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Consumidor

Oktoberfest Blumenau suspensa por risco de enchente: veja depoimento

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
7 de outubro de 2023
Atualizado em: 8 de outubro de 2023
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    Embora diversas cidades tenham festividades alusivas à Oktoberfest neste fim de semana no Brasil, a maior delas não irá ocorrer. Blumenau (SC) trocou o clima de celebração pelo temor e cautela, com a suspensão das atividades da Oktoberfest entre a última sexta-feira (5) e a próxima terça-feira (10) devido à preocupação com o impacto que a chuva possa ter sobre a cidade e sua população.

    A medida, anunciada pela Prefeitura de Blumenau, foi necessária diante do cenário climático de chuva persistente e da previsão de enchente para este sábado, de acordo com a Defesa Civil local. As autoridades trabalham, inicialmente, com a perspectiva de retomada da Oktoberfest na próxima quarta-feira (11) e prorrogaram o período da festa em uma semana, com encerramento agora previsto para o dia 29.

    Leia também – Com 17 cervejas, São Paulo Oktoberfest busca ser festa de todos os públicos

    Pessoas que adquiriram ingressos para as datas canceladas podem pedir reembolso do valor do ingresso ou remarcá-los para outros dias. “Neste momento, acima de tudo, precisamos ser responsáveis e cuidar das pessoas. Por isso, tomei a decisão de suspender a festa. E temos que considerar a importância de equilibrar o cuidado com a vida das pessoas e a importância econômica da festa para Blumenau e região, por isso ela foi prorrogada”, diz o prefeito Mário Hildebrandt.

    A principal preocupação das autoridades envolve a possibilidade de transbordamento do Rio Itajaí-açu, especialmente devido à previsão da equipe técnica de meteorologia do município de que o volume de chuva entre sexta-feira e domingo possa variar entre 120mm e 140mm.

    A equipe do Guia esteve presente em Blumenau nos últimos dias e traz seu depoimento sobre a situação vivenciada na cidade. Confira:

    Caneco com cautela

    *Por Marcelo Tárraga

    Alegria e consternação. A abertura que ocorreu e “não aconteceu”.

    A abertura da Oktoberfest que todos acompanharam estava mais ligada ao nível do rio do que à quantidade e diversidade de barris no recinto.

    Estive em Blumenau para acompanhar os primeiros passos do evento e pude presenciar dias de “Mad Max” às avessas logo no primeiro instante. Os desafios eram relacionados à água, e não ao deserto (alusivo ao filme). O gole de chope, a “gasolina” da festividade, não descia redondo, mesmo com centenas de sabores à disposição.

    Isso por conta das fortes tormentas que assolaram Santa Catarina e preocupavam a cada instante: qual seria o próximo passo a ser tomado?

    Pude observar que a nuvem que pairava sobre Blumenau, que deveria ser festiva, continha, na verdade, uma tensão camuflada. O adiamento já estava sendo considerado muito antes da abertura formal do caneco. As previsões climáticas no início da semana não eram animadoras.

    A partida para o evento, que teria seu desfile de abertura na quarta-feira (4), foi uma odisseia. Não sabíamos se o desfile aconteceria naquela noite. “Vai adiar?”; “vai cancelar?”; Vai chover mais?; “Quanto mais?”. Essas eram as perguntas que todos faziam.

    Chuvas torrenciais já caíam em Santa Catarina desde a madrugada de terça para quarta, com altíssimos índices pluviométricos por todo lado. Voos foram alterados e cancelados repetidamente no aeroporto de Navegantes, o principal ponto de chegada para a Oktoberfest.

    Voos que partiriam de São Paulo às 7h só conseguiram decolar por volta das 15h. Relatos de parceiros de imprensa e influenciadores cervejeiros indicam que voar para a festa foi uma experiência repleta de turbulências.

    Saí de Florianópolis rumo a Blumenau durante a manhã e já pude perceber uma mistura de “sabores” antes mesmo de entrar no carro. Era uma torneira de chuva. Essa mistura envolvia a alegria da abertura da segunda maior Oktoberfest do mundo e a enorme incerteza sobre o que iria se suceder.

    Santa Catarina já estava enfrentando sérios problemas devido ao excesso de chuvas em várias cidades. E a chuva continuava a cair de forma intensa durante a maior parte do trajeto de pouco mais de 150 quilômetros. Foi aí que apelidei minha jornada de “corrida de Mad Max”, mas aqui os desafios estavam relacionados à água. Enfrentei diversas situações de aquaplanagem no caminho, com visibilidade reduzida devido à chuva intensa. Baldes de milímetros caíam do céu. Foi necessário manter uma atenção redobrada ao volante para chegar à capital brasileira da cerveja.

    A programação era começar a festividade junto com o desfile inaugural às 19h. No entanto, nem os colegas de imprensa e influenciadores digitais, que também deveriam estar lá pela manhã, haviam chegado conforme o planejado. Eles ficaram presos por horas no aeroporto. A chuva diminuía, mas não cessava. E o rio Itajaí-açu já começava a subir rapidamente, tornando-se o personagem principal da Oktoberfest.

    Um rio de incertezas
    No meio da tarde, veio o adiamento do desfile para o dia seguinte, algo não muito comum, já que em edições anteriores com chuvas menores, o desfile de abertura era cancelado. Também pude sentir a aflição nos parceiros de organização. Eles tinham investido meses de trabalho para preparar tudo e agora estavam incertos sobre quais decisões tomar. O rio, o “personagem maior”, tomava o palco do barril.

    Rumamos apenas para acompanhar a cerimônia de sangria do barril no pavilhão da festa. Nem mesmo o brinde foi feito, em respeito às vítimas que já estavam sofrendo em algumas cidades do estado. Era uma abertura de torneira que parecia ter hora pra fechar.

    A cidade não parecia ter o clima ideal para celebrar a abertura. Moradores, comerciantes e motoristas com quem conversei no dia seguinte ao evento inaugural só tinham olhos para o Itajaí-açu após cair um mundo de chuva.

    Eles rememoravam os acontecimentos trágicos de 2008, o mais recente, quando 21 pessoas perderam a vida e mais de 25 mil foram afetadas na cidade. Sem mencionar os que ainda recordavam, mesmo que de longe, a tragédia de 1983, que quase destruiu Blumenau.

    No primeiro dia, a festa reuniu pouco mais de 13 mil pessoas, em contraste com as 29 mil da abertura do ano anterior. Tudo estava bem organizado, limpo e perfeito para a celebração dentro do pavilhão da festa. O que faltava era a vibração, pois sobrava preocupação.

    No dia seguinte, depois de um almoço típico com culinária alemã e um brinde mais sereno, as aflições retornaram. Primeiro, o cancelamento do desfile, agora de fato. E a partir daí, sucessivas angústias. Meteorologistas e a Defesa Civil começaram a disparar alertas de alto risco de enchente em Blumenau na tarde de quinta-feira, com previsão de chuvas torrenciais entre os dias 6 e 8, aumentando as preocupações.

    O personagem principal do evento neste início, infelizmente, o rio Itajaí-açu, reteve todos os olhares de vez.

    E agora, com o rio já em níveis elevados, o risco de inundação severa tornou-se iminente, envolvendo o governo estadual e várias entidades de segurança civil.

    Na sequência, veio a notícia do adiamento da festa por quatro dias, por ora, pela primeira vez em sua história.

    Uma reunião de emergência foi realizada no hotel para antecipar a partida de todos para sexta-feira, antes que o cataclismo climático chegasse.

    O camarote oficial da Spaten também teve sua abertura adiada, assim como os primeiros shows programados.

    Na noite de quinta-feira, o pavilhão de eventos ainda estava aberto, e em uma visita rápida, pude sentir um pouco do espírito da Oktoberfest. Quem foi, tentava se animar, mas confesso que havia uma sensação mista que embargava o gole, pensando no que poderia acontecer na cidade.

    Durante a madrugada, houve uma corrida para desmontar os espaços comerciais dentro da Oktoberfest, especialmente aqueles com produtos alimentícios, elétricos e eletrônicos, devido à séria possibilidade de inundação do local durante o final de semana.

    Diante desse cenário, é óbvio que decidi retornar em segurança, assim como meus colegas de viagem. Mas com dois vazios e uma indagação.

    Um vazio de ver tudo organizado e não poder presenciar de fato a efusividade total dos festejos.  O vazio maior era ao pensar no que poderia acontecer com os cidadãos de Blumenau, uma cidade com um histórico de tragédias relacionadas a enchentes, caso a previsão se concretizasse.

    Por fim, uma indagação feita por um motorista de aplicativo que peguei na cidade: “Por que o evento foi aberto para depois ser interrompido, quando as previsões iniciais já indicavam perigo para a cidade? Não teria sido melhor começar mais tarde, quando todo o alerta já tivesse passado?”

    Torço para que o dano seja o menor possível e que o personagem principal, o rio Itajaí-açu, possa descer do palco em breve, permitindo que a cerveja ganhe o holofote principal para celebrar apenas alegrias.

    *Marcelo Tárraga é gerente de marketing digital do Guia e viajou para Blumenau à convite da Spaten.

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