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Menu Degustação: GL Events lança a Brasil Brau 2026

A GL Events Exhibitions anunciou nesta quinta-feira (23) o lançamento da Brasil Brau 2026, 18ª edição da principal feira profissional da indústria cervejeira na América Latina. O evento será realizado de 9 a 11 de junho de 2026, no São Paulo Expo, na capital paulista, e deve reunir mais de 15 mil profissionais, 160 marcas expositoras e representantes de 14 países.

Este ano, a feira terá crescimento de 40% na área ocupada, recorde de patrocinadores e novas arenas de conteúdo para reforçar a posição de maior ponto de encontro do setor na região.

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GL Events lança a Brasil Brau 2026

Entre as novidades da Brasil Brau 2026 estão os novos espaços CBCTrends e o CBCTalks, dedicados a tendências, inovação e debates práticos. O tradicional Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia Cervejeira (CBCTEC) chega à sua 19ª edição com curadoria inédita da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva), que promete ampliar o foco técnico e internacional do encontro. Entre os palestrantes já confirmados estão nomes de destaque mundial, como Bob Pease, da Brewers Association (EUA), Mikkel Bjergsø, da Mikkeller (Dinamarca), e Apiwe Nxusani-Mawela, da Tolokazi (África do Sul). Mais informações sobre a Brasil Brau 2026 estão disponíveis no site oficial www.brasilbrau.com.br.

Durante o evento de lançamento, realizado na noite de quinta-feira (23) na Croma Beer, em São Paulo, também foram revelados os resultados da 5ª Copa Cerveja Brasil e do 4º Prêmio Lata Mais Bonita do Brasil. A Frutopia, da Yellow Bird Brewery (Pinhais-PR) em parceria com a Hespanha Brewery (Paranaguá-PR), foi eleita a melhor cerveja do concurso. Já o design da Massala Red, cerveja da Go Brew Cervejaria Artesanal (Anápolis-GO), venceu na categoria Cervejarias do Prêmio Lata Mais Bonita do Brasil, da Associação Brasileira da Lata de Alumínio (Abralatas).

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All Beers Sessions no Rio

Entre as cervejarias já confirmadas no All Beers Sessions no Rio de Janeiro estão Dogma, Hocus Pocus, Paulaner, Straffe Hendrik, Quatro Graus, Overhop, Joy Project, Fermentaholic e Noi (Crédito: Divulgação)
Entre as cervejarias já confirmadas no All Beers Sessions no Rio de Janeiro estão Dogma, Hocus Pocus, Paulaner, Straffe Hendrik, Quatro Graus, Overhop, Joy Project, Fermentaholic e Noi (Crédito: Divulgação)

Após mais de dez anos de sucesso em São Paulo, o festival All Beers Sessions chega pela primeira vez ao Rio de Janeiro (RJ) no dia 1º de novembro, no Brewteco Tijuca. O evento, referência na cena da cerveja artesanal, reunirá 50 cervejarias nacionais e internacionais em formato open bar, com chope, garrafas e latas à vontade. Entre os nomes confirmados estão Dogma, Hocus Pocus, Paulaner, Straffe Hendrik, Quatro Graus, Overhop, Joy Project, Fermentaholic e Noi. Os ingressos, à venda no Sympla em lote único e limitado, custam R$ 270 e incluem copo de vidro personalizado.

O Brewteco Tijuca foi escolhido como palco por representar a alma carioca de celebrar com boa comida, simplicidade e chope gelado. A casa será responsável também pela gastronomia do evento, com um cardápio de clássicos de boteco e receitas autorais disponíveis para compra. A festa acontece das 13h às 18h, e mais informações podem ser acompanhadas nos perfis @allbeersbr e @brewteco do Instagram.

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Mudança na direção-geral da Estrella Galicia Brasil

A Estrella Galicia anunciou a promoção de Juliana Aguiar ao cargo de diretora-geral da operação brasileira, tornando-se a primeira mulher a ocupar essa posição na companhia. Com passagens por empresas como Coca-Cola, Shell/Raízen, L’Oréal e PepsiCo, a executiva atuava como diretora de mercado e agora assume a missão de fortalecer a presença da marca no país, especialmente nas regiões Sudeste e Sul. O Brasil é o segundo maior mercado da Estrella Galicia no mundo e o terceiro maior consumidor de cerveja globalmente.

A cervejaria espanhola segue ampliando seu portfólio e presença no varejo nacional. Recentemente, lançou no país a 1906 Black Coupage e a Estrella Galicia 0,0 Tostada, versão sem álcool inédita no mercado.

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IPA Day Brasil 2025 terá 40 rótulos e diversidade musical

IPA Day Brasil acontece em Ribeirão Preto no dia 22 de novembro (Crédito: Indie-Click/ Divulgação)
IPA Day Brasil acontece em Ribeirão Preto no dia 22 de novembro (Crédito: Indie-Click/ Divulgação)

A 12ª edição do IPA Day Brasil acontece em 22 de novembro no Espaço Bella Città, em Ribeirão Preto (SP), reunindo 40 rótulos de India Pale Ales e 14 atrações musicais em três palcos. O festival, que deve receber mais de 1,5 mil pessoas, aposta no conceito de “harmonizassom”, combinando intensidades de IPAs com estilos que vão do chorinho ao heavy metal. A programação inclui degustações livres, praça de alimentação ampliada e o “Speed Date Cervejeiro”, com criadores apresentando seus rótulos ao público. Com 70% dos visitantes vindos de fora da cidade, o evento oferece pacotes turísticos e mantém o selo “Eu Apoio Negócios Criados e Liderados por Mulheres”. Desde 2012, o IPA Day é o maior festival dedicado exclusivamente às IPAs no país e faz parte do calendário oficial da cidade paulista. Os ingressos estão à venda no site Eventiza.

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Tank Brewpub dedica novembro às IPAs

Tank Brewpub lançara uma IPA por sábado em novembro (Crédito: Fabio Comolatti/ Tank Brewpub)
Tank Brewpub lançara uma IPA por sábado em novembro (Crédito: Fabio Comolatti/ Tank Brewpub)

O Tank Brewpub, em São Paulo (SP), dedica novembro às India Pale Ales com uma sequência de lançamentos semanais. A cada sábado, uma nova IPA chega às torneiras, escalando em teor alcoólico e intensidade: Easy Rider (Session IPA, 4,5% ABV, 1/11), Hazy Dream (Hazy IPA, 6,6% ABV, 8/11), Heavy Dose (Double IPA, 8,2% ABV, 15/11), Final Blow (Triple IPA, 10,1% ABV, 22/11) e Clear Dream (American IPA, 6,5% ABV, 29/11). Os rótulos ficam disponíveis até o fim dos estoques.

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Cervejaria de Santos recebe selo Carbono Neutro

A Santos Cervejeiros será a primeira cervejaria artesanal do estado de São Paulo a receber o selo Carbono Neutro, em cerimônia na terça-feira (28), na fábrica-bar da marca, em Santos, no litoral paulista. A certificação, concedida pela AKVO ESG, reconhece a compensação de 32 toneladas de CO₂ geradas nas operações. A cervejaria adota práticas sustentáveis como reaproveitamento de resíduos e uso de energia de fonte solar por assinatura, reforçando seu compromisso ambiental e artesanal.

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Münchenfest volta com grandes atrações em Ponta Grossa

A Münchenfest 2025 acontece em três finais de semana de novembro (14 a 29), em Ponta Grossa (PR), com shows de Gusttavo Lima, Daniel, Jota Quest, Matuê e Chitãozinho & Xororó. Realizada pela Prime e pela prefeitura, a festa reúne gastronomia alemã, chope artesanal e desfiles culturais. Os ingressos estão à venda na Blueticket, e o evento promete reforçar a tradição da Festa Nacional do Chope Escuro.

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Budweiser procura superfãs do Maroon 5

A Budweiser lançou a plataforma Bud Live com um show exclusivo do Maroon 5 em 5 de dezembro, em São Paulo. Para garantir ingressos, os fãs devem participar das seletivas presenciais em Salvador (1/11), Curitiba (9/11) e São Paulo (16/11), após inscrição no site budlive.com.br. Os participantes enfrentarão desafios ligados à banda, e os vencedores receberão pares de ingressos gratuitos. Outras oportunidades para participar serão anunciadas no perfil do Instagram da marca.

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Vivenda do Camarão e Amstel brindam a Libertadores

Entre 18 e 30 de outubro, a Vivenda do Camarão e a Amstel promovem uma ação especial para os torcedores que quiserem celebrar a Copa Libertadores da América. Nas lojas participantes, quem comprar três chopps Amstel Draft Beer ganha o quarto de cortesia. A campanha busca unir futebol e gastronomia, reforçando o espírito de celebração que marca a rede de frutos-do-mar fundada em 1984 e hoje presente em todo o país.

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Ambev lança tour virtual por cervejaria

A Ambev lança o tour virtual gratuito “Do Grão ao Gole”, disponível entre 21 de outubro e 20 de novembro, com inscrições no Sympla. A visita online mostra os bastidores da cervejaria de Ponta Grossa (PR), primeira unidade carbono neutro da companhia, e traz explicações sobre ingredientes e produção. A experiência é guiada por especialistas da Academia da Cerveja e dá direito a certificado de participação.

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Coxa Sports Bar lança cervejas da torcida alviverde

Cerveja Mutum Cavalo, da Ignorus, em edição especial com rótulo avlviverde (Crédito: Divulgação)
Cerveja Mutum Cavalo, da Ignorus, em edição especial com rótulo avlviverde (Crédito: Divulgação)

O Coxa Sports Bar, ponto de encontro de torcedores do Coritiba, na capital paranense, lança duas cervejas artesanais em parceria com as cervejarias Frohenfeld e Ignorus. A Frohenfeld Pils (4,0%) passa a integrar o cardápio fixo, enquanto a Mutum Cavalo IPA (7,0%) chega em edição limitada. Os rótulos personalizados celebram o primeiro aniversário do bar e reforçam sua conexão com a torcida.

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Heineken estreia festival com foco em sustentabilidade

Neste sábado (25), a Heineken realiza o No Lineup Festival, seu primeiro evento proprietário no Brasil, com ingressos gratuídos e já esgotados. O festival integra a plataforma Green Your City e adota práticas sustentáveis, como geradores a biodiesel, compensação de carbono e uso de copos retornáveis. O line-up é surpresa, revelado ao longo do dia, e o evento acontece na Fábrica de Impressões, em São Paulo (SP), com alimentação assinada por Guarita, Holy Burger e Pizza Crek.

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Oktober Gravatá celebra 35 anos da reunificação alemã

A cidade de Gravatá (PE) realiza no dia 25 de outubro a terceira edição da Oktober Gravatá, integrando o projeto Tardes no Polo, que chega à 20ª edição. O evento gratuito comemora os 35 anos da reunificação alemã com desfiles germânicos, atrações musicais e presença de cervejarias como Capunga, Villa do Malte, Duvália e Alamoa. A festa tem apoio do Consulado da Alemanha no Recife e da prefeitura local.

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Toca do Urso celebra Oktoberfest com Spaten Festbier

A Toca do Urso, em Ribeirão Preto (SP), realiza sua Oktoberfest entre sexta (24) e domingo (26), com gastronomia alemã, espaço infantil e shows. O evento terá a Spaten Festbier como cerveja oficial — a mesma servida na Oktoberfest de Blumenau — além de pratos típicos como joelho de porco e schnitzel. A festa contará ainda com canecas personalizadas e sobremesa Floresta Negra.

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Último final de semana da Oktoberfest de Igrejinha

A 36ª Oktoberfest de Igrejinha (RS), reconhecida como a maior festa comunitária do Brasil, segue até domingo (26) no Parque de Eventos Almiro Grings, reunindo mais de 3 mil voluntários e uma programação que combina tradição, música e solidariedade. Com 70 atrações e 120 apresentações em sete palcos, o evento celebra a cultura germânica em ambientes decorados com foco em sustentabilidade e acolhimento. Entre os destaques estão os shows nacionais de Israel & Rodolffo, Nenhum de Nós, Menos é Mais e Zé Neto & Cristiano, além de desfiles, jogos germânicos e eventos voltados a crianças, idosos e pessoas com deficiência, como o Kindertag, Seniorentag e Besonderertag. A festa, que já repassou mais de R$ 33 milhões a entidades locais desde sua criação, também promove ações culturais como o Stammtisch, dedicado à prática do idioma alemão, e o Oktober Tchê, que valoriza as tradições gaúchas.

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Piracicaba celebra Oktober Day em sete cervejarias

A Rota Cervejeira de Piracicaba realiza neste sábado (25) a Oktober Day, passeio que visita sete cervejarias locais em um tour de van com degustações e paradas programadas. Entre as participantes estão Dama Bier, Cevada Pura, Ampere, Sexto Sentido e Komtainer Beer. O evento, com saída da Cervejaria HZB às 10h, é apoiado pela prefeitura e promove o turismo cervejeiro regional. Ingressos e informações no perfil oficial da Rota no Instagram.

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Oktoberfest nos Jardins com entrada gratuita

O Jardim Pamplona Shopping, localizado no bairro Jardins, na zona oeste de São Paulo (SP), recebe nos dias sábado (25) e domingo (26) sua primeira Oktoberfest, com entrada gratuita e programação musical variada no rooftop. O evento, promovido pela Yelo Produções, trará bandas covers de Queen, The Smiths, Amy Winehouse e Guns N’ Roses, além de gastronomia assinada por restaurantes como Souq, Nagairô e Las Leñas. Cervejarias como Madalena, ZEV e Bulldog Chopp participam da festa, que é pet friendly e aberta a toda a família.

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Halloween da Joy Project tem cerveja e burger de abóbora

A Joy Project Brewing, de Curitiba (PR), promove neste sábado (25) o Injoy Halloween, evento gratuito com shows, espaço kids e decoração temática. A cervejaria lança a Zombiefied Pumpkin Ale (12% ABV), feita em parceria com a Zombie Walk CWB, e o Pumpkin Burger, hambúrguer com chips de abóbora e maionese de alho negro. A festa começa às 14h no taproom da marca, na Av. Linha Verde, 15.847, no bairro Xaxim.

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Lata é arte! 4º Prêmio Lata Mais Bonita do Brasil divulga vencedores

A Associação Brasileira da Lata de Alumínio (Abralatas) anunciou na quinta-feira (23) os grandes vencedores da 4ª edição do Prêmio Lata Mais Bonita do Brasil. O anúncio coroou a criatividade no design, a inovação e a capacidade das marcas de se conectarem com o consumidor através da embalagem.

A cerimônia de premiação marcou uma edição especial. Pela primeira vez na história do concurso, ele expandiu seu escopo. A Abralatas criou a categoria “Outros Produtos” que se somou à tradicional “Cervejarias”. Esta inclusão demonstra o crescimento da lata de alumínio como um veículo de branding e em todos os segmentos, desde cervejas artesanais até destilados e energéticos.

O evento aconteceu na Cervejaria Croma, em São Paulo (SP), num encontro do setor cervejeiro. Na mesma oportunidade, a GL Events Exhibitions fez o lançamento oficial da Brasil Brau 2026 e a Abracerva anunciou os vencedores da etapa nacional da Copa Cerveja Brasil 2025.

O pódio cervejeiro da Lata Mais Bonita do Brasil

• 1º lugar: Massala Red — Go Brew Cervejaria Artesanal

• 2º lugar: Super Kunk IPA — Fumaçônica Brewery

• 3º lugar: Mango Sour Dream — Fumaçônica Brewery

Na disputa que é o coração do concurso para os amantes de cerveja, a categoria Cervejarias destacou três rótulos pela sua estética e comunicação visual. O primeiro lugar foi conquistado pela Massala Red, da Go Brew Cervejaria Artesanal, de Anápolis (GO). A lata chamou a atenção do júri pela ousadia e pela forma como traduziu o conceito de especiarias e complexidade na sua arte gráfica, garantindo a medalha de ouro.

A Fumaçônica Brewery, de Curitiba (PR), fez bonito e dominou o restante do pódio. Ela garantiu o segundo e terceiro lugares, mostrando a força do seu trabalho de design. A prata ficou com a Super Kunk IPA e o bronze com a Mango Sour Dream. Ambas as latas usaram cores vibrantes e ilustrações marcantes, provando que o design impactante é crucial para as cervejas especiais.

Outros Produtos

Vencedora da categoria Outras Bebidas, a edição especial 51 Ouro São João trouxe xilogravura do famoso artista J. Borges para celebrar a cachaça e a cultura nordestina (Crédito: Divulgação)
Vencedora da categoria Outras Bebidas, a edição especial 51 Ouro São João trouxe xilogravura do famoso artista J. Borges para celebrar a cachaça e a cultura nordestina (Crédito: Divulgação)

• 1º lugar: 51 Ouro São João com J. Borges — Companhia Müller de Bebidas

• 2º lugar: Energético Legacy Tangerina — Legacy Energy Drink

• 3º lugar: Seagers Gin Tonic Morango e Hibisco — Stock do Brasil

A nova categoria provou o potencial da lata de alumínio para além do universo cervejeiro. O primeiro lugar foi para um rótulo que soube unir tradição e arte nacional: a edição especial 51 Ouro São João com J. Borges, da Companhia Müller de Bebidas. A embalagem utilizou a xilogravura do famoso artista J. Borges para celebrar a cachaça e a cultura nordestina.

Em segundo lugar, a Legacy Energy Drink foi premiada pelo design moderno e energético da sua lata Legacy Tangerina. O terceiro lugar destacou a elegância das Ready-to-Drink (RTDs), premiando a lata Seagers Gin Tonic Morango e Hibisco, da Stock do Brasil.

O Valor do Design e da Sustentabilidade

A escolha dos vencedores resultou de um processo cuidadoso. A primeira etapa foi feita por um júri técnico, que analisou critérios como criatividade, estética, adequação ao produto e clareza na comunicação. Depois, os melhores rótulos foram para a etapa de votação popular, realizada no site oficial do Prêmio Lata Mais Bonita do Brasil

Cátilo Cândido, presidente executivo da Abralatas, celebrou o crescimento e a relevância do concurso. Ele destacou a conexão entre design e responsabilidade ambiental. “O Prêmio Lata Mais Bonita do Brasil mostra o quanto o design e a inovação são parte essencial da construção de marcas e da conexão com o consumidor. É uma celebração da criatividade e também do potencial sustentável da lata de alumínio — um verdadeiro símbolo de circularidade e eficiência ambiental”.

O prêmio reforça a posição da lata como uma embalagem moderna e versátil. Ela se estabelece como a plataforma criativa e sustentável para marcas de todos os portes. Os vencedores não apenas levaram troféus, mas também receberam um selo oficial de reconhecimento e participarão de ações de visibilidade promovidas pela Abralatas e entidades parceiras, elevando ainda mais o reconhecimento de suas criações.

Copa Cerveja Brasil 2025: Abracerva anuncia resultado da etapa nacional

A noite desta quinta-feira (23) foi de celebração para o meio cervejeiro nacional. Em evento na Cervejaria Croma, em São Paulo (SP), a Abracerva (Associação Brasileira de Cerveja Artesanal) anunciou as cervejas vencedoras da etapa nacional da Copa Cerveja Brasil 2025. A cerimônia não apenas coroou as melhores produções como também marcou um encontro da cadeia produtiva: na mesma oportunidade, a Associação Brasileira da Lata de Alumínio (Abralatas) revelou as vencedoras da 4ª edição do Prêmio Lata Mais Bonita do Brasil e a GL Events Exhibitions fez o lançamento oficial da Brasil Brau 2026, o maior evento profissional do setor na América Latina.

Gilberto Tarantino, presidente da Abracerva, destacou a importância dos parceiros. “Encerramos com festa a 3ª edição do Conexão Cerveja Brasil. Temos muito a agradecer a Abralatas, que além de parceira neste evento que é apoiadora do road show, e a confiança da GL Events para assumirmos a curadoria do congresso da Brasil Brau em 2026”.

A Copa Cerveja Brasil faz parte do road show Conexão Cerveja Brasil, promovido há três anos pela Abracerva. O evento itinerante percorre as cinco regiões do país com ações de capacitação e integração do setor. Além do concurso, a iniciativa inclui festival cervejeiro e congresso técnico em todas as etapas regionais. O projeto tem patrocínio de Globalfood, Hop France, Sebrae e Lallemand, com apoio da Academia da Cervejae da Abralatas.

Copa Cerveja Brasil 2025

Desde maio a Copa Cerveja Brasil passou por cinco etapas regionais: Salvador (etapa Nordeste), Brasília (etapa Centro-Oeste), São Paulo (etapa Sudeste), Belém (Etapa Norte) e Porto Alegre (etapa Sul). Foram ao todo cerca de cem jurados especialistas que avaliaram 823 rótulos de 22 estados e do Distrito Federal.

A premiação da etapa final foi disputada pelos 277 rótulos que já haviam conquistado medalhas em suas etapas. Eles foram reavaliados um novo júri de especialistas na etapa nacional. O resultado foi a premiação das melhores entre as melhores, com pódio completo (ouro, prata e bronze) em 18 categorias. A lista completa ficará disponível no perfil do Instagram da Abracerva.

As medalhistas de ouro nesta fase já ganharam inscrições para representar o Brasil no World Beer Cup, nos Estados Unidos, concurso de maior prestígio do mundo. 

Pilsen com café da Cervejaria Louvada faturou medalha de prata no Best of Show da Copa Cerveja Brasil 2025 (Crédito: Divulgação/ Louvada)
Pilsen com café da Cervejaria Louvada faturou medalha de prata no Best of Show da Copa Cerveja Brasil 2025 (Crédito: Divulgação/ Louvada)

Pódio marcado pela brasilidade

Essas cervejas com a mais alta premiação também competiram entre si pelo prêmio de “Best of Show”, ou seja, a melhor cerveja do concurso. A medalha de ouro ficou com a cerveja Frutopia, da Yellow Bird Brewery (Pinhais–PR) em colaboração com a Hespanha Brewery (Paranaguá–PR). 

Trata-se de uma Brazilian Wood and Barrel Aged Sour Beer que tem uma combinação inusitada: a base é uma Catharina Sour — estilo brasileiro de cerveja ácida — que incorpora amoras, morangos, tangerina e limão, com um toque final dado pela maturação com chips de Amburana, uma madeira aromática tipicamente nacional. 

A medalha de prata foi para a Pilsen com Café da Cervejaria Louvada, de Cuiabá (MT). O rótulo é uma International-Style Pilsner que recebeu café Catuaí Vermelho (método honey process). Já o bronze ficou com a cervejaria Stannis, de Jaraguá do Sul (SC), pela sua potente Kaptain Lisa, uma Adambier (estilo alemão forte e escuro) de 9% ABV.

Houve ainda um prêmio especial para a cervejaria Uriboca, de Belém (PA). Com sua Já Mè Vú, uma “French Session India Pale Ale”, eles venceram a categoria especial patrocinada pela Hop France e garantiram uma viagem a Strasburgo para conhecer a produção de lúpulo in loco.

“O resultado da Copa Cerveja Brasil 2025 reforça o valor dos ingredientes brasileiros na cerveja. Em todas as regiões ao menos um dos principais premiados utilizou fruta, madeira ou outro elemento de nossa cultura gastronômica. E o mesmo acontece agora na Etapa final, com a amburana e com o café”, comemora Gilberto Tarantino.

Álcool ilícito pode responder por até 27% do consumo global de bebidas, diz Tracit

A recente onda de intoxicações por metanol no Brasil, fruto da adulteração de bebidas destiladas, está abrindo os olhos da sociedade para um problema que não é recente e nem exclusividade nacional: o mercado ilegal de bebidas. Segundo a Transnational Alliance to Combat Illicit Trade (TRACIT), o álcool ilícito pode responder por até 27,7% do consumo global de bebidas em 2025. Ou seja, adulterações e falsificações podem afetar uma em cada quatro garrafas de bebidas do planeta.

O número foi revelado em entrevista exclusiva do diretor-geral da TRACIT, Jeff Hardy, ao Guia da Cerveja. O executivo esteve no Brasil nos últimos dias para contribuir na discussão sobre a circulação de bebidas alcoólicas adulteradas no país. Ele participou de uma audiência pública da Comissão de Assuntos Sociais do Senado na última quarta-feira (15).

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E, apesar de o problema não ser exclusividade brasileira, o caso nacional é preocupante. Segundo o balanço mais recente do Ministério da Saúde, divulgado na noite de segunda-feira (20), nove pessoas morreram intoxicadas por metanol no Brasil. O órgão diz que seis casos estão confirmados em São Paulo, dois em Pernambuco, no município de Lajedo, e um no Paraná, em Foz do Iguaçu. Mais sete óbitos seguem em investigação. Ao todo, 47 casos foram confirmados, 57 seguem em investigação e 578 notificações foram descartadas. 

Na semana passada, as investigações da polícia de São Paulo levaram a postos de combustíveis em São Bernardo do Campo e Santo André, no ABC paulista, que estariam vendendo etanol batizado com metanol. Esse tipo de produto teria sido utilizado por criminosos para adulterar as bebidas destiladas, causando parte das mortes. 

A TRACIT é uma organização sem fins lucrativos do setor privado que visa diminuir os danos econômicos e sociais do comércio ilícito de bebidas. As empresas associadas são responsáveis por 1,5 mil marcas de bebidas que operam em 190 países e empregam cerca de 800 mil pessoas. 

Na conversa abaixo, Jeff Hardy fala um pouco mais sobre o mercado ilegal de bebidas no mundo e conta o que funciona e o que não funciona no combate ao álcool ilícito no mundo.

Quão grande é o problema do mercado ilegal de bebidas no mundo hoje?

O problema é significativo e heterogêneo entre regiões. As estimativas da TRACIT indicam que o álcool ilícito pode responder por até 27,7% do consumo global em 2025. Esse índice varia conforme três fatores principais: pressão tributária sobre o mercado legal, brechas regulatórias/fiscalização frágil e acesso indevido a insumos químicos como etanol industrial e metanol. Picos de mortalidade aparecem quando o metanol entra na cadeia ilícita. A resposta efetiva combina controle químico direcionado, atuação policial sobre redes criminosas e comunicação pública para orientar o consumidor.

A cerveja é afetada pelo mercado ilegal da mesma forma que outras bebidas, ou há alguma particularidade?

A dinâmica é diferente. Adulteração com metanol está associada sobretudo a destilados, não à cerveja. No caso da cerveja, quando há ilegalidade, ela costuma ocorrer por práticas como refilagem de garrafas, uso indevido de rótulos/embalagens ou sonegação, não por contaminação com metanol. Além disso, o teor alcoólico mais baixo e a menor margem por unidade tornam a cerveja menos atraente para esquemas de adulteração química. Ainda assim, o consumidor deve priorizar canais formais, onde controles de qualidade, rotulagem e rastreabilidade garantem segurança.

Diversos governos ao redor do mundo estão lidando com o problema do álcool ilícito. Quais são os casos de maior sucesso no combate ao mercado ilegal de bebidas e por que funcionam?

Vemos bons resultados quando há coordenação interagências e foco nos pontos de maior risco. Exemplos incluem: (i) Reino Unido, com inspeções baseadas em risco e integração entre autoridades fiscais, aduaneiras e de saúde; (ii) Colômbia, com aprimoramento do monitoramento de insumos químicos e fiscalização direcionada. O elemento comum é atacar a cadeia de suprimento de etanol/metanol e as redes criminosas, em vez de impor camadas generalistas de controle sobre quem já está em conformidade.

Endurecer a legislação é uma boa abordagem para esse tipo de crime?

Leis claras e proporcionais ajudam, mas não bastam sozinhas. O essencial é a aplicabilidade: tipificações que alcancem desvio de insumos químicos e falsificação, penas que desestimulem a reincidência, celeridade processual e apreensão de ativos dos criminosos. Sem execução efetiva, somente “apertar a lei” pode aumentar custo de conformidade para o setor legal sem reduzir o risco para o consumidor.

Essas soluções se aplicam ao mercado brasileiro? Ou como o Brasil poderia melhorar o combate ao mercado ilegal?

Sim, são aplicáveis e podem ser adaptadas. Algumas recomendações são: (1) força-tarefa nacional entre Receita, Anvisa, polícias e ministérios para focar desvio químico; (2) rastreamento do etanol industrial da produção ao uso final, com auditorias e cruzamento de dados; (3) padrões harmonizados de desnaturação, com fiscalização em produtores e distribuidores; (4) penalidades robustas redes que operam metanol/etanol desviados, incluindo confisco de bens; (5) campanhas de conscientização para reforçar que o mercado legal é seguro e que o informal oferece risco real; (6) calibragem tributária que reduza incentivos ao consumo de produtos ilícitos.

COP30: cervejas de Belém focam em sustentabilidade para dialogar com o público

As cervejarias de Belém (PA) estão se preparando para receber, em novembro, os estrangeiros que irão desembarcar para a COP30, conferência anual que debate mudanças climáticas. É a primeira vez que uma edição será realizada em uma capital da Amazônia. A presença de visitantes está sendo tratada como estratégica pelas cervejarias, que querem se expor ao mundo, consolidar a marca e expandir negócios. E, para dialogar com o público, investem em processos e ações de sustentabilidade.

“A COP30 em Belém representa, sem dúvida, um marco histórico e uma oportunidade única de projeção para as marcas amazônicas”, afirma Ronaldo Maiorana Jr, presidente do Lide Pará e diretor-executivo da Indústria de Bebidas Paraense (Inbepa).

“Um dos nossos principais objetivos é consolidar a marca como uma empresa que prioriza a qualidade dos seus produtos e o compromisso com a comunidade local. Reconhecemos a importância vital dos recursos naturais, todas as nossas ações são pautadas pelo respeito às leis e regulamentos ambientais vigentes”, diz Jorge Alexander Kowalski, CEO da cervejaria Cerpa. Ele destaca que a cervejaria tem compromisso “de cuidar das fontes naturais” e que faz reciclagem em todas as operações.

Peso da tradição alemã e paraense

A fabricante Cerpa deve se posicionar como uma empresa genuinamente paraense – mas com ascendência alemã. Fundada em 1966 pelo alemão Konrad Karl Seibel, a Cerpa produz atualmente diversas marcas, como Cerpa Export, Cerpa Prime e Kroland, e diz estar alinhada às práticas de sustentabilidade há décadas. 

Na COP30, a cerveja Cerpa deve reforçar o compromisso com a comunidade local. “É o momento de mostrarmos que a atividade econômica e o compromisso social e ambiental podem andar de mãos dadas. Esperamos dar o exemplo e encorajar outros a envolverem-se ativamente em ações sustentáveis”, diz Kowalski.

Cerveja Caribeña-paraense na COP30

A Pilsen Caribeña, da Inbepa, foi lançada em 2023 e deve se posicionar na COP30 como uma cerveja de alto padrão na Amazônia feita com práticas sustentáveis. Segundo Maionara Jr, a Inbepa adota processos de eficiência energética e reutilização de insumos, além de promover iniciativas de conscientização ambiental.

Neste ano, a empresa lançou uma lata da cerveja Caribeña com um selo da COP30 em uma embalagem que destaca a característica do alumínio, que é 100% reciclável.

Cerveja na COP30: embalagem da Caribeña ilustrada por selo da COP30. (Imagem: Reprodução/Instagram)
Cerveja na COP30: embalagem da Caribeña ilustrada por selo da COP30. (Imagem: Reprodução/Instagram)

“No caso da Caribeña, a presença de um público internacional e diverso reforça a possibilidade de posicionar nossa cerveja como um produto que nasce da Amazônia, mas dialoga com o mundo. Trata-se de um momento estratégico para fortalecer a identidade da marca — uma cerveja genuinamente paraense, feita com qualidade premium e com respeito ao meio ambiente — diante de um público sensível a temas de sustentabilidade e cultura local”, diz.

Produção 

Segundo Maionara jr, a Inbepa vem se preparando com antecedência para garantir o abastecimento de Belém e dos estados vizinhos durante a COP30. 

Para isso, a estrutura industrial e logística foi reforçada para ampliar o envase e a distribuição da Caribeña. O foco é em pontos estratégicos como bares, restaurantes, hotéis e eventos paralelos ao encontro climático.

“Nosso objetivo é que a Caribeña esteja presente em todos os ambientes de celebração e convivência da COP, mantendo a qualidade e o frescor que caracterizam a marca”, diz.

Internacionalização

Além de uma oportunidade de reforçar a marca Caribeña, a Inbepa olha para a COP30 como um ambiente de negócios para o plano de internacionalização. “Estamos estruturando um projeto de internacionalização, com foco inicial em mercados da América Latina e, em seguida, em destinos onde há crescente interesse por produtos de origem amazônica”, diz Maionara Jr.

Dados da Inbepa apontam que, em 2023, a indústria produziu cerca de 16 mil hectolitros, uma produção significativa para a região Norte. A distribuição chega ao Amapá, Maranhão e Roraima.

Experiência e foco: Rodrigo Sawamura é o 4º melhor sommelier do mundo

O Brasil alcançou mais um resultado de destaque no meio cervejeiro mundial: o sommelier Rodrigo Sawamura, 46 anos, conquistou o quarto lugar no Campeonato Mundial de Sommelier de Cerveja (World Cup of Beer Sommeliers) de 2025, realizado em setembro durante a Drinktec em Munique, na Alemanha. Com isso, ele se tornou o único sommelier das Américas a ter três finais de Campeonato Mundial no currículo. O especialista, que também teve a segunda maior nota técnica, superou mais de 90 participantes de 18 países. Além disso, a delegação brasileira foi considerada este ano a segunda melhor do evento.

“O campeonato reforçou que concentração, foco e dedicação influenciam diretamente no resultado”, afirmou Rodrigo Sawamura em entrevista ao Guia da Cerveja. Mas para entender o grande feito, é preciso destacar a dinâmica do campeonato, que é dividido em etapas eliminatórias de altíssima precisão. 

A fase classificatória exigiu que os sommeliers passassem por três provas: identificação de dez estilos de cerveja e dez defeitos (off-flavors) em testes cegos — com cada acerto valendo dez pontos —, além de uma prova teórica. Os dez melhores avançaram para a semifinal, uma etapa de duelos individuais onde os participantes descreviam, às cegas, as características sensoriais de uma cerveja desconhecida.

Já a prova final ia além dos conhecimentos cervejeiros: era preciso também dominar a técnica da oratória. Nesta etapa, os participantes precisavam fazer uma apresentação de serviço completo de uma cerveja sorteada na hora, exigindo do competidor conhecimento aprofundado sobre a história do estilo e da cervejaria, características sensoriais, sugestões de harmonização e oportunidades de consumo para um corpo de jurados e plateia. 

Foi dentro deste nível de exigência e superando todos os desafios que Rodrigo Sawamura colocou o Brasil em destaque.

Confira, abaixo, a entrevista completa.

Estar em um Campeonato Mundial coloca à prova toda a sua trajetória profissional, e deve passar um filme na sua cabeça. Como foi a formação e a preparação para atingir este nível de desempenho?

Tudo começou em 2013, com o curso de sommelier de cervejas. Ali, eu adotei a estratégia de continuar estudando para conseguir me inserir no universo cervejeiro. A partir de 2015, obtive resultados importantes nos campeonatos, como o terceiro lugar no Campeonato Brasileiro daquele ano, que me projetou para o mundo da cerveja. Em 2016, eu fui campeão brasileiro. Em 2017 eu me classifiquei para o Mundial e, naquela edição, fiquei em terceiro lugar.

E aí eu quase me aposentei porque, nesse momento, em 2017, eu já era professor e estava atuando dentro do programa de formação da DOEMENS no Brasil, onde fiquei até 2019. Como já havia entrado para o mercado da cerveja, decidi parar de disputar os campeonatos.

Mas eis que em 2025 a Estrella Galícia da Espanha [onde Sawamura atuava como gerente de cultura cervejeira da marca no Brasil] me incentivou a me inscrever de novo. 

Como sua atuação como sommelier e como professor pode ter impactado no resultado?

Essa consistência de contato com o mundo da cerveja, não só de participar de outras etapas do Mundial e do Brasileiro, mas principalmente a experiência de 100% dando aula entre 2016 e 2019, ajudou demais a consolidar conhecimento. Eu sempre digo que a biblioteca sensorial é diretamente proporcional à exposição. Além disso, a experiência anterior de dinâmica das provas ajuda a entender o que é preciso aprimorar.

Como foi ver o Brasil alcançar o segundo lugar como equipe, considerando sua dedicação ao crescimento da cultura cervejeira no país?

Para mim, isso foi sensacional, ainda mais considerando o nosso cenário e a forma como nos preparamos. Olhamos para outras equipes e elas são “equipes de verdade”, com rotina de treinamento, investimento e estrutura. 

No Brasil, não temos um time que se reúne constantemente. A gente foi lá na raça, individualmente, e obtivemos a segunda maior nota geral, desbancando países que têm esse apoio. 

Foi algo extraordinário. Fazer parte desse time que foi o segundo melhor do Campeonato como um todo foi fantástico. É um feito gigantesco. Fico com o desabafo de que faltou repercussão desse feito no Brasil, que poderia ser um gatilho para a gente se organizar e pleitear mais apoio.

Rodrigo Sawamura se tornou o único sommelier de cervejas das Américas a disputar a final do Campeonato Mundial três vezes (Holger Rauner / YONTEX GmbH & Co KG-2)
Rodrigo Sawamura se tornou o único sommelier de cervejas das Américas a disputar a final do Campeonato Mundial três vezes (Holger Rauner / YONTEX GmbH & Co KG-2)

Quais são as provas mais difíceis no Campeonato?

Para mim, e por já ter ficado em duas finais do Campeonato Mundial, o nível de pressão que eu tinha colocado na minha participação foi muito grande. Então, todas as etapas foram realmente desafiadoras, mas sem dúvida nenhuma a de off-flavors e a prova final são as mais difíceis. 

Em off-flavors, a dificuldade é que a gente, aqui no Brasil, não tem muito acesso ao material usado no Campeonato Mundial. Isso é um fator que dificulta um pouquinho nosso treinamento. Até dava para comprar, mas tinha toda aquela questão de investimento alto, prazo de recebimento extenso, então não era simples. E este foi um grande ponto. 

E depois, na última prova, o nível de tensão é muito grande — pelo menos para mim, que não sou um exímio apresentador. Confesso que não é simples. Fazer essas apresentações, controlar tempo de fala, ter clareza na comunicação, ter esse jogo de cintura para contornar algumas situações que podem fugir do controle… São muitas variáveis para contornar e, ainda assim, entregar um belíssimo trabalho para conseguir encantar os jurados, obter uma excelente nota e conseguir resultados espetaculares na prova final. 

Eu fiz muito treino de estilos aqui no Brasil e uma semana antes, eu fui para Espanha me encontrar com o time da Espanha, que também participaria do Campeonato Mundial —, e a gente fez três dias de treinamentos bem intensos de estilos e off-flavors, antes de fazer a prova.

Ao viver a experiência deste campeonato, houve algum aprendizado ou desafio que mudou a forma como você vê a profissão de sommelier?

O campeonato reforçou que concentração, foco e dedicação influenciam diretamente no resultado. Destaco a importância da inteligência emocional. Minha terceira participação foi a que eu estava mais focado, tranquilo e com mais controle emocional. Essa parte psicológica é crucial, principalmente nas provas de análise às cegas. 

Fica também a lição de que nem tudo está sob nosso controle e que se permitir errar é importante. Saí arrasado da prova final por conta de episódios que tiraram minha concentração, o que pode ter me tirado do pódio. Hoje, no entanto, consigo enxergar “o copo meio cheio”: fiz parte da segunda melhor equipe, tive a segunda maior nota técnica e sou o único sommelier das Américas a ter três finais de Campeonato Mundial.

Que mensagem pessoal e profissional você gostaria de deixar para os sommeliers brasileiros que acompanham sua trajetória e sonham em se tornar o próximo Rodrigo Sawamura e, quem sabe, levar o Brasil para o topo mundial?

Para atingir estes resultados, é preciso treino, não tem como fugir da exposição. Você precisa se expor às provas técnicas e às oportunidades de apresentação em público [para poder se sair bem nas provas de apresentação de serviço]. 

Essa rotina e frequência vão te entregar a segurança para o melhor resultado possível. Se dediquem a buscar conhecimento, se desenvolver tecnicamente e a praticar com uma certa frequência, porque a consistência faz toda a diferença. A margem para erro é mínima.

Dedicação, frequência, exposição e muito controle emocional são os grandes pilares que constroem um bom resultado em competições internacionais como essa.

Fux pede vista e julgamento do Sicobe é suspenso no STF

O ministro Luiz Fux fez um pedido de vista no sábado (18) durante a sessão de julgamento do Sicobe na Primeira Turma do STF. A sessão pode determinar ou não a volta do Sistema de Controle de Produção de Bebidas. Com isso, o julgamento fica suspenso por 90 dias.

O pedido veio logo após o voto de Alexandre de Moraes contra a retomada do sistema. Moraes seguiu o relator Cristiano Zanin, que já havia se manifestado no início da sessão virtual, que começou na sexta-feira (17) e iria até dia 24 de outubro. Ainda faltam votar o próprio Luiz Fux, o ministro Flávio Dino e a ministra Carmem Lúcia.

Com o placar em 2 a 0, basta apenas mais um voto contrário para formar maioria no entendimento que o Sicobe não deve ser retomado.

Entenda o julgamento do Sicobe no STF

Em específico, o que está em jogo no julgamento é se Receita Federal tinha competência para determinar a suspensão do Sicobe por meio de ato administrativo. A análise do caso é uma resposta a uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU). O órgão avaliou, em 2024, que a Receita não teria esta competência, e determinou o retorno do Sicobe para reforçar a fiscalização.

A Receita Federal recorreu, via Advocacia-Geral da União (AGU), com um mandado de segurança para suspender os efeitos da decisão do TCU. O pedido foi acatado e a decisão do TCU foi suspensa em caráter liminar pelo ministro do STF Cristiano Zanin, em abril deste ano.

Em sua decisão, Zanin argumentou que a Receita poderia, sim, suspender a operação do Sicobe. E que a volta do sistema poderia criar um benefício tributário sem previsão orçamentária, o que violaria a Lei de Responsabilidade Fiscal. Este impacto é estimado pela AGU em cerca de R$ 1,8 bilhão em renúncia fiscal via concessão de créditos de PIS/Cofins por unidade de bebida.

É possível acompanhar os votos da Primeira Turma relacionados ao Mandado de Segurança (MS) 40235, relativo ao Sicobe, por meio do site do STF. Para isso, basta entrar no Portal de Sessões de Julgamento Virtuais, clicar em “Ver Processos” da Primeira Turma e procurar por MS 40235.

Sicobe e a crise do metanol

A crise do metanol despertou críticas à fiscalização na produção de bebidas alcoólicas e, consequentemente, trouxe à tona o debate sobre a volta do Sicobe. No entanto, de acordo com a Receita Federal, o Sicobe não poderia identificar adulterações de bebidas alcoólicas.

Em nota publicada em seu site, a Receita afirma que o “controle de destilados, como vodka, gin, whisky etc. é usualmente feito pela utilização de selos, que não têm relação, nem se confunde com o Sicobe. O Sicobe controlava, preponderantemente, refrigerantes e cervejas”, diz a entidade.

Além disso, o Ministério da Fazenda também emitiu nota rechaçando a correlação entre os crimes de adulteração de bebidas e a extinção do Sicobe. Segundo a pasta, “os equipamentos e aparelhos instalados nos estabelecimentos envasadores de cervejas, refrigerantes e águas permitiam à Receita saber a quantidade de produtos fabricados pelos fabricantes”, não havendo, portanto “verificação alguma de qualidade dos produtos por meio do Sicobe, nem qualquer tipo de lacre na embalagem”.

A Fazenda reforça que a “finalidade era exclusivamente fiscalização tributária, não da qualidade do produto ou impedir adulteração posterior”.

Outro ponto nesta discussão é que as investigações indicam que as adulterações recentes nos destilados ocorreram em fábricas clandestinas, que não estariam sujeitas à fiscalização do Sicobe.

Os impactos de uma possível volta do Sicobe na indústria da cerveja seriam grandes, já que o sistema é caro. Estimativa da LA Consutores (R$ 1,2 bilhão) diz que o custo da reativação deve ser de três vezes o valor possivelmente arrecadado com a sonegação de impostos federais (R$ 453 milhões).

Lúpulo brasileiro: 7 curiosidades sobre a matéria-prima nacional

O lúpulo brasileiro não é mais uma promessa. É uma realidade. Na temporada 2022/2023, foram produzidos 88 mil quilos, segundo pesquisa anual da Associação Brasileira de Produtores de Lúpulo (Aprolúpulo). São 114 produtores e um total de 111,18 hectares cultivados. Mesmo assim, ainda é muito pouco perto da necessidade de um país que é o terceiro maior produtor de cerveja do mundo, com mais de 15 bilhões de litros por ano e tem cerca de 2 mil fábricas.

Atualmente, embora a indústria cervejeira ainda seja dependente da importação do produto, as plantações nacionais seguem se desenvolvendo para fornecer o lúpulo brasileiro, especialmente para as cervejarias artesanais. Um ótimo começo para uma onda que começou apenas em 2005 – o país já teve outras tentativas de cultivo nos séculos 19 e 20.

Por aqui, os produtores de lúpulo tiveram que adaptar a cultura da planta, natural de climas frios e cultivada tradicionalmente entre as latitudes 35° e 55° do globo terrestre. Sabe-se que essa trepadeira é muito dependente de tempo de luz solar e que o Brasil oferece menos que o necessáiro. Portanto, os produtores tiveram que aprender a suplementar as plantações com luz artificial, por exemplo.

Esses e outros ajustes curiosos que estão sendo realizados pelos pioneiros do lúpulo nacional foram tema de uma conversa entre a reportagem do Guia da Cerveja com Daniel Leal, vice-presidente da Aprolúpulo. O dirigente contou curiosidades que farão você apreciar e vaorizar ainda mais a matéria-prima nacional – que já começa a aparecer em algumas cervejas artesanais.

Suplementação com luz artificial

O lúpulo é uma planta originária do Hemisfério Norte, onde os dias são mais longos e, portanto, há maior quantidade de exposição à luz. No Brasil, para compensar os dias mais curtos, é necessária a suplementação luminosa. Isso porque o lúpulo precisa acumular muitas horas de sol para fotossíntese e energia, e o encurtamento do dia funciona como um gatilho para a planta parar de vegetar e começar a produzir as inflorescências (cones de lúpulo). 

Enganando a planta com LED

A suplementação luminosa não precisa ser feita com lâmpadas específicas como as usadas para plantações indoor. Descobriu-se que lâmpadas LED com potência específica podem “enganar” a planta, fazendo-a acreditar que o dia continua longo, atrasando o florescimento. Essas lâmpadas são mais baratas e consomem menos energia do que as lâmpadas fotossintetizantes.

Maior ciclo produtivo

Antes da suplementação luminosa, a produtividade do lúpulo no Brasil era menor, pois a planta não acumulava horas de luminosidade suficientes e não tinha o “gatilho” para florescer. Agora, a suplementação luminosa alonga o ciclo de produção, o que significa ter mais de uma safra por ano. Ela permite controlar o desenvolvimento da planta e atingir um nível de produtividade economicamente viável a cada safra.

Amor à cerveja leva guia a produção do lúpulo brasileiro

Muitos produtores são amantes da cerveja, mas enfrentam dificuldades nos processos agrícolas ou na comercialização. Produtores com experiência agrícola podem ter sucesso na produção, mas dificuldade na venda. O novo segmento e o mercado cervejeiro estão também se adaptando a essa nova realizadae e ao novo produto.

Produtor faz-tudo

No Brasil, as plantações de lúpulo, geralmente, são pequenas propriedades, de 1 mil a 2 mil metros quadrados, com viabilidade comercial a partir de meio hectare. Existem algumas produções maiores (4 a 7 hectares), mas são poucas. Por isso, o produtor de lúpulo no Brasil é altamente verticalizado, plantando, beneficiando, industrializando, criando marca e vendendo. Isso gera altos custos e limita novos investimentos.

Alto valor agregado por hectare

O lúpulo tem alto valor agregado em comparação com outras culturas, permitindo um retorno interessante em pequenas áreas. No entanto, a produtividade é variável devido a fatores de risco (suplementação luminosa, doenças, pragas) e a falta de domínio total do manejo.

Recomendado para a diversificação

O lúpulo é uma cultura interessante para diversificar a atividade econômica da propriedade, mas não é recomendado como investimento único devido aos riscos e variabilidade. Uma realidade que será mudada em breve, se depender da força de vontade dos produdores de lúpulo brasileiro.

Até quando as cervejarias serão reféns dos Conselhos Profissionais?

Nos últimos anos, o mercado cervejeiro brasileiro tem enfrentado desafios que vão além da produção, comercialização e inovação. Entre esses obstáculos, um em especial tem causado indignação e apreensão entre microcervejarias: a atuação dos conselhos profissionais, especialmente CREA e CRQ, que insistem em fiscalizar e autuar empresas com base em interpretações questionáveis da legislação.

A recente decisão da 7ª Vara Cível Federal de São Paulo, favorável à Abracerva, é emblemática. A Justiça reconheceu que a atuação de microcervejarias não configura atividade privativa da engenharia e, portanto, não justifica a obrigatoriedade de registro junto ao CREA nem a contratação de engenheiros como responsáveis técnicos. A sentença anulou multas, autos de infração e afastou a pretensão do conselho de vincular essas empresas a uma estrutura regulatória que simplesmente não se aplica à sua realidade produtiva.

A produção de cerveja, embora complexa, não deve ser tratada como uma atividade que exige, necessariamente, um engenheiro responsável. Especialmente quando a Lei 6.839/1980 estabelece que a exigência de registro em conselho depende da atividade-fim da empresa. Para o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), que de fato regula o setor de bebidas, o que se exige é a comprovação de responsabilidade técnica. Mas não há imposição de que esta responsabilidade recaia exclusivamente sobre engenheiros ou químicos. Tanto é que há biólogos, técnicos industriais e farmacêuticos como responsáveis técnicos de cervejarias.

Essa divergência interpretativa vem servindo de escudo para autuações indevidas e cobranças ilegítimas. É extremamente comum que conselhos profissionais exijam registro de pessoa jurídica e a cobrança de anuidade com base apenas na presença do CNAE de fabricação de cervejas nos registros da empresa, mesmo sem qualquer inspeção ou averiguação concreta das funções exercidas.

Solução para o caso dos Conselhos Profissionais

Felizmente, há sinais de avanço. Existe atualmente a expectativa de que o MAPA venha a dispensar a exigência da ART (anotação de responsabilidade técnica) exclusivamente para fins de comprovação da responsabilidade técnica. Seria adotado em seu lugar um modelo mais flexível e coerente com a realidade do setor. Ele seria baseado em declaração de responsabilidade técnica e/ou contrato com o profissional. Desde que este esteja regularmente inscrito como pessoa física em seu respectivo conselho.

Essa possível mudança traria alívio e racionalidade. Afinal, o objetivo da regulação é proteger a qualidade e a segurança do produto, e não criar barreiras desnecessárias ao empreendedorismo. Sobretudo em um setor onde a criatividade, a inovação e a independência são marcas registradas.

Essa medida certamente não resolverá todos os problemas das cervejarias com os conselhos profissionais. Mas permitirá que as novas empresas obtenham o registro de estabelecimento sem precisar recorrer aos conselhos para a emissão da ART do responsável técnico. É justamente nesse momento — da emissão da ART — que os conselhos impõem o registro da cervejaria como pessoa jurídica, um vínculo que não pode ser cancelado administrativamente e que gera cobranças de anuidades indefinidamente.

É chegada a hora de os conselhos deixarem de agir com fins exclusivamente arrecadatórios e, ao mesmo tempo, deixarem de manter o setor cervejeiro artesanal refém de cobranças e fiscalizações abusivas. O reconhecimento jurídico da ilegalidade dessas autuações é um passo relevante, mas não pode ser isolado. Precisa vir acompanhado de mudanças administrativas e de um posicionamento claro do poder público em favor da razoabilidade e da segurança jurídica.

Enquanto isso, as cervejarias devem se manter vigilantes, organizadas e, sempre que necessário, recorrer ao Judiciário para garantir seus direitos. E que esse brinde à liberdade empresarial não fique apenas no copo. Mas se transforme em um ambiente mais justo, seguro e desburocratizado para quem produz, inova e investe no mercado cervejeiro brasileiro.

André Lopes é advogado, sócio do escritório Lopes Verdi Advogados e criadores Advogado Cervejeiro.

Menu Degustação: Programa Fermenta 2025 abre votação popular

O Programa Fermenta, iniciativa da Ambev voltada ao fortalecimento do ecossistema cervejeiro, abriu a votação popular que definirá os vencedores da edição 2025. Nove projetos finalistas disputam apoio financeiro de até R$ 25 mil cada, com propostas que valorizam a história da cerveja, incentivam o consumo responsável e estimulam boas práticas no setor.

O público pode participar acessando o site do Prosas e registrando seu voto até o dia 20 de outubro. Cada pessoa pode votar apenas uma vez, utilizando seu e-mail. Os projetos mais votados serão selecionados para receber o prêmio e dar continuidade às suas iniciativas em prol da cultura cervejeira no Brasil.

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Abracerva encerra road show com congresso em São Paulo

A Abracerva realizou na sexta (17), na Academia da Cerveja, em São Paulo, uma edição especial do Congresso Cerveja Brasil. O evento marcou o encerramento do road show Conexão Cerveja Brasil 2025, que passou pelas cinco regiões do país levando capacitação e integração ao setor. A programação teve palestras sobre gestão, marketing e tendências, além de um workshop de off flavors conduzido por Mariana Maranho, da Globalfood, com degustação guiada para profissionais da área.

O congresso foi realizado logo após o julgamento final da 5ª Copa Cerveja Brasil, concurso oficial da Abracerva, cujos vencedores foram anunciados no dia 23 de outubro. A competição reuniu as cervejas medalhistas das etapas regionais e garantiu às campeãs nacionais vagas no World Beer Cup 2026, nos Estados Unidos. O Conexão Cerveja Brasil contou com patrocínio de Globalfood, Hop France, Sebrae e Lallemand, e apoio da Academia da Cerveja e da Abralatas.

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Os melhores do Great American Beer Festival 2025

O Great American Beer Festival 2025 premiou 273 cervejarias e cidrarias com 347 medalhas, reconhecendo os melhores rótulos dos Estados Unidos. Realizado em Denver e promovido pela Brewers Association, o concurso avaliou 8.315 inscrições de todos os 50 estados e Washington D.C., julgadas por 250 especialistas ao longo de sete dias. Esta foi a 39ª edição do evento, que também incluiu categorias especiais para sidras e uma nova categoria temporária chamada Vera Hop.

Entre os destaques, Fat Head’s Brewery (Ohio), UPP Liquids (Oregon) e Westbound & Down Brewing Co. (Colorado) foram as mais premiadas. As categorias mais concorridas foram Juicy/Hazy IPA, West Coast IPA e Festbier, reforçando a diversidade e o vigor da produção cervejeira americana. Segundo Chris Williams, diretor da competição, o festival continua a ser “o grande palco da inovação e da excelência” das cervejarias do país.

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Heineken lança festival sem line-up revelado

A Heineken promoveu o inédito “No Line-Up Festival” no dia 25 de outubro, na Barra Funda (SP), com mais de 15 atrações nacionais e internacionais que só foram reveladas durante o evento. Os ingressos gratuitos puderam ser resgatados no Hei App. Com curadoria de Lúcio Ribeiro e Felipe Hirsch, o festival buscou incentivar a descoberta musical e experiências autênticas, integrando a plataforma Green Your City. A ação reforçou a relação da marca com a música e seu compromisso com sustentabilidade e inovação.

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Stella Artois celebra volta do tênis à Costa do Sauípe

Após 13 anos, o tênis voltou à Costa do Sauípe com o torneio ATP Challenger 125 entre 19 e 26 de outubro, e Stella Artois marcou o retorno com um cálice especial feito com areia das praias locais, em homenagem ao bicampeonato de Guga Kuerten na região. O projeto foi criado com a artista Elvira Schuartz e simboliza a ligação da marca com o tênis, esporte que a Stella também patrocina em torneios como Wimbledon e Roland Garros. No Brasil, o destaque foi a Stella Artois Pure Gold, versão sem glúten e com menos calorias, presente nas ativações do evento.

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Oktoberfest de Igrejinha começa com shows e tradição

A 36ª Oktoberfest de Igrejinha começou nesta sexta (17) e foi até 26 de outubro, com expectativa de reunir 200 mil visitantes no Parque de Eventos Almiro Grings. O evento, considerado a maior festa comunitária do país, teve mais de 70 atrações, entre elas Lauana Prado, Zé Neto & Cristiano, Israel & Rodolffo, Nenhum de Nós e Menos é Mais. Todo o lucro foi revertido para entidades da região. A festa trouxe novidades como chopeiras automatizadas, novo espaço de convivência e áreas inclusivas.

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Oktoberfest Summit estreia com sucesso

A primeira edição do Oktoberfest Summit reuniu cerca de 500 participantes em Blumenau, entre 13 e 15 de outubro, superando as expectativas da organização. O evento trouxe painéis e palestras sobre gestão, turismo, marketing e operação da maior festa alemã das Américas, além de visitas técnicas ao Parque Vila Germânica. Com apoio da Exame, o Summit já tem nova edição confirmada para 2026, prometendo ampliar o debate sobre o legado da Oktoberfest.

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Ambev promove consumo responsável na Oktoberfest de Blumenau

Durante a Oktoberfest de Blumenau 2025, a Ambev reforçou sua campanha de consumo responsável com a ação “Open Água”, que ofereceu água ultrafiltrada gratuita em parceria com a Veolia nos pavilhões Blumenau e Munique e nos bares do Camarote Spaten. Em sua terceira edição, a iniciativa incentivou o público a intercalar o consumo de cerveja com água, promovendo moderação e reduzindo o uso de garrafas plásticas e copos descartáveis no Parque Vila Germânica. A ação fez parte da agenda “Brinde à Moderação”, que também incluiu o Dia de Responsa e atividades na Academia da Cerveja com foco em conscientização e consumo equilibrado.

O Guia da Cerveja elaborou um material especial sobre como organizar eventos de cerveja com representantes do Summit. Você pode ler aqui.

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Dádiva leva projeto feminino à Feira do Sebrae

A Cervejaria Dádiva participou da Feira do Sebrae, de 15 a 18 de outubro, no estande “São Paulo de Destinos e Sabores”, representando o projeto “Criado por Elas, Liderado por Elas” ao lado da Japas Cervejaria. A iniciativa, lançada em março, reúne 28 cervejarias fundadas e lideradas por mulheres para ampliar visibilidade e oportunidades de negócios. A fundadora da Dádiva, Luiza Tolosa, também ministrou palestra no sábado (18), às 18h20, sobre empreendedorismo feminino e inovação.

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Krug Bier lança sua Oktoberfest sazonal

A Krug Bier lançou sua cerveja sazonal Oktoberfest, uma festbier com 5,5% de teor alcoólico e 25 IBU, equilibrando o amargor dos lúpulos nobres alemães com o dulçor dos maltes caramelo. A novidade chegou em outubro, mês em que a cervejaria celebrou 28 anos. Pioneira entre as artesanais de Minas Gerais, a Krug mantém viva a tradição germânica com toque mineiro e segue expandindo o portfólio, que inclui sucessos como a German Pils e a Krug Light.

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Hilton Morumbi realiza Beer Fest com chopp em dobro

Durante todo o mês de outubro, o Hilton São Paulo Morumbi realizou o “Hilton Beer Fest”, com chopp Brahma e Stella Artois em dobro no Canvas Bar, de segunda a domingo, das 17h às 19h. O evento celebrou o mês da cerveja com happy hour animado, petiscos harmonizados e DJs de quinta a sábado. O bar ainda contou com o maior telão fixo de hotel em São Paulo para transmissões esportivas.

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Rock e chope na Monka Rocktoberfest

A Monka Cervejaria realizou de 17 a 19 de outubro, em Belo Horizonte, o Monka Rocktoberfest — evento que misturou tradição alemã, rock e cerveja artesanal. A programação incluiu shows de bandas como Cash, Velotrol e Made in 80, almoço típico, torneios de Masskrugstemmen e chope em metro, além de open bar nos dois primeiros dias. O festival ocorreu em espaço coberto, no bairro Olhos D’Água, com ingressos disponíveis pelo Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/monka-rocktoberfest/3106895).

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