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Mercado

Heineken lucra 1,63 bi de euros no semestre, mas se preocupa com alta de custos

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
4 de agosto de 2021
Atualizado em: 4 de agosto de 2021
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    Bons resultados para o primeiro semestre, mas um cenário ainda muito desafiante para o restante de 2021 em função do aumento dos custos e da continuidade dos impactos da pandemia do coronavírus. Foi assim que a Heineken se posicionou nesta semana, ao divulgar o seu balanço financeiro global da metade inicial do ano, com um lucro operacional recorrente de 1,628 bilhão de euros.

    O Grupo Heineken também apontou em seu balanço uma receita líquida de 9,971 bilhões de euros, o que representou um crescimento orgânico de 14,1%. Além disso, o volume consolidado de cerveja cresceu 9,6% no período, impulsionado pela marca Heineken, que expandiu 19,6% no primeiro semestre.

    Leia também – Ambev lucra R$ 3 bi no 2º trimestre, mas margens reduzidas preocupam

    Mas, mesmo destacando esses aspectos positivos, a Heineken admitiu que o contexto segue em alerta para os desafios que vai encarar nos próximos meses, como alertou o seu CEO, Dolf van den Brink, no comentário do balanço. 

    “Também há motivos para cautela. Em primeiro lugar, a Covid-19 continua sendo um fator, com o maior impacto atualmente nos principais mercados da Ásia e da África. Em segundo lugar, vemos um aumento nos custos das commodities, que, nos níveis atuais, começará a nos afetar no segundo semestre deste ano e terá um efeito material em 2022. No geral, esperamos que os resultados financeiros do ano inteiro permaneçam abaixo de 2019”, projetou Brink. 

    A Heineken apontou, ainda, que o crescimento da sua principal marca se deu em mais de 10% em mais de 50 mercados, principalmente no Brasil, China, Vietnã, Nigéria, África do Sul, Itália, Polônia, Colômbia e México. Um cenário semelhante se dá com a Heineken 0.0. Nesse caso, a opção sem álcool cresceu perto de 40% em volume, com um desempenho particularmente forte no Brasil, Estados Unidos, México, Reino Unido e Polônia.

    E o Brasil, ao lado de México, África do Sul e Nigéria, teve impacto positivo no crescimento superior a 20% das vendas da Amstel no período, segundo o balanço da Heineken, que destacou também os efeitos positivos do lançamento da marca na China no fim de 2020.

    O lucro operacional também teve forte contribuição do Brasil, muito em função da contabilização de um crédito fiscal de 174 milhões de euros, resultado da decisão do STF de considerar inconstitucional a inclusão do ICMS na base de cobrança do PIS/Cofins.

    Nos comentários do seu balanço, a Heineken também citou três iniciativas adotadas nos últimos meses no Brasil pelo grupo: o lançamento da Tiger, ocorrido em julho; o comprometimento de tornar a produção carbono zero até 2023; e o comprometimento de 10% do orçamento de mídia da Amstel no país para aumentar a conscientização e apoiar a comunidade LGBTQIA+, incluindo mais recentemente o lançamento da campanha “Eu sou o que sou”.

    E as ações?
    No mercado financeiro, o efeito da divulgação do balanço da Heineken foi reduzido. O papel fechou o pregão da última segunda-feira, na Europa, com o preço de 98,80 euros, uma valorização de 0,61% em relação ao fim de julho, mês em que terminou cotado a 98,20 euros. 

    Já no último mês, a ação da Heineken terminou com desvalorização de 4,58%, pois tinha fechado junho custando 102,70 euros. Ainda assim, há alta de 7,65% de janeiro até o fim de julho, tendo finalizado 2020 valendo 91,22 euros. 

    No mercado externo, por sua vez, a ação da AB InBev também desvalorizou em julho, ao fechar o mês cotada a 53,40 euros – houve perda de 12,89% no último mês. E ela está com alta de 6,33% de janeiro até o fim de julho. 

    Ambev desvaloriza
    Sob o impacto da divulgação do balanço do segundo trimestre na última quinta-feira, a Ambev terminou julho com a sua ação em baixa na Bolsa brasileira: o seu valor ao fim do mês ficou em R$ 16,64. Isso se deu após uma perda de 4,17% apenas nos dois pregões de julho realizados após a divulgação do balanço.

    O papel, que vinha em alta no sétimo mês de 2021, terminou julho com desvalorização de 2,58% em relação aos R$ 17,07 de junho. Ainda assim, há alta de 6,33% em relação aos R$ 15,65 do fim de 2021.

    Já o Ibovespa fechou o mês de julho com perdas de 3,94%, aos 121.801 pontos. Mas ainda há valorização de 2,34% em 2021.

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