Início Site Página 83

Entrevista: “Planejamos ser a melhor cervejaria do Brasil até 2027. E seremos”

7

Ano após ano, as competições cervejeiras apresentam aos apreciadores das artesanais tanto os vencedores já conhecidos quanto algumas novidades. Em 2023, no segundo grupo, embora não seja uma recém-chegada ao segmento, está a Big Jack Cervejaria, uma marca da cidade catarinense de Orleans (SC), que se destacou em três dos principais campeonatos do setor.

Desde março, a Big Jack conquistou o terceiro lugar no Concurso Brasileiro de Cervejas, foi campeã da South Beer Cup e se consagrou como a melhor cervejaria de médio porte no Brasil Beer Cup. Todo esse sucesso foi o tema de mais um episódio do Guia Talks, o 21º, com Marcelo Dalazen, proprietário da cervejaria catarinense.

Durante a conversa, ele explicou as estratégias da Big Jack para atrair os consumidores e se destacar nas competições. Segundo o proprietário, a marca aposta na variedade de estilos em seu portfólio e trabalha em conjunto com a comunidade de Orleans para construir uma cidade mais voltada para a cultura cervejeira.

Os sucessos nas competições estão relacionados aos planos traçados ainda quando a Big Jack era uma cervejaria em formação. Dalazen relata que, em 2017, ao participar do Empretec, um programa de formação de empreendedores promovido no Brasil pelo Sebrae, estabeleceu a meta de ter a melhor cervejaria do país em dez anos. E ele assegurou ao Guia Talks que alcançará esse objetivo.

Leia também – Eleita Melhor Cervejaria do Brasil, Big Jack planejou o próprio sucesso, cumpriu e dobrou a meta

Confira os principais trechos da conversa com Marcelo Dalazen, proprietário da Big Jack Cervejaria:

Como a Big Jack surgiu?
A Big Jack foi fundada em 2016, embora no logotipo esteja 2011, que foi quando eu comecei a produzir na panela. E tudo começou com uma história curiosa, porque eu não gostava de cervejas comerciais e até hoje não as bebo. Então, eu fui para Blumenau, para ser padrinho de casamento e pedi samba, que em Santa Catarina é uísque com coca. E o atendente ofereceu cerveja, dizendo que a artesanal era diferente. Experimentei, gostei e voltei no dia seguinte. Quando retornei para Orleans, uma pequena cidade na Serra Catarinense, não tinha cervejas artesanais para comprar. Então, fui para a internet para comprar, vi uma propaganda de equipamentos e também adquiri. Comecei a fazer e a gostar do que fazia, porém dava muito trabalho. Também comecei a estudar, fui desenvolvendo meus métodos e ganhei algumas medalhas. E em 2016 resolvi fazer em escala industrial.

Como você avalia a trajetória da Big Jack até o momento?
Eu não fiz faculdade, só estudei até o segundo grau. E eu fiz o Empretec. E uma das metas era ter a melhor cervejaria do Brasil até 2027. Então, mais recentemente, começamos a participar de concursos, sabendo que as nossas cervejas são boas. Esse ano, o nosso primeiro em Blumenau, ganhamos seis ouros. Foi até mais do que o primeiro e o segundo colocados, mas ficamos atrás na pontuação. E fomos os melhores de Santa Catarina. Isso nos credenciou a participar da South Beer Cup. Conseguimos cinco medalhas dois ouros, dois bronzes e uma prata. Então, estamos no rumo da meta que foi traçada no Empretec, de sermos a melhor cervejaria do Brasil até 2027. E vamos conseguir isso.

Após o sucesso alcançado pela Big Jack, como você vê a importância das competições para as cervejarias?
As competições oferecem um respaldo importante para nossos clientes e fornecedores. Nossas cervejas estão disponíveis em muitos pontos de venda, então as medalhas conquistadas servem como um selo de qualidade. Na South Beer Cup, enviamos praticamente as mesmas cervejas que competiram em Blumenau e conquistamos praticamente as mesmas medalhas. Os juízes são altamente qualificados e sua avaliação atesta a qualidade do nosso produto para os consumidores. Em Blumenau, ficamos em terceiro lugar, com as duas primeiras cervejarias sendo praticamente vinícolas, premiadas apenas em categorias que eram de cervejas envelhecidas em barris de madeira. Enquanto isso, conquistamos medalhas de ouro em estilos de cervejas das quatro principais escolas cervejeiras: alemã, inglesa, belga e americana. Isso demonstra que não nos limitamos a um único estilo de cerveja; somos competentes em produzir diversos estilos, cada um com suas particularidades.

Como é a estrutura da Big Jack?
Atualmente, produzimos cerca de 50 a 60 mil litros de cerveja por mês, mas temos capacidade para chegar a até 100 mil litros. Todas as nossas cervejas são produzidas em escala comercial, não fazemos experimentos. O que enviamos para os concursos é o mesmo produto que entregamos em nossos bares e pontos de venda. Somos um pouco diferentes do padrão no mundo da cerveja, pois acreditamos em abordagens diferentes em partes do processo, como o uso de água em vez de glicol para resfriamento. Além disso, pasteurizamos todas as nossas cervejas, inclusive uma que ganhou medalha de ouro após a pasteurização.

O que torna a Big Jack diferente das outras cervejarias artesanais?
Geralmente, em nosso bar, servimos a cerveja em uma caneca congelada, por exemplo. Alguém pode perguntar: ‘Mas é muito mais fácil você lavar um copo e servir a cerveja em um copinho’. E alguém pode dizer que assim o cliente não consegue sentir tudo que a cerveja tem para oferecer na caneca. Concordo, mas você faz quais testes de qualidade da cerveja? A gente garante a qualidade do produto. Não colocamos chopeira em nenhum ponto de venda, tudo é servido com barril refrigerado. Atendemos o povão, quem gosta de cervejas, mas entregamos a melhor cerveja que conseguimos lá na ponta. Também temos o lema de que não é só sobre cervejas. Quando você visita a Big Jack, vai ver que apoiamos causas sociais e culturais. Somos patrocinadores de tudo o que acontece no nosso entorno. Acreditamos que ao crescer junto, se cresce mais. Nos envolvemos com a comunidade.

Como a Big Jack se relaciona com a comunidade de Orleans e arredores para promover a cultura cervejeira?
Durante muito tempo, dei cursos gratuitos, ensinando como fazer cerveja. E minha cidade tem muitos cervejeiros caseiros. Temos uma das maiores concentrações em volume de cervejeiros caseiros no Brasil. Numa cidade de 20 mil habitantes, temos cerca de 200 cervejeiros aqui. Recentemente, fizemos uma brassagem coletiva na fábrica. Todo mundo veio, trouxe sua fermentadora e, depois, em um encontro, vamos tomar 30 cervejas diferentes. Também já fizemos concursos, estamos sempre voltados para os cervejeiros caseiros. E quando eu entro no pub, tanto aqui como em parceiros nossos, eu sempre vejo alguém que participou do curso. Quando você tem um negócio, você tem que dar razões para as pessoas irem ao seu estabelecimento. Eu olho para o pub da Big Jack e está sempre lotado. Alguns vão para conhecer, outros vão pela música, outros vão pela comida, e outros vão porque os ensinamos a fazer cerveja. Sempre que vou ao pub, vejo alguém que começou a fazer cerveja porque eu dei um curso gratuito. Eu acho que isso ajuda muito a fortalecer a cerveja aqui na nossa região.

Você mencionou a variedade de estilos da Big Jack. Como vocês decidem o que criar e produzir?
A minha cidade é linda, tem muitas comunidades, uma só com alemães, outra em que predomina a cultura italiana… São sete, oito etnias que vieram para cá, tem bastante cultura de outros países. Então, focamos em vários estilos de cerveja e tentamos executar da melhor maneira possível. Além disso, ficamos muito próximos dos produtores rurais, vamos aonde eles estão, conversamos, integramos todo o ecossistema. E cuidamos muito da entrega do produto para o cliente, nossos pontos são todos em cadeia refrigerada. Nunca você vai ver um barril da Big Jack estragando numa chopeira. Buscamos cuidar até o momento do consumo do cliente.

Como investir na indústria da cerveja

0

Não há momento melhor para investir na indústria da cerveja do que agora. O setor cervejeiro continua a crescer anualmente, com um aumento de 11,6% registrado em 2022. Existem 1.729 cervejarias registradas no país, abrindo caminho para mais produtos de cerveja inovadores competirem no mercado global. Além disso, o Brasil é o 3º maior produtor de cerveja do mundo, com previsão de alcançar um volume de vendas de 16,1 bilhões de litros em 2023, um crescimento de 4,5% em relação ao ano passado. Portanto, as pessoas que desejam investir na indústria da cerveja podem esperar uma perspectiva positiva.

Se você está interessado em fazer isso, mas não sabe por onde começar, aqui estão algumas maneiras de investir na indústria da cerveja:

Ações

Você pode investir na indústria da cerveja colocando dinheiro em ações de cervejarias. Isso é um título que permite que você tenha uma propriedade parcial de uma empresa de cerveja e permite que você lucre quando o preço de suas ações aumenta. A empresa usa o dinheiro da venda de ações para financiar várias iniciativas, como criar um novo sabor de cerveja.

Para começar a investir em ações de cerveja, você precisa abrir uma conta em uma corretora e reservar algum dinheiro para depositar. Ao escolher em quais ações investir, certifique-se de que a cervejaria seja promissora ou tenha um histórico de bom desempenho. Caso contrário, seu investimento pode ir para uma empresa que não está causando impacto na indústria da cerveja, o que, por sua vez, pode levar a uma queda no preço das ações.

Por exemplo, embora a Ambev seja uma das cervejarias brasileiras mais bem-sucedidas, suas ações recentemente caíram em agosto, com uma desvalorização total de 4,7% desde janeiro. A empresa tem enfrentado oportunidades limitadas de crescimento, então é melhor procurar outras cervejarias no momento, como a Brasil Kirin, que foi adquirida pela Heineken em 2017.

Commodities

As commodities são produtos brutos comprados, vendidos e negociados. Os preços das commodities tendem a se mover na direção oposta das ações, portanto, esta é uma ótima alternativa se as ações não estiverem se saindo bem.

Quando se trata de negociar commodities, as mais populares são metais preciosos e energias, porque essas têm variações de preço frequentes. Apesar disso, as commodities na indústria da cerveja, como a cevada, são uma ótima opção. A cevada é essencial para a produção de cerveja, então negociar com ela ajuda você a aproveitar a crescente demanda. Como mencionado acima, o setor cervejeiro no Brasil está se expandindo, então mais cervejarias precisarão de cevada. Desta forma, você permite que essas cervejarias tenham acesso à matéria-prima, investindo assim na indústria da cerveja.

Você pode negociar commodities por meio de uma plataforma de negociação, especialmente uma onde você possa ver movimentos de preço em tempo real, já que isso pode mudar rapidamente devido a fatores como notícias. Por exemplo, o preço da cevada pode mudar instantaneamente se o Brasil estiver com baixo estoque devido a desastres naturais.

Investir em uma cervejaria

A forma mais direta de investir na indústria da cerveja é contribuir para uma cervejaria existente. Quando você investe dinheiro em uma cervejaria, pode aumentar seus recursos financeiros para expandir a empresa e buscar produtos de cerveja mais inovadores. Dessa forma, você contribui para o potencial sucesso de uma cervejaria, ajudando a estabelecer seu nome na indústria da cerveja.

Se você já tem uma cervejaria em mente, pode perguntar se eles estão procurando investidores ou emprestar dinheiro para empreendedores que desejam criar uma cervejaria. Da mesma forma que escolher ações e commodities para negociar, você deve ser sábio ao escolher uma cervejaria para investir, para ter certeza de que seu dinheiro será realmente usado para o bem. Algumas das melhores cervejarias deste ano incluem a Tutta Birra e a Irmandade Cervejaria Artesanal, pois elas mostraram as bebidas mais promissoras entre milhares de opções. Ao investir em tais cervejarias, você pode garantir que está ajudando uma empresa que está a caminho do sucesso.

Investir na indústria da cerveja é uma maneira de aproveitar o crescimento contínuo do setor. Felizmente, você pode fazer isso de várias maneiras, investindo em ações e commodities ou financiando sua cervejaria favorita.

Bill Gates investe em ações da Anheuser-Busch após crise da Bud Light

Bill Gates parece ser uma das pessoas a confiar na recuperação da Anheuser-Busch e da Bud Light nos Estados Unidos. Uma fundação que leva o seu nome, a Bill & Melinda Gates Foundation Trust, adquiriu recentemente 1,7 milhão de ações do braço norte-americano da AB InBev por US$ 96,594 milhões, aproveitando um momento de desvalorização dos ativos.

O primeiro semestre foi especialmente desafiador para a Anheuser-Busch nos Estados Unidos, com uma queda de 15% nas vendas para varejistas de abril a junho e uma redução de 14% nas vendas para atacadistas, em comparação com o mesmo período de 2022. Como resultado, a Bud Light perdeu a posição de cerveja mais vendida do país, após mais de duas décadas, para a Modelo Especial, distribuída por lá pela Constellation Brands.

Leia também – Heineken vende operação na Rússia por 1 euro e sai com prejuízo de R$ 1,58 bi

A aquisição ocorreu no segundo trimestre, durante um momento crítico para a empresa. Essa fase difícil teve início após uma controvérsia relacionada a uma ação de marketing da Bud Light com a influenciadora trans Dylan Mulvaney, divulgada em suas redes sociais em 1º de abril.

A iniciativa desencadeou um movimento de boicote transfóbico liderado por personalidades conservadoras dos Estados Unidos. A postura da Anheuser-Busch também foi criticada por sua tentativa malsucedida de encerrar o caso sem tomar uma posição firme contra os ataques direcionados a Dylan.

O valor pago pela Fundação Bill & Melinda Gates significa que foram desembolsados US$ 56,72 por ação da Anheuser-Busch. A data exata da aquisição não foi divulgada, mas após iniciar o primeiro trimestre com um preço de US$ 66,73, as ações da empresa terminaram maio valendo US$ 53,40. Na última terça-feira (19), foram cotadas a US$ 57,48.

A Foundation Trust opera independentemente da Fundação Bill & Melinda Gates e foi criada para supervisionar a gestão dos fundos de doações da instituição de caridade. Bill e Melinda atuam como curadores da organização, enquanto a gestão do patrimônio é responsabilidade da Cascade Management Company.

Essa não foi a primeira incursão de Bill Gates no mundo das cervejas este ano. Em fevereiro, o bilionário investiu 883 milhões de euros na aquisição de uma participação de 3,76% no Grupo Heineken.

Bud Light aposta na NFL para se recuperar
Patrocinadora oficial da NFL, a Bud Light tem buscado aproveitar o início de uma nova temporada do futebol americano nos Estados Unidos, que começou em 7 de setembro, para tentar recuperar sua participação de mercado. Com essa intenção, a Anheuser-Busch lançou uma das maiores campanhas envolvendo a modalidade com a sua marca.

A ação se chama “Easy to Sunday”, envolve sorteios e a volta de edições limitadas da Bud Light com o emblema de cada um dos 32 times participantes da NFL, além de uma propaganda em vídeo.

“Sabemos que para os fãs da NFL, o domingo se tornou sinônimo não apenas de dia de jogo, mas também de tradições enraizadas. Nossa nova campanha ‘Easy to Sunday’ celebra e homenageia esses verdadeiros momentos de domingo que aproximam os fãs da NFL de todo o país de seus amigos, familiares e comunidades locais, e estamos muito orgulhosos de desempenhar um papel como marca”, afirma Todd Allen, vice-presidente de marketing da Bud Light.

São Paulo ganha 21 PEVs para ampliar reciclagem de vidro; confira onde estão

0

A reciclagem de vidro em São Paulo recebeu um impulso com a instalação de novos contêineres para a coleta desse material. Essa expansão na disponibilidade de pontos de entrega do vidro para posterior reaproveitamento é fruto de uma parceria entre a Verallia e a Massfix, como parte do programa “Vidro Vira Vidro”.

A cidade agora conta com 21 novos Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) dedicados à coleta de vidro, que será posteriormente reciclado. Isso permite que São Paulo, que já dispunha de outros pontos de coleta, aumente sua capacidade de coletar esse material para reutilização.

Leia também – Heineken abre centro em Osasco para ampliar distribuição na Grande SP

A Verallia selecionou estrategicamente as localizações para esses PEVs, com o objetivo de facilitar o descarte do vidro. Os pontos foram instalados próximos a bares, restaurantes e áreas de grande circulação, como o Largo da Batata, a Praça Rotary e o Largo Nossa Senhora do Ó.

“A definição dos locais de instalação considera a densidade demográfica na capital paulista junto com um posicionamento estratégico em que há uma significativa presença de bares e restaurantes com grande circulação de pessoas. Nesta etapa foram priorizadas regiões como Vila Prudente, Freguesia do Ó, Largo da Batata, Campo Belo, Jd. Ipanema, Jd. Cruzeiro e Jd. Atlântico”, explica Quintin Testa, diretor geral da Verallia para América Latina.

A coleta dos vidros descartados nos PEVs será realizada pela Prefeitura de São Paulo, por meio da Ecourbis Ambiental e da Loga-Logística Ambiental, as concessionárias responsáveis pela coleta seletiva de resíduos na capital.

Após a coleta em São Paulo, o ciclo da reciclagem do vidro prossegue com o encaminhamento do material para cooperativas. Nesse processo, a Massfix é responsável por adquirir os vidros e, em seguida, enviá-los para a Verallia, que os utiliza na produção de novas embalagens.

A instalação dos PEVs faz parte do programa “Vidro Vira Vidro”, que também está sendo implementado em outras cidades e estados brasileiros. A Verallia informa que já instalou 621 contêineres em São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e no Distrito Federal. A empresa tem como meta instalar 1,5 mil pontos até 2025.

“O objetivo da iniciativa, inclusive, é ampliar a coleta e a reciclagem do material, a instalação dos PEVs é uma forma de ampliar a conscientização da população sobre a responsabilidade ambiental com a correta destinação do resíduo. Cada contêiner possui a capacidade de estocagem de cerca de 800kg”, afirma o diretor geral da Verallia.

Aumentar esse número é fundamental para melhorar as taxas de reciclagem no Brasil, uma vez que estimativas indicam que apenas 25% do vidro consumido é reciclado, enquanto 75% acaba em aterros sanitários.

“No Brasil, infelizmente apenas uma pequena parte do vidro é destinado à reciclagem, aumentando a sobrecarga dos aterros e custo para as prefeituras. Por isso o Programa Vidro Vira Vidro é um importante aliado para ajudar o poder público a incrementar suas taxas de reciclagem”, conclui o executivo da Verallia.

Confira onde estão localizados os novos PEVs da Verallia em São Paulo:
Praça Rotary – R. Cel. Joviniano Brandão – 2 PEVs
Largo da Batata – Av. Brigadeiro Faria Lima – 7 PEVs
Largo Nossa Senhora do Ó – Praça da Matriz N. Senhora do Ó S/N – 7 PEVS
Garagem Sul – 1 – R. Otávio Tarquinio de Sousa, 223
Garagem Sul – 2 – Av. Francisco de Carvalho, 2
Garagem Sul – 3 – Praça Isaac Grinman, 246
Garagem Sul – 4 – R. Cel. Naul de Azevedo, 29
Garagem Sul – 5 – R. João Francisco Delmas, 117

Lager com mandioca: Veja cervejas de projeto entre Colorado e 5 marcas

0

A missão de produzir seis cervejas distintas, cada uma incorporando a mandioca e ingredientes típicos das diferentes regiões do Brasil, uniu a Academia da Cerveja e a Colorado a outras cinco cervejarias do país. As fabricantes parceiras nesse projeto foram: Cervejaria Colombina, Amazon Beer, Implicantes, Caatinga Rocks e Masterpiece, cada uma delas contribuindo com sua própria versão da Aipi Lager, assim como a marca de Ribeirão Preto (SP) da Ambev.

Nesta iniciativa, seis variedades de Lagers foram desenvolvidas, todas contendo mandioca e lúpulos cultivados no Brasil em suas receitas. Para diferenciá-las e ressaltar a variedade da produção nacional, cada cerveja foi aprimorada com ingredientes regionais, como flor de jambu, cupuaçu, caju, seriguela, acerola, maracujá do mato e pimenta de macaco.

Leia também – Encontro Selvagem cresce com internacionalização e mira na ruralidade

O lançamento dessas cervejas ocorre semanalmente através das redes sociais da Colorado, com o projeto também sendo discutido em episódios do podcast “Hora do Gole”, com o tema “O que a cervejaria brasileira tem a oferecer?”, destacando a diversidade de sabores e possibilidades que o Brasil possui no mundo da cerveja.

A receita base das cervejas deste projeto foi desenvolvida em colaboração no mês de junho, com cada fabricante produzindo sua versão posteriormente. “A colaboração destaca a importância de fomentar a cultura cervejeira e o uso de ingredientes nacionais e regionais na produção de cervejas artesanais”, enfatiza a Ambev.

Além das cervejas, a Academia da Cerveja lançou conteúdo especial em parceria com as seis cervejarias, abordando o processo de criação e produção da Aipi Lager e os diferentes ingredientes utilizados em cada região. Esse conteúdo está disponível no site da Academia da Cerveja e tem como objetivo compartilhar conhecimento sobre as influências regionais na produção da bebida, enriquecendo ainda mais o ecossistema cervejeiro nacional.

Segundo a companhia, as cervejas podem ser encontradas na Toca do Urso, em Ribeirão Preto, e em alguns Bares do Urso, assim como nos estabelecimentos de algumas das marcas participantes. Online, algumas das cervejarias envolvidas disponibilizam seus rótulos em seus e-commerces, assim como a Ambev faz por meio do Empório da Cerveja.

Produzir cervejas com mandioca não é uma novidade para a Ambev ou a Colorado, que já a utiliza na composição de um dos seus rótulos, a Cauim. No caso da gigante cervejeira, a mandioca está presente em algumas de suas cervejas regionais, como a pernambucana Nossa, a goiana Esmera e a cearense Legítima.

Confira informações sobre as cervejarias participantes e alguns detalhes sobre suas cervejas:

Cervejaria Colombina – Goiânia: Produziu uma Aipi Lager com mangaba e pimenta de macaco, oferecendo um sabor adocicado da mangaba e notas condimentadas e levemente picantes da pimenta de macaco.

Amazon Beer – Manaus: Criou uma Aipi Lager com mandioca, flor de jambu e cupuaçu, capturando os sabores exuberantes da Amazônia.

Masterpiece – Niterói (RJ): Desenvolveu uma Aipi Lager com mandioca, maracujá do mato e alecrim, proporcionando uma combinação que reflete a diversidade da região Sudeste.

Implicantes – Porto Alegre: Elaborou uma Aipi Lager com mandioca e bergamota, uma mistura surpreendente que celebra a região Sul do Brasil.

Caatinga Rocks – Maceió: Criou a Aipi “Cajuela” com mandioca, caju e seriguela, representando a diversidade brasileira com toque nordestino.

Colorado: Incluiu a acerola em sua Aipi Lager, celebrando a diversidade do Brasil em cada gole, com um sabor refrescante e leve.

Como a indústria da cerveja deve lidar com os desafios? Pesquisa traçará saídas

0

Quais são os maiores desafios para a indústria da cerveja? Segundo a pesquisa “O Ano de 2022 para as Cervejarias”, conduzida pelo Guia da Cerveja e disponível por meio deste link, questões como a carga tributária, acesso a insumos, endividamento e inflação destacam-se como os gargalos mais significativos.

Entretanto, a mera identificação desses problemas não basta. É fundamental compreender como a indústria da cerveja está enfrentando cada um desses obstáculos e como se estrutura, a fim de desenvolver estratégias e políticas públicas eficazes para o setor.

Pesquisa mapeará desafios e diversidade; participe e fortaleça o setor cervejeiro

Com o intuito de contribuir para a solução desses desafios, o Guia da Cerveja lançou um novo questionário que resultará em dois estudos abertos, sendo um deles intitulado “Principais Desafios do Mercado Cervejeiro no Brasil”. Este trabalho visa identificar os obstáculos enfrentados pela indústria cervejeira em todo o país, desde a produção até a distribuição e comercialização.

Na pesquisa de 2022, o peso dos impostos foi apontado como o principal problema para o segmento, com 35,7% dos respondentes destacando-o. O acesso a insumos e seus custos (22,4%), as dívidas (11,2%) e a inflação (11,2%) também foram mencionados entre os desafios relevantes para a indústria da cerveja no ano anterior.

Além disso, o levantamento demonstrou que os desafios variam de acordo com a região geográfica e o porte de cada cervejaria. Esse detalhamento será um dos focos do estudo “Principais Desafios do Mercado Cervejeiro no Brasil”.

É crucial encontrar abordagens diversas para enfrentar os desafios da indústria cervejeira, que abrange desde as maiores indústrias cervejeiras do mundo até pequenos empreendedores. Atualmente, existem 1.729 cervejarias registradas no Ministério da Agricultura, responsáveis pela venda e produção de 15,4 bilhões de litros anuais.

A pesquisa de 2022 revelou que o peso dos impostos é o maior desafio para cervejarias localizadas no Sul e no Sudeste do Brasil, assim como para aquelas que produzem mais de 60 mil litros de cerveja por mês. Por outro lado, o acesso a insumos foi o principal problema enfrentado pelas cervejarias do Nordeste e aquelas que produzem menos de 60 mil litros por ano.

Agora, como podem ser atender os anseios do setor e buscar soluções para que a indústria da cerveja no Brasil supere esses desafios? A resposta está na sua participação na pesquisa do Guia da Cerveja, que conta com o apoio do Sebrae, da Abracerva e do Sindicerv.

Juntos, podemos lançar luz sobre os desafios do segmento por meio de análises globais, regionais e de acordo com o perfil produtivo das cervejarias. Participe dessa iniciativa e contribua para o fortalecimento da indústria cervejeira brasileira.

Balcão da Fabiana: Toda cerveja tem de ir aonde o consumidor está

Balcão da Fabiana: Toda cerveja tem de ir aonde o consumidor está

Quando me formei sommelière de cerveja, há 13 anos, achava que o consumidor viria até mim trazendo suas demandas. E assim que isso acontecesse, eu poderia desfiar todo o repertório de conhecimentos adquiridos no curso. Me enganei feio. Ninguém quer palestrinha sobre nada, nem pessoalmente e nem pelas redes sociais. Mas o conhecimento repassado sem afetação, sem imposições e regras desnecessárias, é, sim, muito bem recebido. É desejado pelo consumidor, principalmente aquele que tem vergonha de perguntar qualquer coisa a qualquer pessoa.

Tenho vivido a melhor experiência como sommelière desde que me formei. Abri uma loja para vender somente cervejas artesanais nas quais eu acredito, as quais eu bebo, cujas cervejarias tenham pouco espaço na mídia e nos pontos de venda. Uma espécie de recanto cervejeiro onde o consumidor pode encontrar cervejas que jamais conheceria se não chegassem até ele involuntariamente.

Noto que as pessoas chegam à minha loja pela curiosidade em relação aos rótulos. Elas me trazem seus anseios em relação à cerveja que procuram, ou muitas vezes não estão procurando nenhuma e acabam encontrando ali algo que nem sabiam que desejavam. Nas conversas que se desenvolvem aprendo mais sobre o mercado e suas tendências do que qualquer curso poderia me ensinar.  

É curioso perceber que na maioria das vezes o consumidor quer uma cerveja simples. É assim que eles traduzem seu desejo por uma Lager ligeira, que tenha sabores mais neutros e, principalmente, tenham preço acessível. Raramente recebo clientes que procuram cervejas extremas. Essas, inclusive, eu já desisti de ter na loja, pois não vendem e eu acabo tendo de levar embora ou colocar em oferta abaixo do preço que paguei por elas.

Mas o que vende mesmo, sabem o que é? A história por trás da cerveja. É incrível como as pessoas gostam de saber que determinado rótulo é produzido em uma pequena cidade da região mais pobre do estado. Ou adoram cervejas feitas somente por mulheres. Ou ainda se interessam por cervejas feitas sob métodos ancestrais. O importante é o storytelling, vai por mim.

Assim, entre um cliente e outro, vou desenvolvendo o trabalho de apresentar cervejas para pessoas leigas, sem preferências por marcas ou modinhas, livres para escolher o que mais lhes agrada. E tem sido muito bom ir ao encontro do consumidor, ao invés de esperar que ele venha a mim.


Fabiana Arreguy é jornalista e beer sommelière formada em 2010, pela primeira turma da Doemens no Brasil, através do Senac SP. Produz e apresenta, desde 2009, a coluna de rádio Pão e Cerveja, sendo editora de site com o mesmo nome e autora de livros. É curadora de conteúdo, consultora de cervejas especiais, proprietária da loja De Birra Armazém Cervejeiro, além de professora do Science of Beer Institute e do Senac MG, assim como juíza dos principais concursos cervejeiros brasileiros e internacionais.

Cruls domina etapa Centro-Oeste da Copa Cerveja; veja outros destaques

0

A Cruls Cervejaria se destacou como a principal protagonista da etapa do Centro-Oeste da Copa Cerveja Brasil, um evento promovido pela Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva). A marca de Brasília dominou a cerimônia de premiação, ao ser nomeada a melhor microcervejaria, além de ganhar o prêmio de cerveja Best of Show e a medalha de prata na mesma categoria. A Louvada, de Cuiabá, campeã entre as cervejarias, foi outro grande destaque.

Os vencedores foram anunciados na noite desta sexta-feira (15) na sede da Corina Cervejaria, localizada em Brasília. No total, foram distribuídas 44 medalhas, sendo 20 de ouro, nas disputas por estilos.

A cerveja Caminho do Viajante, uma Imperial Stout, fruto de uma colaboração entre a Cruls e a Zanadu, outra marca do Distrito Federal, foi eleita como a melhor entre todas as participantes da região Centro-Oeste. A segunda melhor cerveja da competição também foi inscrita pela Cruls, sendo a Cruls Catharina Sour Limão e Cúrcuma.

Leia também – Denker é melhor sul-americana no International Beer Challenge

Na categoria Best of Show da etapa do Centro-Oeste da Copa Cerveja Brasil, a medalha de bronze foi concedida à Templária, uma marca da cidade goiana de Catalão, pela sua Acid Trip, mais um rótulo colaborativo premiado. Trata-se de uma Double Catharina Sour feita com adição de cupuaçu e morango, em parceria com a Trema Cervejaria, localizada em Uberlândia (MG).

A competição é organizada pela Abracerva e conta com etapas regionais voltadas para marcas das respectivas localidades. A Copa Cerveja Brasil avalia as cervejas por estilos, seguindo os padrões dos guias internacionais, e o somatório das medalhas determina as melhores cervejarias, levando em consideração a capacidade produtiva e o perfil de atuação.

Assim, nesta sexta-feira, a Copa Cerveja Brasil também premiou as cervejarias vencedoras da etapa do Centro-Oeste. A Cruls conquistou o título de melhor microcervejaria, destinado às marcas que produzem até 600 mil litros anualmente.

Para isso, a Cruls conquistou seis medalhas na disputa por estilos, sendo quatro de ouro, com Catharina Sour Limão e Cúrcuna, Only 2 Drepo’s (colaborativa com a O Carcará), 1892 Tripel e Caminho do Viajante, e duas pratas.

O prêmio de melhor cervejaria na premiação promovida pela Abracerva ficou com a Louvada, que deixou Brasília com 11 medalhas. Foram cinco ouros, para os rótulos Weiss, Benedita, Pilsen com Café, Louvada Low e Bergamot, cinco pratas e um bronze.

A cervejaria Biomma, de Aparecida de Goiânia, foi reconhecida como a melhor cigana da região Centro-Oeste. A marca conquistou 2 ouros, com a Atlântica e a Cerrado, e uma prata. E a disputa ainda teve outras duas multimedalhistas de ouro: a Quatro Poderes, de Brasília, que faturou três, e a Colombina, de Aparecida de Goiânia, com duas.

Anteriormente, a Copa Cerveja Brasil já havia realizado etapas no Sudeste, em Vitória, e no Nordeste, em Salvador. Com a realização de três eventos, já acumula a avaliação de 670 rótulos, resultando na distribuição de 196 medalhas, de acordo com seus organizadores.

A competição agora seguirá para a região Norte, em Belém, onde a cerimônia de premiação deve acontecer no dia 20 de outubro. Em seguida, a disputa avançará para a região Sul, em Curitiba, culminando na grande final nacional em São Paulo. A cerimônia na capital paulista reunirá todas as cervejarias premiadas nas disputas regionais.

Os vencedores de medalhas de ouro na final receberão inscrições gratuitas para o World Beer Cup de 2024, um dos concursos mais prestigiados do mundo, realizado nos Estados Unidos pela Brewers Association, a associação de cervejas artesanais e independentes do país.

A Copa Cerveja Brasil faz parte do road show Conexão Cerveja Brasil, que inclui um congresso técnico. Na etapa do Centro-Oeste, os debates ocorreram na sede da Associação Comercial do Distrito Federal.

Menu Degustação: 22 anos da Cevada Pura, 10º FICC em BH, estágio na Ambev…

0

O fim de semana cervejeiro ficará marcado pela celebração de marcas e eventos tradicionais. É o caso da Cevada Pura, de Piracicaba (SP), que vai comemorar o seu aniversário de 22 anos com uma grande festa na sua fábrica, neste sábado, com muita música e, é claro, cerveja.

Em Belo Horizonte, por sua vez, a festa começa nesta sexta-feira e vai até domingo. A celebração é para a décima edição do Festival Internacional de Cerveja e Cultura (FICC) que reunirá mais de 150 rótulos de cervejarias convidadas, no Parque da Gameleira.

Para quem está em busca de uma oportunidade na indústria da cerveja, a Ambev abriu vagas para trainees e estágios em todo o país, com os interessados podendo escolher a modalidade que mais se identificam.

Leia também – Marcas do RJ e fundador da Colorado se unem em cerveja com lúpulo nacional

Confira essas e outras ações das cervejarias no Menu Degustação do Guia:

Programa da Ambev para mulheres
Para aumentar a participação das mulheres em cargos técnicos de maior senioridade na área de desenvolvimento, a Ambev Tech capacitou 27 mulheres por meio do programa Eleve.Elas. Desde novembro de 2022, as desenvolvedoras selecionadas que atuam na Ambev Tech e nas plataformas do Zé Delivery e do BEES participaram de uma formação focada em arquitetura de software. Além do conteúdo do curso, todas as mulheres tiveram mentorias realizadas por profissionais da companhia que as ajudaram a complementar os conteúdos das aulas.

Trainee da Ambev
Estão abertas as inscrições para o Programa de Trainee 2024 da Ambev. Nesta edição, os interessados poderão escolher entre o trainee generalista ou supply chain. Além disso, estão abertas as inscrições para os programas de estágio e o Representa, esse voltado exclusivamente para pessoas autodeclaradas negras. Os candidatos também podem escolher entre business e supply. Para o programa de trainee, o pré-requisito é ter graduação concluída entre dezembro de 2021 e dezembro de 2023. Para os programas de estágio, é necessário ter formação prevista para dezembro de 2024 até dezembro de 2025. As inscrições estão abertas até 25 de setembro.

2 milhões de árvores
A Ambev, em parceria com o programa Bacias e Florestas, alcançou a marca de quase 2 milhões de árvores nativas plantadas em áreas de alto estresse hídrico em todo o Brasil, equivalente a 800 campos de futebol de extensão de reflorestamento. Esse esforço faz parte da ambição da empresa de melhorar a disponibilidade e a qualidade da água em comunidades com alto estresse hídrico e de atingir a ambição net-zero.

Piracerva
Onze cervejarias artesanais de Piracicaba decidiram unir esforços e trabalhar por objetivos em comum, criando assim a Associação das Cervejarias da Região de Piracicaba (Piracerva). A nova associação foi oficialmente lançada na terça-feira (12), e Lucas Romero, da cervejaria Green Fish, é o primeiro presidente. Fazem parte da Piracerva as empresas Cevada Pura, Dama, Em Nome do Malte, Escafandrista, Green Fish, Kontainer Beer, Nhô Quim Cervejaria, Panela Cervejeira, Peixe Para, Vibeer e Tutta Birra.

Festa da Cevada Pura
Neste sábado (16), a partir das 14h, a Cevada Pura realizará sua festa de comemoração pelo seu 22º aniversário. O evento acontecerá na sede da cervejaria, em Piracicaba. O Cevada Pura Fest será celebrado com muita cerveja e rock ‘n’ roll, sendo a grande atração deste ano o show dos Detonautas, apresentação que encerrará a programação. Além da atração principal, outras bandas participarão do evento. Para agradar os paladares dos visitantes, as 16 torneiras da casa estarão disponíveis com 14 tipos de cervejas dos mais variados estilos. Os ingressos estão à venda na Cevada Pura do Shopping Piracicaba ou na Cevada Pura Loja & Pub.

10ª edição do FICC
O Festival Internacional de Cerveja e Cultura (FICC) reunirá mais de 150 rótulos de cervejarias convidadas e apresentará inovações, como o serviço de autoatendimento. O evento está marcado para este fim de semana, de sexta-feira até domingo, no Parque de Exposições da Gameleira, em Belo Horizonte. Os ingressos já estão disponíveis e há opções de lotes gratuitos, com entrada programada, e combos com copo incluso.

Sabores e Cervejas da Mantiqueira
A Associação Cozinha da Mantiqueira, sediada em Campos do Jordão, está realizando a 3ª Temporada Sabores e Cervejas da Mantiqueira, que irá até 29 de outubro. Os principais bares, restaurantes, vinícolas e cervejarias artesanais associadas promovem harmonizações de pratos com diversos tipos de cervejas artesanais de excelência produzidas na região. A programação inclui um tour pela fábrica da Baden Baden, a 5ª edição da Oktoberfest Esquina do Djalma e muito mais.

Corona no Primavera Sound São Paulo
O Primavera Sound São Paulo está programado para os dias 2 e 3 de dezembro, no Autódromo de Interlagos, e será apresentado por Corona e realizado pela Time For Fun. O festival conta com a presença confirmada de bandas como The Cure e The Killers. A marca de cerveja está preparando uma série de ativações.

Cerveja Corona e Sertões Kitesurf
A Corona também é a nova patrocinadora oficial da plataforma de esportes de aventura Sertões e parceira da Duotone. O Sertões Kitesurf está acontecendo nas praias paradisíacas do Ceará, indo até domingo. A Corona convida o público a curtir momentos de socialização e relaxamento durante toda a competição com as já tradicionais Corona Sunsets Hours, festas da marca que celebram o pôr do sol com brindes de cerveja gelada com limão.

Spaten e Selton Mello
O ator Selton Mello protagoniza uma ação da cerveja Spaten, anunciando o lançamento de uma caneca exclusiva. Em colaboração com a marca, Mello co-criou o conteúdo publicitário, no qual interpreta um apresentador de premiação de cinema para revelar a chegada das canecas celebrativas. A Spaten revela que esses consumidores receberão versões de colecionador das canecas como forma de reconhecimento. A caneca tem um design especial e promete ser um destaque na próxima edição da Oktoberfest de Blumenau.

Campanha da Skol
Em um novo filme publicitário da Skol, amigos perdem o “busão”, mas não perdem a chance de trazer leveza para o momento de sufoco. Esta é a nova fase da campanha da marca, encabeçada pela agência GUT, que está no ar desde segunda-feira (11) na TV aberta. A marca também se comunica com o público nas paradas de ônibus, incluindo comunicações em outdoors ou painéis digitais instalados em pontos das regiões Nordeste, Norte e São Paulo. Enquanto esperam o “busão”, as pessoas podem ver mensagens da Skol que estimulam a transformação do perrengue em diversão.

Denker é melhor sul-americana no International Beer Challenge

0

A Denker se destacou como a principal representante do Brasil na edição de 2023 do International Beer Challenge. A marca do Rio de Janeiro conquistou o título de melhor cervejaria de toda a América do Sul na competição realizada em Londres.

Os prêmios de melhor cervejaria da competição e por região são concedidos com base na soma das medalhas e pontos conquistados por cada participante. O triunfo da Imperial Stout da Denker, que se destacou entre todas as Stouts e Porters da competição, foi fundamental para esse resultado. Além disso, a Denker também saiu de Londres com uma medalha de bronze pela sua Red Ale.

Leia também – Walfänger é cervejaria do ano e Brew Center tem Best of Show da Copa Paulista

A Imperial Stout da Denker já havia conquistado resultados significativos em outros eventos recentes, sendo atualmente bicampeã em seu estilo no Concurso Brasileiro de Cervejas. Além disso, na competição cervejeira de Blumenau (SC), a marca foi a melhor entre todas as participantes do Rio de Janeiro neste ano.

O International Beer Challenge teve outras cervejarias brasileiras brilhando com medalhas de ouro em 2023. A Masterpiece, que já havia sido a melhor sul-americana da competição no ano passado, conquistou o ouro com a Charlotte, na categoria de Flavoured Beers. Já a Brahma Duplo Malte Trigo, da Ambev, assegurou um dos oito ouros distribuídos entre as Wheat Beers.

A melhor cerveja da premiação veio também da América do Sul, mais precisamente do Chile. A Kross 110 Minutos, da Cervecería Kross, venceu a disputa entre todos os rótulos medalhistas de ouro em todas as categorias. Além disso, foi coroada como a melhor Ale com mais de 5% de graduação alcoólica.

“Ganhar esse reconhecimento como uma cervejaria sul-americana, com nossa interpretação de um estilo britânico tradicional em sua terra natal, é simplesmente magnífico. Estamos extremamente orgulhosos de ser a primeira cervejaria a colocar a cerveja artesanal chilena no mapa nesta prestigiosa competição”, diz Asbjorn Gerlach, co-fundador da Cervecería Kross, expressando sua satisfação.

Além disso, a AB-Inbev Hoegaarden foi coroada como a Cervejaria Campeã Suprema, enquanto na categoria de Design & Embalagem, a linha Outland da Badger Brewery foi nomeada Campeã Suprema.

Neste ano, a competição recebeu inscrições de 30 países, com 40 concorrentes conquistando medalhas de ouro. Mais 130 cervejas receberam medalhas de prata, enquanto 188 levaram bronzes.