

Concurso inédito de kombucha premia os melhores de Brasil e Uruguai

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A edição de 2019 do tradicional Festival da Cerveja POA, realizada no último final de semana, na capital gaúcha, contou com uma atração especial: o Concurso Brasileiro de Kombucha, primeira iniciativa do tipo na América Latina.

Bebida que começa a ganhar espaço no Brasil e que foi regulamentada neste ano pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a kombucha é um fermentado à base de chás e açúcar que utiliza bactérias e leveduras no processo. Pode ser feita com frutas e especiarias e há versões alcoólicas.

E, embora esse mercado ainda esteja se consolidando, o concurso contou com 73 amostras de Brasil e Uruguai, avaliadas por um time composto por oito juízes renomados no mercado cervejeiro: Júlia Reis, Roberto Fonseca, Bia Amorim, Rosária Penz, Tais Shure, Rafael Strappazon, Megan Garrity (EUA/Peru) e Gordon Strong (EUA).

As bebidas foram degustadas sem identificação e com preenchimento de uma súmula com pontos. Depois, as seis amostras com maior pontuação passaram por uma mesa final, que selecionou os três melhores produtos.

O vencedor do concurso foi a Karma to Brew, do Uruguai, que levou a primeira e a segunda colocação com a kombucha original e a de manga e jalapeño, respectivamente. Já a brasileira Dêvi ficou em terceiro com sua bebida de abacaxi e gengibre.

“O mais importante do concurso não é dar medalha em si, mas criar parâmetros sensoriais para a bebida e dar feedbacks para os produtores sobre os produtos, fomentando essa categoria”, explica Julia Reis, sócia da Sinnatrah Cervejaria Escola e uma das organizadoras da competição.

“Elaboramos critérios de avaliação sensorial e pontuação de aspectos como acidez, dulçor residual e equilíbrio no uso de frutas e especiarias”, acrescenta Roberto Fonseca, outro idealizador do evento.

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Confira, a seguir, os premiados do Concurso Brasileiro de Kombucha. 

Premiação Geral
1º lugar – Karma to Brew Kombucha Original (Uruguai)
2º lugar – Karma to Brew Kombucha Mango-Jalapeño
3º lugar – Dêvi Kombucha Abacaxi e Gengibre (Brasil)

Melhores por categoria
Melhores com Fruta 
1- Karma to Brew Butiá
2- Hatha de Uva (Brasil)
3- Strappa Live Escarlate (Brasil)

Melhores com Especiarias e/ou Fruta
1- Dêvi Abacaxi e Gengibre
2- Karma to Brew Mango-Jalapeño
3- Dêvi Suco Verde

Melhores Base ou com Mel
1- Karma to Brew Original
2- Lich Chá Mate e Chá de Capim Limão (Brasil)
3- Strappa Original

Melhores Alcoólicas
1- Dêvi Flow Hard
2- Strappa Hard Amora e Lemongrass

AB InBev testa impressão direta de rótulos em garrafas no Reino Unido

A AB InBev tem realizado testes de uma nova técnica que substitui os tradicionais rótulos de papel nas garrafas de vidro por impressões diretas. Subsidiária da maior cervejaria do mundo, a Budweiser Brewing Group UK & Ireland utilizou a nova técnica de impressão em recipientes da marca Beck’s.

A empresa produziu e distribuiu 200 mil garrafas de uma série especial para o Reino Unido. São nove diferentes designs dos rótulos criados em parceria com o Centro Global de Inovação e Tecnologia (GITEC, na sigla em inglês) da AB InBev em Leuven, na Bélgica, especializado em desenvolver produtos e tecnologias mais eficientes e sustentáveis para a fabricação de cerveja.

“A impressão direta em objetos de vidro é uma revolução na impressão e a AB InBev é pioneira nessa tecnologia”, conta Simon Gerdesmann, gerente do projeto batizado Tattoo Alpha Plant, que fica nas proximidades de Leuven, na Bélgica.

“A tinta incolor é usada para imitar a gravação tradicional no vidro, trazendo uma nova dimensão à decoração. Os consumidores sentirão e experimentarão a garrafa de uma maneira completamente diferente”, acrescentou Simon, explicando como se dá o processo de impressão direta na garrafa. 

A nova tecnologia deve trazer benefícios de logística, pois a estimativa é de que vai reduzir em cerca de quatro semanas o tempo que se leva na concepção do rótulo, na produção das garrafas e na sua chegada ao varejo, se comparada aos rótulos produzidos de modo tradicional. 

Além disso, a nova tecnologia também permite a produção de lotes menores e reduz o impacto ambiental. “Enquanto uma análise mais completa da pegada econômica dessa nova tecnologia ainda precisa ser feita, a impressão direta na garrafa vai, ao menos, poupar os materiais usados nas impressões tradicionais”, contou um porta-voz da AB InBev ao MarketWatch

Assim, se o experimento no Reino Unido for bem-sucedido, outras marcas da AB InBev em outros mercados poderão usar a nova tecnologia.

Preço da cerveja no domicílio acelera em mês de inflação baixa

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O preço da cerveja no domicílio acelerou em outubro e registrou inflação de 0,92%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).  Teve, assim, ritmo diferente ao que aconteceu com o índice geral, que teve leve aumento de 0,10% no décimo mês de 2019, sendo a mais baixa para o período desde 1998.

Com essa elevação, o aumento no preço da cerveja em domicílio no ano é de 1,89%. E, de acordo com os dados divulgados pelo IBGE, a inflação da cerveja é de 2,97% quando considerados os últimos 12 meses.

O aumento expressivo nos preços da cerveja no domicílio não influenciou tanto o setor de alimentação e bebidas, que teve inflação de apenas 0,05% em outubro.

“A variação positiva do grupo Alimentação e bebidas (0,05%) deveu-se, especialmente, ao grupamento da alimentação fora de casa, cuja alta passou de 0,04% em setembro para 0,19% em outubro. Após a queda de preços verificada no mês anterior (-0,06%), a refeição registrou alta de 0,24%, e o lanche, cujos preços já haviam subido em setembro (0,17%), registrou alta de 0,32%”, aponta o IBGE.

Já os preços da cerveja fora do domicílio tiveram baixa em outubro, de 0,53%, segundo o IPCA. Mas há inflação nos outros dois cenários observados: de 0,62% em 2019 e de 2,36% nos últimos 12 meses.

Os preços de outras bebidas alcoólicas no domicílio tiveram alta de 0,55% em outubro, mantendo a tendência de inflação em 2019 (2,14%) e nos últimos 12 meses (2,02%).

Já os das bebidas alcoólicas fora do domicílio subiram em outubro (0,24%), permanecendo em elevação no ano (2,04%) e nos últimos 12 meses (2,18%).

Menu degustação: Double IPA da Dádiva, série da Bodebrown, verão da Unicorn…

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Double IPA da Dádiva
A Dádiva lançou na última sexta-feira a StrengthInk, o seu segundo rótulo produzido com lúpulos neozelandeses, feito com o Waimea, uma variedade de 2012 do programa de criação de lúpulo da New Zealand Plantand Food Research. Utilizado tanto para dar amargor quanto sabor e aroma, ele possui características resinosas, que lembram pinheiro, e notas cítricas. A StrengthInk é uma Double IPA de coloração amarelada, com 8,2% de graduação alcoólica e 70 IBUs. Também traz em sua receita trigo e aveia.

Série da Bodebrown
A cervejaria Bodebrown lançou a Lupulol IPA Myrcene, cerveja que abre uma série que terá o lúpulo como principal protagonista das suas receitas, em projeto denominado Lupulol Series. Com 6,1% de teor alcoólico, traz um aroma marcante devido ao triplo dry hopping. De médio amargor e coloração amarelo ouro, é uma cerveja leve e refrescante, com notas de chá preto, pêssego, melão, damasco, laranja e toranja. Seu lançamento se deu no Growler Day da cervejaria curitibana, na sexta-feira e no sábado.

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Unicorn de verão
Com estilos refrescantes para o verão, o American Light Lager e o Hoppy Lager, a Cerveja Unicorn lançou seus novos rótulos. A Unicorn American Light Lager com limão tem 3,7% de graduação alcoólica, além de ser uma cerveja clara, extremamente leve e refrescante, recebendo a adição de limão Tahiti e Kaffir, o que deixa o seu final levemente cítrico. A Unicorn Hoppy Lager, com 5% de graduação alcoólica, é clara, de corpo leve, com amargor e aromas de lúpulos mais evidentes. Os lúpulos Mittelfrüh, Citra, Simcoe e Mandarina Bavaria remetem a notas cítricas e frutadas.

Pumpkin da Landel
A Cervejaria Landel lançou no último sábado a Pumpkin Pie, uma Pazy IPA turva e complexa com 6% de teor alcoólico e 70 IBUs. Abóbora, cravo, canela, gengibre e lactose foram adicionados para lembrar a receita norte-americana de torta de abóbora. O lançamento ocorreu na festa do Dia de los Muertos no Tap House da Landel, em Campinas.

X Craft em SP
De Brasília, a X Craft Beer instalou uma loja de sua fábrica em São Paulo, na região de Santo Amaro, onde é possível encontrar souvenirs da cervejaria, além de oito torneiras de chope, com opções como Blanche do Cerrado (Witbier), Angel Dust (Belgian IPA), Freestate 431 (American IPA), Comatose (Triple IPA), Shadowplay (NE IPA), SP Lager (Pilsner) e Disorder (Kveik Juicy IPA). A loja funciona aos sábados, das 12h às 18h, porém atende em sistema de entrega online para retirada de chope em growler durante toda semana, no raio de 5km do local. “Queremos marcar território na região de Santo Amaro, proporcionar uma experiência cervejeira para quem mora nessa região e também para quem já está acostumado com cervejas artesanais”, comenta Rogéria Xerxenevsky, sócia proprietária da X Craft Beer.

Sour da Ouropretana
Em produção sazonal, a Cervejaria Ouropretana lançou neste mês o chope Tropical Sour, que une frutas tropicais com a acidez do estilo Sour, ainda que considerada baixa. Tem perfil de frutas tropicais, com notas de caju e abacaxi. Leva dry hopping do lúpulo El Dorado e biotransformação da levedura London. A cor é clara e levemente turva, e a graduação alcoólica é de 5,5%, com 13 IBUs. Limitada, a produção pode ser consumida na loja da fábrica da cervejaria em Ouro Preto (MG). “Assim, disponibilizamos sempre novidades frescas para quem ama as variações de sabor das cervejas”, afirma Leonardo Tropia, mestre-cervejeiro da marca.

ONG da Ambev
Está aberto o processo seletivo do Programa VOA, da Cervejaria Ambev, para ONGs de todo o país que criam oportunidades para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade e desejam receber tutoria em gestão de recursos e processos. A iniciativa, criada em 2018 pela cervejaria, é gratuita e ajuda organizações dessa natureza a se estruturar melhor e ampliar seu impacto na sociedade. A seleção vai priorizar aquelas que contribuem para a geração de oportunidades em educação, emprego e renda, aliados a critérios como potencial de impacto social nas novas gerações, visão de futuro e comprometimento. As vagas disponibilizadas serão para participação na edição 2020. “Decidimos transformar nossa indignação em ação e, de fato, contribuir para mudar a sociedade em que trabalhamos e vivemos. E a melhor forma que nós, da Ambev, podemos fazer isso é levando todo o conhecimento que temos em gestão, por meio de nossos funcionários, para contribuir com o sucesso dessas organizações. Quando essas instituições abraçam a iniciativa, tornam-se mais eficientes e todo aprendizado serve para potencializar ainda mais seu impacto na sociedade”, afirma Carlos Pignatari, gerente de Impacto Social da Cervejaria Ambev.

Bud sustentável
A cerveja Budweiser terá toda sua produção e distribuição no Brasil feita 100% com energia limpa até 2022. Isso será possível com a construção na Bahia e em parceria com a Casaforte Investimentos de um parque eólico com aproximadamente 1.600 hectares e potência superior a 80 MW. A previsão é que ele fique pronto no início de 2022 e abasteça as cervejarias que produzem Budweiser no país. Com essa iniciativa, no total, 20 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2) deixarão de ser emitidas a cada ano. “Ser 100% produzida e distribuída com energia limpa traduz os valores de Bud da melhor forma: trazendo uma novidade para o meio cervejeiro do país e abrindo caminhos para um futuro melhor, mantendo sua essência”, destaca Bruna Buás, diretora de marketing da Budweiser.

Copa na Colômbia
De 2 a 7 de dezembro, a Copa Tayrona será realizada nas praias de Santa Marta, na Colômbia. Durante a competição, várias atividades serão realizadas, incluindo o Beach &Craft Beer Fest, um festival de cerveja na praia. Além disso, haverá o Networking Cervecero, onde diferentes pessoas ligadas ao mercado da cerveja artesanal podem expandir suas redes e aprender mais sobre a indústria, a bordo de um iate que irá visitar as melhores praias de Santa Marta.

Ninkasi: Sundog louva deusa da cerveja em reprodução da 1ª receita da história

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A cerveja não foi inventada, mas descoberta. Ao menos era assim que os sumérios acreditavam, a ponto de cultuar uma deusa responsável pela bebida. Trata-se de Ninkasi, a Deusa Suméria da Cerveja, louvada em um hino que também traz nos versos a sua receita.

Localizada no Sul da Mesopotâmia, onde atualmente estão o Iraque e o Kuwait, a Suméria é a mais antiga civilização conhecida nessa região, datada da Idade do Bronze. E foi com essa “volta no tempo” que a Sundog Brewing se inspirou para criar um dos rótulos da sua Trilogia das Civilizações Antigas.

Algo até natural para uma cervejaria que busca aliar história e filosofia para criar rótulos milenares, tendo cuidado na produção e definição da fórmula de suas cervejas, com a busca por ingredientes especiais, que reproduzam com a máxima aproximação possível os tempos passados. Com a Ode a Ninkasi, não foi diferente.

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“Como uma cervejaria especializada em rótulos históricos, não poderíamos deixar de louvar a primeira deusa da cerveja. E de fazer uma cerveja que honrasse sua memória e do povo sumério. Por isso resolvemos batizá-la de ‘Ode a Ninkasi'”, conta Sérgio Fonchaz, filósofo e também sócio-diretor da Sundog, ao Guia.

Lembrado no rótulo, o Hino à Ninkasi remonta a 1.800 a.C., tendo sido escrito por um poeta sumério e encontrado em uma tábua de cerâmica e que continha uma receita de cerveja, como detalha Fonchaz, apontando a importância desse documento para a história da cerveja.

“O Hino à Ninkasi é historicamente o mais antigo registro escrito a tratar diretamente de cerveja. É um poema talhado numa tábua de cerâmica e conta como a deusa suméria Ninkasi nasceu, fundou a civilização suméria e produziu a primeira cerveja, assando o pão de cevada bappir com ervas, tratando o malte e fermentando o sumo com mel e vinho em uma ânfora”, revela o sócio-diretor da Sundog.

“O final do hino conta como o despejar da cerveja do barril emite um som agradável, como o barulho das águas dos rios Tigre e Eufrates”, acrescenta o filósofo.

A Ninkasi da Sundog
Atraída pelo desejo de homenagear Ninkasi, a cervejaria carioca partiu, então, para o desafio de reproduzir a primeira receita da bebida documentada pela humanidade. E, em busca de uma maior fidedignidade, a fez com leveduras de tâmaras da região da antiga Suméria.

“Nós procuramos seguir ao máximo a receita original contada no hino. Depois de muita pesquisa, produzimos por conta própria o bappir com as ervas aromáticas, o mel e o vinho, que, à parte, foi um processo bem bonito de se fazer. Documentos mostram que o vinho na época era feito de uvas ou tâmaras e achamos que as tâmaras dariam um perfil mais fiel e exclusivo ao que queríamos trazer daquela região do atual Oriente Médio que já foi berço da civilização”, explica Fonchaz.

Além disso, a cervejaria sugere a possibilidade do seu rótulo ser consumido com canudos, pois era assim que os sumérios faziam. “Uma curiosidade é que imagens antigas mostram os sumérios bebendo cerveja com canudo, como um chimarrão. E damos essa opção para quem quiser ir até o fim na experiência histórica, pelo menos nos primeiros goles.”

Assim, a ideia da Sundog foi apresentar na Ode a Ninkasi as características sensoriais que a tornam uma cerveja suméria, a partir de ingredientes e adjuntos que remetessem a essa região e a forma como ela era produzida, o que incluiu a adoção de procedimentos diferentes aos mais usuais na atualidade para a fermentação.

“O desafio foi encontrar os elementos locais que trouxessem o terroir mais fiel possível à antiga Mesopotâmia. Corremos atrás e conseguimos tâmaras provenientes da região do Iraque e, assim, resolvemos não apenas fazer o vinho como também propagar as leveduras das próprias cascas das tâmaras para tornar a cerveja o mais fiel possível ao que ela deveria ser originalmente, sem utilização de cepas industrializadas”, detalha Fonchaz.

“A fermentação foi espontânea, semiaberta e as leveduras selvagens iraquianas trouxeram um resultado que nos deixou muito satisfeitos: a acidez e o leve acético eram exatamente o que achamos que deveria ser uma cerveja 4 mil anos atrás”, complementa o sócio da Sundog.

A trilogia das civilizações
Para uma cervejaria focada em filosofia e história, o prazer se dá nesse processo de descoberta, estudo e, por fim, produção de rótulos que reproduzem conhecimentos milenares. Foi o que se deu não apenas com a Ode a Ninkasi, mas com toda a Trilogia das Civilizações Antigas.

Nela, além dos sumérios, a Sundog homenageia os celtas, com a Pictii, e os egípcios, com a Ode a Hesat. São rótulos fermentados e maturados em barris de madeira, todos com um mesma base de mosto e depois separados para receberem seus elementos originais e seu perfil geográfico. E, ainda, passam por processos de fermentação, refermentação e maturação que duram quatro meses.

Todo esse apuro se dá pelo amor à história. E, de alguma forma, a Sundog também a faz, ao contá-la e a reproduzi-la em seus rótulos. “Civilizações antigas da Idade da Pedra não conheciam o aço, então as bebidas eram fermentadas em cerâmica ou madeira”, pontua Fonchaz, para depois concluir.

“Como sempre levamos a produção às últimas consequências para serem o mais próximo possível do padrão original, fomos fiéis à época e correu tudo maravilhosamente bem, mas o problema é que obviamente o volume final diminui, e por enquanto não temos como solucionar isso. Em breve conseguiremos. Mas pelo menos uma vez por ano teremos as três cervejas das civilizações antigas disponíveis para uma experiência sensorial inesquecível”, finaliza.

Confira, na íntegra, o Hino a Ninkasi

Nascida da água corrente
Delicadamente cuidada por Ninhursag
Nascida da água corrente
Delicadamente cuidada por Ninhursag
Tendo fundado sua cidade pelo lago sagrado
Ela rematou-a com grandes muralhas por você, Ninkasi, fundando sua cidade pelo lago sagrado
Ela rematou-a com grandes muralhas por você
Seu pai é Enki, Senhor Nidimmud
Sua mãe é Ninti, a rainha do lago sagrado
Ninkasi, seu pai é Enki, Senhor Nidimmud
Sua mãe é Ninti, a rainha do lago sagrado
Você é a única que maneja a massa, com uma grande pá
Misturando em uma cova o bappir com ervas aromáticas doces
Ninkasi, você é a única que maneja a massa com uma grande pá
Misturando em uma cova o bappir com tâmaras ou mel
Você é a única que assa o bappirno grande forno
Coloca em ordem as pilhas de sementes descascadas
Ninkasi, você é a única que assa o bappir no grande forno
Coloca em ordem as pilhas de sementes descascadas
Você é a única que rega o malte jogado pelo chão
Os cães fidalgos mantém distância, até mesmo os soberanos
Ninkasi, você é a única que rega o malte jogado pelo chão
Os cães fidalgos mantém distância, até mesmo os soberanos
Você é a única que embebe o malte em um cântaro
As ondas surgem, as ondas caem
Ninkasi, você é a única que embebe o malte em um cântaro
As ondas surgem, as ondas caem
Você é a única que estica a pasta assada em largas esteiras de palha
A frialdade dominou
Ninkasi, você é a única que estica a pasta assada em largas esteiras de palha
A frialdade dominou
Você é a única que segura com ambas as mãos o magnífico e doce sumo
Fermentando-o com mel e vinho
(Você, o doce sumo para o eleito)
Ninkasi
(Você, o doce sumo para o eleito)
O barril filtrador, que faz um som agradável
Você ocupa apropriadamente o topo de um grande barril coletor
Ninkasi, o barril filtrador,que faz um som agradável
Você ocupa apropriadamente o topo de um grande barril coletor
Quando você despeja a cerveja filtrada do barril coletor, é como os barulhos dos cursos do Tigres e do Eufrates
Ninkasi, você é a única que despeja a cerveja filtrada do barril coletor, é como os barulhos dos cursos do Tigres e do Eufrates.

Balcão Beersenses: Conheça a melhor cerveja do mundo

Rodrigo Sena Beersenses

Balcão Beersenses: Conheça a melhor cerveja do mundo

Durante esses anos na profissão de sommelier e professor em cursos sobre cerveja, há uma pergunta que eu respondo inúmeras vezes: qual a melhor cerveja do mundo? Essa pergunta me é feita por alunos, clientes, familiares e amigos.

Quando a pessoa me conhece e fica sabendo que eu sou um profissional da cerveja, invariavelmente surge esta questão (logo após de passar pela cabeça dela, erroneamente, que eu tenho o trabalho dos sonhos). Acredito que isso aconteça com todos meus colegas profissionais cervejeiros, eles entendem o que eu digo.

Mas o curioso nisso tudo é perceber que há um anseio geral das pessoas, sejam conhecedores do assunto ou não, em buscar essa resposta, em ter uma referência de qual é a melhor cerveja que há no planeta. Acho compreensível.

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Acompanhem minha lógica: se conhecêssemos um técnico de futebol perguntaríamos qual é o melhor jogador do mundo, se conhecêssemos um cinéfilo iríamos perguntar qual o melhor o filme, se conhecermos um açougueiro perguntaríamos qual é a melhor parte do boi para fazer churrasco. Logo, quem conhece um sommelier de cervejas vai perguntar a ele qual é a melhor cerveja.

Acredito que sommelieres em geral (de vinho, azeites, mostardas, etc), baristas e mestres queijeiros, entre outros profissionais, passem pela mesma situação constantemente nas suas áreas de atuação.

Nesse momento em que você pensa:

– Esse cara vai dizer qual a melhor cerveja do mundo ou não, hein?

Eu respondo:

– Sim, vou.

E então você pensa:

– Então diz logo, diacho!

E eu digo:

– Filosofia pura.

-O quê? Filosofia pura é uma cerveja nova? Puro malte? Não conheço essa! É IPA? Quantos IBUs? De qual cervejaria? Onde vende?, você pensa.

Não, meu amigo leitor! Filosofia pura não é o nome de uma cerveja (mas bem que poderia ser, quero royalties se alguém lançar). Filosofia é a resposta para a pergunta de qual é a melhor cerveja do mundo. E por um simples motivo: a melhor cerveja do mundo é a que mais lhe agrada, na forma que mais lhe satisfaz no momento que mais lhe convém.

Fácil de explicar (nem tanto): você tem uma preferência pessoal formada ao longo da sua vida, com experiências que mais lhe agradam, outras que não lhe agradam, e ainda outras que são indiferentes para você. Beber cerveja é uma experiência, logo, ela pode ser a melhor, a pior, ou indiferente. E só quem sabe qual é cada uma delas é você.

Se estar em um gastropub degustando uma Lambic tradicional belga em uma taça, harmonizada com mexilhões, é uma referência de experiência boa para você, provavelmente aquela cerveja naquele momento é a melhor do mundo. Se você é um hop hunter barbudo, que ama lúpulos e rock, a melhor cerveja do mundo é aquela Double IPA com 8 lúpulos diferentes, tomada no pint do balcão de um pub ouvindo um bom Metallica. Mas se você prefere uma mesa de plástico, copo americano, Lager com milho e um tremoço para petiscar batendo papo com amigos, aquela cerveja será a melhor do mundo naquela hora.

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Sem problemas nem julgamentos com nenhuma das experiências, pois a cerveja é democrática e exige isso. Além do mais você pode navegar entre as experiências para descobrir novas e aumentar sua lista de melhores do mundo, ou não.

Sim, existem cervejas bem feitas e cervejas mal feitas, cervejas de boa qualidade e cervejas de má qualidade. Essa é uma discussão técnica, que beer geeks adoram ter, mas que não envolve o seu gosto pessoal, as suas experiências e o que você entende como sendo o melhor para você.

Resumindo, meus amigos: cerveja é experiência, e quem sabe qual é a melhor do mundo para você é você mesmo! Aproveite com moderação e ótimas experiências virão para você. Cheers!


Rodrigo Sena é jornalista, sommelier certificado em tecnologia cervejeira com especialização em harmonizações e responsável pelo canal Beersenses

Mais de 50 bares estarão na Semana Paulistana da Cerveja Artesanal

A cerveja vai invadir as ruas de São Paulo na Semana Paulistana da Cerveja Artesanal, evento que pretende transformar a bebida na grande protagonista da cidade entre os dias 15 e 24 de novembro. Para isso, uma série de eventos – como aulas, degustações, inaugurações e promoções – vão acontecer em 50 localidades participantes, entre cervejarias, brewpubs e bares.

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A programação inclui a Beer Street Fair, uma feira aberta ao público que contará com stands de cervejarias, restaurantes e lojas de equipamentos e insumos para a produção cervejeira no centro da cidade.

Para quem quiser encher o growler, alguns dos bares e cervejarias participantes, como Tarantino, Cervejatorium, Hettwer Bier, Empório Rancho Urbano e Beer4u, terão preços promocionais. Faz parte do calendário do evento, também, a inauguração da casa secreta do tradicional Frangó e o lançamentos de rótulos em diversas casas.

Por trás dessa semana cervejeira estão os planos de popularizar a cerveja artesanal e, ao mesmo tempo, alçar São Paulo à condição de grande centro cervejeiro nacional. O evento é organizado pela empresa especializada em eventos Dragon Live, com o apoio da Prefeitura e da Secretaria Municipal de Turismo de São Paulo.

“Queremos transformar a cidade de São Paulo na nova capital da cerveja artesanal. Com a adesão em massa dos empresários do setor e locais como bares e restaurantes, esta iniciativa de um nicho de mercado se unir é nova e promete”, afirma Renato Paiva, diretor da Dragon Live e entusiasta da cerveja artesanal.

“Além de ótimos estabelecimentos, diversos pubs de marcas nacionais e estrangeiras se instalaram por aqui. A ideia central é reunir todo esse universo em uma programação extensa por toda a cidade”, acrescenta Renato.

Confira a programação da Semana Paulistana da Cerveja Artesanal:

Growlers Stations Especiais: diversos locais darão desconto especial para os paulistanos encherem seus growlers, caso da Cervejaria Tarantino (20% durante a Semana) e da Hettwer (10%).

Sommelier Stations: locais em que serão realizados cursos, bate papos e palestras com profissionais. Destaques para o Instituto da Cerveja Brasil que, em ação com a Semana Paulistana da Cerveja Artesanal, levará aulas temáticas gratuitas para diversos bares periféricos, como o Graja Beer (Grajaú) e Quintal do Ó (Freguesia do Ó).

Music Stations: a diversificada programação inclui bandas e DJs. Entre eles: show WorkChopp da banda de rock Velhas Virgens (dia 15/11, às 20h, no O Embarxador); o irreverente show da banda Submarino Amarelo, cover do Beatles (dia 23/11, às 20h, no Hettwer Beer); e Theo Werneck comandando as pickups (dia 16/11 no Bar da Lurdes).

Beer Street Fair: uma feira aberta ao público em 15 e 16 de novembro na cobertura do Shopping Light (região central). Estarão reunidos, em diversos stands, brewshops, cervejarias, atrações musicais e restaurantes.

Aulas Sensoriais: os participantes aprendem sobre e experimentam a cerveja. Haverá aulas como ‘Madeiras do Brasil: Uma experiência sensorial’ (com degustação de cinco exemplares e uma dose de cachaça maturada em barril de amburana), em 21/11, na Cia. da Brassagem Brasil, e ‘Degustação guiada da cervogia’, com Eduardo Barbosa, em 23/11, no Porão da Cerveja.

Harmonizações, também espalhadas pela cidade, entre elas: Harmonização de Charcutaria Artesanal com Mario da Esmero e Arte (16/11, na Cervejaria Alvorada).

Abertura da Casa Secreta do Frangó Bar (casa ao lado do bar com itens de cervejas guardados há mais de 30 anos; todos os dias a partir do dia 16/11).

Happy hours com descontos na rede de lojas Beer4U.

Tour guiado pela fábrica da Tarantino nas sextas, sábados e domingos da Semana (15 a 17/11 e 22 a 24/11, às 16h e 19h).

Confira, abaixo, as localidades que fazem parte da Semana Paulistana da Cerveja Artesanal.

Para mais informações, acesse o site do evento.