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Menu degustação: Celebração gratuita de Mônaco, Gaarden, nova Bodebrown…

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Cerveja gratuita de Mônaco
A Cervejaria Nacional se juntou ao escritório de turismo de Mônaco para celebrar o Dia Nacional do país com 120 litros de chope gratuitos. Na próxima terça-feira, quando se celebra o Mônaco Day, os clientes da Cervejaria Nacional que experimentarem a Principado e a divulgarem em suas redes sociais ganharão mais um chope de 570ml (limite de um por pessoa). A Principado é uma Saison com leve base caramelada, de coloração avermelhada e colarinho bege. Teve um ano de maturação, contendo doçura do malte que remete ao toffee. Já o frutado ficou mais intenso e remete a frutas maduras, como ameixa, e o cardamomo trouxe refrescância.

Curso técnico em cerveja
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP) lançou o edital para o processo seletivo do Curso Técnico em Cervejaria, na modalidade subsequente ao Ensino Médio, ofertado pelo Campus Sertãozinho. São 40 vagas para ingresso no primeiro semestre de 2020, com aulas no período noturno. As inscrições podem ser realizadas até 5 de dezembro no portal da entidade e a seleção será feita por meio de análise do histórico escolar. O curso capacita profissionais para coordenar atividades de produção de cervejas; aquisição e manutenção de equipamentos; desenvolver técnicas mercadológicas de produtos e insumos para a indústria cervejeira; e promover a inovação tecnológica.

Linalol da Bodebrown
A Bodebrown aproveitou mais duas edições do seu Growler Day, ocorridas na quinta-feira e no sábado, para lançar a Lupulol IPA Linalol. Esse rótulo compõe a série Lupulol Series, com cervejas que destacam o lúpulo como principal ingrediente. A nova receita recebeu 30g/L de lúpulo em triplo dry hopping e conta com Linalol, componente de óleos essenciais em espécies de plantas aromáticas. Tem teor alcoólico de 6,1%, com médio amargor, aromas frutados e notas florais e cítricas.

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Agenda: The Gaarden
A Hoegaarden promoverá no próximo sábado a quarta edição do The Gaarden, no Parque Burle Marx, com a reprodução dos tradicionais jardins belgas. O evento contará com área gastronômica, feira especial, espaço para piquenique, bandas e DJs. O cardápio ainda terá drinks feitos com a Witbier da Hoegaarden. “Atendendo aos pedidos do público, anunciamos mais uma edição do The Gaarden, um evento idealizado para as pessoas esquecerem suas preocupações e aproveitarem a natureza mesmo em uma cidade grande. Por isso, convidamos os paulistanos a curtirem essa tarde com a gente e, mais uma vez, entrarem no universo de Hoegaarden”, conta Thiago Leitão, gerente de marketing da Hoegaarden.

Após se consolidar em Ribeirão, IPA Day Brasil mira expansão nacional

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Milhares de amantes de lúpulos se reúnem neste final de semana, em Ribeirão Preto, para uma verdadeira ode à India Pale Ale (IPA). É quando ocorre o tradicional IPA Day Brasil, um dos maiores festivais dedicados ao estilo no mundo e que, a partir deste ano, tem pretensões de chegar a outros grandes centros cervejeiros brasileiros.

Idealizado por funcionários da então independente Colorado em 2012, quando fizeram uma primeira edição no próprio galpão da cervejaria, o evento se fortaleceu ao longo dos anos e passou a ser organizado por dois egressos da marca.

Um deles é João Becker, cervejeiro caseiro que foi convidado em 2011 a fazer parte da equipe da Colorado depois que uma de suas receitas, uma Ginger Ale, se destacou pela qualidade. Na mesma época, o outro “pai” do IPA Day, o sommelier e designer pós-graduado em marketing Rafa Moschetta, assumia a gerência de marketing da companhia.

“O primeiro evento, em 2012, foi uma grande surpresa. As IPAs ainda não eram a febre que se tornaram no mercado cervejeiro e, mesmo assim, tivemos uma adesão incrível pelo tamanho do evento que pensamos. Já tínhamos uma boa massa crítica de hopheads que foi aumentando ao longo dos anos”, conta Moschetta ao Guia.

Atualmente, além de tocar o festival, a dupla de cervejeiros tem um brewpub temático em Ribeirão chamado Weird Barrel Brewing Co., com foco na produção de Ales inusitadas.

Paixão nacional
Uma multidão de cervejeiros país afora nutre uma verdadeira adoração pela IPA. É uma demanda que acompanha o mercado norte-americano, onde se tornou muito popular. “Existem IPAs nacionais bem acima da média das IPAs norte-americanas, que são as referências. E isso mesmo com o desafio das matérias-primas, custos e equipamentos”, elogia Moschetta, salientando a força do mercado nacional.

“A dificuldade da cadeia logística para levar o produto mais fresco ao consumidor é enorme, e isso talvez demore para ser resolvido. Mas temos muitos brewpubs e mesmo cervejas em lata ou garrafa que, mesmo com esse cenário, se destacam”, acrescenta o especialista.

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Hoje existem muitas variações do estilo, originalmente surgido na Inglaterra no século 16. As tradicionais, portanto, são as inglesas, mas as mais populares são norte-americanas, além de vertentes alemãs e belgas – Session IPA, Black IPA, Double IPA, Brut IPA, West Coast IPA, New England IPA são algumas dessas variantes. 

Mas, seja qual for ela, uma cerveja no estilo deve ter como protagonista o lúpulo. Por isso, ao longo do tempo, os fãs de IPA ganharam apelidos “carinhosos” no meio cervejeiro, como hoplovers (amantes de lúpulo), hopheads (cabeças de lúpulo) e hophunters (caçadores de lúpulos).

Novidades e expansão
A edição de 2019 do IPA Day Brasil começou nesta sexta-feira com atividades no hotel oficial do evento (apelidado de Casa da IPA), encontros cervejeiros e visitas guiadas a quatro bares de marcas locais. Já no sábado acontece o festival e, no domingo, um almoço de despedida com porco no rolete. Muitos bares locais também participam com promoções especiais para os visitantes.

Neste ano, o festival contará com 40 rótulos de IPA feitos por 27 cervejarias diferentes, como Bodebrown, Dogma, Dortmund Bier, Goose Island, Invicta, Juan Caloto, St.Patrick´s Beer, Tarantino, Avós e Molinarius, entre outras. E a diversidade de sabores é grande: há desde receitas bem tradicionais até inusitadas, com algas marinhas, gengibre e jabuticaba, além de 10 rótulos inéditos.

“Nosso objetivo todos os anos é promover diversão e cultura cervejeira. Os hopheads são fanáticos por novidades e sempre buscamos surpreender. Este ano, além dos 40 rótulos de IPA, muitos exclusivos e colaborativas inéditas, teremos novas opções de gastronomia e de bandas. Também queremos surpreender com jogos temáticos”, revela Moschetta.

Outra novidade do evento é um desafio premiado para quem mostrar que é fã do festival. “Quem fizer uma tatuagem do logo do evento durante a festa, entrará gratuitamente no IPA Day Brasil para sempre. Temos 23 interessados cadastrados”, detalha o organizador da festa.

Rafa Moschetta, co-idealizador do IPA Day Brasil

Os organizadores, porém, não pretendem que o evento de Ribeirão Preto cresça em número de participantes para não comprometer a experiência dos visitantes. “Hoje entendemos que o tamanho do IPA Day em Ribeirão Preto é o ideal. São duas mil pessoas atendidas com conforto e em um ambiente ótimo, climatizado”, explica Moschetta.

Assim, o objetivo é aumentar a quantidade de festivais espalhados pelo país. Neste ano, por exemplo, já houve uma primeira edição do IPA Day na cidade de São Paulo e, segundo a organização, para 2020, estão programadas uma segunda edição paulistana, em 28 de março, e uma gaúcha, em Porto Alegre, em 15 de maio.

“Queremos apresentar eventos únicos em cada uma das cidades. Os IPA Days regionais incorporam características locais para apresentar conceitos próprios. Nosso objetivo principal continua o de sempre: crescer com sustentabilidade, fazendo eventos de qualidade tanto em relação ao lineup de cervejas, quanto no ambiente e atrações”, finaliza Moschetta.

Balcão da Matisse: A vila no inconsciente coletivo e a Vila Cervejeira de Niterói

Balcão da Matisse: A vila no inconsciente coletivo e a Vila Cervejeira de Niterói

Algumas palavras carregam um conceito tão forte que são capazes de despertar sentimentos comuns a todos os seres humanos. O psiquiatra suíço Carl Gustav Jung diria que são arquétipos instalados na camada mais profunda da nossa psique, constituídos pelos materiais que foram herdados ao longo da evolução da espécie, portanto comuns a todos nós, formando o que Jung chamou de inconsciente coletivo.

A palavra vila parece ser um desses arquétipos. Ao contemplarmos o quadro acima, uma pintura holandesa do século XVI (Village Fair), percebemos que o conceito de vila transmitido pelo pintor não difere do nosso.

Mesmo sendo outra cultura e outra época, “vila” nos parece trazer o mesmo significado, um misto entre lazer, trabalho, convívio, cotidiano e festa. Sentimentos tão complexos que só poderiam ser completamente explicados por uma imagem produzida pelas mãos do artista.

Em Niterói, um grupo de empresários, a maioria ligada à produção de cerveja artesanal, acabou, meio que por acaso, dando vida a esse conceito de vila quando transformou o local de trabalho no dia a dia em um espaço de convívio aberto ao público. A cada 15 dias – sábado sim, sábado não -, o ambiente rústico e industrial compartilhado por essas empresas sofre uma transformação e dá lugar à Vila Cervejeira de Niterói.

As portas são abertas, os barris são plugados, mesas são colocadas na rua interna do condomínio e uma banda anima a vila tocando preferencialmente rock and roll. Um pula-pula e o espaço amplo convida a criançada a deixar de lado o celular por um momento e a praticar com os coleguinhas aquelas brincadeiras antigas de pular e correr.

Familiares e amigos podem se sentar juntos para conversar e, ao mesmo tempo, estar ao lado de outros grupos interagindo em uma comunidade que se forma ao acaso e parece que sempre esteve ali, como se fosse a vila onde vivemos.

E, nos dias 14 e 15 de dezembro, a Vila Cervejeira viverá um momento especial, como aqueles dias de festa do padroeiro, pois será um dos palcos da Niterói Beatleweek, festival de tributo aos Beatles que acontece em todo o mundo e agora chega à sua terceira edição em Niterói.

O endereço da Vila Cervejeira de Niterói é Rua Professor Heitor Carrilho, 250, no centro – mesmo local onde funciona a associação dos jornaleiros. Fique de olho no Instagram e Facebook da @vilacervejeira para ver a programação.


Mario Jorge Lima é engenheiro químico e sócio-fundador da Cervejaria Matisse

Entrevista: “Queremos transformar SP na capital da cerveja artesanal em 3 anos”

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A partir do próximo dia 15, até 24 de novembro, acontece a primeira Semana Paulistana da Cerveja Artesanal. O evento terá mais de 500 atividades em 60 estabelecimentos por toda a capital paulista, alguns muito conhecidos do público cervejeiro, como Beer4U, Brew Dog, Cervejatorium, Cerveja Avós, Frangó, Perro Libre e Tarantino (confira aqui a programação completa do evento).

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E a iniciativa faz parte de uma ambiciosa estratégia: transformar São Paulo na capital da cerveja artesanal nos próximos três anos. É o que conta Renato Paiva, idealizador do evento, em entrevista exclusiva ao Guia. “A nossa meta é em 3 anos transformar a cidade de São Paulo em capital da cerveja artesanal. Nesse primeiro ano a ideia é que os paulistanos conheçam o evento, e pretendemos crescer para os próximos dois anos”, explica Renato.

A estratégia, claro, parte da concepção que São Paulo pode explorar melhor seu potencial cervejeiro. A lei de zoneamento da cidade, as licenças exigidas e os alto custo imobiliário dificultam a operação de cervejarias dentro dos limites do município. Nos últimos 150 anos, apenas 3 marcas operaram dentro da cidade: a Antarctica, na Mooca, a Brahma, no Paraíso, e atualmente a Tarantino, no Bairro do Limão.

Mas, mesmo assim, o varejo cervejeiro tem se desenvolvido muito na capital paulista. Cada vez mais surgem estabelecimentos especializados na venda de artesanais, como bares, lojas, empórios e brewpubs. Há também crescimento das brewshops e das escolas que ensinam sobre cerveja.

Renato Paiva, idealizador do evento

Assim, com idealização e produção da agência Dragon Live, além do apoio da Secretaria Municipal de Turismo da Prefeitura de São Paulo, a primeira Semana Paulistana da Cerveja Artesanal quer mudar o status cervejeiro da cidade e transformar São Paulo em uma importante capital cervejeira do Brasil.

Confira, a seguir, a entrevista completa com Renato Paiva, diretor da Dragon Live e idealizador da Semana Paulistana da Cerveja Artesanal.

Como foi criado o evento?
Temos muita experiência nesse tipo de evento. Desde 2009 fazemos o Festival de Inverno da Cantareira (FICA), onde reunimos mais de 150 estabelecimentos, entre bares, restaurantes, hotéis, parques, privados e não privados. Cada um desenha a sua própria programação e a gente embala o evento todo, oferecendo cerca de mil atividades. A Semana da Cerveja segue o mesmo modelo, mas focada no segmento cervejeiro. Fizemos um mapeamento de toda a cadeia cervejeira em São Paulo, com bares, lojas de insumos, escolas, brewpubs, cervejarias e outras empresas que trabalham nesse segmento. Convidamos todos para fazer parte desse nosso evento.

E de onde veio a inspiração para fazer a semana?
A gente tem uma motivação pessoal para fazer a semana: eu e minha equipe na produtora somos fãs de cerveja artesanal. Em 2013 fizemos um grande evento chamado Beer Experience e, desde então, tínhamos a vontade de voltar a fazer algo focado em cerveja artesanal.

Qual é o conceito da Semana Paulistana da Cerveja Artesanal?
É levar uma experiência diversificada e atrativa ao público. Iremos oferecer mais de 500 atividades aos visitantes. Os próprios estabelecimentos criaram suas agendas, dentro de um pacote de ideias que definimos, com o objetivo de não ter só desconto em cervejas, mas também oferecer cursos e harmonizações com personalidades do meio. O legal é que todos entenderam o conceito e não criaram apenas promoções; os estabelecimentos participantes estão oferecendo experiências bem interessantes e diversificadas.

Leia também – Mercadão de São Paulo ganha box com 6 torneiras de chope artesanal

Você acha que cidades como Porto Alegre e Belo Horizonte possuem uma cultura cervejeira mais desenvolvida do que a cidade de São Paulo?
Eu não vejo dessa forma. Eu acho que a percepção acaba sendo essa porque São Paulo tem muito mais habitantes do que essas outras cidades, mas nós temos uma cultura cervejeira muito desenvolvida aqui. Nós, paulistanos, fomos os primeiros a criar eventos cervejeiros, a colocar a cerveja artesanal em food parks e dentro de outros tipos de eventos e, depois, isso se espalhou para outras cidades. Nós temos na capital muitos bares especializados e brewpubs em todas as regiões da cidade.

E o que falta para consolidar essa cena cervejeira?
O que está faltando é um movimento conjunto para trazer mais seguidores para a cerveja artesanal. Não adianta fazer uma comunicação somente para os beer geeks e esquecer do público em geral. Todo mundo reclama muito da Ambev, mas achei espetacular o filme que eles lançaram recentemente, porque um leigo que assiste entende os processos, as escolas, e o filme foi transmitido na TV Globo. Da nossa parte, na Semana da Cerveja estamos levando cursos, aulas, explicações e bate-papos para dentro dos bares, o que ajuda muito o segmento a crescer.

O que você espera do futuro da Semana Paulistana da Cerveja Artesanal?
A nossa meta é em 3 anos transformar a cidade de São Paulo em capital da cerveja artesanal. Nesse primeiro ano a ideia é que os paulistanos conheçam o evento, e pretendemos crescer para os próximos dois anos. Em dezembro lançaremos o Guia Beer Street SP, que será o primeiro guia cervejeiro da cidade de São Paulo e terá edições anuais, nas bancas, lojas e internet. O nosso planejamento é transformar a Semana Paulistana da Cerveja Artesanal em uma das mais importantes do mundo. Mas já nesse ano será uma grande festa da cerveja, a cidade vai parar para falar de cerveja, estaremos na pista.

Mercadão de São Paulo ganha box com 6 torneiras de chope artesanal

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A Semana Paulistana da Cerveja Artesanal ainda sequer iniciou, mas já parece estar colhendo importantes resultados. Nesta quinta-feira, um dos principais pontos turísticos da capital paulista, o Mercado Municipal de São Paulo, mais conhecido como Mercadão, ganhou um box exclusivo de cervejas artesanais.

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A responsável pela novidade é a Cervejaria Alles Blau, de Blumenau (SC), que inaugurou às 10h desta quinta o Bar da Alles. O espaço fica no box 25 do Mercadão e tem seis torneiras de chope artesanal, entre rótulos tradicionais e opções experimentais.

Além da bebida, o Bar da Alles conta com petiscos como mix de salsichas alemãs, hambúrgueres e hot dogs artesanais, como o Big Dog da Alles (receita exclusiva da casa). Destaque também para iguarias paulistanas, como bolinho e pastel de bacalhau, além do grande clássico do Mercadão: o sanduíche de mortadela.

A novidade faz parte de uma nova estratégia da Alles Blau, que inaugurou um modelo de franquias em junho. São cinco tipos de negócio: o Alles Blau Brewpub, o bar ou ponto comercial, o Alles Blau Biertruck, além dos modelos em unidades de kombi e em carrinhos de praia.

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E o novo espaço segue os moldes do Bar da Alles de Blumenau, mas com algumas características especiais. “Queremos nos firmar cada vez mais na capital paulista, levando o nosso DNA de cervejas de qualidade com uma pegada descontraída. No menu, teremos opções que serão servidas apenas na unidade paulistana, como o pastel e o bolinho de bacalhau, como uma forma de homenagear a terra da garoa”, conta Davi Zimmermann, diretor e sommelier da cervejaria.

A marca catarinense já está presente em empórios, lojas especializadas e outros bares de São Paulo. Conta, ainda, com uma estação de autosserviço de chope no CO.W Coworking, no Brooklin.

Infográfico: O perfil das cervejarias independentes segundo o censo cervejeiro

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Infográfico: O perfil das cervejarias independentes segundo o censo cervejeiro

O Brasil recentemente passou de mil cervejarias, assistindo a um crescimento vertiginoso do mercado de artesanais e independentes nos últimos anos. O crescimento foi tão grande, espontâneo e – por que não? – inesperado que, de maneira geral, pouco se sabia a respeito dessas empresas. No entanto, um trabalho recente chegou para mudar esse cenário: o 1º Censo das Cervejarias Independentes Brasileiras.

Encabeçado pela Associação Brasileira de Cerveja Artesanal  (Abracerva) e pelo Sebrae, o censo cervejeiro foi divulgado em outubro e buscou traçar um mapa das cervejarias independentes brasileiras, detalhando tanto o perfil do mercado como aprofundando questões econômicas.

A pesquisa trouxe algumas considerações importantes, como a percepção de que 28% das cervejarias independentes estão tendo lucro neste ano, enquanto uma parcela significativa, de 22%, revelaram ter prejuízo

Realizada entre abril e maio de 2019, a pesquisa contou com 486 respondentes, entre representantes de fábricas, marcas ciganas (que terceirizam a produção) e brewpubs.

Para facilitar a compreensão desses importantes dados, o Guia fez um infográfico reunindo os principais aspectos revelados pelo estudo, que nos ajuda a entender melhor quem são as cervejarias brasileiras. Confira.

Concurso inédito de kombucha premia os melhores de Brasil e Uruguai

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A edição de 2019 do tradicional Festival da Cerveja POA, realizada no último final de semana, na capital gaúcha, contou com uma atração especial: o Concurso Brasileiro de Kombucha, primeira iniciativa do tipo na América Latina.

Bebida que começa a ganhar espaço no Brasil e que foi regulamentada neste ano pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a kombucha é um fermentado à base de chás e açúcar que utiliza bactérias e leveduras no processo. Pode ser feita com frutas e especiarias e há versões alcoólicas.

E, embora esse mercado ainda esteja se consolidando, o concurso contou com 73 amostras de Brasil e Uruguai, avaliadas por um time composto por oito juízes renomados no mercado cervejeiro: Júlia Reis, Roberto Fonseca, Bia Amorim, Rosária Penz, Tais Shure, Rafael Strappazon, Megan Garrity (EUA/Peru) e Gordon Strong (EUA).

As bebidas foram degustadas sem identificação e com preenchimento de uma súmula com pontos. Depois, as seis amostras com maior pontuação passaram por uma mesa final, que selecionou os três melhores produtos.

O vencedor do concurso foi a Karma to Brew, do Uruguai, que levou a primeira e a segunda colocação com a kombucha original e a de manga e jalapeño, respectivamente. Já a brasileira Dêvi ficou em terceiro com sua bebida de abacaxi e gengibre.

“O mais importante do concurso não é dar medalha em si, mas criar parâmetros sensoriais para a bebida e dar feedbacks para os produtores sobre os produtos, fomentando essa categoria”, explica Julia Reis, sócia da Sinnatrah Cervejaria Escola e uma das organizadoras da competição.

“Elaboramos critérios de avaliação sensorial e pontuação de aspectos como acidez, dulçor residual e equilíbrio no uso de frutas e especiarias”, acrescenta Roberto Fonseca, outro idealizador do evento.

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Confira, a seguir, os premiados do Concurso Brasileiro de Kombucha. 

Premiação Geral
1º lugar – Karma to Brew Kombucha Original (Uruguai)
2º lugar – Karma to Brew Kombucha Mango-Jalapeño
3º lugar – Dêvi Kombucha Abacaxi e Gengibre (Brasil)

Melhores por categoria
Melhores com Fruta 
1- Karma to Brew Butiá
2- Hatha de Uva (Brasil)
3- Strappa Live Escarlate (Brasil)

Melhores com Especiarias e/ou Fruta
1- Dêvi Abacaxi e Gengibre
2- Karma to Brew Mango-Jalapeño
3- Dêvi Suco Verde

Melhores Base ou com Mel
1- Karma to Brew Original
2- Lich Chá Mate e Chá de Capim Limão (Brasil)
3- Strappa Original

Melhores Alcoólicas
1- Dêvi Flow Hard
2- Strappa Hard Amora e Lemongrass

AB InBev testa impressão direta de rótulos em garrafas no Reino Unido

A AB InBev tem realizado testes de uma nova técnica que substitui os tradicionais rótulos de papel nas garrafas de vidro por impressões diretas. Subsidiária da maior cervejaria do mundo, a Budweiser Brewing Group UK & Ireland utilizou a nova técnica de impressão em recipientes da marca Beck’s.

A empresa produziu e distribuiu 200 mil garrafas de uma série especial para o Reino Unido. São nove diferentes designs dos rótulos criados em parceria com o Centro Global de Inovação e Tecnologia (GITEC, na sigla em inglês) da AB InBev em Leuven, na Bélgica, especializado em desenvolver produtos e tecnologias mais eficientes e sustentáveis para a fabricação de cerveja.

“A impressão direta em objetos de vidro é uma revolução na impressão e a AB InBev é pioneira nessa tecnologia”, conta Simon Gerdesmann, gerente do projeto batizado Tattoo Alpha Plant, que fica nas proximidades de Leuven, na Bélgica.

“A tinta incolor é usada para imitar a gravação tradicional no vidro, trazendo uma nova dimensão à decoração. Os consumidores sentirão e experimentarão a garrafa de uma maneira completamente diferente”, acrescentou Simon, explicando como se dá o processo de impressão direta na garrafa. 

A nova tecnologia deve trazer benefícios de logística, pois a estimativa é de que vai reduzir em cerca de quatro semanas o tempo que se leva na concepção do rótulo, na produção das garrafas e na sua chegada ao varejo, se comparada aos rótulos produzidos de modo tradicional. 

Além disso, a nova tecnologia também permite a produção de lotes menores e reduz o impacto ambiental. “Enquanto uma análise mais completa da pegada econômica dessa nova tecnologia ainda precisa ser feita, a impressão direta na garrafa vai, ao menos, poupar os materiais usados nas impressões tradicionais”, contou um porta-voz da AB InBev ao MarketWatch. 

Assim, se o experimento no Reino Unido for bem-sucedido, outras marcas da AB InBev em outros mercados poderão usar a nova tecnologia.

Preço da cerveja no domicílio acelera em mês de inflação baixa

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O preço da cerveja no domicílio acelerou em outubro e registrou inflação de 0,92%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).  Teve, assim, ritmo diferente ao que aconteceu com o índice geral, que teve leve aumento de 0,10% no décimo mês de 2019, sendo a mais baixa para o período desde 1998.

Com essa elevação, o aumento no preço da cerveja em domicílio no ano é de 1,89%. E, de acordo com os dados divulgados pelo IBGE, a inflação da cerveja é de 2,97% quando considerados os últimos 12 meses.

O aumento expressivo nos preços da cerveja no domicílio não influenciou tanto o setor de alimentação e bebidas, que teve inflação de apenas 0,05% em outubro.

“A variação positiva do grupo Alimentação e bebidas (0,05%) deveu-se, especialmente, ao grupamento da alimentação fora de casa, cuja alta passou de 0,04% em setembro para 0,19% em outubro. Após a queda de preços verificada no mês anterior (-0,06%), a refeição registrou alta de 0,24%, e o lanche, cujos preços já haviam subido em setembro (0,17%), registrou alta de 0,32%”, aponta o IBGE.

Já os preços da cerveja fora do domicílio tiveram baixa em outubro, de 0,53%, segundo o IPCA. Mas há inflação nos outros dois cenários observados: de 0,62% em 2019 e de 2,36% nos últimos 12 meses.

Os preços de outras bebidas alcoólicas no domicílio tiveram alta de 0,55% em outubro, mantendo a tendência de inflação em 2019 (2,14%) e nos últimos 12 meses (2,02%).

Já os das bebidas alcoólicas fora do domicílio subiram em outubro (0,24%), permanecendo em elevação no ano (2,04%) e nos últimos 12 meses (2,18%).

Menu degustação: Double IPA da Dádiva, série da Bodebrown, verão da Unicorn…

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Double IPA da Dádiva
A Dádiva lançou na última sexta-feira a StrengthInk, o seu segundo rótulo produzido com lúpulos neozelandeses, feito com o Waimea, uma variedade de 2012 do programa de criação de lúpulo da New Zealand Plantand Food Research. Utilizado tanto para dar amargor quanto sabor e aroma, ele possui características resinosas, que lembram pinheiro, e notas cítricas. A StrengthInk é uma Double IPA de coloração amarelada, com 8,2% de graduação alcoólica e 70 IBUs. Também traz em sua receita trigo e aveia.

Série da Bodebrown
A cervejaria Bodebrown lançou a Lupulol IPA Myrcene, cerveja que abre uma série que terá o lúpulo como principal protagonista das suas receitas, em projeto denominado Lupulol Series. Com 6,1% de teor alcoólico, traz um aroma marcante devido ao triplo dry hopping. De médio amargor e coloração amarelo ouro, é uma cerveja leve e refrescante, com notas de chá preto, pêssego, melão, damasco, laranja e toranja. Seu lançamento se deu no Growler Day da cervejaria curitibana, na sexta-feira e no sábado.

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Unicorn de verão
Com estilos refrescantes para o verão, o American Light Lager e o Hoppy Lager, a Cerveja Unicorn lançou seus novos rótulos. A Unicorn American Light Lager com limão tem 3,7% de graduação alcoólica, além de ser uma cerveja clara, extremamente leve e refrescante, recebendo a adição de limão Tahiti e Kaffir, o que deixa o seu final levemente cítrico. A Unicorn Hoppy Lager, com 5% de graduação alcoólica, é clara, de corpo leve, com amargor e aromas de lúpulos mais evidentes. Os lúpulos Mittelfrüh, Citra, Simcoe e Mandarina Bavaria remetem a notas cítricas e frutadas.

Pumpkin da Landel
A Cervejaria Landel lançou no último sábado a Pumpkin Pie, uma Pazy IPA turva e complexa com 6% de teor alcoólico e 70 IBUs. Abóbora, cravo, canela, gengibre e lactose foram adicionados para lembrar a receita norte-americana de torta de abóbora. O lançamento ocorreu na festa do Dia de los Muertos no Tap House da Landel, em Campinas.

X Craft em SP
De Brasília, a X Craft Beer instalou uma loja de sua fábrica em São Paulo, na região de Santo Amaro, onde é possível encontrar souvenirs da cervejaria, além de oito torneiras de chope, com opções como Blanche do Cerrado (Witbier), Angel Dust (Belgian IPA), Freestate 431 (American IPA), Comatose (Triple IPA), Shadowplay (NE IPA), SP Lager (Pilsner) e Disorder (Kveik Juicy IPA). A loja funciona aos sábados, das 12h às 18h, porém atende em sistema de entrega online para retirada de chope em growler durante toda semana, no raio de 5km do local. “Queremos marcar território na região de Santo Amaro, proporcionar uma experiência cervejeira para quem mora nessa região e também para quem já está acostumado com cervejas artesanais”, comenta Rogéria Xerxenevsky, sócia proprietária da X Craft Beer.

Sour da Ouropretana
Em produção sazonal, a Cervejaria Ouropretana lançou neste mês o chope Tropical Sour, que une frutas tropicais com a acidez do estilo Sour, ainda que considerada baixa. Tem perfil de frutas tropicais, com notas de caju e abacaxi. Leva dry hopping do lúpulo El Dorado e biotransformação da levedura London. A cor é clara e levemente turva, e a graduação alcoólica é de 5,5%, com 13 IBUs. Limitada, a produção pode ser consumida na loja da fábrica da cervejaria em Ouro Preto (MG). “Assim, disponibilizamos sempre novidades frescas para quem ama as variações de sabor das cervejas”, afirma Leonardo Tropia, mestre-cervejeiro da marca.

ONG da Ambev
Está aberto o processo seletivo do Programa VOA, da Cervejaria Ambev, para ONGs de todo o país que criam oportunidades para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade e desejam receber tutoria em gestão de recursos e processos. A iniciativa, criada em 2018 pela cervejaria, é gratuita e ajuda organizações dessa natureza a se estruturar melhor e ampliar seu impacto na sociedade. A seleção vai priorizar aquelas que contribuem para a geração de oportunidades em educação, emprego e renda, aliados a critérios como potencial de impacto social nas novas gerações, visão de futuro e comprometimento. As vagas disponibilizadas serão para participação na edição 2020. “Decidimos transformar nossa indignação em ação e, de fato, contribuir para mudar a sociedade em que trabalhamos e vivemos. E a melhor forma que nós, da Ambev, podemos fazer isso é levando todo o conhecimento que temos em gestão, por meio de nossos funcionários, para contribuir com o sucesso dessas organizações. Quando essas instituições abraçam a iniciativa, tornam-se mais eficientes e todo aprendizado serve para potencializar ainda mais seu impacto na sociedade”, afirma Carlos Pignatari, gerente de Impacto Social da Cervejaria Ambev.

Bud sustentável
A cerveja Budweiser terá toda sua produção e distribuição no Brasil feita 100% com energia limpa até 2022. Isso será possível com a construção na Bahia e em parceria com a Casaforte Investimentos de um parque eólico com aproximadamente 1.600 hectares e potência superior a 80 MW. A previsão é que ele fique pronto no início de 2022 e abasteça as cervejarias que produzem Budweiser no país. Com essa iniciativa, no total, 20 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2) deixarão de ser emitidas a cada ano. “Ser 100% produzida e distribuída com energia limpa traduz os valores de Bud da melhor forma: trazendo uma novidade para o meio cervejeiro do país e abrindo caminhos para um futuro melhor, mantendo sua essência”, destaca Bruna Buás, diretora de marketing da Budweiser.

Copa na Colômbia
De 2 a 7 de dezembro, a Copa Tayrona será realizada nas praias de Santa Marta, na Colômbia. Durante a competição, várias atividades serão realizadas, incluindo o Beach &Craft Beer Fest, um festival de cerveja na praia. Além disso, haverá o Networking Cervecero, onde diferentes pessoas ligadas ao mercado da cerveja artesanal podem expandir suas redes e aprender mais sobre a indústria, a bordo de um iate que irá visitar as melhores praias de Santa Marta.