Início Site Página 118

Corinthians vai expor marca do Zé Delivery em camisas de treino

0

O Corinthians passará a exibir a marca do Zé Delivery em seus uniformes de treino. A exposição do aplicativo para entrega de bebidas é uma das ativações previstas no acordo de patrocínio fechado entre o clube paulista e a Brahma, que será válido ao longo dos próximos dois anos.

“Onde tem futebol, tem Zé Delivery, pois somos apaixonados pelo esporte mais popular do mundo. E essa parceria reforça nosso compromisso de estar presente nos melhores momentos, especialmente com uma das torcidas mais apaixonadas do país, que é a do Timão, sempre com bebida gelada, rápida e no precinho”, diz Thais Azevedo, diretora de marketing do Zé Delivery.

Leia também – Ação da Ambev desvaloriza 6% em 2022 e acumula 3º ano seguido de queda

Além da exposição do Zé Delivery nas camisas de treino, o acordo com o Corinthians também prevê outras iniciativas, como um camarote exclusivo da Brahma na Neo Química Arena. No anúncio do contrato, também houve a indicação de que as marcas da Ambev vão realizar ações direcionadas aos torcedores do clube nas redes sociais.

O acordo entre Corinthians e Brahma reforça a ligação da marca com o futebol brasileiro. Na última semana, inclusive, a empresa havia anunciado a renovação do seu contrato com o Vasco, uma das dezenas das equipes nacionais que tem o apoio da Ambev, com vários acordos longevos.

O Corinthians, porém, já foi patrocinado recentemente por uma outra marca de cerveja, a Estrella Galicia, no período de setembro de 2016 a dezembro de 2020. Assim, o acordo com o clube foi celebrado pela Brahma.

“Brahma quer fortalecer o vínculo do brasileiro com a sua maior paixão, que é o futebol. E é com muita satisfação que iniciamos uma nova etapa nessa relação com o Corinthians. Vamos nos aproximar da torcida e valorizar a paixão e história gigantesca do clube.”, diz Lucas Lobão, gerente de marketing regional São Paulo.

“O Corinthians busca formar parcerias que reflitam a grandeza do nosso clube e que tragam benefícios à nossa imensa torcida. Desta forma, estamos muito felizes em retomar nossa parceria vitoriosa com a Brahma”, acrescenta José Colagrossi, superintendente de marketing, comunicação e inovação do clube.

Como será 2023 para a indústria da cerveja? 9 empresas opinam

0

Ainda que existam ressalvas em função dos desafios econômicos a serem encarados ao longo do ano recém-iniciado, a indústria da cerveja está otimista para 2023. A perspectiva, na visão de 9 executivos ouvidos pela reportagem do Guia, é de que o cenário de expansão e crescimento se consolide.

Afinal, após encarar duros desafios em 2020 e 2021, ampliados em função da continuidade da pandemia, a indústria da cerveja iniciou uma recuperação em 2022, das vendas e do faturamento, e acredita que poderá ampliá-la em 2023, desde que surpresas não surjam, como novas variantes da Covid-19.

Leia também – AB InBev investirá R$ 2,1 bilhões na construção de fábrica na Colômbia

As empresas consultadas enxergam movimentações para abertura de empreendimentos ou para a expansão da atividade, como relata Filipe Bortolini, sócio-administrador da Beer Business. “Muitos clientes e interessados têm nos procurado para trabalhar no planejamento de novos negócios para 2023 e também para melhoria nas operações em andamento”, diz.

É, assim, um exemplo da expectativa de crescimento da produção pela indústria da cerveja, provocada pela esperança no aumento do consumo e da recuperação do poder de compra da população em 2023.

Essa retomada vem também acompanhada pelo desejo de estabilidade que faça o segmento de artesanais crescer de modo saudável e em um ritmo semelhante ao do período que antecedeu a pandemia, ampliando a sua participação no mercado de artesanais.

“As cervejarias independentes precisam brigar para ocupar parte relevante deste crescimento”, afirma Gustavo Barreira, CEO da Companhia Brasileira de Cervejas Artesanais, a CBCA.

Confira, na avaliação de 9 empresas, as perspectivas para a indústria da cerveja em 2023:

Beer Business (Filipe Bortolini, sócio-administrador)
Creio que o mercado cervejeiro vem se recuperando das dificuldades enfrentadas e 2023 deve ser um ano de bastante crescimento no setor, o que reflete diretamente na procura por serviços de consultoria para quem está montando um novo negócio. Muitos clientes e interessados têm nos procurado para trabalhar no planejamento de novos negócios para 2023 e também para melhoria nas operações em andamento.

BierHeld (Ewerton Miglioranza, sócio-fundador)
Embora as cervejarias tenham conseguido reconciliar o seu faturamento para níveis pré-pandemia, o setor ainda apresenta um pouco de incerteza em relação a 2023, em parte pelo ressurgimento de novas variantes da Covid-19 e também pela incerteza da política econômica a ser adotada pelo governo federal. Como dizem, o mercado ainda está “andando de lado”.

CBCA (Gustavo Barreira, CEO)
Acreditamos que o crescimento do mercado de cervejas especiais ainda tem um longo caminho pela frente. Em países mais maduros, o percentual de especiais dentro do mercado total de cervejas já chega a 20% e ainda estamos em 3%. Não acredito que chegaremos aos mesmos 20% por diversos fatores, entre eles tributários e questões de renda, mas, ainda assim, temos um longo caminho, com bons anos de crescimento, até os 12% que acredito ser o número para o mercado brasileiro. As cervejarias independentes precisam brigar para ocupar parte relevante deste crescimento.

Cia de Brassagem Brasil (Danielle Mingatos, sócia)
A perspectiva é de que tenhamos um aumento nas produções. Temos observado um movimento na direção de cervejas de entrada, até mesmo por conta dos custos. Claro que se temos uma melhora no poder de consumo, esse panorama melhora e possibilita outros níveis de consumo. Olhamos de uma maneira um pouco mais otimista, mas ainda sentimos a necessidade de ter como pauta a tributação, que é importante e precisa estar sempre nas discussões do setor.

Eureka (Dario Ocelli, CEO)
2023 será um ano de muitos desafios, mas continuaremos com a mesma política de crescimento gradativo e sustentável. Estamos bem otimistas de que o setor cervejeiro artesanal volte a ter os mesmos patamares de crescimento dos anos anteriores à pandemia.

Meu Garrafão (Helton Aguiar, diretor)
Eu acredito que o setor tem se moldado a tendências nacionais e internacionais. Afinal, a cultura de degustações e experiências de bebidas é forte aqui no Brasil. Portanto, acho que há espaço para crescer em 2023 muito pela análise da adaptação dos produtos e serviços, para o consumidor se identificar com os produtos e passar a consumir mais.

NewAge (Edison Nunes, gerente comercial)
A perspectiva é de crescimento de mais de 4% em um cenário com mais estabilidade política e econômica, restaurando o poder de compra e a confiança do consumidor. Com o consumo nos lares consolidado e as compras online em ampla expansão, estamos apostando em algumas oportunidades para aumentar em mais de 15% nosso crescimento.

Porofil (Nelson Karsokas Filho, proprietário)
Nossa esperança é que as empresas continuem na retomada do equilíbrio e crescimento para que possamos contribuir ainda mais com o mercado. Acredito que o setor esteja ainda com ressalvas, mas, lá no fundo, vejo que todos esperamos essa melhora generalizada.

Rota RJ (Ana Cláudia Pampillón (coordenadora)
As perspectivas são as melhores possíveis uma vez que o turismo é uma das principais ferramentas de fomento econômico de nossa região. E o turismo tem tido um olhar mais cuidadoso nos últimos dois anos. Acredito fortemente que deverá continuar desse jeito.

Jogo do Flamengo no Espírito Santo terá 15 mil litros de chope de graça para torcida

A volta do Flamengo ao Espírito Santo ficará marcada por uma iniciativa especial. A torcida que for ao estádio Kleber Andrade, em Cariacica, nesta quarta-feira (18), acompanhar o jogo entre Madureira e Flamengo, terá 15 mil litros de chope à disposição. A ação é da startup capixaba MeuChope.

“Esta iniciativa é uma forma de mostrar que a cerveja artesanal pode estar em todos os lugares, até nos grandes e renomados eventos”, afirma Augusto Sato, um dos CEOs da MeuChope.

Leia também – NewAge aposta em vendas online e consumo em casa para crescer 15% em 2023

O chope gratuito para a torcida que for acompanhar o jogo do Flamengo contrasta com o alto valor cobrado por um ingresso para o compromisso em Cariacica. As entradas têm valor de R$ 400, com meia-entrada (R$ 200) extensiva a todas as pessoas que levarem 1 quilo de alimento não perecível.

A partida com o Madureira, a partir das 19 horas, é válida pelo Campeonato Carioca, em que o Flamengo venceu os dois jogos que disputou. E é vista como mais um passo na preparação da equipe para o Mundial de Clubes da Fifa, que vai ser disputado em fevereiro, no Marrocos.

Além disso, o torcedor do Flamengo em terras capixabas irá matar saudades do time, que não atuava no Espírito Santo desde 2018, e agora podendo consumir um chope – ou até mais – de graça.

De acordo com a startup responsável pela promoção, a iniciativa faz parte do lançamento do pacote de incentivo de R$ 5 milhões para bares e restaurantes utilizarem o MeuChope Marketplace. A MeuChope estima que sua tecnologia está espalhada por mais de 230 pontos de venda espalhados pelo país.

Inclusão em CNAE amplia reconhecimento do sommelier de cervejas

0

O reconhecimento à atuação profissional do sommelier de cervejas deu mais um importante passo no Brasil: a obtenção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) própria para a atividade exercida por essas pessoas. Isso se deu com os serviços de sommelieria de cervejas sendo incluídos na Comissão Nacional de Classificação.

A partir disso, a CNAE 7490-1/99 foi alterada para que passasse a abranger os profissionais de sommelieria que trabalham com cerveja. Anteriormente, pessoas jurídicas que exerciam essa função, como prestadoras de serviços para empresas, precisavam utilizar alguma CNAE que não contemplava as funções de um sommelier de cerveja.

Leia também – 9 expectativas de profissionais da indústria da cerveja para o governo Lula

“A obtenção de uma CNAE própria para a atividade de sommelieria é importante, já que o Código Nacional de Atividades Econômicas é instrumento de enquadramento administrativo e tributário e tem uma influência econômica direta na vida das pessoas, além de definir quais impostos devem ser pagos um CNAE que engloba a atividade de sommelieria de cerveja contribui para o reconhecimento da profissão como atividade econômica”, destaca Priscilla Colares, coordenadora do núcleo de sommeliers da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva).

A CNAE é o instrumento de padronização nacional dos códigos de atividade econômica e dos critérios de enquadramento utilizados pelos diversos órgãos da Administração Tributária do Brasil. Esse tipo de classificação é utilizada pela administração pública tributária, como no registro do CNPJ, algo obrigatório para pessoas jurídicas. E elas são classificadas em tipo de tributação e de atividade exercida, como indústria, serviços e comércio.

“Com a alteração, os profissionais que estão enquadrados no regime de tributação do Simples Nacional já podem emitir nota fiscal com a CNAE que realmente representa a atividade exercida por um sommelier de cervejas”, acrescenta Priscilla.

A obtenção da CNAE para a atividade de sommelier de cervejas se junta a outras conquistas dos últimos anos, como o reconhecimento de profissão e sua inclusão na Classificação Brasileira de Ocupações do então Ministério da Economia.

Essas conquistas tiveram importante apoio, pedidos e cobranças da Abracerva, especialmente através do grupo de trabalho composto por Priscilla, Bia Amorim e Eduardo Marcusso, que vem atuando para regulamentar, reconhecer e valorizar a profissão de sommelier de cerveja, que teve seus primeiros diplomas emitidos no Brasil a partir de 2010.

E os representantes do setor esperam novos avanços. Envolvendo diretamente a CNAE, a próxima demanda envolve a inclusão da classificação que agora abrange o sommelier de cervejas na figura jurídica do MEI, o microempreendedor individual, pessoa que trabalha como autônomo e se legaliza como pequeno empresário.

Estamos aguardando a resposta do secretário-executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, órgão ligado à Receita Federal, sobre o pedido de inclusão da CNAE acima citada nas atividades do MEI. Acredito que esse seja um regime tributário mais adequado à realidade dos profissionais sommeliers de cervejas autônomos do Brasil

Priscilla Colares, coordenadora do núcleo de sommeliers da Abracerva

Também há um pedido para que o sommelier de cervejas seja incluído na lei que regulamenta o exercício da profissão de sommelier – só aqueles que trabalham com vinhos foram incluídos no texto original.

“Foi solicitada a alteração da Lei nº 12.467, que dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de sommelier, para inclusão do sommelier de cervejas na descrição da lei – que aguarda votação na Câmara (dos Deputados) através dos PL1104/2021 e PL2229/2022”, explica Priscilla.

NewAge aposta em vendas online e consumo em casa para crescer 15% em 2023

O abrandamento da pandemia do coronavírus permitiu a volta dos consumidores aos bares, restaurantes e, principalmente, a retomada dos eventos, mas o público manteve em sua rotina o consumo de cerveja em casa, assim como as compras online. E será sob essa perspectiva que a NewAge definiu oportunidades para aproveitar em seu planejamento visando o ano de 2023.

A ideia da empresa de bebidas é reforçar a aposta nos lançamentos de chopes em growlers PET, algo que, inclusive, já aconteceu com a versão Pilsen da Wienbier e a Pabst Blue Ribbon no final de 2021. Além disso, pretende ampliar as suas vendas através do marketplace, tanto para varejistas como para o consumidor final.

Leia também – Setor cervejeiro cresce 6% em 2022, mas deve ter freio em 2023, estima CervBrasil

Também com foco no consumidor, especialmente aquele que compra a sua cerveja para bebê-la em casa, a NewAge vai trabalhar em 2023 no lançamento de latas colecionáveis com impressão digital. Em 2022, a Wienbier, uma das marcas a compor o seu portfólio, foi um dos destaques do prêmio Lata Mais Bonita do Brasil, tendo conquistado medalhas de ouro e prata entre as médias cervejarias.

“Com o consumo nos lares consolidado e as compras online em ampla expansão, estamos apostando em algumas oportunidades para aumentar em mais de 15% nosso crescimento”, diz Edison Nunes, gerente comercial da NewAge.

Assim, a empresa de bebidas, que possui uma fábrica em Leme (SP), acredita que terá condições de crescer acima do ritmo do mercado. Ainda assim, o gerente comercial confia na expansão do segmento cervejeiro ao longo deste ano.

“A perspectiva é de crescimento de mais de 4% em um cenário com mais estabilidade política e econômica, restaurando o poder de compra e a confiança do consumidor”, prevê, para 2023, o executivo da NewAge.

Apesar de um cenário mais animador em comparação ao auge da pandemia, Nunes avalia que alguns desafios, como a inflação e a perda de poder de compra da população, impediram que cervejarias com foco no varejo apresentassem o desempenho desejado em 2022.

“Tivemos alguns avanços, mas diante dos fatores macroeconômicos e do cenário político, o varejo não conseguiu investir como gostaria nas grandes apostas temáticas, como o Oktoberfest e as promoções de verão”, argumenta.

O gerente comercial da NewAge também avalia que marcas com maior foco no consumo fora do lar tiveram mais facilidade em driblar as dificuldades macroeconômicas no ano passado em comparação com as que concentram suas atividades no varejo. Em 2022, a Pabst Blue Ribbon, que faz parte do seu portfólio no Brasil, iniciou a sua introdução nos bares e restaurantes.

“Foram grandes oscilações de volume e diferentes resultados para grandes marcas e pequenas. No pós-pandemia, o consumo se moveu dos supermercados para bares e restaurantes, retomando o volume e as margens das grandes companhias de bebidas, caindo o volume para aquelas que se dedicam mais aos canais de supermercados e conveniências”, conclui Nunes.

AB InBev investirá R$ 2,1 bilhões na construção de fábrica na Colômbia

A AB InBev terá mais uma unidade produtiva na América do Sul, essa na Colômbia. A companhia, através da cervejaria local Bavaria, anunciou a construção de uma nova fábrica no país, no município de Palmar de Varela, na região norte. O investimento estimado é de US$ 413 milhões (aproximadamente R$ 2,112 bilhões).

Com essa novidade, a AB InBev prevê que irá gerar 1.500 empregos na Colômbia durante o período de construção. E quando a fábrica estiver operando, a cervejaria deverá criar 350 postos de trabalho diretos e outros 7 mil indiretos.

Leia também – EUA chegam a recorde de 9,5 mil cervejarias, mas número deve cair em 2023

Palmar de Varela está a 100 quilômetros de Barranquilla, capital do departamento de Atlántico. A AB InBev pretende iniciar as operações da sua nova fábrica na Colômbia em meados de 2024 e vai utilizá-la para fabricar marcas locais de cerveja, como Aguila, Poker e Club Colombia.

O investimento na Colômbia é visto pela AB InBev como a confirmação do potencial enxergado pela companhia no mercado cervejeiro do país. “Acreditamos firmemente na Colômbia e nas grandes transformações que o setor privado pode gerar em benefício do país”, diz o presidente da Bavaria, Sergio Rincón. “Com esta nova fábrica, a Bavaria está investindo a longo prazo em uma expansão significativa da indústria.”

De acordo com a AB InBev, a construção da nova unidade na Colômbia estará alinhada com suas metas de sustentabilidade. Assim, promete que a cervejaria iniciará as suas operações com zero emissões líquidas de carbono e cumprirá o compromisso da Bavaria de fabricar todos os seus produtos usando energia solar.

Na Colômbia, a Bavaria conta com sete cervejarias, duas maltarias e uma rotuladora. A companhia emprega 4 mil pessoas e estima gerar 80 mil postos de trabalho indiretos. “É um orgulho compartilhar essa boa notícia com o país. Nós, colombianos, merecemos um futuro cheio de esperança, comemorações e progresso, e este novo investimento é uma parte importante de nossa jornada para criar um futuro com mais saúde. É um exemplo do espírito da Bavaria, que depois de mais de 130 anos, continua investindo em crescimento e inovação”, conclui Rincón.

Exportação de cerveja pelo Brasil cai para US$ 120 milhões em 2022

0

A exportação de cerveja de malte pelo Brasil sofreu queda em 2022. No ano passado, o país obteve receita de US$ 120,048 milhões com os embarques de 200.589 toneladas de cerveja, em vendas concentradas na América do Sul, com destaque para o Paraguai. Os dados são do Sistema Integrado de Comércio Exterior.

A queda foi de 8,73% no valor obtido com a exportação de cerveja em 2022, pois havia ficado em US$ 131,505 milhões no ano anterior. Já em volume, o recuo foi ainda maior. Ficou em 16,81% na comparação às 241.117 toneladas vendidas no mercado externo em 2021.

Leia também – Setor cervejeiro cresce 6% em 2022, mas deve ter freio em 2023, estima CervBrasil

O Paraguai continua sendo o principal destino da cerveja brasileira. Foram US$ 79,675 milhões recebidos, uma queda em relação aos US$ 89,21 milhões do ano passado. Ainda assim, o valor representa 66% da exportação da cerveja brasileira em 2022.

As compras da cerveja produzida no Brasil se concentram em países da América do Sul, único continente com nações que despenderam mais de US$ 1 milhão com o produto no ano passado. E a Bolívia segue sendo o segundo país que mais gasta com a bebida, com US$ 14,757 milhões.

O Uruguai saltou do quinto para o terceiro posto nas compras da cerveja brasileira no ano passado, com US$ 9,865 milhões. Deixou para trás, assim, a Argentina e o Chile, até então o terceiro colocado. Ambas reduziram as aquisições para US$ 8,483 milhões e US$ 2,110 milhões, respectivamente. Já a Venezuela dobrou as suas compras de um ano para o outro, chegando a US$ 1,287 milhão no ano passado.

Importação
Em 2022, o Brasil também reduziu a importação de cerveja, que foi de US$ 13,009 milhões em valor e de 14.897 toneladas em volume. A queda ficou em 17,47% nas despesas e em 23,55% na quantidade adquirida da produção internacional na comparação com 2021.

A cerveja da Bélgica continua sendo a mais importada pelo Brasil, com dispêndio de US$ 4,456 milhões, uma alta de US$ 143 mil em relação a 2021, mesmo em um cenário de redução nas compras externas pelo país.

O ano passado, aliás, ficou marcado por uma queda de mais de 100% nas importações de cervejas dos Estados Unidos, de US$ 3,388 milhões em 2021 para US$ 1,601 milhão. Com isso, os norte-americanos caíram para o terceiro lugar entre os países que mais vendem ao Brasil, sendo ultrapassados pela Alemanha, que comercializou US$ 2,172 milhões, com uma redução menor frente aos US$ 2,412 milhões de 2021.

O Uruguai continua sendo o quarto país que mais vende cerveja ao Brasil, com US$ 1,200 milhão, fechando a relação das nações que negociam ao menos US$ 1 milhão do produto anualmente. Esse grupo perdeu no ano passado o Peru, que exportou US$ 466 mil frente ao US$ 1,043 milhão de 2021.

Cerveja sem álcool
Em alta entre os consumidores, a cerveja sem álcool também apresentou crescimento na exportação no ano passado. Elas atingiram US$ 946 mil, uma expansão de quase US$ 600 mil frente aos US$ 349 mil de 2021. E a Argentina foi o principal destino, gerando receita de US$ 362 mil.

Já a importação até caiu, mas continuou sendo maior do que a exportação de cerveja sem álcool, sendo de US$ 1,176 milhão frente ao US$ 1,352 milhão de 2021. A Espanha, sede da Hijos de Rivera, fabricante da Estrella Galicia, concentra as vendas ao Brasil, com US$ 980 mil.

Balcão A Dança: Este ano vai ser pior, pior para quem estiver no nosso caminho

Balcão A Dança: Este ano vai ser pior, pior para quem estiver no nosso caminho

“Este ano vai ser pior…

Pior para quem estiver no nosso caminho.”

2022 se foi. 2023 chegou!

Oh, Sérgio Vaz! Nosso poeta Sérgio Vaz!

Como não começar um texto citando sua sabedoria, consagrada a tantos anos nas ruas da periferia da zona sul de São Paulo!

Um salve à Cooperifa, a Sérgio e a todos seus poetas, que, assim como nós, fazem da arte instrumento de resistência, sobrevivência e existência nessa hall dos invisibilizados.

Anota aí, povo lupulado.

Em 2020 estourou no mercado cervejeiro a treta dos casos de racismo. De lá até 2022, muita gente queria mostrar para o mundo que não fazia parte daquele pensamento. Ou, que estavam em um processo de evolução.

Como? Falando sobre a pauta. Chamando a galera preta e periférica para o rolê. Tirando foto ou aparecendo na foto da diversidade.

O tempo passou, e a água dos dias diluiu o peso do problema.

O ESG abrandou a temática com o advento da pauta sustentabilidade (que já tá de bom tamanho pra quem quer garantir seu lugar no céu!). E hoje o racismo antes velado já pode até voltar a ser piada na mesa – classista – do bar.

A foto não precisa mais ser publicada. O convite já pode ser desfeito.

O que aprendemos estando na margem da sociedade é: quem dorme no macio colchão do privilégio, está tranquilo em manter tudo como está.

E a nós sobra o que sempre sobrou. Criatividade. Resistência. E ódio…

Os poucos profissionais oriundos da diversidade (que estão se identificando, agrupando, e multiplicando) seguem inventando mil maneiras de existir nesse mercado, e de fortalecer os próximos que estão chegando. Sempre esteve no nosso DNA, repartir o pão – mesmo muitas vezes não o tendo.

A comoção do mercado com as pautas sociais hoje é menor, mas o movimento segue agitando as entrelinhas da cultura craft.

Entrelinhas essas que correspondem a 56% da população brasileira pela logica racial.

Entrelinha essa que significa 2/3 do Brasil na distribuição econômica e geográfica.

Entrelinha que produz 1,9 trilhão ao ano para a economia.

Um novo governo vem aí. E mesmo que você não apoie a sigla que o elegeu, as mudanças são inegáveis. Mais mulheres. Mais pretos. Mais povos originários (e talvez seja isso que você temia!).

João Jorge (fundador do Bloco Afro Olodum) assume a Fundação Palmares, no lugar de uma das imagens mais execráveis criadas pelo antigo governo. O oprimido que oprime (e quantos milhões não foram criados, né?). E é com grande alegria, que assim como iniciei com Sérgio Vaz, termino com João Jorge.

“Crescer, crescer, crescer até ficar impossível ser derrotado…”

E aos que estavam, estão e estarão conosco no fronte, a constatação. Os verdadeiros eu sei quem são…


Leandro Sequelle é morador do subdistrito do Grajaú, bairro no extremo sul de São Paulo, sendo idealizador da cervejaria social Graja Beer. É tido como referência na pauta diversidade dentro do mercado e atua junto à Abracerva na busca da ampliação das soluções referentes ao tema.

Indústria da cerveja repudia ataques à democracia e pede estabilidade política

0

As principais associações da indústria da cerveja, seja as que representam as grandes fabricantes ou aquelas ligadas às marcas artesanais, apresentaram seu repúdio aos ataques à democracia ocorridos no último domingo (8), quando manifestantes golpistas invadiram as sedes dos três poderes em Brasília, destruíram o patrimônio público e mesmo obras de grande valor cultural e para a sociedade.

Responsável por representar a Ambev e o Grupo Heineken no país, o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv) repudiou “veementemente” os “gravíssimos e inaceitáveis episódios de vandalismo, destruição e violência”, apontando que esse tipo de comportamento não pode ser aceito na sociedade. “Trata-se de manifestações antidemocráticas e ilegítimas que não devem ser toleradas em um estado democrático de direito”, defende o Sindicerv.

Leia também – 9 expectativas de profissionais da indústria da cerveja para o governo Lula

Em nota enviada à reportagem do Guia, a Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva) reiterou sua condenação aos atos em Brasília, também realizando uma enfática defesa do sistema democrático.

“A Abracerva repudia os ataques e atos de vandalismo e selvageria contra os prédios e instituições que são o pilar do Estado Democrático de Direito. A democracia é o sistema político que garante nossas liberdades, inclusive a liberdade associativa, e é uma conquista de toda a sociedade brasileira”, afirma.

A Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil) condenou os acontecimentos em Brasília e disse esperar que os responsáveis pelos atos sejam punidos. No dia dos atos, houve a prisão de centenas de suspeitos de participação na ação. Já ao longo da última semana, foram identificados financiadores das manifestações golpistas, assim como a Advocacia-Geral da União pediu que a Justiça bloqueasse R$ 6,5 milhões em bens de 52 pessoas e sete empresas que supostamente financiaram o transporte dos envolvidos.

Em nota oficial, a CervBrasil destaca ser “contra qualquer tipo de manifestação antidemocrática”. “Entende que os responsáveis pelos lamentáveis atos ocorridos recentemente devem ser punidos com rigor”, afirma a associação, que representa o Grupo Petrópolis, a Lund e a Krug Bier, entre outras cervejarias.

A necessidade de punição, através do devido processo legal, aos responsáveis pelos atos antidemocráticos também é citada pela Abracerva. “A associação espera que os envolvidos sejam devidamente identificados e respondam por seus atos com base nos devidos processos legais”, acrescenta.

Democracia e desenvolvimento
Com discursos que apresentam consonância, as associações destacaram a necessidade do respeito às instituições democráticas e o seu bom funcionamento para que o Brasil avance economicamente e amplie a inclusão social, temáticas que tiveram sua urgência destacada pela Abracerva.

A entidade reitera também a necessidade de se restabelecer rapidamente a estabilidade política e institucional para que se dê andamento às reformas necessárias para a recuperação econômica do país, garantindo redução das desigualdades e mais qualidade de vida para nós brasileiros

Abracerva

Em nota oficial, o Sindicerv, além de apontar que os atos são inaceitáveis, também destaca a importância da estabilidade democrática para que o Brasil consiga alcançar o necessário e almejado desenvolvimento, com o trabalho das diferentes esferas de poder para tal.

“O Brasil precisa de paz e diálogo para voltar a crescer, gerar empregos e renda. Para isso, é necessária estabilidade para que governo e suas instituições trabalhem em agendas a favor do desenvolvimento econômico e social e sustentável do país”, diz.

Em tom semelhante ao adotado pelo Sindicerv, a CervBrasil ressalta a importância do bom funcionamento da democracia para o desenvolvimento da economia nacional, conclamando a união da sociedade e das instituições para que esse intuito se concretize.

“A sociedade brasileira tem um desafio muito grande de crescer, gerar empregos, riqueza e maior justiça social. As instituições públicas e privadas precisam de estabilidade para funcionar dentro da normalidade e acelerar a busca por melhores desempenhos. É hora de união, de trabalho conjunto”, afirma.

Relembre
No último domingo (8), a escalada das manifestações golpistas no Brasil atingiu um novo patamar quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro ocuparam a rampa e a laje de cobertura do Palácio do Congresso Nacional, que também foi invadido, assim como o Palácio do Planalto e o Palácio do Supremo Tribunal Federal, com todos esses espaços sendo vandalizados, o que provocou danos ao patrimônio, com objetos históricos sendo danificados.

Como reação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decretou intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal, que posteriormente foi confirmada pelo Congresso. Já Alexandre de Moraes, ministro do STF, determinou o afastamento por 90 dias do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. De acordo com o Conselho Nacional de Justiça, 1.418 pessoas foram detidas em função dos ataques.

No dia seguinte ao ataque à democracia, o Guia apresentou a sua posição sobre a situação. Confira.

Menu Degustação: Acordo entre Vasco e Brahma, vice de produção da Heineken…

Um novo ano está começando e com ele diversas novas oportunidades para as empresas do setor cervejeiro. Com longeva parceria envolvendo vários clubes de futebol, a Brahma aproveitou o começo de 2023 para anunciar a renovação do seu contrato de patrocínio ao Vasco.

Outra importante companhia do setor cervejeiro, o Grupo Heineken anunciou a nomeação de Rodrigo Bressan para o cargo de vice-presidente de produção. Ele está desde 2016 na companhia, tendo atuado recentemente como líder da região Centro-Sul, onde ficam quatro cervejarias.

As cervejarias, aliás, podem aproveitar o começo do ano para participar de concursos, como a Copa Tayrona, na Colômbia, que tem inscrições abertas até domingo (15). Já para o consumidor, uma atração é o autodenominado menor bar do mundo, que tem apenas 5m², horário alternativo e conta com medidas sustentáveis, estando localizado em Boituva (SP).

Leia também – Livro sobre produção de lúpulo no Brasil traz dados, avaliação técnica e custos

Confira essas e outras novidades no setor no Menu Degustação do Guia:

Novo vice-presidente de produção da Heineken
O Grupo Heineken anunciou a nomeação de Rodrigo Bressan para o cargo de vice-presidente de produção. O executivo será responsável por consolidar processos produtivos com foco em sustentabilidade e eficiência e vai se reportar diretamente a Mauricio Giamellaro, presidente da cervejaria no Brasil. O executivo ingressou no grupo em 2016 como diretor das cervejarias de Ponta Grossa (PR) e Gravataí (RS). Ao longo dos anos, esteve à frente de expansões em Ponta Grossa e, mais recentemente, atuou como líder da região Centro-Sul com 4 cervejarias: Ponta Grossa, Alexânia (GO), Igrejinha (RS) e Blumenau (SC). Também liderou iniciativas locais para apoiar a estratégia global de sustentabilidade EverGreen. Ele possui bacharelado em Engenharia de Alimentos pela Universidade Federal de Viçosa, é mestre-cervejeiro e fez MBA no Insper.

Running Land e Heineken Zero
O Grupo Heineken e a Sallero, agência de soluções integradas de live marketing e digital, desenvolveram uma campanha para divulgação da Heineken 0.0 voltada aos amantes da corrida de rua, começando pela casa Running Land, em frente ao Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Em 2023, serão mapeados novos eventos esportivos junto com a Running Land, desde corridas de rua, diurnas e noturnas, até provas de triatlo para a distribuição de amostras grátis da Heineken 0.0 aos participantes.

Vasco e Brahma
O Vasco e a Brahma começaram o ano com uma novidade: a renovação do patrocínio de uma parceria iniciada em 2010. O novo contrato prevê ativações que devem envolver, por exemplo, o aplicativo Zé Delivery. De acordo com a Brahma, o acordo ainda tem no planejamento diversas ações direcionadas às redes sociais, visando um diálogo mais próximo com os torcedores do Vasco.

Ambev no combate à fome
Depois de destinar mais de 190 toneladas de alimentos, beneficiando mais de 40 mil pessoas, a Ambev ampliou seu projeto de combate à fome. Estabelecimentos de todo o estado do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais podem aderir à parceria com a startup social Comida Invisível, que atua com soluções de combate ao desperdício de alimentos. Na ação, por meio do BEES, plataforma B2B da Ambev, os pontos de venda parceiros podem se cadastrar gratuitamente e doar os alimentos que não seriam utilizados. Fica por conta da Comida Invisível conectar esses alimentos com aqueles que mais precisam. A meta é levar o projeto para todo o Brasil, com potencial de engajar mais de 190 mil pontos de venda.

Premiação para Ambev e Grupo Petrópolis
A 20ª edição do estudo “Valor Carreira – As Melhores na Gestão de Pessoas”, realizado pelo jornal Valor Econômico em parceria com a Mercer, que premia as empresas com os melhores ambientes de trabalho do país, teve o Grupo Petrópolis e a Ambev entre os destaques. Pelo segundo ano consecutivo, o Grupo Petrópolis ficou entre as cinco melhores empresas avaliadas pelo ranking, conquistando o terceiro lugar na categoria acima de 17 mil funcionários. Já a Ambev também foi premiada e ficou na quinta posição.

Campanha de verão da Itaipava
Dando continuidade à sua campanha de verão com o conceito “Língua da ITA”, a Itaipava lançou um segundo filme publicitário, intitulado “ITA-na boca do povo”. A campanha estreou no começo de janeiro, no intervalo da novela Travessia, transmitida pela TV Globo. Dividida em diferentes peças que marcarão todo o verão da marca, de janeiro a março, incluindo o carnaval, o material reforça a assinatura “100% Cerveja”, que coloca o produto no centro de sua comunicação, para estimular o desejo dos consumidores.

Copa Tayrona
Com sua próxima edição marcada para 24 a 30 de janeiro em Santa Marta, na Colômbia, a Copa Tayrona está com inscrições na reta final: elas custam US$ 85 (com envio incluso) e vão até domingo (15), tendo um centro de recepção para as amostras no Rio de Janeiro. Cervejarias de todo o mundo podem participar da competição que irá conceder medalhas de ouro, prata e bronze, seguindo o guia de estilos da Brewers Association. Além do concurso, os participantes poderão ter acesso a uma série de rodas de conversas e palestras gratuitas para aumentar as oportunidades de networking.

Gin da Läut
A cervejaria Läut lançou mais um produto: o gin Jimmy. Ele leva em sua composição zimbro, semente de coentro, raíz de Angélica, camomila, limão siciliano, pimenta-da-jamaica, laranja-bahia, lírio florentino, capim limão e amêndoas. As garrafas foram pensadas para serem quase transparentes, para que a marca seja o foco.

Visitas à fábrica da Krug Bier
A Krug Bier informou que as três primeiras datas para a visitação à fábrica em 2023 já estão definidas. A experiência será neste sábado (14) e nos dias 11 de fevereiro e 11 março, sempre a partir das 11h. O Tour na Fábrica, no bairro Jardim Canadá, em Nova Lima (MG), é ministrado por Fabiana Bontempo, cervejeira, sommelière de cervejas e embaixadora da marca. Ela é a responsável por receber os visitantes e apresentar as matérias-primas usadas na produção das cervejas, as instalações da fábrica e o processo produtivo. A visita tem a duração média de uma hora. Ao final, o participante poderá fazer compras na loja da fábrica.

Menor bar do mundo
O chef Melchior Neto abriu o Bar Temporário na cidade de Boituva (SP). O miniespaço, com apenas 5m², tem como slogan “o menor bar do mundo” e possui o objetivo de servir a última rodada da noite, funcionando de quinta a sábado das 23h até as 4h da manhã. O bar fica localizado dentro do complexo de entretenimento Vila Sky Beachem um espaço com música, estacionamento e uma varanda ampla.

Nova diretoria da AGM
A Associação Gaúcha de Microcervejarias elegeu a diretoria para o biênio 2023-2024. A chapa é composta por Filipe Bortoloni, da Arnesto Brewery Cave, como presidente; Luiz Gustavo Ritter, da Stier Bier, como vice; Christian Bonotto, da Tupiniquim, como tesoureiro; e Matheus Andrade, da Cervejaria De Roos Brasil, como secretário. Já o Conselho da nova diretoria é composto João Gionavella (Salva), Otávio Ermel (Imigração), Rafael Diefenthaler (Diefen Bros & 4Beer), Rudolf Lang Neto (Chosen), Rodolfo Azambuja (DNA Beer), Miguel Engelmann (Hunsruck), Luis Fernando Della Senta (Santa Madre), Marcelo Costa Peña (Agrária), Jorge Glitzer (JHC Assessoria Contábil) e João Batista de Moura (Cervejaria Ijuhy). A nova diretoria pretende dar prosseguimento aos trabalhos na busca por uma tributação mais justa e pela qualificação do setor, desenvolvendo a entidade nas diversas frentes estratégicas.

Canal no YouTube de pub
O pub curitibano Masc Beer está revelando os segredos das cervejarias artesanais em seu canal no YouTube. A casa, que iniciou as atividades em maio de 2021, teve a ideia de contar com um canal de entrevistas na plataforma para dar voz aos fabricantes, mostrando um pouco das suas histórias e como é feita a produção, impulsionando o mercado consumidor.