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Balcão do Baierle: A Copa Brasileira de Lúpulo

Balcão do Baierle: A Copa Brasileira de Lúpulo

A primeira edição da Copa Brasileira de Lúpulo foi um grande sucesso!

Sob a coordenação de nada mais nada menos do que Duan Ceola, a copa foi realizada durante a segunda edição do Festival Nacional da Colheita do Lúpulo em Curitibanos (SC).

Os principais objetivos em realizar a copa foram incentivar a cultura do lúpulo no Brasil, estimular o aperfeiçoamento técnico dos cultivadores e dos consultores e divulgar a qualidade dos lúpulos nacionais.

Se inscreveram produtores de lúpulo de diversos estados brasileiros nas categorias Comet, Cascade, Mittelfruh, Saaz, Chinook, Columbus e Experimental.

Estes lúpulos foram avaliados por meio da análise de ácido alfa (principal composto contribuinte do amargor da cerveja) e da qualidade de óleos essenciais (responsáveis pelo aroma característico do lúpulo).

As amostras foram analisadas quanto ao ácido alfa em um laboratório montado dentro do festival para esta finalidade, e a avaliação dos óleos essenciais foi feita por jurados selecionados, também sendo aberta ao público presente através de análise sensorial.

Foram aceitas amostras de lúpulo na forma de flor seca, pellet e plug para, desta forma, não limitar a participação aos produtores que têm a máquina peletizadora de lúpulo na propriedade.

Os lúpulos premiados foram:

– Comet: 1º lugar: Lúpulo do Vale

               2º lugar: Brava Terra

               3º lugar: Lúpulos São Pedro

– Cascade: 1º lugar: Lúpulos 1090

                  2º lugar: Lúpulos Caratuva

                  3º lugar: Lúpulos São Pedro

– Mittelfruh: 1º lugar: Lúpulos São Pedro

                    2º lugar: Lúpulos 1090

– Saaz: 1º lugar: Lúpulos 1090

            2º lugar: Lúpulos 1000Alts

– Chinook: 1º lugar: Ira Hops

– Columbus: 1º lugar: Lúpulo Gaúcho

                     2º lugar: Lúpulos 1000Alts

– Experimental: 1º lugar: Zeus Brava Terra

                       2º lugar: Magnum Brava Terra

                        3º lugar: Sorachi Ace Brava Terra

Quanto aos aromas tiveram destaque:

1º lugar: Comet Ira Hops
2º lugar: Columbus Lúpulo Gaúcho
3º lugar: Cascade Lúpulos 1090
4º lugar: Comet Lúpulos 1090
5º lugar: Chinook Ira Hops

Em relação aos teores de óleos essenciais, alguns lúpulos tupiniquins surpreenderam com teores de óleo acima dos 3%, se igualando aos melhores lúpulos gringos! O Comet da Ira Hops foi o grande campeão. E a surpresa foi o lúpulo Columbus do Lúpulo Gaúcho, que é classificado como lúpulo de amargor, mas teve excelente aroma! Esse é o terroir brasileiro se expressando e demonstrando que algumas variedades têm comportamento diferenciado quando cultivadas no Brasil.

Quanto ao ácido alfa (AA), o grande destaque foi o Comet da Lúpulo do Vale, que atingiu incríveis 14,5% de AA, superior ao Comet importado!

Também se destacou quanto ao amargor o Lúpulo Saaz da Lúpulos 1000alts do Rio Grande do Sul, atingindo 7,3% de ácidos alfa (AA), quantidade superior ao Saaz importado, que fica entre 3,5% e 7% de AA.

E quem levantou o caneco de melhor fazenda produtora de lúpulo do Brasil por atingir a maior pontuação geral foi a Fazenda Brava Terra, de São Paulo. Parabéns a toda equipe da Brava Terra!

Falando da minha participação, fiquei muito feliz com os resultados atingidos, pois minhas duas principais variedades, Cascade e Saaz, que levaram o ouro. Na categoria Mittelfruh, fiquei com a prata.

Com certeza todos estes ótimos resultados nos trazem ânimo e energia para continuar trabalhando arduamente, pois dão a certeza de que estamos no caminho certo.

E já preparem seus lúpulos, pois a segunda edição da Copa Brasileira de Lúpulo já tem data: 15 de abril de 2023. Esta data foi pensada para possibilitar a inscrição de mais cultivadores, pois será alguns dias após a colheita nas fazendas brasileiras.

A caminhada é longa, mas o futuro será de glórias!

O lúpulo brasileiro é realidade!


Rodrigo Baierle é engenheiro agrônomo e especialista em genética de plantas e lúpulo. Atua como produtor de lúpulo na Lúpulos 1090, sendo consultor para produtores de lúpulo. É o idealizador do Festival Nacional da Colheita do Lúpulo.

Cia de Brassagem celebra 5 anos com Barley Wine e mirando insumos locais

A celebração de um aniversário é sempre uma oportunidade para apresentação de novidades, observação do caminho percorrido e definição de planos para o futuro. Não foi diferente para a Cia de Brassagem Brasil, que comemorou os seus 5 anos de existência com o lançamento de uma English Barley Wine ao mesmo tempo em que olha, para as suas próximas criações, com atenção para os ingredientes nacionais, além de reforçar os traços de responsabilidade social da sua atuação.

A Barley Wine 5 Anos, lançada em função do aniversário, se juntou aos 22 rótulos criados pela Cia de Brassagem em sua trajetória. Na marca, os lançamentos costumam vir acompanhados de ações, muitas delas vinculadas à preservação da biodiversidade, como ocorreu no fim de 2021, quando apresentou duas IPAs: a Suçuarana, uma Double IPA, e a Onça-Preta, uma Black IPA, lançadas em parceria com o Instituto para a Conservação dos Carnívoros Neotropicais, o Pró-Carnívoros.

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“Fazemos mais do que cerveja. Tentamos conscientizar as pessoas e sensibilizá-las para questões que estão presentes no nosso dia a dia, mas que nem sempre as pessoas dão conta, não conseguindo saber como podem ajudar projetos que envolvem preservação e manutenção de uma espécie em extinção, por exemplo”, conta Danielle Mingatos, sócia e co-fundadora da Cia de Brassagem.

O intuito, nobre, também tem vindo acompanhado de desafios, como a pandemia do coronavírus, que chegou a forçar a marca a paralisar a sua produção por alguns meses em 2020. Mas Mingatos ressalta que momentos incríveis que estão cravados na história da Cia de Brassagem trazem a motivação para continuar. “Quando vemos o nosso propósito sendo alcançado, sentimos mais força para continuar, pensar e repensar nossas cervejas, nossas ações.”

Nova cerveja e planos
Em meio a esse período de avaliação proporcionado pelo aniversário, a Cia de Brassagem lançou uma Barley Wine com 10% de graduação alcoólica. De coloração acastanhada, trazendo notas de toffee, caramelo e frutas secas, a bebida é adocicada, complexa, sedosa, licorosa e, nas palavras da sócia, “perfeita para ser degustada sem pressa, gole a gole, ou daqui a alguns anos”, pois tem potencial de guarda.

“Já faz um tempo que estamos pensando em trazer para o nosso portfólio cervejas mais potentes. Os nossos rótulos são de estilos variados, pois buscamos propiciar experiências aos consumidores com estilos que são pouco explorados e para essas edições comemorativas temos buscado alguns estilos e misturas diferentes”, explica Mingatos.

E a celebração dos 5 anos, além do lançamento de uma Barley Wine, contará com degustações guiadas com harmonizações tendo a participação de parceiros, tornando completa a experiência com essa cerveja.

Já na sequência de 2022, a Cia de Brassagem pretende realizar outros lançamentos. E já reservou o mês de outubro para que mais um animal da fauna brasileira estampe uma das suas cervejas.

Além disso, a Cia de Brassagem tem o desejo de dar continuidade à linha com insumos 100% nacionais. A primeira cerveja da marca, produzida em 2018, com insumos totalmente nacionais, foi a Catharina Sour com Cupuaçu, utilizando malte da Malteria Blumenau, lúpulo Mantiqueira com Rodrigo Veraldi e Araucária Hops, levedura da Levteck, além do cupuaçu.

Com mundo de sabores a ser explorado, os testes já começaram. “Um dos nossos grandes objetivos, em relação ao desenvolvimento e produção de nossas cervejas, é utilizar insumos nacionais e entendemos que é só dessa maneira, fomentando a produção brasileira, que atingiremos ótimos níveis de qualidade. E temos provas constantes de que esse é um caminho muito promissor para produtores e cervejarias”, finaliza Mingatos.

Cerveja Não Me Kahlo busca trazer luz e ajudar a combater violência contra mulheres

A violência contra as mulheres é um problema social que tem se perpetuado ao longo do tempo em inúmeras partes do mundo. No Brasil, dados do Instituto Patrícia Galvão “Violência contra as Mulheres em Dados” revelam que 1.350 casos de feminicídios foram registrados em 2020. No mesmo período, 60.460 incidentes de violência sexual foram computados, o que equivale a 165 estupros por dia.

Cientes da situação crítica ao qual as mulheres são submetidas na sociedade, Jana Pinho e a Cervejaria Ignorus decidiram criar o projeto da Não Me Kahlo. Lançada em 2020, a cerveja já está em sua segunda edição e tem parte da renda obtida com as vendas destinada para mulheres vítimas de violência.

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Jana é especialista comercial e cervejeira pela Escola Superior de Cerveja e Malte (ESCM). Além disso, é responsável pelo perfil Beer Influenza, que acumula mais de 13 mil seguidores no Instagram.

Ao Guia, Jana conta que vivenciou a violência física e psicológica de forma intensa desde a infância até seu último relacionamento amoroso. “Sempre busquei ouvir outras mulheres e, quando percebi que meu Instagram poderia alcançar mais vozes, pensei em fazer da nossa voz algo tangível, para impactar homens e representar mulheres”, pontua.

A Não Me Kahlo é uma Double IPA, com adição de hibisco e pitaya. Tem 8% de graduação alcoólica e 90 IBUs de amargor. É uma cerveja de corpo elevado, cor intensa, força e complexidade no paladar. Ao mesmo passo que a cor aparente doçura e leveza, ela é forte e de amargor elevado.

“Era essa ideia, confundir, como nós mulheres confundimos. Nossa aparência não nos define”, destaca Jana, relatando que já tinha a ideia da cerveja em mente quando recebeu a acolhida da Ignorus. “Não deu tempo de ir para o papel. A Cervejaria Ignorus acolheu a ideia de braços abertos e eu tive o prazer de dividir sonhos, panelas, tanques e latas com os meninos”, afirma.

Quando a cerveja foi lançada pela primeira vez, parte da renda obtida com as vendas foi doado para a ONG paranaense Mais Marias, que apoia mulheres vítimas da violência. “Por óbvio, é uma ONG legal e que não tem informações físicas reveladas para proteger a integridade física das suas acolhidas. Foi extremamente prazeroso poder ajudar”, conta a cervejeira.

Neste ano, a iniciativa vai se repetir, com Jana e a Ignorus buscando outras entidades com o mesmo apelo. “A ideia é buscar quem acolha essas mulheres, que dê auxílio jurídico, psicológico, que atue pela integridade dessas mulheres e, assim, possa lhes ajudar a recomeçar”, frisa.

A mulher no setor cervejeiro
Para a cervejeira, o setor ainda é composto por uma maioria masculina que segrega mulheres de forma velada. “Hoje temos currículos importantíssimos de mulheres eficientes buscando espaço desde o chão de fábrica até excelentes mestres cervejeiras, mas ainda ouvimos o quanto uma mulher ‘pode distrair a produção’ ou que ainda ‘não tem força’ para subir sacas de malte”, conta.

Assim, a Não Me Kahlo também tem o intuito de chamar a atenção para a desigualdade dentro do segmento cervejeiro. “É mostrar que uma mulher como eu, vista com olhos de quem busca oportunidade de fama, tem, na verdade, causas reais para lutar e que também é competente o suficiente para produzir, idealizar e lançar. Que isso encoraje outras mulheres”, destaca Jana.

Então, para ela, se a sociedade “não quer abrir os olhos”, há dever de se fazer ouvida e buscar espaços, “nem que seja no grito”. “A gente vive em tempos de lugar de fala. De se apropriar de direitos. De se empoderar por espaços. Mas eu vejo que cada dia mais as mulheres têm seus espaços reduzidos, desrespeitados, questionados, por uma pluralidade que ignora a dor real da mulher, essa que sempre existiu e já não espanta. O medo da violência gratuita. O pavor de ser vítima de feminicídio, porque, sim, nós somos vítimas de barbáries apenas por termos nascido mulheres”, frisa.

Lei Maria da Penha e as medidas de proteção à mulher
Mesmo com a luta histórica que as mulheres seguem travando na defesa de seus direitos e de todo o reconhecimento e conquistas já obtidos, a violência ainda é real, grave e letal. Diante disso, a Lei Maria da Penha foi sancionada em 7 de agosto de 2006 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Com 46 artigos distribuídos em sete títulos, a lei cria mecanismos para prevenir e coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher em conformidade com a Constituição Federal e os tratados internacionais ratificados pelo Estado. Segundo a Lei Maria da Penha, existem cinco tipos de violência doméstica e familiar contra a mulher: física, psicológica, moral, sexual e patrimonial.

Além da Lei Maria da Penha, existem diversos serviços e instituições que podem prestar o atendimento e o apoio à mulher vítima de violência, como o 180 e as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher.

Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM)
As DEAMs são unidades especializadas da Polícia Civil para atendimento às mulheres em situação de violência. Com a promulgação da Lei Maria da Penha, as DEAMs passam a desempenhar novas funções que incluem a expedição de medidas protetivas de urgência ao juiz no prazo máximo de 48 horas.

Ligue 180
Criado pela Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres, o Ligue 180 é um canal que presta escuta e acolhida às mulheres em situação de violência. O objetivo é que possam ser registradas e encaminhadas denúncias de violência contra a mulher aos órgãos competentes. É importante destacar que a denúncia pode ser feita de forma anônima estando disponível em qualquer horário e data. A ligação é gratuita.

Menu Degustação: Campanha solidária da Bodebrown, nova casa da Maniacs…

O mês de junho chegou com uma onda de frio e, na tentativa de ajudar a esquentar o inverno de pessoas em vulnerabilidade social em Curitiba, a Bodebrown vai arrecadar agasalhos e cobertores neste sábado, em uma campanha solidária.

Também com a finalidade de ajudar ao próximo, a ABCerva realizará seu arraial neste mês. A entrada é gratuita, mas a associação pede a colaboração com a doação de 1 agasalho ou 1 quilo de alimento não perecível, que serão repassados para ONGs parceiras.

Além disso, algumas cervejarias terão novas casas, como a Maniacs, que abriu seu segundo bar em São Paulo, e a Balbúrdia, que se prepara para inaugurar uma estrutura no litoral catarinense.

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Confira essas e outras ações no Menu Degustação do Guia:

Campanha solidária na Bodebrown 
O Trooper Day Solidário da Bodebrown, neste sábado (3), contará com uma ação de arrecadação de cobertores e agasalhos, que serão destinados a pessoas em situação de vulnerabilidade. Quem doar roupas de inverno em bom estado ou cobertas novas nessa campanha solidária vai ganhar um growler PET de 2 litros da cerveja Trooper Brasil IPA, da Bodebrown, em promoção disponível para os 200 primeiros participantes. O encontro, que tem entrada franca e vai das 10h às 18h, terá ainda pocket shows de rock, gastronomia, exposição de carros Fiat 500 e tatuagem. A campanha solidária de arrecadação é feita em parceria por Bodebrown, Acerva Paranaense, projeto Voluntariando e o grupo Cervejeiros Solidários.

Arraial da ABCerva em junho 
A Associação de Cervejarias do Grande ABC (ABCerva) realizará o seu arraial neste sábado e domingo (4 e 5) no Espaço Garten, no centro de Santo André. Serão 14 cervejarias, todas do ABC. Quem for ao local, além de prestigiar os produtores locais, poderá degustar cervejas acompanhadas de muita comida e música com a banda Forró Vila do Sossego e o DJ Rocco. A entrada é gratuita, mas a associação pede a doação de 1 agasalho ou 1kg de alimento não perecível, que serão repassados para ONGs parceiras. Quem contribuir com doações participará de sorteios de brindes no decorrer da festa.

Maniacs abre seu terceiro bar próprio
A cervejaria Maniacs Brewing Co. segue com os planos de expansão da marca em São Paulo, tendo ganhado mais um bar aberto na capital paulista. O bairro escolhido é Moema. Além da nova casa, a empresa já tem há 2 anos um bar/showroom próximo à Avenida Paulista. Sediada em Curitiba, a Maniacs foi criada em 2016.  

Balbúrdia prepara segundo endereço 
Já tendo a sua casa em Blumenau, a Balbúrdia Cervejaria prepara a inauguração do segundo endereço, desta vez no litoral catarinense. Como forma de expandir o negócio, a marca aposta em Itajaí, uma das cidades que mais cresce, responsável pelo segundo maior PIB do Estado. A estrutura está sendo construída no bairro Fazenda e deve iniciar a operação em meados de junho.

Budweiser na NBA House
Depois dos grandes festivais e dos shows internacionais, a Budweiser desembarca na NBA House. Cerveja oficial da liga no Brasil, a marca segue sua trajetória de trazer a música de volta aos palcos e, agora, leva para os fãs de basquete uma programação repleta de atrações. No dia 8, o Bonde da Gabriellê fará uma apresentação especial na casa.

Spaten em nova campanha e na 37ª Oktoberfest de Blumenau
Em nova ação de marketing, a Spaten convida as pessoas a uma viagem pelo estilo Munich Helles, seus traços e características. E o primeiro passo para contar essa história começa com campanhas para a TV e redes sociais da marca, se desdobrando em conteúdos e experiências nos próximos meses. Com filmes assinados pela LVL, a campanha mostra como se deu a criação do estilo, pelo seu mestre-cervejeiro da época, Gabriel Sedlmayr. A marca ainda anunciou que será a cerveja oficial da 37ª Oktoberfest de Blumenau.

Workshop de microbiologia cervejeira
A Fermenta Pessoas, empresa especializada em recrutamento e seleção para o mercado de bebidas e alimentação, estreia seu braço educacional em parceria com a Clado Consultoria, de Porto Alegre. A primeira atividade será um workshop de microbiologia cervejeira na sede da Kairós Cervejaria, em Florianópolis, em 11 de junho. No workshop, ministrado por Bianca Telini e Marcelo Menoncin, serão abordados os aspectos essenciais de leveduras cervejeiras e contaminações. O objetivo é garantir que o aluno tenha capacidade de otimizar suas fermentações, inclusive com uma demonstração prática de como fazer contagem e viabilidade de leveduras. O workshop tem duração de 5 horas e custa R$ 265,00 por pessoa. Os associados da Acerva-SC têm desconto de 20%. 

Apoio a jovens de escolas públicas 
O BEES, a plataforma B2B da Ambev, vai engajar os jovens na trilha da tecnologia e promover recrutamento diverso e inclusivo a estudantes de escolas públicas que participam da quarta edição do Crie o Impossível. O evento que busca inspirar jovens a investirem em seu potencial, é idealizado pela ONG Embaixadores da Educação e correalizado pelo Sebrae/RS. O Crie o Impossível tem a proposta de ser uma grande sala de aula aberta e contará com 11 palestras de profissionais que trazem representatividade para os estudantes. O evento será nesta sexta-feira, das 8h às 12h, no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, e terá transmissão simultânea em escolas de todo o Brasil. 

Novo presidente da Abrasel 
João Melo, proprietário do Gambrinus, o restaurante mais antigo de Porto Alegre, é o novo presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). Ele ficará à frente da gestão da associação até 2025. “Temos que fazer de tudo para uma retomada completa da economia no setor gastronômico. Os efeitos da pandemia ainda são visíveis nas empresas do segmento e como presidente da associação este será meu maior desafio”, afirma.

Show no Esconderijo
O bar Esconderijo, da Juan Caloto, em São Paulo, contará, nesta sexta-feira, com o show da Country Roads (banda de bluegrass folk étnico) a partir das 19h30. No bar, que apresenta atmosfera inspirada no faroeste mexicano, é possível encontrar várias cervejas de fabricação limitada como as raras Krieken Lambiek e Orange Blossom Infused Lambic, ambas da tradicional cervejaria belga Oud Beersel. O bar conta ainda com a La Piscadela, uma cerveja Brut Fruited Sour, o Moonshine, uma bebida destilada que pode ser definida como um uísque não envelhecido, e uma carta especial com 5 drinques de outono. Também possui sanduíches, petiscos e porções para acompanhar.

Guilherme Rossi vence 6º Campeonato Brasileiro de Sommelier de Cerveja

Guilherme Rossi é o melhor beer sommelier do país. Ele foi o vencedor do 6º Campeonato Brasileiro de Sommelier de Cerveja, uma competição promovida pelo Instituto da Cerveja Brasil (ICB). Os dez primeiros colocados da competição se classificaram para a disputa do Campeonato Mundial, na Alemanha.

Na final, Guilherme Rossi superou 4 competidores. Fábio de Faria e Souza Campos, o segundo colocado, Guilherme Coloço Mixtro, que ficou em terceiro, Claudio Lima Botelho, que terminou na quarta posição, e Luis Henrique Volkart Santa Helena, que encerrou a disputa em quinto lugar.

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O vencedor do Campeonato Brasileiro de Sommelier de Cerveja exerce a função no The Beer Market, um empório com 23 chopes engatados em sua taproom e mais de 150 cervejas no cardápio, além de outras bebidas alcoólicas, em Jundiaí (SP).

“Foi gratificante ter como vencedor um candidato que realmente trabalha como sommelier há anos, servindo clientes e valorizando as cervejas no ponto de venda”, afirma Kathia Zanatta, sócia-diretora do ICB, em entrevista ao Guia.

Em 6 edições, o Campeonato Brasileiro de Sommelier de Cerveja tem, agora, 6 campeões diferentes. Alexander Moraes foi o vencedor em 2014, Gil Lebre levou o título em 2015, Rodrigo Sawamura ganhou a disputa em 2016, Edu Pelizzon se sagrou campeão em 2017 e Jayro Pinto Neto havia sido o premiado em 2019.

Kathia destaca que a ideia do campeonato é chamar a atenção para o trabalho realizado pelo sommelier de cerveja, fundamental para o êxito de um estabelecimento, mas também para o melhor entendimento pelo público sobre a cerveja que está consumindo.  

“O campeonato tem o objetivo de promover o profissional sommelier de cerveja, mostrando o quão importante é seu trabalho no ponto de venda, tanto em relação ao estabelecimento quanto ao cliente. Tivemos a presença de um francês na plateia e ele fez questão de vir falar comigo o quão enriquecedor foi saber desse profissional, o quão necessário ele é na França para crescimento e apreciação das cervejas artesanais. Aqui não é diferente”, diz.

Antes previsto para ser realizado bianualmente, o Campeonato Brasileiro de Sommelier de Cerveja ficou três anos sem acontecer em função da pandemia do coronavírus. Kathia destaca que o momento atual para o profissional, que também coincidiu com a viabilização da realização da competição, traz a oportunidade de valorização do sommelier, que pode ajudar o consumidor a se aproximar da diversidade oferecida pelas cervejas artesanais.

O mercado volta a aquecer e pode ser um momento promissor para o sommelier de cerveja. As pessoas estão buscando a descontração, voltar à vida depois da reclusão. Apresentar e traduzir a diversidade da cerveja de forma mais acessível ao consumidor, é extremamente importante para a expansão do segmento em si. Então, eu espero que os sommeliers se apoderem disso e estejam nos PDVs

Kathia Zanatta, sócia-diretora do ICB

Como foi o campeonato
A primeira fase da competição foi realizada em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Blumenau, Goiânia e Belo Horizonte, com uma prova de múltipla escolha. Já a segunda etapa da disputa, no último fim de semana, ocorreu na capital paulista, na sede do ICB. Lá, os participantes fizeram uma prova prática de identificação de estilos de cerveja e defeitos sensoriais. Dela, então, saíram os 5 finalistas.

A definição do campeão, então, se deu através de uma prova oral de degustação e de serviço. Nela, Guilherme Rossi se consagrou como o sexto vencedor do Campeonato Brasileiro de Sommelier.

O campeonato mundial

A disputa promovida pelo ICB também serviu para determinar os 10 representantes do Brasil no Campeonato Mundial de Sommelier de Cervejas. Além dos 5 finalistas (destacados na foto ao lado), os outros participantes vão ser Bianca de Paula Telini, única mulher entre as dez primeiras colocadas, Jayro Pinto Neto, Jefferson Silveira Brandão, Rafael Cheruti de Oliveira e Vinícius Cuozzo Martins Borges.

Promovido pela Doemens Academy, o campeonato terá em 2022 a sua sétima edição, sendo a primeira desde 2019. E irá acontecer na Alemanha. O país, aliás, é dominante na disputa mundial, tendo vencido 4 das 6 edições anteriores. A última campeã, em 2019, também é de lá: Elisa Raus.

Caso Backer: Relatos de tragédias familiares marcam início dos depoimentos

A fase inicial do processo penal contra a Backer começou com depoimentos de 27 pessoas, sendo 23 testemunhas de acusação e 4 vítimas, com relatos de tragédias familiares causadas pela intoxicação em função do consumo de cervejas contaminadas, tendo provocado mortes, sequelas graves e longos processos de recuperação.

As primeiras audiências da ação, que tramita na 2ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), ocorreram mais de dois anos após o início dos casos de contaminação que resultaram em dez óbitos, além de lesões graves em ao menos outras 16 pessoas.

A reportagem do Guia teve acesso a resumos com os conteúdos principais dos depoimentos, que ocorreram na última semana, no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, e constatou o cenário de horror enfrentado pelas vítimas de contaminação na maior tragédia da história da cerveja artesanal brasileira.

Leia também – Backer recebe nova multa e valor a ser pago chega aos R$ 17 milhões

Pessoas que sofreram com sérios problemas de saúde e ainda acompanharam dramas de parentes que morreram ou ficaram com graves sequelas enumeraram histórias trágicas. Uma delas envolveu um juiz do trabalho, João Roberto Borges, que era entusiasta da cerveja Belorizontina, até então a mais vendida do portfólio da Backer. No final de 2019, aproveitando uma promoção, ele comprou várias caixas do rótulo, consumindo uma garrafa por noite. Nove dias depois, começou a passar mal e foi levado a um hospital. Internado na UTI, faleceu após três semanas.

Em outro relato, a perita responsável pela equipe que analisou as amostras e constatou a contaminação das cervejas da Backer lembrou que teve o marido e o seu pai como vítimas, após ambos consumirem a Belorizontina. O seu parceiro se sentiu mal dois dias antes do Natal de 2019, ficou internado até março de 2020 e sobreviveu, mas ainda sofre com sequelas. Já o pai faleceu 14 dias depois e foi o primeiro identificado como morto por contaminação neste caso. A perita iniciou uma investigação particular, ao lado da esposa de outra vítima, após ambas suspeitarem que a cerveja era a causadora da intoxicação.

Outra tragédia foi relatada pela filha de uma vítima, que chorou ao lamentar a morte do seu pai depois de ela ter ficado responsável por comprar as bebidas para as festas de Natal em 2019 e acabar optando pela Belorizontina, que estava em promoção. Após consumir a bebida, o pai começou a passar mal e suspeitou que estava enfartando. Internado, ele foi para a UTI, apresentou melhora e chegou a voltar ao quarto do hospital, mas começou a piorar novamente e faleceu cerca de 15 dias depois.

Inúmeras sequelas nas vítimas da contaminação
Os mais variados tipos de sequelas estão entre os relatos de parentes das vítimas. A esposa de uma delas contou que o seu marido ficou cego, começou a ter dificuldades de andar e precisou usar cadeira de rodas. Ainda hoje está em recuperação. Ela diz que os valores pagos pela Backer como indenização não são suficientes para cobrir os custos do tratamento, fato que a obrigou a abandonar o seu trabalho para ajudar seu parceiro.

Outra testemunha de acusação ouvida foi uma mulher que perdeu o pai, morto em abril de 2020, e viu a sua madrasta falecer em dezembro de 2019 após consumirem cervejas contaminadas da Backer que ela levou a Belo Horizonte. Antes de morrer, a vítima que era casada com o pai da depoente sofreu com diarreia, insuficiência renal aguda e passou a ter problemas de visão.

Relatos de outras testemunhas de acusação apontaram outros problemas graves de saúde causados pelas contaminações, como pessoas que tiveram paralisia facial, que precisaram reaprender a falar, a se locomover e até que sofreram necrose no intestino. Neste último caso, a vítima perdeu 37kg, 60% da audição e está no prazo limite para receber um transplante intestinal.

Delegado que investigou caso avalia que Backer foi omissa
Primeira testemunha de acusação a ser ouvida pela Justiça no último dia de depoimentos, o delegado Flávio Henrique Grossi, responsável pela apuração do Caso Backer em 2019, revelou que as investigações começaram a avançar após laudos do IML apontarem que as primeiras vítimas fatais estavam contaminadas com a substância dietilenoglicol, considerada tóxica. E diligências indicaram que era comum o consumo da Belorizontina nas residências destas pessoas.

O delegado relatou que, ao constatar a coincidência, começou a investigar a fábrica da Backer, onde em uma primeira visita não foi encontrado o dietilenoglicol, mas apenas o monoetilenoglicol, outro produto tóxico que foi usado durante o processo de produção de cervejas. Porém, em uma nova ida ao local, os policiais acharam galões de dietilenoglicol descartados, o que fez as autoridades concluírem que o elemento proibido estava presente nas bebidas consumidas.

Ele afirmou que a apuração concluiu que o sistema da cervejaria passou a necessitar da reposição do dietilenoglicol, o que motivou um aumento da compra da substância, mas destacou que este reabastecimento ocorria “sem qualquer controle ou critério”. Desta forma, ele apontou que houve omissão da empresa em não suspender de imediato a comercialização da cerveja, mesmo depois de já identificada a contaminação, constatada quando a Backer aumentava as suas vendas e estava em processo de expansão. O fato também fez o então investigador entender que esse processo colaborou para a desorganização interna da cervejaria neste período.

44 dias em coma, 70 dias no hospital e na fila para o transplante
Um dos depoimentos mais comoventes do dia final de audiências de acusação do Caso Backer foi de uma mãe que viu o seu filho, de 23 anos, ficar 44 dias em coma e 70 dias no hospital fazendo hemodiálise depois de ter consumido a cerveja contaminada. O rapaz viajou no final de 2019 com a namorada para o Rio de Janeiro, onde teve convulsões e foi internado em estado grave. Ele sobreviveu depois de muita luta, mas hoje vive com sérias sequelas e precisa fazer quatro sessões de hemodiálise semanalmente, se tornou hipertenso, toma vários remédios e está na fila para receber um transplante renal. “Meu filho hoje luta pela vida”, ressaltou a mãe.

Uma das poucas pessoas identificadas entre as testemunhas de acusação após o fim dos depoimentos iniciais do Caso Backer, Eliana Reis foi a última depoente e se emocionou bastante. Ela é viúva de uma vítima que morreu após consumir a cerveja contaminada e levou ao fórum uma pasta com documentos que mostram a evolução do quadro clínico do marido, que ela fotografava e filmava no hospital. Internado com sintomas como vômitos, diarreia e gastroenterite em fevereiro de 2019, ele não conseguia urinar, tinha dores latejantes pelo corpo e sofreu uma parada cardiorrespiratória. Foi reanimado e depois entrou em coma. “Meu marido apodreceu por dentro e por fora e morreu 22 dias após ser internado. Eu sei que ele sentia dor”, relembrou Eliana.

Relembre o caso
Uma denúncia apresentada pelo Ministério Público pediu o indiciamento de 11 pessoas por crimes cometidos entre o início de 2018 e 9 de janeiro de 2020, ano em que a solicitação foi aceita, em 8 de outubro, pelo juiz Haroldo André Toscano de Oliveira. O magistrado acatou o pedido dos promotores após a materialidade dos delitos criminais ser comprovada por um laudo pericial da Polícia Civil de Minas Gerais e do Instituto de Criminalística em lotes de cervejas da Backer e em tanques da planta fabril da empresa, que pertence à Cervejaria Três Lobos.

Entre os réus estão três sócios-proprietários da Backer, Ana Paula Silva Lebbos, Hayan Franco Khalil Lebbos e Munir Franco Khalil Lebbos, que ainda terão seus depoimentos e julgamentos marcados pela Justiça, assim como dos sete funcionários que também foram indiciados, sendo um deles de uma empresa terceirizada, processado por falso testemunho. Já um 11º réu morreu pouco depois de ter sido indiciado em 2020.

Filtração e purificação eficientes da água são fundamentais para a cerveja

A qualidade de uma cerveja é determinada por uma série de fatores que envolvem a sua produção. E na busca pela excelência neste processo, a água tem papel fundamental para que a bebida atinja o nível de excelência desejado.

Sem condições de pureza satisfatórias da água, qualquer cerveja poderá ficar com o conteúdo prejudicado, não atingindo a qualidade esperada quando da definição e preparação da receita. E, consequentemente, causar impacto negativo no sabor do produto e na experiência que se desejava proporcionar aos consumidores.

Para evitar que isso ocorra, as cervejarias precisam lidar com vários desafios no uso da água, como mantê-la livre de impurezas, micropartículas e cloro. “Para produção de cerveja, o cloro é um dos maiores vilões. Em contato com o álcool, ele irá se transformar em clorofenol, prejudicando a qualidade ou até estragando o produto”, alerta Thiago Antoniolli, gerente comercial da BBI Filtração, que integra o portfólio de marcas de referência neste ramo cujos produtos são vendidos pela SuperFilter.

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A SuperFilter disponibiliza entre os seus purificadores e filtros alguns aparelhos que foram fabricados especialmente para ajudar cervejeiros artesanais a melhorar a qualidade da água que utilizam em suas produções. “Temos dois kits triplos para filtração de água a serem usados na produção de cerveja ou outras bebidas. Um para aplicações caseiras ou para indústrias que utilizem vazão de até 200 litros/hora e outro para produções maiores, de até 1,5 mil litros/hora. Também conseguimos montar produtos personalizados para a demanda do cliente”, enfatiza Antoniolli.

Um dos fatores importantes para que a água seja filtrada com sucesso é a vazão na medida certa do líquido que passa pelo aparelho. E o nível de desempenho dessa função é determinante para justificar as diferenças de custo existentes entre os diversos utensílios deste tipo disponíveis no mercado.

“A diferença de preço está na capacidade do filtro. O grande segredo na hora de escolher um filtro é verificar a vazão necessária. O sistema de filtração deve trabalhar dentro da vazão recomendada pelo fabricante. Aplicar vazões maiores tende a reduzir a eficiência do filtro na redução do cloro, pois a filtração do cloro necessita de certo tempo de contato entre a água e os poros do carvão ativado para acontecer”, explica o gerente da BBI Filtração.

Além dos filtros convencionais, existem outros equipamentos mais sofisticados para melhorar de forma significativa a qualidade da água para a produção de cerveja. E a tecnologia mais avançada para isso hoje é chamada de osmose reversa, processo no qual o líquido flui através de uma membrana semipermeável e filtros de carbono, sendo impulsionado por uma bomba de alta pressão. Esse procedimento ainda retém sais dissolvidos e contaminantes.

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“Hoje em dia tem se utilizado muito a filtração por osmose reversa. Essa tecnologia é o que há de melhor em termos de filtração, garantindo uma água extremamente pura, ocorrendo inclusive a desmineralização da água”, diz Antoniolli. “Porém, neste caso, o cliente precisará repor a água posteriormente com os minerais que desejar. Geralmente esse processo é usado na produção de cervejas mais autorais”, acrescenta.

Atuando com o fornecimento de equipamentos, Antoniolli tem observado evolução no nível de conscientização das empresas sobre a importância da água para a produção de uma cerveja ao longo dos anos. Isso provoca o aumento da exigência e deve resultar na busca por produtos de qualidade.

“A procura tem aumentado bastante, e a exigência desses clientes também tem aumentado. É muito importante escolher produtos confiáveis. Não adianta comprar os melhores insumos para sua produção, sem ter a segurança de que a água a ser utilizada está atendendo a sua necessidade”, conclui o gerente comercial da BBI Filtração, que integra o portfólio de marcas de referência neste ramo cujos produtos são vendidos pela SuperFilter.


SuperFilter

Endereço: Rua Alfredo Koff, 10 – Bento Gonçalves (RS)
E-mail: contato@superfilter.com.br
Telefones: (54) 2621-5030 / (54) 99138-4855

A SuperFilter é uma empresa especializada em filtros e purificadores de água, bem como seus elementos de reposição e acessórios para instalação destes aparelhos. A companhia disponibiliza uma grande variedade de equipamentos para uso doméstico em residências ou para atender ao público em geral em estabelecimentos comerciais, escritórios, consultórios e em indústrias cuja água utilizada precisa ser tratada ou filtrada para fins mais específicos. Isso ocorre por exemplo em cervejarias, vinícolas e hospitais.


Backer recebe nova multa e valor a ser pago chega aos R$ 17 milhões

A Backer sofreu nova multa em função da contaminação de lotes das suas cervejas, o que provocou dez mortes e deixou sequelas em ao menos 14 pessoas, em casos que começaram a ser detectados no início de 2020. A empresa agora foi multada em R$ 11.983.436,74 pelo Ministério da Justiça e da Segurança Pública.

De acordo com a pasta, a punição financeira foi aplicada porque a cervejaria infringiu os princípios da saúde, da segurança alimentar e da boa-fé das pessoas que adquiriram as cervejas, assim como não realizou o chamamento correto que orientasse clientes a parar de comprar e ingerir seus produtos.

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“Toda vez que houver infração que prejudique a saúde, segurança, a boa-fé dos compradores ou se ignore sua vulnerabilidade, o Estado vai agir para defendê-los”, afirma  Anderson Torres, ministro da Justiça e da Segurança Pública.

O ministério determinou prazo de 30 dias para a Backer pagar a multa, sob pena de inscrição do débito em dívida ativa da União. A cervejaria tem cinco dias, após o pagamento, para apresentar os comprovantes da realização da quitação. Além disso, se não recorrer da punição e realizar o pagamento dentro do período definido terá desconto de 25%, ou quase R$ 4,8 milhões.

De acordo com a Secretaria Nacional do Consumidor, o valor a ser pago pela Backer será repassado ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos, do Ministério da Justiça, com a finalidade de reparar danos causados ao meio ambiente e ao consumidor.

A multa imposta a Backer é a segunda determinada por um órgão vinculado ao governo federal no período de um mês. No começo de maio, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento anunciou a aplicação de penalidade financeira de R$ 5.099.193 na em função das infrações administrativas relacionadas ao caso. Assim, as multas impostas já chegam a, aproximadamente, R$ 17 milhões.

Fabricação e início do julgamento
A Backer recebeu, recentemente, o aval para produção e comercialização de cervejas fabricadas na sua planta industrial. Por lá, a atividade produtiva pode acontecer em duas adegas. Para dar esse aval, o ministério diz que estão sendo atendidas as exigências para garantir a segurança dos produtos, referentes às condições dos tanques de fermentação e equipamentos. Isso já começou a ser feito, prioritariamente com o nome Cervejaria Três Lobos e a aposta em rótulos denominados Capitão Senra.

Em outra frente do caso, foi iniciado o julgamento da Backer na última semana, com depoimentos de vítimas afetadas por consumirem cervejas da marca com substâncias tóxicas e testemunhas de acusação. Em uma segunda fase da ação penal, em data ainda a ser definida pelo juiz responsável pelo caso, vão ser ouvidas as testemunhas de defesa e os réus do processo.

Com o tema A R-evolução é Cervejeira, Brasil Beer Cup abre inscrições para 3ª edição

A organização da edição de 2022 da Brasil Beer Cup abriu as inscrições para a competição cervejeira, que vai ser realizada em outubro, na cidade de Florianópolis. Além disso, anunciou que a competição terá o tema “A R-evolução é Cervejeira”.

“Isso mostra que o nosso mercado pode e deve persistir em uma evolução técnica e científica constante, renovada a cada ano, tendo como bases o conhecimento, o estudo e uma conduta ética exemplar”, afirma a organização, justificando a escolha da temática.

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A primeira fase das inscrições vai se encerrar em 27 de junho, sendo no valor de R$ 280 por cerveja. Até lá, o desconto é de 20% por rótulo participante. Depois disso, então, o valor cobrado será de R$ 350, com o último dia para a entrada dos participantes sendo 30 de setembro. Já o período para o recebimento das amostras irá de 10 a 14 de outubro.

A Brasil Beer Cup, que em outubro realizará a sua terceira edição, surgiu em meio à pandemia, o que trouxe desafios. Em 2020, por exemplo, as avaliações e julgamento das cervejas ocorreram de forma atípica, uma vez que os juízes escalados receberam as amostras em casa para julgá-las e discuti-las remotamente.

Já no ano passado, a Brasil Beer Cup aconteceu de modo presencial, em Florianópolis. E com uma inovação: a introdução do Beer Sensory e do Multi Sensory, ferramentas desenvolvidas por Amanda Reitenbach, fundadora do Science of Beer Institute, com o objetivo de parametrizar as análises sensoriais das cervejas concorrentes, também permitindo a avaliação do perfil e o desenvolvimento das avaliações dos juízes.

Em 2022, a Brasil Beer Cup voltará a utilizar o Beer Sensory, uma ferramenta exclusiva dentro dos concursos cervejeiros, além de contar com um painel paralelo, coordenado por quatro cientistas, que monitora o trabalho de todas as mesas de juízes durante todo o julgamento. Além disso, o júri manterá a busca pela equidade de gênero entre os seus participantes. No regulamento divulgado pela organização, constam 36 mulheres entre os 85 jurados (42,35% de participação).

E a edição de 2022 da Brasil Beer Cup contará com mais uma novidade. Dessa vez, a festa de premiação será presencial, com a participação dos representantes das cervejarias, o que não foi possível em 2020 e 2021 em virtude da pandemia. E a cerimônia está marcada para 27 de outubro.  Antes, entre os dias 23 e 26, será realizado o julgamento da Brasil Beer Cup. Para 28 e 29 de outubro, estão previstos um festival cervejeiro aberto ao público e o Beer Summit, um congresso cervejeiro.

Brasil Brau começa nesta segunda-feira; Confira os 112 expositores e as atrações

Após um hiato de três anos, a indústria cervejeira voltará a contar com uma das suas principais feiras, que aponta tendências em serviços e tecnologias. A edição de 2022 da Brasil Brau – Feira Internacional de Tecnologia em Cerveja -, a 16ª da história, será realizada entre esta segunda (30) e quarta-feira (1), no São Paulo Expo.

Destinada principalmente para a indústria e os negócios cervejeiros, a Brasil Brau tem 112 expositores confirmados em 2022 e deve levar ao pavilhão cerca de 6,5 mil participantes, de acordo com estimativa dos seus organizadores.

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O evento reúne fornecedores do mercado cervejeiro, que atuam de ponta a ponta do segmento, em áreas como embalagens, equipamentos, insumos e refrigeração. E eles apresentarão diversos lançamentos.

Entre as novidades já divulgadas, a Agrária levará o novo Malte de Trigo Nacional.  A Prozyn promete apresentar tecnologias naturais e clean label para o setor. A Memo estará com um novo sistema de autosserviço de chope para eventos, bares e restaurantes, além de lançar uma linha de chopeiras ecológicas.

A Rkeg, apresentará barris plásticos de 5, 10, 20 e 30 litros com conexões tipo S/D/A/G.  A Techfilter estará com um equipamento de filtração de cerveja, clarificação, estabilização e tratamento de fundo de tanque por membrana cerâmica.  A Fermentis by Lesaffre, fornecedora de fermentos para a indústria, vai lançar novas embalagens de 100g para produtos destinados às cervejarias

Por sua vez, a NKA Schiavetto estará com o sistema de produção High Gravity Brewing, direcionado para o setor artesanal. E a IG Máquinas oferecerá máquinas de envasamento de barris com produção automática e eficiente, enchedoras e tampadoras para cervejas em garrafas.

A programação da Brasil Brau em 2022 também inclui o 17º Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia Cervejeira, com curadoria do Instituto da Cerveja Brasil (ICB) e palestras sobre diversas áreas do setor. A programação reúne profissionais de renome internacional que apresentarão debates sobre novas técnicas, soluções e tendências de mercado.

Entre os nomes confirmados, estão a finlandesa Anikka Wilhelmson, VP de Inovação e Craft Food no grupo de malte Viking Malt. Com PhD em Tecnologia Química e um trabalho voltado para pesquisa em ciências de malte, cervejeira e bioprocessamento, ela compartilhará sua experiência com o uso do insumo, de forma a extrair o melhor resultado.

Em outra palestra, o engenheiro químico e mestre-cervejeiro Rodrigo Sanches, hoje na liderança da área de aplicação na IFF para a Indústria Cervejeira, abordará a sustentabilidade na produção de cervejas. A programação completa pode ser conferida no link.

O Guia reuniu a lista dos expositores confirmados na edição de 2022 da Brasil Brau. Confira:

  • 304
  • Ablutec
  • Abp Beerkeg
  • Aeb Bioquimica
  • Agavic
  • Agraria
  • Alambiques Santa Efigênia
  • Anton Paar
  • Anuario Cervecero – Craft Breweries
  • Barril Vix
  • Barth Haas
  • Beer Business
  • Beer Sales
  • Beerkeg
  • Bierheld
  • Biomerieux
  • Blefa Kegs
  • Bolachas Para Chopp
  • Boortmalt
  • Brabeer
  • Bramak Máquinas Envasadoras
  • Bratek Tecnologia
  • Brew Beer
  • Carbokeg
  • Carbona Tech
  • Castle Malting
  • Central Brew
  • Cerâmica Klinker
  • CFT
  • CHEOPS spol. s r.o.
  • Comac
  • Conservar
  • Copa Cervezas de America GCA
  • DALUM
  • DSM
  • EGISA Group
  • Emec Brasil
  • Engarrafador Moderno
  • Escola Superior de Cerveja e Malte
  • Eureka
  • Faccio
  • Fermentis by Lesaffre
  • Festival de la Cosecha del Lupulo
  • Fluxos Distribuidora
  • Gallant
  • GEA
  • Gel Chopp
  • Globalfood
  • Grace
  • Graphic
  • Grupo G&C
  • Grupo São Luiz / Klinker
  • HBS Distribuidora
  • Heis Industrial
  • Hiper
  • Hopsteiner
  • I-Tap
  • I.G. Maquinas Inovacao e Tecnologia
  • Indalfa
  • Ingredientes Online
  • Iris Pay
  • Iruam Equipamentos
  • Japa Componentes
  • JT Instrumentação e Processos
  • Kalsec
  • Kinox
  • Lehui
  • Les Maltiers
  • LevTeck Tecnologia Viva
  • Lnf – Latino Americano
  • McPack
  • Memo
  • Meu Chopp
  • Mundo do Cervejeiro
  • My Tapp
  • NKA Schiaveto
  • NP Brewing
  • Palenox
  • Pauls Malt
  • PEGAS
  • PensaLab
  • Pentair
  • PKS
  • Polykeg
  • Prodooze
  • Progema
  • Prozyn Biosolutions
  • PureMalt
  • Remembeer
  • Revista da Cerveja
  • RKEG LTD
  • Rolec
  • Ruvolo Glass Company
  • Sartorius
  • Saumec
  • Sungap
  • Take & Go
  • TECDEN
  • Techfilter Beer Solutions
  • Tecnigrav
  • Tecprimmus Equipamentos
  • Uma Malta
  • Uniti
  • USA Hops
  • Vebratec
  • VLB Berlin
  • Wallerstein
  • WE consultoria
  • Yakima Chief Hops
  • Zegla
  • Zenka Trano
  • Zero Grau