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Dogma e Trilha premiadas, cerveja low carb: 8 novidades da semana

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Os últimos dias trouxeram novidades distintas e interessantes ao universo cervejeiro. Duas conceituadas marcas nacionais, por exemplo, foram premiadas pelo já tradicional Ratebeer, enquanto a Ideal organizou um passeio de bicicleta – e cervejeiro – pela Alemanha. Synergy, Way Beer, Treze e Noi – esta com uma cerveja low carb – também apresentaram bons lançamentos. Confira, a seguir, as novidades da semana.

Dogma e Trilha premiadas
Um dos mais conceituados sites de avaliação de cervejarias, o Ratebeer divulgou seu ranking por países de 2018. E a Dogma foi eleita a melhor do Brasil, feito que já havia obtido em 2015 e 2017. Outra marca a se destacar foi a Trilha, escolhida como melhor estreante e melhor rótulo, com sua Trilha Gorilla Coffee & Vanilla. “Mesmo com várias cervejarias que estão se destacando e com o crescimento do mercado das artesanais no país, conseguimos conquistar mais um título graças ao nosso trabalho e vontade de sempre oferecer aos nossos clientes uma cerveja diferenciada e que surpreende o paladar de quem prova”, explica Luciano Silva, um dos sócios-fundadores da Dogma.

Bicicleta na Alemanha
A cervejaria Ideal anunciou mais uma edição do Bike & Beer, projeto que une passeios de bicicleta com visitas a fábricas da Alemanha. Batizado de Bike, Wine & Beer 2019, o roteiro deste ano combina paisagens, castelos, visitas às cervejarias, vinho branco e passa pelas cidades de Mainz, Rüdeshei, St. Goar, Bad Godesberg, Koblenz, Colônia e Düsseldorf. A viagem será guiada pelos proprietários da marca, Steffen e Daniela Ohnemüller, e irá do dia 17 até 24 de agosto. Destaque às visitas a cervejarias consagradas como Koblenzer e Vulkan. Para garantir sua vaga, escreva para steffen@cervejariaideal.com.br ou no What´s App (11) 98163-0874. E, para mais informações, acesse o site do projeto.

Sour IPA de coco
A sorocabana Synergy apresentou um rótulo colaborativo com a cervejaria norte-americana Against The Grain e o Festival da Cerveja POA: a Gut Buster Acid Smoke Bomb, resultado de uma visita do cervejeiro Jerry Gnagy, da Against The Grain, ao Brasil. Trata-se de uma Sour IPA com coco defumado. Tem 7% de teor alcoólico, 55 IBUs e foi lançada em um novo formato de lata, com 250 ml – a marca adotou a embalagem para as colaborativas.

Low carb
A cervejaria niteroiense Noi decidiu inovar em 2019. Lançou a Noi Low Carb, com apenas 28 calorias a cada 100 ml e 4% de teor alcoólico, uma bebida com a proposta de entregar uma Pilsen artesanal leve e com alta drinkability. “A Noi Low Carb é composta apenas por água, malte de cevada, lúpulo e levedura, tendo como um de seus principais diferenciais as técnicas de processamento dos carboidratos, visando a sua redução sem a utilização de nenhum aditivo químico. As 28 calorias (por 100 ml) são provenientes apenas do álcool da cerveja e não dos carboidratos. Nós economizamos na caloria para você gastar como quiser”, conta Guilherme Zanin, mestre-cervejeiro da Noi.

Guia de Pinheiros
Reforçando a sua proposta de fortalecer os vínculos locais, a Goose Island criou o Guia de Pinheiros by Goose Island, feito em parceria com o Formiga-me. A novidade tem roteiros temáticos e colaborativos para quem quiser explorar a região, rota para bikers e caminhantes, passeio por construções antigas do bairro, informações de transporte público e até uma caminhada musical com trilha sonora exclusiva, que pode ser acessada via QR Code. O guia pode ser encontrado em alguns bares de Pinheiros, como na própria na Brewhouse de Goose Island, e no MyMap em sua versão online.

Berggren no Sí Señor
Conhecida pela culinária Tex-Mex, a rede Sí Señor agora terá em seu cardápio chopes e cervejas artesanais da Berggren. A parceria, realizada para comemorar o aniversário de 12 anos do restaurante, terá duas opções de chopes: American Lager e IPA. Na compra de um prato válido da promoção, o cliente poderá beber à vontade os chopes, mojito ou caipirinhas por R$ 89. E, caso prefira apenas consumir as bebidas, o valor é de R$ 59. O cardápio oferecerá, ainda, quatro rótulos de 500 ml: Berggren Hop Lager, Weissbier, APA e American Porter.

Cerveja e caipirinha
A Treze apostou na tradição brasileira ao trazer dois lançamentos neste início de ano. O primeiro é a Caipirinha Sour, uma cerveja de acidez pronunciada, maturada com limão Tahiti e adição dos lúpulos Lemon Drop, Sorachi Ace, Citra e Centennial, que ressaltam ainda mais as características do limão. “A Caipirinha Sour é resultado da nossa reverência pela cachaça e pela coquetelaria nacional. Essa releitura cervejeira é nossa homenagem à tradição da coquetelaria brasileira, nascida e criada nos botecos pelo país”, explica Bruno Couto, sócio da Treze. O rótulo veio acompanhado por uma nova edição sazonal: a Caipirinha Sour 3 Limões, que leva também os limões Cravo e Siciliano. As receitas têm 7% de álcool e fermentação com Brettanomyces, que ajuda a trazer um pouco da complexidade da cachaça branca.

Brut da Way
A curitibana Way Beer também entrou na tendência das Brut IPA ao lançar a Sparkling Dry IPA, uma cerveja seca, leve e sem a presença do açúcar residual, o que deixa a bebida com pouco corpo. Tem 7,6% de teor alcoólico, 25 IBUs e equilibra o aroma e o sabor bem lupulado, segundo a marca.

Infográfico: O crescimento das cervejarias em 2018

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Nos últimos dez anos, o universo cervejeiro brasileiro tem passado por transformações significativas. A indústria nacional vem amadurecendo com a chegada de pequenas cervejarias e, consequentemente, o mercado consumidor também evolui. Assim, o número de cervejarias no Brasil teve crescimento de 30% nesse ano. Em 2017 eram 679, e agora são 889.

A seguir, elencamos e ilustramos dados do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que dão uma dimensão de como está e para onde cresce a cerveja brasileira.

A cidade mineira de Nova Lima tem a maior incidência de cervejarias por sua população: uma cervejaria a cada 4,2 mil habitantes, enquanto o Brasil conta com uma a cada 234 mil habitantes.

Em todo o Brasil, 6.800 novos produtos foram registrados como cerveja ou chope em 2018. Não à toa, as cidades que registraram o maio número de novos rótulos no Mapa são as com mais cervejarias em atividade. A exceção é a pequena Capim Branco (MG), com apenas uma cervejaria, mas que registra produtos em nome de diversas ciganas.

Marca associada ao rúgbi, Heineken tenta ajudar seleção a ir ao Mundial de 2023

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O ano de 2019 no esporte não conta com os dois eventos que mais mobilizam o torcedor no planeta: os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo. Porém, a terceira competição com maior audiência está marcada para começar em 20 de setembro: o Mundial de Rúgbi, no Japão. E, espera-se, pela última vez tendo os brasileiros apenas como espectadores.

Em crescimento consolidado e constante no país, o rúgbi, através da confederação nacional, traçou há alguns anos um objetivo de médio prazo que parecia ser um sonho distante, mas não é mais: participar da edição de 2023 do Mundial, marcada para a França. E, para atingi-lo, além de um planejamento detalhado, conta com um parceiro que é sinônimo do esporte no mundo: a Heineken, uma das patrocinadoras da seleção nacional.

A empresa possui relação histórica com o rúgbi em outros países, a ponto de ser uma das patrocinadoras principais do Mundial. Além disso, adquiriu os “naming rights” da Liga dos Campeões da Europa do esporte, hoje denominada Heineken Champions Cup.

E todo esse conhecimento e relacionamento com o esporte estão sendo usados em favor da seleção brasileira. “Temos ajudado a Confederação Brasileira de Rugby com o expertise de marca adquirido em torneios internacionais”, explica Vanessa Brandão, diretora da marca Heineken, em entrevista ao Guia.

A Heineken é parceira do rúgbi brasileiro desde 2011, tendo renovado esse acordo recentemente, até 2020. E não esconde que a sua meta é estar ao lado da modalidade nesse possível momento histórico, com a classificação para o Mundial e a participação no torneio.

Reconhecimento
A força crescente do rúgbi no cenário esportivo nacional demonstra que, de fato, existe grande potencial para o seu desenvolvimento. Surge aí, então, além da possibilidade de contribuir com o esporte, uma grande oportunidade para a Heineken: a associação imediata da marca com a evolução da modalidade.

“Esperamos ser reconhecidos como uma empresa que ajudou proativamente na construção do rúgbi no país. Acreditamos no potencial da modalidade e estamos felizes em poder ajudar a disseminar um esporte que é conhecido mundialmente, mas, ainda pouco popular em nosso Brasil”, comenta Vanessa.

Nessa quase uma década de parceria, o rúgbi conquistou o seu espaço no país, realizando partidas com bons públicos em estádios como Pacaembu, Arena Barueri e Allianz Parque. Mais recentemente, no fim de 2018, atraiu mais de 34 mil pessoas ao Morumbi para o amistoso entre Brasil e os All Blacks Maori, uma espécie de time B da Nova Zelândia, a mais poderosa seleção do rúgbi mundial.

O último ano, aliás, teve outro momento histórico para o rúgbi nacional, o que aumentou a expectativa para uma futura classificação ao Mundial: a seleção foi campeã do Sul-Americano, competição na qual a Argentina, a principal potência do continente, joga com seu time B. Ainda assim, foi o primeiro título brasileiro na história do torneio.

E 2019 promete ainda mais para o rúgbi nacional. A diretora da Heineken antecipa que a marca fará um grande investimento em marketing, em ação que deverá levar o esporte a um público bem mais amplo do que o já atingido.

“Estamos planejando fazer uma campanha com um investimento maior de marca quanto a modalidade. Por enquanto não podemos abrir muitas informações, mas teremos um papel importante na desmistificação do esporte no país”, relata Vanessa.

Esporte “ético”
Além da associação a uma modalidade que está em crescimento no país, a ligação com o rúgbi também é atraente por valores que são vistos como pilares do esporte, como disciplina, integridade, paixão, respeito e solidariedade. E, assim, permite a realização de diversas ativações.

Foi exatamente o que fez a Heineken após o recente confronto com os All Blacks Maori, patrocinando um dos momentos mais emblemáticos desse esporte. Conhecido pela tradição de lealdade entre os adversários, o rúgbi possui o “terceiro tempo” como uma das suas marcas. Ele ocorre com a equipe anfitriã oferecendo um “happy hour” à seleção visitante, em um momento de confraternização e celebração da partida, independentemente do resultado final.

“Devido à famosa tradição do Third Half (terceiro tempo) no esporte, onde a equipe anfitriã oferece um happy hour à seleção visitante, vemos que existe grande oportunidade de ocasião de consumo onde a marca pode explorar este momento como uma nova ocasião de consumo de cerveja”, diz Vanessa.

O rúgbi, aliás, é só mais um dos esportes ao qual a Heineken apoia. A marca patrocina – e principalmente tem sua imagem associada – a Liga dos Campeões. E também está vinculada à Fórmula 1, o que inclui ter os “naming rights” do GP do Brasil.

“A Heineken sempre teve ligações com diferentes modalidades esportivas e buscamos constantemente oferecer momentos inesquecíveis aos nossos consumidores por meio de campanhas e eventos”, afirma Vanessa. E um desses próximos “momentos inesquecíveis” pode ser em quatro anos, com a presença do Brasil no Mundial de Rúgbi na França.

Balcão da Matisse: Cerveja, da arte ao artesanal

Balcão da Matisse: Cerveja, da arte ao artesanal

A arte é uma experiência dos sentidos e pode se manifestar de várias formas. Quando penso em cerveja artesanal e sua relação com a arte, me lembro de uma poetisa de Niterói que conhecemos em uma feira: ela bebeu da nossa cerveja, nos presenteou com seu livro de poesias (Maíra Santafé – Entre Acordos e Acordes) e, na dedicatória, colocou “que o meu livro te faça tão bem quanto a sua cerveja me faz”. Desde então eu procuro separar um tempinho para beber cerveja lendo poesia, arte combinada, boa para o corpo e para a alma. Essa mesma sensação pode ser experimentada quando se serve de um prato onde o cozinheiro procura combinar o sabor dos alimentos e a beleza estética da apresentação. Primeiro se come com os olhos, aproveitando o trabalho artístico, e depois se explora todos seus sabores, tornando o momento completo.

Mas o que é cerveja artesanal e qual a relação entre cerveja, arte e artesanato? Essa é uma pergunta complexa e não tem apenas uma resposta. Outro dia fui abordado por um cliente, que me disse: “se a cerveja é feita em uma fábrica, então não é artesanal”. Eu poderia responder de várias formas e com muitos argumentos por que a cerveja é artesanal, mas lembrei-me da metáfora da caverna proposta por Platão e me coloquei na mesma condição de humildade. Seriam apenas teorias, sombras da realidade projetadas no fundo da caverna. Não o convenceriam e não convenceriam nem a mim mesmo.

A própria literatura é controversa. A Brewers Association, por exemplo, define uma cervejaria artesanal (craft brewery) como pequena, independente e tradicional. No entanto, micro e nanocervejarias são cervejarias que produzem pequenas quantidades, como alguém que faz em casa, em um pequeno galpão ou garagem ou até mesmo em um bar, o que costuma ser chamado de brewpub.

Muitas vezes o cervejeiro lança mão de uma fábrica, aproveitando capacidade ociosa, para produzir sua cerveja em maior escala e com mais recursos e controles do que teria em seus equipamentos. A isso se dá o nome de cigana, considerando que esse cervejeiro pode mudar de cervejaria em busca de espaço, custo, facilidade logística ou adequação dos equipamentos a cada receita ou escala. Mas tanto a nanocervejaria que usa panela de 50 litros quanto a cigana que usa panela de até 5.000 litros – ou mesmo quem tem fábrica própria – podem ser artesanais ou não.

O artesanal não precisa ser pequeno e o pequeno não é necessariamente artesanal. Independência e tradição são termos muito relativos: independente de que ou de quem? Grandes cervejarias que estão no mercado há décadas são independentes e altamente tradicionais – e nem por isso são artesanais.

Qualidade e diferenciação também aparecem como caraterísticas da cerveja artesanal e, em muitos casos, efetivamente o são, mas a cerveja de linha (mainstream) também pode ter qualidade e ser diferenciada em algum aspecto, assim como muitas artesanais não têm qualidade e são meras reproduções de receita comercial.

Para encontrarmos uma saída, voltamos então a Platão ou Sócrates: “só sei que nada sei”, ou, melhor ainda, vamos a Descartes, que não se conformou com a dúvida e, no auge da dúvida, decidiu adotar ela mesma como base da sua filosofia: “duvido, logo existo”. Quase que parafraseando Descartes podemos dizer: o que eu faço é arte, portanto minha cerveja é artesanal.

*Mario Jorge Lima é engenheiro químico e sócio-fundador da cervejaria niteroiense Matisse

Lançamento do Musas, cerveja para Iemanjá: 7 eventos para os próximos dias

Rainha dos Mares, Iemanjá tem anualmente seu dia festejado em 2 de fevereiro. E, na mineira Nova Lima, para celebrá-la, o Mercado Cervejeiro fará uma festa em clima de pré-Carnaval – e com muita cerveja artesanal. As mulheres também serão destaque no lançamento da 7ª edição do projeto Musas de Verão, da Cervejaria Nacional. Já a Backer organiza um festival para homenagear Belo Horizonte, enquanto dois bares cariocas terão combos especiais para o Super Bowl, no domingo. Confira, a seguir, 7 eventos para os próximos dias.

Sudeste

São Paulo
– Lançamento do Musas: A Cervejaria Nacional apresenta na próxima terça-feira a cerveja sazonal da sua 7ª edição do projeto Musas de Verão. Será a Saison de Muse, uma bebida leve, seca, refrescante, com um perfil frutado característico de levedura belga, além de 6,9% de teor alcoólico e 26 IBUs. Feita em parceria com Guilherme Macedo, mestre-cervejeiro da casa, a receita foi elaborada por Daiane Colla, jornalista, sommelière, mestre em estilos e embaixadora do Brussels Beer Challenge, e Taiga Cazarine, sommelière, mestre em estilos e juíza do BJCP. São as duas convidadas deste ano do projeto que surgiu com “o objetivo claro de ir em posição contrária às propagandas das grandes corporações que objetificavam a mulher em torno do produto”, segunda a marca. Será na terça, na própria Cervejaria Nacional, na Avenida Pedroso de Morais, 604, onde poderá ser consumida em copos de 330 ml (R$ 18) ou 570 ml (R$ 27), com 50% de desconto no half pint até às 22h no dia do lançamento.

Pré-Carnaval da Skol: Parceiras de outros carnavais, a Skol e a Bangalafumenga realizarão “uma festa summer que abre alas para o tradicional desfile do grupo no Carnaval da cidade”, segundo a cervejaria. Destaque para a presença da nova bebida da marca, a Puro Malte, e do Bloco do Síndico. Será no sábado, das 14h às 23h, na The Week Brasil, na Rua Guaicurus, 324, e custa R$ 70.

Diadema
– Tour da Votus: A tradicional cervejaria da Grande São Paulo abre as portas de sua fábrica para um tour cervejeiro. O passeio gratuito de três horas será guiado pela sommelière da Votus, Jéssica Vieira, que explicará o processo de produção e as matérias-primas utilizadas na fabricação dos rótulos. Permitirá, ainda, degustar cervejas direto dos tanques de maturação. “Procuramos desmistificar o universo da cerveja artesanal, mostrando que é possível agradar diferentes paladares”, conta Jéssica. Será no sábado, a partir das 14 horas, na Avenida Presidente Costa e Silva, 457. Interessados podem agendar as visitas pelo e-mail jessica@cervejavotus.com.br ou pelo telefone (11) 4067-8588.

Rio
– Super Bowl: A tradicional decisão da NFL, que envolve Los Angeles Rams e New England Patriots, no domingo, animou dois bares cariocas. Localizado na Rua Marquês de Olinda, 94, em Botafogo, o Casarão 1903 terá promoção da long neck da Röter Summer Ale. Criou, ainda, dois combos especiais que servem lanche e chope Pilsen: o Los Angeles Rams, composto por hambúrguer de frango com bacon empanados na farinha panko, queijo cheddar e molho aioli de limão siciliano; e o New England Patriots, com hambúrguer de fraldinha, patinho e bacon moídos juntos, queijo cheddar e maionese de cebolinha. Já o On Tap Pub, que fica na Rua Major Ávila, 455, loja H, na Tijuca, criou um hambúrguer feito com carne 100% angus defumada no pit ao estilo american barbecue, queijo cheddar, picles e bacon no pão de brioche. Para refrescar, o chope faz dobradinha em três combos: o primeiro é composto pelo lanche especial mais um litro de Pilsen; o segundo dá direito a dois pints do On Tap IPA; e o terceiro, quatro chopes Hocus Pocus.

Belo Horizonte
– Festival Belorizontina: Para homenagear a capital mineira, a Backer realizará o Festival Belorizontina de Verão, que reunirá blocos de carnaval, boa comida e cerveja da marca. O evento marcará o lançamento da versão long neck da Belorizontina, cerveja criada em 2017 para celebrar os 120 anos de Belo Horizonte – uma American Lager com dry hopping de lúpulos franceses, 4,6% de teor alcoólico e 8 IBUs. “Para essa grande homenagem à nossa terra natal, busquei lúpulos nobres e raros, de origem francesa, Aramis e Triskel, que possuem características únicas tanto de ervas, flores e aromas cítricos. Todo esse buquet lupulado, juntamente com seu frescor, torna essa cerveja um presente para o verão brasileiro”, conta Sandro Duarte, mestre-cervejeiro da Backer. Será no sábado, a partir das 16h, no Marō Space, na Rua Gabriela de Melo, 367, e custa de R$ 15 a R$ 50.

Nova Lima
– Cerveja para Iemanjá: Um das datas mais especiais do calendário brasileiro, 2 de fevereiro é o dia de Iemanjá. E, para homenagear a Rainha dos Mares, o Mercado Cervejeiro realizará uma grande festa em clima de pré-Carnaval. O evento na cidade mineira terá o Bloco Expresso Canadá, uma feira de fantasias e, claro, muita cerveja artesanal. Para deixar o ambiente no clima de Iemanjá, a organização sugere que todos vistam branco e levem cadeiras de praia. Será no sábado, da 11h às 21h, na Avenida Montreal, 232.

Sul

Curitiba
– Táxi e chope grátis: A 99 lançou uma interessante campanha na capital paranaense: toda quinta-feira, um estabelecimento diferente vai oferecer chope grátis para quem chegar de 99Pop. Nesta quinta, por exemplo, a bebida será dada pelo Mercado Sal. Outros 12 bares integram a promoção: Vila Urbana, Whatafuck Batel, Cadore, Distrito 1340, Fresh Live Market, Vila Yamon, Pátio Faivre, Shopping Hauer, Shopping Itupava, Street 444, Mercadoteca e Souq. A programação é alterada semanalmente e, para participar, basta chamar um 99Pop, fazer uma corrida até um dos bares participantes e mostrar o comprovante.

Quer incluir seu evento em nossa agenda? Escreva para nosso editor: itamar@guiadacervejabr.com

Inovação impulsiona setor cervejeiro na indústria brasileira de máquinas

Apesar dos dados mais recentes apontarem queda na produção de bebidas alcoólicas, o segmento cervejeiro da indústria de máquinas atravessou um momento positivo no último ano. A avaliação foi de que a inovação impulsionou o setor e o fez crescer até 20%.

De acordo com Nelson Ferreira Júnior, vice-presidente da Câmara Setorial de Máquinas para a Indústria Alimentícia, Farmacêutica e Refrigeração Industrial da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o lançamento de novos produtos, especialmente de cervejas “especiais”, permitiu um ano positivo para o segmento.

“Uma razão importante para a aquisição de novos equipamentos foram os fortes investimentos das indústrias de cerveja no lançamento de novos produtos, principalmente na categoria de cervejas especiais”, explica Ferreira Júnior ao Guia.

“As grandes cervejarias passaram a olhar ainda mais para o mercado de cervejas especiais, com a montagem de centros de desenvolvimento próprios. Houve também lançamentos de novos tipos de cerveja por parte de marcas já consolidadas no mercado brasileiro”, acrescenta.

Essa característica inovadora do setor cervejeiro minimizou a queda da produção industrial de bebidas alcoólicas em 2018. Os últimos dados divulgados pelo IBGE apontaram redução de 1,3% no acumulado de janeiro a novembro. E também houve registro de baixa na produção dos últimos 12 meses, de 0,6%.

“No ano passado, as vendas de máquinas e equipamentos para o setor cervejeiro cresceram, em especial para as empresas que trabalham com alta tecnologia, cuja expansão nas vendas foi de 15% a 20% em relação a 2017”, revela Ferreira Júnior.

Assim, o dirigente da Abimaq aponta a criatividade como característica importante para que o setor consiga driblar a crise econômica brasileira dos últimos anos. “A indústria cervejeira teve um grande foco de investimentos na área de inovação, introduzindo equipamentos especiais e fazendo adaptações em suas linhas próprias para dar suporte aos lançamentos de produtos”, afirma.

A Abimaq, inclusive, faz previsões otimistas para a indústria cervejeira em 2019. A aposta é no surgimento de mais linhas de produção e fábricas, com foco na eficiência. Além disso, a entidade acredita na expansão continuada da participação das microcervejarias no setor.

“O mercado cervejeiro continuará crescendo em termos de inovações e ampliação de distribuição de produtos. Deverão ser mantidos investimentos em novas linhas de produção, inclusive de novas fábricas, uma vez que as indústrias de cerveja buscam, cada vez mais, linhas eficientes com grande confiabilidade, que resultam em maior qualidade do produto e em custos mais baixos de produção. Há ainda uma expectativa de aumento de negócios para as microcervejarias, assim como já ocorreu em 2018”, conclui Ferreira Júnior.

Slow Brew bate recorde de vendas e chega aos últimos lotes de ingressos

Um dos mais divertidos festivais brasileiros de cerveja, o Slow Brew quebrou o recorde de vendas e deve esgotar seus ingressos três meses antes do previsto. O evento será no dia 7 de dezembro, das 12h às 20h, no Centro de Eventos Pro Magno, na Avenida Profa. Ida Kolb, 513, em São Paulo.

O primeiro lote de mil ingressos, inaugurado em 10 de dezembro do ano passado, foi comercializado em apenas 18 horas. Logo em seguida veio o lote dois, vendido em 26 horas. Faltam agora pouco mais de 30 entradas para finalizar o lote 3, quando restarão apenas 500 ingressos do lote 4 e mil do último.

Em termos percentuais, segundo o Dr. Mauricio Leandro, psicanalista e organizador do festival, mais de 60% dos ingressos já foram vendidos. “Eu pessoalmente acredito que atingiremos um novo recorde, com o encerramento pleno dos 4.000 ingressos com três meses antes do previsto”, celebra o organizador do Slow Brew.

Os ingressos restantes do lote 3 saem por R$ 222,77. Para os participantes das edições anteriores, porém, há um desconto de 3%. E, para quem respondeu a Pesquisa de Satisfação, a promoção é de 6%.

A edição de 2018 teve mais de 75 cervejarias e 370 rótulos com livre degustação. Focado em buscar marcas que tenham histórias para contar, o Slow Brew exige a presença dos mestres-cervejeiros, possibilitando uma interação direta entre público e cervejarias.

Vencedor do Super Bowl terá Bud Light de graça para seus torcedores

A AB-Inbev está investindo pesado em suas cervejas leves nos Estados Unidos. E o espaço que elas terão no Super Bowl, a final da NFL, o campeonato de futebol americano, é prova disso: a Bud Light promete bebida grátis para a cidade do time campeão, enquanto sua marca de cerveja orgânica, Michelob Ultra, terá destaque nos comerciais do evento, que acontece no domingo, 3 de fevereiro.

No ano passado, a Bud Light já tinha oferecido cerveja gratuita a todos os habitantes acima de 21 anos de Filadélfia, sede dos Eagles, vencedores do Super Bowl de 2018. Na ocasião, a marca pegou embalo na promessa de Lane Johnson, jogador do time que, no início da temporada, assegurou que pagaria a bebida caso o time vencesse. Na festa de comemoração, os fãs do time puderam pegar sua Bud Light em qualquer bar que estava no caminho do desfile do time campeão.

Nesse ano a marca se antecipou e, por meio de vídeo divulgado na internet, prometeu cerveja gratuita aos moradores de Los Angeles ou de Foxborough, cidades dos finalistas Rams e Patriots. “Você vence o Super Bowl, nós trazemos a cerveja”, diz o vídeo.

No entanto, alguns críticos e blogueiros fazem chacota com a ação, dizendo não saber se ganhar Bud Light é de fato um prêmio ou um castigo.

https://twitter.com/budlight/status/1087189815475474432

Sons minimalistas
A AB-Inbev terá nove inserções de filmes comerciais durante a transmissão do evento, um dos mais importantes do calendário da publicidade mundial – vídeos de 30 segundos, repletos de celebridades, chegam a custar US$ 5 milhões. Um deles será da Michelob Ultra, estrelado por Zoe Kravitz, atriz e filha do cantor Lenny Kravitz.

O filme dá ênfase ao silêncio e aos sons delicados, seguindo a onda dos vídeos de Autonomous Sensory Meridian Response (ASMR, traduzido livremente como Resposta Involuntária Sensorial do Meridiano).

Febre no YouTube, o objetivo do ASMR é proporcionar uma sensação prazerosa e relaxante pela associação de barulhos de objetos, sons da boca, sopros e vozes baixas e calmas. Em tese, ele promove o sono, a concentração e a calma. No vídeo da Michelob, a atriz propõe “uma nova experiência” e produz sons usando uma garrafa de cerveja.

https://youtu.be/HKlq-j0v0nw

Alguns analistas entendem que o comercial da Michelob pode se destacar por seguir o sentido contrário de outras prováveis superproduções mais barulhentas e aceleradas. Já outros apontam que o sucesso pode vir da associação da marca, de baixa caloria, a um estilo de vida mais saudável.

Cervejarias artesanais geraram mais de 1.100 empregos em 2018

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A importância das cervejarias artesanais foi, uma vez mais, comprovada em balanço sobre o setor realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Entre janeiro e dezembro de 2018, as marcas com menos de 100 funcionários geraram 1.114 vagas.

Feita pela Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva) com base no balanço do Mapa, conduzido pelos pesquisadores Eduardo Fernando Marcusso e Carlos Vitor Müller, a estimativa aponta que as artesanais geraram 20% mais vagas do que as grandes indústrias, responsáveis por 828 postos.

Assim, das 1942 vagas criadas pela indústria cervejeira em 2018, as artesanais foram responsáveis por 57,36% do total. Número ainda maior do que o registrado no balanço parcial de dezembro, quando essa proporção estava em 54,13%. A associação informa ainda que cervejarias com até 99 funcionários empregam hoje 3,6 mil pessoas no país.

A estatística, aliás, vem confirmar a posição de boa parte do setor – e defendida pelo Guia – de que a redução de impostos sobre microcervejarias é fundamental para acelerar o crescimento do mercado e gerar mais empregos ao país.

Dois dígitos
O balanço realizado pelo Mapa também demonstrou que o setor chegou a 889 cervejarias em 2018, 210 a mais do que em 2017, um crescimento acima dos 30%. Dos 5.570 municípios brasileiros, 479 já possuem pelo menos uma cervejaria registrada.

Com as 6,8 mil concessões de cervejas e chopes, por sua vez, o setor superou o número de registros de outros mercados representativos, como o de polpas de frutas, vinhos e bebidas mistas.

“O aumento significativo na quantidade de cervejarias é um passo fundamental para que o mercado cresça. Com mais opções, rótulos regionais e um trabalho de inclusão de todos os estados brasileiros no universo da cerveja artesanal, acreditamos ser possível ultrapassarmos os 3% do volume de cervejas comercializado nos próximos anos. Hoje, a estimativa é que estejamos próximos aos 2%”, comenta Carlo Lapolli, presidente da Abracerva.

Exportação de cerveja sofre queda de mais de 10% em 2018

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A exportação brasileira de cerveja de malte registrou queda em 2018, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). O último ano registrou apenas US$ 88,48 milhões e 135.526,9 toneladas de cerveja exportadas, diminuições respectivas de 10,5% e 13,4% na comparação com igual período de 2017.

Tais números fazem com que a cerveja tenha apenas 0,04% de participação nas exportações brasileiras e ocupe a 179ª colocação no ranking dos produtos negociados pelo país entre janeiro e dezembro de 2018.

Os principais destinos da cerveja brasileira em 2018 foram países da América do Sul, como Paraguai (74%), Bolívia (11%), Argentina (8,9%) e Uruguai (4,9%). Além disso, os maiores estados exportadores foram São Paulo, com participação de 70,8%, e Paraná, com 22,5%.

Ainda assim, como havia ocorrido em novembro, houve crescimento na exportação em dezembro. O produto alcançou US$ 12,31 milhões em vendas para o mercado externo no último mês do ano.

O valor é 49,2% maior na comparação com novembro do ano passado, quando a exportação brasileira de cerveja de malte foi US$ 4,06 milhões menor.