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Cerveja forte: Entenda como setor derrubou 2 medidas prejudiciais às artesanais

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O final de 2019 mostra que o segmento de cervejas artesanais se fortaleceu politicamente. Em outubro, a criação da Câmara Setorial da Cerveja pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) já indicava que o setor havia aumentado a representação em Brasília. E, nas últimas semanas, duas situações enfrentadas mostraram que a cerveja artesanal está forte na prática.

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Nos dois casos, a Associação Brasileira da Cerveja Artesanal (Abracerva) liderou o setor para encarar duas situações distintas: enfrentar no Senado um projeto que proibisse a propaganda de cervejas e evitar que o Governo de Santa Catarina retirasse incentivos fiscais dos pequenos cervejeiros do estado.

O PLC 83
A primeira batalha começou em novembro, quando empresários do setor se mobilizaram contra o PLC 83 (Projeto de Lei da Câmara), que está em tramitação no Senado desde 2015. De autoria do deputado federal João Pizzolatti, do PP de Santa Catarina, o projeto quer proibir a propaganda de bebidas alcoólicas em qualquer meio de comunicação social.

O PLC 83 modifica uma lei de 1996 que permite que bebidas com menos de 13°GL (grau de medida de teor alcoólico) façam propagandas em qualquer mídia sem restrições. As cervejas, em sua esmagadora maioria, possuem um grau alcoólico menor do que 13° GL e, portanto, sempre tiveram liberdade na publicidade.

Para Carlo Lapolli, presidente da Abracerva, a mudança atinge diretamente as pequenas cervejarias. “A arbitrariedade não leva em consideração aspectos fundamentais deste segmento. O primeiro é a geração de empregos: só em 2019, foram geradas 991 vagas. Dessas, 553 foram em cervejarias de até nove funcionários. Estas indústrias fazem parte da crescente alvorada das cervejarias artesanais e independentes do país, que chegaram ao número mil em 2019 com uma expectativa de iniciar 2020 na casa das 1.200 marcas”, defende o presidente da Abracerva.

“Proibir a propaganda de cerveja vai implicar em um futuro incerto para estas pequenas fábricas. Em um país que não conta com uma lei de proteção concorrencial efetiva no setor, a vedação de propaganda em meios como jornais, internet e rádio significará a proibição dos pequenos concorrerem de forma igualitária com os grandes até nisso”, conclui Lapolli.

O projeto foi colocado na pauta de votação do dia 19/11 na Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS), onde tramitava. Mas a Abracerva mobilizou seus associados, que enviaram emails a todos os senadores da comissão, e o projeto foi retirado da pauta. Isso não significa que a questão está resolvida, mas o setor agora será amplamente ouvido no debate.

“Está aberto o diálogo. O PLC 83 foi retirado de pauta para que o debate com o setor produtivo seja aprofundado. Agradecemos a todos que se empenharam e se mobilizaram em favor da cerveja artesanal brasileira”, celebrou a Abracerva em nota oficial.

Os incentivos em SC
Na final de novembro, por sua vez, os cervejeiros de Santa Catarina levaram um susto ao tomarem conhecimento que o governador Carlos Moisés, do PSL, havia enviado à Assembleia Legislativa um Projeto de Lei que suspendia o incentivo fiscal existente desde 2009 para pequenas cervejarias.

E o que mais chamou a atenção dos empresários foi que, no começo do ano, os cervejeiros já haviam acertado com a Secretaria da Fazenda e com o Ministério Público a manutenção do apoio.

O incentivo em Santa Catarina age diretamente sobre a Substituição Tributária (ST) do ICMS, que atualmente é um dos maiores vilões tributários para uma cervejaria. E o projeto enviado pelo governo acabava com o crédito presumido do ICMS na ST.

“Uma cerveja que hoje custa R$ 10 subiria para R$ 12,70. O ICMS ST ia de R$ 1,44 para R$ 4,11″, explica Lapolli, o presidente da Abracerva.  

Carlo Lapolli, presidente da Abracerva, com o deputado Ivan Naatz

Diante do projeto, mais uma vez os cervejeiros se mobilizaram enviando emails aos deputados estaduais. A principal argumentação foi de que nos últimos 10 anos o setor, na verdade, gerou aumento de arrecadação, sem contar os postos de trabalho criados.

Segundo o levantamento apresentado, a arrecadação com ICMS das pequenas cervejarias catarinenses que usam o benefício saiu de R$ 821 mil em 2010 para mais de R$ 8 milhões em 2019.

E toda essa mobilização surtiu efeito. No dia 29/11, o governo catarinense divulgou uma nota dizendo que houve um engano na redação do projeto. “A Secretaria de Estado da Fazenda (SEF/SC) esclarece que no Projeto de Lei (PL) 458/2019, encaminhado à Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) nesta semana, consta um erro sobre a retirada de benefícios fiscais para o setor de cervejas. Uma das cláusulas do projeto, similar ao do Rio Grande do Sul, será alterada para que o segmento continue com os incentivos”, assegurou a nota.

Nave leva cevada da AB InBev para teste no espaço

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Um carregamento inusitado chegou às mãos de astronautas que habitam o espaço nesta segunda-feira: uma cápsula carregando cevada. Ela aportou com sucesso na Estação Espacial Internacional, após três dias de viagem acoplada a um foguete.

A “entrega” faz parte de um experimento financiado pela AB InBev, chamado “Malting ABI Voyager Barley Seeds in Microgravity”, algo que poderia ser livremente traduzido como “malteando grãos viajantes de cevada na microgravidade”.

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O principal objetivo do experimento é acompanhar como o grão se desenvolve no espaço, onde a gravidade é zero, para aprimorar os conhecimentos a respeito dos possíveis usos da cevada na indústria alimentícia – tanto em cerveja como em produtos como o pão.

Batizada de Cargo Dragon, a cápsula foi desenhada e montada pela SpaceX, uma companhia privada fundada em 2002 pelo empreendedor e entusiasta de tecnologia Elon Musk.

A Cargo Dragon foi projetada para levar e trazer tanto carga quanto pessoas para destinos que “orbitem a Terra”, como satélites e estações espaciais. Trata-se da única aeronave capaz de trazer de volta do espaço quantidades significativas de carga.

Com previsão para ficar atracada na estação espacial por quase um mês, a cápsula retornará à Terra por volta do dia 4 de janeiro de 2020. Além do teste com a cevada, o carregamento de três toneladas de equipamentos levou material para outras experiências.

Uma delas envolve “super camundongos musculosos” modificados geneticamente, enquanto a outra vai testar robôs com capacidade de serem “empáticos” para ajudar os seis astronautas – três norte-americanos, dois russos e um italiano – que vivem na estação espacial atualmente.

Outras experiências
Dois anos atrás, a AB InBev já havia feito experimentos parecidos, quando testou a reação da cevada em condições de gravidade baixíssima ao longo de um mês.

Na ocasião, o vice-presidente de marketing da Budweiser, Ricardo Marques, relacionou a iniciativa ao “espírito empreendedor” que deu origem à marca “Quando o sonho da colonização de Marte se tornar realidade, a Budweiser vai estar lá para brindar o próximo passo da humanidade”, sonhou alto.

Justiça do RS libera o uso do termo Helles nos rótulos de cerveja; Entenda a decisão

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A polêmica envolvendo o registro de nomes e ingredientes comuns como marcas cervejeiras ganhou mais um capítulo. Na última quinta-feira, em decisão colegiada de segunda instância, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul liberou o uso do termo Helles nos rótulos da Cervejaria Abadessa, de Porto Alegre. 

A decisão envolve a polêmica batalha que se instalou entre cervejarias gaúchas a partir de abril de 2019, após a Fassbier, de Caxias do Sul, notificar judicialmente outras empresas pelo uso do termo Helles em seus rótulos.

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Tudo, porém, começou na década passada, quando o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) deu a titularidade da marca Helles à Fassbier. Depois de muito tempo, a cervejaria enviou neste ano notificações extra-judiciais pedindo que outras empresas retirassem a palavra Helles dos rótulos. Além disso, em junho, a Fassbier ajuizou uma ação na Justiça de Caxias do Sul contra a Abadessa – e obteve liminar favorável.

A Abadessa, então, recorreu da decisão e o caso foi para a segunda instância do Tribunal de Justiça do Estado. Na última quinta-feira, por 4 votos a 1, a 6ª Câmara Cível do Tribunal decidiu liberar o uso do termo Helles nos rótulos da cervejaria.

O Guia acessou os documentos online do processo para saber os detalhes dessa decisão. E os votos favoráveis à liberação trazem amplos argumentos, passando pelo mundo do vinho e chegando ao debate sobre o que é uma marca.

Os votos favoráveis
Relator do processo, o desembargador Ney Wiedemann Neto citou, em seu voto, a notoriedade dos estilos de cerveja. “Dentre os estilos de cerveja, estão a Lager, a Pilsen, a Weissbier, a India Pale Ale, a Red Ale e, inclusive, a Helles (Munich Helles), entre outros tantos estilos. Destarte, determinar que a demandada (Abadessa) se abstenha de produzir e comercializar cerveja fazendo uso da marca ‘Helles’, não merece guarida”, argumentou o desembargador, que fez uma analogia ao mundo do vinho.

“Seria o mesmo que impossibilitar a denominação de um vinho Merlot de uma determinada vinícola com a referida expressão no rótulo da garrafa, que nada mais é do que um tipo de casta de uva, em razão do registro de uma marca de vinícola com a referida denominação Merlot”, finalizou Wiedemann.

Outro voto favorável foi do desembargador Luís Augusto Coelho Braga, que usou como base outra decisão tomada pelo mesmo colegiado, liberando o uso da expressão Mamma Mia para uma pizzaria. Além disso, segundo ele, a verdadeira marca da cerveja não é Helles.

“Veja-se que a marca da agravante é Cervejaria Abadessa e não Helles, que é usado para diferenciar e categorizar as cervejas por fatores como cor, sabor, força, ingredientes, método de produção, receita, histórico ou origem. Assim, a marca que a demandante (Fassbier) pretende utilizar com exclusividade se trata de expressão que não possui a originalidade necessária a ponto de se obrigar as demais à abstenção do uso comercial”, avaliou Braga.

Jurisprudência e repercussão
Além do fato em si, a decisão do TJ gaúcho pode ter impacto muito maior. Afinal, a liberação e os argumentos dos desembargadores podem criar a chamada jurisprudência, possibilitando que outros juízes se baseiem nessa decisão quando forem analisar casos semelhantes.

Isso significa que, ao analisar processos que envolvam o registro de nomes e ingredientes comuns como marcas, há a possibilidade da Justiça decidir da mesma forma em primeira instância – na semana passada, o Guia mostrou que outros estilos estão registrados como marca no INPI.

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Empresários e consumidores, aliás, receberam com alegria a decisão de liberar o uso do termo Helles. Em seu Instagram, por exemplo, a Associação Brasileira da Cerveja Artesanal (Abracerva) declarou: “a Abracerva, assim como o mercado, comemora essa decisão. Nesta sexta, está liberado brindar com a sua Helles preferida.”

Preço da cerveja acompanha inflação e sobe 0,83% em novembro

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O preço da cerveja no domicílio voltou a aumentar em novembro e registrou inflação de 0,83%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Teve, assim, crescimento superior ao do índice geral, que subiu 0,51% no 11º mês de 2019, na maior elevação em novembro desde 2015.

Com essa alta, o aumento no preço da cerveja em domicílio no ano é de 2,73%. E, de acordo com os dados divulgados pelo IBGE, a inflação da cerveja fica em 3,31% quando considerados os últimos 12 meses.

O aumento nos preços da cerveja em domicílio se reflete no setor de alimentação e bebidas, que teve inflação de 0,72% no mês. “A aceleração no grupo alimentação e bebidas deveu-se, principalmente, ao comportamento dos preços das carnes, que registraram alta de 8,09% e contribuíram com o maior impacto individual no mês (0,22 ponto percentual)”, explica Pedro Kislanov, gerente da pesquisa.

Já os preços da cerveja fora do domicílio tiveram alta em novembro, de 0,13%, segundo o IPCA. E também há inflação nos outros dois cenários observados: de 0,76% em 2019 e de 1,61% nos últimos 12 meses.

Os preços de outras bebidas alcoólicas no domicílio, por sua vez, tiveram redução de 0,19% em novembro. Ainda assim, há inflação em 2019 (1,95%) e nos últimos 12 meses (0,86%).

Tal cenário é similar ao dos preços das bebidas alcoólicas fora do domicílio: também caíram em novembro (-0,21%), mas seguem em elevação no ano (1,82%) e nos últimos 12 meses (1,98%).

Brahma promove open bar para vascaínos após boom de sócios-torcedores

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O boom no programa de sócios-torcedores do Vasco ativou uma interessante ação de marketing por parte da Brahma e motivou os apoiadores do clube a atingirem uma nova marca. No último sábado, quatro bares do Rio de Janeiro deram latinhas da cerveja após o clube superar a marca de 170 mil torcedores associados.

“A mobilização de vascaínos que tornou o clube o que mais possui sócios-torcedores do Brasil em tempo recorde merece um brinde”, destacou Gustavo Tavares, gerente de marketing esportivo da Ambev, quando a marca anunciou a campanha.

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“E a Brahma, parceira do clube desde 2010, tinha de criar algo para celebrar esse momento único da história do clube. Desde sexta, quando começamos a divulgar nosso desafio, a torcida vascaína se empenhou e agora vamos brindar juntos com Brahma”, acrescentou o executivo.

A iniciativa da Brahma foi mais um dos marcos de dias de mobilização dos vascaínos. Motivado pela Black Friday, o clube realizou uma promoção para a adesão de torcedores ao seu programa de sócios. A ação deu tão certo que foi ampliada após a data do comércio para compras e levou o clube a se tornar o time brasileiro com mais inscritos em um programa de sócio-torcedor.

Assim, para manter a mobilização dos vascaínos, a Brahma – que é patrocinadora da equipe – decidiu realizar a iniciativa que distribuiu latinhas de cerveja aos torcedores.

A marca instalou geladeiras trancadas em quatro bares do Rio. Elas possuíam um contador que atualizava o número de sócios. Quando se alcançou o número de 170 mil associados, as latinhas de Brahma – com limitação de duas por pessoa – foram distribuídas.

Assim como a mobilização dos vascaínos foi além da Black Friday, a ação da Brahma não terminou no sábado. No domingo, dia da rodada final do Campeonato Brasileiro, com a realização da partida entre Vasco e Chapecoense, a marca fechou parceria com 45 bares do Rio que deram chope em dobro para os torcedores comemorarem a grande adesão de sócios. O chope foi limitado a duas unidades por pessoa.

Vasco e Brahma são parceiros desde 2010. O acordo permitiu investimentos na infraestrutura do clube, como no Centro Avançado de Prevenção e Reabilitação Esportiva do Vasco da Gama (CAPRRES), inaugurado em 2016.

Neste ano, foram realizadas melhorias no estádio de São Januário, com a instalação de novos refletores e de um placar eletrônico mais moderno e adequado aos padrões estabelecidos por CBF e Conmebol para receber partidas internacionais.

10 cervejarias com novidades imperdíveis para o Slow Brew

Chegou o momento que muitos cervejeiros aguardam o ano todo: neste sábado ocorre o Slow Brew, um dos maiores festivais do país onde os visitantes podem degustar à vontade 464 rótulos de 98 cervejarias diferentes.

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Não é difícil ficar à deriva nesse oceano de cervejas. Assim, o Guia separou 10 marcas que se destacam com novidades. Ainda assim vale ficar atento, pois alguns rótulos só estarão disponíveis em determinados horários.

E, mesmo para quem não será um “slower” (como são chamados os visitantes do festival), fique de olho pois alguns desses lançamentos chegarão em breve ao mercado. Confira, a seguir, algumas novidades do Slow Brew.

Avós
Especializada em Lagers, a cervejaria Avós irá levar ao festival seu conceito de cervejas frescas – envasadas poucas horas antes – chamado de Fresh Lagers. São dois rótulos seguindo esse conceito: Oma Anna, uma Leicht Bier alemã, e a Fruit Porn Frambo Mango, uma Juicy IPL com manga e framboesa criada em colaboração com a Hoppy People, da Suíça.

Devaneio do Velhaco
De Porto Alegre para o Slow Brew, a Devaneio vem com um lançamento inusitado: a Extravagância Espontânea, uma cerveja híbrida feita com mosto de cevada e uva arinarnoa. São duas fermentações: a primária é feita pelas leveduras da casca da uva e a secundária em barris de carvalho norte-americano com brettanomyces, lactobacillus e pediococcus. A previsão de lançamento desse rótulo é por volta das 15h.

Edge Brewing
A cervejaria de Barcelona, que chegou ao Brasil em abril de 2019, estará pela primeira vez no Slow Brew com cinco rótulos disponíveis para degustação. Destaque para a Triple Virgin Cherries, uma Tripel com cerejas que estará disponível a partir das 15h15.

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Júpiter
A cervejaria leva seis rótulos, dois deles especiais para o festival: a Cabeça de Melão, uma New England APA com melão, melancia e pepino, feita em parceria com o What´s on Tap; e a Cookie, uma Wheat Wine com avelã e baunilha, uma colaborativa com a Cervejaria Nacional.

St. Patrick´s Beer
Pela primeira vez no festival, a St. Patrick´s Beer estará no espaço Extravaganza com uma versão do rótulo Irish Car Bomb especialmente feita para o Slow Brew: uma Imperial Stout com cacau e baunilha, que agora terá menos teor alcoólico e foi envelhecida em barricas de whisky irlandês. Além disso, para animar a festa, durante os shows de música irlandesa que acontecerão às 16h e 17h, o Pedrinho, leprechaun da marca, estará distribuindo cartolas para o público.

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Synergy
Diversidade não vai ser problema para a Synergy. A cervejaria estará com oito rótulos no Slow Brew, com cinco lançamentos: Power it Up (Triple NEIPA), Oakstanding Mocha (RIS com café, cacau e lactose, envelhecida em barris de Bourbon), Oakstandind Maple Coconut (RIS com coco queimado e maple, maturada em barris de Bourbon), uma American Barley Wine e uma Berliner Weisse com muito morango – essas duas últimas serão batizadas pelo público durante o festival.

Three Hills
Vencedor do reality show Mestre Cervejeiro Einsenbahn em 2017, Ivan Tozzi estará pela primeira vez no Slow Brew com sua Three Hills. Na primeira parte do evento, até as 15h30, ele vai servir a Helena, uma Cream Ale com dry hopping de Citra. E, na segunda metade, haverá um lançamento: a Gabriela, uma Hazy Session IPA.

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X Craft Beer
A Shadowplay, uma New England IPA, será a aposta da cervejaria para este Slow Brew. O nome do rótulo é inspirado em uma música, de mesmo nome, da banda Joy Division.

Wonderland
A conhecida cervejaria carioca, que tem como tema o País das Maravilhas de Alice, chega pela primeira vez ao Slow Brew com nove rótulos. Destaque para a Timeless Porter com lactose e caramelo (receita feita para o casamento dos donos da cervejaria) e para a Summer Glory, uma American Wheat com abacaxi e coco.

Zev
Estreante no Slow Brew, a cervejaria de Suzano estará com dois rótulos disponíveis a partir das 16h no setor Extravaganza: uma Double NEIPA com coco queimado e uma Red IPA.

Alceu Valença e fruit beer da Colorado: Brasilidade da concepção aos ingredientes

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A manga-rosa, o melão maduro, o sapoti, o juá, a jabuticaba, o umbu-cajá, a carne de caju, o mel de uruçu e a cana-caiana. Os alimentos elencados acima estão unidos pela brasilidade e também por estarem presentes em uma conhecida música nacional, “Morena Tropicana”, de Alceu Valença.

É a partir da brasilidade de todos esses elementos que Alceu constrói uma narrativa em que enumera frutas, alimentos e seus gostos, para falar do lúdico, do corpo, dos gestos e do erotismo, além de citar tessituras – como o gosto e o sumo da manga-rosa – e o desfrute dos alimentos.

Também tendo a brasilidade como premissa, a Colorado apresentou recentemente o seu novo rótulo. Com a tradição de sempre apostar em elementos tipicamente brasileiros em suas receitas, a cervejaria de Ribeirão Preto resolveu uni-los aos ingredientes básicos de uma cerveja e, principalmente, à cultura nacional. Criou, assim, a Tropicana, que homenageia Alceu e traz a sua foto no rótulo.

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Essa “harmonização” entre cultura, cerveja e ingredientes brasileiros promovida pela Colorado rendeu a sua nova Fruit Beer. E a Tropicana, assim, além de água, malte, lúpulo e levedura, leva cajá e umbu. Juntos e misturados, como Alceu faz com diferentes estilos musicais, rendem um sabor frutado ao rótulo com 4,3% de teor alcoólico e 10 IBUs.

A escolha pela emblemática “Morena Tropicana” para dar nome ao rótulo foi natural, até pela sua letra, como destaca Guilherme Poyares, gerente de marketing da Colorado, em entrevista ao Guia. Segundo ele, outras frutas citadas por Alceu na letra poderiam ter entrado na receita, embora a escolha tenha sido o cajá e o umbu.

“Morena Tropicana traz diversos ingredientes tipicamente nacionais. É a canção perfeita para representar o que fazemos em nossas cervejas. Entre tantas frutas tipicamente brasileiras, qualquer uma delas poderia fazer parte de nossa receita”, afirma.

O profissional da Colorado ressalta, porém, que a opção por cajá e umbu não foi fortuita, sendo definida a partir da busca pelo baixo amargor e teor alcoólico do rótulo, além de se inserir em um contexto de apresentar ingredientes que, embora tenham a brasilidade como marca, nem sempre são tão conhecidos pelos cervejeiros.

“Sempre procuramos trazer para nossas receitas ingredientes tipicamente brasileiros. Em algumas, usamos elementos já tradicionais e conhecidos das pessoas. Em outras, buscamos algo novo e não tão difundido em todas as regiões do Brasil”, comenta Guilherme, para depois acrescentar.

“Escolhemos o umbu e o cajá para deixar todos os gostos e sabores mais harmonizados nessa Fruit Beer. Queríamos fazer uma cerveja com um sabor frutado e um leve dulçor, com um teor alcoólico e um amargor baixo. E isso só seria possível com essa mistura”, complementa o executivo.

A panela de Alceu
De São Bento do Una, entre o agreste e o sertão pernambucano, Alceu Valença é um dos representantes mais expressivos do pós-bossa-nova na música popular brasileira, misturando aspectos bem associados ao Nordeste e sua música – como o baião, o coco, o frevo, o maracatu e o repente – com traços de blues, pop e rock. Assim, projetou um estilo único. E sempre chamou a atenção em seus shows por apresentar traços que lembram espetáculos circenses.

Mais brasileiro impossível, como entendeu a Colorado ao associá-lo diretamente ao novo rótulo. “Para nós, uma boa cerveja não é feita apenas com água, malte, lúpulo e levedura. Ela pode ter muitos mais gostos e sabores, sempre explorando tudo aquilo que a biodiversidade do Brasil pode dar”, aponta Guilherme. “E se existe algum artista que consegue representar tudo isso em suas canções, sempre destacando a cultura brasileira, esse é Alceu Valença. Ele mostra tudo aquilo que qualquer rótulo de Colorado tem de melhor: a brasilidade.”

Uma das maiores e mais conhecidas marcas do mercado de artesanais, a Colorado parece não ter focado apenas na brasilidade para homenagear Alceu Valença, mas em toda a cultura musical. Afinal, como lembra Guilherme, a marca se tornou a cerveja oficial de um conhecido festival de rock em Ribeirão Preto.

“Estamos sempre em busca de novas possibilidades para as nossas cervejas. Desde o ano passado, somos a cerveja oficial do festival João Rock, em Ribeirão Preto. Desta vez, resolvemos ampliar nossa ligação com o universo musical, homenageando um dos principais cantores do país”, conclui o gerente de marketing da cervejaria.

Produção de bebidas alcoólicas amplia crescimento em outubro

A produção de bebidas alcoólicas no Brasil registrou crescimento em outubro, assim como havia ocorrido em setembro. A elevação da fabricação foi de 3%, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado contribuiu, portanto, para elevar o ritmo da produção industrial brasileira, que subiu 0,8% na comparação com o mês imediatamente anterior com ajuste sazonal.

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Assim, segundo os dados do IBGE, a produção de bebidas alcoólicas continua em crescimento neste ano, agora de 5% até outubro. Já o aumento no período de 12 meses é de 3,9%.

O cenário de crescimento em outubro se repete na indústria de bebidas em geral. Houve elevação de 3,6% no décimo mês do ano, com os dados também sendo positivos em 3,5% no somatório de 2019 e em 2,2% nos últimos 12 meses.

O mesmo panorama se repete com a produção de bebidas não-alcoólicas: a elevação foi de 4,2% na comparação com o mesmo período de 2018, de 1,9% nos dez primeiros meses de 2019 e de 0,3% no acumulado dos últimos 12 meses.

Também ocorreu alguma melhora nos números para a indústria nacional, com crescimento de 0,8% no décimo mês de 2019, na comparação com setembro. A produção também se elevou 1% em relação a outubro de 2019. Porém, há encolhimento de 1,1% em 2019 e de 1,3% nos últimos 12 meses.

“Quando observamos os últimos três meses, percebemos uma melhora na trajetória da indústria, embora não seja no todo”, avalia André Macedo, gerente da pesquisa do IBGE.

“Esse crescimento vem sendo influenciado pela demanda doméstica e por uma pequena melhora no mercado de trabalho, acompanhadas pela massa de rendimentos, a concessão de crédito, a liberação do FGTS e a inflação abaixo da meta. Essa melhora está longe de recuperar as perdas do passado, mas mostra uma mudança no setor industrial, que até metade do ano estava negativo”, acrescenta ele.

Em ação para auxiliar ONGs, Ambev cria leilão com 24 “experiências”

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A Ambev acaba de lançar uma importante iniciativa de fim de ano. Buscando arrecadar fundos para ONGs que criam oportunidades para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade, a cervejaria criou o Leilão do Bem, que negociará 24 itens ou experiências.

O leilão vai até 13 de dezembro e será feito pela V. Lance, uma plataforma que permite aos usuários delimitar o valor máximo que pretendem dar nos itens – mesmo que eles estejam desconectados, o site se encarrega de realizar as ofertas. Os lances mínimos variam entre R$ 100 e R$ 25 mil e podem ser feitos pelo site https://ambev.vlance.com.br/.

Entre os itens que serão leiloados estão a experiência de produzir a própria cerveja e de conhecer duas cervejarias da Ambev: a Patagônia, localizada em Bariloche, na Argentina, que conta com uma paisagem singular onde as montanhas misturam-se às famosas águas do Rio Negro; e a Bohemia, em Petrópolis, que é a primeira cervejaria do Brasil.

Destaque, ainda, para a possibilidade de arrematar uma vaga no Workshop de Harmonização de Cerveja com Mestre Cervejeiro, em São Paulo, com direito a parte teórica de análise sensorial e harmonização com seis pratos.

Já em Belo Horizonte haverá a oportunidade de participar de um jantar harmonizado por um mestre-cervejeiro no Ateliê Wälls, seguido por um tour no local que reúne inovação e arte.

Ações sustentáveis
A iniciativa da Ambev ocorre por meio de seu programa VOA, que compartilha conhecimentos em gestão com ONGs brasileiras para ajudá-las a se estruturarem melhor e a ampliarem seu impacto na sociedade. Toda a arrecadação do leilão será destinada a parceiros do programa, como Aliança Bayeux Franco Brasileira (PB), Instituto Moinho Cultural (RJ) e Instituto Amparando (RJ).

Esse, contudo, não é o primeiro movimento recente da Ambev na direção da sustentabilidade. Na semana passada, a cervejaria se tornou a primeira empresa brasileira da indústria de bebidas a assinar o compromisso global Business Ambition for 1.5 our Only Future do Pacto Global da ONU.

Trata-se de uma iniciativa criada para mobilizar empresas com o compromisso de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em um nível que contribua para que o aumento da temperatura média mundial, até 2050, se limite a 1,5ºC acima dos níveis pré-industriais.

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A assinatura do pacto foi feita por Jean Jereissati, atual diretor-geral da companhia, em São Paulo. Ao aderir à campanha, a empresa será avaliada pela Science Based Targets Initiative (SBTi), que vai medir os impactos de sua produção e delimitar uma meta personalizada para conter o aumento da temperatura da terra. O prazo para adequação ao novo modelo é de dois anos.

“Sabemos que as questões climáticas são urgentes e que nosso papel é fazer parte da solução. Em 2018, traçamos metas socioambientais para 2025 e reduzir os níveis de CO2 já estava nos nossos planos. Agora, temos mais um motivo para avançar nessa jornada”, conta Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de Sustentabilidade da Cervejaria Ambev.

Após caso Helles, termos Kveik e Russian Imperial Stout reabrem debate sobre marcas

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Estilos e ingredientes tradicionais e famosos no mundo cervejeiro estão virando marcas registradas no Brasil. Depois da polêmica envolvendo o “caso Helles”, termos como Kveik e Russian Imperial Stout também entraram sob análise do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), reacendendo o debate sobre os limites do registro de palavras usualmente utilizadas no setor.

Não se trata, porém, de um problema novo. Uma pesquisa realizada pelo Guia apontou que, além de Helles, termos como Weiss e IPA Hop tiveram os pedidos de registros concedidos – e atualmente são nomes que pertencem a cervejarias.

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Em outros casos, houve o pedido de registro de marcas como Baltic Porter e Double Bock, mas o INPI negou. E, ainda, existe uma solicitação da cervejaria carioca Marmota para registrar Russian Imperial Stout aguardando análise do instituto (veja em detalhes no fim da matéria).

O registro de marcas de cervejas no Brasil virou polêmica no primeiro semestre deste ano, após a Fassbier, de Caxias do Sul, notificar judicialmente outras cervejarias que utilizavam o nome Helles em seus rótulos.

Estilo de cerveja alemão centenário, Helles havia sido concedido como marca à Fassbier há mais de uma década. O próprio INPI, porém, reconheceu que o elemento era de uso comum e poderia ser utilizado como estilo.

O caso Kveik
Passados alguns meses do caso Helles, um novo registro de agosto reascendeu o debate: a cervejaria Devaneio do Velhaco, de Porto Alegre, teve o pedido aceito pelo INPI da marca Kveik, nome dado a uma cultura de leveduras centenárias das fazendas da Escandinávia e atualmente muito utilizada pelo mercado.

Na visão do INPI, o termo Kveik, embora possa vir a ser utilizado como ingrediente, não é amplamente conhecido fora do segmento cervejeiro. “Por se tratar de uma palavra diferenciada, parece ter levado o examinador a acreditar ser um elemento fantasioso e, portanto, distintivo”, alega o instituto após ser consultado pelo Guia.

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Já Bruno Faria Lopes, sócio da Devaneio do Velhaco, conta que a intenção ao registrar o termo era proteger a cervejaria – e não tê-lo como marca para notificar outras empresas. Mas, depois que a Kveik se espalhou pelo mercado e se tornou uma das sensações de 2019, ele próprio desistiu de utilizar a marca.

“A gente ia lançar uma cerveja em lata que se chamaria Kveik no ano passado, e depois percebemos que esse nome se espalhou pelo Brasil, então desistimos. Nossa ideia sempre foi se proteger e não querer notificar alguém judicialmente”, detalha Bruno.

O INPI e os registros
A concessão de um novo registro de um termo amplamente utilizado no mercado reabre o debate sobre como evitar novas polêmicas. E, na opinião de Bruno, o problema não está no INPI, mas na Justiça. “O INPI não tem condições de ter especialistas para milhares de setores de atividades”, afirma o sócio da Devaneio do Velhaco.

“O caso Helles trouxe um trauma sobre o INPI, mas o maior problema foi a Justiça, que notificou as empresas. E o juiz tem essa condição de avaliar caso a caso, o que o INPI não tem”, argumenta Bruno, acrescentando que a posse do registro não significa que uma cervejaria notificará as demais, como ocorrido com a Fassbier.

Já André Lopes, do Advogado Cervejeiro, acredita que o INPI terá cada vez mais dificuldades em avaliar os pedidos. Ainsa assim, ele aponta que o próprio mercado irá inibir pedidos maliciosos de registro de marca.

“Quanto às decisões equivocadas do INPI, elas seguirão ocorrendo, já que não podemos exigir do órgão e dos julgadores que sejam especialistas em cerveja”, avalia o advogado especializado no mercado cervejeiro, para depois finalizar.

“Cabe aos cervejeiros o papel de monitorarem mais de perto tentativas de registro que sejam maléficas para o mercado, tomando medidas efetivas. Ficou claro que cervejarias que adotarem a mesma postura da Fassbier não serão toleradas”, complementa André.

Confira os termos usuais que já foram analisados pelo INPI

Marcas que foram concedidas pelo INPI e estão registradas
Marca: Helles
Titular: Cervejaria Fassbier
O registro foi concedido inicialmente pelo INPI à cervejaria Schattenmann e, posteriormente, a Fassbier assumiu como titular. Helles, que significa claro em alemão, é um nome dado a um estilo feito na Baviera.

Marca: IPA Hop India Pale Ale
Titular: Burgman Beer
Registro aceito pelo INPI em 2017. A marca descreve não só um estilo, mas um ingrediente importante e comum na cerveja: IPA é um estilo amplamente conhecido e Hop significa lúpulo em inglês.

Marca: IPA Ituana Pale Ale
Titular: Pessoa Física
Marca registrada desde julho de 2019. A sigla IPA como abreviação de Ituana Pale Ale é uma alusão ao estilo India Pale Ale.

Marca: Weiss
Titular: Cervejaria Kaiser
Desde 1984 a Kaiser é titular da marca e o registro continua ativo no INPI. O nome Weiss é dado ao estilo tradicional de cerveja de trigo. Em alemão, a palavra Weiss significa branca.

Marcas que foram deferidas pelo INPI, mas que não tiveram continuidade pelo titular
Marca: I-PÁ India Pale Ale
Em julho de 2018 o INPI deferiu o registro da marca para uma pessoa física, mas o pagamento não foi feito e o processo acabou arquivado.

Marca: Kveik
O INPI concedeu o registro da marca em agosto de 2019 para a cervejaria Devaneio do Velhaco, em nome do seu proprietário, que já informou que não irá fazer o pagamento para ser titular da marca.

Marca: Pilsen Light
A distribuidora de bebidas Criale teve o pedido de registro da marca deferido em julho de 2016, mas não efetuou o pagamento e o processo foi arquivado. Pilsen é o estilo de cerveja mais famoso do mundo e seus subestilos respondem por 65% do consumo global de cerveja.

Marcas que foram negadas pelo INPI
Marca: Baltic Porter
A Wensky Beer teve o pedido de registro da marca negado pelo INPI. Baltic Porter é um estilo tradicional de Lager da região do Mar Báltico no Norte da Europa, que inclusive está catalogado nos guias de estilos mais famosos.

Marca: Double Bock
Em 1993 a Cervejaria Kaiser solicitou o pedido de registro da marca Double Bock. O registro foi concedido em 1996 e esteve em vigor até 2006, quando o órgão entendeu que não poderia haver uso exclusivo da palavra Bock. Há muitos estilos de cervejas alemãs que usam esse termo.

Marca: RIS – Recife Imperial Stout
O pedido foi feito por uma pessoa física em outubro de 2018 e acabou indeferido pelo INPI em outubro de 2019, mas o motivo não está relacionado ao estilo de cerveja, e sim com um conflito do nome Recife. O estilo Russian Imperial Stout é amplamente conhecido como RIS no mercado cervejeiro.

Marca: Vanilla Stout
O pedido de registro de marca feito pelo proprietário da cervejaria Fortuna foi negado pelo INPI em julho de 2019. Vanilla Stout é subestilo de cerveja muito usado.

Marcas aguardando parecer do INPI
Marca: Russian Imperial Stout
Em agosto de 2019 a cervejaria Marmota, do Rio de Janeiro, fez o pedido de registro da marca, mas o processo ainda não obteve um parecer do INPI. Russian Imperial Stout é um subestilo de Stout mais escuro e forte, criado na Inglaterra do século 18 como presente de cervejeiros ingleses à imperatriz russa Catarina, a Grande.