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7 dicas para driblar a inflação acelerada e fazer boas compras de cerveja

A esperada aceleração do consumo de cervejas nos meses finais de 2021 pode chegar com uma frustração. A alta da inflação observada nas últimas semanas, provocada pela elevação dos preços da energia e dos combustíveis, também deve tornar a cerveja mais cara. Para entender como é possível minimizar esse impacto, o Guia preparou uma lista com dicas para quem deseja beber sua cerveja preferida sem que a conta final se torne insustentável.

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De acordo com o IBGE, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) está em 8,99% no somatório dos últimos 12 meses. Uma alta expressiva, que foi impulsionada ainda em 2020 pelo setor de alimentos, com o aumento dos seus preços superando os dois dígitos.

Para piorar, o cenário de crise energética já é real no Brasil. Além do óbvio risco de “apagões” e racionamento, a alta dos preços na conta de luz vinha sendo observada nos últimos meses. E ainda piorou. Afinal, a Agência Nacional de Energia Elétrica anunciou nesta semana uma nova bandeira tarifária, chamada “escassez hídrica”. A taxa extra será de R$ 14,20 a cada 100 kWh consumido, valendo de setembro até 30 de abril de 2022.

Diante de um contexto tão adverso, especialistas ouvidos pelo Guia reconhecem: a cerveja vai ficar mais cara. “Os preços vão aumentar. Isso é inevitável, porque a energia e o combustível afetam todas as cadeias produtivas”, garante Simone Pasianotto, economista-chefe da Reag Investimentos.

Para lidar com a inflação, os especialistas apresentam dicas e apontam saídas que passam diretamente por uma modalidade de compra de cerveja que expandiu no setor durante os piores meses da pandemia do coronavírus: o varejo online. É utilizando as ferramentas que esse tipo de venda oferece que o consumidor pode encontrar uma cerveja mais barata.

Outras possibilidades envolvem uma atitude bem mais antiga e tradicional: a pesquisa pelo melhor preço. São algumas das dicas para que o consumidor não precise se privar de uma boa cerveja por causa da inflação.

Confira essas e outras dicas apresentadas por especialistas à reportagem do Guia para o consumidor lidar com a inflação da cerveja:  

1 – Comprar kits de artesanais
Lojas cervejeiras e o varejo têm realizado campanhas de venda de cerveja em kits, que costumam ter preços mais competitivos, lembra Patricia Cotti, diretora-geral do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar). “Os kits de cervejas artesanais têm ganhado cada vez mais relevância no mix dos produtos dos varejistas. Em razão da pandemia e da aceleração do comportamento de indulgência, do se permitir, este tipo de produto teve bastante alta da procura, sendo alvo de promoções direcionadas junto aos grandes players.”

2 – Acompanhar as redes sociais de varejistas e lojas
Nem sempre é tão fácil descobrir que o preço de uma cerveja está em promoção. Assim, torna-se importante acompanhar as atividades dos varejistas em redes sociais para descobrir novidades. “A principal dica é sempre estar atento às novidades e lançamento de novas plataformas, através de sites, páginas e canais nas mídias sociais que tratam de assuntos relacionados ao mundo das cervejas”, diz Virgílio Lage, especialista da Valor Investimentos.

3 – Pesquisar preços online antes da compra presencial
Para quem não deseja ir de supermercado em supermercado em busca do melhor preço de cerveja, a saída pode estar em comparar os valores online, antes de seguir para a loja física da rede varejista. “Não tem segredo. A saída é pesquisar. As grandes redes também têm os preços online, que são padronizados com os das lojas”, explica Pasianotto, economista-chefe da Reag Investimentos.

4 – Usar buscadores e ativar alertas de preço
O consumidor deve abusar dos recursos tecnológicos para encontrar o melhor preço, como a utilização de buscadores que indiquem os melhores preços e sua variação. “Vale acompanhar os varejistas de preferência, ativar notificações específicas via site, e até usar o Google Alerta na busca de ‘promoções de cerveja’. Os consumidores estão cada vez mais criativos na hora de obter os melhores benefícios”, ensina Cotti, diretora-geral do Ibevar.

5 – Utilizar aplicativos de mercado em busca de referências
Na pandemia, realizar compras de mercado ou de produtos específicos por aplicativos que reúnem vários estabelecimentos, como iFood e Rappi, se tornou comum. Utilizá-los como ferramenta para comparar preços pode ser uma boa saída. “O preço da cerveja varia muito pouco, porque tem poucos produtores. E esse tipo de aplicativo é bom para ter um parâmetro. É preciso caçar promoções”, conta Pasianotto.

6 – Fazer compras em marketplaces
Os marketplaces, varejos online que reúnem diversas lojas virtuais, podem ser uma interessante alternativa para quem está em busca de cerveja a um preço competitivo, detalha a diretora-geral do Ibevar. “A busca dentro de ambientes de marketplace destes itens também tem crescido, e pode se mostrar uma excelente opção para aquele consumidor já direcionado a um produto específico (compra de destino)”, diz Cotti.

7 – Realizar compras em atacarejos
Em função dos preços competitivos, esse tipo de comércio tem se tornado mais comum e presente em diversas cidades. Os atacarejos misturam serviços de atacado com o varejo, apostando no alto volume de vendas para compensar os preços mais baixos, também se aproveitando da unificação entre pontos de venda e distribuição.

Ação da Ambev mostra força em agosto, mas analistas divergem sobre futuro

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Agosto não foi um bom mês no mercado financeiro brasileiro. Com a ampliação do cenário de crise, em um somatório entre escassez hídrica, alta da inflação e ameaças à democracia, o Ibovespa, o principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, desvalorizou na segunda queda mensal consecutiva. Mas a Ambev se descolou desse contexto. E sua ação valorizou 2,76% no período.

O papel da multinacional cervejeira fechou o pregão desta terça-feira cotado a R$ 17,10. E, além da alta em agosto, terminou o oitavo mês de 2021 com valorização ainda maior ao logo do ano, de 8,57%.

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Para setembro, ao menos duas corretoras incluíram a ação da Ambev em suas carteiras de ações sugeridas. Foram os casos da Órama Investimentos e da Ágora, essa em razão da aposta de que os preços dos insumos deverão se reduzir, diminuindo a pressão nos custos.

“Em nossa visão, a Ambev pode se beneficiar no longo prazo da esperada redução dos preços dos grãos. Considerando a nossa visão de baixa sobre os custos agrícolas (20% do total) e que os aumentos de preços provavelmente permanecerão (como acontecem historicamente), o lucro líquido do consenso de mercado parece excessivamente baixista para o período entre 2022-24”, afirma a Ágora.

Não há, porém, um consenso sobre o futuro da ação da Ambev. O Goldman Sachs, por exemplo, apontou um preço-alvo de R$ 13,50, 21,05% abaixo da cotação do pregão da terça-feira. A avaliação é de que a competição aumentará com a reabertura dos estabelecimentos, pressionando os lucros da companhia. Por isso, recomenda a venda do ativo.

“Com a base de comparação dos volumes de cerveja se tornando mais desafiadora no segundo semestre, investidores vão deixar de olhar para esse indicador e prestar atenção nas tendências de lucratividade geral”, escrevem Thiago Bortoluci, Galdino Falcão e Rupanshi Bajaj, analistas da Goldman Sachs.

Há, também, preocupação com a elevação dos custos da produção cervejeira. “Vemos os custos por hectolitro da Ambev subindo 21,5% em 2021 e 12,5% em 2022, níveis que achamos alto demais para serem abatidos por reajustes e mix de produtos”, acrescentam os analistas da Goldman Sachs.

Contexto de turbulência
O bom desempenho da ação da Ambev em agosto não foi, porém, tendência no mercado financeiro: o Ibovespa acumula desvalorização de 6,32% nos últimos dois meses. O resultado é fruto do avanço da inflação e da crise institucional e política, a ponto de entidades empresariais terem esboçado a divulgação de documento em defesa da democracia. Algo parecido aconteceu com entidades do agronegócio, com a diferença de que este texto foi publicado.

Tudo, claro, relacionado com a instabilidade institucional provocada por Jair Bolsonaro. Mas também com a postura errática da gestão da economia, a ponto de o ministro Paulo Guedes, o “Posto Ipiranga”, como apelidado na campanha eleitoral de 2018, ter sido chamado de “Faria Loser” em intervenção na avenida Faria Lima, a via mais associada ao mercado financeiro no Brasil, após declarações lenientes sobre a alta da inflação.

Em função da redução do preço de algumas commodities, como aço e minério de ferro, a CSN liderou as perdas na Bolsa em agosto, com desvalorização de 21,21%. Foi seguida pela Via, a proprietária do Ponto e das Casas Bahia, com 17,47%, a Ultrapar (17,25%), a Qualicorp (17,01%) e o Iguatemi (16,26%).

Já a maior alta do mês foi da Embraer, em 25,98%, impulsionada por um acordo firmado na Ásia pela subsidiária Eve para fornecimento de veículos de decolagem e pouso verticais, entre outros fatores. Ela foi seguida por CPFL Energia (14,69%), Braskem (14,27%), Cemig (13,15%) e Suzano (12,82%).

E no exterior?
Fora do Brasil, o mês foi de desvalorização das ações das duas principais cervejarias do mundo no mercado financeiro europeu. O papel da AB Inbev terminou agosto cotado a 51,99 euros, perdendo 2,64% no mês e ficando 8,81% abaixo do preço com que terminou 2020.

Já a ação da Heineken encerrou o mês em 92,70 euros. Desvalorizou, assim, 5,6% em agosto, mas ainda registra alta de 1,62% neste ano.

Por igualdade, Michelob Ultra investirá US$ 100 milhões no esporte feminino em 5 anos

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A Michelob Ultra decidiu reforçar a aposta nas mulheres no esporte. A marca anunciou que vai investir US$ 100 milhões (aproximadamente R$ 518 milhões, na cotação atual) nos próximos cinco anos para aumentar a visibilidade das modalidades e das atletas femininas nos Estados Unidos, em um compromisso financeiro relevante em busca da igualdade.

De acordo com a Michelob Ultra, o foco inicial desse compromisso será em ações de mídia com a participação das mulheres. Assim, a marca vai alocar 50% de sua mídia destinada a estilo de vida para o esporte feminino. Há também o objetivo de aumentar a lista de atletas e influenciadoras, garantindo que elas estejam presentes nas campanhas de publicidade da cerveja.

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Com isso, a Michelob Ultra espera aumentar a visibilidade dos esportes femininos para além dos grandes eventos, reforçando o fato de as mulheres praticá-los todos os dias. A marca, inclusive, lembra que a falta de cobertura igualitária da imprensa dificulta a possibilidade de elas receberem os mesmos salários e pagamentos. E é esse, inclusive, o principal mote da campanha Save It, See It (Salve Isso, Veja Isso, em uma tradução livre), apresentada nos Estados Unidos.

A campanha foi lançada em 26 de agosto, Dia Internacional da Igualdade Feminina, data em que é comemorado o aniversário da conquista do direito ao voto feminino no país. Na propaganda, a marca pede para o público salvar publicações das atletas nas redes sociais.

“Precisamos dar o exemplo, e a hora da igualdade é agora. Nosso compromisso demonstra a crença central da Michelob Ultra de que as atletas do sexo feminino merecem uma experiência igual, seja na quadra, na redação ou em nossas telas de TV”, destaca Ricardo Marques, vice-presidente de marketing da Michelob Ultra.

A marca já havia realizado outras iniciativas envolvendo as mulheres no esporte, tanto que assinou contratos de patrocínio a estrelas nos Estados Unidos, como Alex Morgan (futebol), Serena Williams (tênis) e Kerri Walsh Jennings (vôlei de praia). Além disso, ela se tornou patrocinadora da WNBA e possui os naming rights da arena onde atua uma das equipes da liga feminina de basquete dos Estados Unidos, o Las Vegas Aces.

“A Michelob Ultra tem orgulho de ser parceira de longa data de atletas e organizações femininas e, como líder nos setores de cerveja e marketing esportivo, podemos fazer muito mais para ajudar a manter a igualdade de remuneração quando se trata de esportes femininos”, finaliza o executivo da Michelob Ultra.

Ambev lança Spaten, cerveja alemã criada em 1397, no mercado brasileiro

Uma puro malte criada em 1397, em Munique, na Alemanha, é a nova aposta da Ambev para o público cervejeiro no Brasil. A multinacional lançou no país a Spaten, um rótulo do estilo Munich Helles, tradicional da Oktoberfest alemã. Assim, ampliou o seu portfólio oferecido ao consumidor com uma opção de status internacional.

Reforçar a tradição da Spaten foi, inclusive, a estratégia da Ambev ao apresentar a novidade ao mercado nacional. Chefe de conhecimento e cultura cervejeira da companhia, Laura Aguiar lembra a importância histórica dessa cerveja, destacando como ela está diretamente relacionada com a criação do estilo Munich Helles.

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“Temos certeza de que os brasileiros vão se surpreender com essa experiência”, garante Laura, também apontando que a Spaten pode se destacar entre as puro maltes existentes no mercado brasileiro.

“A conexão com as pessoas nos incentiva a inovar em nosso portfólio e, para isso, intensificamos a troca de conhecimento com mestres cervejeiros do mundo todo. Estamos trazendo para o Brasil uma autoridade em cerveja”, acrescenta a executiva da Ambev.

Para a gerente de marketing da Ambev, Joice Carvalho, o público poderá viver uma experiência diferente ao consumir um rótulo internacional e de peso histórico. “A cerveja propõe uma imersão na cultura cervejeira de Munique por meio do paladar, com a qualidade e o sabor de uma puro malte da escola alemã, ideal para acompanhar o público em todos os momentos.”

A Spaten já está disponível em garrafas de 355ml e 600ml, além da lata sleek de 350ml, no Empório da Cerveja, Zé Delivery, supermercados e bares das principais capitais e áreas metropolitanas do país.

E a ideia da Ambev é expandir a sua presença para outras cidades durante setembro e outubro, período em que tradicionalmente acontece a comemoração da Oktoberfest de Munique, celebração cancelada neste ano e que tradicionalmente abre os trabalhos para a realização da festa alemã ao redor do mundo.

Goose Island cria cerveja para celebrar 2 mil toneladas de embalagens recolhidas

A Goose Island decidiu brindar o êxito da sua campanha para captação de embalagens visando a reciclagem com uma nova cerveja. Para comemorar a marca de 2 mil toneladas recolhidas e encaminhadas para reaproveitamento, a marca preparou um rótulo exclusivo: a Two Million.

Em parceria com a Green Mining, startup que desenvolveu uma tecnologia de logística reversa inteligente para recuperar o material pós-consumo, a Goose Island tem atuado no apoio à captação de embalagens para reciclagem em São Paulo, onde está instalada desde março de 2019, no bairro de Pinheiros.

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Nessa ação, coletores, em um triciclo adaptado, percorrem as ruas do bairro captando, principalmente, as garrafas de vidro dos estabelecimentos parceiros e as levam para um hub – uma grande caçamba – em um estacionamento. Quando a caçamba fica completa, é encaminhada para a Fábrica de Vidros da Cervejaria Ambev, no Rio de Janeiro, onde o material é processado e transformado em novas garrafas.

A nova cerveja da Goose Island é uma American Pale Ale, estilo preferido do CEO da Green Mining, Rodrigo Oliveira. Possui 5% de graduação alcoólica e 35 IBUs de amargor. E, de acordo com o descritivo divulgado pela marca, tem aroma de frutas amarelas, como maracujá e laranja, por conta da combinação dos lúpulos utilizados no dry hopping – o Citra, o Centennial e o Amarillo.

“Não poderíamos deixar de festejar essa marca. Com um pouco mais de dois anos desse projeto, já conseguimos incentivar logística reversa dentro do bairro com uma iniciativa muito importante para o crescimento e desenvolvimento da região. Isso sem contar a atuação da Green Mining em toda a cidade”, aponta Guilherme de Almeida Aguiar, gerente de marketing de Goose Island.

“Nossa ligação com Pinheiros é muito grande e queremos fortalecê-la ainda mais com diversas ações. E essa parceria com a Green Mining só tem a crescer e nos ajudar nessa caminhada”, acrescenta Guilherme.

O CEO da Green Mining, por sua vez, estima que a quantidade de garrafas coletadas pela iniciativa equivale a 10 milhões de long necks. “Receber uma homenagem fruto dessa parceria genuína com o propósito de incentivar o descarte adequado de recicláveis na comunidade de Pinheiros é uma felicidade enorme”, celebra Rodrigo.

ZEV lança RIS e amplia as suas opções de Stouts no mercado brasileiro

O fã de cervejas artesanais ganhou mais uma boa opção de Russian Imperial Stout. A ZEV acaba de lançar a Czarina RIS, um rótulo que amplia a relação de Stouts ofertadas pela cervejaria paulista. A novidade faz parte da Série Z da marca e chega ao mercado no inverno, período mais associado a esse estilo de cerveja.

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“Já fazia algum tempo que queríamos ter uma cerveja encorpada e alcoólica em nosso portfólio. No entanto, pensamos que seria ideal não ter inserção de adjuntos, mas que fosse uma cerveja com personalidade e bem esterificada. Chegamos, então, no resultado desejado e entregamos aos nossos consumidores uma cerveja complexa em aromas e sabores”, explica Candy Nunes, responsável pelo marketing da ZEV, ao Guia.

De acordo com o descritivo divulgado pela ZEV, a Czarina RIS é uma cerveja intensa, de cor preta, bastante encorpada, com 11% de graduação alcoólica e 70 IBUs de amargor. No aroma, apresenta notas de chocolate e café, provenientes dos maltes tostados. No sabor, além das notas aromáticas, o paladar encontrará notas frutadas, remetendo a frutas secas escuras, como ameixa e tâmaras. “Embora tenha 11% de teor alcoólico, está perfeitamente inserido nas características palatáveis e em balanço com os 70 IBUs”, acrescenta Candy.

A Czarina RIS é uma cerveja feita em lote único pela ZEV, como acontece com os demais rótulos da Série Z. Antes, a marca já contava com outras três Stouts – Dry Stout, Dry Stout com Casca de Tangerina e Sweet Stout – em seu portfólio, uma relação agora completada pela RIS.

O nome do lançamento da ZEV homenageia a principal motivadora para a criação das RIS: a rainha russa Catarina II. No século XVIII, ela se apaixonou pela Stout durante uma passagem pela Inglaterra, pedindo que fosse exportada para a sua corte. Só que a cerveja estragou antes mesmo da conclusão da viagem. Para solucionar o problema, uma cervejaria criou uma bebida com mais álcool, lúpulo e corpo: a RIS.

A Czarina RIS foi envasada pela ZEV em latas de 473ml. “Entendemos que a reciclagem de latas tem se consolidado no Brasil e queremos contribuir para toda cadeia de reciclagem, catadores e cooperativas. Além disso, sabemos que os amantes de cerveja gostam de ter mais ml por estilo, para uma melhor apreciação da bebida, por isso não optamos por lata de 350ml”, destaca Candy.

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Desconto
A novidade da ZEV pode ser encontrada nos diversos pontos de venda que contam com os produtos da marca, assim como no seu e-commerce. Por lá, além da Czarina RIS, o consumidor tem acesso a mais cervejas da marca, assim como outros produtos.

E o novo rótulo chega com uma interessante promoção, feita em uma ação com o sommelier Rodrigo Sena, o @beersenses. Para quem utilizar o cupom BSENSES25, haverá 25% de desconto em todas as latas do e-commerce. A promoção vai até até 23h59 de sexta-feira (03/09).

Livro reúne 28 especialistas para ser manual prático do sommelier de cerveja

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Um livro coletivo assinado por 28 profissionais de Brasil, Argentina, Peru e Inglaterra, pretendendo ser um manual prático e complementar na formação técnica do sommelier de cerveja. É assim o Guia da Sommelieria de Cervejas, publicação que reúne histórias e metodologias sobre a profissão, podendo ser considerado um presente para o setor de artesanais do Brasil.

Não à toa, o livro está sendo lançado neste domingo, quando se celebra o Dia do Sommelier de Cerveja. E o guia, organizado pela sommelière de cervejas Bia Amorim e publicado pela Editora Krater, chega ao mercado quando os primeiros cursos de sommelier de cervejas no Brasil completam dez anos.

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“É uma ocasião que podemos comemorar e também analisar. Esta foi uma década em que todo o mercado cervejeiro teve crescimento, principalmente na onda denominada cerveja artesanal com o boom de fábricas no país inteiro e o ganho de espaço da cultura cervejeira”, destaca Bia em entrevista ao Guia.

Ela lembra, porém, que as pessoas dedicadas ao ofício não contavam com um livro que funcionasse como um guia, o que faz a obra ocupar uma lacuna. Assim, diversos profissionais se dispuseram a contribuir com um material inédito para essa atividade. “O Guia tem um pouco de tudo e é bastante completo com os assuntos que são mínimos e necessários para a carreira, mas que estão em constante evolução.”

Sócio da Krater, Diego Masiero espera que o Guia se torne uma referência para a profissão e para a educação cervejeira do país. “Queremos fazer parte de uma evolução constante do mercado, contribuindo para que ele tenha a qualidade e o reconhecimento que merece”, pontua eke.

Bia ainda explica que não foi possível esgotar os assuntos neste livro, o que até poderá resultar em um segundo volume voltado ao sommelier de cerveja. “Entendo que conseguimos cumprir com os objetivos do projeto e temos um grande livro, com uma entrega muito caprichada na diagramação e design, capa dura, ilustrado e com lindas fotografias.”

Como a titulação “sommelier de cerveja” foi incluída na Classificação Brasileira de Ocupações há poucos meses, ela entende que o livro é parte deste esforço coletivo do setor em ter uma profissão mais respeitada e compreendida.

O consumidor está cada vez mais interessado e exigente, está disposto a pagar por um produto com maior valor agregado, portanto precisa de um serviço à altura das boas cervejas servidas. O Guia da Sommelieria quer ajudar o profissional a servir melhor, para servir sempre

Bia Amorim, organizadora do Guia da Sommelieria de Cervejas

Grande time
Assinado por 28 profissionais de Brasil, Argentina, Peru e Inglaterra, especializados em diversas áreas – da produção à gestão de carreira -, o Guia da Sommelieria de Cervejas traz um grande time, não apenas pela quantidade expressiva de colaboradores, mas também pela qualidade e experiência dos envolvidos.

A própria Bia Amorim, por exemplo, é sommelière de cervejas desde 2010. Outro destaque na obra é o escritor inglês Martyn Cornell, um dos maiores especialistas do mundo no assunto, tendo escrito a seção dedicada à escola britânica.

Mas não foi fácil chegar a todos esses nomes, como conta Bia. “Atualmente temos muitos profissionais altamente capacitados e que têm conhecimento para contribuir, foram algumas reuniões conversando sobre esse time. Nem todas as autoras e autores têm formação de sommelieria, mas olhamos para cada tema buscando trazer uma pessoa especialista na área e que pudesse explanar sua experiência.”

Foram convites, tabelas para organizar, além de textos para ler e revisar. Outros desafios também fizeram parte do processo, como disponibilidade na agenda, experiência de escrita, vontade de participar de um projeto longo e questões ligadas ao momento atual, de grave crise sanitária.

“Senti que essa foi uma amargura de muitos de nós, na obra. Com quase dois anos de projeto, quase dois anos de pandemia e um setor que vive de entretenimento, aglomeração, degustação e brindes, todo mundo sofreu algum tipo de desgosto”, lamenta Bia.

Mas ter 28 autores de quatro diferentes países dá, em sua visão, muitas perspectivas diferentes para o livro destinado ao sommelier de cerveja. “Estamos muito felizes com o resultado, tenho certeza de que é o desafio que faz com que a gente escale sempre mais alto”, completa a sommelière.

O projeto
O projeto será viabilizado por meio de uma campanha de financiamento coletivo, um crowdfunding na plataforma da Catarse para contribuições dos interessados.

Aulas ao vivo com alguns dos autores do livro, além de um workshop sensorial conduzido por Bia Amorim, serão algumas das recompensas que estarão disponíveis para aqueles que apoiarem o projeto. A campanha, lançada neste domingo, vai até 10 de outubro.

A obra traz referências práticas, com orientações sobre atendimento e serviço, condução de treinamentos de equipe e desenvolvimento e gerenciamento de uma boa carta de cervejas e de chopes, entre muitos outros assuntos relevantes para a profissão. Com projeto gráfico especial, capa dura e totalmente colorido, o livro tem tiragem limitada.

Coautores do Guia de Sommelieria de Cervejas:

• Bia Amorim (organizadora): Sommelière de Cervejas, escritora, fundadora da Farofa Magazine e Por Obséquio Consultoria.
Participação no livro: Introdução; Nações Cervejeiras; Escola Brasileira; Carta de Cerveja (coautora); Lançamento de Cerveja; Ficha Técnica; Repertório e Outras Bebidas.

• Aline Silva: Hoteleira, especialista em Inteligência de Mercado pelo Ibramerc-SP e turismo de luxo pela ISEG de Lisboa, fundadora da agência Slow Travel Life na Espanha.
Participação no livro: Hospitalidade

• Aline Smaniotto Tiene: Cientista Social e Mestre em Antropologia Social pela Unicamp, Especialização em Antropologia e Consumo pela ESPM, Sommelière de Cervejas, Gerente de eventos e Comercial de cervejarias ciganas na Startup Brewing Co.
Participação no livro: Experiências e Eventos Cervejeiros

• André Lopes: Advogado, Sommelier de Cervejas, criador do Advogado Cervejeiro e autor do livro Direito para o Mercado da Cerveja.
Participação no livro: Legislação Cervejeira

• Andrea Huerta (Peru): Sommelière de Cervejas da Barranco Beer Company (Lima, Peru), juíza BJCP nível Certified, membro da Pink Boots Society, Sommelière de Cerveja, confeiteira, professora, consultora, membro da Pink Boots Society, fundadora da Funky Chicha.
Participação no livro: Degustação de Cervejas

• Cilene Saorin: Engenheira de Alimentos, Mestre Cervejeira, Sommelière de Cervejas, professora da Escuela Superior de Cerveza y Malta (Espanha) e Diretora de Educação da Doemens Akademie no Brasil e na Espanha.
Participação no livro: Prefácio

• Daiane Colla: Jornalista, Sommelière de Cervejas, Mestre em Estilos, juíza BJCP, professora, cavaleira da Ordem da Pá da Brassagem dos Cervejeiros Belgas e Certified Beer Server®.
Participação no livro: Escola Belga

• Diego “Van der Saar” Castro (Argentina): Engenheiro Químico pelo ITBA, BJCP nível National, Certificado Geral em Cerveja pelo Instituto de Cerveja e Destilação, Certificado Cicerone®, Sommelier de Cervejas pela Doemens Akademie, Mestre de Estilos pelo Siebel Institute, Certificado de Ciência do Consumidor e Sensorial Aplicado pela UC Davis, formação na KU Leuven Science of Brewing, cervejeiro consultor.
Participação no livro: Escola Alemã

• Diego Masiero: Produtor de eventos, sócio da Editora Krater e da Matinê Cervejeira.
Participação no livro: Gestão de Linhas de Chope

• Érica Barbosa: Mercadóloga, pós-graduada em Marketing Digital, mestranda em Mídias Criativas, Sommelière de Cervejas, Mestre em Estilos, fundadora do Marketing Cervejeiro®.
Participação no livro: Palestras, Workshops e Eventos Profissionais

• Fabiana Arreguy: Sommelière de Cervejas, jornalista e professora.
Participação no livro: Qualificações Profissionais e o Papel do Sommelier no Mercado

• Fernanda Bressiani: Sommelière de Cervejaa, Mestre em Estilos, coordenadora de Sommelieria e professora na Escola Superior de Cerveja e Malte.
Participação no livro: Concursos Cervejeiros

• Fernanda Meybom: Engenheira Química, mestranda em Engenharia de Alimentos, Sommelière de Cervejas, Mestre em Estilos, juíza BJCP, professora na Escola Superior de Cerveja e Malte.
Participação no livro: Harmonização

• Francisco Bellone (Argentina) e Julio Bellone (Argentina): Consultores de negócios e desenvolvimento organizacional.
Participação no livro: Gestão de Carreira

• Gustavo Renha: Sommelier de Cervejas, Mestre em Estilos, Certified Beer Server®, consultor, CEO do Box Beer Break.
Participação no livro: Profissão: Ser Sommelier

• Guto Procópio: Sommelier de Cervejas, sócio da Let’s Beer, professor do Instituto da Cerveja Brasil, consultor.
Participação no livro: Como Conduzir Treinamentos

• Jayro P. Neto: Engenheiro, Sommelier de Cervejas, Mestre em Estilos, vencedor do 5º Campeonato Brasileiro de Sommeliers de Cerveja (2019), juiz BJCP, consultor.
Participação no livro: Serviço de Cerveja

• José Bini (Argentina): Administrador, sócio fundador e cervejeiro da Bierhaus Brewing Co. (Buenos Aires, Argentina), juiz BJCP, cursou Advanced Brewing Theory no Siebel Institute of Technology.
Participação no livro: Processos Produtivos da Cerveja

• Kátia Jorge: Química, Mestre em Bioquímica, Doutora em Ciências de Alimentos, Mestre Cervejeira. Atualmente faz parte do Sensory System Team na FlavorActiV Ltd.
Participação no livro: Off Flavors

• Luís Celso Jr.: Jornalista e Sommelier de Cervejas, terceiro colocado no 1º Concurso Brasileiro de Sommelier de Cervejas (2014), professor do Instituto da Cerveja Brasil (ICB), consultor e juiz de cervejas, fundador do blog, e-commerce e clube BarDoCelso.com.
Participação no livro: História da Cerveja

• Marcio Beck: Jornalista, zitólogo, autor dos blogs “A Cicerone Certified Beer Server®, Volta ao Mundo em 700 Cervejas” e “Dois Dedos de Colarinho (O Globo), consultor e palestrante;
Participação no livro: Escola Norte-Americana

• Maria Eduarda Vitorino: Farmacêutica, formação em Tecnologia Cervejeiras (ICB) e sommelière de cervejas. Criadora de conteúdo no Pretas Cervejeiras;
Participação no livro: O Rótulo e Sua Função de Comunicar

• María Sol Cravello (Argentina): Sommelière de Cervejas, Beer Knowledge and Education Manager da AB-Inbev, Certified Cicerone®, instrutora do Cicerone Certification Program para a América do Sul, juíza BJCP nível Certified.
Participação no livro: Carta de Cervejas (coautora)

• Marta Rocha: Bióloga, Mestre e Doutora em Neurobiologia, Sommelière de Cervejas da Cervejaria Colorado, Embaixadora de Conhecimento e Cultura Cervejeira da Ambev.
Participação no livro: Gestão de Estoque

• Martyn Cornell (Inglaterra): Escritor e jornalista especializado em cervejas, autor dos livros Amber, Gold & Black, Strange Tales of Ale, Beer: The Story of the Pint e Beer Memorabilia.
Participação no livro: Escola Britânica

• Roberto “Bob” Fonseca: Jornalista, juiz de cervejas, idealizador da pesquisa “Melhores do Ano na Cerveja” desde 2009.
Participação no livro: Mercado Cervejeiro Brasileiro

• Sady Homrich: Engenheiro Químico, consultor cervejeiro, cervejeiro caseiro, colunista da Revista da Cerveja e baterista.
Participação no livro: Glassware

Menu Degustação: Brut IPA em lata da Bodebrown, cevada da Ambev…

A semana cervejeira foi repleta de iniciativas interessantes – inclusive sociais – e oportunidades de acesso a bons rótulos. Em Santa Catarina, por exemplo, a Blumenau vai realizar neste sábado mais uma edição do Drive Thru Solidário. Na iniciativa, o participante doa alimentos e leva, em compensação, cerveja para casa. Já a Bodebrown lançou a sua linha de Brut IPAs em latas.

Para quem está em busca de qualificação, também não faltam oportunidades. A Academia da Cerveja abriu vagas para aulas voltadas aos estados do Acre, Amapá e Alagoas. A ESCM, por sua vez, anunciou a realização de 15 cursos concentrados à distância. E, para ajudar em melhorias na cadeia produtiva, a Ambev vem testando uma plataforma para aprimorar a gestão de produtores de cevada.

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Confira estes e outras novidades da semana cervejeira no Menu Degustação do Guia:

Plataforma da Ambev
Mais tecnologia e inovação no campo. É desta forma que a Ambev quer transformar a gestão da produção de matérias-primas, especialmente a cevada, e aprimorar a primeira etapa da cadeia produtiva na qual está inserida. Fornecedores de cevada do Sul do país estão testando o Portal Agro, nova plataforma desenvolvida pela empresa para facilitar o gerenciamento de dados e dar mais velocidade e segurança aos processos financeiros e administrativos, como acesso a contratos, prazos de pagamento e valor da colheita. O Portal Agro reforça o ecossistema de tecnologia e inovação da Ambev, que conta com outras soluções para facilitar a rotina de trabalho no campo.

Brut IPA da Bodebrown
O encontro da tradição das Indian Pale Ale com toques sparkling, mais doses de muita criatividade, inspirou a cervejaria Bodebrown. Já está disponível em lata a linha Brut IPA, com quatro rótulos. São eles: Brut IPA Galaxy, Brut IPA El Dorado, Brut IPA Mosaic e a Brut IPA Sorachi Ace. A Bodebrown foi pioneira no Brasil em produzir em escala criações do estilo Brut IPA. “Também chamadas de Sparkling IPA, possuem uma efervescência marcante, sem deixar de lado a natureza de uma India Pale Ale”, explica o cervejeiro Samuel Cavalcanti, CEO da Bodebrown.

Ação social da Blumenau
Como forma de reconhecer a comunidade pelo apoio nos seus seis anos de história, a Cerveja Blumenau vai realizar o Drive Thru Solidário. A ação tem o objetivo de arrecadar cinco toneladas de alimentos. Nela, serão distribuídos 2,5 mil litros de chope Pilsen e Brut IPA da marca para quem contribuir com a campanha, que terá como beneficiadas as organizações sociais Puro Amor, Associação de Amigos, Pais e Portadores de Mielomeningocele (AAPPM) e Defesa Civil do município. O Drive Thru Solidário acontece neste sábado, das 9h às 13h, na fábrica da Cerveja Blumenau, no bairro Itoupavazinha. Quem doar 5 quilos de alimentos vai receber 2 litros de cerveja.

Academia no AC, AP e AL
A Academia da Cerveja, iniciativa de educação cervejeira da Ambev, abriu vagas gratuitas para o curso Introdução ao Mundo da Cerveja nos estados do Acre, Amapá e Alagoas. Os treinamentos, ministrados por professores internos e especialistas do mercado cervejeiro, ocorrerão na plataforma online da Academia da Cerveja e terão duas horas de duração. As vagas são limitadas e exclusivas para moradores dos três estados, maiores de 18 anos. Interessados podem realizar a inscrição pelo site.

Cursos concentrados à distância
A Escola Superior de Cerveja e Malte (ESCM) promove em outubro mais uma temporada de Cursos Concentrados EAD. São 15 opções de capacitação aprofundadas em assuntos de gestão, produção e sommelieria, podendo ser realizadas de qualquer lugar do mundo. As aulas acontecem a partir do dia 4 de outubro. Os cursos variam entre 24 e 60 horas, todas ao vivo. As práticas laboratoriais serão realizadas com uma estrutura multicâmera, montada no início da pandemia. As inscrições podem ser realizadas no link.

Petrópolis líder em inovação 
O Grupo Petrópolis está entre as 100 empresas que mais praticam inovação aberta com startups no país, pelo segundo ano consecutivo. O ranking foi divulgado pela 100 Open Startups, plataforma que conecta startups a grandes empresas e lista instituições líderes em inovação aberta no Brasil. O Grupo Petrópolis trabalha com startups desde 2019, quando desenvolveu o Inova GP. Hoje, a cervejaria tem contrato com 20 startups e, anualmente, participa do ecossistema de inovação, buscando oportunidades para interagir com instituições de ciência e tecnologia, além de programas de inovação.

Tap house da Sahara
A Sahara anunciou a inauguração da sua loja e tap house, o Sahara Beer n’ Stuff, no bairro do Brooklin, em São Paulo. A marca iniciou as operações em 2016, como cigana, e a pandemia a aproximou dos clientes, vendendo diretamente growlers e cervejas a eles. Como essas vendas foram crescendo e com a reabertura se aproximando, ficou iminente a necessidade de voltar a fornecer para os parceiros. A Sahara também que ter uma pequena loja com produtos afins à cerveja, como tabacaria e livros especializados. Já a nova casa terá 13 torneiras e geladeira com outros rótulos, além de destilados, vinhos e drinques.

Long neck da Lagoon
A marca mineira de cervejas artesanais Lagoon vai apostar em novos formatos e embalagens. Além das garrafas de 600ml, agora será possível encontrar nas gôndolas todos os cinco rótulos em long necks de 300ml: Triple Malt Pilsen, Lager, Amber Lager, Session IPA e American IPA. A escolha da embalagem se deu porque, para a empresa, ela facilita as vendas para determinados nichos de mercado e gela mais rápido, sendo bastante versátil. A marca também fechou parceria com o Verdemar, rede de supermercados de Belo Horizonte.

Eventos da Madalena
A Cervejaria Madalena, em Santo André (SP), retoma gradativamente a sua agenda de eventos. A fábrica-bar, que fica dentro da moderna instalação de envase da bebida com gigantes tanques de armazenamento, segue as atuais regras do Plano São Paulo, que estão em vigor em Santo André até 31 de agosto e que permitem o funcionamento entre 6h e 0h, com ocupação de 80% dos estabelecimentos. Com a flexibilização, a marca retomou o funcionamento de terça a domingo, incluindo a realização do happy hour, da Quarta Off-Road, que recebe veículos militares, 4×4, off-road e motos trail e big trail, do Encontro de Clássicos às quintas-feiras, com exposição de colecionadores de carros antigos e motos clássicas e customizadas, além de música com bandas ao vivo e cardápio com lanches, petiscos, churrasco e pizza.

BCB confirmado
A organização do BCB São Paulo, principal evento de destilados premium da América Latina, confirmou a realização da feira nos dias 26 e 27 de outubro. A notícia sobre o BCB São Paulo acompanha a confirmação de eventos internacionais semelhantes, como BCB Berlim (Alemanha), de 11 a 13 de outubro, e Imbibe (Inglaterra), que acontecerá em 13 e 14 de setembro.

Clube do Malte “zera” imposto e faz promoção com até 68% de desconto

A assustadora escalada da inflação atingiu também o mercado cervejeiro. Mas o consumidor aficionado por rótulos artesanais, ao menos, tem um motivo para comemorar em agosto: as inúmeras promoções que estão movimentando o setor. É o que ocorre agora com o Clube do Malte.

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Depois de a Invicta realizar a sua Semana da Justiça no começo do mês, o Clube do Malte está promovendo ação similar. Criou, assim, a Semana do Imposto Zero, uma oportunidade para o consumidor comprar suas cervejas “livres” de impostos.

A queima de estoque do Clube do Malte acontecerá entre os dias 27 e 31 de agosto com mais de 70 mil garrafas em promoção, segundo detalha o e-commerce. Os descontos chegam a até 68%.

“Prestes a completar seus 10 anos de empresa, a cervejaria vai tirar os impostos de seus produtos e de parceiros de sua plataforma. Ao todo serão mais de 260 rótulos com preços únicos de R$ 5,90 a R$ 9,90”, garante o Clube do Malte.

Há excelentes opções de rótulos artesanais brasileiros e internacionais nos estilos mais distintos possíveis, além de outros itens, como copos especiais. Para aproveitar a promoção, acesse https://www.clubedomalte.com.br/.

17 lançamentos de cervejarias artesanais realizados no mês de agosto

As cervejarias capricharam nos lançamentos de artesanais em agosto. O período foi cheio de inspirações, incluindo datas comemorativas, aniversários ou mesmo a estação do ano. A Demonho, por exemplo, aproveitou o inverno para apresentar duas Russian Imperial Stout de uma vez.

Quem aproveitou para brindar o público cervejeiro foi a Coruja, que lançou duas artesanais em agosto, homenageando os 30 anos da banda de heavy metal Angra. Já a Brassaria Ampolis aproveitou o Dia dos Pais para realizar mais uma homenagem a Mussum – Sandro Gomes, um dos seus filhos, é um dos fundadores da marca.

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Confira estes e muitos outros lançamentos de artesanais realizados em agosto:

Bodebrown
As incríveis manobras dos pilotos de acrobacias aéreas foram o ponto de partida para a mais nova criação da Bodebrown. Neste mês, a cervejaria curitibana lançou a Lupulol Acrobacia, uma edição especial comemorativa elaborada para o VIII Campeonato Nacional de Acrobacia Aérea, que aconteceu em agosto, no Aeroparque Aldeia da Serra (SJOY), em Palmeira, no Paraná. A novidade também celebra os 10 anos do Comitê Brasileiro de Acrobacia e Competições Aéreas. A Lupulol Acrobacia integra a Lupulol Projects, uma linha que se destina aos amantes dos lúpulos e inovações. A bebida apresenta nuances especiais de lúpulos com notas cítricas, verdes, amarelas e tropicais. A adição do maracujá traz uma acidez sutil, culminando em uma cerveja ao estilo Petit Sour India Pale Lager.

Brassaria Ampolis
Como forma de homenagear o lendário Mussum, ícone do humor brasileiro e conhecido por ser um pai dedicado aos seus seis filhos, a Brassaria Ampolis lançou em agosto, durante a semana de Dia dos Pais, mais um rótulo sazonal: a Biritis sem Filtris. De cor âmbar, com turbidez típica de uma cerveja não filtrada, ela tem como principais características aromas de malte e notas de fermentação. Além disso, possui características do malte tipo Vienna Larger, apresentando, de acordo com sua descrição, sabor tostado e caramelizado. Tem 5,3% de teor alcóolico e 22 IBUs de amargor.

Coruja
Consagrada como um dos maiores nomes do heavy metal, a banda Angra teve suas três décadas de história homenageadas com duas cervejas artesanais em agosto. O grupo se uniu à Coruja, de Forquilhinha (SC), para criar as cervejas comemorativas dos seus 30 anos. A linha é formada por long necks ilustradas com elementos dos álbuns que marcaram a história da banda. A primeira cerveja é uma Lager leve, com amargor sutil e aroma refrescante, graças ao dry hopping dos lúpulos Cascade e Amarillo. Já a segunda é uma IPA refrescante, com notas frutadas e amargor característico do estilo. A parceria ainda prevê o lançamento de um kit exclusivo, formado por uma garrafa de cada estilo e um copo personalizado da banda.

Cozalinda e Donner
O projeto colaborativo entre Cozalinda e Donner apresentou sua segunda safra. É a ampliação do projeto, agora com mais duas uvas e novidades: a Sympotein Merlot retorna, mas com novas características, e terá a companhia da Sympotein Chardonnay. Para 2022, a Cabernet Sauvignon se somará ao projeto. Na Sympotein Merlot, se manteve o barril em modelo de soleira. Desta forma, os microorganismos que participaram do processo do ano passado ganham a companhia de microrganismos que chegaram junto às uvas usadas em 2021. É uma Wild Ale safrada, que ano a ano vai sempre oferecer uma nova experiência. Já na Sympotein Chardonnay a metodologia segue o conceito de vinho laranja. O mosto da cerveja ficou em contato por 10 dias com as uvas colhidas em Caxias do Sul. Desta forma, capturou maior complexidade das uvas brancas, além de adquirir os microorganismos presentes na fruta.

Cruls
Para celebrar o aniversário de 4 anos, a Cruls lançou duas cervejas artesanais em agosto: a 1892, uma American Strong Ale de 9,8% de teor alcoólico com potencial de envelhecimento; e a Origem, cerveja do estilo New England Double IPA. Conforme a marca, as duas novas cervejas fazem parte de um resgate às origens. De um lado, a 1892 é uma referência à data de início da Comissão Exploradora do Planalto Central. Do outro lado, a série Cosmos faz menção ao ofício do líder da Missão Cruls, o belga Louis Ferdinand Cruls. A 1892 American Strong Ale tem 9,8% de graduação alcoólica, 115 IBUs e está disponível em garrafas 500ml. Já a Origem, da série Cosmos, tem 7,5% de graduação alcoólica, 62 IBUs e está disponível em latas de 473ml e chope.

Dádiva
A cervejaria Dádiva lançou em agosto o terceiro rótulo da Hoppy Breakfast, uma linha de Oatmeal Cream Double IPAs com 70% de aveia em suas receitas, sendo cervejas extremamente cremosas e aveludadas. Na #3 Hoppy Breakfast, foram utilizados os lúpulos Lemondrop e El Dorado, que trouxeram para a cerveja aromas e sabores de frutas cítricas e frutas de caroço, como pêssego e nectarina, finalizando com um toque herbal. Ela tem 8,4% de teor alcoólico, coloração amarelo intenso e 50 IBUs.

Demonho
A Cervejaria Demonho decidiu apostar em duas Russian Imperial Stout para o inverno, ambas lançadas em latas de 473ml e chope. A marca apresentou a Demonho Quer Chocolate, que traz uma base de uma clássica Russian Imperial Stout com adição de nibs de cacau selvagem amazônico. Eles oferecem notas frutadas que remetem a tâmara e cassis, dando suporte à esterificação da levedura inglesa. As notas clássicas de café, chocolate e frutas secas escuras fundem-se com o cacau selvagem. O teor alcoólico é de 11%, com 60 IBUs de amargor. Já a Saudade de uma RIS sem frescura, né, minha filha? é uma RIS sem lactose e adjuntos. Tem 11% de graduação alcoólica e 65 IBUs.

Labirinto
A cervejaria carioca Labirinto está lançando seu primeiro hidromel, o Labee. E a novidade chegou ao mercado no Mead Day, dia internacional do hidromel, que foi comemorado no primeiro sábado de agosto. O hidromel (mead) é uma bebida alcoólica que está presente em diversas culturas desde os primórdios da humanidade e ficou conhecida como “néctar dos deuses” na mitologia grega. Ela utiliza como base três ingredientes: água, mel e leveduras. Através da fermentação, transforma o açúcar do mel em álcool e, em seguida, a mistura passa por um processo de maturação durante meses, até alcançar como resultado uma bebida equilibrada. O Labee é um hidromel tradicional e suave, sendo leve e com alta drinkability. Seu sabor tem um dulçor pronunciado, segundo a Labirinto.

Nacional
A Cervejaria Nacional segue em clima de comemoração pelos seus dez anos e repleta de novidades. A fábrica-bar lançou neste segundo semestre a campanha DNA Nacional, inspirada nos biomas brasileiros. As primeiras cervejas artesanais apresentadas foram a Pampas e a Cerrado, ambas em agosto. Todas foram elaboradas com ingredientes característicos de cada solo e região do país. A Cerrado Porter tem como ingredientes protagonistas a castanha de pequi e o licuri. A erva-mate é o principal ingrediente da Pampas, que possui como base uma English Pale Ale. Seu amargor é de 43 IBUs, tendo 5,4% de teor alcoólico.

Ouropretana
Para celebrar seus 10 anos, a Cervejaria e Destilaria Ouropretana anunciou o lançamento do Ouropretana Whisky Amburana Brown Porter. A bebida aposta no encontro da produção cervejeira com a destilaria, através dos barris feitos de madeira amburana, utilizados em duas produções da casa. O Ouropretana Whisky Amburana Brown Porter é um uísque single malt feito com maltes especiais, destilado em alambique de cobre estilo Pot Still, envelhecido em barris de carvalho norte-americano e finalizado nos barris de madeira amburana que receberam a produção da cerveja Ouropretana Amburana Brown Porter.

Santo Chico
Lançada pelo Santo Chico, a Chiquinha é uma Witbier clara, maltada e muito saborosa. De cor amarelo palha, bastante turva devido ao malte de trigo, chega a ser levemente esbranquiçada. Nela nota-se especiarias: cascas de laranja-bahia, limão siciliano e semente de coentro. Com alta carbonatação, passa uma sensação efervescente, de acordo com o seu descritivo. Levemente cítrica e muito refrescante, o novo rótulo tem 4,5% de graduação alcoólica e 16 IBUs.

Schornstein
A Schornstein completou 15 anos em junho e as celebrações continuam, agora com o lançamento da Doppelbock em edição limitada. A cerveja passou por maturação por cerca de quatro meses e tem os seus aromas inspirados no estilo alemão e em homenagem à cidade natal da marca: Pomerode (SC), conhecida como o município mais alemão do Brasil. A Schornstein 15 Anos Doppelbock é distribuída em garrafa rolhada de 750ml, seu teor alcoólico é de 7,9% e tem 24 IBUs de amargor. Possui coloração âmbar e reflexos alaranjados. O aroma e o sabor do malte prevalecem, com notas de caramelo, toffee e de frutas passas escuras.