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Pesquisa busca traçar perfil do consumidor de cerveja no Brasil; Participe

Realizada pelo segundo ano consecutivo, a pesquisa Retrato dos Consumidores de Cervejas quer entender os variados perfis do público amante da bebida no Brasil. Para isso, tem uma meta ousada: dobrar o número de respostas ao trabalho, passando das 1.006 captadas em 2020 para, no mínimo, 2.012 em 2021, como revelam seus organizadores.

“Esse projeto de pesquisa tem como objetivo melhor entender os variados perfis de consumo de cervejas no Brasil. Do consumo popular e cotidiano ao consumo peculiar e esporádico, queremos mapear – o máximo possível – as pessoas amantes da bebida”, explica Cilene Saorin, mestre-cervejeira, professora e sommelière de cervejas que participa da organização da pesquisa.

Clique aqui para responder a pesquisa Retrato dos Consumidores de Cervejas

A partir do mapeamento demográfico, geográfico e de comportamento de consumo, o projeto apontará objetivamente os diferentes perfis, estilos de vida e preferências de consumo do público cervejeiro. “O time por trás deste projeto é multidisciplinar e pretende oferecer uma análise ampla e profissional do mercado de consumo de cervejas no Brasil”, pontua Cilene.

Para ela, com análises regionais e nacionais das respostas dos participantes, será possível traçar estratégias de comunicação de produtos e serviços mais assertivos para alcançar os diversos públicos. “Convenhamos: uma fauna linda e imensa de adoradores (e potenciais adoradores) de cervejas merece ser desvendada. Assim, melhor alcançaremos inclusão e pluralidade.”

A pesquisa está sendo organizada pelo site IPAcondríaca, da sommelière Ludmyla Almeida, e pode ser respondida até o dia 31 de agosto. “O primeiro ‘Retrato’ começou por conta da minha curiosidade e do Leandro Bulkool (meu parceiro no podcast Surra de Lúpulo). Somos fascinados por números e queríamos conhecer um pouco mais do mercado cervejeiro. A ideia é que a pesquisa seja anual para ajudar a estabelecer comparativos importantes, perceber as variações de consumo e termos subsídios para podermos ir além”, conta Ludmyla.

Edição 2020
As respostas coletadas pela pesquisa de 2020 ajudaram a traçar um retrato dos consumidores de cervejas, algo que serviu de base para estudiosos do mercado, mestres-cervejeiros e empresários nos seus estudos ou tomada de decisões.

Naquele ano, o estudo alcançou 1.006 respostas, sendo que todos os estados foram representados na pesquisa. Entretanto, as maiores concentrações de respostas estavam localizadas nas regiões Sudeste e Nordeste.

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Ao serem indagadas por qual estilo abriram a experimentação no mundo das artesanais, a maioria das pessoas indicou a Weissbier (34,64%). No entanto, a pesquisa aponta também que a IPA (14,74%) está conquistando seu espaço entre o público iniciante.

Sobre os estilos mais bebidos, os cervejeiros e cervejeiras podiam marcar mais de uma opção nessa pergunta e citaram 67 estilos diferentes, em um total de 3.163 respostas. As cinco mais consumidas atualmente demonstraram que a Weissbier, grande cerveja de entrada, é deixada para trás e novos aromas e sabores passam a fazer parte do cotidiano do público, com a IPA sendo a mais citada.

Confira os demais resultados da pesquisa 2020 aqui.

Balcão olímpico: O arroz na cultura japonesa e o seu uso na cerveja

Arroz como moeda de troca, alimento em todas as refeições e ingrediente na cerveja. No Japão é assim: o cereal, um dos mais consumidos no mundo, ao lado do trigo e do milho, não faz apenas parte da cultura do país, mas teve importância na construção da sociedade da nação asiática.

Inserido no Japão pelos chineses durante o período Yayoi, que perdurou de 1000 a.C. até 300 d.C, o arroz desempenhou papel de moeda no país, também sendo trocado por outros alimentos. E para outros tipos de transação.

“Entre japoneses de pequenos vilarejos era comum fazer empréstimos entregando principalmente suas ‘filhas’ para senhores de famílias mais ricas e senhores feudais em troca de sacas de arroz, com elas trabalhando principalmente como cozinheiras e babás”, relata a sommelière de saquês Claudia Sayuri.

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Tradicionalmente, o arroz é um dos itens mais consumidos pelos japoneses, sendo o seu alimento-base no dia-a-dia, incluído no café da manhã, no almoço e no jantar. “Não é nada estranho para os japoneses consumirem uma tigela de arroz no café da manhã. Apesar dos tempos modernos e da influência europeia (portuguesa e holandesa) no país terem inserido o pão, ainda encontramos muitas famílias e hospedagens tradicionais oferecendo um desjejum típico servido com arroz, um caldo (provavelmente um missoshiru) e vegetais com alguma proteína como peixes grelhados ou cozidos”, relata Cláudia. 

E, claro, há diversas variações para a sua utilização na culinária japonesa: o “onigiri”, um bolinho de arroz elaborado há muito tempo pela necessidade de transportar o alimento para o campo e em viagens longas pelos mercadores, e o “mochi”, um bolinho à base de arroz glutinoso, cozido a vapor, que simbolicamente é consumido no Ano Novo como sinal de boa sorte e agradecimento aos antepassados, além de ser oferecido em altares de templos e nos lares mais tradicionais. E o arroz também faz parte dos ingredientes de ícones da culinária como o sushi, o niguiri e o curry rice.

Não à toa, existem cerca de 300 variedades de arroz cultivadas no país, sendo que o originário do Japão, da espécie Japônica, corresponde a cerca de 20% da produção mundial. Outro destaque é o uruchimai, descendente do Japônica e de onde vem o arroz culinário e para saquê, e o mochigome, arroz glutinoso, usado para fazer principalmente o mochi.

Por isso, o arroz se tornou um item essencial da economia japonesa, sendo, além da alimentação, um produto utilizado nas indústrias cosmética e de bebidas, incluindo a de cerveja.

O Japão preza muito pela qualidade de seus alimentos e valoriza muito as regionalidades, resultando em vários tipos de arrozes com características locais muito distintas, trabalhando o branding do arroz. É fácil ouvir falar nos arrozes Koshihikari, Akitakomachi, entre outros, que compõem um ranking de tipos de arroz ‘brand’. Uns dirão que eles são mais saborosos, mais brilhosos e firmes

Claudia Sayuri, sommelière de saquês

Mas a absorção de rotinas e hábitos de outros países tem levado os japoneses a consumirem menos arroz nos últimos anos. A produção no país para 2021 está estimada em 6,79 milhões de toneladas, o que está abaixo do fabricado em 2020, embora ainda seja necessário importar o produto.

Com isso, o governo japonês tem buscado alternativas, como relata Cláudia. “Uma das soluções do governo para estabilizar o mercado e manter o arroz em produção é a conversão dos campos voltados para consumo humano para o consumo animal – arroz como ração animal.” 

Mas e as bebidas?
Bebida típica do Japão, o saquê é um fermentado de arroz produzido a partir de outros três ingredientes: água, koji e levedura. E o arroz também é usado para o cultivo do koji, um fungo pulverizado sobre o cereal, resultando no komekoji (arroz maltado), que, junto ao mosto, trabalhará a fermentação necessária para a produção da bebida. Já o Sakamai é o tipo de arroz voltado para a produção de saquês.

“Durante a Antiguidade, o saquê tinha um aspecto rústico e era servido em ocasiões religiosas como oferenda aos deuses e para pessoas importantes como senhores feudais e samurais. Antigas fábricas datam cerca de 300 anos e ainda hoje é possível encontrar muitas ‘kuras’, como são chamadas as produtoras de saquês centenárias em atividade”, afirma a sommelière de saquês. 

E, claro, sua produção passou por oscilações desde a criação. O saquê rústico era fabricado de maneira semelhante à chicha peruana, bebida fermentada à base de milho que passa por mastigação. Era também mastigado por mulheres, obtendo-se a bebida que evoluiu para o doburoku. Os métodos evoluíram com a aquisição de maquinários, mas manter a qualidade foi um desafio no pós-guerra, em função da escassez de arroz. Mas foi uma fase que ficou para trás, como destaca Cláudia. 

“Esse marco foi superado com a recuperação da economia e graças à tecnologia de máquinas, como a polidora vertical, que foram desenvolvidas. E o nível da bebida se elevou, fazendo surgir mais classificações com tipos de saquês refinados que o colocaram de volta no copo e no gosto dos japoneses”, detalha a sommelière. 

A qualidade da cerveja com arroz
Além do saquê, o o arroz é parte da receita de várias bebidas alcoólicas, sendo algo costumeiro na cerveja do Japão. Mas não só por lá. Há rótulos em diferentes partes do mundo, como o Brasil, que contam com o cereal como ingrediente.

Em diversos casos, o cereal é utilizado como substituto do malte da cevada, como lembra Maíra Kimura, co-fundadora da Japas Cervejarias. Ela destaca a existência da percepção de que isso é feito para tornar a produção mais barata, mas que há outras razões para essa estratégia. 

“Ele serve para deixar a cerveja mais leve, o que é benéfico em diversos estilos, e faz parte da estratégia de criação de receita de muitos cervejeiros. Existia muito a noção de que uso de arroz e milho era só para baratear. E, embora isso seja verdade, principalmente quando falamos da indústria de cervejas de massa, isso vem mudando bastante. Flocos de arroz, por exemplo, podem ser mais caros do que malte”, afirma Maíra.

Como detalha o sommelier Luiz Celso Jr., o uso do arroz ajuda a tornar a cerveja mais leve, por aspectos envolvidos na sua produção, diminuindo o corpo da bebida. “No Brasil, você pode substituir 45% do seu mosto de cevada. Quando você usa o arroz para substituir essa parte, você está colocando um amido puro, que vem com muito menos proteína. Logo, o efeito é a transformação em álcool sem essas proteínas. Então você consegue diminuir o corpo da cerveja em relação a aquilo que você faria com o malte de cevada.”

Celso ressalta que, de fato, o arroz é eventualmente usado na cerveja como substitutivo do malte, por ser mais barato. Mas inferir que isso torna a cerveja pior em qualidade é um erro. “A indústria utiliza o arroz e o milho como fontes alternativas de amido mais baratas que o malte de cevada, que é uma cultura cara, que necessita de muitos cuidados especiais, além de passar por processos”, conclui o especialista.

Confira seis dicas de cervejas com arroz selecionadas pela sommelière Claudia Sayuri ao Guia

A Kiuchi Brewery trouxe para o Brasil há muitos anos a Hitachino Nest Red Rice Ale, que leva arroz vermelho típico do Japão. Uma cerveja de cor avermelhada, de aromas frutados, mas que não retornou mais para nossas prateleiras.

A Echigo Brewery, da província de Niigata, famosa pela produção de arroz, criou a Echigo Koshihikari, uma Rice Lager que usa arroz local.

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A norte-americana Bottle Logic fez a Hanamachi Rice Lager Super Dry, com arroz de jasmim. Hanamachi é um distrito japonês em Kyoto, famoso por sua história e onde se avistam muitas gueixas (mulheres artistas japonesas vestidas em tradicionais kimonos).

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A dinamarquesa Mikkeller, que possui seu bar em Tóquio, também tem suas Rice Lagers: a Japanese Rice Lager e a sua outra versão com a fruta cítrica yuzu, a Japanese Rice Lager with Yuzu.

No Brasil, a Cervejaria Avós criou a Vó Dinha, a Carinhosa uma Rice Pils. 

E, mais recentemente, a Devaneio do Velhaco lançou a Esplendor, uma Rice Lager com Mosaic e Loral, leve e agradável com ótimo drinkability. 

Lagunitas distribui long necks de graça para celebrar o IPA Day

O IPA Day, o Dia Internacional da India Pale Ale, celebrado na primeira quinta-feira de agosto, vai render mais uma ação especial da Lagunitas. A marca anunciou que quem passar no próximo sábado e domingo em seu drive-thru cervejeiro vai receber duas long necks da sua icônica IPA gratuitamente.

A data é considerada uma das mais importantes do calendário para os amantes de cerveja. E a ação da Lagunitas, vinculada ao IPA Day, vai ocorrer das 12h às 18h, tanto no sábado quanto no domingo, no estacionamento do Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Para respeitar as regras de distanciamento social, o público deverá permanecer dentro dos carros.

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As ações da Lagunitas em São Paulo por causa do IPA Day vão, aos poucos, se tornando uma tradição. Em 2020, também no formato drive-thru, atraiu mais de 860 pessoas.

Já neste ano, ainda com limitações impostas pela pandemia, a iniciativa vai ter o mesmo formato, mas com uma proposta especial: antes de receber o kit com as cervejas, os ocupantes dos veículos vão passar por uma experiência em que interagem e criam significados inusitados com a sigla IPA.

A ideia é que todos sejam apresentados e entendam quais são as principais características que fazem a IPA conquistar cada vez mais adeptos e por quais razões a Lagunitas é uma das maiores representantes desse estilo.

Quem participar da ação ainda pode adquirir camisetas e copos estilizados da marca pertencente ao Grupo Heineken. Toda a verba arrecadada será direcionada para as ONGs de adoção de cães parceiras da Lagunitas: Amigos de São Francisco e Natureza em Forma. Na edição passada mais de R$ 10 mil foram levantados para estas instituições.

“Nosso intuito é celebrar esta data com as pessoas que curtem tomar uma boa cerveja e também compartilhar, com leveza e bom-humor, um pouco mais de conhecimento a respeito do estilo IPA, um dos mais amados do mundo”, comenta Lucas Pires, gerente de marketing de Lagunitas no Brasil. “Se divirta curtindo a vibe californiana e leve as suas Lagunitas para casa.”

Como participar
Para participar da ação e retirar as cervejas será preciso realizar um cadastro no início da experiência. O acesso ao drive-thru é permitido apenas para maiores de 18 anos. Já menores de idade não podem entrar, mesmo acompanhados por seus responsáveis.

Cada pessoa receberá duas long necks lacradas e em temperatura ambiente, para que sejam consumidas em casa, estando sujeitas de acordo com a disponibilidade de estoque.

Em nova ação contra a Covid, Ambev doa caixas térmicas para transporte de vacinas

A fábrica da Ambev em Cachoeiras de Macacu, na Serra Fluminense, anunciou que doará cem caixas térmicas para utilização no transporte de vacinas pelos municípios de Guapimirim e Cachoeiras de Macacu. A ação da companhia é mais uma na série de iniciativas realizadas nos últimos meses em prol da imunização contra a Covid-19.

As caixas térmicas foram adaptadas pela cervejaria com um termômetro para controle de temperatura das vacinas. Assim, os recipientes auxiliam no transporte e armazenamento dos imunizantes.

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“A Ambev sempre foi uma grande parceira da população de Guapimirim e Macacu. É uma honra ajudar com mais essa doação, pois sabemos a luta diária de todos no enfrentamento da pandemia”, destaca Rodrigo Perim, gerente fabril da Ambev em Cachoeiras de Macacu, unidade que integra a Rota RJ.

Em cerimônia nos gabinetes dos prefeitos Rafael Miranda, de Cachoeiras de Macacu, e Marina do Modelo, de Guapimirim, a Ambev fez a entrega simbólica das caixas térmicas, sendo 50 para cada cidade. 

Atuação na pandemia
Desde que a pandemia da Covid-19 começou no Brasil, em meados de março de 2020, a Ambev fez uma série de ações no combate ao vírus. Em maio de 2020, por exemplo, realizou uma importante iniciativa em relação aos problemas sociais e econômicos provocados pelo coronavírus.

Com apoio da Central Única das Favelas (Cufa), a companhia doou mais de 1,4 milhão de litros de água potável para 140 comunidades de São Paulo e Rio de Janeiro. A quantidade equivale a 700 mil garrafas de 2 litros, sendo suficiente para ajudar cerca de 240 mil pessoas em regiões periféricas com estrutura precária de saneamento e acesso à água potável, segundo relatou a marca na época.

Já em agosto, a cervejaria se juntou a um grupo de companhias em uma doação de R$ 100 milhões para a construção de um laboratório de controle de qualidade, com a adequação do parque fabril do instituto Bio-Manguinhos, da Fiocruz. 

No ano passado a empresa também anunciou que a fábrica da Colorado, em Ribeirão Preto, havia sido escolhida para produção de oxigênio e seu envase em cilindros, em iniciativa realizada para ajudar no tratamento de pessoas infectadas pelo coronavírus no estado de São Paulo. As estimativas eram que a fábrica atenderia até 166 pessoas por dia, com capacidade para produzir até 120 cilindros de 10m³ por dia. A ação aconteceu em um momento dramático da Covid-19 no Brasil, com falta de insumos básicos.

Artigo: A vacinação e a retomada dos eventos

*Por Develon da Rocha

Entre os segmentos mais impactados pela crise instaurada pela pandemia da Covid-19, o setor de turismo e eventos segue atento ao calendário de vacinação nacional. A imunização da população é a chave para a realização de festivais, feiras, congressos e concursos com presença do público e garante a retomada econômica.

Pelo mundo, o retorno das atividades presenciais acontece conforme a aplicação das doses. Nos Estados Unidos, algumas cidades já dispensaram o uso da máscara em locais abertos e, graças ao retorno das conferências presenciais, as viagens de negócios voltaram a acontecer bem mais cedo do que o previsto. Ótima notícia para hotéis e companhias aéreas, que dependem das agendas corporativas. 

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São Paulo planeja cerca de 50 eventos-teste para o segundo semestre de 2021. Com normas sanitárias rígidas, exigência de vacinação e testagem dos participantes, além de acompanhamento pós-evento, o estado dá um novo passo para o restabelecimento do setor.

Santa Catarina também tem cinco eventos-teste programados para breve e, no que depender das iniciativas da Associação Blumenauense de Turismo, Cultura e Eventos (Ablutec) – e outras entidades parceiras -, também estará preparado. Atividades comemorativas no calendário oficial de Blumenau estão confirmadas para março de 2022, como a realização do Festival Brasileiro da Cerveja, em paralelo com a Feira Nacional e o Concurso Brasileiro de Cervejas, além do inédito Congresso Internacional da Cerveja.

A última edição do festival, o maior do setor no país, ocorreu em 2020, pouco antes do início do isolamento social. Com a edição seguinte marcada inicialmente para março de 2021, o avanço da contaminação adiou a sua realização para o próximo ano.

Com o mercado de entretenimento estagnado, a Ablutec precisou ser eficiente na elaboração de estratégias que mantivessem a categoria esperançosa e com receita para chegar até o cenário pós-pandêmico.

Para isso, se inspirou nos melhores exemplos de cidades, estados e países. Aliou criatividade e tecnologia e, seguindo dezenas de decretos e protocolos de isolamento social, realizou e apoiou ações digitais e híbridas do trade. Agora, segue estruturada para o retorno consciente dos eventos, dentro das normas de segurança sanitária estabelecidas. A cada dose aplicada, toda a cadeia produtiva de turismo e eventos recebe uma injeção de ânimo para a retomada econômica.


*Develon da Rocha é presidente da Associação Blumenauense de Turismo, Cultura e Eventos (Ablutec

Mesmo com queda em junho, produção de alcoólicas cresce 10,7% no 1º semestre

A produção de bebidas alcoólicas terminou o primeiro semestre com um saldo positivo de 10,7%. Foi o que apontou a Pesquisa Industrial Mensal, divulgada pelo IBGE nesta quarta-feira. Já nos últimos 12 meses, o indicador também está positivo em 11%.

Porém, em junho, a fabricação de bebidas alcoólicas apresentou uma queda de 13,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, inserindo-se em um contexto de estagnação da produção industrial brasileira.

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Afinal, houve variação nula (0,0%) em junho, após crescimento de 1,4% no mês anterior. Apesar da estabilidade, três das quatro grandes categorias econômicas e a maior parte – 14 –  das 26 atividades investigadas sofreram queda no sexto mês de 2021, segundo o IBGE. E, no acumulado do primeiro semestre, a produção industrial teve expansão de 12,9%.

“Com essa variação nula em junho, o setor permanece no patamar pré-crise, mas no resultado desse mês observa-se uma predominância de taxas negativas entre as atividades industriais”, explica André Macedo, gerente da pesquisa do IBGE

“Há, no setor industrial, uma série de adversidades por conta da necessidade das medidas de restrição, como a redução do ritmo produtivo, a dificuldade de obtenção de matérias-primas e o aumento dos custos de produção. Pelo lado da demanda, ou seja, observando a economia como um todo, há também uma taxa de desocupação alta, o que traz uma consequência para a massa de salários. São fatores que não são recentes, mas ajudam a explicar esse comportamento da produção industrial”, acrescenta Macedo.

Já a categoria de bebidas não alcoólicas apresentou crescimento no mês de junho: o salto foi de 7,1% em relação ao mesmo período de 2020. O desempenho fez o segmento passar a registrar expansão de 12,2% no acumulado do ano. Já no somatório dos últimos 12 meses, o indicador também está positivo, em 11,1%.

No geral, a produção de bebidas registrou queda de 4,3% em junho quando comparado ao mesmo período de 2020. E o indicador acumulado do primeiro semestre apontou crescimento de 11,4%. Com o resultado, o segmento registrou um saldo também positivo nos últimos 12 meses, em 11%.

Heineken lucra 1,63 bi de euros no semestre, mas se preocupa com alta de custos

Bons resultados para o primeiro semestre, mas um cenário ainda muito desafiante para o restante de 2021 em função do aumento dos custos e da continuidade dos impactos da pandemia do coronavírus. Foi assim que a Heineken se posicionou nesta semana, ao divulgar o seu balanço financeiro global da metade inicial do ano, com um lucro operacional recorrente de 1,628 bilhão de euros.

O Grupo Heineken também apontou em seu balanço uma receita líquida de 9,971 bilhões de euros, o que representou um crescimento orgânico de 14,1%. Além disso, o volume consolidado de cerveja cresceu 9,6% no período, impulsionado pela marca Heineken, que expandiu 19,6% no primeiro semestre.

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Mas, mesmo destacando esses aspectos positivos, a Heineken admitiu que o contexto segue em alerta para os desafios que vai encarar nos próximos meses, como alertou o seu CEO, Dolf van den Brink, no comentário do balanço. 

“Também há motivos para cautela. Em primeiro lugar, a Covid-19 continua sendo um fator, com o maior impacto atualmente nos principais mercados da Ásia e da África. Em segundo lugar, vemos um aumento nos custos das commodities, que, nos níveis atuais, começará a nos afetar no segundo semestre deste ano e terá um efeito material em 2022. No geral, esperamos que os resultados financeiros do ano inteiro permaneçam abaixo de 2019”, projetou Brink. 

A Heineken apontou, ainda, que o crescimento da sua principal marca se deu em mais de 10% em mais de 50 mercados, principalmente no Brasil, China, Vietnã, Nigéria, África do Sul, Itália, Polônia, Colômbia e México. Um cenário semelhante se dá com a Heineken 0.0. Nesse caso, a opção sem álcool cresceu perto de 40% em volume, com um desempenho particularmente forte no Brasil, Estados Unidos, México, Reino Unido e Polônia.

E o Brasil, ao lado de México, África do Sul e Nigéria, teve impacto positivo no crescimento superior a 20% das vendas da Amstel no período, segundo o balanço da Heineken, que destacou também os efeitos positivos do lançamento da marca na China no fim de 2020.

O lucro operacional também teve forte contribuição do Brasil, muito em função da contabilização de um crédito fiscal de 174 milhões de euros, resultado da decisão do STF de considerar inconstitucional a inclusão do ICMS na base de cobrança do PIS/Cofins.

Nos comentários do seu balanço, a Heineken também citou três iniciativas adotadas nos últimos meses no Brasil pelo grupo: o lançamento da Tiger, ocorrido em julho; o comprometimento de tornar a produção carbono zero até 2023; e o comprometimento de 10% do orçamento de mídia da Amstel no país para aumentar a conscientização e apoiar a comunidade LGBTQIA+, incluindo mais recentemente o lançamento da campanha “Eu sou o que sou”.

E as ações?
No mercado financeiro, o efeito da divulgação do balanço da Heineken foi reduzido. O papel fechou o pregão da última segunda-feira, na Europa, com o preço de 98,80 euros, uma valorização de 0,61% em relação ao fim de julho, mês em que terminou cotado a 98,20 euros. 

Já no último mês, a ação da Heineken terminou com desvalorização de 4,58%, pois tinha fechado junho custando 102,70 euros. Ainda assim, há alta de 7,65% de janeiro até o fim de julho, tendo finalizado 2020 valendo 91,22 euros. 

No mercado externo, por sua vez, a ação da AB InBev também desvalorizou em julho, ao fechar o mês cotada a 53,40 euros – houve perda de 12,89% no último mês. E ela está com alta de 6,33% de janeiro até o fim de julho. 

Ambev desvaloriza
Sob o impacto da divulgação do balanço do segundo trimestre na última quinta-feira, a Ambev terminou julho com a sua ação em baixa na Bolsa brasileira: o seu valor ao fim do mês ficou em R$ 16,64. Isso se deu após uma perda de 4,17% apenas nos dois pregões de julho realizados após a divulgação do balanço.

O papel, que vinha em alta no sétimo mês de 2021, terminou julho com desvalorização de 2,58% em relação aos R$ 17,07 de junho. Ainda assim, há alta de 6,33% em relação aos R$ 15,65 do fim de 2021.

Já o Ibovespa fechou o mês de julho com perdas de 3,94%, aos 121.801 pontos. Mas ainda há valorização de 2,34% em 2021.

Balcão olímpico: A evolução da cerveja artesanal em três décadas no Japão

Beber nama-biru em copos de 500ml ao fim do expediente. A rotina de consumir um ou mais chopes no happy hour é uma tradição que nos últimos anos também incluiu a cerveja artesanal no Japão. Um incremento que passou por dois estágios no país: o relaxamento dos impostos sobre as bebidas alcoólicas em 1994 e a ampliação da produção local na última década.

Tendo a sua origem no Japão diretamente relacionada com a chegada dos holandeses ao país, além do apoio da mão de obra e matéria-prima alemã, a cerveja ganhou um impulso no Japão em 1994. Foi quando uma lei facilitou a abertura de microcervejarias.

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Até aquele ano, cervejarias não poderiam produzir menos de 2 milhões de litros anuais. Mas uma revisão da legislação tributária reduziu essa quantidade mínima para 60 mil litros e para 6 mil no caso da fabricação de happoshu, uma cerveja com baixo teor de malte. O que se viu, então, foi uma grande abertura de cervejarias e obtenção de licenças. Muitas delas, inclusive, estão associadas a empresas de outras bebidas, como o saquê, ou mesmo a outros tipos de estabelecimentos, como restaurantes e hotéis que fabricam cerveja artesanal até hoje no Japão.

Esse impulso inicial, porém, foi freado por outros desafios, como a dificuldade de se estabelecer uma produção de qualidade e, principalmente, a concorrência do happoshu, sobretudo por se tratar de uma bebida de custo reduzido. Por isso, após a expansão inicial, a cerveja artesanal só foi apresentar crescimento no Japão a partir dos anos 2000.

Foram vários fatores que puderam atender ao desejo do consumidor por novas opções de estilo, muito além das tradicionais Lagers. E, nos últimos anos, o que tem se visto, especialmente em Tóquio, é esse espaço sendo ocupado por conhecidas marcas artesanais estrangeiras.

O aumento da demanda, assim, se tornou sustentável, seja por essa produção em várias frentes, pelo aumento da qualidade ou pela maior proximidade com o público, o que acarretou no aumento dos pontos de venda. 

Uma influência, inclusive, que está relacionada com a realização de festivais cervejeiros no país. Entre eles, anualmente, ocorrem edições regionais do Great Japan Beer Festival, em Tóquio, Osaka, Nagoya e Yokohama. Além disso, a Japan Craft Beer Association realiza a Japan Beer Cup.

“O movimento de cervejas mais elaboradas é cada vez maior. O gosto dos japoneses está mudando. Muitos bares e fabricantes abriram seus brewpubs na megalópole Tóquio, como a Mikkeller, a Delirium e a Brooklyn também”, relata a sommelière Cláudia Sayuri. 

Para a sommelière, ao perceberem esse movimento, fabricantes de cerveja e outras bebidas – como o saquê – têm trabalhado para atender a demanda da população local por novos estilos de cerveja, como Ale, IPA, Stouts, Weissbier e Kölsch. 

“Esse novo perfil de consumo cervejeiro fez com que novas cervejarias japonesas e fábricas de saquê voltassem sua produção para cervejas especiais com a ajuda do governo que revê normas e leis, incentivando a produção japonesa para que ela se torne mais competitiva”, analisa Sayuri.

É essa demanda por novas cervejas que pode explicar uma interessante percepção sobre a bebida hoje consumida no Japão. Cervejeira da Japas, Maíra Kimura destaca ter enxergado, como consumidora, uma grande evolução na inventividade da produção artesanal do Japão. Em duas viagens ao país – no início da última década, em 2011, e no seu fim, em 2019 -, ela percebeu o aumento da inserção de ingredientes locais nas receitas. 

“O que eu notei, como estrangeira visitando o Japão, é que a inventividade do mercado japonês deu um salto grande de 2011 para 2019, datas em que visitei o Japão. Em 2019, havia diversas marcas produzindo receitas muito corretas do ponto de vista técnico. Ou seja, eles costumavam seguir o que estava sendo feito em mercados mais maduros de forma tecnicamente excelente. Mas não vi nessa primeira viagem nada muito interessante em termos de inovação e uso de ingredientes e técnicas locais. Em 2019, o cenário estava diferente, mais cervejarias presentes e usando muito mais ingredientes locais, por exemplo”, relata a cervejeira Kimura. 

Ao Guia, a sommelière Claudia Sayuri indicou três marcas de cervejas artesanais do Japão. Confira: 

Far Yeast Brewing Company 

De Yamanashi, é uma cervejaria que vem se destacando pelos estilos que produz e pelo movimento em prol das artesanais – faz colabs internacionais e acumula prêmios com cervejas que não são convencionais para os japoneses como a Wood and Barrel Aged Sour “Off Trail Saigon Fervor”, uma colaborativa com a cervejaria Heart of Darkness Brewery, do Vietnã, que traz brettanomyces e adição de maracujá com maturação em barril de carvalho japonês por 6 meses. Eles ainda criam cervejas com ingredientes típicos japoneses como o caqui e o umê (ameixa extremamente salgada e ácida utilizada como conserva).

Tamamura Honten 

A fábrica produz as cervejas Shiga-Kogen, muito bem avaliadas pelos japoneses. Traz cervejas como a Barrel Aged Saison One edição especial, que passou por barril de vinho e um blend de barris de maturação diferentes. E, da colab com a Jester King Brewery e a Oxbow Brewing Company, veio a Barrel-Aged Yama-Bushi Cedar Kogen Wild Specialty Beer (estilo base: Saison), que envelheceu 19 meses em barris de saquê e teve uma pós fermentação em garrafa em um período de 9 meses.

Hyuga Brewery

Uma pequena cervejaria que tem chamado a atenção por ser a única da ilha de Kozushima, que pertence a Tóquio, sendo liderada por uma mulher: Fumiko Miyagawa. A Hyuga Brewery tem mostrado personalidade em suas receitas de cervejas com ingredientes únicos encontrados apenas em Kozushima. São criações como a Wild Bomb – Fruit Beer, que leva uma fruta nativa, e a Angie Angelica Keisei – Wheat Beer, feita a partir de uma planta local.

Medidor TPO ajuda cervejarias com informações sobre envase de embalagens

Fornecido no Brasil pela JT Instrumentação & Processos, o medidor TPO, da Pentair Haffmans, é uma tecnologia útil para a garantia do controle de qualidade para a indústria cervejeira e de outras bebidas ao apresentar informações sobre a presença de oxigênio dentro de embalagens, como garrafas e latas, no seu processo de envase.

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O procedimento é praticamente todo automatizado, sendo realizado em duas etapas. Na primeira delas, as embalagens passam por um processo de agitação. Depois, então, em outro componente do mesmo sistema, é realizado o cálculo do TPO. E o resultado é rapidamente exibido na tela do medidor. 

Assim, é possível ter uma visão imediata da operação de enchimento das embalagens, o que dá garantia de que uma cerveja de qualidade seja apresentada como produto final, evitando que bebidas de nível inferior cheguem ao mercado ou mesmo sejam perdidas ou descartadas.

Saiba mais sobre a JT Instrumentação em nossa página do Guia do Mercado

Com essa solução, fornecida pela JT, também há redução do tempo de inatividade do processo com as análises, o que representará um ganho financeiro para as cervejarias e outras indústrias de bebidas que utilizarem o medidor TPO.

Ambev e Lohn Bier lançam 1ª cerveja com 100% de ingredientes brasileiros

A Ambev e a Lohn Bier anunciaram o lançamento da cerveja TodaNossa, produzida apenas com ingredientes – lúpulo, malte e levedura – brasileiros, algo até então inédito no mercado nacional. O rótulo é uma Brazilian Pale Ale e amplia a parceria entre as companhias. Afinal, foi anunciada menos de um ano depois da Hop Lager Green Belly, fruto da colaboração entre elas e criada através da utilização do lúpulo cultivado pelo Projeto Fazenda Santa Catarina, da Ambev.

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Richard Westphal Brighenti, cervejeiro e sommelier da Lohn, lembra que cervejas de qualidade eram exclusivamente associadas ao uso de ingredientes importados. E, agora, a iniciativa poderá confirmar a qualidade dos insumos brasileiros. “Podemos usar três tipos de maltes beneficiados de cevada brasileira, lúpulos que são cada dia mais bem desenvolvidos na Serra Catarinense e a primeira levedura tipo Saccharomyces.”

Unir todos esses ingredientes brasileiros na mesma cerveja, contudo, exigiu um longo projeto, aproximando desenvolvedores de matérias-primas e cientistas e permitindo repensar as possibilidades cervejeiras dentro do país, segundo analisa Richard.

“Por algum momento o meu sentimento pessoal foi semelhante ao de fazer uma cerveja pela primeira vez. A TodaNossa tem características próprias, lúpulos frescos da safra 2021 – que formam um buquê floral –, além de leve frutado que orna com os fenóis da levedura Ale. O corpo baixo para os 4,2% ABV a torna bastante acessível para todos os paladares”, aponta o cervejeiro da Lohn, para depois complementar.

“É um legado que a Fazenda Santa Catarina, da Ambev, e os demais parceiros generosamente confiaram a nós. Estamos todos lisonjeados pelo que fizemos juntos”, destaca Richard.

O novo rótulo da Lohn e da Ambev traz lúpulo proveniente da agricultura familiar da Serra e uma levedura cervejeira encontrada no litoral pelos pesquisadores René Aduan e Ana Carolina Souza Ramos de Carvalho, além de cevada plantada no Meio-Oeste catarinense e malteada no Vale do Itajaí.

No próximo mês, cerca de dois mil litros da cerveja TodaNossa serão engarrafados e comercializados para todo o Brasil pelo Empório da Cerveja e pela Lohn Bier.

Movimento fortalecido
Coordenador do Projeto Fazenda Santa Catarina, Felipe Sommer ressalta que o lançamento de uma cerveja com ingredientes brasileiros é mais um movimento para fortalecer o setor e o lúpulo nacional.  “A TodaNossa é fruto da colaboração de pesquisadores, malteiros, cervejeiros, produtores de lúpulo e cevada. Todas essas cervejas colaborativas que estão sendo criadas mostram que é possível, sim, produzir lúpulo de qualidade no Brasil. A nova levedura traz mais elementos para nossos cervejeiros exercitarem sua criatividade e fortalecer ainda mais a posição do país nesse universo.”

O Projeto Fazenda Santa Catarina começou no início de 2020, com o objetivo de ampliar o cultivo de lúpulo no Brasil por meio da agricultura familiar. Foram implementados, dentro da Cervejaria Santa Catarina da Ambev em Lages, uma lavoura experimental para a realização de testes de manejo e variedades e um viveiro com capacidade de produção anual de 60 mil mudas que serão inteiramente doadas para agricultores familiares parceiros do projeto.

Em junho deste ano, a companhia anunciou a entrega da primeira linha completa para processamento de lúpulo, com as plantas fornecidas pelos produtores sendo beneficiadas e transformadas em pellets prontos para uso. A iniciativa beneficiará diretamente agricultores locais com doação de mudas e suporte técnico para implementação e manejo da lavoura, acesso à estrutura de processamento e contrato de compra garantida. Cerca de 200 famílias deverão ser auxiliadas pelo programa nos próximos cinco anos.