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Inovação cervejeira: Conheça tecnologias que estão mudando a cerveja moderna

Cerveja e inovação sempre caminharam lado a lado na história da humanidade. Estudos arqueológicos demonstram que a matemática foi “concebida” na Idade Antiga pela necessidade de controle do plantio, da colheita e dos estoques de grãos para fazer a bebida. As pesquisas sobre microbiologia de Louis Pasteur também foram patrocinadas pela indústria cervejeira no século XIX, mesma época em que a refrigeração artificial foi criada pela necessidade desse setor de vencer o quente verão dos Estados Unidos.

Estes são alguns exemplos de como a cerveja sempre esteve ligada à inovação científica e à tecnologia. Mas a história não para por aí: atualmente, a revolução digital e biotecnológica em curso têm efeitos ao mesmo tempo úteis e encantadores para a sociedade. E, como não poderia deixar de ser, inovações como inteligência artificial, genética, biotecnologia, internet das coisas, impressão 3D, entre outras, estão impactando a cerveja nos dias de hoje.

A descoberta de novas formas de utilização dos ingredientes básicos da cerveja é uma das áreas em que a pesquisa avança. Novas variedades de maltes e lúpulos, tratamento e configuração da água, extração da lupulina com criogenia e isolamento de novas colônias de leveduras são alguns dos exemplos de como a pesquisa científica impacta os ingredientes. Em paralelo, os equipamentos também evoluem com a tecnologia.

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“Tinas e tanques mais eficientes, com mais recursos e mais inteligentes estão conectados pela internet das coisas em cervejarias norte-americanas, principalmente”, explica Rodrigo Sena, sommelier com certificação em tecnologia cervejeira e responsável pelo canal Beersenses.

Na Austrália, cientistas do Instituto de Saúde Griffith criaram uma cerveja que previne a ressaca com a adição de moléculas de minerais (como cálcio, sódio e potássio), chamadas de eletrólitos – comumente encontrados em isotônicos esportivos.

As bebidas alcoólicas desidratam o organismo e os eletrólitos são responsáveis por recompor a hidratação de maneira rápida. Por isso, no mundo todo, cervejarias estão buscando acrescentar a molécula às receitas, lançando rótulos com destaque para a preocupação com a hidratação. “Os norte-americanos chamam isso de Wellness, um modo de vida saudável, focado no bem-estar, e cervejas com esse apelo são uma tendência”, conta Rodrigo.

No Brasil
Aqui no país também há inovações relevantes saindo do forno. Novas técnicas estão sendo usadas, por exemplo, para buscar outras fontes de amido além do malte e dos cereais. “Usar fécula de batata, batata doce e mandioca é uma alternativa para inovar com qualidade”, relata Vinícius Calandrelli, mestre cervejeiro profissional responsável pela produção das cervejarias Animali e Venator.

O especialista destaca também alguns processos inovadores usados para aumentar a qualidade das cervejas e a eficiência da produção, como a fermentação Lager sob pressão.

“Além de agilizar a fermentação, esse processo permite fermentar uma Lager entre 20 e 30 graus sem correr o risco de gerar diacetil ou outras substâncias indesejáveis para a cerveja”, reforça Vinícius. “Todas essas novidades contribuem para mais variedades, tornando a cerveja brasileira mais plural e ajudando a aumentar o consumo”.

A cervejaria disruptiva
Já não é raro, portanto, que cervejarias enxerguem na inovação uma maneira de se diferenciar no mercado, adotando o potencial tecnológico em sua construção de marca. É o caso da cervejaria Pratinha, de Ribeirão Preto, que montou um centro de pesquisas e inovação chamado Beer Hack Lab. Nele, a cervejaria pesquisa desde biotecnologia até o uso de tecnologias como holografia e impressão 3D.

O mais recente projeto de inovação da Pratinha é o conteúdo interativo para um display volumétrico que produz imagens holográficas de alta qualidade. É voltado para a apresentação de produtos nos pontos de venda e permite a interação com o consumidor através de touch screen e reconhecimento de gestos.

“É uma experiência com a marca no PDV que surpreende, desperta curiosidade e a vontade do consumo imediatamente. Pensamos em utilizar isso não só como forma de divulgação no PDV, mas como uma mídia para interagir com o consumidor e evoluir para uma venda online”, explica José Virgílio Braghetto Neto, sócio e diretor da Cervejaria Pratinha.

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Foi lá, também, que surgiu a primeira cerveja instantânea do mundo, a Magic Booze, que recebeu investimentos da ordem de R$ 9 milhões e foi lançada em junho. Basta misturar um sachê da cerveja ultra concentrada em um copo de água com gás que a mágica acontece. “A Magic Booze tem sido muito importante para tornar o Beer Hack Lab da Pratinha conhecido, mas temos muita coisa acontecendo e sendo feita por lá além dela”, ressalta José Virgílio.

Alguns dos avanços obtidos no Beer Hack Lab também vão em direção à sustentabilidade, com o uso de energia solar e um fotobiorreator de algas. Além do tratamento de todo o resíduo orgânico gerado na produção cervejeira, enquanto os restos de ingredientes são reaproveitados por outro projeto, batizado de B33r3d, de impressão 3D.

Nele, foi desenvolvido um filamento biodegradável com resíduos de malte e lúpulo misturados com poliácido lático, que pode ser usado em impressoras 3D para produzir utilitários como abridores de garrafas, porta-copos, caneca e até utensílios para cervejeiros caseiros – como airlock e secador de garrafa. A Pratinha disponibiliza os projetos para impressão gratuitamente.

Inteligência artificial
A integração entre varejo e indústria é outro ponto onde a inovação pode florescer. Grandes players de softwares empresarias, como SAP e IBM, têm soluções de inteligência artificial sendo usadas por cervejarias em todo o mundo.

“A cerveja é uma indústria ferozmente competitiva e as cervejarias precisam se diferenciar e inovar em resposta à mudança no gosto do consumidor”, afirma Ralf Lehmann, diretor de marketing de solução da SAP nos EUA.

Em maio, Lehmann apresentou um projeto de inteligência artificial para cervejarias na Sapphire Now and ASUG, um dos grandes eventos de inovação da gigante da tecnologia, que aconteceu em Orlando (EUA).

Nele, todos os equipamentos da cervejaria estão conectados com os sistemas de produção, suprimentos e marketing. O sistema de inteligência artificial avalia os dados de vendas e demanda dos consumidores, cria receitas novas com base no que analisou e insere essas novas receitas na linha de produção, tudo isso sem interferência humana. “Com uma cadeia de valor totalmente integrada, as cervejarias podem fabricar a cerveja certa para os clientes certos, na hora certa”, aponta Lehmann.

Inovação e cerveja sempre foram parceiras, ajudando-se mutuamente ao longo da história da produção ao consumo, da cervejaria até o ponto de venda. Essa parceria tende a se consolidar, criando novidades e aumentando a qualidade do que chega à mesa do consumidor.

Oktoberfest agita interior de SP com festas do Polo Campinas e da Rota Ribeirão

Campinas está definitivamente entrando na rota da cerveja artesanal do país. Depois de criar uma lei para facilitar a abertura de brewpubs, a cidade receberá neste final de semana o Polo Beer Festival – a Oktoberfest do Polo Cervejeiro da Região Metropolitana de Campinas.

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A festa ocorrerá no sábado e no domingo, a partir das 12h, na Praça Carlos Gomes. Serão cerca de 80 rótulos e 15 cervejarias participantes, todas integrantes do polo cervejeiro. São elas: Berggren (Nova Odessa), Campinas, Crazy Rocker, Daoravida, Garimpero, Kalango (Americana), Landel, Mafiosa (Valinhos), Marés (Americana), Nuremberg, Sancta (Santa Bárbara D´Oeste), Dear Hop, Tábuas, Tesla (Jaguariúna) e Toca da Mangava.

Para acompanhar, haverá opções diversificadas de comida, com alternativas como Ciao Pizzas, Mortadela e Cia,  Óxente, Sal da Terra, Firebull, Beikeira, 27 Burguers, Estação Morango e Amor e Churros, entre outros.

“Queremos mostrar para o público o que é a cultura cervejeira, aproximar mais ainda as pessoas desse universo. Além disso, quem for à praça vai poder bate-papo com os próprios cervejeiros, porque estaremos todos lá”, revela Alexandre Leme, presidente do polo, acrescentando que a ideia é realizar futuramente o evento em outras cidades da região, como Americana, Nova Odessa e Valinhos.

A Oktoberfest terá a co-realização das secretarias de Cultura e de Desenvolvimento Econômico, Social e de Turismo da Prefeitura de Campinas.

Festa em Ribeirão
E Campinas não será a única cidade do interior de São Paulo a receber uma festa neste final de semana. Em Ribeirão Preto, outro polo cervejeiro importante do estado, a Walfänger organizará a Oktoberfest Ribeirão na sexta, no sábado e no domingo. Os ingressos custam entre R$ 50 e R$ 60 e podem ser adquiridos no site www.oktoberfestribeirao.com.br.

O evento será no boulevard da Arena Eurobike e seguirá a tradição ao servir o lote da cerveja Oktoberfest, do estilo Märzen, produzido apenas uma vez ao ano especialmente para a festividade. Especializada em rótulos alemães, a Walfänger também servirá sua Berliner Weisse.

Além de comidas alemãs e atrações musicais, a Oktoberfest contará com a participação de marcas do Polo Cervejeiro de Ribeirão Preto, com rótulos da Invicta, BR Brew, Lund, Maltesa, Pratinha, SP 330 e Weird Barrel, além dos sete estilos fixos do portfólio da Walfänger.

“Como típicos representantes da cultura alemã na região, não podíamos deixar de promover essa que é a maior festa da cerveja da Alemanha e que já se tornou a maior do interior de São Paulo. Para facilitar o acesso do público, o evento está em novo local, em uma área mais centralizada, já que receberemos pessoas não só da cidade, como de outras regiões”, conta Caio Balieiro, sócio-diretor da Walfänger.

Entrevista: Lagunitas fala sobre seus planos após chegada ao mercado brasileiro

Mais associado com microcervejarias locais, o setor de artesanais também tem as suas “gigantes”. Uma delas é a  Lagunitas Brewing Company, criada em Petaluma, na Califórnia, que garante ter a IPA mais vendida no mundo e agora está disponível no Brasil, nas regiões Sul e Sudeste, sob a expectativa de causar grande impacto no mercado e valorizar as especificidades locais.

A expansão da marca norte-americana para o país se deu a partir de uma percepção sobre o setor. Adquirida pelo Grupo Heineken em processo iniciado em 2015 e concluído em 2017, a Lagunitas chega ao Brasil como parte de um processo de expansão no mercado internacional e que está em consonância com o crescimento do setor de cervejas artesanais no país.

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Para causar impacto nesse mercado em expansão, a Lagunitas promete estar conectada com valores comunitários, apoiando artistas locais e independentes e associações que cuidam do bem-estar de cães abandonados, enquanto os seus rótulos estarão sendo inicialmente produzidos em Blumenau e consumidos em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, além da cidade do interior catarinense.

Confira, a seguir, esses e outros planos da marca norte-americana em sua chegada ao país na entrevista de Renata Costa, gerente de marketing da Lagunitas no Brasil.

O que levou a Heineken a trazer a Lagunitas ao Brasil? E por que ela veio precisamente neste momento?
Em 2015, o Grupo Heineken adquiriu a participação de 50% da Lagunitas Brewing Company. Dois anos depois, em 2017, o grupo comprou a outra fatia da marca. A aquisição da Lagunitas está alinhada com a estratégia do grupo de produzir a melhor IPA, além do objetivo de desenvolver outros mercados internacionais. Visto que o mercado de cervejas crafts no Brasil aumenta a cada ano, com um crescimento de volume de 45% em 2018, entendemos que este seria um importante cenário para apresentarmos uma cerveja artesanal reconhecida por sua alta qualidade.

Como a chegada da marca no Brasil se interliga com o posicionamento da Lagunitas no restante do mundo?
A Lagunitas representa a escola cervejeira norte-americana, sendo a primeira marca internacional de cerveja artesanal do portfólio do grupo (Heineken). Com sólida reputação internacional entre a comunidade global cervejeira, a marca Lagunitas chega ao Brasil. Assim como em outros países, a marca não só apresentará cervejas de alta qualidade, mas seguirá também com o seu DNA de seguir fortes valores comunitários, apoiando artistas locais e independentes e associações que cuidam do bem-estar de cães abandonados. 

De maneira geral, quais as principais dificuldades que a Lagunitas deve enfrentar para se consolidar no mercado brasileiro de cervejas? O que esperam encontrar de especificidades que não existem em outros países?
Chegar em um novo mercado sempre é desafiador e conquistar o paladar do consumidor é uma das tarefas mais árduas, uma vez que boa parte dos cervejeiros procuram produtos com alta qualidade. Por isso optamos por nossa IPA ser produzida localmente, sob a supervisão da Lagunitas Brewing Company. Escolhemos a fábrica de Blumenau para garantirmos a qualidade e frescor pela qual a marca é conhecida mundialmente. Dentro deste cenário, as expectativas são as mais altas possíveis, ainda mais quando enxergamos o mercado de cerveja artesanal no Brasil em plena expansão. Esse cenário positivo nos deixa otimistas e com boas perspectivas de continuidade nesse crescimento, principalmente com o início da produção da Lagunitas no país.   

A Lagunitas é apontada como a IPA mais vendida no mundo e, ao mesmo tempo, boa parte do consumidor brasileiro ainda é atrelado às Pilsens. Em meio a esse cenário, qual o lugar da Lagunitas? Chega para dialogar com o beer geek ou para ajudar na “transição” desse consumidor mais tradicional?
Neste primeiro momento da marca no Brasil, a Lagunitas estará disponível apenas em São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Blumenau. Essas áreas representam cerca de 40% do mercado total de cervejas artesanais, onde o público é bastante aberto para conhecer novos rótulos e desbravar novos sabores. Notamos que tanto os consumidores tradicionais quanto os beer geeks, seja de qual for a classe econômica, procuram cada vez mais qualidade do que quantidade. Neste ponto, nosso objetivo é atingir diferentes públicos, sejam eles beer geeks ou consumidores tradicionais, que procuram degustar cervejas de qualidade.

E, nessa mesma linha, qual o lugar da Lagunitas dentro do portfólio da Heineken brasileira, pensando que a marca já detém nomes como Eisenbahn e Baden Baden?
Nossa estratégia, tanto aqui no Brasil quanto no restante do mundo, é de ser líder indiscutível em cervejas artesanais, fornecendo cervejas de alta qualidade, com o DNA das principais escolas cervejeiras (Alemanha, Bélgica e EUA – berço de Lagunitas). Dessa forma, além de conseguirmos oferecer diferentes opções de preços e sabores, atingimos o maior número de consumidores. A Lagunitas é a primeira marca do portfólio do grupo que segue a escola cervejeira norte-americana. Além disso, é a única cerveja não pasteurizada de todo o portfólio, usando a cadeia refrigerada da cervejaria até o PDV.

Qual é o “mapa” da produção da Lagunitas no Brasil? Quantos litros serão produzidos, onde será distribuída?
A Lagunitas é produzida em Blumenau (SC), e em 2019 estará disponível nos estados de SP, SC, MG e RJ, em redes como Pão de Açúcar, Verdemar, Angeloni e nos principais bares craft das capitais.

Flamengo x Grêmio: Brahma faz parceria com 2 bares para oferecer Open VAR

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Flamengo e Grêmio duelam nesta quarta-feira pela semifinal da Copa Libertadores, no Maracanã, em uma partida cercada por grandes expectativas. De um lado tem-se o português Jorge Jesus e seus comandados, que hoje praticam o futebol mais empolgante do país. De outro, Renato Gaúcho e “seus blue caps”, uma união que formou uma das equipes mais sólidas – e ofensivas – dos últimos anos. E, independentemente de quem se classifique para enfrentar o River Plate na final, o torcedor já tem o que comemorar.

Em uma campanha inédita e divertida, a Brahma promete fazer um Open VAR em Porto Alegre e no Rio de Janeiro. Ou seja, cada vez que o árbitro de vídeo for acionado, no que é hoje um dos momentos mais tensos do futebol, um bar em cada capital dará Brahma grátis enquanto durar a paralisação do juiz.

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No Rio de Janeiro, que receberá o duelo desta quarta, após empate por 1 a 1 no jogo de ida, o Open VAR será no Bigorrilho, no Leblon. E, em Porto Alegre, a promoção ocorre no Kiosque Bar, na Cidade Baixa.

“É por causa da paixão dos torcedores por seus clubes que o futebol se tornou um patrimônio nacional. E, como a cerveja que sempre esteve ao lado do torcedor, queremos fazer desse momento durante um dos jogos mais importantes do ano algo especial e inesquecível”, afirma Gustavo Tavares, gerente de marketing esportivo da Ambev.

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A Brahma tem contrato de patrocínio tanto com Flamengo quanto com Grêmio. Além de oferecer gratuitamente as latas durante uma eventual paralisação do VAR, a marca disponibilizará água para “garantir a hidratação e o equilíbrio no consumo”.

Guerra do milho: AB InBev acusa MillerCoors de roubar fórmula da Bud Light

As disputas judiciais envolvendo a guerra do xarope do milho que desde fevereiro envolvem as gigantes AB InBev e MillerCoors ganham, a cada novo episódio nos Estados Unidos, ares de dramalhão hollywoodiano – ou, quem sabe, mexicano. A nova reviravolta na trama iniciada com as provocações nos intervalos do Super Bowl se dá com a acusação da AB InBev contra a MillerCoors de ter roubado fórmulas secretas de duas de suas cervejas, Bud Light e Michelob Ultra.

Em mais uma fase de alegações do processo, a líder mundial no mercado de cervejas argumenta que um funcionário (agora ex-funcionário) de sua fábrica em Cartersville, no estado da Georgia, teria compartilhado por mensagens com um quadro da Miller (que também já trabalhou na AB Inbev) as receitas e o “manual de instruções” da produção de ambos os rótulos.

O tal roubo de informações teria, segundo a companhia, acontecido a pedido de altos executivos da Miller. O objetivo seria vasculhar os ingredientes e os processos da companhia em busca de argumentos para uma possível campanha de retaliação.

“Eu já recebi alguma ligações de pessoas da companhia perguntando sobre a Bud Light. Nós devemos preparar uma retaliação “, disse o funcionário da Miller envolvido na troca de mensagens que consta no processo. Essa mensagem teria sido enviada no dia 4 de fevereiro, dia seguinte ao Super Bowl, a aguarda final do futebol americano de 2019.

Já a Miller divulgou, na semana passada, nota em que questiona a legitimidade da preocupação da AB com o segredo de suas fórmulas. “A MillerCoors respeita informações confidenciais e leva a sério todas as alegações do contrário. Mas, se os ingredientes são secretos, por que eles gastaram milhões de dólares contando para o mundo inteiro o que tem na Bud Light? E por que os ingredientes estão estampados em letras gigantes nas suas embalagens?”.

Guerra do milho
A chamada guerra do xarope de milho começou quando a AB InBev insinuou em seus comerciais no Superbowl – o evento de maior audiência na TV norte-americana – que as cervejas da rival usavam xarope de milho de alta frutose.

O vídeo se passa na Idade Média, e um carregamento do produto que teria como destino o “castelo” da Miller é entregue ao “castelo” da Bud Light por engano.

Leia também: AB InBev perde batalha contra a MillerCoors na “guerra do xarope de milho”

A provocação deu origem a uma ação judicial, em que a MillerCoors alega que o filme e a campanha tinham o objetivo de influenciar o consumidor a acreditar que suas marcas continham o adoçante de alta frutose – muito questionado no mercado – em vez do simples xarope de milho, este amplamente usado por cervejarias.

Um dos resultados da batalha até agora foi a “condenação” da AB InBev a se desfazer de todas as embalagens que reforcem que seus produtos não contém xarope de milho. Mas, pelo visto, esse não será o último episódio. Aguardemos os próximos.

Beer Business abre cursos para potencializar negócios de ciganas e brewpubs

Um recente estudo divulgado pelo Sebrae e pela Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva) revelou que apenas 28% das cervejarias independentes nacionais tiveram lucro até maio deste ano. E uma série de cursos que serão realizados pela Beer Business prometem atuar justamente para melhorar esse cenário.

Leia também: Só 9% das artesanais tiveram prejuízo em 2018, mas poucas lucram em 2019

Consultoria especializada em negócios do setor, com sede em Porto Alegre, a Beer Business abrirá turmas para o curso de Plano de Negócios para Cervejaria Cigana e Brewpub: Planejamento e Operação, nas cidades de São Paulo, Florianópolis e Porto Alegre.

Na capital paulista, o curso ocorrerá em 26 e 27 de outubro, no Hotel Mercure Alamedas. Depois, em 9 de novembro, as aulas serão em Florianópolis, na Fábrica Working Bar, e em Porto Alegre, na WE Brew Shop, mesmo local que receberá a última turma do ano de Plano Mestre para Microcervejaria, em 23 de novembro.

“Frequentemente se fala nos noticiários sobre a forte expansão do mercado de cervejas artesanais no Brasil. Contudo, existe também um número considerável de microcervejarias que estão fechando e, isso, se justifica pela falta de entendimento de nicho de mercado no começo do processo”, aponta a Beer Business, para depois concluir.

“Entender que precisa se empreender para o mercado, e não para o gosto pessoal de cerveja, é uma das grandes dificuldades do setor. O curso de Plano de Negócios para Cervejaria Cigana busca ajudar o cervejeiro a construir seu próprio negócio pensando na viabilidade da cervejaria. Aprendendo sobre os aspectos operacionais, comerciais e financeiros, bem como de conceitos técnicos para a terceirização da produção”, complementa a consultoria.

Os instrutores do curso serão Edmundo Albers, mestre-cervejeiro diplomado na Universidade Técnica de Munique e  vice-presidente de Supply Chain da Heineken Brasil, entre 2007 e 2011; Taline Mendes, consultora em Identidade Empresarial e Gestão de Negócios de Alimentos e Bebidas e especialista em Gestão e Gastronomia pela Unisinos; e Filipe Bortolini, sócio da Arnesto Brewery Cave – Microcervejaria Cigana e Brewpub e mestre em Engenharia de Produção e Sistemas pela Unisinos.

Para mais informações, acesse o site da Beer Business.

Exportação de cerveja cresce pelo 4º mês seguido, mas segue negativa no ano

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A exportação de cerveja brasileira registrou crescimento pelo 4º mês consecutivo ao negociar US$ 6,01 milhões com o mercado internacional em setembro, de acordo com dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Isso representou um aumento de 18,9% na comparação com o mesmo período de 2018. Mas os dados negativos dos primeiros cinco meses de 2019 ainda impedem a recuperação plena do setor neste ano.

Somados os nove primeiros meses de 2019, a diminuição da exportação de cerveja é de 8,6% na comparação com 2018, com US$ 53,78 milhões do produto nacional tendo sido negociados nesse período.

A recuperação pelo 4º mês seguido também é verificada pelo volume exportado em setembro. O país negociou 9,77 mil toneladas de cerveja com o mercado externo, um aumento de 15,3% no comparativo com o nono mês de 2018. Mas a queda se mantém no acumulado do ano, em 10,8%, com 80.672,24 t.

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Com esses números, a cerveja é responsável por apenas 0,03% das exportações brasileiras de janeiro a setembro de 2019, ocupando a 187ª posição entre os produtos negociados pelo país ao exterior, mesmo colocação que estava em agosto.

Os principais destinos da cerveja brasileira continuaram sendo países da América do Sul, especialmente o Paraguai, com 82%. Bolívia (10%), Uruguai (3,7%) e Argentina (0,65%) são outros países com exportação relevante do produto.

Dos quatro principais importadores da cerveja brasileira, apenas o Paraguai aumentou a sua compra, com variação positiva de 9%. Já Bolívia, Uruguai e Argentina reduziram suas aquisições em 19,9%, 33,5% e 95,4%, respectivamente.

Já os maiores estados exportadores de cerveja foram São Paulo, com participação de 74,5%, Paraná, com 20,1%, Rio Grande do Sul, com 3,03%, e Mato Grosso, com 0,84%.

Menu degustação: Inauguração da Kinke, cervejaria surfista, Rota Ribeirão…

Cervejaria surfista
A cervejaria Locals Only Brewing Co. lançou os seus rótulos em São Paulo na última sexta-feira. Tendo o lema “making beers and breaking boards”, a marca de São Carlos (SP) busca valorizar a cultura local aliada ao amor dos sócios pelo surfe e pelo skate. Os rótulos da cervejaria surfista lançados foram a FlatDays, uma Summer Ale com 4,8% de álcool e dry hopping de Citra e Galaxy; a Hop Trippin, uma Session IPA com 3,7% de álcool e 35 IBUs, além de um combo dos lúpulos Mosaic Cryo e Citra; e uma New Zealand Juicy Strong Pale Ale, colaborativa com a Cervejaria Base que tem 5,8% de álcool, 45 IBUs e os lúpulos neozelandeses Moutere, Rakau, Wai-ti e Motueka.

Inauguração da Kinke
Com um evento aberto ao público no próximo sábado, a cervejaria Kinke será inaugurada em São Paulo, no bairro da Pompéia. Será um bar com uma fábrica ao fundo, responsável por alimentar as torneiras com 11 variedades da bebida. As cervejas são ultrafrescas, não pasteurizadas ou filtradas e ricas em aromas e sabores, sendo elas German Pils (Pilsen), American Heart Beat (IPL), Kakawapa (APA), Maverick (APA), Mandrágora (Lager com Zimbro e Gengibre), Velvet Lager (Vienna Lager), Twilight (Black IPA), Great Scott (Hefe Imperial IPA), Hell Bell (Red IPA), Should I Stay or Should I Go (Ne IPA) e Mango N°5 (Juice IPA). O nome Kinke é uma derivação da palavra “quinque”, que significa cinco em latim, e representa os cinco sócios.

Copa na Argentina
A Copa Cervezas de América estará de casa nova em 2020. Pela primeira vez, o  concurso deixará o Chile, sendo realizado em Mar del Plata, um dos polos de cerveja mais relevantes da Argentina. O concurso será realizado entre 31 de agosto e 6 de setembro do próximo ano.

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Cervejaria contra o óleo
A Corona, junto à Parley for the Oceans, vai realizar uma ação na próxima quinta-feira para ajudar na retirada do petróleo de três praias nordestinas afetadas pelo vazamento. O mutirão será conduzido junto a equipes de empresas parceiras convidadas pela marca na região e terá o apoio do Ibama.

Agenda I: Rota Ribeirão
O próximo sábado será de Rota da Cerveja Hop On – Hop Off em Ribeirão Preto, levando os cervejeiros da cidade e da região para a Invicta, Lund, Point SP 330, Toca do Urso (Cervejaria Colorado) e Walfänger. Na Invicta, os participantes vão poder degustar um chope de 300ml. Na Lund, serão dois chopes por participante. Na Point SP 330, os cervejeiros ganharão desconto de 25% na conta. Em Bonfim Paulista, na Walfänger, podem desfrutar um chope Pilsen de 300ml e um desconto de 10% na conta. Já a Toca do Urso, da Colorado, vai oferecer R$ 10 de crédito. Os ingressos para a rota em Ribeirão Preto custam R$ 50.

Agenda II: Brassagem no Johnny.C
O Johnny.C BBQ Burger Beer, bar localizado em Osasco (SP), contará no próximo sábado com uma brassagem da Three Hills, cervejaria de Ivan Tozzi, ganhador do reality show da Eisenbahn em 2017, e de Nathalie Velasques, sua sócia e beer sommelier. “Nossa ideia é trazer esse universo da produção da bebida para os nossos clientes e, além disso, o Ivan e a Nathalie estão desenvolvendo uma cerveja especial do tipo Witbier com as laranjas colhidas aqui do nosso quintal”, revela Marco Camargo, sócio do Johnny.C.

Agenda III: Halloween da StartUp
A StartUp Brewing realizará no próximo sábado uma festa de Halloween em Itupeva (SP), em evento que será no beer garden da fábrica. Serão 20 taps de chopes em sistema autosserviço, com defumados e assados do Carburadores e a apresentação da banda Viva a Noite.

Sinnatrah completa 10 anos formando mais de 5 mil cervejeiros em SP

Para quem conhece minimamente a pujança do setor cervejeiro e o mercado de artesanais como é hoje, pode até ser difícil imaginar ou relembrar como era dez anos atrás: poucos amadores se aventuravam em suas panelas, buscando absorver conhecimento acadêmico ou estrangeiro a respeito dessa arte. O Brasil tinha menos de 150 cervejarias (hoje são mais de mil) e falar em educação cervejeira parecia um delírio. Foi nesse ambiente que floresceu a Cervejaria Escola Sinnatrah, uma das mais tradicionais escolas cervejeiras da capital paulista, que completa uma década de atuação.

Os mais de cinco mil cervejeiros formados nesse período testemunharam um processo de amadurecimento constante. Mas a história começou cinco anos antes, em 2004, quando os hoje mestres-cervejeiros Rodrigo Louro e Alexandre Sigolo eram estudantes de bioquímica na Universidade de São Paulo (USP) e se apaixonaram pela ideia de fazer cerveja em casa.

Para isso, precisaram superar os desafios do seu tempo: não havia equipamentos e insumos facilmente disponíveis e a informação cervejeira era menos difundida. Mas, se valendo de seu sólido conhecimento científico, os dois encararam a missão e fizeram sua primeira cerveja, batizada de Sinnatrah, em homenagem ao gato de Rodrigo, que tinha o mesmo nome.

A partir de então, a dupla passou a ministrar cursos informais, com o intuito de ajudar outras pessoas a fazerem sua própria cerveja. E, ali, estava plantada a semente de uma das mais respeitadas escolas cervejeiras de São Paulo.

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Rodrigo e Alexandre passaram os anos posteriores se dedicando a estudar profundamente os processos, conceitos e ciência por trás da cerveja – hoje são doutores em bioquímica e colecionam títulos e certificações cervejeiras.

A Sinnatrah, então, se estabeleceu oficialmente e foi estruturada como escola no ano de 2009. A princípio, a empresa no bairro da Pompéia foi conduzida pela dupla, mas, três anos depois, ganhou um reforço: a sommelière e mestre em estilo Julia Reis se tornou sócia e foi responsável por agregar novas camadas de conhecimento aos cursos.

“Eu trabalhava no mercado corporativo na área de comunicação, marketing e treinamentos, mas fui aos poucos me afastando e entrando no mercado cervejeiro”, conta Julia ao Guia, destacando que hoje, além de sócia e professora no Sinnatrah, presta serviços de consultoria para eventos e cervejarias.

Em sua visão, a cerveja caseira desempenha um papel essencial na formação da cultura e do mercado cervejeiro brasileiro. “O homebrewer é muito importante para a cultura cervejeira de um país, até como fator de inovação, porque traz muitas ideias e experimentos para a indústria”, avalia Julia.

Expansão: cursos e espaços
Atualmente a Sinnatrah oferece uma grande variedade de cursos relacionados à cerveja. Além da formação básica na produção, a escola formatou cursos técnicos avançados, específicos sobre determinados temas – como lupulagem, fermentação, análise sensorial e off-flavours, entre outros.

Julia entende que a diversificação acontece como resposta às necessidades do setor. “Hoje temos um portfólio de cursos bem extenso, o que é uma demanda que mostra amadurecimento do mercado cervejeiro”, explica.

Mas, além de se posicionar como escola, a Sinnatrah faz questão de desempenhar um papel de facilitadora da cultura cervejeira. A sede da escola conta com um brew shop onde interessados podem buscar equipamentos e insumos. No entanto, a loja extrapola sua função comercial e funciona, na prática, como um local onde cervejeiros podem trocar experiências e encontrar auxílio.

“Muitos cervejeiros e profissionais começaram fazendo alguns de nossos cursos ou frequentando nosso espaço, trocando experiências em encontros na nossa sede. Temos orgulho de ter contribuído e continuar fomentando esse mercado, que amadurece a cada ano”, aponta Rodrigo Louro.

Os próximos passos da Sinnatrah incluem a elaboração de novos cursos e módulos, o que deve acontecer em breve. A escola também tem projetos para produzir pequenos lotes de rótulos colaborativos com cervejarias, com foco em experimentações.

Além do lado acadêmico, um novo espaço, chamado de Beer Laje, vai passar a receber encontros de cervejeiros caseiros e eventos de cervejarias. A inauguração acontece no próximo sábado, dia 26 de outubro, junto com a festa de aniversário de 10 anos da Sinnatrah, que deve contar com cervejarias parceiras como Mea Culpa, Juan Caloto, Tarantino e Unicorn, entre outras.

5 festivais cervejeiros até o fim de 2019

A proximidade do fim de 2019 também traz ao calendário algumas atrações interessantes ao fã de cerveja. Há desde festivais que já se vão tornando tradicionais no calendário do público, como o IPA Day Brasil, em Ribeirão Preto, e o Slow Brew, em São Paulo, como novas atrações, caso de um festival na capital paulista que unirá cerveja, churrasco e torresmo. Confira 5 festivais selecionados pelo Guia e escolha o seu preferido.

Festa de 10 anos da Sinnatrah
Pioneira no ensino cervejeiro em São Paulo, a Sinnatrah Cervejaria Escola vai celebrar os seus dez anos com uma festa em 26 de outubro. Haverá chopes de cervejarias parceiras com receitas assinadas pelos professores da escola, de cervejarias de ex-alunos e parceiros da casa. Estão confirmadas marcas como Mea Culpa, Tarantino e Dádiva. Além disso, será inaugurado um novo espaço para eventos e encontros cervejeiros – apelidado de “Beer Laje”, na própria sede da escola. Os ingressos pré-vendidos pelo site da escola custam entre R$ 50, R$ 70 e R$ 100, cada um incluindo uma quantidade pré-estabelecida de chopes para consumir no local. As bebidas adicionais serão vendidas a preço fixo de R$ 15 (copo 300ml). A festa vai ter música ao vivo e opções de comida.

Data: 26 de outubro
Local: Sede da Sinnatrah Cervejaria Escola – Avenida Pompeia, 2021 – São Paulo
Mais informações: http://sinnatrah.com.br/curso/?festa-de-10-anos-sinnatrah/

Festival de Churrasco + Festival de Cerveja Artesanal + Festival de Torresmo
Um festival em dose tripla em pleno Memorial da América Latina. Assim será o Festival de Churrasco + Festival de Cerveja Artesanal + Festival de Torresmo. O evento terá entrada grátis, com a presença de diversos rótulos de cerveja e muitas opções gastronômicas saborosas, além de atrações musicais.

Datas: 9 e 10 de novembro
Local: Memorial da América Latina – Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664 – São Paulo
Mais informações: https://www.facebook.com/events/514796622638713/

Festival da Cerveja de Porto Alegre
Em sua terceira edição, o evento na capital gaúcha reunirá mais de 50 cervejarias, sendo 18 delas estreantes, além de diversas opções gastronômicas. Também estão agendados oito shows para os dois dias do festival, com Comunidade Nin-Jitsu e Acústicos & Valvulados fechando as noites. A entrada é gratuita.

Datas: 9 e 10 de novembro
Local: Shopping Total – Avenida Cristóvão Colombo, 545 – Porto Alegre
Mais informações: https://matinecervejeira.com.br/evento/festivaldacervejapoa/

IPA Day Brasil 2019
A oitava edição do evento em Ribeirão Preto reunirá cerca de 40 das principais IPAs brasileiras, com open bar, sendo acompanhadas por opções gastronômicas e musicais. O já tradicional festival será realizado em 16 de novembro, mas a partir do dia 14 a cidade do interior paulista contará com eventos paralelos. Os ingressos, no terceiro lote, estão sendo vendidos por R$ 210.

Data: 16 de novembro
Local: Espaço Quintalinda – Rodovia Anhanguera km 30 – Ribeirão Preto
Mais informações: https://www.sympla.com.br/ipa-day-brasil-2019__395009

Slow Brew
Um dos principais festivais brasileiros de cerveja, o Slow Brew reunirá mais de 70 cervejarias, com o público tendo direito à livre degustação. A organização do evento exige a presença dos mestres-cervejeiros, possibilitando uma interação direta entre público e marcas. Os ingressos do último lote saem por R$ 273,24 no boleto e R$ 297 no cartão de crédito. Para os participantes das edições anteriores, porém, há um desconto de 3%. E, para quem respondeu a uma pesquisa de satisfação, a promoção é de 6%.

Data: 7 de dezembro
Local: Centro de Eventos Pro Magno – Avenida Professora Ida Kolb, 513 – São Paulo
Mais informações: https://www.slowbrewbrasil.com.br/festival2019/

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