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NewAge aposta em vendas online e consumo em casa para crescer 15% em 2023

O abrandamento da pandemia do coronavírus permitiu a volta dos consumidores aos bares, restaurantes e, principalmente, a retomada dos eventos, mas o público manteve em sua rotina o consumo de cerveja em casa, assim como as compras online. E será sob essa perspectiva que a NewAge definiu oportunidades para aproveitar em seu planejamento visando o ano de 2023.

A ideia da empresa de bebidas é reforçar a aposta nos lançamentos de chopes em growlers PET, algo que, inclusive, já aconteceu com a versão Pilsen da Wienbier e a Pabst Blue Ribbon no final de 2021. Além disso, pretende ampliar as suas vendas através do marketplace, tanto para varejistas como para o consumidor final.

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Também com foco no consumidor, especialmente aquele que compra a sua cerveja para bebê-la em casa, a NewAge vai trabalhar em 2023 no lançamento de latas colecionáveis com impressão digital. Em 2022, a Wienbier, uma das marcas a compor o seu portfólio, foi um dos destaques do prêmio Lata Mais Bonita do Brasil, tendo conquistado medalhas de ouro e prata entre as médias cervejarias.

“Com o consumo nos lares consolidado e as compras online em ampla expansão, estamos apostando em algumas oportunidades para aumentar em mais de 15% nosso crescimento”, diz Edison Nunes, gerente comercial da NewAge.

Assim, a empresa de bebidas, que possui uma fábrica em Leme (SP), acredita que terá condições de crescer acima do ritmo do mercado. Ainda assim, o gerente comercial confia na expansão do segmento cervejeiro ao longo deste ano.

“A perspectiva é de crescimento de mais de 4% em um cenário com mais estabilidade política e econômica, restaurando o poder de compra e a confiança do consumidor”, prevê, para 2023, o executivo da NewAge.

Apesar de um cenário mais animador em comparação ao auge da pandemia, Nunes avalia que alguns desafios, como a inflação e a perda de poder de compra da população, impediram que cervejarias com foco no varejo apresentassem o desempenho desejado em 2022.

“Tivemos alguns avanços, mas diante dos fatores macroeconômicos e do cenário político, o varejo não conseguiu investir como gostaria nas grandes apostas temáticas, como o Oktoberfest e as promoções de verão”, argumenta.

O gerente comercial da NewAge também avalia que marcas com maior foco no consumo fora do lar tiveram mais facilidade em driblar as dificuldades macroeconômicas no ano passado em comparação com as que concentram suas atividades no varejo. Em 2022, a Pabst Blue Ribbon, que faz parte do seu portfólio no Brasil, iniciou a sua introdução nos bares e restaurantes.

“Foram grandes oscilações de volume e diferentes resultados para grandes marcas e pequenas. No pós-pandemia, o consumo se moveu dos supermercados para bares e restaurantes, retomando o volume e as margens das grandes companhias de bebidas, caindo o volume para aquelas que se dedicam mais aos canais de supermercados e conveniências”, conclui Nunes.

AB InBev investirá R$ 2,1 bilhões na construção de fábrica na Colômbia

A AB InBev terá mais uma unidade produtiva na América do Sul, essa na Colômbia. A companhia, através da cervejaria local Bavaria, anunciou a construção de uma nova fábrica no país, no município de Palmar de Varela, na região norte. O investimento estimado é de US$ 413 milhões (aproximadamente R$ 2,112 bilhões).

Com essa novidade, a AB InBev prevê que irá gerar 1.500 empregos na Colômbia durante o período de construção. E quando a fábrica estiver operando, a cervejaria deverá criar 350 postos de trabalho diretos e outros 7 mil indiretos.

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Palmar de Varela está a 100 quilômetros de Barranquilla, capital do departamento de Atlántico. A AB InBev pretende iniciar as operações da sua nova fábrica na Colômbia em meados de 2024 e vai utilizá-la para fabricar marcas locais de cerveja, como Aguila, Poker e Club Colombia.

O investimento na Colômbia é visto pela AB InBev como a confirmação do potencial enxergado pela companhia no mercado cervejeiro do país. “Acreditamos firmemente na Colômbia e nas grandes transformações que o setor privado pode gerar em benefício do país”, diz o presidente da Bavaria, Sergio Rincón. “Com esta nova fábrica, a Bavaria está investindo a longo prazo em uma expansão significativa da indústria.”

De acordo com a AB InBev, a construção da nova unidade na Colômbia estará alinhada com suas metas de sustentabilidade. Assim, promete que a cervejaria iniciará as suas operações com zero emissões líquidas de carbono e cumprirá o compromisso da Bavaria de fabricar todos os seus produtos usando energia solar.

Na Colômbia, a Bavaria conta com sete cervejarias, duas maltarias e uma rotuladora. A companhia emprega 4 mil pessoas e estima gerar 80 mil postos de trabalho indiretos. “É um orgulho compartilhar essa boa notícia com o país. Nós, colombianos, merecemos um futuro cheio de esperança, comemorações e progresso, e este novo investimento é uma parte importante de nossa jornada para criar um futuro com mais saúde. É um exemplo do espírito da Bavaria, que depois de mais de 130 anos, continua investindo em crescimento e inovação”, conclui Rincón.

Exportação de cerveja pelo Brasil cai para US$ 120 milhões em 2022

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A exportação de cerveja de malte pelo Brasil sofreu queda em 2022. No ano passado, o país obteve receita de US$ 120,048 milhões com os embarques de 200.589 toneladas de cerveja, em vendas concentradas na América do Sul, com destaque para o Paraguai. Os dados são do Sistema Integrado de Comércio Exterior.

A queda foi de 8,73% no valor obtido com a exportação de cerveja em 2022, pois havia ficado em US$ 131,505 milhões no ano anterior. Já em volume, o recuo foi ainda maior. Ficou em 16,81% na comparação às 241.117 toneladas vendidas no mercado externo em 2021.

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O Paraguai continua sendo o principal destino da cerveja brasileira. Foram US$ 79,675 milhões recebidos, uma queda em relação aos US$ 89,21 milhões do ano passado. Ainda assim, o valor representa 66% da exportação da cerveja brasileira em 2022.

As compras da cerveja produzida no Brasil se concentram em países da América do Sul, único continente com nações que despenderam mais de US$ 1 milhão com o produto no ano passado. E a Bolívia segue sendo o segundo país que mais gasta com a bebida, com US$ 14,757 milhões.

O Uruguai saltou do quinto para o terceiro posto nas compras da cerveja brasileira no ano passado, com US$ 9,865 milhões. Deixou para trás, assim, a Argentina e o Chile, até então o terceiro colocado. Ambas reduziram as aquisições para US$ 8,483 milhões e US$ 2,110 milhões, respectivamente. Já a Venezuela dobrou as suas compras de um ano para o outro, chegando a US$ 1,287 milhão no ano passado.

Importação
Em 2022, o Brasil também reduziu a importação de cerveja, que foi de US$ 13,009 milhões em valor e de 14.897 toneladas em volume. A queda ficou em 17,47% nas despesas e em 23,55% na quantidade adquirida da produção internacional na comparação com 2021.

A cerveja da Bélgica continua sendo a mais importada pelo Brasil, com dispêndio de US$ 4,456 milhões, uma alta de US$ 143 mil em relação a 2021, mesmo em um cenário de redução nas compras externas pelo país.

O ano passado, aliás, ficou marcado por uma queda de mais de 100% nas importações de cervejas dos Estados Unidos, de US$ 3,388 milhões em 2021 para US$ 1,601 milhão. Com isso, os norte-americanos caíram para o terceiro lugar entre os países que mais vendem ao Brasil, sendo ultrapassados pela Alemanha, que comercializou US$ 2,172 milhões, com uma redução menor frente aos US$ 2,412 milhões de 2021.

O Uruguai continua sendo o quarto país que mais vende cerveja ao Brasil, com US$ 1,200 milhão, fechando a relação das nações que negociam ao menos US$ 1 milhão do produto anualmente. Esse grupo perdeu no ano passado o Peru, que exportou US$ 466 mil frente ao US$ 1,043 milhão de 2021.

Cerveja sem álcool
Em alta entre os consumidores, a cerveja sem álcool também apresentou crescimento na exportação no ano passado. Elas atingiram US$ 946 mil, uma expansão de quase US$ 600 mil frente aos US$ 349 mil de 2021. E a Argentina foi o principal destino, gerando receita de US$ 362 mil.

Já a importação até caiu, mas continuou sendo maior do que a exportação de cerveja sem álcool, sendo de US$ 1,176 milhão frente ao US$ 1,352 milhão de 2021. A Espanha, sede da Hijos de Rivera, fabricante da Estrella Galicia, concentra as vendas ao Brasil, com US$ 980 mil.

Balcão A Dança: Este ano vai ser pior, pior para quem estiver no nosso caminho

Balcão A Dança: Este ano vai ser pior, pior para quem estiver no nosso caminho

“Este ano vai ser pior…

Pior para quem estiver no nosso caminho.”

2022 se foi. 2023 chegou!

Oh, Sérgio Vaz! Nosso poeta Sérgio Vaz!

Como não começar um texto citando sua sabedoria, consagrada a tantos anos nas ruas da periferia da zona sul de São Paulo!

Um salve à Cooperifa, a Sérgio e a todos seus poetas, que, assim como nós, fazem da arte instrumento de resistência, sobrevivência e existência nessa hall dos invisibilizados.

Anota aí, povo lupulado.

Em 2020 estourou no mercado cervejeiro a treta dos casos de racismo. De lá até 2022, muita gente queria mostrar para o mundo que não fazia parte daquele pensamento. Ou, que estavam em um processo de evolução.

Como? Falando sobre a pauta. Chamando a galera preta e periférica para o rolê. Tirando foto ou aparecendo na foto da diversidade.

O tempo passou, e a água dos dias diluiu o peso do problema.

O ESG abrandou a temática com o advento da pauta sustentabilidade (que já tá de bom tamanho pra quem quer garantir seu lugar no céu!). E hoje o racismo antes velado já pode até voltar a ser piada na mesa – classista – do bar.

A foto não precisa mais ser publicada. O convite já pode ser desfeito.

O que aprendemos estando na margem da sociedade é: quem dorme no macio colchão do privilégio, está tranquilo em manter tudo como está.

E a nós sobra o que sempre sobrou. Criatividade. Resistência. E ódio…

Os poucos profissionais oriundos da diversidade (que estão se identificando, agrupando, e multiplicando) seguem inventando mil maneiras de existir nesse mercado, e de fortalecer os próximos que estão chegando. Sempre esteve no nosso DNA, repartir o pão – mesmo muitas vezes não o tendo.

A comoção do mercado com as pautas sociais hoje é menor, mas o movimento segue agitando as entrelinhas da cultura craft.

Entrelinhas essas que correspondem a 56% da população brasileira pela logica racial.

Entrelinha essa que significa 2/3 do Brasil na distribuição econômica e geográfica.

Entrelinha que produz 1,9 trilhão ao ano para a economia.

Um novo governo vem aí. E mesmo que você não apoie a sigla que o elegeu, as mudanças são inegáveis. Mais mulheres. Mais pretos. Mais povos originários (e talvez seja isso que você temia!).

João Jorge (fundador do Bloco Afro Olodum) assume a Fundação Palmares, no lugar de uma das imagens mais execráveis criadas pelo antigo governo. O oprimido que oprime (e quantos milhões não foram criados, né?). E é com grande alegria, que assim como iniciei com Sérgio Vaz, termino com João Jorge.

“Crescer, crescer, crescer até ficar impossível ser derrotado…”

E aos que estavam, estão e estarão conosco no fronte, a constatação. Os verdadeiros eu sei quem são…


Leandro Sequelle é morador do subdistrito do Grajaú, bairro no extremo sul de São Paulo, sendo idealizador da cervejaria social Graja Beer. É tido como referência na pauta diversidade dentro do mercado e atua junto à Abracerva na busca da ampliação das soluções referentes ao tema.

Indústria da cerveja repudia ataques à democracia e pede estabilidade política

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As principais associações da indústria da cerveja, seja as que representam as grandes fabricantes ou aquelas ligadas às marcas artesanais, apresentaram seu repúdio aos ataques à democracia ocorridos no último domingo (8), quando manifestantes golpistas invadiram as sedes dos três poderes em Brasília, destruíram o patrimônio público e mesmo obras de grande valor cultural e para a sociedade.

Responsável por representar a Ambev e o Grupo Heineken no país, o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv) repudiou “veementemente” os “gravíssimos e inaceitáveis episódios de vandalismo, destruição e violência”, apontando que esse tipo de comportamento não pode ser aceito na sociedade. “Trata-se de manifestações antidemocráticas e ilegítimas que não devem ser toleradas em um estado democrático de direito”, defende o Sindicerv.

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Em nota enviada à reportagem do Guia, a Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva) reiterou sua condenação aos atos em Brasília, também realizando uma enfática defesa do sistema democrático.

“A Abracerva repudia os ataques e atos de vandalismo e selvageria contra os prédios e instituições que são o pilar do Estado Democrático de Direito. A democracia é o sistema político que garante nossas liberdades, inclusive a liberdade associativa, e é uma conquista de toda a sociedade brasileira”, afirma.

A Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil) condenou os acontecimentos em Brasília e disse esperar que os responsáveis pelos atos sejam punidos. No dia dos atos, houve a prisão de centenas de suspeitos de participação na ação. Já ao longo da última semana, foram identificados financiadores das manifestações golpistas, assim como a Advocacia-Geral da União pediu que a Justiça bloqueasse R$ 6,5 milhões em bens de 52 pessoas e sete empresas que supostamente financiaram o transporte dos envolvidos.

Em nota oficial, a CervBrasil destaca ser “contra qualquer tipo de manifestação antidemocrática”. “Entende que os responsáveis pelos lamentáveis atos ocorridos recentemente devem ser punidos com rigor”, afirma a associação, que representa o Grupo Petrópolis, a Lund e a Krug Bier, entre outras cervejarias.

A necessidade de punição, através do devido processo legal, aos responsáveis pelos atos antidemocráticos também é citada pela Abracerva. “A associação espera que os envolvidos sejam devidamente identificados e respondam por seus atos com base nos devidos processos legais”, acrescenta.

Democracia e desenvolvimento
Com discursos que apresentam consonância, as associações destacaram a necessidade do respeito às instituições democráticas e o seu bom funcionamento para que o Brasil avance economicamente e amplie a inclusão social, temáticas que tiveram sua urgência destacada pela Abracerva.

A entidade reitera também a necessidade de se restabelecer rapidamente a estabilidade política e institucional para que se dê andamento às reformas necessárias para a recuperação econômica do país, garantindo redução das desigualdades e mais qualidade de vida para nós brasileiros

Abracerva

Em nota oficial, o Sindicerv, além de apontar que os atos são inaceitáveis, também destaca a importância da estabilidade democrática para que o Brasil consiga alcançar o necessário e almejado desenvolvimento, com o trabalho das diferentes esferas de poder para tal.

“O Brasil precisa de paz e diálogo para voltar a crescer, gerar empregos e renda. Para isso, é necessária estabilidade para que governo e suas instituições trabalhem em agendas a favor do desenvolvimento econômico e social e sustentável do país”, diz.

Em tom semelhante ao adotado pelo Sindicerv, a CervBrasil ressalta a importância do bom funcionamento da democracia para o desenvolvimento da economia nacional, conclamando a união da sociedade e das instituições para que esse intuito se concretize.

“A sociedade brasileira tem um desafio muito grande de crescer, gerar empregos, riqueza e maior justiça social. As instituições públicas e privadas precisam de estabilidade para funcionar dentro da normalidade e acelerar a busca por melhores desempenhos. É hora de união, de trabalho conjunto”, afirma.

Relembre
No último domingo (8), a escalada das manifestações golpistas no Brasil atingiu um novo patamar quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro ocuparam a rampa e a laje de cobertura do Palácio do Congresso Nacional, que também foi invadido, assim como o Palácio do Planalto e o Palácio do Supremo Tribunal Federal, com todos esses espaços sendo vandalizados, o que provocou danos ao patrimônio, com objetos históricos sendo danificados.

Como reação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decretou intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal, que posteriormente foi confirmada pelo Congresso. Já Alexandre de Moraes, ministro do STF, determinou o afastamento por 90 dias do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. De acordo com o Conselho Nacional de Justiça, 1.418 pessoas foram detidas em função dos ataques.

No dia seguinte ao ataque à democracia, o Guia apresentou a sua posição sobre a situação. Confira.

Menu Degustação: Acordo entre Vasco e Brahma, vice de produção da Heineken…

Um novo ano está começando e com ele diversas novas oportunidades para as empresas do setor cervejeiro. Com longeva parceria envolvendo vários clubes de futebol, a Brahma aproveitou o começo de 2023 para anunciar a renovação do seu contrato de patrocínio ao Vasco.

Outra importante companhia do setor cervejeiro, o Grupo Heineken anunciou a nomeação de Rodrigo Bressan para o cargo de vice-presidente de produção. Ele está desde 2016 na companhia, tendo atuado recentemente como líder da região Centro-Sul, onde ficam quatro cervejarias.

As cervejarias, aliás, podem aproveitar o começo do ano para participar de concursos, como a Copa Tayrona, na Colômbia, que tem inscrições abertas até domingo (15). Já para o consumidor, uma atração é o autodenominado menor bar do mundo, que tem apenas 5m², horário alternativo e conta com medidas sustentáveis, estando localizado em Boituva (SP).

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Confira essas e outras novidades no setor no Menu Degustação do Guia:

Novo vice-presidente de produção da Heineken
O Grupo Heineken anunciou a nomeação de Rodrigo Bressan para o cargo de vice-presidente de produção. O executivo será responsável por consolidar processos produtivos com foco em sustentabilidade e eficiência e vai se reportar diretamente a Mauricio Giamellaro, presidente da cervejaria no Brasil. O executivo ingressou no grupo em 2016 como diretor das cervejarias de Ponta Grossa (PR) e Gravataí (RS). Ao longo dos anos, esteve à frente de expansões em Ponta Grossa e, mais recentemente, atuou como líder da região Centro-Sul com 4 cervejarias: Ponta Grossa, Alexânia (GO), Igrejinha (RS) e Blumenau (SC). Também liderou iniciativas locais para apoiar a estratégia global de sustentabilidade EverGreen. Ele possui bacharelado em Engenharia de Alimentos pela Universidade Federal de Viçosa, é mestre-cervejeiro e fez MBA no Insper.

Running Land e Heineken Zero
O Grupo Heineken e a Sallero, agência de soluções integradas de live marketing e digital, desenvolveram uma campanha para divulgação da Heineken 0.0 voltada aos amantes da corrida de rua, começando pela casa Running Land, em frente ao Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Em 2023, serão mapeados novos eventos esportivos junto com a Running Land, desde corridas de rua, diurnas e noturnas, até provas de triatlo para a distribuição de amostras grátis da Heineken 0.0 aos participantes.

Vasco e Brahma
O Vasco e a Brahma começaram o ano com uma novidade: a renovação do patrocínio de uma parceria iniciada em 2010. O novo contrato prevê ativações que devem envolver, por exemplo, o aplicativo Zé Delivery. De acordo com a Brahma, o acordo ainda tem no planejamento diversas ações direcionadas às redes sociais, visando um diálogo mais próximo com os torcedores do Vasco.

Ambev no combate à fome
Depois de destinar mais de 190 toneladas de alimentos, beneficiando mais de 40 mil pessoas, a Ambev ampliou seu projeto de combate à fome. Estabelecimentos de todo o estado do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais podem aderir à parceria com a startup social Comida Invisível, que atua com soluções de combate ao desperdício de alimentos. Na ação, por meio do BEES, plataforma B2B da Ambev, os pontos de venda parceiros podem se cadastrar gratuitamente e doar os alimentos que não seriam utilizados. Fica por conta da Comida Invisível conectar esses alimentos com aqueles que mais precisam. A meta é levar o projeto para todo o Brasil, com potencial de engajar mais de 190 mil pontos de venda.

Premiação para Ambev e Grupo Petrópolis
A 20ª edição do estudo “Valor Carreira – As Melhores na Gestão de Pessoas”, realizado pelo jornal Valor Econômico em parceria com a Mercer, que premia as empresas com os melhores ambientes de trabalho do país, teve o Grupo Petrópolis e a Ambev entre os destaques. Pelo segundo ano consecutivo, o Grupo Petrópolis ficou entre as cinco melhores empresas avaliadas pelo ranking, conquistando o terceiro lugar na categoria acima de 17 mil funcionários. Já a Ambev também foi premiada e ficou na quinta posição.

Campanha de verão da Itaipava
Dando continuidade à sua campanha de verão com o conceito “Língua da ITA”, a Itaipava lançou um segundo filme publicitário, intitulado “ITA-na boca do povo”. A campanha estreou no começo de janeiro, no intervalo da novela Travessia, transmitida pela TV Globo. Dividida em diferentes peças que marcarão todo o verão da marca, de janeiro a março, incluindo o carnaval, o material reforça a assinatura “100% Cerveja”, que coloca o produto no centro de sua comunicação, para estimular o desejo dos consumidores.

Copa Tayrona
Com sua próxima edição marcada para 24 a 30 de janeiro em Santa Marta, na Colômbia, a Copa Tayrona está com inscrições na reta final: elas custam US$ 85 (com envio incluso) e vão até domingo (15), tendo um centro de recepção para as amostras no Rio de Janeiro. Cervejarias de todo o mundo podem participar da competição que irá conceder medalhas de ouro, prata e bronze, seguindo o guia de estilos da Brewers Association. Além do concurso, os participantes poderão ter acesso a uma série de rodas de conversas e palestras gratuitas para aumentar as oportunidades de networking.

Gin da Läut
A cervejaria Läut lançou mais um produto: o gin Jimmy. Ele leva em sua composição zimbro, semente de coentro, raíz de Angélica, camomila, limão siciliano, pimenta-da-jamaica, laranja-bahia, lírio florentino, capim limão e amêndoas. As garrafas foram pensadas para serem quase transparentes, para que a marca seja o foco.

Visitas à fábrica da Krug Bier
A Krug Bier informou que as três primeiras datas para a visitação à fábrica em 2023 já estão definidas. A experiência será neste sábado (14) e nos dias 11 de fevereiro e 11 março, sempre a partir das 11h. O Tour na Fábrica, no bairro Jardim Canadá, em Nova Lima (MG), é ministrado por Fabiana Bontempo, cervejeira, sommelière de cervejas e embaixadora da marca. Ela é a responsável por receber os visitantes e apresentar as matérias-primas usadas na produção das cervejas, as instalações da fábrica e o processo produtivo. A visita tem a duração média de uma hora. Ao final, o participante poderá fazer compras na loja da fábrica.

Menor bar do mundo
O chef Melchior Neto abriu o Bar Temporário na cidade de Boituva (SP). O miniespaço, com apenas 5m², tem como slogan “o menor bar do mundo” e possui o objetivo de servir a última rodada da noite, funcionando de quinta a sábado das 23h até as 4h da manhã. O bar fica localizado dentro do complexo de entretenimento Vila Sky Beachem um espaço com música, estacionamento e uma varanda ampla.

Nova diretoria da AGM
A Associação Gaúcha de Microcervejarias elegeu a diretoria para o biênio 2023-2024. A chapa é composta por Filipe Bortoloni, da Arnesto Brewery Cave, como presidente; Luiz Gustavo Ritter, da Stier Bier, como vice; Christian Bonotto, da Tupiniquim, como tesoureiro; e Matheus Andrade, da Cervejaria De Roos Brasil, como secretário. Já o Conselho da nova diretoria é composto João Gionavella (Salva), Otávio Ermel (Imigração), Rafael Diefenthaler (Diefen Bros & 4Beer), Rudolf Lang Neto (Chosen), Rodolfo Azambuja (DNA Beer), Miguel Engelmann (Hunsruck), Luis Fernando Della Senta (Santa Madre), Marcelo Costa Peña (Agrária), Jorge Glitzer (JHC Assessoria Contábil) e João Batista de Moura (Cervejaria Ijuhy). A nova diretoria pretende dar prosseguimento aos trabalhos na busca por uma tributação mais justa e pela qualificação do setor, desenvolvendo a entidade nas diversas frentes estratégicas.

Canal no YouTube de pub
O pub curitibano Masc Beer está revelando os segredos das cervejarias artesanais em seu canal no YouTube. A casa, que iniciou as atividades em maio de 2021, teve a ideia de contar com um canal de entrevistas na plataforma para dar voz aos fabricantes, mostrando um pouco das suas histórias e como é feita a produção, impulsionando o mercado consumidor.

Com pagode em alta, Itaipava leva chope em lata para turnê de Thiaguinho

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O show Tardezinha, que contou com 162 edições ao longo de quatro anos, voltará a rodar o Brasil a partir de abril com uma novidade. A Itaipava, marca do Grupo Petrópolis, vai patrocinar a turnê de Thiaguinho, tendo o seu chope em lata como bebida oficial das apresentações, levando o nome de ITA-Draft Tardezinha.

A novidade, além de referendar a parceria da Itaipava com um dos principais nomes da música brasileira na atualidade, representa um reposicionamento de marca. Afinal, em 2018, lançou a Go Draft em versões de garrafas long neck e 600ml, rótulo que deixa de fazer parte do portfólio da marca. Agora, então, a Itaipava passa a ter o seu chope em lata – e com o rosto de Thiaguinho estampado em suas embalagens. “É muito doido saber que a minha lata estará estampado na latinha para milhões de brasileiros ao longo do ano todo”, brinca Thiaguinho.

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De acordo com a Itaipava, a novidade é cinco vezes filtrada em seu processo produtivo, não sendo pasteurizada, o que a deixa mais leve. “Ela tem uma tecnologia de ultrafiltração, permitindo que a cerveja não seja pasteurizada. É por isso que nós chamamos de chope na lata. Ela posterga o tempo de validade, estendendo a experiência que o mestre-cervejeiro coloca na nossa adega”, explica Diego Gomes, diretor industrial do Grupo Petrópolis sobre a novidade, que também reforça o uso da nomenclatura ITA pela marca

A cerveja estará presente em toda a turnê de Thiaguinho, com a Itaipava também prometendo lançá-la no varejo. E será uma longa jornada. Afinal, o cantor já tem 26 shows agendados da turnê Tardezinha até 9 de dezembro em 25 cidades. A abertura será em 1º de abril, no Rio de Janeiro, já com ingressos esgotados, assim como para as apresentações em Curitiba, Niterói, Belo Horizonte e São Paulo.

É, assim, a retomada do impressionante sucesso da turnê Tardezinha, iniciada em 2015. De volta ao calendário de shows após o abrandamento da pandemia, demonstrou que a busca pelas apresentações de Thiaguinho continuam em alta, tanto que muitos dos shows vão ocorrer em estádios, como Mané Garrincha, Mineirão, Arena da Amazônia, Arena das Dunas, Orlando Scarpelli, Serra Dourada, Santa Cruz e Beira-Rio.

A retomada em grandes palcos para grandes públicos referenda o sucesso de um projeto iniciado de forma modesta, idealizado pelo artista com o amigo e ator Rafael Zulu, para que ele pudesse realizar shows nas tardes de domingo, já que no horário noturno estava no ar, na TV Globo, como jurado do programa Popstar.

Desde então, Tardezinha não se resumiu às apresentações musicais, que já reuniram quase 1 milhão de pessoas em quatro anos e meio. O show rendeu dois álbuns ao vivo para o ex-vocalista do Exaltasamba. E a até então última apresentação, em 2019, no Maracanã lotado, foi lançada em DVD, além de ter sido tema de uma série documental.

A demanda do público parece não vir apenas pela mistura de sucessos da carreira solo de Thiaguinho com a nostalgia pelas músicas dos anos 1990 como também por um crescente interesse pelos shows de pagode, tendo, nesse momento, como outro grande exemplo o “Numamice”, de Ludmilla. “O samba é a música do povo brasileiro. Ver os mais jovens cantando samba me enche de alegria”, afirma Thiaguinho.

Agora tendo a “sua” latinha, o artista revela que iniciou a sua trajetória de cervejeiro “tarde”, mas que se tornou apreciador da bebida ao longo dos últimos anos, a levando especialmente para os momentos de lazer, ao lado dos amigos e dos familiares. Além disso, já teve outras parcerias com a Itaipava.


“Comecei a beber tarde, aos 24 anos. Já entendo bem. Faço 40 daqui a dois meses. Gosto e bebo bastante”, diz Thiaguinho. “Cerveja significa lazer e folga. Toda vez que estou em casa com os amigos e as pessoas que amo, é o momento que a cerveja entra na minha vida”, acrescenta.

Em 2023, ele poderá ver uma cerveja com o seu rosto sendo consumida pelo público em diversas cidades brasileiras, nos momentos de lazer propiciados por ele na sua turnê “Tardezinha”, reforçando a relação entre a bebida e o samba e o pagode.  

O samba é genuinamente brasileiro e muito forte no nosso país. Cantar samba é uma honra e uma responsabilidade pela história que tem, por tudo que o samba já enfrentou para chegar hoje nos grandes palcos, nas grandes festas, com apelo do povo. Enxergo o samba forte sempre, até pela resistência que precisou ter desde o início dele. Eu canto samba há 21 anos e percebo como o samba é aceito em todos os estados

Thiaguinho

Setor cervejeiro cresce 6% em 2022, mas deve ter freio em 2023, estima CervBrasil

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Influenciado pela realização da Copa do Mundo no fim do ano e pelo fim das restrições em virtude do abrandamento da pandemia do coronavírus, o setor cervejeiro conseguiu aproveitar o cenário favorável para expandir em 2022. O crescimento foi de 6%, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria da Cerveja, a CervBrasil.

Segundo o diretor-geral da CervBrasil, Paulo de Tarso Petroni, a produção de cerveja no país no ano passado atingiu a marca de 15,3 bilhões de litros. “O gradativo retorno do consumidor aos bares e restaurantes, após a pandemia e acelerado pelo evento Copa do Mundo de futebol, contribuiu para o crescimento positivo do mercado”, afirma.

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Petroni destaca que a indústria da cerveja movimenta mais de R$ 200 bilhões na economia do Brasil, da produção dos ingredientes com seu plantio no campo até a chegada do produto final ao copo dos consumidores, também sendo responsável por mais de 2 milhões de empregos.

Em sua visão, essa importante parcela da indústria nacional deverá enfrentar maiores desafios ao longo de 2023, afetada por fatores macroeconômicos, como disponibilidade de renda, o que deverá causar impactos, incluindo uma expansão menor da produção de cerveja, de, aproximadamente, 1%.

“A CervBrasil estima para 2023 e de forma conservadora um crescimento próximo de 1% com o desafio colocado de superarmos o patamar de 15,5 bilhões de litros produzidos no Brasil”, avalia o diretor-geral da associação.

Para Petroni, se a expansão da indústria da cerveja será diminuta neste ano, 2023 deverá ficar marcado por um olhar mais atento das empresas para as questões de sustentabilidade. Isso se dará tanto pela necessidade de redução do impacto da atividade, assim como por uma exigência do consumidor.

“Embalagens retornáveis, reciclabilidade, circularidade, pegada de carbono, dentre outras oportunidades estarão presentes mais fortemente nas campanhas de vendas e marketing das empresas”, prevê o diretor-geral da CervBrasil.

Cerveja fica 9,37% mais cara em 2022 e fecha ano acima do IPCA

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A cerveja ficou, em média, 9,37% mais cara ao longo de 2022. O índice foi apontado pelo IBGE para o item no domicílio, em geral comercializado no varejo, e ficou acima da inflação oficial do Brasil no ano passado, o IPCA, que foi de 5,79%, ainda assim estourando o teto da meta da inflação estipulado pelo Banco Central.

A elevada inflação da cerveja no último ano supera o índice de 2021, quando foi de 8,70%. Além disso, reflete a aceleração dos preços registrada ao longo do segundo semestre. Afinal, após acumular alta de somente 2,31% na primeira metade do ano, a cerveja no domicílio ficou 7,06% mais cara no segundo semestre de 2022, de acordo com o IBGE.

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Foram, aliás, seis meses consecutivos em que a inflação da cerveja veio acima do IPCA. Isso, inclusive, aconteceu em dezembro, quando a cerveja ficou 1,37% mais cara, enquanto a inflação geral foi de 0,62%.

A cerveja fora do domicílio, por sua vez, teve alta de 0,55% em dezembro. Apesar disso, terminou acima do IPCA no somatório dos 12 meses de 2022, em 6,42%. Também foi, assim, maior do que o índice de 2021, quando havia sido de 4,82%.

Alimentos e bebidas puxam inflação
Já a inflação geral de 2022, de 5,79%, ficou abaixo dos 10,06% acumulados em 2021. Com esse resultado, ficou pela quarta vez consecutiva acima da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional, que era de 3,5% no ano passado, com teto de 5%.

E o grupo de alimentação e bebidas teve o maior impacto no índice, tendo fechado o ano em 11,64%. O item com maior inflação entre os 377 que compõem o IPCA acabou sendo a cebola, com alta de 130,14% em 2022. Já o leite longa vida apresentou inflação de 26,18% no ano passado.

“No caso da cebola, a alta está relacionada à redução da área plantada, ao aumento do custo de produção e a questões climáticas. Já os preços do leite subiram de forma mais intensa entre março e julho de 2022, quando a alta acumulada no ano chegou a 77,84%. A partir de agosto, com a proximidade do fim do período de entressafra, os preços iniciaram uma sequência de quedas até o final do ano, sendo a mais expressiva delas em setembro (-13,71%)”, explica o analista do IPCA, André Almeida.

Em dezembro, o segmento de alimentação e bebidas, com a participação da cerveja, foi o segundo que mais pesou no IPCA, em 0,66%, com destaque para a alta de 14,17% do tomate. E seu impacto foi inferior apenas ao grupo de saúde e cuidados pessoais.

Assim como se deu com a cerveja, a inflação de outras bebidas alcoólicas foi bem superior no domicílio na comparação com o índice fora do domicílio, que representa o item comercializado, em geral, em estabelecimentos como bares e restaurantes.

A inflação de outras bebidas alcoólicas no domicílio ficou em 15,59% em 2022 após alta de 0,57% em dezembro. Fora do domicílio, o item até teve deflação no último mês do ano, de 0,70%. E fechou 2022 com elevação média de 6,75% no seu valor.

Consumidores podem ser fiéis, mas querem sempre novidades, diz especialista

Em um setor concorrido e que tem como foco o atendimento ao consumidor, se dará melhor quem compreender mais rapidamente quais são os desejos do público. Assim, estar atento às tendências é fundamental para as cervejarias, na avaliação de Helton Aguiar, diretor da Meu Garrafão.

Fornecedora de growlers para cervejarias, a empresa viu seus produtos se tornarem uma das principais tendências durante o auge da pandemia do coronavírus, com o crescimento da venda de bebidas via delivery. As mudanças nos desejos do consumidor e mesmo na sociedade, porém, forçam ele e seus parceiros a ficarem atentos às novidades. “Entendemos que o nosso mercado é muito volátil e que nossos clientes e consumidores podem ser fiéis, mas querem sempre novidades”, diz.

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O profissional da Meu Garrafão também avalia que o último ano foi desafiador para o segmento cervejeiro por tendências, como o aumento da busca pelas bebidas prontas para consumo, assim como por efeitos provocados pela inflação.

“Percebi que as próprias cervejas têm sofrido com concorrentes, como, por exemplo, bebidas prontas e drinques prontos enlatados, entre outros. A inflação de 2022 também pressionou o consumo de cerveja”, avalia Aguiar.

Para lidar com esse cenário, o diretor da Meu Garrafão aponta que as cervejarias devem buscar a aproximação do consumidor. E ele próprio tem adotado essa estratégia, realizando investimento na diferenciação dos produtos, como na personalização dos growlers fornecidos aos parceiros.

Focar em temas nas embalagens também pode ser um caminho para capturar a atenção do público cervejeiro, avalia o diretor da Meu Garrafão. “Nós que apoiamos esse setor, temos que ficar atentos a tendências e mudanças constantes, não só no setor cervejeiro como nos adaptarmos a outros estilos de bebidas”, diz Aguiar.

Assim, ao longo deste ano, a Meu Garrafão promete estar atenta aos desejos dos consumidores e clientes, se mantendo competitiva. Mas na opinião do seu diretor, ainda há espaço no mercado para os growlers, disponibilizados pela sua empresa em PET, vidro, cerâmica e inox.

“Eu acho que há espaço para crescer em 2023 muito pela análise da adaptação dos produtos e serviços, para o consumidor se identificar com os produtos”, conclui o diretor da Meu Garrafão, ressaltando o potencial dos growlers.