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Dois anos após mortes, Backer é multada em R$ 5,1 mi por infrações pelo Mapa

Mais de dois anos após as primeiras das dez mortes pelo consumo de cerveja contaminada, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) anunciou a aplicação de multa de R$ 5.099.193 na Backer em função das infrações administrativas relacionadas ao caso.

O Mapa explicou ter finalizado os procedimentos de apuração através da sua equipe de auditores fiscais. E além da punição financeira, também decidiu pela inutilização dos produtos apreendidos e a interdição parcial da fábrica da Backer. De acordo com o ministério, a empresa “não pode mais recorrer da multa no âmbito administrativo, pois todos os recursos já se exauriram”.

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“As penalidades foram impostas devido ao estabelecimento ter ampliado e remodelado a área de instalação industrial registrada, sem devida comunicação ao Mapa; deixar de atender intimações, dentre elas a de recolhimento dos produtos; alterar a composição de cervejas sem a prévia comunicação; comercializar cerveja sem devido registro do produto e por produzir, engarrafar e comercializar 39 lotes de cerveja com presença de monoetilenoglicol ou dietilenoglicol”, afirma o Mapa, detalhando as infrações cometidas pela Backer.

O Mapa lembra que a apreensão dos produtos realizada nas dependências do estabelecimento e no comércio em Minas Gerais contabilizaram um total de 79.481,34 litros de cerveja com presença dos contaminantes, de várias marcas e vários lotes, sendo deste total 56.659 garrafas, que ofereciam riscos aos consumidores.

Logo após a eclosão dos primeiros casos de contaminação de cervejas da Backer, o Mapa interditou a fábrica da cervejaria diante da confirmação, por análises realizadas no Laboratório Federal de Defesa Agropecuária, da presença de dietilenoglicol em rótulos da marca.

O caso
O anúncio da multa vem algumas semanas depois da autorização, também pelo Mapa, de produção e comercialização de cervejas fabricadas na planta industrial da Backer. Por lá, a atividade produtiva pode acontecer em duas adegas. Para dar esse aval, o ministério diz que estão sendo atendidas as exigências para garantir a segurança dos produtos, referentes às condições dos tanques de fermentação e equipamentos.

“Para o retorno, a cervejaria substituiu em seu processo o fluido refrigerante por solução hidroalcoólica – solução que contém água e álcool. Desde novembro de 2021, a empresa vem produzindo cerveja no parque fabril em formato teste para que os produtos fossem submetidos a novas análises”, explica o Mapa.

Diante da liberação, a Cervejaria Três Lobos, proprietária da marca Backer, anunciou que voltaria a produzir rótulos no local. A cervejaria também conta com um site em que inclui cervejas Backer dos estilos Pale Ale, Trigo e Pilsen no seu portfólio. Mas tem centrado a divulgação nos rótulos que levam o nome Capitão Senra, que remete a uma famosa cerveja da marca.

Na Justiça, dez pessoas, incluindo os três sócios da Backer, se tornaram réus, em outubro de 2020 pelo envolvimento na adulteração de bebidas alcoólicas e uma por falso testemunho. Uma dessas pessoas faleceu no mês seguinte. O processo criminal está com audiências marcadas para o fim deste mês.

Ambev tem alta de 29% no lucro e produz mais cerveja, mas mercado derruba ação

Alta expressiva nos dados apresentados nas primeiras horas do dia e queda relevante na bolsa de valores. Foi assim a quinta-feira (4) da Ambev no mercado financeiro, com a divulgação do balanço do primeiro trimestre de 2022 apresentando crescimento no lucro e no volume de cerveja produzido, em contraponto ao tombo da sua ação, na sequência do dia, na B3, um efeito mais da alta dos juros e da aversão ao risco do que do seu resultado financeiro, considerado positivo pela maioria dos analistas.

Divulgado antes da abertura do mercado, o balanço da Ambev apresentou números que confirmaram um começo de ano melhor do que o de 2021. Afinal, a empresa teve lucro líquido ajustado de R$ 3,551 bilhões no primeiro trimestre de 2022, uma alta de 28,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

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Além disso, o lucro líquido foi de R$ 3,528 bilhões, 29,1% acima dos meses equivalentes de 2021. A receita líquida consolidada da Ambev atingiu os R$ 18,44 bilhões no primeiro trimestre de 2022, o que representou crescimento orgânico de 18,5% e reportado de 10,8%.  E a receita líquida por hectolitro da companhia foi de R$ 409. Com isso, a alta ficou em 14,5% no resultado orgânico, sendo de 7% no reportado.  Já o crescimento do Ebitda ajustado foi mais modesto, de 3,7%, para R$ 5,522 bilhões.

“Apresentamos um sólido desempenho comercial no primeiro trimestre, impulsionado pela execução consistente de nossa estratégia baseada em premiumização, inovação e plataformas tecnológicas. Apesar de um janeiro bastante desafiador, impactado por uma nova onda de variante de Covid-19 em alguns de  nossos mercados e pelo cancelamento das festividades de carnaval no Brasil, nosso volume cresceu 3,6%”, afirma a Ambev.

O resultado positivo no 1º trimestre de 2022 teve suas razões. De acordo com a empresa, o volume de bebidas não alcoólicas no Brasil cresceu 16,9% no período.  Já o volume de cerveja chegou aos 45,082 milhões de hectolitros, uma alta de 3,6%. No Brasil, a expansão foi de 2,1% no período, para 22,011 milhões de hectolitros. Mas a receita líquida ampliou 13,7%, para R$ 8,1 bilhões.

A alta de 2,1% na produção de cervejas da Ambev ganha maior expressão quando se observa que a fabricação de bebidas alcoólicas recuou 8,8% no primeiro trimestre de 2022 no Brasil, de acordo com o IBGE. “A Ambev surpreendeu positivamente ao entregar um crescimento de volume na cerveja brasileira apesar da forte base comparável e de tendências mais fracas da indústria “, dizem analistas do Credit Suisse.

A companhia também citou o bom desempenho de rótulos premium, o uso de embalagens retornáveis e o consumo fora de casa como alguns dos fatores responsáveis pelo resultado positivo em seu balanço do primeiro trimestre.

“Nosso portfólio premium cresceu high-teens e o portfólio core cresceu um dígito único médio. No segmento core plus, Spaten continua expandindo sua distribuição e volume, e a Brahma Duplo Malte lançou novas embalagens retornáveis e one-way, que devem ajudar a atender mais ocasiões de consumo. Nossa estratégia de garrafas de vidro retornáveis continuou a ganhar tração com o fortalecimento do canal on-trade, liderado pela 600ml no portfólio premium e pela 300ml no portfólio core”, afirma.

O lucro operacional ajustado da Ambev foi de R$ 4,192 bilhões no primeiro trimestre de 2022, tendo crescido 3,2% no período.  Mas o caixa líquido da Ambev fechou março em R$ 11,155 bilhões, uma diminuição de 27,6% na comparação ao mesmo mês do ano passado. Esse recuo tem relação direta com a alta das despesas, de 8,5% no primeiro trimestre de 2022, para R$ 5,219 bilhões.

“As pressões de custo permaneceram, levando a um aumento de CPV/hl excluindo depreciação e amortização de 23,4% no trimestre, devido aos aumentos do preço das commodities já previstos. SG&A cresceu 14,8%, impulsionado pela inflação do diesel e compensado por uma redução das provisões de remuneração variável”, comenta a Ambev.

Apesar da alta no lucro, registrada no balanço do primeiro trimestre, a ação da Ambev despencou durante a sessão de quinta-feira da B3. O papel fechou o dia cotado a R$ 13,73, o que representou um recuo de 4,25%.

A queda, relevante, da ação da Ambev, ainda mais em um dia de divulgação de balanço com lucro relevante, se inseriu em um contexto de tombo do Ibovespa, que teve baixa de 2,8% no dia. O recuo foi estimulado pela alta da taxa básica de juros no Brasil, para 12,75%, e pela preocupação global, tanto que a desvalorização das bolsas nos Estados Unidos foi ainda maior – 4,99% na Nasdaq e 3,5% na S&P.  

Os analistas de bancos de investimentos, porém, guardaram elogios para o balanço da Ambev. “Continuamos otimistas e impressionados com a rapidez com que uma empresa de mais de 100 anos conseguiu mudar durante a pior crise de todos os tempos. Esperamos que a Ambev continue ampliando suas vantagens competitivas, principalmente na frente comercial e, portanto, continue superando seus concorrentes”, afirmam os analistas da XP Investimentos.

Leopoldina lança premiada Barley Wine e reforça seu elo com o mundo do vinho

Cervejaria que faz parte do Grupo Famiglia Valduga, a Leopoldina acaba de lançar uma English Barley Wine. A novidade é produzida através de um processo de envelhecimento nas adegas da vinícola da empresa detentora da marca, que aproveitou a expertise de uma das principais produtoras de vinhos e espumantes do Brasil para trazer esse rótulo ao mercado.

 “Entendemos que as técnicas que possuímos, tanto enológicas, quanto de processos, em função de termos uma vinícola (Casa Valduga) conosco, possibilitam conectar esse estilo de cerveja, no qual ocorre envelhecimento e se consegue ter o produto guardado por bastante tempo”, explica Rodrigo Veronese, mestre-cervejeiro da Leopoldina.

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A ideia, com a novidade, é enfatizar a ligação da marca gaúcha, que possui outros 14 rótulos de diferentes estilos em seu portfólio, com o mundo do vinho, mostrando que a Leopoldina não é uma mera cervejaria. Não à toa, está instalada em Bento Gonçalves, conhecida como a capital brasileira do vinho.

“Somos uma marca de um grupo (Famiglia Valduga) no qual a expertise é o vinho. Aliando às cervejas, entendemos que os produtos podem envelhecer assim como o vinho, ao contrário das cervejas mais de linha, com as quais se busca um giro maior de consumo. No caso da Brewine Leopoldina, o envelhecimento faz todo sentido com o propósito da marca. Buscamos a união perfeita entre o mundo da cerveja e do vinho”, enfatiza o mestre-cervejeiro.

Lançar uma Barley Wine é um passo importante para a marca aumentar a identificação com a qualidade dos vinhos produzidos na Famiglia Valduga. E outro foi dado recentemente. Para estabelecer de vez essa ligação com o grupo do qual faz parte, mudou o seu nome para Brewine Leopoldina.

“O objetivo de uma cervejaria aliada a uma vinícola é buscar o melhor dos dois mundos. Para reforçar o que buscamos, nada melhor do que uni-los no próprio nome da marca. Então, a partir de agora, deixamos de ser a Cervejaria Leopoldina para nos tornarmos a Brewine Leopoldina”, ressalta Eduardo Valduga, diretor do Grupo Famiglia Valduga.

Um rótulo premiado
A Leopoldina Barley Wine está sendo oficialmente lançada pela empresa no Festival e na Feira Brasileira da Cerveja, iniciados em Blumenau (SC) nesta quarta-feira (4). E o novo rótulo da Leopoldina chega ao mercado com o status de já ter conquistado três medalhas de ouro em competições cervejeiras, sendo uma delas no exterior.

A Barley Wine obteve estes feitos no Brussels Beer Challenge, na Bélgica, no Brasil Beer Cup, em Florianópolis, e no Concurso Brasileiro de Cervejas, em Blumenau. Para Veronese, essas chancelas auxiliam a Leopoldina no lançamento comercial do rótulo.

A Barley Wine é uma cerveja que já vínhamos degustando e proporcionando a oportunidade ao consumidor em alguns eventos e na nossa tap house. Lançá-la ao mercado com todas essas premiações, por júris nacionais e internacionais em concursos renomados, para nós é ótimo, pois temos uma validação da qualidade que buscamos em cada produto da marca

Rodrigo Veronese, mestre-cervejeiro da Leopolodina

Com estilo English Barley Wine, essa cerveja tem 14% de teor alcóolico e 10 IBUs de amargor. Pelo conjunto de características que definem o rótulo, a marca indica que a bebida seja servida em temperatura ambiente para trazer o melhor do seu alto corpo, dulçor e licorosidade. E ainda sugere harmonização com sobremesas que contenham chocolate ou cacau em sua preparação.

A Leopoldina destaca que a cerveja foi elaborada “com lúpulo e malte criteriosamente selecionados”, com o segundo destes ingredientes estando presente na fórmula em quantidade quatro vezes maior do que a usada, por exemplo, em uma Pilsner. Além disso, enfatiza que o seu processo de maturação ocorreu durante três anos nas adegas do Grupo Valduga “utilizando técnicas de envelhecimento reconhecidas por originarem nuances elegantes que remetem a vinhos fortificados”.


Leopoldina Barley Wine

Estilo: English Barley Wine
Copo: Snifter
Teor alcoólico: 14%
Amargor: 10 IBUs
Cor: 40 EBC
Temperatura sugerida: 12ºC a 14ºC
Harmonização sugerida: Sobremesas como petit gateau com choctolate meio amargo e chocolates com alto teor de cacau

Após 2 anos sem acontecer, Oktoberfest é confirmada em Munique para 2022

A mais famosa festa cervejeira do mundo está de volta. Após dois anos de pausa, em função da pandemia do coronavírus, a Oktoberfest vai acontecer em 2022, na cidade de Munique, a capital da Baviera, na Alemanha. O festival está agendado para o período entre 17 de setembro e 3 de outubro.

O anúncio da retomada do festival foi realizado pelo prefeito de Munique, Dieter Reiter. E ele chegou a revelar que mais do que a pandemia, a guerra na Ucrânia dificultou a tomada de decisão sobre a realização da Oktoberfest, pois o conflito poderia fazer com que tais celebrações parecessem inadequadas.

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Mas os defensores da retomada do evento rebateram os questionamentos sobre a adequação do festival acontecer durante o conflito na Ucrânia, afirmando que a Oktoberfest é uma contribuição para o entendimento internacional em virtude de receber visitantes de diversos países. “Em última análise, cabe a cada um decidir por si mesmo se e quanto eles querem comemorar”, disse Reiter.

De acordo com o prefeito de Munique, nenhuma restrição, como medidas de distanciamento social, será imposta aos participantes da Oktoberfest. “Tanto o governo federal quanto o Estado da Baviera não criaram nenhuma regra que me permitiria, como prefeito, emitir quaisquer restrições de acesso”, afirmou.

Houve pedidos de muitos setores para permitir que o maior festival cervejeiro do mundo ocorresse novamente neste ano, inclusive do primeiro-ministro da Baviera, Markus Söder, dos organizadores do festival e dos políticos locais de Munique.

E Reiter afirmou esperar que nada aconteça para tornar necessário um cancelamento em curto prazo, como o aumento dos casos de Covid-19 na Alemanha ou a adoção de novas medidas restritivas. “Espero que essa situação não venha à tona no outono (europeu)”, declarou.

Em 2019, última vez em que o festival aconteceu, os 6,3 milhões de participantes beberam 7,3 milhões de litros de cerveja, segundo balanços das cervejarias participantes da Oktoberfest. 

O festival foi cancelado apenas 26 vezes em seus mais de dois séculos de existência. A maioria deles foi devido à guerra, mas os surtos de cólera também provocaram dois cancelamentos, assim como a pandemia do coronavírus.

Inflação é o maior desafio em 2022 para 8 de cada 10 bares, aponta pesquisa

A diminuição dos casos de coronavírus no país e o relaxamento das medidas restritivas para conter a pandemia são boas notícias para quem enfrentou tantas dificuldades para operar durante os últimos dois anos, mas o setor de bares e restaurantes tem outros problemas para encarar, como a inflação. De acordo com uma recente pesquisa, a alta dos preços é o maior desafio a ser enfrentado neste ano para 83% dos responsáveis por esse tipo de estabelecimento.

O resultado está na nova pesquisa da série Covid-19, realizada pela Associação Nacional de Restaurantes (ANR), pela consultoria Galunion, especializada no mercado food service, e pelo Instituto Foodservice Brasil (IFB).

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A preocupação dos bares com a inflação não é à toa. Afinal, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 1,62% em março, a maior taxa para o mês desde 1994. Também foi a maior inflação mensal desde janeiro de 2003. Anualizada, a inflação já completou sete meses em dois dígitos. E o impacto para bares e restaurantes pode ser ainda maior, pois a inflação dos itens de alimentação e bebidas fechou abril em 2,42%, de acordo com o IBGE.

“A inflação certamente é o maior desafio do setor para 2022, pois seu impacto é duplo, seja nos custos diretos como aluguel, CVM (Custo de Mercadorias Vendidas) e outros, mas também no passivo das empresas, pois os recentes financiamentos feitos pelo setor na pandemia, como o Pronampe, certamente serão corrigidos com a pressão também sobre os juros”, afirma Fernando Blower, diretor executivo da ANR.

Além disso, apesar do relaxamento das medidas de distanciamento, os bares e restaurantes que participaram da pesquisa ainda não recuperaram os níveis pré-pandemia. O trabalho aponta que o faturamento em fevereiro de 2022 ficou igual ou abaixo do de fevereiro de 2019 para 60% dos participantes.

Porém, o trabalho destaca que tem aumentado os consumidores que retomaram os hábitos pré-pandemia. O índice ficou em 51% nessa pesquisa, 17% a mais do que no levantamento anterior.

“Sabemos que ainda existe a questão do consumidor não ter voltado totalmente para os estabelecimentos de forma presencial, mas nos negócios onde as vendas já estão superando índices anteriores, 75% dos top performers que responderam à pesquisa esperam fechar o primeiro trimestre do ano com lucro, com relação ao resultado financeiro da operação”, diz Simone Galante, CEO da Galunion e responsável pela pesquisa.

A pesquisa também aponta melhora nos níveis de endividamento de bares e restaurantes. O percentual de estabelecimentos que se declaram endividados ficou em 41%, 14% a menos do que na pesquisa anterior, realizada em novembro de 2021. Entre os que afirmam estar endividados, 15% devem demorar mais de 3 anos para quitar as contas atrasadas, 11% disseram que devem levar de 2 a 3 anos para pagar e 23% de 1 a 2 anos.

Além disso, a pesquisa indica que bares e restaurantes seguem com o sistema de delivery ativo nesse período de retomada, assim como vêm criando produtos. “Os dados revelam que 89% dos ouvidos operam com delivery, e que 71% consideram este canal lucrativo. Outras ações também englobam as estratégias dos estabelecimentos, visando o aumento das vendas, como lançar produtos com novos sabores e texturas, com 57% das intenções, focar em promoções, ofertas do dia e ações de valor, com 52%, lançar produtos sazonais, frescos ou artesanais, representando 27%, e lançar produtos gostosos e indulgentes, para 26%”, diz a CEO da Galunion.

Produção de alcóolicas reage em março, mas tem saldo negativo de 8,8% no trimestre

Depois de amargar quedas expressivas em janeiro e fevereiro, a fabricação de bebidas alcoólicas no Brasil reagiu em março e teve crescimento de 5% em relação ao mesmo mês do ano passado. O índice foi revelado pelo IBGE em sua Pesquisa Industrial Mensal.

Porém, o saldo da produção de bebidas alcóolicas no Brasil no primeiro trimestre de 2022 ficou negativo, com baixa de 8,8% em comparação ao desempenho alcançado nos três primeiros meses de 2021. E a redução nos últimos 12 meses é de 3,5%.

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O resultado está relacionado com a desaceleração registrada no primeiro bimestre de 2022. Na esteira do cancelamento das festividades de carnaval em sua época habitual, essa categoria da economia havia retraído 16,7% em fevereiro, sendo que em janeiro já havia caído 13,9% na confrontação com os números dos primeiros 31 dias de 2021.

Já a fabricação de bebidas não alcoólicas seguiu em franco crescimento em março. A pesquisa divulgada pelo IBGE confirma um aumento de 20% no terceiro mês de 2022 no comparativo com o mesmo período de 2021. No acumulado do ano, a subida na produção é de 9,6%. Nos últimos 12 meses, fica em 3,3%.

Na indústria de bebidas em geral, que leva em conta a soma das produções de alcoólicas e não alcóolicas, a elevação foi de 12% em março na confrontação com o mesmo mês de 2021 e de 6,4% em relação a fevereiro de 2022. Esses índices ajudaram a deixar próximo da estagnação o desempenho obtido no trimestre e no somatório dos 12 meses imediatamente anteriores, que são respectivamente de -0,6% e de -0,4%.

Entre as atividades econômicas pesquisadas, a fabricação de bebidas em geral foi a terceira influência mais positiva da indústria brasileira em março. Só ficou atrás dos itens outros produtos químicos, com alta de 7,8%, e veículos automotores, reboques e carrocerias (6,9%).

Produção industrial cresce apenas 0,3%
Se a fabricação de bebidas apresentou índices positivos em março, a produção industrial nacional teve crescimento de apenas 0,3% em relação a fevereiro, na série com ajuste sazonal. O índice mostra um cenário de estagnação, após a também modesta elevação de 0,7% do segundo mês de 2022. Porém, houve altas registradas em três das quatro grandes categorias econômicas e em 14 dos 26 ramos pesquisados pelo IBGE.

No comparativo com março de 2021, ocorreu queda de 2,1% na indústria brasileira no terceiro mês de 2022, além de retração de 4,5% no acumulado do ano. Em compensação, o IBGE confirma uma elevação de 1,8% no período de 12 meses imediatamente anteriores a março passado.

O índice também ficou próximo do aferido na fabricação de produtos alimentícios, que foi negativo em 1,7% em relação a fevereiro. Já no comparativo entre os terceiros meses de 2022 e de 2021, houve alta de 1,5%, enquanto no acumulado deste ano a elevação está em 2,4%, o que reduziu, em parte, o saldo ruim dos últimos 12 meses, que agora está negativo em 7%.

Os produtos alimentícios figuraram entre os 12 setores da economia que registraram queda em março, interrompendo quatro meses consecutivos de alta, período em que acumularam expansão de 14,9%. “Além de ter partido de um índice mais alto, alguns itens específicos, de produção mais volátil, como o açúcar, acabaram contribuindo para a queda no setor”, explica André Macedo, gerente da pesquisa do IBGE.

O aumento do custo de produção e a escassez de algumas matérias-primas são fatores que colaboraram para o freio na indústria nacional. “Além disso, a inflação vem diminuindo a renda disponível e os juros sobem e encarecem o crédito. Também o mercado do trabalho, que apresenta alguma melhora, ainda mostra índices com uma massa de rendimentos que não avança”, reforça Macedo.

myTapp leva soluções em pagamentos à Feira da Cerveja e revê parceiros

Empresa que desenvolveu o primeiro sistema de autosserviço de chope no país, a myTapp estará presente na Feira Brasileira da Cerveja, que começa nesta quarta-feira, em Blumenau (SC), e apresentará uma série de atrativos aos visitantes que forem até o estande montado pela empresa, uma das expositoras do evento no Parque Vila Germânica.

As principais novidades que serão exibidas pela myTapp na Feira Brasileira da Cerveja são soluções digitais que servem para agilizar o atendimento e os pagamentos nos bares e cervejarias que utilizam os serviços oferecidos pela empresa. São elas: o Chatbot para cadastro e recarga com PIX via Whatsapp; Recargas com PIX via web app myTapp PIX; e o pagamento com PIX no app myTapp.

A empresa, assim, espera aproveitar a feira para demonstrar as vantagens proporcionadas por essas novidades, assim como pelo conhecido sistema de autosserviço de chope. “Esse ano temos um estande maior do que tivemos em 2020, preparado para receber mais clientes. Além disso, teremos o sistema funcionando para que todos possam testar e tirar dúvidas”, revela Raquel Cruz Xavier, consultora de marketing da myTapp.

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Esta será a 15ª edição da Feira Brasileira da Cerveja, que não aconteceu em 2021 por causa do agravamento da pandemia do coronavírus. Por isso, Raquel Cruz Xavier, consultora de marketing da myTapp, destaca a importância do evento para ampliar a proximidade dos clientes com a empresa.

“Temos a expectativa de retomar o circuito de eventos pós-pandemia (ainda existente, mas com consequências menos preocupantes depois do avanço da vacinação), aproveitando para estar mais próximo do nosso público, parceiros e clientes”, diz.

Com sete anos de atuação no mercado cervejeiro e mais de 350 clientes no Brasil e no mundo, a myTapp espera aproveitar esse contato estreito com os visitantes da Feira da Cerveja para apresentar as suas soluções, assim como para entrar em contato com outras inovações.

“Aproveitamos a oportunidade para levar nosso time para conhecer a feira e as inovações do mercado cervejeiro, estar mais perto do público, estreitar relacionamento com os clientes e para que todos possam aproveitar o evento”, ressalta Raquel.

As novidades da myTapp
As principais novidades a serem apresentadas pela myTapp na Feira Brasileira da Cerveja são o Chatbot para cadastro e recarga com PIX via Whatsapp; Recargas com PIX via web app myTapp PIX; e o pagamento com PIX no app myTapp.

Com a primeira destas facilidades, o cliente tem a vantagem de poder fazer o seu cadastro em um bar antes mesmo de chegar ao estabelecimento. Após preencher o passo a passo do chatbot, o registro pode ser facilmente concluído pelo WhatsApp e serve para a retirada do cartão de consumo, que será utilizado para a liberação das torneiras de chope, com a retirada dependendo apenas da apresentação de um documento com CPF.

Os clientes podem fazer a primeira carga de créditos antes mesmo de pegarem o cartão de consumo no caixa, sendo que eles terão a opção de consultar o saldo e adicionar créditos no cartão via PIX. Para realizar o pagamento com o uso desta tecnologia de operação bancária, os consumidores precisarão apenas escolher o valor que desejam carregar, com o sistema gerando o código PIX. E ele poderá ser copiado e colado para a quitação por meio do internet banking.

Já através das recargas com PIX via web app myTapp, o consumidor poderá realizar a recarga dos créditos em seu cartão de consumo em quatro passos antes de completar o pagamento do PIX em seu banco preferido pela internet. E após finalizar essa operação, o valor recarregado entrará automaticamente como crédito no CPF do cliente, que estará pronto para usá-los nas torneiras de chope do bar.

Por fim, o pagamento com PIX no aplicativo da myTapp permite aos estabelecimentos proporcionar aos clientes a opção de fazer o recarregamento de créditos no app utilizando esse sistema de transação bancária como meio de pagamento.

Guia lança sites temáticos sobre ciência e lúpulo com o apoio da Ambev

Criado em 2018, o Guia da Cerveja dá mais um passo para ampliar a divulgação da cultura e conhecimento que cercam a cerveja com o lançamento, nesta terça-feira, de dois sites temáticos: Ciência no Guia e Lúpulo no Guia. As iniciativas têm o apoio da Ambev e surgem como novos espaços para debates sobre essas temáticas, com os conteúdos sendo produzidos pela equipe de reportagem do Guia.

A ideia, com as duas novas páginas, é agregar conteúdo e aprofundar as discussões e a divulgação do que de novo e relevante tem sido feito nas diversas vertentes do setor cervejeiro, sempre buscando apresentar análises aprofundadas, algo que vem sendo realizado no Guia ao longo dos últimos anos.

Agora, então, as novidades, as tendências e as oportunidades sobre ciência e lúpulo ganham um canal exclusivo. Mensalmente, os dois sites serão abastecidos com material relevante, produzido através de reportagens, artigos de especialistas e entrevistas em vídeo, também publicadas no YouTube, outra vertente da nossa atuação.

Criar um site que aborde a ciência e as inovações que marcam e ajudam a otimizar a atuação da indústria cervejeira está em consonância com a visão do Guia de que o crescimento do setor só será consolidado e com qualidade a partir do uso do saber e da sua aplicação nas atividades.

Nas primeiras publicações do site Ciência do Guia, abordamos, em reportagem especial, como as pesquisas e a tecnologia têm sido fundamentais para impulsionar melhorias no processo de malteação. Em outra matéria, traçamos um panorama dos planos da Academia da Cerveja da Ambev para 2022.

Acesse o Ciência no Guia

Em conteúdo disponibilizado em vídeo e texto, Anna Carolyna Goulart Vieira, nutricionista e especialista no Centro de Inovação e Tecnologia da Ambev, e Deborah Oliveira de Fusco, doutora em alimentos e nutrição pela Unesp, do Campus Araraquara, avaliam como o crescimento das cervejas low carb ajudou a ampliar o diálogo entre a academia e a indústria. E, finalmente, especialistas apontam como a ciência ajuda em projeções de uma safra ainda melhor e maior da cevada em 2022.

Lúpulo no Guia
Antes diminuta, a produção de lúpulo no Brasil tem crescido nos últimos anos. Uma expansão que vem sendo exponencial quando se observa o interesse em conhecer mais sobre a cultura desse insumo básico para a fabricação de cervejas. E essa movimentação, que envolve pesquisadores, pequenos agricultores e a grande indústria, não poderia ficar alheia ao Guia.

Em seus primeiros conteúdos, o site Lúpulo do Guia, também com o apoio da Ambev, aborda, em reportagem especial, as perspectivas para a produção de lúpulo ao longo de 2022. Outra matéria detalha a parceria recentemente firmada entre a agritech Silver Hops e a Ambev, com a avaliação do quão benéfica poderá ser para o setor.

Acesse o Lúpulo no Guia

Em material produzido em vídeo e texto, Mariana Mendes Fagherazzi, responsável técnica pela Fazenda Santa Catarina, da Ambev, e Duan Ceola, coordenador de laboratório da ESCM, abordam os gargalos da cultura do lúpulo no Brasil. E ainda apresentamos a cobertura da 2ª edição do Festival Nacional da Colheita do Lúpulo, realizado em Curitibanos (SC).

No pior mês da Bolsa desde março de 2020, ação da Ambev desvaloriza 5,71%

Em um cenário de pessimismo no mercado financeiro, a ação da Ambev seguiu o ritmo do Ibovespa e desvalorizou 5,71% em abril ao fechar o pregão da última sexta-feira (29) na B3, a bolsa de valores brasileira, valendo R$ 14,52. O papel, assim, também apresenta perda ao longo de 2022, agora de 5,84%.

A ação da Ambev vinha de duas altas mensais, mas mudou de direção no pior mês da bolsa brasileira desde março de 2020, quando eclodiu a pandemia do coronavírus. O principal índice da B3 terminou abril valendo 107.876,16 pontos, uma desvalorização de 10,1%. Ainda registra alta de 2,91% no ano, mas deixou para trás quase toda a alta de 14,48% conquistada no primeiro trimestre de 2022.

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É uma mudança de visão do mercado, provocada por vários fatores, de acordo com analistas. O pessimismo se dá pela perspectiva de aceleração na alta dos juros dos Estados Unidos, um movimento que deverá ser seguido pelo Banco Central brasileiro, por causa da inflação elevada, o que tende a desacelerar a economia.

A alta dos preços, aliás, não é só uma preocupação no país, mas em todo o mundo, em função da escassez de insumos, algo também atrapalhado pela continuidade da guerra na Ucrânia. E ainda há temor sobre o ritmo da atividade na China, que adotou lockdown em algumas cidades por causa da alta dos casos de coronavírus.

São, assim, muitos os motivos que explicam o tombo da bolsa, com 78 das 91 ações que compõem o Ibovespa tendo caído em abril. As maiores quedas foram de Locaweb (29%), Via (28,8%), Magazine Luiza (28,5%), Banco Inter (28,4%) e Natura (28,2%). Na outra ponta, entre poucas altas, se destacam, em ordem, PetroRio (12,1%), CPFL Energia (12%), Eletrobras (11,3%) e 3R Petroleum (10,5%), únicos papéis com valorização de dois dígitos no mês.

As quedas da bolsa e da ação da Ambev também se inserem em um contexto de freio da fabricação de bebidas alcoólicas no início de 2022. De acordo com o IBGE, houve retração de 15,3% no primeiro bimestre do ano na comparação com o mesmo período de 2021. Porém, ocorreu alta de 4,4% na produção de bebidas não alcoólicas em janeiro e fevereiro.  

O balanço vem aí…
Os efeitos dessa redução na produção de cervejas poderão ser mais perceptíveis na próxima quinta-feira, quando a Ambev vai divulgar o balanço do primeiro trimestre. Na última semana, a XP Investimentos projetou que o período de janeiro a março foi “desafiador” para a companhia.

“Esperamos um trimestre desafiador para a AmBev, pois projetamos que o aumento contínuo dos preços das commodities afete negativamente as margens. Para volumes, projetamos um trimestre misto, com Cerveja Brasil sendo negativamente afetada pela defasagem do canal on-trade devido ao avanço da variante Omicron (especialmente em janeiro e fevereiro), mas projetamos que a receita líquida/hl continue melhorando”, afirma, em análise.

“No total, projetamos um aumento de 7% na receita líquida consolidada, além de uma redução de 348 bps na margem bruta. Em nossas estimativas, a redução da margem bruta mencionada acima, juntamente com maiores despesas S&A e financeiras, farão com que o EBITDA e o lucro líquido diminuam 28% A/A e 25% A/A, respectivamente”, acrescenta.

Ainda assim, a XP prevê que a redução no volume de cerveja produzido pela Ambev tenha sido menor do que a média do mercado. “Prevemos que a AmBev continue superando seus pares devido às suas vantagens competitivas e, portanto, prevemos que a Cerveja Brasil diminua apenas 2% A/A”, diz. “Prevemos que a receita líquida/hl continue melhorando devido a uma estratégia comercial mais assertiva apoiada no BEEs e premiumização, o que deve levar a receita líquida a crescer 8% A/A, em nossa visão”, conclui.

Já analistas da Ágora Investimentos e do Bradesco Investimentos preveem uma queda menor no volume de cerveja da Ambev no primeiro trimestre de 2022. “Estamos um pouco mais otimistas em relação aos preços consolidados (receita por hectolitro) e volumes de cerveja brasileira (projetamos -1,5% em base anual para a Ambev no 1T22, enquanto achamos que o mercado espera uma queda de “meio dígito” no período)”, afirmam Ricardo França e Leandro Fontanesi.

No exterior
Fora do Brasil, a ação da Ambev também apresentou desvalorização em abril. A queda, inclusive, foi ainda maior na Bolsa de Nova York, ficando em 9,91% após fechar a sessão da última sexta-feira valendo US$ 2,91. Mesmo assim, continua apresentando valorização em 2022, mas agora de apenas 3,93%.

Foi o oposto do que aconteceu com as ações das duas principais cervejarias do mundo na Europa. Por lá, o papel da AB InBev teve alta de 2,1% em abril, valendo 55,40 euros. Já o ativo da Heineken valorizou 7,88% em um mês ao atingir o preço de 93,40 euros.

Menu Degustação: Semana de Sommelieria, Jornada do Science, cerveja feminina…

Os últimos dias foram movimentados e cheios de opções para o público que deseja fazer uma imersão no segmento cervejeiro. Para quem busca mais conhecimento para atuar no setor, o Science of Beer Institute lançou a Jornada Sommelier de Cervejas, enquanto a ESCM realizará, nos próximos dias, a Semana de Sommelieria.

Já para quem gosta de misturar temas cervejeiros com cultura e sociedade, estrearam, nos últimos dias, as novas temporadas do Botequim da Teresa e do Hora do Gole. Além disso, a cerveja 100% feminina, que envolve Ball, Masterpiece e Mafia, está de volta ao mercado.

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Confira essas e outras novidades do setor no Menu Degustação do Guia:

Jornada do Science of Beer
Pensando em manter os alunos nutridos de conteúdo, o Science of Beer Institute lançou neste mês a Jornada Sommelier de Cervejas. A Jornada tem o objetivo de democratizar o acesso ao universo da cerveja, através de conteúdos cervejeiros disponibilizados de forma gratuita pelo Science. Ao se inscrever na Jornada do Science, o aluno entrará no programa e receberá por e-mail materiais educativos, tendo acesso a diversos materiais e aulas exclusivas. Além disso, os alunos inscritos na Jornada Sommelier de Cervejas terão benefícios e descontos em outros cursos online do Science of Beer.

Semana da Sommelieria
A Escola Superior de Cerveja e Malte (ESCM) realiza de segunda (2) até quinta-feira (5) a primeira Semana da Sommelieria, sempre às 19h. A participação é gratuita, com necessidade de inscrição no site oficial. A semana começa falando sobre harmonização e como ela pode ser um atalho para que o consumidor prove cervejas diferentes. O conteúdo será apresentado na segunda-feira (2) de maio por Eli Bernardino Junior, que é sommelier de cervejas e fundador do primeiro bar exclusivo de artesanais de Santa Catarina. Na sequência, os temas serão: estilos, técnicas de flavor pairing e texturas para o equilíbrio de drinks utilizando cervejas como ingredientes e técnicas de avaliação de cerveja.

Nova temporada do Botequim da Teresa
Para aqueles que amam uma boa música e bate-papo, estreou a nova temporada do programa Botequim da Teresa. A atração é uma coprodução da Nossa, a plataforma de lifestyle do UOL, e da MOV, a produtora de vídeos da marca, tendo exibição às sextas-feiras, às 11h, pelo Canal UOL.  No “Botequim”, Teresa Cristina resgata a história de bares tradicionais do Rio de Janeiro e prepara receitas clássicas de cada um deles. A apresentadora e cantora também recebe convidados a cada episódio para um papo descontraído. A nova temporada contará com oito episódios, com a participação de nomes como Milton Cunha, Flávia Oliveira, Yuri Marçal, Mãe Márcia, Pepita, Rennan da Penha e Tia Surica.

Hora do Gole
A quinta temporada do podcast Hora do Gole estreou com o especial Temporadas Negras, que propõe reflexões sobre racismo e inclusão. A ideia é ressaltar histórias de vida e carreira de grandes potências negras que estão inspirando transformação em seus mercados. O tema já havia sido abordado em 2021, como uma resposta aos ataques racistas que ocorreram no mercado cervejeiro. O episódio de estreia foi com Dani Lira, sócia e gestora do Torneira Bar, que vem mostrando ao mercado o impacto de colocar diversidade e inclusão como propósito do negócio. A Colorado vai patrocinar episódios do podcast, que toda semana terá um novo episódio disponível no Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts, Anchor.fm e principais agregadores.

Spaten na Oktoberfest
A Spaten será a cerveja oficial da 37ª Oktoberfest de Blumenau, que acontecerá neste ano. O acordo da marca da Ambev também inclui a Sommerfest 2023. “Spaten é uma expert em cerveja e, por isso, não poderia ficar de fora da festa cervejeira mais importante do Brasil. Assim como a Oktoberfest de Blumenau, a cerveja propõe uma imersão na cultura cervejeira por meio do paladar, com a qualidade e o sabor de uma puro malte da escola alemã, ideal para acompanhar o público em todos os momentos”, explica Joice Carvalho, gerente de marketing da marca.

Itaipava 100% Malte na ExpoZebu
Iniciada no último sábado, a ExpoZebu 2022 será realizada até o próximo domingo no Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG), tendo a Itaipava 100% Malte como patrocinadora do evento. A marca levou para a feira a Vila 100%, com ativações, como a carreta de chope Itaipava Pilsen, lounge com energia solar com 100% Malte, ponto instagramável em formato de sol e bar temático da marca.

Lançamento oficial de anuário
O lançamento oficial do Anuário das Cervejarias Artesanais de Santa Catarina, escrito por Jorge Mattos, pesquisador cervejeiro, acontecerá durante o Festival Brasileiro da Cerveja em Blumenau, entre a próxima quarta-feira e o sábado. A ideia do livro começou como uma pesquisa acadêmica de Jorge, que estudava o mercado. O livro conta com dados de mais de 250 cervejarias de Santa Catarina, além de fornecedores, estabelecimentos comerciais e instituições ligadas à cerveja. O anuário também pode ser adquirido no link.

Acompanhe o Guia Talks sobre o Anuário das Cervejarias Artesanais de SC

Atrações da Feira Brasileira
A Feira Brasileira da Cerveja, que ocorre entre quarta (4) e sexta-feira (6), paralela ao Festival Brasileiro da Cerveja, em Blumenau (SC), trará ao pavilhão 1 da Vila Germânica, as novidades e lançamentos do setor.  Em cerca de 40 estandes, marcas brasileiras e internacionais – entre elas da Alemanha, Espanha e França – apresentarão o que há de mais moderno e eficiente para a produção, armazenagem e embalagem da bebida.

Vale da Cerveja recebe 5 mil pessoas
A harmonização entre uma rua histórica no Centro de  Blumenau (SC), mais de 40 estilos de cerveja, música e gastronomia vista na segunda edição do Biergarten Vale da Cerveja, recebeu cerca de 5 mil pessoas no sábado passado (23). O evento foi realizado pelas próprias cervejarias. Além da experiência, o destaque foi para o consumo de chopes especiais: mais da metade, 54%, foi de estilos diferentes do Pilsen. Eram 40 opções de rótulos, em 20 estilos diferentes.

Queijo Da Dogma
Em colaboração com a Scar Queijos, a Dogma lançou neste mês uma edição especial de um American Cheese feito com cerveja. O queijo leva em sua composição a Imperial Stout da Dogma, a Vanilla Latte. Vendido nas quatro unidades da Dogma, o queijo vem em embalagem de 200g.

Volta de cerveja 100% feminina
A cerveja Às Mulheres voltou ao mercado, em uma quantidade limitada, após ter esgotado em menos de uma semana após o lançamento, em 8 de março. A bebida foi idealizada pelo grupo de afinidades de mulheres da Ball e tem produção 100% feminina. Desde a levedura até o envase na lata e o design do rótulo, as mulheres de Ball, Masterpiece e Mafia estiveram por trás da receita no estilo Saison, assinada pela cervejeira Ingrid Matos, além de toda a campanha de comunicação e venda nos e-commerces.

Campanha da Colorado
Em nova campanha, a Cervejaria Colorado, conhecida por valorizar os ingredientes brasileiros em suas receitas e colaborar para a preservação do meio ambiente, reforça ainda mais a sua essência e reverencia o trabalho dos microprodutores regionais em “Importada do Brasil”. A ação brinca com o “complexo de vira-lata dos brasileiros” e chama a atenção do público para a valorização dos produtos nacionais, apresentando os rótulos da marca com um tom gringo.

Desconto no Dia das Mães
Quem antecipar a reserva em bares e restaurantes de São Paulo para o Dia das Mães usando o aplicativo Get In vai ganhar um cupom de R$ 10 no Uber para utilizar no deslocamento até o local escolhido. A promoção é válida para reservas feitas até 8 de maio. O Get In é uma das startups aceleradas pela Z-Tech, hub de inovação e tecnologia da Ambev. Atualmente, tem mais de 10 mil bares e restaurantes cadastrados no Brasil e já foi utilizado mais de 5 milhões de vezes.

Novidades da Artéza
Tendo uma unidade em Belo Horizonte desde 2019, a cervejaria Artéza agora também está presente em Contagem, cidade vizinha à capital mineira. O espaço é um gastrobar, mas também vai abrigar um brewpub, com todas as cervejas da marca sendo fabricadas ali, com 16 opções de estilos para o público. No salão, há um palco e a casa está investindo em programação musical, com shows ao vivo toda semana, de quinta a domingo. Já em Belo Horizonte, na unidade do bairro Prado, o Projeto “Tarde na Artéza” é a novidade que vai embalar as tardes de domingo. No repertório, chorinho, samba e brasilidades com o grupo “Trio Instrumental”.