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Indústria

As razões e previsões que levaram o Grupo Petrópolis a apostar no lúpulo brasileiro

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
16 de agosto de 2021
Atualizado em: 17 de agosto de 2021
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    Investir no lúpulo tem sido um dos focos recentes do Grupo Petrópolis. Em um cenário em que a produção movimenta cerca de US$ 1 bilhão no mundo, anualmente, a companhia vem buscando desenvolver o cultivo da planta, uma atividade ainda reduzida no Brasil. O plano envolve o seu aproveitamento no mercado cervejeiro, mas também em um cenário de múltiplos usos, como nas áreas gastronômica e farmacêutica.

    Embora seja o terceiro maior produtor de cerveja do mundo, o Brasil ainda tem uma participação incipiente no cultivo do lúpulo. Um cenário que pode ser alterado, de acordo com Diego Gomes, mestre-cervejeiro e diretor industrial do Grupo Petrópolis. Para ele, o país deveria ter uma relação mais familiar com o lúpulo. E, a partir daí, até desenvolver o seu próprio terroir.

    Leia também – Artigo: Como leveduras cervejeiras sobreviveram 120 anos em um navio

    “O mercado de bebidas representa 2,5% do nosso PIB e, para nós, é muito importante que tenhamos uma relação mais familiar com o lúpulo e que rompamos barreiras significativas, como a de que no Brasil não dá lúpulo. Já provamos que dá lúpulo, de qualidade, e que faz cervejas sensacionais”, destaca Gomes.

    O assunto foi abordado na palestra “Mercado cervejeiro e tendências: o lúpulo vem forte”, durante o 33º Congresso Abrasel, realizado na última semana, com a participação do executivo do Grupo Petrópolis. Em 2018, em parceria com o Viveiro Ninkasi, a sua companhia deu início ao projeto de produção de lúpulo, tendo realizado investimento de R$ 2,5 milhões na região serrana do Rio de Janeiro.

    Gomes aponta que a atuação do Grupo Petrópolis para ter uma produção nacional de lúpulo coincide com o crescimento do movimento de cervejarias artesanais no Brasil. Algo que, na sua visão, tem mudado o modo de consumo da bebida pelo público e, claro, levado ao surgimento de novas demandas.

    Em abril, inclusive, o Grupo Petrópolis iniciou a venda de parte do lúpulo cultivado em sua fazenda, em Teresópolis. A comercialização – a primeira realizada por uma companhia de grande porte no país – tem como foco atender as pequenas cervejarias.

    “A gente sempre teve um viés de desenvolvimento muito enraizado aos nossos valores, mas, desde 2012, quando realmente chegou no Brasil o movimento das artesanais, começamos a surfar nisso porque a gente sempre considerou esse movimento importantíssimo”, comenta Gomes. “Isso valoriza o pequeno e o local.”

    Percebendo essa valorização da experiência do consumidor, o Grupo Petrópolis tem investido desde então em novas opções e formatos. Assim, por exemplo, adquiriu a Brassaria Ampolis e lançou vários rótulos especiais através da marca Black Princess. É o caso, por exemplo, da Braza Hops, que possui lúpulo cultivado pela companhia em Teresópolis.

    “Essa mudança de perfil do consumidor fez com que inúmeras cervejarias aparecessem no Brasil e a gente teve um boom de microcervejarias. Desde pessoas que eram apaixonadas até as que faziam cerveja em casa e as que começaram a investir pesado nisso”, avalia o diretor industrial da empresa.

    Em outras frentes, o Grupo Petrópolis também reforçou o olhar aos pilares da cultura e da educação no setor. Assim, adquiriu a antiga unidade do Senai em Vassouras (RJ). Após 23 anos de atuação, a escola anunciou o encerramento das atividades de formação e capacitação de profissionais do mercado cervejeiro brasileiro em 2016. “A gente pensou assim: não pode deixar essa escola morrer. Essa que formou líderes por muito tempo e não pode terminar aqui a jornada”, relembra Gomes.

    Aprendizado e qualidade
    Comprado pelo Grupo Petrópolis em leilão, o espaço abriga hoje o Centro Cervejeiro da Serra, dedicado a estudos e experimentos para o aperfeiçoamento da bebida. O local possibilitou o salto da plantação laboratorial e experimental da companhia para a escala comercial de lúpulo, tendo sido fundamental no desenvolvimento do projeto que permitiu a produção própria do ingrediente.

    Para o diretor industrial, o investimento no lúpulo nacional deve render melhora na qualidade da cerveja e na diversidade de características da bebida. “Quando a gente nacionaliza ou está próximo de uma cultura como a do lúpulo, temos uma curva de aprendizagem que é muito superior à geração de valor e à capilaridade econômica que pode ter por trás disso. A gente passa a ser dominador de algo que tradicionalmente não aprendemos durante muito tempo. Existe, assim, um oceano tão grande e rico que quando pensamos no futuro, parte disso é, sim, um universo de variedades de cervejas e de aplicações do lúpulo.”

    Segundo o mestre-cervejeiro e diretor industrial do Grupo Petrópolis, essa variedade de aplicações do lúpulo já vem sendo explorada com a valorização da experiência sensorial por trás de sua utilização. “A gente está aprendendo agora [como cultivar], mas com certeza fará com que, nos próximos anos, tenhamos uma valorização imensa de cervejas e que possa aparecer um terroir que só tem aqui.”

    O executivo do Grupo Petrópolis reconhece que as necessidades da cultura do lúpulo, como qualidade do solo e tempo de exposição à luz solar, ainda estão sendo entendidas pelos responsáveis por seu cultivo no Brasil. E destaca as amplas possibilidades de utilização da flor, que vão além da produção cervejeira.

    Olha como é interessante fazer a projeção, porque existe muita coisa linda para acontecer por trás de algo que a gente ainda vai plantar e que, sim, economicamente é importante. Aprender e dominar essa cultura para fazer cerveja porque vai ter aplicações mais frescas, diminuição de inventários, menos influência de moeda. Economicamente é linda toda essa história e os números mostram isso, mas além disso existe uma oportunidade para o pequeno produtor, para o associativismo, para a gastronomia e para a indústria farmacêutica

    Diego Gomes, diretor industrial e mestre-cervejeiro do Grupo Petrópolis
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      2 COMENTÁRIOS

      1. Rodrigo Baierle Rodrigo Baierle 17 de agosto de 2021 No 08:27

        Ótima reportagem!
        A entrada de grandes players alavancou muito o cultivo de lúpulo no Brasil.
        Só uma ressalva: Lúpulo não é commodity
        Lúpulo Brasileiro é realidade!

        Responder
        • guiadacerveja guiadacerveja 17 de agosto de 2021 No 09:25

          Obrigado pela ressalva, Baierle. Já fizemos a correção no texto

          Responder

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