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A força do turismo de experiência: unindo vocações para atrair o visitante

Coluna Ana Pampillón

Atualmente, o turista busca cada vez mais vivências inesquecíveis, tornando o esforço do empresário em inovar em termos de turismo de experiência algo fundamental. Uma das alternativas que temos visto é a valorização do território por meio da união de grandes vocações. Por exemplo: a cultura cervejeira pode ser aliada ao vinho, aos queijos, ao café e à cachaça.

Como assim? Degustações e harmonizações de cervejas podem acontecer dentro de uma queijaria e vice-versa. O mesmo se aplica a vinícolas, destilarias e cafeterias, que podem trocar experiências entre si. Dessa forma, um destino com tantas vertentes ganha mais visibilidade, procura e, principalmente, muitos motivos para o visitante retornar.

A exemplo da Rota Cervejeira do Rio de Janeiro — que começou na Região Serrana e hoje se estende por todo o estado —, foi dada a largada na Rota Queijeira da Serra do Rio. Essa união de forças é excelente para multiplicar as opções de turismo de experiência na região.

Turismo de experiência memorável

Outra atração que surgiu naturalmente foi a regionalização dos Conventions Bureau da Serra Verde Imperial. A partir dessa união, nasceu uma experiência maravilhosa: um voo de balão cativo (que sobe cerca de 60 metros, preso por cordas) dentro da área da Cervejaria Barão Bier, localizada no alto de uma montanha. A oportunidade de ver o nascer ou pôr do sol aliada à gastronomia local tem feito muito sucesso.

Em tempos em que vender apenas o produto não é uma tarefa fácil, a criatividade em formatar boas vivências tem sido a grande solução. A chave é criar algo único e memorável que combine as riquezas do território e ofereça ao turista uma vivência autêntica.

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Ana Cláudia Pampillón é turismóloga e sommelière de cervejas. Tem uma longa jornada de atuação no mercado turístico e cervejeiro do estado do Rio de Janeiro. Coordena há 10 anos a Rota Cervejeira RJ e também atua no mercado de lúpulo brasileiro, aproximando os produtores das cervejarias.


* Este é um texto de opinião. As ideias e informações nele contidas são de responsabilidade do colunista ou articulista e não refletem necessariamente o ponto de vista do Guia da Cerveja.

Menu Degustação: Budweiser lança garrafas de alumínio da Copa

A Budweiser inicia na segunda-feira (13) a venda de uma edição limitada de garrafas de alumínio da Copa, em homenagem às edições mais icônicas do campeonato mundial. O lançamento celebra os 40 anos de parceria entre a marca da Ambev e a Fifa. No Brasil, estarão disponíveis seis designs diferentes, representando os mundiais de 1986, 1994, 2002, 2006, 2010 e o aquecimento para 2026.

A partir desta semana, os consumidores já podem adquirir o pacote com as seis artes exclusivas pelo Mercado Livre pelo valor de R$ 54,99. Em maio, as garrafas de alumínio de Budweiser também serão vendidas de forma avulsa pelo aplicativo Zé Delivery. A operação unitária custará R$ 7,99 e atenderá as cidades de São Paulo, Curitiba, Salvador, Recife e Fortaleza.

A campanha é acompanhada pelo filme global “The Big Drop”, produzido com auxílio de inteligência artificial. A peça publicitária utiliza a trilha “You’ll Never Walk Alone” para mostrar garrafas gigantes cruzando continentes até chegarem aos estádios. O objetivo da plataforma é conectar diferentes gerações de torcedores por meio da nostalgia e da expectativa para o próximo torneio.

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Ambev encerra inscrições para estágio

A Ambev recebe até segunda-feira (13) inscrições para o seu programa de estágio 2026. A companhia oferece 163 vagas distribuídas entre as áreas de Business e Supply em diversas regiões do Brasil. O processo seletivo busca estudantes de graduação e oferece mentoria com lideranças e participação em projetos reais. Interessados devem se candidatar pelo site da Ambev.

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Heineken inaugura casa de experiências em SP

O Grupo Heineken abre em maio a Heineken House, no Parque Villa-Lobos, sua primeira casa de experiências no país. O espaço gratuito terá programação de cultura, música e gastronomia, além de um coworking de acesso livre. O local também sediará um restaurante-escola em parceria com o Senac para qualificar jovens em vulnerabilidade. A iniciativa faz parte da estratégia de entretenimento e impacto social da marca na capital paulista.

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Concurso internacional de cerveja BBA tem nova coordenação

A 3ª edição do Brazilian International Beer Awards (BBA) terá a coordenação técnica de Anna Bettu, fundadora da German Beer Academy. O anúncio oficial foi feito durante o Congresso Técnico da Agrária Malte, em Guarapuava (PR), que aconteceu entre terça (7) e quinta-feira (9). Ela entra no lugar do sommelier de cervjas Doug Merlo, que deixa o cargo para se dedicar a projetos pessoais. O concurso será realizado de 2 a 5 de novembro, no Bahia Beer Festival, e já está com inscrições abertas. O evento busca consolidar o município baiano de Alagoinhas como referência no turismo cervejeiro.

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Cervejaria gaúcha elimina glúten de todo o portfólio

A Salva Craft Beer adotou tecnologia enzimática para eliminar o glúten de seus rótulos sem alterar as receitas originais. A mudança, implementada em 2025, tornou o portfólio da marca 100% isento da proteína. A empresa de Bom Retiro do Sul (RS) possui laboratório próprio para análise lote a lote e garantia da segurança alimentar. Em 2025, a cervejaria foi premiada no World Beer Awards, em Londres, com a melhor APA do mundo.

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Blue Moon leva ritual com laranja para SP-Arte

A Blue Moon, witbier do Grupo Heineken, participa da SP-Arte até domingo (12), no Pavilhão da Bienal, em São Paulo (SP). A marca reforça seu ritual de consumo com uma rodela de laranja para ressaltar as notas cítricas e especiarias da receita. Parceira do evento desde 2023, a cerveja busca consolidar sua conexão com o design e a sofisticação sensorial. Detalhes sobre ingressos estãono site oficial da exposição.

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Amstel ativa puro malte em prova no reality

A Amstel promoveu na sexta-feira (3) a Prova do Anjo no Big Brother Brasil 26, vencida pela participante Jordana. A disputa eliminatória utilizou ingredientes da cerveja, como água, malte e lúpulo, para reforçar os atributos de qualidade da marca. A dinâmica incluiu a exclusão do milho, grão não utilizado na fabricação da puro malte de Amsterdam. A ação faz parte da estratégia de expansão e conexão da cervejaria com o público nacional.

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Brasil Brau abre credenciamento gratuito

A Brasil Brau 2026, feira internacional de tecnologia cervejeira, iniciou o credenciamento gratuito para profissionais do setor na semana passada. O evento será realizado de 9 a 11 de junho, no São Paulo Expo, reunindo mais de 170 expositores nacionais e internacionais de equipamentos e insumos. A programação inclui o Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia Cervejeira (CBCTEC) e áreas de debate sobre tendências de mercado.Informações adicionais estão no site brasilbrau.com.

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Paranaguá recebe festival de cerveja artesanal

O 3.º Festival da Cerveja Artesanal de Paranaguá ocorre neste fim de semana, de sexta (10) a domingo (12), na Praça de Eventos na cidade litorânea paranaense. O encontro reúne dez cervejarias da região e de cidades vizinhas, além de gastronomia e a Feira da Lua. Um dos destaques é a Frutopia Amburana, da Hespanha Brewery, eleita a melhor cerveja do Brasil em 2025. A programação musical conta com bandas de rock, reggae e covers durante os três dias de festa.

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Sexto Sentido lança Dry Stout com café e nitrogênio

A Cervejaria Sexto Sentido, de Piracicaba (SP), está lançando esta semana sua interpretação de Iris Dry Stout. Além dos maltes torrados típicos do estilo, que lembram café, ela leva uma pequena parte de malte que remete a chocolate e tem café de alta qualidade adicionado à receita – mantendo o DNA da marca. Além disso, é servida com nitrogênio nas torneiras, gerando o tradicional efeito cascata e trazendo cremosidade para a espuma. A Cascata Nitro, como foi batizada, tem 4,1% de álcool e já está disponível, podendo ser encontrada nos melhores pontos de venda parceiros da marca.

Feira Envase Brasil em Bento Gonçalves prevê alta de expositores

A Envase Brasil reunirá cerca de 140 marcas entre terça (14) e quinta-feira (16) de abril, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves (RS). O número de expositores projeta um crescimento de 20% em relação à edição de 2024. Paralelamente, ocorre a 4ª Copa Sul-Americana de Cerveja, com julgamento técnico entre segunda (13) e quarta-feira (15). A premiação das melhores cervejarias do continente será realizada no último dia do evento. Detalhes da agenda estão no site oficial da feira.

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Heineken distribui ingressos para quem quebrar o algoritmo

A Heineken lançou na quarta-feira (8) a ação Dumb Ads para incentivar os consumidores a saírem de suas bolhas digitais. Criada pela LePub São Paulo, a campanha entregou anúncios com sugestões opostas ao perfil de navegação dos usuários. Quem aceitou o desafio e preencheu o cadastro concorreu a convites para eventos culturais. Ao todo, a marca distribuiu 420 ingressos para festivais como Afropunk, Rock the Mountain e Time Warp. A iniciativa busca promover encontros reais e experiências espontâneas fora das recomendações automáticas das redes sociais.

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Heineken traz taça da Champions League para o Brasil: saiba onde e como ver de perto o troféu

A Heineken, patrocinadora oficial da UEFA Champions League (UCL), trouxe a cobiçada taça do torneio para o Brasil como parte da Trophy Tour 2026 e da sua nova campanha global “Fãs têm mais amigos”. O troféu, que já passou pelo Rio de Janeiro (RJ) em um evento, fará breve parada em São Paulo (SP) e Porto Alegre (RS), oferecendo aos torcedores a chance de ver de perto um dos maiores símbolos do esporte mundial. Na capital gaúcha, também haverá a possibilidade de participar de um evento com transmissão ao vivo de um jogo do campeonato europeu.

A taça da Champions League é carregada de grande simbologia, representando a glória da competição e as conquistas dos clubes e jogadores mais poderosos do mundo. Guilherme Bailão, diretor de experiências e patrocínios do Grupo Heineken no Brasil, destaca em entrevista exclusiva ao Guia da Cerveja que a simples presença do troféu gera arrepios e forte emoção.

Chegada da taça em São Paulo foi celebrada com festa no Museu do Futebol (Crédito: Nicolas Calligaro / Divulgação)
Chegada da taça em São Paulo foi celebrada com festa no Museu do Futebol (Crédito: Nicolas Calligaro / Divulgação)

“Colocar a taça à disposição do fã, do cara que é fanático pelo seu clube, que acompanha a competição — que acontece muitas vezes durante o período do trabalho e ele dá um jeito de escapar e ali para assistir — vai ser, sem dúvida alguma, muito emocionante. Eu quero muito ver a reação das pessoas quando elas chegarem perto da taça”, diz Bailão. “É um elemento aí carregado de muita simbologia, muita paixão”, completa.

No entanto, a oportunidade de vê-la é limitada: a passagem pelo Brasil é rápida, ficando poucos dias em cada cidade antes de retornar para a grande final do torneio na Europa. “O tour da taça é organizado junto com a UCL. Essa taça percorre os principais mercados onde existem mais fans. Mas é correria, daqui a pouco tem a grande final já”, conta o diretor.

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Para ver de perto

Na capital paulista, a chegada da taça ocorreu em evento para convidados na noite de quinta-feira (9) no salão Grande Área do Museu do Futebol, localizado abaixo das arquibancadas do Estádio do Pacaembu. Já os fãs poderão ver o troféu no sábado (11) e domingo (12) no mesmo ambiente, das 12h às 18h. Lá encontrarão uma instalação com a memorabilia de itens históricos que celebram o legado do torneio europeu e o grande troféu.

Para participar da experiência, basta comparecer ao local das 9h às 18h. A entrada está sujeita à lotação do espaço.

Em Porto Alegre, o foco principal será em um evento que promoverá a união dos torcedores para assistir aos jogos em clima de celebração. Na próxima quarta-feira (15), das 15h às 20h, o Parque Pontal sediará uma ação imersiva com a transmissão ao vivo das quartas de final em telão.

Público poderá ver a taça da UEFA Champions League em exposição em São Paulo ou no evento de Porto Alegre (Crédito: Nicolas Calligaro / Divulgação)
Público poderá ver a taça da UEFA Champions League em exposição em São Paulo ou no evento de Porto Alegre (Crédito: Nicolas Calligaro / Divulgação)

Durante a noite, além da exposição de memorabilia e de um show com o duo eletrônico DEPARTAMENTO, a taça será revelada de forma surpreendente ao público. A experiência será gratuita, mas os fãs que desejarem participar precisam resgatar seus ingressos previamente por meio do site Sympla.

Campanha mundial

A vinda da taça ao Brasil pela Trophy Tour 2026 faz parte da campanha “Fãs têm mais amigos”, que busca utilizar o esporte como um grande elo de conexão e amizade. A iniciativa reflete uma mudança de comportamento do consumidor, que busca cada vez mais vivenciar experiências coletivas fora de casa.

Segundo a Heineken, o objetivo principal do tour é transformar o simples ato de assistir a uma partida de futebol em uma oportunidade para que o público possa socializar, celebrar e estar mais próximo da competição de uma maneira palpável.

Serviço:

São Paulo (SP) – Exposição da Taça

  • Onde: Museu do Futebol (Praça Charles Miller, s/n)
  • Quando: sábado (11) e domingo (12), das 12h às 18h.
  • Ingressos: gratuitos

Porto Alegre (RS) – Evento UEFA Champions League Trophy Tour 2026

  • Onde: Parque Pontal (Av. Padre Cacique, 2893 – Cristal)
  • Quando: quarta-feira (15), das 15h às 20h
  • Ingressos: gratuitos, mas devem ser retirados com antecedência por meio da plataforma Sympla.

Heineken 0.0 realiza 1ª edição da Finish Line Run no Rio de Janeiro

A capital fluminense recebe, no próximo dia 19 de abril, a primeira edição da Finish Line Run, corrida de rua proprietária da Heineken 0.0. Após estrear em São Paulo em 2025, o evento chega ao Rio de Janeiro com um percurso de 5 quilômetros focado na experiência de bem-estar e na conexão entre os participantes. A largada e a chegada ocorrem na Praça Mauá, em frente ao Museu do Amanhã, a partir das 7h30.

As inscrições para a Finish Line Run são gratuitas e limitadas. O primeiro lote foi aberto na quinta-feira (9). A organização vai disponibilizar o segundo a partir do meio-dia desta sexta-feira (10) por meio do Hei App, o aplicativo oficial da marca. Para participar, o interessado deve ser maior de 18 anos, baixar o aplicativo, selecionar o banner do evento e resgatar o ingresso para gerar o QR Code de confirmação.

O trajeto inédito percorre pontos históricos da região central e portuária do Rio, como a Orla Prefeito Luiz Paulo Conde, a Avenida Venezuela e a Rua do Acre. Diferente de competições tradicionais focadas apenas em performance, a Finish Line Run propõe ativações ao longo do percurso para estimular a interação entre os corredores. “Nosso objetivo é transformar a linha de chegada em um ponto de encontro e celebração”, afirma Bruna Rosato, gerente de marketing da Heineken 0.0 no Brasil.

Ecossistema digital e o Finish Line Run e Club

A estratégia da marca no território da corrida se expande para o ambiente digital com o lançamento do Finish Line Club. Em parceria com o aplicativo Strava, a iniciativa cria uma comunidade na qual as rotas de treino terminam em bares e cafés, incentivando o brinde pós-exercício. A plataforma oferece conteúdos exclusivos, desafios e recompensas, reforçando o ritual de socialização que é marca registrada da cerveja zero álcool.

O clube já está ativo e pode ser acessado por qualquer usuário do Strava. Segundo Yan Prado, diretor-executivo de criação da LePub, a agência responsável pela iniciativa, o foco do projeto é ressignificar o esforço físico como um catalisador de encontros presenciais, conectando o desempenho esportivo ao lifestyle equilibrado da marca.

Retirada de Kits e Premiação

Os corredores inscritos deverão retirar o kit oficial no dia 18 de abril, das 10h às 17h, no espaço Nosso Parque, localizado no Parque dos Patins, na Lagoa. O kit contém uma camiseta oficial da prova, número de peito, ecobag de algodão e uma unidade de Heineken 0.0. No dia da prova, a concentração começa às 6h30, com premiação prevista para as 8h30.

Casa de experiências em São Paulo

Além da expansão da Finish Line Run para o Rio de Janeiro, o Grupo HEINEKEN anunciou a abertura da Heineken House para maio de 2026, em São Paulo. Localizada no Parque Villa-Lobos, a primeira casa de experiências da companhia no país funcionará como um hub gratuito de cultura, entretenimento e lazer. O espaço contará com áreas de gastronomia, música e um coworking de acesso livre, com ambientes inspirados nas marcas do portfólio do grupo.

O local também será a sede da Casa do Futuro – Restaurante Escola Instituto Heineken. Em parceria com o SENAC, a iniciativa oferecerá formação profissional gratuita para jovens em situação de vulnerabilidade social, focando na capacitação para o setor de bares e restaurantes. A companhia deve dar mais informações sobre a data oficial de inauguração e a agenda completa de atrações em breve.

Serviço

  • Finish Line Run Rio de Janeiro
  • Data da prova: 19 de abril (domingo)
  • Horário: Concentração às 6h30 | Largada às 7h30
  • Local: Praça Mauá, 1 – Centro (em frente ao Museu do Amanhã)
  • Inscrições: gratuitas pelo Hei App (disponível para Android e iOS)
  • Datas das inscrições: Lote 1 (9/04 às 12h) | Lote 2 (10/04 às 12h)
  • Retirada de Kit: 18 de abril (sábado), das 10h às 17h, no Parque dos Patins (Av. Borges de Medeiros, 1518 – Lagoa)
  • Como entrar no clube: Acesse o Strava e busque por “Finish Line Club” para aderir à comunidade e participar dos desafios.

Cerveja sem álcool tem álcool? Respondemos às principais dúvidas sobre o produto

O mercado de cervejas sem álcool cresceu muito nos últimos anos. E deve aumentar ainda mais nos próximos. O Brasil já é o segundo maior consumidor do mundo. E um estudo recente da IWSR aponta que esse produto deve dobrar de volume, passando de 2% para 4% de toda a cerveja do mundo até 2033. Um aumento tão grande e tão rápido faz com que um produto relativamente novo chegue aos consumidores em velocidade redorde, o que pode gerar muitas dúvidas. Nos buscadores da internet, perguntas como “cerveja sem álcool, tem álcool?” são repetidas à exaustão. E o número de respostas incorretas também é enorme.

Apesar desse tipo de produto não ser exatamente uma novidade, as tecnologias pelas quais ele é obtido se diversificaram. A legislação também foi atualizada recentemente, o que pode gerar ainda mais confusão. E há ainda um crescente número de termos específicos relacionados à atual onda de saudabilidade que o brasileiro está vivendo: cervejas zero, desalcolização, sem glúten, sem açúcar, low carb, etc.

Pensando em ajudar você a navegar nesse novo mundo, o Guia da Cerveja foi atrás das respostas às principais dúvidas manifestadas na internet sobre cervejas sem álcool e zero álcool. Assim, você vai poder curtir elas de forma muito mais informada e consciente do que está consumindo.

Cerveja sem álcool tem álcool?

A cerveja é obtida a partir do amido presente nos grãos, um tipo de carboidrato que é quebrado em açúcares menores no processo de fabricação e depois fermentado pelas leveduras. É justamente na fermentação que esses açúcares são consumidos pelo micro-organismo, que libera álcool.

Existem hoje vários métodos para fazer uma cerveja sem álcool. O mais tradicional é a fermentação interrompida, estratégia na qual os cervejeiros interrompem a atividade das leveduras já nas primeiras horas, antes delas consumirem muitos açúcares, gerando quantidades muito pequenas de álcool.

Na legislação brasileira, existem hoje duas categorias desse tipo de produto. A primeira, chamada simplesmente de “cerveja sem álcool”, é definida como aquela que deve conter, no máximo, 0,5% de álcool. Isso é dez vezes menos que uma cerveja regular com teor alcoólico de 5%.

Ou seja, apesar de ser uma quantidade muito pequena, esse tipo de produto ainda pode ter, sim, algum álcool residual da fermentação da bebida. A quantidade varia de marca para marca.

Cerveja zero tem álcool?

Essa é a segunda categoria de cerveja sem álcool da lei brasileira. Para ser chamada de “cerveja zero”, “zero álcool”, “zero % álcool”, “0,0%”, a bebida tem que ter no máximo 0,05%, uma quantidade ínfima (cem vezes menor que uma cerveja regular). 

Ou seja, se for classificada como zero, a cerveja tem quantidade de álcool realmente muito pequena, quase insignificante.

Esse tipo de produto é normalmente feito por meio de técnicas mais modernas, como osmose reversa ou destilação a vácuo  (também conhecida como destilação a frio). Nesse último método, a cerveja é produzida normalmente. Depois, é colocada em câmaras de vácuo e aquecida gentilmente. Sem pressão, o álcool evapora em uma temperatura muito menor (30 °C a 40 °C), sendo posteriormente condensado e retirado como numa destilação.

O resultado é uma cerveja com uma quantidade irrisória de álcool residual. O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv) lançou recentemente um site especialmente sobre a cerveja zero.

Cerveja sem álcool acusa no bafômetro?

A resposta é um grande “depende”!

Estudos mostram que, em média, uma pessoa metaboliza uma lata de cerveja de 350 ml em uma ou duas horas. Como uma cerveja sem álcool (até 0,5%) tem dez vezes menos álcool que a média de uma comum, podemos estimar que uma lata seria processada em aproximadamente um décimo do tempo. Ou seja, 6 a 12 minutos.

Ou seja, dá para dizer que há uma segurança relativa, já que o álcool estaria sendo processado à medida que se consome o produto. Bastaria não soprar o bafômetro logo após o consumo e não beber mais que uma cerveja a cada 12 minutos.

No entanto, há muitos fatores que podem mudar essa conta: a quantidade que foi ingerida, em quanto tempo, a taxa de absorção e metabolização do álcool no organismo — que ainda  podem variar muito conforme sexo (mulheres metabolizam o álcool de forma diferente de homens), peso, tamanho, constituição corporal, condições de saúde e até se houve ou não algum tipo de alimentação antes ou durante o ato de beber. 

E isso só determinaria a concentração de álcool no sangue. Além disso, seria preciso correlacionar essa quantidade com o que é medido no bafômetro, que é a quantidade de álcool exalado no ar pelos pulmões.

Por isso, não é possível afirmar com precisão.

Cerveja zero acusa no bafômetro?

Usando o mesmo raciocínio e as advertências acima, como uma cerveja zero tem cem vezes menos álcool, seria preciso entre 30 segundos e um minuto e 15 segundos para que o organismo metabolize uma lata de cerveja. Uma margem mais segura que a demonstrada acima. 

Cerveja sem álcool tem açúcar?

A base da cerveja são “açúcares”, que são fermentados pelas leveduras. No entanto, em geral, esse micro-organismo não consome todo o material e podem sobrar diferentes tipos de açúcares ou carboidratos no final do processo de fabricação. Os métodos de produção de cerveja sem álcool não modificam isso.

E tem calorias?

As calorias da cerveja vêm basicamente de dois componentes diferentes: dos “açúcares” que sobram após a fermentação ou do álcool. Cada carboidrato se converte no nosso organismo em 4 quilocalorias. Já o álcool tem densidade energética mais alta, fornecendo 7 quilocalorias por grama.

Portanto, esse tipo de bebida não tem justamente a parte mais calórica de uma cerveja convencional. Mas mantém as calorias dos carboidratos, fazendo dela, em geral, uma bebida de baixa caloria.

Cerveja sem álcool engorda?

Já vimos acima que, como ela não tem álcool, tem menos calorias. Mas sobram alguns carboidratos residuais. Apesar de ser muito menos calórica do que cervejas convencionais, a questão de engordar ou não depende também de quantos carboidratos há no produto escolhido e da quantidade consumida.

Uma cerveja convencional tem cerca de 140 quilocalorias numa lata de 350 ml. O mesmo volume de uma sem álcool pode variar entre 40 e 70 quilocalorias (confira o infográfico com a quantidade de algumas das principais marcas).

Para chegar à quantidade calórica de uma cerveja regular, você teria que beber duas latas de 70 ou três unidades de 40 calorias.

Faz mal?

Pelo contrário. O maior risco relacionado ao consumo exagerado de cerveja é o excesso de absorção de álcool. Sem ele, os potenciais malefícios à saúde são muito menores. De qualquer forma, para quem tem comorbidades de saúde, a recomendação é sempre consultar um médico para analisar caso a caso. Lembrando que toda a bebida alcoólica deve ser bebida com moderação.

Imposto Seletivo: diferenciação por teor alcoólico é prática mundial

Com a aproximação do debate no Congresso do projeto de lei que vai regulamentar o Imposto Seletivo no Brasil — novo tributo extrafiscal criado pela Reforma Tributária que busca desestimular o consumo de produtos considerados pelos legisladores como nocivos à saúde ou ao meio ambiente —, a discussão sobre a tributação de bebidas alcoólicas também cresce. No entanto, a observação das políticas fiscais adotadas ao redor do mundo oferece um caminho claro sobre as melhores práticas. No cenário internacional, a adoção de impostos proporcionais ao teor alcoólico da bebida consolidou-se como a abordagem recomendada e eficiente por economistas e autoridades de saúde. 

Esse modelo estabelece a premissa direta de que bebidas com maior concentração de álcool devem ter carga tributária maior, enquanto as de menor teor alcoólico, como as cervejas, precisam ser taxadas de forma mais branda.

Benefícios à economia

Os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que a vasta maioria dos países aplica impostos seletivos sobre o álcool. A entidade defende historicamente que desenhar essas taxas com foco no volume de álcool puro contido na embalagem é uma das ferramentas mais eficazes para mitigar os danos à saúde pública. 

Essa mesma visão é compartilhada e detalhada de forma econômica pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Em notas técnicas e diretrizes para os países-membros, o FMI argumenta que o imposto específico baseado na quantidade de álcool puro corrige de maneira muito mais precisa as chamadas externalidades negativas — os custos sociais, médicos e de segurança pública gerados pelo consumo abusivo. 

Tributação sobre álcool por volume

Para a indústria cervejeira, sejam as grandes fabricantes ou as artesanais, esse entendimento global é fundamental. Um artigo focado em políticas fiscais publicado pela Tax Foundation defende categoricamente que tributar as bebidas com base no “Álcool por Volume” (ABV) é o formato mais lógico e justo. 

Segundo o centro de estudos, os custos sociais do álcool derivam do consumo da substância em si, e não do valor agregado do produto, da marca ou do volume de líquido (água) na garrafa. Sendo assim, um imposto atrelado unicamente ao preço final da bebida (ad valorem) falha ao punir consumidores de cervejas artesanais ou premium de baixo teor alcoólico, enquanto alivia o peso sobre destilados baratos e altamente inebriantes. 

No Reino Unido, Austrália e Suécia

Na prática, diversas grandes economias já operam sob essa lógica. No Reino Unido, por exemplo, uma reforma implementada em 2023 passou a tributar as bebidas estritamente com base no teor alcoólico (ABV), o que encareceu os destilados pesados e, em contrapartida, criou alíquotas reduzidas para cervejas mais leves. Bebidas com teor alcoólico abaixo de 3,5% têm taxas reduzidas, enquanto aquelas acima de 8,5% são mais tributadas.

Há também uma redução na taxa para draft beer (cervejas servidas em torneiras por meio de pressão de gás, como o nosso chope) e Real Ales servidas nos pubs visando apoiar a hospitalidade. Essa redução por critério especial do imposto do álcool é semelhante ao que propõe a Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva) no Brasil pelo tamanho da produção da cervejaria.

Já na Austrália, o modelo fiscal é desenhado para desestimular a embriaguez rápida: os destilados enfrentam algumas das maiores taxas do mundo, enquanto as cervejas se beneficiam de um escalonamento onde rótulos de baixo, médio e alto teor alcoólico possuem encargos diferentes, incentivando as cervejarias a produzirem formulações mais brandas. 

Outro caso emblemático de política de saúde pública unida à tributação é o da Suécia, que aplica um imposto estritamente proporcional ao volume de etanol da garrafa, resultando em uma carga tributária alta para bebidas quentes e muito mais acessível para as cervejas, direcionando o consumo nacional para escolhas de menor risco. Alemanha, República Checa e até a China também operam com sistemas que diferenciam o teor alcoólico.

O risco de criar distorções

A importância de estruturar bem esses impostos é validada pela ciência. Uma extensa análise sobre as estruturas globais de tributação do álcool, disponível na National Library of Medicine (NIH), demonstra que mercados que falham em diferenciar o teor alcoólico acabam criando distorções prejudiciais. 

O estudo aponta que, em sistemas engessados ou baseados apenas no volume de bebida, os destilados ganham uma vantagem competitiva artificial que estimula o consumo de opções de maior risco em detrimento das bebidas fermentadas.

Apesar de o modelo de diferenciação por ABV ser reconhecido como a melhor prática, instituições globais alertam que a calibragem desses valores ainda é um desafio. A lógica, no entanto, permanece a mesma: qualquer aumento deve seguir a proporção da graduação alcoólica para ser efetivo.

Debate sobre Imposto Seletivo no Brasil

Observar o mercado externo deixa uma lição valiosa para o setor no Brasil, especialmente no atual cenário de regulamentação da Reforma Tributária. Com a iminente implementação do Imposto Seletivo (IS) — o chamado “Imposto do Pecado” —, a calibragem das alíquotas tornou-se o centro das discussões no Congresso Nacional. 

Isso porque a lei da Reforma (Emenda Constitucional 132/2023) define apenas que a alíquota “pode” ser feita por diferenciação de teor alcoólico, mas não garante a adoção desse modelo. A palavra final será dada pela Lei Complementar que deve ser enviada em breve pelo Executivo ao Congresso.

Entidades representativas, como a Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva) e o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), vêm atuando para garantir que a lei respeite a diretriz de taxar as bebidas de forma progressiva pelo teor alcoólico. 

Um levantamento feito pelo Guia da Cerveja em 2024 mostrou que 77% das cervejarias já apontam a carga tributária como o principal obstáculo para o negócio, e falhar na diferenciação entre cervejas (incluindo as de baixo teor) e destilados pesados asfixiaria ainda mais as pequenas e médias fábricas. 

A adoção de impostos progressivos de acordo com o ABV faz os países estabelecerem um padrão que incentiva a moderação, promovendo um ambiente de negócios muito mais racional.

O paradoxo da cerveja no Irã: da tradição milenar à proibição do álcool

Foi num jarro do sítio arqueológico de Godin Tepe, no vale de Kangavar, oeste do atual Irã, que arqueólogos encontraram na década de 1990 os primeiros vestígios químicos de uma cerveja da antiguidade. E a bebida tinha mais de 5,5 mil anos de idade. Essa nação, reconhecida como um dos berços ancestrais da bebida mais popular do planeta, vivencia hoje um paradoxo interessante. Desde a Revolução Islâmica de 1979, o álcool foi varrido das prateleiras, dando lugar a uma indústria pulsante, mas estritamente sem álcool. 

Com a guerra entre Estados Unidos e Israel com o Irã, o mundo voltou seus olhos para o Oriente Médio mais uma vez. E um mergulho na cultura cervejeira iraniana pode ajudar a entender um pouco melhor a história daquele país bem como descobrir como uma tradição milenar se adaptou a leis teocráticas, trocando o teor alcoólico por sabores locais.

A famosa pedra cervejeira

Entre as décadas de 1960 e 1970, uma equipe liderada por T. Cuyler Young Jr., do Royal Ontario Museum, escavou o sítio de Godin Tepe. O local era um importante posto comercial na Cordilheira de Zagros, conectando as planícies da Mesopotâmia ao planalto iraniano. As descobertas foram muitas e um volume extenso de material foi coletado para análises posteriores.

Devido à complexidade do trabalho laboratorial, foi somente na década de 1990 que a arqueóloga Virginia Badler identificou algo curioso. Ao analisar fragmentos de cerâmica recuperados, notou ranhuras profundas no interior de um jarro. Dentro delas, havia um resíduo amarelado e pálido que parecia “estranho” para um recipiente comum.

Badler enviou amostras para o Dr. Patrick McGovern, um pioneiro na “arqueologia molecular”. Usando técnicas avançadas de análise química, eles identificaram material popularmente chamado de “pedra cervejeira”, que funciona como uma impressão digital química da bebida. Trata-se de um composto que se forma a partir da mostura, do “cozimento” do malte com água e normalmente se deposita no fundo das tinas.

Até então, era sabido que os sumérios, uma antiga civilização mesopotâmica, bebiam cerveja por causa de tabuletas de argila com pictogramas e escrita cuneiforme. No entanto, não havia evidência física do líquido. 

Argo Factory, centro de arte contemporânea em Teerã (Crédito: Reprodução / Site oficial da Pejman Foundation)
Argo Factory, centro de arte contemporânea em Teerã (Crédito: Reprodução / Site oficial da Pejman Foundation)

No mesmo local, a equipe de McGovern também encontrou potes com resíduos de ácido tartárico, o que prova a existência de vinho. Ou seja, tanto a bebida de uva quanto a cerveja de cevada já eram produzidas na região por volta de 3.500 a.C. A descoberta foi publicada num artigo científico na revista Nature em 1992.

Atualmente, as descobertas mais antigas sobre cerveja são restos de amido fermentado encontrados em escavações na Caverna de Raqefet, em Israel, datando de cerca de 13 mil anos, associados à cultura natufiana.

Cerveja no Irã hoje

A produção de cerveja com álcool é ilegal no Irã desde a Revolução Islâmica de 1979. No entanto, o país possui uma forte indústria de cervejas sem álcool, com marcas populares como Istak e Delster. Vendidas sob o rótulo de bebidas de malte, elas oferecem um paladar que vai do estilo Lager tradicional a combinações exóticas inspiradas na agricultura local, como tâmaras e maçãs-verdes.

Mas nem sempre foi assim. Antes da Revolução, no regime do Xá Mohammad Reza Pahlavi, que governava desde 1941, o álcool era permitido e várias cervejarias abasteciam o país. A mais famosa era a Argo, de Teerã, construída no início da década de 1920, sendo considerada uma das primeiras do país.

Ela fechou pouco antes da mudança de regime por questões operacionais e ambientais. Recentemente, o edifício histórico foi reformado, mantendo suas características industriais, e tornou-se a Argo Factory, um importante centro de arte contemporânea na capital.

Embora o consumo público seja proibido, existe um mercado informal de bebidas alcoólicas. Além disso, minorias não muçulmanas oficialmente reconhecidas (como cristãos armênios, judeus e zoroastrianos) têm permissão legal para produzir e consumir bebidas alcoólicas de forma privada, para uso pessoal e ritos religiosos, conforme garantido pela constituição iraniana.

Entrevista: Brasil expande participação no World Beer Cup e comprova qualidade da produção

Conhecida como a “Copa do Mundo da Cerveja”, a competição norte-americana de cervejas World Beer Cup (WBC) se consolidou como o principal termômetro de excelência na indústria cervejeira global. Nos últimos anos, o Brasil tem marcado uma presença cada vez mais notável, ampliando o número de inscrições e prêmios. Para a edição de 2026, a delegação brasileira mais uma vez mostra sua força, com 44 cervejarias enviando 151 rótulos para a disputa — crescimento de aproximadamente 5% em amostras. Os números comprovam que o país já é um competidor de peso, capaz de brilhar tanto na inovação com bebidas de identidade local quanto na execução impecável de estilos clássicos.

O WBC é o concurso de cervejas organizado pela Brewers Association (BA) desde 1996. Inicialmente realizado bianualmente, passou a acontecer ano a ano desde 2022. E para entender como a organização do evento enxerga o cenário brasileiro e sul-americano, o Guia da Cerveja conversou com Chris Williams, Advanced Cicerone® e diretor de competições da BA. 

Além da maturidade e da qualidade alcançadas pela cerveja nacional, por trás dessa maior participação dos últimos anos está a parceria entre a Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva) e a BA. Desde 2023, as cervejas premiadas com medalha de ouro na etapa final da Copa Cerveja Brasil, concurso anual da entidade local, ganham a inscrição para o WBC do ano seguinte. Enquanto não houve rótulos premiados em 2022 e 2023, as edições de 2024 e 2025 renderam três medalhas cada para nosso país. Todas de rótulo que saíram da seletiva nacional.

Na entrevista a seguir, Williams detalha a evolução da participação do Brasil no WBC, aborda os desafios logísticos enfrentados pelas cervejarias da América do Sul para enviar suas amostras e explica como uma medalha na competição pode transformar o patamar comercial de uma marca no disputado mercado cervejeiro.

Olhando para o World Beer Cup 2026, como a participação das cervejarias brasileiras evoluiu nos últimos anos? Vocês percebem um crescimento constante no interesse do nosso país?

Essa é uma ótima pergunta. Para 2026, estamos vendo uma forte participação do Brasil, com 44 cervejarias inscrevendo 151 cervejas. Quando você analisa ao longo do tempo, no entanto, a participação flutuou um pouco de ano a ano. Por exemplo, em 2022 tivemos 41 cervejarias com 157 inscrições; em 2023, caiu para 33 cervejarias e 118 cervejas, e depois se recuperou em 2025, com 45 cervejarias enviando 145 amostras. Então, você pode notar que não é um crescimento estritamente linear, mas o que vemos é um engajamento consistente e significativo dos cervejeiros brasileiros. E, tão importante quanto isso, continuamos a ver essa presença refletida nos resultados das premiações, o que realmente atesta a qualidade da comunidade de cerveja artesanal do Brasil.

Nas edições recentes, cervejarias brasileiras conquistaram medalhas em categorias clássicas e tradicionais, como Imperial Stouts e Old Ales. Como a Brewers Association vê os mercados internacionais se destacando nesses estilos tradicionais ao lado de cervejeiros americanos e europeus?

Isso é verdade! Acredito que isso demonstra a imensa dedicação e a paixão pela qualidade presentes na cena da cerveja artesanal brasileira. Existe uma apreciação clara pelos estilos de cerveja tradicionais e globais, mas, ao mesmo tempo, você vê algumas das cervejas mais empolgantes e criativas vindo do Brasil. É a mistura perfeita entre a excelência nos estilos tradicionais de produção e cervejas únicas, que destacam a vibrante cultura brasileira. A melhor parte é que isso não se restringe apenas ao Brasil, à Europa ou aos Estados Unidos. Excelentes cervejeiros de qualquer lugar do mundo também dedicam seu tempo e paixão para aperfeiçoar um estilo com maestria, tendo chances iguais de levar para casa uma medalha por uma cerveja excelente em um estilo tradicional. É por isso que o World Beer Cup é tão empolgante para a comunidade global de cerveja e sidra.

Além do prestígio, há cervejarias que expandem sua produção ou abrem novos canais de exportação após uma vitória no World Beer Cup. Da sua perspectiva, quais são as histórias de sucesso comercial mais empolgantes ou tendências de crescimento de mercado que você já viu cervejarias internacionais alcançarem após conquistarem uma medalha?

Você tem razão, tudo começa com o imenso prestígio de conquistar esse prêmio. Ouvimos constantemente dos participantes que uma medalha no World Beer Cup não é apenas um prêmio que estabelece e acelera a credibilidade dentro de um mercado cervejeiro global concorrido, mas também atua como um catalisador capaz de impulsionar o crescimento de forma mais rápida do que a entrada tradicional no mercado.

Cervejarias como a japonesa Spring Valley Brewery (premiada entre 2023 e 2025) ou a belga Omer Vander Ghinste usaram esse reconhecimento para reforçar seu posicionamento premium em seus respectivos mercados, ganhando uma vantagem positiva nas negociações de exportação. O prêmio é, em sua essência, uma elevação da marca com o objetivo de ajudá-los a ganhar influência no mercado, atraindo a atenção de importadores ou incentivando parceiros atuais a ampliarem seus compromissos. Ele ajuda a empresa a contar uma história mais forte, e as histórias de sucesso mais cativantes costumam ser das cervejarias que utilizam o prêmio não apenas como reconhecimento, mas como uma ferramenta estratégica para expandir sua presença em um mercado saturado.

Sabemos que entrar em uma competição internacional envolve um comprometimento logístico e financeiro significativo para as cervejarias sul-americanas, especialmente considerando as taxas de câmbio. Como a BA vê esse nível de dedicação dos cervejeiros brasileiros, e existem esforços contínuos para tornar o processo de envio e consolidação internacional mais fácil para eles?

Vemos a participação internacional como algo totalmente essencial para o papel do World Beer Cup na comunidade cervejeira global. O nível de comprometimento que temos visto dos cervejeiros brasileiros, e que continuamos a ver das cervejarias sul-americanas de forma mais ampla, realmente destaca o quão significativa a competição é como um parâmetro global de excelência. Ao mesmo tempo, estamos perfeitamente cientes de que participar envolve desafios logísticos e financeiros reais, exatamente como você mencionou.

Por causa disso, é uma prioridade contínua para nós nos esforçarmos para reduzir essas barreiras de entrada, a fim de manter forte a participação das cervejarias da América do Sul. Com isso em mente, estamos sempre de olho em refinar esse processo, trabalhando de perto com parceiros logísticos, avaliando pontos de consolidação e observando onde a participação está crescendo rapidamente para determinar onde os ajustes podem causar o maior impacto. Nosso objetivo é tornar o processo o mais tranquilo e acessível possível, sem comprometer a integridade da competição. Sabemos que sempre há mais a ser feito, e nosso esforço contínuo é diretamente moldado pelo engajamento global que observamos, especialmente em regiões como a América do Sul.

Com um campo global tão diverso e mais de 100 estilos, quais são alguns dos passos que a BA toma para garantir que as inscrições internacionais, que podem ser produzidas com realidades locais diferentes, sejam avaliadas de forma justa e precisa?

No cerne da competição, tudo é fundamentado nas diretrizes de estilo. Cada cervejaria inscreve sua cerveja de acordo com esses parâmetros, e os juízes são treinados para avaliar rigorosamente com base nesses critérios na mesa. Como o julgamento é completamente às cegas, os juízes avaliam baseando-se apenas no que está na taça. Nenhuma informação sobre a cervejaria, país de origem ou quaisquer outros detalhes que possam introduzir algum viés é fornecida, o que é fundamental para garantir a justiça em um campo global tão diversificado.

Além do julgamento, também damos uma ênfase significativa à forma como a cerveja é manuseada assim que chega. Garantimos que as cervejas sejam armazenadas e servidas em condições ideais, desde o recebimento até o momento em que são julgadas. Controle de temperatura, organização cuidadosa e práticas de serviço padronizadas são apenas algumas das muitas ferramentas que usamos para criar o cenário mais igualitário possível. Fazemos isso com um único objetivo em mente: seja uma cerveja vinda da rua de trás ou do outro lado do mundo, ela será avaliada de forma justa, precisa e exclusivamente pela maneira como representa o estilo na taça.

Confira todas as cervejas brasileiras já premiadas no World Beer Cup:

MedalhaNome da CervejaCervejariaCategoriaPaísAno
OuroQuadruppel 277277 Craft BeerBelgian-Style Strong Specialty AleBrazil2025
OuroCanoa Quebrada277 Craft BeerGoseBrazil2025
OuroSim! Cerveja Sem Álcool – Melancia SOUR’n SaltSim! CervejaSpecialty Non-Alcohol BeerBrazil2025
PrataSt. Patrick’s Imperial StoutBrew Center Cervejas EspeciaisBritish-Style Imperial StoutBrazil2024
OuroGoiabinhaSuricatoContemporary GoseBrazil2024
OuroSt. Patrick’s Old AleBrew Center Cervejar EspeciaisOld Ale or Strong AleBrazil2024
PrataMandacaru AtômicoCaatinga RocksSpecialty Berliner-Style WeisseBrazil2024
OuroTupiniquim Pecan Imperial StoutCervejaria TupiniquimField BeerBrazil2018
PrataLohn Bier CarvoeiraCervejaria LohnHerb and Spice BeerBrazil2018
BronzeLeuven Irish Red AleCervejaria LeuvenIrish-Style Red AleBrazil2018
OuroWaels BrutCervejaria WaelsOther Belgian-Style AleBrazil2018
BronzeBrew Center Cervejas EspeciaisBrasserie 35Other Strong BeerBrazil2018
OuroWäls DubbelWäls CervejariaBelgian-Style DubbelBrazil2014
PrataWäls QuadruppelWäls CervejariaOther Belgian-Style AleBrazil2014
BronzeEisenbahn DunkelCervejaria Sudbrack Ltda.German-Style SchwarzbierBrazil2008
PrataKronenbierCia Antarctica PaulistaNon-Alcoholic Malt BeveragesBrazil1998
BronzeCerveja AntarcticaCia. Antarctica Paulista JaguariúnaDry LagerBrazil1996

Sua empresa tem registro de marca, mas talvez ainda não esteja protegida

No ambiente competitivo do mercado cervejeiro, o registro de marca da cervejaria costuma ser percebido como um marco importante. Afinal, o certificado emitido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) transmite a sensação de segurança: a marca existe, está registrada e, em tese, pertence ao seu titular.

O problema é que essa sensação de segurança muitas vezes é apenas ilusória.

Boa parte das cervejarias acredita que o simples registro da marca resolve a questão da proteção jurídica do negócio. No entanto, ao analisar com mais cuidado o sistema de proteção marcária, percebe-se que o registro não é geral nem absoluto. Ele é limitado às classes de atividade escolhidas no momento do pedido.

Esse detalhe técnico, frequentemente negligenciado pelas cervejarias, pode gerar consequências relevantes para a estratégia e para a expansão do negócio.

O sistema de classes do INPI

O registro de marcas no Brasil segue a Classificação de Nice, um sistema internacional que organiza produtos e serviços em diferentes classes. Cada classe corresponde a um determinado tipo de atividade econômica.

Isso significa que a proteção conferida pelo registro não se estende automaticamente a todas as áreas em que a marca possa ser utilizada. Na prática, o titular obtém exclusividade apenas dentro da classe ou das classes em que realizou o pedido.

Esse ponto é essencial para compreender um erro relativamente comum no mercado cervejeiro: registrar a marca apenas na classe mais evidente e deixar outras áreas estratégicas desprotegidas.

A Classe 32: onde quase a maioria das cervejarias registram

A maioria das cervejarias faz o registro na Classe 32 da Classificação de Nice. Essa classe abrange, entre outros produtos:

  • cervejas
  • bebidas não alcoólicas
  • águas e refrigerantes

Portanto, quando uma cervejaria registra sua marca nessa classe, ela obtém proteção vinculada ao produto cerveja.

Do ponto de vista industrial, essa escolha faz sentido. No entanto, a realidade das cervejarias modernas costuma ir muito além da simples fabricação de bebidas.

E é justamente nesse ponto que surgem lacunas de proteção.

O ponto cego: a Classe 35

A Classe 35 está relacionada às atividades de comércio e serviços de venda. Ela abrange, por exemplo:

  • comércio varejista
  • venda de produtos
  • e-commerce
  • distribuição e intermediação comercial

Para uma cervejaria que possui loja própria, vende pela internet ou opera um taproom com venda direta de produtos, essa classe pode ser tão importante quanto a própria Classe 32.

Sem esse registro adicional, existe a possibilidade de que terceiros tentem registrar marcas semelhantes para atividades comerciais envolvendo bebidas. Isso pode gerar conflitos ou limitar determinadas estratégias de expansão.

E o taproom? A importância da Classe 43

Outro elemento que se tornou cada vez mais comum no setor cervejeiro é a experiência oferecida ao consumidor. Taprooms, brewpubs e bares ligados às cervejarias fazem parte do modelo de negócios de muitas marcas.

Essas atividades se enquadram na Classe 43, destinada a serviços de alimentação e bebidas, incluindo bares, restaurantes e brewpubs.

Quando a marca é utilizada para identificar esse tipo de experiência, a proteção jurídica passa a depender também do registro nessa classe.

Assim, uma cervejaria que receba público para consumo no local pode ter interesse estratégico em considerar essa proteção.

O risco de uma proteção incompleta no registro de marca

Quando o registro é realizado apenas na Classe 32, a marca fica protegida enquanto produto, mas não necessariamente enquanto atividade comercial ou serviço.

Isso pode gerar algumas situações potencialmente problemáticas, como:

  • conflitos com marcas semelhantes em outras classes
  • dificuldades para expansão de determinadas operações
  • necessidade de enfrentar oposição ou pedido de nulidade
  • perda de exclusividade em determinadas áreas do negócio

É importante ressaltar que cada caso possui suas particularidades e deve ser analisado individualmente. No entanto, o ponto central permanece: o registro de marca não é um ato meramente burocrático; ele envolve decisões estratégicas.

Registro de marca é estratégia, não apenas formalidade

O crescimento do mercado cervejeiro brasileiro trouxe consigo uma maior profissionalização do setor. Muitos dos desafios enfrentados pelas cervejarias não estão necessariamente ligados à produção, mas à gestão e às estruturas jurídicas do negócio.

Nesse contexto, a empresa deve compreender a proteção da marca como parte da estratégia geral.

Registrar a marca é, sem dúvida, um passo importante. Mas entender como e onde protegê-la pode ser o que realmente define a segurança e o potencial de crescimento da marca no longo prazo.


André Lopes é advogado, sócio do escritório Lopes Verdi Advogados e criador do Advogado Cervejeiro.


* Este é um texto de opinião. As ideias e informações nele contidas são de responsabilidade do colunista ou articulista e não refletem necessariamente o ponto de vista do Guia da Cerveja.

Menu Degustação: Eisenbahn é cerveja oficial do Monsters Of Rock 2026

Depois de ser patrocinadora dos shows do AC/DC em São Paulo, a Eisenbahn reforça sua conexão com o universo musical e assume o posto de cerveja oficial da nona edição do Monsters of Rock 2026, que acontece neste sábado (4), no Allianz Parque, em São Paulo (SP). Por meio de sua plataforma Eisen Rock Station, a marca do Grupo Heineken busca consolidar sua presença no cenário do gênero e estreitar o vínculo com os fãs. Durante o festival, o público terá acesso à ações da marca e três rótulos do portfólio premium: Pilsen e Unfiltered, comercializados a R$ 20, e American IPA, vendida a R$ 22.

A programação do Monsters of Rock 2026 no estádio paulista tem início às 11h30 com a banda Jayler, seguida por Dirty Honey (12h30), Yngwie Malmsteen (13h45), Halestorm (15h15) e Extreme (16h45). As atrações principais começam no início da noite com o show do Lynyrd Skynyrd às 18h15, encerrando a maratona com o Guns N’ Roses, que sobe ao palco às 20h30. Os portões da arena serão abertos para o público a partir das 10h.

Os últimos ingressos para o Monsters of Rock 2026 estão disponíveis exclusivamente pela plataforma Eventim. Os valores variam conforme o setor escolhido, com a Cadeira Superior custando R$ 600, Pista a R$ 750, Cadeira Inferior a R$ 950 e Pista Premium a R$ 1.350, considerando os preços de inteira. A organização também disponibiliza pacotes VIP que incluem benefícios como open bar, alimentação e acesso a áreas exclusivas de after show.

Leia também neste Menu Degustação:

Ambev abre tours gratuitos com harmonização de chocolate

A Ambev promove visitas guiadas gratuitas em seis cervejarias durante os quatro sábados de abril (4, 11, 18 e 25) para celebrar a Páscoa. Unidades em cidades como Jaguariúna (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Ponta Grossa (PR) oferecerão degustações de rótulos como Caracu e Colorado combinados com trufas. Interessados maiores de 18 anos devem realizar o agendamento prévio pelo site oficial da companhia. A Cervejaria Bohemia, em Petrópolis (RJ), também integra a ação nos dias 4 e 5 de abril com inscrições exclusivamente pelo canal da cervejaria fluminense no Sympla.

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Brewteco lança chopes inspirados em sobremesas de Páscoa

O Brewteco, no Rio de Janeiro (RJ), preparou uma seleção limitada de chopes com chocolate para o feriado de Páscoa. A lista inclui quatro rótulos que utilizam ingredientes como marshmallow, menta e laranja, com preços a partir de R$ 20 para copos de 300ml. Para o cardápio de refeições, a rede oferece camarão em duas texturas e gurjão de peixe, disponíveis de sexta-feira a domingo nas unidades do Leblon, Gávea, Tijuca e Botafogo. As bebidas são assinadas em parceria com a cervejaria Overhop.

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Bodebrown realiza festa de Páscoa com rock e blues em Curitiba

A cervejaria Bodebrown, em Curitiba (PR), promove edições especiais do Growler Day na sexta-feira (3) e no sábado (4). O evento com entrada franca reúne mais de 40 rótulos artesanais e quatro shows ao vivo, incluindo tributos a Lynyrd Skynyrd e Rammstein. No sábado, a programação conta com café da manhã solidário mediante doação de alimentos e visitas guiadas à fábrica. O cardápio gastronômico terá pratos de influência belga e alemã disponíveis durante os dois dias de festa.

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Corona sorteia viagens para show da Shakira no Rio

A cerveja Corona vai realizar no dia 11 de abril um sorteio que levará dez fãs para o show da cantora Shakira no Rio de Janeiro. A promoção não oferecerá somente o show e transporte, como dará acesso exclusivo ao front stage do evento Todo Mundo no Rio, hospedagem na praia de Copacabana e até passeio de barco – uma experiência completa! Interessados devem cadastrar notas fiscais de produtos da marca no hotsite da promoção até 14 horas de quinta-feira (9). Compras da versão Corona Cero garantem chances em dobro na apuração.

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Heineken oferece desconto em tour imersivo em Jacareí

Heineken lança no Rio de Janeiro o Finish Line Club, plataforma de corrida da marca (Crédito: Divulgação)
Heineken lança no Rio de Janeiro o Finish Line Club, plataforma de corrida da marca (Crédito: Divulgação)

Jacareí (SP) celebra seu aniversário de 374 anos com ingressos pela metade do preço no Inside The Star, espaço imersivo do Grupo Heineken em sua fábrica que fica na cidade. Durante todo o mês de abril, moradores pagam 50% menos em visitas realizadas de terça a quinta-feira ao utilizar o cupom ITSJACAREI. A experiência inclui etapas do processo produtivo, história das marcas e harmonizações exclusivas de Páscoa. Ingressos estão à venda na plataforma Sympla. A entrada é restrita para maiores de 18 anos.

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Itaipava assume patrocínio da turnê sertaneja Histórias

São Paulo (SP) foi o ponto de partida para o anúncio da Itaipava Premium como cerveja oficial da turnê Histórias 2026. O festival percorrerá sete capitais, incluindo apresentações em Brasília (DF) no sábado (9 de maio) e em Curitiba (PR) no sábado (14 de novembro). O roteiro conta com artistas como Chitãozinho & Xororó e Bruno & Marrone. A marca terá estruturas exclusivas como bares proprietários e lounges para convidados em todas as arenas.

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Heineken lança clube de corrida com celebração no Rio

O Rio de Janeiro (RJ) sediou nova edição do Rolê 0.0 para marcar o lançamento do Finish Line Club, plataforma de corrida da Heineken. O percurso atravessou o bairro da Glória e terminou com celebração coletiva no bar Deja Vu, acompanhada por DJs e degustação da versão sem álcool da cerveja. A iniciativa integra a estratégia da marca para promover a socialização pós-esporte nas comunidades urbanas e precede uma corrida proprietária na cidade.

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Ambev abre vagas de estágio em 12 unidades de São Paulo

A Ambev recebe inscrições para seu programa de estágio até segunda-feira (13 de abril) em doze cidades paulistas, como Ribeirão Preto, Campinas e a capital. As oportunidades são destinadas a estudantes de graduação para atuação nas áreas de Business e Supply. O programa foca no desenvolvimento de futuras lideranças por meio de mentoria e uso de ferramentas de inteligência artificial. O cadastro deve ser realizado pelo site de carreiras da companhia.

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Bar Brahma Centro estreia projeto de forró em abril

O Bar Brahma Centro, em São Paulo (SP), anunciou a programação musical para o mês de abril com a novidade do projeto Forró no Centro. As apresentações ocorrem aos domingos, das 18h às 22h, sob o comando de Robson Baza. A agenda mantém atrações fixas como o pagode de Levi de Paula às terças-feiras, Ivo Meirelles às sextas e a feijoada com samba aos sábados. O bar também confirmou shows de Demônios da Garoa e Nelson Rufino ao longo do mês. Mais informações no perfil oficial do Instagram do Bar Brahma.

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