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Menu Degustação: Budweiser inova e lança o seu saquê no Brasil

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Antes do encerramento do ano, a Budweiser surpreendeu o mercado brasileiro ao lançar sua mais recente inovação: um saquê. Fruto da colaboração entre a Budweiser e o laboratório de inovação Beverage Hack Lab (BHL), esse saquê já está disponível para compra em algumas regiões de São Paulo.

A ação mostra que há ainda o que fazer em 2023. E será assim para a Cacildis, que vem realizando uma série de ativações em rodas de samba do Rio de Janeiro. Já de olho em 2024, a Schornstein está com tudo preparado para ser a cerveja oficial da Festa Pomerana, em Pomerode (SC).

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Confira essas e outras ações cervejeiras no Menu Degustação do Guia:

Schornstein na Festa Pomerana
A Schornstein, cervejaria oficial da 39ª Festa Pomerana, será responsável pelos chopes que harmonizarão com as receitas germânicas clássicas e contemporâneas do evento, que ocorrerá de 10 a 21 de janeiro, em Pomerode (SC), considerada a cidade mais alemã do Brasil. Serão seis bares da marca distribuídos pelos pavilhões da festividade. Além de celebrar a tradição dos imigrantes que colonizaram o município, o evento tornou-se destaque no calendário de verão catarinense, atraindo visitantes de todo o país. A Schornstein oferecerá oito estilos de chope: IPA Tangerina, Pilsen, Weiss, Witbier, IPA, Bock, Imperial IPA e Chope de vinho. O público terá também a oportunidade de experimentar as cervejas das marcas AllesGut, Borck e Wunderbier.

Saquê da Budweiser
Desenvolvido no Brasil em parceria entre a Budweiser e o laboratório de inovação BHL, ligado ao Centro de Inovação Tecnológica da Ambev, o Sake Budweiser chega com um design sofisticado em sua embalagem e está disponível para compra pelo aplicativo Zé Delivery em algumas regiões de São Paulo. Inicialmente lançado em concursos internacionais, a bebida brasileira conquistou a medalha de platina no Milano Sake Challenge 2023, realizado na Itália. Classificado como do tipo Honjozo, o saquê apresenta características de refrescância, aroma discreto e 10% de adição de álcool destilado em sua composição. A nova bebida da Budweiser, do estilo premium, foi desenvolvida por meio de um processo inédito: os grãos passaram por um polimento de 30%, resultando em alta qualidade e servindo como insumo principal para a fermentação da bebida por meio do método ortodoxo japonês.

Dicas de harmonização no Zé Delivery
Como fruto de uma parceria com a Academia da Cerveja, os usuários do Zé Delivery terão acesso a um ebook exclusivo de harmonização, proporcionando informações sobre como combinar cervejas com diferentes pratos durante o processo de compra. Disponível para resgate por assinantes do programa Zé Compensa, o ebook pode ser adquirido por 10 pontos, um benefício automático para todos os cadastrados.

Cacildis nas rodas de samba
A Cerveja Cacildis, pertencente ao Grupo Petrópolis, estará presente nas principais rodas de samba do Rio de Janeiro neste mês de dezembro. A marca leva a iniciativa “Se tem samba no Rio, terá Cacildis” para o Casarão do Firmino, neste sábado e domingo, e o Cardosão, também neste sábado, considerados locais emblemáticos do samba carioca. A ação inclui ativações, promoções e brindes exclusivos, disponibilizando 10 mil latas de Cacildis por evento. A programação inclui outros eventos, como o Encontro de Rodas e Samba da Volta, ambos no próximo sábado. A campanha reforça a identidade da marca, marcada pelo bom-humor e pela conexão com a cultura brasileira.

Festival da Corona
O Corona Sunsets World Tour Experience na praia do Preá, em Cruz, (CE) acontecerá de de quarta a sexta-feira (27 a 29), visando inspirar momentos de descompressão e desconexão da rotina, incentivando o público a viver mais ao ar livre, em contato com a natureza. Para isso, a Corona preparou uma série de atividades voltadas ao relaxamento, com a presença de especialistas da Mengalam Wellness, referência na indústria de bem-estar, oferecendo experiências sensoriais premium, como meditação musical e breathwork – práticas que envolvem técnicas de respiração intencional e controlada para o relaxamento mental, emocional e físico. Renata Mozzini, fundadora da Escola Internacional Yoganaya, liderará práticas de yoga, mindfulness talks e compartilhará sua filosofia de vida.

Estudo da Corona
Em 2023, os brasileiros dedicaram significativo tempo ao trabalho e ao cuidado, permanecendo predominantemente em escritórios ou em casa. As prioridades incluíram o trabalho (41%), o cuidado com a família (29%) e o entretenimento televisivo, com filmes e séries, conforme revela uma pesquisa inédita realizada pela Ipsos a pedido da marca de cerveja. Para o próximo ano, espera-se que esse cenário se repita, uma vez que 43% das pessoas mencionaram metas financeiras como prioridade. Em resposta a isso, a Corona inicia uma campanha convidando as pessoas a reconsiderarem suas metas para 2024, incentivando a inclusão de experiências ao ar livre nas resoluções. A marca está preparando uma série de ações online e presenciais, tanto em suas redes sociais quanto com formadores de opinião.

Black Princess na saideira do Titãs
A Black Princess é a cerveja oficial do encerramento da turnê “Titãs Encontro”, que chega ao fim nesta sexta-feira (23), no Allianz Parque, em São Paulo, reunindo a formação clássica da banda. A bateria dos Titãs será personalizada com a marca Black Princess, e ao redor do estádio, a marca realizará ativações para animar o público. Neste sábado, um DJ tocará os principais hits da banda na Rede AM/PM, das 17h às 20h, e quem comprar 6 Black Princess Gold 350ml ganhará 1 voucher para consumir uma cerveja dentro do evento. Além da Rede AM/PM, cinco conveniências ao redor do estádio também terão promoções de Black Princess, oferecendo 4 cervejas por R$ 19,99.

Entrevista: O que planeja a Academia da Cerveja com sua nova sede física

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O bairro Pinheiros, conhecido por ser um dos redutos cervejeiros de São Paulo, acaba de ganhar mais um espaço para a propagação da cultura cervejeira. Dessa vez, porém, a bebida vem acompanhada de salas de aula. É, afinal, lá onde está instalada a Academia da Cerveja, a escola de conhecimento cervejeiro da Ambev, que passa a contar com a sua sede física na capital paulista.

Foi um longo processo até que o espaço fosse inaugurado. Criada no fim de 2020, a Academia da Cerveja teve, desde o seu início, o desejo de contar com uma sede própria, plano que precisou ser adiado em função da continuidade da pandemia do coronavírus, a forçando a concentrar as suas atividades no modelo online.

Agora, porém, será diferente, com as práticas podendo acontecer em sua sede física, que conta com salas de aula, cozinha cervejeira e um pequeno laboratório, embora a escola da Ambev não vá abandonar as atividades online, até pela possibilidade de propagar conhecimento para outras regiões do Brasil.

A importância da divulgação da cultura e do conhecimento cervejeiro, aliás, foi o tema central da entrevista do Guia com Alexandre Esber, gerente de conhecimento cervejeiro da Ambev. Na conversa, ele destaca os planos para a sede física da Academia da Cerveja, esperando que a inauguração do espaço ajude a consolidar a escola da Ambev como referência na formação cervejeira.

“A promoção da igualdade de oportunidades é uma prioridade, e estamos empenhados em diversificar nossa comunidade estudantil”, afirma Esber, apontando qual será um dos caminhos que a Academia da Cerveja pretende trilhar em 2024.

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Confira a entrevista do Guia com o gerente de conhecimento cervejeiro da Ambev, Alexandre Esber:

O que a abertura da sede física agrega para as atividades da Academia da Cerveja? Que benefícios isso traz e quais atividades específicas serão oferecidas para enriquecer a jornada educacional?
A abertura da sede física da Academia da Cerveja representa um marco significativo para nossas atividades, proporcionando um ambiente dedicado à excelência educacional cervejeira. Isso amplia nossa capacidade de oferecer experiências práticas e promover a interação entre alunos e instrutores. Os benefícios incluem instalações modernas para degustações, laboratórios de qualidade e salas de aula equipadas.

Desde a criação da Academia da Cerveja, contar com uma sede física foi um desejo da escola, que agora se concretiza. Como foi o processo para colocar esse desejo em prática e o que a experiência acumulada como escola cervejeira desde o seu início ajudou na preparação para atuação no seu próprio espaço físico?
O desejo de ter uma sede física foi conquistado através de muito planejamento. A experiência acumulada desde a criação da Academia da Cerveja nos proporcionou insights valiosos sobre as necessidades e preferência dos alunos – em termos de assuntos, formatos, tempos de ensino – e os requisitos do setor cervejeiro que nos incentivou a criar um espaço para aprendizados práticos. Foi um período de amadurecimento importante.

Pensando em 2024 já com o funcionamento da escola, quais são os objetivos e metas da Academia da Cerveja para o próximo ano?
Em 2024, a Academia da Cerveja busca consolidar sua posição como referência na formação cervejeira. Os objetivos incluem ampliar a oferta de cursos especializados, fortalecer parcerias com cervejarias e intensificar iniciativas de responsabilidade social, cumprindo seu papel de democratizar conhecimento e cultura cervejeira.

Como você enxerga o papel da Academia da Cerveja e das demais escolas cervejeiras no desenvolvimento e crescimento do setor cervejeiro no Brasil?
A Academia da Cerveja, assim como outras escolas cervejeiras, desempenha um papel vital no crescimento do setor cervejeiro no Brasil. Ao oferecer educação especializada, contribuímos para a formação de profissionais qualificados, impulsionando a inovação e a qualidade. Promovemos a disseminação de conhecimento, capacitando empreendedores e estimulando este mercado. A colaboração entre as escolas cervejeiras é essencial para o fortalecimento coletivo do setor.

Em pesquisa recente realizada pelo Guia da Cerveja, 39% dos participantes apontaram que as barreiras socioeconômicas no acesso à educação e treinamento são o principal desafio para a inclusão e ascensão de negros na indústria da cerveja. Você concorda com essa avaliação? Como se pode resolver esse gargalo?

Concordamos que as barreiras socioeconômicas são um desafio real para a inclusão na indústria cervejeira. Para superar esse problema, a Academia da Cerveja está trabalhando ativamente para criar programas de bolsas de estudo, parcerias com organizações sociais e empresas do setor. Temos projetos atuais como o Forma que trabalham com esse intuito. A promoção da igualdade de oportunidades é uma prioridade, e estamos empenhados em diversificar nossa comunidade estudantil.

A Academia da Cerveja está implementando ou planejando iniciativas específicas para promover a diversidade e inclusão em seus programas educacionais? Como a instituição enxerga seu papel na superação das barreiras socioeconômicas para garantir a inclusão na indústria cervejeira?

A Academia da Cerveja está comprometida com a promoção da diversidade e inclusão em todos os seus programas educacionais. Implementamos, por exemplo, iniciativas como o projeto de bolsas com as Pretas Cervejeiras, proporcionando aulas para quase 500 alunas. Realizamos três edições de bolsas em parceria com a ESCM, voltadas para pessoas pretas e pardas, em um curso de formação de cervejeiro profissional de um ano. Nos cursos pagos, reservamos espaços para bolsistas, garantindo oportunidades igualitárias.

Além disso, desenvolvemos o curso T-forma, destinado a pessoas trans, e estabelecemos parceria com o programa Bora, focado na inclusão produtiva, treinando e conectando indivíduos a oportunidades de emprego. Sabemos que o mercado como um todo tem muita a avançar em termos de inclusão e diversidade e acreditamos que só com esforço conjunto do ecossistema conseguiremos superar cada vez mais as barreiras que ainda estão presentes.

Quais desafios a Academia da Cerveja identifica no cenário educacional cervejeiro e como superá-los?

Identificamos desafios como a necessidade de atualização constante dos programas para refletir as tendências do mercado, a diferença entre online e presencial, a adaptação rápida às inovações tecnológicas e a personalização dos cursos e escuta ativa para atender às demandas específicas dos alunos. Estamos superando esses desafios por meio de parcerias estratégicas, pesquisa contínua e flexibilidade curricular.

Considerando a evolução do mercado cervejeiro, quais mudanças ou tendências a Academia da Cerveja espera ver nos próximos anos?
A Academia da Cerveja espera ver uma maior ênfase em práticas sustentáveis, o surgimento de cervejas inovadoras e a consolidação da cultura cervejeira local. Antecipamos uma crescente demanda por produtos específicos e nichados e saudabilidade. A cerveja traduzindo mais para a mesa do bar suas propriedades únicas enquanto bebida: baixo teor alcoólico, feita com ingredientes naturais, adequada à confraternização e uma vida equilibrada. Estamos nos preparando para essas mudanças, ajustando nossos programas para refletir as tendências emergentes e garantir que nossos alunos estejam na vanguarda do setor.

7 mudanças que vieram para ficar no setor cervejeiro

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O setor cervejeiro e a relação das marcas com o consumidor passaram por significativas mudanças nos últimos anos. Sacudido pela pandemia do coronavírus, por desafios macroeconômicos e dinâmicas sociais, o segmento chega ao final de 2023 substancialmente diferente do início desta década.

As cervejarias, por um lado, adaptaram-se aos desejos das novas gerações, ampliando a diversidade de rótulos e estilos em seus portfólios. Este movimento, influenciado pelas preferências dos consumidores, resultou em uma reconfiguração do mercado.

No entanto, outras mudanças também ocorreram devido a fatores externos, como desafios macroeconômicos, levando os componentes do setor cervejeiro a buscarem mais parcerias para garantir sua sustentabilidade e até sobrevivência.

Para compreender as tendências consolidadas no setor cervejeiro, o Guia conversou com diversos especialistas, incluindo profissionais de grandes grupos, administradores de marcas artesanais e dirigentes de associações.

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Confira 7 mudanças que vieram para ficar no setor cervejeiro:

1) Público em busca de novas experiências
As cervejarias responderam à crescente demanda por novas experiências cervejeiras, ajustando seus portfólios. “O consumidor brasileiro está cada vez mais em busca de novas experiências cervejeiras e, por isso, os rótulos artesanais e premium, que oferecem variedade de aromas e sabores, têm conquistado cada vez mais fatia do mercado”, diz a diretora de insights, inovações e design do Grupo Heineken, Daniela Pereira.

2) Crescimento da cerveja zero álcool e do consumo consciente
A conscientização sobre a saúde e o bem-estar impulsionou uma demanda crescente por cervejas sem álcool. De acordo com pesquisa realizada pela Euromonitor para o Sindicato Nacional das Indústrias de Cerveja (Sindicerv), as vendas de cervejas zero álcool devem ultrapassar o volume de 480 milhões de litros no Brasil em 2023, representando um crescimento de 24% em relação ao ano passado.

“Há pesquisas que indicam que o consumo de cerveja zero entre jovens triplicou nos últimos quatro anos”, afirma o diretor de marcas globais da Ambev, Felipe Cerchiari. “O que percebemos como tendência é um consumo mais consciente. Beber menos procurando rótulos diferenciados”, acrescenta a coordenadora de marketing da Companhia Brasileira de Cerveja Artesanal (CBCA), Luciane Rosa.

3) Procura por cervejas sem glúten e low carb
A busca por estilos de vida mais saudáveis e adaptados às restrições alimentares impulsionou a popularidade das cervejas sem glúten e low carb. As cervejarias, percebendo essa tendência, investiram em inovações que atendem a uma clientela preocupada em unir diversão e saúde.

“Há uma procura também por cervejas sem glúten ou de baixa caloria, e aí entramos com soluções e muita tecnologia envolvida, como é o caso da Stella Pure Gold. Sendo assim, buscamos sempre inovar com edições especiais das cervejas, novas edições e projetos verdadeiros, que correspondam àquilo que o nosso consumidor espera”, comenta Cerchiari.

4) Foco no custo-benefício entre as artesanais
Até por restrições financeiras, consumidores buscam uma relação mais equilibrada entre qualidade e preço, desafiando as cervejarias a oferecerem produtos premium sem comprometer a acessibilidade, o que tem levado algumas marcas a apostarem em estilos com processos produtivos menos onerosos.

“O preço tem feito mais diferença do que nunca. Percebemos que tem saída melhor as cervejas com um custo-benefício maior e custo final mais baixo do que produtos de alto valor agregado. Mas, apesar de mais difíceis de vender, esses produtos de maior valor agregado são extremamente necessários para o público fiel das artesanais e acabamos não tendo outra saída senão fazer um mix desses produtos no portfólio”, diz o sócio e mestre-cervejeiro da ØL Beer, Eduardo Vosgerau.

5) Fusões e parcerias no setor
Diante das pressões macroeconômicas, as cervejarias têm buscado fortalecer sua posição no mercado por meio de acordos com outras marcas. “Quando falamos em ajustes vemos empresas se restabelecendo por meio de fusões e parcerias impulsionadas pelo horizonte mais positivo”, comenta o presidente da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva), Gilberto Tarantino.

“A principal mudança foi um certo encolhimento no número de empresas. Muitas não resistiram à pandemia, fazendo com que de certo modo a dinâmica do mercado mudasse um pouco. As empresas que resistiram se fortaleceram, mas tem um espaço de mercado que ficou órfão, com clientes ainda sem saber a que serviços recorrer”, acrescenta o CEO da Alpendorf, Gabriel Thuler Costa.

6) Aproximação dos consumidores
A dificuldade de acesso ao público durante as fases mais críticas da pandemia modificou a lógica de muitas cervejarias, antes mais focadas em acordos com outros estabelecimentos, mas que passaram a ter um olhar atento para o consumidor. “Novos canais de venda, novos produtos e uma nova comunicação foram fundamentais na nossa estratégia e ditaram os últimos meses do mercado”, comenta William Pacheco, um dos sócios da Mad Brew.

7) Consolidação do consumo residencial
A crise sanitária levou a cerveja para dentro das residências e ela não mais saiu de lá, com o consumo residencial se mantendo elevado mesmo com o fim das restrições, o que obriga as marcas a redefinirem estratégias, acompanhando essa tendência.

“A pandemia levou a um aumento significativo no consumo de cerveja em casa, impulsionado pelo fechamento de bares e restaurantes e esse aumento se manteve mesmo após a flexibilização das restrições, indicando que o consumo de cerveja em casa se tornou uma tendência consolidada”, afirma a diretora de insights, inovações e design do Grupo Heineken.

12 opções de presentes cervejeiros para celebrar o Natal

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Seja para harmonizar com os pratos da ceia, brindar com familiares e amigos queridos ou ter como uma lembrança, os presentes cervejeiros podem ser excelentes opções para o Natal, especialmente se o agraciado apreciar marcas artesanais e edições especiais.

Além das bebidas, kits cervejeiros contendo outros itens e até livros sobre essa temática também são alternativas interessantes de presentes no Natal para os amantes da bebida e admiradores do seu universo. Por isso, o Guia selecionou algumas opções especiais para o período natalino.

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Confira uma lista com 12 opções de presentes cervejeiros para o Natal:

Packs da Croma Beer
A Croma Beer oferece dois packs para presentear amantes de boas cervejas. O Pack Classic (R$ 130) reúne quatro latas de 473ml dos rótulos Ponkan (Juicy APA com tangerina), Sunshine (Juicy IPA), Red Strike (Sour com frutas vermelhas e maracujá) e Pipeline (Juicy APA). Outra opção é o Pack de Leves com Alto Drinkability (R$ 120), também com 4 latas de 473ml, essas das cervejas Royals (Czech Pilsen), Cloudbreak (Witbier), Kings (Bohemian Pilsen) e Basilica (Sour com goiaba e manjericão).

Kits da Hocus Pocus
Para quem deseja montar kits especiais, o bar da Hocus Pocus, em São Paulo, no Largo da Batata, disponibiliza itens para presentes. Há growlers com 20% de desconto, além de bolsa térmica (R$ 69,90), ecobag (R$ 44,90), copo (R$ 15,90) e vestimentas, como boné (R$ 64,90) e camiseta (R$ 89,90).

Cerveja com panetone
A Baden Baden, do Grupo Heineken, apresenta um kit exclusivo em parceria com a Kopenhagen, disponível em pontos de venda nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Na compra de quatro garrafas Baden Baden Golden de 600ml, o consumidor poderá adquirir um Pettitone da Kopenhagen pelo valor sugerido de R$ 59,56. Com estoque limitado para o Natal, o kit traz harmonia entre as notas cítricas e doces da cerveja com o panetone de frutas cristalizadas.

Soul Botequim
No Soul Botequim, no bairro Brooklin, em São Paulo, a promoção para as festas de Natal oferece 15% de desconto nos growlers de chopes selecionados, como Burgman (Lager, IPA Hop, Red Ale e Weiss Fun), Dádiva Heart Beat (Double IPA), Hocus Pocus Orange Sunshine (Blonde Ale), Camale Shock (American IPA), Martina (Witbier de laranja e coentro) e Blondine (Session IPA). Também há 10% de desconto em duas cervejas, uma West Coast IPA exclusiva do Soul Botequim feita em colaboração com a Dádiva, além da Dádiva IPA sem glúten. Para incrementar seu kit, é possível adicionar outros itens, como bonés, camisetas, moletom e copos.

Câmara Fria
O Câmara Fria, localizado em cima do bar Original, no bairro Moema, em São Paulo, oferece produtos para presentear os apaixonados por cerveja. Uma opção é a camiseta do bar (R$ 85). Outra opção é o growler (R$ 36), que pode ser preenchido com um dos chopes engatados nas torneiras da casa. O bar apresenta 10 torneiras de chope, sempre artesanal e fresco, e uma carta com 25 rótulos de cerveja. Entre os chopes, há sempre um rótulo próprio, que muda de tempos em tempos.

Promoção da Krater
Para quem deseja presentear com conhecimento, a promoção da editora Krater, válida até o dia 25, oferece 25% de desconto em todos os livros do catálogo, exceto os que estão em pré-venda. Entre as publicações, há desde viagens pelo mundo por meio da história da cerveja até segredos da produção artesanal.

Livro da Cerveja
O Livro da Cerveja, escrito por Francesca Sanci e com edição visual dos designers Alexandre Lucas e Renata Steffe, é uma opção de leitura leve, divertida e dinâmica. A obra é um guia ilustrado sobre o mundo da cerveja, com infográficos e muita informação, com detalhes sobre estilos e dicas de harmonização. O livro é destinado tanto para iniciantes quanto para consultas de veteranos.

Cervejas com levedura belga
A Zuid Experiment, cervejaria cigana carioca, une tradição com tecnologia e, para este final de ano, as opções de presentes são três rótulos inspirados na tradição belga, cada lata com uma história e perfil sensorial diferente, sempre combinando com o verão. A Grisette, por exemplo, leva cajá, manga e frutas amarelas. Já a Hoppy Saison Citra tem em destaque o lúpulo Citra. E a Farmhouse IPA conta com levedura belga e lúpulos americanos.

Cerveja do litoral do Paraná
A Cervejaria Três Morretes, que carrega o nome da cidade histórica no Paraná e traz ingredientes e frutas locais, possui rótulos com erva mate, maracujá e até bala de banana. Para as festas, são três opções de cervejas para montar seu kit: Três Morretes de Antonius (Bock, com 6,7% de graduação alcoólica), Três Morretes Mara Cuya (Witbier, com 5% de graduação alcoólica) e Três Morretes Véu de Noiva (Pilsen, com 4,1% de graduação alcoólica). Todas as cervejas estão disponíveis em garrafas de 600ml e podem ser adquiridas pelo link.

Cervejas capixabas premiadas
Este ano, a Piwo Cervejaria Rural, do Espírito Santo, participou de concursos cervejeiros e produziu sua primeira Manipueira, uma cerveja feita com caldo de mandioca plantada na fazenda. Feita em colaboração com a cervejaria Aurora e a Botânica Fermentaria, a cerveja traz as raízes brasileiras com a mandioca produzida na fazenda. O rótulo leva toques de frutas amarelas que lembram carambola e ainda tem notas amadeiradas e de carvalho.

Cerveja medalhista internacional
Uma das opções de presente da Brotas Beer é uma cerveja premiada, a Brotas Beer Dry Stout. Do estilo Stout e com 4,5% de graduação alcoólica, a cerveja foi medalhista de ouro no European Beer Star deste ano e custa R$ 199,00. Além disso, para quem busca kits, há a opção com três garrafas: Brotas Pilsen, Red Ale e IPA.

Opções da Ashby
A Ashby também preparou uma série opções de presente para o Natal. Tem o kit Descubra Ashby, que vem com duas garrafas de cerveja além de um copo exclusivo da marca, por R$ 49,90, assim como a sua caneca, por R$ 16,10. Na loja online da marca também é possível encontrar o Copo Weiss, por R$ 16,79, e a Ashby IPA Nirvana, de 600ml, por R$ 16,50.

Emirados Árabes Unidos vai abrir sua 1ª fábrica de cerveja na história

Os Emirados Árabes Unidos terão a sua primeira cervejaria. A fábrica, que leva o nome de Craft by Side Hustle, estará instalada dentro de um restaurante, tendo sido criada a partir de uma parceria entre empresários do ramo da gastronomia e a Side Hustle Brews & Spirits, que já atuava no país.

A primeira cervejaria dos Emirados Árabes será instalada em uma área comercial de Abu Dabi, na ilha Al Maryah, marcando um avanço significativo na presença da bebida na região. Afinal, embora a cerveja já seja comercializada em áreas restritas, esta será a primeira vez que será produzida legalmente no país.

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A Side Hustle Brews & Spirits já vende cervejas nos Emirados Árabes desde 2019, inclusive em voos da Etihad Airlines, mas sua produção acontecia nos Estados Unidos. Agora, graças a alterações na legislação local, ocorridas em 2021, a empresa vai se tornar a primeira marca a fermentar e vender bebidas alcoólicas localmente e de modo legal, após obter uma licença das autoridades.

Entretanto, a fábrica enfrentará algumas restrições, como a impossibilidade de envasar as cervejas para distribuição e comercialização externa. A produção será limitada a 25 mil litros mensais, utilizando lúpulo e outros ingredientes importados.

Ao longo dos próximos 12 meses, a Craft by Side Hustle planeja fabricar 75 cervejas diferentes, mantendo sempre de 5 a 10 variedades disponíveis para o público. A empresa combinará suas cervejas com pratos típicos da Louisiana, nos Estados Unidos, como jambalaya. A choperia abrirá em dezembro, mas a inauguração oficial está programada para fevereiro do próximo ano.

A Craft by Side Hustle é fruto de uma parceria entre empresários dos Emirados Árabes Unidos. Anteriormente, a fabricação ocorria na Pensilvânia, produzindo estilos como Pale Ales e Pilsners, além de hard seltzers.

Antes da pandemia do coronavírus, a empresa organizou o Hustle Fest, um festival de cerveja artesanal em Abu Dabi, apresentando diversas cervejas produzidas nos Estados Unidos.

Liberação da produção de bebidas alcoólicas
A decisão de liberar a produção de bebidas alcoólicas nos Emirados Árabes, incluindo a abertura da sua primeira cervejaria, se deu sob a justificativa de desenvolver e aprimorar os padrões de qualidade na indústria do turismo. Isso reflete a busca do país por diversificar sua economia, não dependendo exclusivamente da exploração do petróleo.

Embora muitos países da região proíbam totalmente a produção, venda, consumo e posse de álcool, os Emirados Árabes seguem a tendência recente do Catar, que expandiu as licenças para bares, restaurantes e locais de hospitalidade independentes.

Aprovação de reforma intensificará debate sobre Imposto Seletivo na cerveja

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A reforma tributária teve a sua votação concluída na última sexta-feira (15) e agora será sancionada, mas os debates sobre alíquotas que incidirão sobre produtos, como a cerveja, ainda estão por começar. E, para especialistas ouvidos pelo Guia, essas discussões deverão ser um dos temas prioritários para a indústria cervejeira a partir de agora.

Afinal, a proposta de emenda à Constituição aprovada pelo Congresso Nacional aborda apenas as mudanças na Carta Magna. As alíquotas dos impostos criados no sistema do IVA, o Imposto sobre Valor Agregado, e do Imposto Seletivo serão definidas por meio de leis complementares. Este último, aliás, impactará a indústria cervejeira, pois incidirá como uma sobretaxa sobre produtos classificados como prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.

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Essa tributação foi, inclusive, um dos temas alterados pelos deputados na última votação, com a retirada da taxação sobre a produção, comercialização e importação de armas e munição, por meio de um destaque. Contudo, os produtos prejudiciais ainda não foram especificados na proposta de reforma tributária, e os critérios para definir as alíquotas serão discutidos a partir de 2024, quando uma regulamentação por lei específica deve ocorrer, atingindo a cerveja.

“Para o setor de bebida alcoólica como um todo, como mensurar o grau de afetação do álcool à saúde? Pela graduação alcoólica apenas, pelo volume de comercialização do produto? O que mais? Creio que esse debate se iniciará muito em breve”, prevê o advogado tributarista Marcos Moraes.

A reforma tributária extinguirá ISS, ICMS, IPI, PIS e Cofins, substituindo-os pelo sistema de IVA, com dois impostos: o IBS, o Imposto sobre Bens e Serviços, de competência compartilhada entre estados e municípios, e a CBS. a Contribuição sobre Bens e Serviços, de competência federal.

A definição das alíquotas desses impostos ainda será realizada, e especialistas apontam que, devido às exceções, a carga deve ficar entre 25,4% e 27,5%.

“A expectativa positiva gerada pela reforma tributária fica por conta da provável simplificação do sistema, na medida em que diversos impostos (dentre eles o ICMS, que sempre gera muitas dificuldades práticas) serão extintos para dar lugar a um IVA, que tem a pretensão de ser mais simples e transparente”, comenta Clairton Gama, advogado e sócio do escritório Kubaszwski Gama Advogados Associados.

A reforma será implementada de forma gradual, com uma alíquota teste de 0,9% para a CBS e 0,1% para o IBS em 2026. No ano seguinte, a CBS será implementada, com PIS e Cofins deixando de existir. Entre 2029 e 2032, haverá redução gradual das alíquotas do ICMS e do ISS e elevação do IBS, que entrará em vigência total em 2033.

É preciso que as empresas estejam preparadas para esta mudança profunda que irá ocorrer, sobretudo durante o período de transição, que deverá se estender por 7 anos, nos quais os sistemas atual e novo irão coexistir

Clairton Gama, advogado e sócio do escritório Kubaszwski Gama Advogados Associados

Simples Nacional
Realidade de muitas cervejarias artesanais, o Simples Nacional, opção de tributação para empresas que faturam até R$ 4,8 milhões, não passará por mudanças em função da recém-aprovada reforma tributária. Porém, há a opção de que elas recolham IBS e CBS fora do sistema com a intenção de obterem créditos tributários.

Balcão da Chiara: Artesanal é sinônimo de qualidade?

Balcão da Chiara: Artesanal é sinônimo de qualidade?

O termo “artesanal” se popularizou junto com o movimento de crescimento das microcervejarias no país. Existem interpretações e uma comunicação de parte do mercado com alegações de qualidade como sinônimo do termo “artesanal”, apesar de não haver uma definição ou regulamentação específica do órgão regulamentador e fiscalizador, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

O problema não está na utilização do termo em si, mas no conceito errôneo do que é qualidade. Isso não é só uma questão semântica. A qualidade pode ter diversas definições, mas aqui vamos focar em duas coisas importantes: o produto precisa atender às expectativas e é preciso ter consistência. Quando escrevo sobre consistência, escrevo, sim, sobre padronização, algo possível em fábricas de qualquer porte, sem tirar o encantamento do “produto artesanal”. E quando pensamos em atender expectativas, é preciso ir além do discurso e atentar para as práticas dentro da cervejaria. Mudanças são urgentes e necessárias para retomar o crescimento, com base na gestão para melhoria e consistência da qualidade, redução de custos e desenvolvimento das pessoas, para além da justificativa dos impostos.

Qualidade é um investimento, assim como equipamentos, estrutura, matérias-primas, publicidade e equipe. Não é apenas “gostar” ou “não gostar” do produto; vai além do controle: a chave está na gestão! Romantizar o discurso de “fazer cerveja” no braço não é profissional e não vai fazer a cervejaria crescer e se manter estável.

Partindo do início, os objetivos da qualidade devem estar alinhados com o objetivo da cervejaria, portanto a gestão da qualidade deve ser pensada desde os primeiros passos da cervejaria, deve haver uma política de qualidade. Além de toda questão legal de atendimento das regras de higiene, é importante montar o seu sistema de gestão. Da mesma forma como é planejado o volume, os fermentadores e o plano de crescimento da cervejaria, deve ser avaliada, também, a estrutura necessária para garantir a qualidade do seu produto. A estrutura não se limita a um laboratório, mas inclui capacidade de medição e acompanhamento do processo, análise dos dados, pessoas, treinamentos, estrutura física e o modelo de gestão que a cervejaria terá.

A justificativa de falta de recursos não se aplica, porque considerando algumas questões como reaproveitamento de levedura (de maneira segura), de retrabalho ou descarte de produto, o investimento já será compensado. Você pode calcular o retorno financeiro, ou a redução dos custos, mas além de tudo, haverá, com toda certeza, um aumento da qualidade do produto.

Na estratégia da empresa, é importante definir o organograma, com papéis e responsabilidade claras. Pode parecer óbvio, mas tenho visto a maioria das cervejarias sem uma definição de cargos, resultando em tarefas confusas e desvios de função.

Outros passos são a descrição e mapeamento do processo, identificação das tarefas críticas e itens de controle, definição dos procedimentos, medição e monitoramento. Quem não mede, não gerencia. Porém, medir e não analisar os dados também não adianta muito. Sabe aquelas folhas de fermentação que a gente vê penduradas nos tanques? Aquelas que saem dali e vão para o lixo ou para uma pasta que jamais será checada? Estes dados são preciosos, e faz parte do papel do(a) cervejeiro (a) analisa-los para tomada de decisões. Se os dados não têm relevância, as pessoas param de registrar. Os registros são importantes não só para análise dos dados, mas também para que seja possível realizar a rastreabilidade, que é um requisito legal pela RDC 655 de 2022 da Anvisa e IN 05 de 2000 do MAPA.

É fundamental a implementação de programas de qualidade como: 5S, BPF, APPCC, Gestão Sensorial, Gestão Microbiológica, Físico-química, Shelf life. Para isso, é preciso pessoas treinadas, que conheçam as ferramentas da qualidade para melhoria dos processos e tratamento das anomalias.

A gestão da qualidade não trata apenas da qualidade intrínseca do produto; ela envolve melhoria da performance, redução de custos, de retrabalhos e de falhas. O primordial para alcançar isso é fazendo com que todos acreditem e que seja prioridade. Uma cervejaria de excelência, não importa o porte, precisa buscar a melhoria contínua dos seus processos e produtos, tendo consistência nos resultados para se tornar cada vez mais competitiva.   


Chiara Barros é proprietária do Instituto Ceres de Educação e Consultoria Cervejeira. Engenheira Química, especialista em Biotecnologia e Bioprocessos, em Gestão da Qualidade e Produtividade e em Segurança de Alimentos, além de cervejeira e sommelière de cervejas.

Menu Degustação: Heineken cria edital para despoluir rio Pinheiros

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A reta final de 2023 chegou com várias ações que buscam reforçar a possibilidade de a indústria cervejeira atuar além do seu ecossistema. A Heineken, por exemplo, uniu forças à SOS Mata Atlântica para lançar um edital que apoia projetos voltados à despoluição do rio Pinheiros, oferecendo até R$ 100 mil de suporte financeiro. A ação se dá na sequência de uma bem-sucedida campanha de marketing, em que a marca instalou um bar flutuante no local.

Em outra iniciativa sustentável, a Corona fechou parceria com a Livo para criar uma coleção exclusiva de óculos sustentáveis, confeccionados a partir de plásticos reciclados retirados do mar. Focando na cidadania, o Zé Delivery realiza uma ação em parceria com Ação da Cidadania, Gastromotiva e G10 Favelas, tendo o objetivo de doar alimentos durante o período do Natal.

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Confira essas e outras ações cervejeiras no Menu Degustação do Guia:

Despoluição do rio Pinheiros com a Heineken
A Heineken e a Fundação SOS Mata Atlântica abriram um edital para a seleção de projetos que contribuam para a melhoria da bacia hidrográfica do rio Pinheiros. O comitê, composto por representantes de Heineken, SOS Mata Atlântica, Sabesp e Pacto Global, escolherá entre cinco e dez iniciativas alinhadas a duas modalidades: soluções baseadas na natureza e ações de mobilização, engajamento e educação ambiental. Os projetos selecionados receberão apoio financeiro entre R$ 50 mil e R$ 100 mil. As inscrições ficam abertas até 31 de janeiro.

Heineken no C6 Fest
A Heineken, patrocinadora oficial do C6 Fest, anunciou sua participação na edição de 2024 do evento, que ocorrerá nos dias 17, 18 e 19 de maio, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. A marca terá uma presença ampliada, garantindo o naming right do palco de maior capacidade, agora chamada de Arena Heineken, localizada na plateia externa do Auditório Ibirapuera. Além disso, atuará como cerveja oficial, oferecendo as beer stations. Entre as ações sustentáveis previstas, destacam-se o “Meu Copo Eco Heineken”, que incentiva a reutilização de copos de chope, e iniciativas de compensação de carbono para todas as ativações da marca durante o festival.

Natal solidário do Zé Delivery
Para celebrar o Natal, o Zé Delivery lançou uma campanha de arrecadação de doações em parceria com Ação da Cidadania, Gastromotiva e G10 Favelas. A ação, que ocorre até 25 de dezembro, permite que os consumidores contribuam diretamente durante suas compras no aplicativo, adicionando um item solidário no valor mínimo de R$ 2,00. A expectativa é proporcionar mais de três mil refeições neste Natal.

Guardiões pela Água
O projeto “Bacias e Florestas” da Ambev recebeu o prêmio “Guardiões pela Água”, promovido pelo Pacto Global da ONU no Brasil, durante a COP 28. Dividida em duas categorias, Acesso à Água e Saneamento e Segurança Hídrica, a premiação destacou iniciativas de destaque de empresas envolvidas no Movimento +Água. A Ambev dividiu o primeiro lugar na categoria Segurança Hídrica com a Coca-Cola.

Óculos sustentável da Corona
A cerveja Corona e a marca Livo lançaram a coleção exclusiva “Paraíso Natural”, que inclui modelos de óculos feitos com plásticos reciclados retirados do oceano. Com designs modernos e uma paleta de cores inspirada no pôr do sol e no oceano, a coleção unissex oferece três modelos: Noronha, sustentável e feito de plástico reciclado retirado do mar, Jeri e Caraíva, feitos de bioacetato.

Verdades sobre a cerveja
A Itaipava disponibilizou o terceiro episódio da série “Mestre-ITA” em suas redes sociais. O episódio apresentado por Diego Gomes, diretor industrial e mestre-cervejeiro do Grupo Petrópolis, recebe a jornalista e apresentadora, Tati Machado para desmistificar verdades e boatos sobre a cerveja compartilhados na internet. Com o bordão “Beba com sabedoria e não tome fake news como verdade”, o episódio está disponível no Instagram, Facebook e TikTok da marca.

Fim da turnê Tardezinha
A turnê Tardezinha encerra sua temporada de 2023 na Neo Química Arena, em São Paulo, com dois shows patrocinados pela Itaipava neste sábado e domingo. A marca celebra a musicalidade brasileira com ativações voltadas ao público, incluindo o espaço Ita-Na Memória, onde os fãs podem tirar fotos e conferir uma retrospectiva dos melhores momentos da turnê. Com a expectativa de reunir mais de 80 mil pessoas, o evento também oferecerá o chope Ita-Draft. Além disso, a ativação apresentará um mapa destacando todas as cidades por onde a Tardezinha passou durante seus 30 shows ao longo do ano, marcando presença em 90% dos estados brasileiros.

Balanço da Turatti
A Turatti encerrou 2023 com 15 premiações, incluindo títulos nacionais e internacionais. Em agosto, foi nomeada a melhor cervejaria artesanal do Nordeste pela Copa Cerveja Brasil, enquanto em setembro recebeu a condecoração TripAdvisor Awards, figurando entre 10% dos melhores restaurantes do mundo. Danilo Matos, chef da Turatti, também foi agraciado com a “Faca de Ouro” pela Prefeitura de Fortaleza, recebendo o título de chef do ano.

Lepos Bar premiado
O Lepos Bar, localizado no bairro do Campo Belo, em São Paulo, recebeu o Prêmio Excelência na Prazeres da Mesa 2023 pela sua carta de bebidas. Com mais de 15 rótulos de cervejas artesanais, mais de 60 rótulos de vinhos na adega climatizada, e mais de 35 rótulos de uísque, o local destaca-se pela diversidade e qualidade de suas opções. A sommelière Bia Amorim orienta a oferta, que inclui opções orgânicas, biodinâmicas e tradicionais.

Piracicaba ganha passeio cervejeiro a partir da união de 11 marcas em associação

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Piracicaba, um dos principais polos cervejeiros do interior paulista, agora conta com sua rota cervejeira. Esta iniciativa se tornou realidade neste mês e visa integrar as atrações turísticas da cidade, situada a 150 quilômetros de São Paulo, com mais de 400 mil habitantes, às suas cervejarias.

A Rota Cervejeira de Piracicaba utiliza o Trenzinho Turístico Maria Fumaça, conhecido por percorrer as atrações históricas e turísticas da cidade, para apresentar as cervejarias locais. Os passeios ocorrem todas as sextas-feiras, a partir das 18 horas, e podem reunir até 45 pessoas.

Leia também – Mundo das artesanais está distante do universo das comuns, indica pesquisa

Iniciado no último dia 8 pela Dama Bier, o passeio já tem a programação fechada para todo o mês de dezembro. Nesta sexta-feira, os interessados terão a oportunidade de visitar a A Tutta Birra. As próximas paradas incluem Cevada Pura (dia 22) e Green Fish (dia 29).

A rota é resultado da criação da Piracerva, a Associação das Cervejarias da Região de Piracicaba, ocorrida na segunda metade deste ano. As 11 cervejarias que compõem a Piracerva são: Cevada Pura, Dama, Em Nome do Malte, Escafandrista, Green Fish, Kontainer Beer, Nhô Quim Cervejaria, Panela Cervejeira, Peixe Para, Vibeer e A Tutta Birra.

A Piracerva tem Lucas Romero, sócio-proprietário da Green Fish, como presidente.  “Juntas estamos em todos os estados brasileiros, produzimos mais de 300 mil litros/mês de cerveja e já conquistamos mais de 200 prêmios nacionais e internacionais, inclusive, algumas já foram eleitas como as melhores do mundo em seus estilos. Isso nos deixa ainda mais orgulhosos, mas estamos nos unindo para que sejamos ainda mais fortes e, como associação, para que isso continue crescendo”, afirma.

A associação já criou sua primeira cerveja colaborativa, a Session IPA, uma cerveja de corpo leve, teor alcoólico baixo, coloração amarela âmbar e aroma característico de lúpulo. Quatro lúpulos foram utilizados na receita: Centennial, Cascade, Citra e Strata.

Nomeada de Session Pira, a cerveja foi produzida na fábrica da Dama Bier, totalizando 2.500 litros. Está disponível em latas e barris nas 11 cervejarias da Piracerva, além de bares parceiros, com as suas vendas contribuindo para a sustentabilidade financeira da associação.

“Foi uma honra para a Dama Bier receber e conduzir este projeto em nossas instalações. E nada mais icónico do que unir todas as cervejarias de Piracicaba através de uma cerveja feita por todos nós, pois nosso objetivo é trabalhar em conjunto com todas as integrantes da Piracerva na promoção da cultura cervejeira local”, diz Renato Bazzo, CEO da cervejaria.

Além disso, no final de novembro, aconteceu a primeira edição do festival Pira Beer, que reuniu as cervejarias da associação, food trucks e atrações musicais. Foram oferecidos mais de 50 rótulos de cerveja pelas componentes da Piracerva, com cada uma tendo levado, em média, cinco estilos diferentes das suas criações. Os responsáveis pelo evento, que durou três dias, relataram que foram vendidos mais de 5 mil litros de cerveja para as 9 mil pessoas que passaram pelo entorno do Casarão do Turismo, na Rua do Porto.

“Tudo isso é resultado do trabalho intenso da diretoria da Piracerva e da vontade de cada um dos integrantes em fomentar o mercado cervejeiro da cidade. E vem muita coisa boa por aí, aguardem!”, afirma Caio Truffi Polacow Sabbagh, diretor de comunicação e eventos da associação e proprietário da cervejaria Peixe Para.

Só 34% das cervejarias acreditam que diversidade pode impactar receitas

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Só 34% das cervejarias acreditam que diversidade pode trazer impactos às receitas

Embora a diversidade étnica seja uma importante pauta da agenda ESG, apenas 34% das cervejarias brasileiras acreditam que ela possa trazer benefícios e causar impactos positivos nas receitas das indústrias e do setor. O dado está presente na pesquisa Participação de Pessoas Negras na Indústria Cervejeira, realizada pelo Guia da Cerveja e disponível neste link.

O levantamento também indica que 26% das cervejarias têm uma visão oposta, não acreditando que a ampliação do espectro étnico possa trazer benefícios para a indústria cervejeira.

Adicionalmente, 40% das cervejarias participantes da pesquisa expressam a crença de que a diversidade pode trazer benefícios, mas revelam incerteza quanto ao impacto financeiro desta medida.

Exceto pelo Nordeste, o índice de cervejarias que acreditam haver impacto se mantém constante nas diferentes regiões do Brasil, variando entre 30% e 39%.

Este patamar se repete também na incerteza sobre os efeitos da diversidade entre as nano e microcervejarias, com taxas de 35% e 31%, respectivamente.

E a situação é mais desafiadora entre as pequenas cervejarias artesanais, com apenas 25% acreditando que a diversidade étnica pode trazer benefícios e impactar positivamente as receitas.

Necessidade de representatividade
A dificuldade de compreensão da importância da diversidade étnica entre as pequenas cervejarias se repete quando questionadas sobre a necessidade de tornar a indústria mais representativa e inclusiva para pessoas negras.

Nesse contexto, 42% das pequenas cervejarias consideram essencial promover a inclusão e a diversidade, um percentual inferior aos 61% do universo cervejeiro como um todo, dos 48% das microcervejarias e dos 71% das nanocervejarias, que, por seu perfil, enfrentam mais limitações para adotar essas práticas. Além disso, entre as regiões brasileiras, o índice de cervejarias que avaliam ser essencial a adoção de práticas inclusivas cai para 50% no Sul e no Centro-Oeste.

A pesquisa também destaca que 23% das cervejarias não consideram o tema relevante, enquanto 16% não sabem como implementar ações para tornar a indústria cervejeira mais representativa e inclusiva.